A ex coleguinha do colégio

Antes de mais nada, vou me apresentar. Depois de muito tempo anônimo, resolvi me animar a contar um pouco das minhas experiências. Por questões de privacidade, não vou dizer meu nome verdadeiro, só vou falar que me chamam de Toto.

Peço desculpas se encontrarem algum erro, seja de ortografia ou qualquer outro, já que esse é meu primeiro post. Bom, vamos ao que interessa: vou relatar uma aventura com uma ex-colega do ensino médio.

Sou o Toto, tenho 26 anos, meço 1,74m, então sou baixinho. Sempre fui considerado bonitão, por assim dizer, um pouco por praticar esporte desde criança e outro pouco por genética. Dessa vez, vou contar o que rolou com uma ex-colega do ensino médio, que vou chamar de Nati.

A Nati, que tem a mesma idade que eu, é uma garota de rosto bonito, tem cabelo preto liso bem comprido, talvez tenha uns quilinhos a mais, mas que não chamam muita atenção. A bunda não é o maior atributo dela, mas os peitos roubam todas as cenas.

Durante todo o ensino médio, a Nati e eu compartilhávamos quase o mesmo grupo de amigos, então nosso contato era frequente. Sempre houve uma certa atração, eu gostava dela. Na verdade, mais do que gostar, acho que ela me deixava com tesão, porque os rumores que corriam sobre ela diziam que a Nati não era nada santinha.

Só no último ano, depois de chegar nela mil vezes e ela sempre me dar um gelo, que consegui roubar um beijo. Foi o máximo que consegui fazer com ela até então. Quando o ensino médio acabou, a faculdade fez nossos caminhos se separarem, então o único contato que tínhamos era por WhatsApp, onde às vezes dava pra perceber a tensão sexual entre nós dois. Mas o tempo passou e tudo ficou por isso mesmo.

Até que um dia nos encontramos no aniversário de uma amiga em comum. Pra ser sincero, quando a vi, nunca imaginei que aquela noite pudesse dar em algo. Fui sem intenção nenhuma, só pra curtir a noite com a aniversariante. Mas quando a comida vem de... Lá em cima dizem que não tem como recusar.
Mais tarde, os familiares da Pau (a aniversariante) nos deixaram para curtirmos a prévia e depois irmos dançar. A música aumentou e o álcool assumiu o papel principal. Diferentes tipos de drinks, para todos os gostos, fizeram até os mais tímidos, como eu, começarem a dançar. Foi aí que me aproximei da Nati, que estava dançando com as amigas. Entrei na roda e começamos a conversar, primeiro falamos sobre banalidades, até que senti a necessidade de dizer que ela estava muito gata e que com aquele vestido que estava usando, ia infartar alguém. Para que imaginem, ela estava com um vestido preto bem decotado, mostrando aqueles peitos lindos, e que mal passava da bunda. A Nati só deu uma risada e me respondeu que eu continuava igualmente ousado.

Fomos para a balada, e aí cada um seguiu seu rumo. Não perdi chance de tentar ficar com alguma outra gatinha, mas sempre sem descuidar da Nati. Sem sucesso com nenhuma garota e vendo que a noite estava chegando ao fim, decidi ir com tudo atrás da minha ex-coleguinha. Chamei ela para dançar, o que ela aceitou, os movimentos dela somados ao álcool e à vontade que eu tinha fizeram meu pau acordar, o que aproveitei e, de maneira disfarçada, usei a dança para encostar nela. Ela deve ter percebido, porque surgiu um sorriso no rosto dela e um olhar cúmplice.

O relógio marcava 5h, as luzes da balada acenderam, o que só significava que tudo tinha acabado. Cheguei perto do ouvido da Nati e disse que queria que aquela noite fosse minha, que estava de carro e levava ela para casa. Mas sempre tem um porém: ela me disse que queria, mas ia dormir na casa da Anto. Por sorte, a Anto era muito minha amiga, na verdade éramos amigos com benefícios, mas ela não se importava que eu transasse com outras, nem eu me importava que ela ficasse com outros caras. Fomos até onde a Anto estava e disse que levava as duas. Ao chegar em casa, desci com elas. Anto entendeu como a coisa tava rolando, foi na frente e, ao entrar na casa, foi direto para um quarto. Fiquei com a Nati nos sofás e imediatamente nos fundimos num beijo de língua que mostrava muita tesão. Ela me levantou e disse para irmos pro outro quarto.

O tesão de estar com a Nati na casa da Anto, com ela no quarto ao lado, fazia meu pau quase explodir. Já no quarto, não perdi tempo: enquanto minha língua brincava com a dela, minhas mãos acariciavam seus peitos. Em questão de segundos, estávamos os dois completamente pelados.

Fui beijando seu pescoço e descendo. Queria encontrar aquelas montanhas de carne que tanto me esquentavam no ensino médio — minha mão não conseguia agarrar por completo. Devorei seus mamilos, que estavam duros. Era o que eu sempre tinha querido. Levei uma mão até sua buceta, que tinha só uma linha de pelos muito bem cuidada, e enfiei um dedo. A reação dela foi sublime. Ouvir seus gemidos me deixou com tanto tesão que meti mais um dedo. Sua vagina foi ficando molhada e achei que era hora de saborear.

Coloquei minha cabeça entre suas pernas e comecei a mover minha língua rapidamente. Gosto muito de sexo oral, tanto que ficaria horas. Chupei seu clitóris enquanto ela tentava abafar os gemidos. Sua buceta foi ficando cada vez mais molhada, então voltei a enfiar um dedo enquanto chupava como um louco. Ela não aguentou mais e, se contorcendo de prazer, mordendo os lençóis, deixou todo seu gozo escorrer na minha boca. Saboreei seus líquidos e me levantei pronto para enfiar, mas quando ia fazer isso, a Nati disse: "Agora é minha vez, vai ver como vou chupar seu pau, filho da puta".

Gostei que ela falasse assim. Deitei na cama e vi como ela agarrou e olhou meu pedaço de carne com vontade. Primeiro, meteu a cabeça do pau na boca e chupou como se fosse um pirulito. Repetiu várias vezes, me olhando nos olhos. Depois, foi lambendo com a língua da ponta até as bolas, e o pau todo. Ele meteu tudo de uma vez. Chupava como um deus, realmente estava me dando uma das melhores chupadas da minha vida. Agarrou minhas bolas e apertou com força. Peguei ela pela nuca e fiz ela engasgar, pareceu gostar e depois de uns engasgos repetiu a ação. Me pegou pela cintura e chupou sem usar as mãos. Senti que estava quase gozando e avisei. A safada parou e disse: "Não, pussy, quero dentro de mim primeiro" e sem me dar tempo de pegar a camisinha, montou em cima do meu pau de uma vez, entrou toda, aquela buceta mostrava que já tinha história mas mesmo assim soltou um grito que a Anto deve ter ouvido no outro quarto.

A Nati tinha esquecido que ela estava em casa e parou de conter os gemidos. Pedia por mais e mais, se movendo pra cima e pra baixo, em círculos. Senti que não ia aguentar muito, mas antes queria comer ela de quatro, falei e ela se posicionou como a putinha que é.

Mandei ver de uma vez, ver aqueles peitos balançando a cada investida me deixava louco, dei uma palmada forte na bunda que ela adorou. Peguei ela pelo cabelo, puxei pra perto e disse: "Gosta, putinha? Passei o ensino todo querendo te comer", e ela respondeu: "Sim, adoro, me come toda, me fode com força". Essas palavras foram o estopim, tirei, virei ela rápido, me masturbei duas ou três vezes e jorrei toda a porra nos peitos e na barriga dela.

Dei um beijo mostrando como tinha gostado, troquei de roupa e fui ao banheiro. Passando pelo quarto da Anto não resisti e abri a porta, lá estava ela dormindo com a mão na buceta, parece que não aguentou e se tocou nos ouvindo.

A Nati abriu a porta pra eu ir, peguei o carro e fui pra casa. Quando cheguei, olhei o celular e tinha uma mensagem da Nati dizendo: "Obrigada, adorei. Espero que se repita".

Mas essa já é outra história. Espero que tenham gostado. todos, e que me digam o que devo corrigir. A história é real, talvez por isso tenha ficado um pouco extensa.

3 comentários - A ex coleguinha do colégio

muy bueno la verdad!
Muchas gracias por los puntos y por comentar!