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Compêndio IRoland é um baita de um otário. Ontem, enquanto almoçávamos com a Hannah, tivemos o azar de ele sentar na mesa atrás da gente.
Como vocês podem imaginar, depois daquela merda toda na Alemanha, ele aproveitou a chance pra mostrar o quanto odeia funcionário estrangeiro, fazendo comentários de bosta pros colegas de escritório.
Na visão arrogante dele, os problemas na França, Alemanha, no sul da Europa e até o "Brexit" teriam uma "solução fácil" se as regras pra entrada de imigrantes fossem mais rígidas, pra impedir que "a escória viesse pedir esmola".
A Hannah tava preocupada que eu fosse surtar, já que os ataques eram direcionados pra mim. Mas, na real, eu sentia mais pena do Armando, o garçom argentino que teve que atender ele.
Na prática, poucos latino-americanos conseguem cargos administrativos aqui. Na verdade, sou o único que virou chefe. Mas, além dos méritos pessoais, eu sei muito bem quantos "tragos amargos" os imigrantes têm que engolir pra se manter aqui, inclusive atender com um sorriso no rosto uns déspotas filhos da puta como esse verme.
Talvez, se eu realmente quisesse arrumar uma treta, poderia ter gravado ele no celular e ido direto pro RH, onde no mínimo ele levaria uma advertência por ser um discriminador de merda.
Mas o que me fez agir foi o sorriso resignado do Armando, como se ele dissesse "é um daqueles dias", e aí eu decidi encarar o Roland quando fui limpar minha bandeja.
Sempre mantendo o respeito (o que deixou ele desconcertado desde o começo), eu falei que concordava parcialmente com ele: que se a chegada de imigrantes significasse a entrada de gente querendo "vida fácil" e explorar o sistema, as regras deviam ser mais duras.
Porém, se fossem pessoas esforçadas, que buscavam um trampo honesto e topavam fazer serviços que o australiano comum considera "mal pagos" e ficavam felizes em fazer, deviam dar mais facilidades pra eles.
“Além disso, pra você, sendo australiano, as coisas são muito mais fáceis do que pra mim.” Falei, fazendo o ego dele inflar. “Por exemplo, se você quisesse trocar de emprego, pediria demissão, receberia uma rescisão e procuraria um novo trampo.”
Diante da minha aparente “fragilidade”, Roland observava satisfeito a Hannah, que ficava em silêncio ao meu lado, preocupada que eu não fosse brigar e desviava o olhar, já que ele ainda a deseja.
“Já pra mim, as coisas são bem mais difíceis.” Continuei, sem dar importância. “Se eu quisesse trocar de emprego, a administração não aceitaria meu ‘aviso de 2 semanas’… porque você sabe, não tem muito australiano qualificado pra fazer o meu serviço.”
A indignação crescente dele era uma delíria pra mim…
“O mais certo é que me ofereceriam um aumento de salário, férias pagas e talvez um novo cargo ou uma transferência, pra me manter na empresa… o que, sinceramente, não me interessa aceitar, porque tô feliz trabalhando aqui.”
E ao ver o sorriso alegre da minha loira companheira, finalizei…
“E mesmo que, por um milagre, aceitassem que eu mudasse de emprego, você acha honestamente que eu conseguiria encontrar uma namorada tão gostosa quanto a Hannah?”
Lembrei daquele comercial de cartão de crédito, porque a cara de frustração dele não teve preço…
E até o copo de suco de pêssego, que o Armando gentilmente me deu de tarde, “Por conta da casa”, não era tão doce quanto a satisfação de humilhar um metido como o Roland.
Enfim, naquela tarde de quarta-feira eu tava afim da Sandy. Como falei, a amiga da minha esposa era a menos sexy e a que parecia mais inexperiente, mas que tinha me dado um boquete fenomenal e eu tava curioso pra saber se ela era tão boa na cama.
Ela, por sua vez, não parava de olhar pro meu pau inchado, sorrindo tímida, ao ver que nem tinha baixado.
Mas foi quando a gente conversava, pra disfarçar a nudez (e onde não parávamos de nos dar as obrigado pelos carinhos que a gente trocou), foi quando ela me explicou o mistério do armário dela.
Acontece que, quando ela morava naquela casa, teve uns assaltos violentos, onde os bandidos entravam por buracos no telhado.
Por causa disso e pra evitar sequestros ou ficar preso em incêndio ou catástrofe, o pai dela, esperto, resolveu montar aquele corredor secreto que ligava os quartos das filhas e que, na infância delas, rendeu horas e horas de diversão.
“Não, Nat! Para!” ouvimos de repente a voz alterada da Danielle, vindo das paredes.
Rápido, a gente deslizou pelo armário e pelo corredor pra ver a ação.
“Já te falei que não quero! Dói!” a garota reclamava, tentando em vão se soltar do cara.
Mas longe de ouvir os pedidos dela, o olhar do Nat era mais safado.
“Como é que você sabe, gata?... Talvez você curta.”
Ele segurava ela pela cintura e, pelo jeito que levantava a saia dela, era óbvio que eu e a Sandy íamos ver a desfloração anal da irmã dela.
“Pelo amor de Deus, Nat! Isso não! Nem pro Leon eu deixei fazer!” ela implorou, com lágrimas de desespero.
O foco dele não saía do buraco entre as nádegas da Danielle e, pelo pau comprido, duro e saliente do Nat, afiado como um ferrão, dava pra saber que não tinha volta.
Admito que por uns segundos, senti inveja do pinto fino do Nat, porque pra mim nunca é fácil enfiar de primeira e é um dos motivos principais de eu não ter tanto “sexo bruto” com minha esposa, já que se eu erro um dos buracos apertados dela, vira um desastre total pra mim.
“Não faz! Não faz! Não faz!” a pobre garota repetia, com o medo de quem foi condenada à morte.
E o gemido que ela soltou, quando o Nat enfiou de uma vez, foi de arrepiar.
“Não! Pelo amor! Dói! Dói! Para!” suplicava a Danielle, Mas a Nat pouco se importava.
Foi nesse momento que parei de sentir inveja da Nat, porque mesmo sendo mais fino que o meu, o avanço dele era desajeitado e lento, e o que era muito pior para o meu gosto, é que ela não tava curtindo nada com ele.
“Você é tão apertada, sua puta!” Nat dizia, enfiando com maldade. “O Leon é um idiota de verdade!”
“Não fala isso!” ela respondeu, cortante e irritada, mas dava pra ver que tava começando a gostar. “O dele é mais grosso que o seu!”
Isso deixou Nat ainda mais puto, que começou a meter e tirar com mais violência.
“Isso, assim! Mete mais, seu bastardo! Você é o melhor amigo dele! Como você se atreve?” Danielle provocava, rebolando gostosa enquanto o agarre do captor não soltava a cintura dela.
“É sua culpa, sua rabuda!” Nat respondia, dando palmadas fortes que Danielle curtia pra caralho. “Quem foi a puta que me levou pro banheiro pra chupar no clube?”
“Porque você não parava de esfregar em mim quando a gente dançava!” ela respondia em êxtase.
“E agora diz que não gosta…” Nat falava, já enfiando até o fundo.
“Não!... o seu é patético…” ela respondia, passando a mão nos peitos. “O do Leon... é grosso... poderoso... não igual ao seu…”
A indignação de Nat chegava a níveis sobrenaturais…
“Você é uma puta! Uma puta nojenta! Toma! Toma! Toma!”
As palmadas que Nat dava pareciam chicotadas de verdade.
“Isso, idiota! Me bate e me fode! Me bate, igual a namorada suja do seu melhor amigo!” ela instigava, cada vez mais.
A gozada que Nat deu foi terrível, porque mais uma vez, ele começou a bufar igual um louco, apertando os dentes com força e enterrando o cu de Danielle cada vez mais na cama, desabando ao lado dela.
Suada e ainda ofegante, ela ainda procurava briga, enquanto o amante tirava o pau do cu escorrendo dela.
“A única coisa que você tem... é que goza mais vezes!... mas em todo o resto... o Leon é melhor…”
Mais uma vez, eu tava duro e os olhos da Sandy estavam enormes, sem parar de espiar. a cama da irmã dela.
Pedi pra ela se mexer e a primeira reação dela foi olhar pro meu pau, que parecia um canhão de artilharia pesada, em escala.
Enquanto eu saía do outro lado do armário, perguntei:
“Sandy, cê não é virgem mesmo, né?”
“Já te falei, Marco!” respondeu ela, honesta. “Tive um namorado… aos 14… e foi minha primeira vez…”
Ela tinha me contado quando perguntei por que não arrumava um namorado, mas ainda assim, eu não acreditava.
“Por quê? Por que você quer saber?” perguntou, me encarando desafiadora depois de sair do armário.
“Porque quero te comer!” confessei sem rodeios.
Ela ficou vermelha na hora.
“Que absurdo você fala!” disse ela, se fazendo de difícil. “Você é o marido da minha amiga!”
Mas pelo jeito que sorria e de vez em quando olhava pra minha ereção, sabia que a ideia não desagradava ela.
“Não vai ser nada sério!” expliquei. “Até tenho camisinha, se você tá tão preocupada. Mas preciso gozar, porque com isso, não vou conseguir sair de casa tranquilo.”
Ela olhava pro meu pau, meio mordendo o lábio inferior.
“Mas a Mari… vai perceber?”
“Claro que não!” tive que mentir. “E vou tentar fazer sem te machucar… se isso te preocupa tanto.”
Pedi pra ela sentar na beira da cama. Ela tava molhada e envergonhada, ainda mais por se expor pro marido de uma amiga. Mas não o suficiente pra recusar meus pedidos.
“O-o-que cê tá fazendo?” perguntou, ao me ver ajoelhando na frente dela.
Sorri pra ela.
“Cê tá molhada! Mas se quiser enfiar melhor, precisa ficar mais ainda…”
“M-m-mas… o que você vai fazer?”
A respiração ofegante dela era uma confirmação clara da inexperiência dela na cama…
“Vou te lamber, igual a Nat fez com sua irmã. Não te incomoda?” perguntei, num tom totalmente natural.
“N-n-não!” respondeu ela, disfarçando a confusão.
Passei a língua devagar entre as coxas dela, sem nem roçar a buceta ou o clitóris, e mesmo assim ela teve um pequeno orgasmo.
Fui beijando as coxas dela, curtindo as Gemidos carinhosos, e quando eu passei a ponta da língua, devagar e de leve, pela superfície dos lábios da buceta dela, a respiração dela prendeu por um instante e, mais uma vez, a fonte dela jorrou de novo.
Comecei a me aproximar aos poucos, lambendo com mais área da língua, tanto a fenda dela quanto o botãozinho rosado, me encharcando com o cheiro de mulher que começava a escorrer dela.
Deviam ter se passado uns 10 minutos quando terminei com o rosto todo molhado. Olhei pra ela, e ela estava feliz e relaxada, como se tivesse acordado num domingo depois do meio-dia. Aí ela olhou pro meu pau duro, com um pouco de vergonha.
“Fica de pé!” falei, estendendo a mão pra ela.
Sem muita animação, ela aceitou que eu a puxasse. Mesmo assim, não desgostou nada quando eu abracei ela pela cintura.
“Por favor, se apoia na beirada da cama!” pedi, bem calmo.
A cara dela ficou bem preocupada…
“Você não vai fazer… o que o Nat fez… vai?” perguntou, num tom bem nervoso. “Porque a Mari sempre fala… que você faz isso… e o quanto elas gostam.”
Era a segunda vez que eu ficava desconcertado, e foi o motivo pelo qual acabei brigando com a minha esposa, quando voltei pra casa.
Porque não me importo que a Marisol fale da nossa intimidade com garotas que têm namorado. Mas garotas como a Sandy e a Jess, que são tão tímidas e inocentes quanto minha rouxinol, eu achava que não precisavam saber.
Só que minha esposa ia me dar uma “rasteira” convincente quando eu voltasse…
“Não!” falei, acalmando ela com um carinho na cintura. “Eu faço assim pra penetração não ser completa.”
Fui deslizando meu pau entre as pernas dela, procurando a fenda, e, surpreendentemente, ela foi curtindo o roçar, como se estivesse cavalgando.
“Você consegue encaixar?” pedi, quando já tinha perdido o contato tátil com meu pau por causa da cintura dela.
Ela suspirava contente, segurando ele entre os lábios dela.
“Vou devagar, porque você não transa há muito tempo!” expliquei, me sentindo um comissário de bordo. Voos transoceânicos. "Se sentir dor ou algum desconforto, me avisa que eu paro na hora."
E fui forçando suavemente a entrada. Como eu esperava, era ainda mais apertada que minha esposa, a ponto de o avanço demorar 3 vezes mais que o normal.
Mas conforme eu começava a deslizar mais e mais pra dentro dela, a respiração dela começava a ficar ofegante, suave e tranquila, então eu não esperava muitas reclamações.
Além disso, tentava manter meu equilíbrio o melhor possível, pra não ir cansando ela. A experiência, obviamente, foi muito gostosa pra mim.
Mas a verdade é que eu via aquela bundinha virgem e não parava de me tentar. Porque de costas e naquela posição, a Sandy tava uma gostosa: umas coxas lisas, mas ainda assim carnudas; uma cintura fina e uns ombros macios.
E eu tava muito tentado a, pelo menos, deslizar meu dedinho naquele buraquinho. Mas tinha dado minha palavra que não faria isso.
"Além disso, já tô dentro dela. O resto é só gula." Pensava eu, mais que tudo curtindo o movimento.
Até que senti algo estranho lá dentro dela...
"Ai! Ai! Ai!" ela começou a reclamar.
"Desculpa! Quer que eu pare?" perguntei, sinceramente tentando frear minha cintura.
"Não! Não!... ahhh... É que tem algo doendo em mim!"
Era uma sensação estranha. Como se um tecido me segurasse de um lado...
Não podia ser! Tinha que ser o hímen!
Mas como? A Sandy não ia mentir pra mim dizendo que tinha ficado com outro cara. Qual seria o sentido?
Então, pensei que não tinha rompido completamente na primeira vez dela.
"Sandy, vai doer um pouco mais, mas você vai se sentir bem!" falei, começando a sentir que ela cedia cada vez mais.
Forcei e forcei, até que finalmente cedeu e o avanço ficou muito melhor, conseguindo deslizar até a metade.
E pra ela, aquilo já era mais que suficiente, pelo jeito que ela se sacudia e reclamava. A cintura dela começou a se mexer por conta própria, favorecendo minhas investidas com bastante energia e a dor parecia diminuir.
Embora a A penetração não era tão completa quanto de frente, mas o fato de eu poder bater na bunda dela com minha pélvis já era um benefício e, no fim, acabei gozando dentro dela.
A essa altura, Sandy estava exausta e completamente estirada na cama, e como eu ainda estava colado nela, tive que me ajoelhar com ela.
O ruim foi que, quando consegui tirar, além da bolona que formou na camisinha, minha ereção ainda estava dura.
Cansada e com medo, ela me viu preparar a segunda camisinha.
“Você se importa se eu for de novo?” perguntei, com arrependimento, já que simplesmente não tinha outra opção.
“V-v-você… mas… por cima…” ela disse, engasgando um pouco ao ver eu meter de novo, bem inchado.
O bom foi que, como era a segunda vez, entrou com mais facilidade e, embora não tenhamos nos beijado e eu só me preocupasse em me segurar na cintura dela, ela se apoiava e suspirava bem feliz, abraçada nos meus ombros.
“Nem uma palavra pra Mari sobre isso!” ela falou bem séria, enquanto esperava eu me desgrudar.
Mas pelo jeito que sorria e o quanto estava corada, eu sabia que não estava arrependida e que provavelmente faria de novo.
“E você não pensou em falar com o Leon?” perguntei, enquanto esperava meu desgrude de sempre.
“O quê?”
“Se você não pensou em contar pro Leon que você gosta dele…”
“Você é louco!... eu não gosto do Leon…” ela confessou, toda envergonhada.
Mas eu sabia a verdade…
“É normal! A irmã da Marisol também ficou um tempo apaixonada por mim…”
“A Marisol tem uma irmã?”
E isso me desconcertou, já que as amigas dela sabem como a gente faz o love, mas não sabem que minha esposa tem irmãs.
“Mas você já viu a Danielle…” ela comentou, desanimada. “Eu não sou tão gostosa…”
“Mas se o Leon é um cara normal, ele já deve ter reparado em você.” Tentei animá-la. “Além disso, não é certo você julgar ele sem saber o que ele pensa. Até hoje, eu não achava que você fosse tão sexy ou habilidosa na cama, e olha só…” estamos, nós dois deitados.”
Adoro esse tipo de mina que não tá acostumada a ouvir que é gostosa…
“E mesmo que você não queira acreditar, tem caras que preferem garotas com corpinho mais magro do que mulheres voluptuosas, porque dá a ilusão de que podem se aproveitar de um corpo virgem e inexperiente, igual ao que você já tem…”
Por isso, quando conseguimos nos desgrudar, o sorriso dela tava mais otimista e ela não parava de me olhar e sorrir enquanto a gente se vestia.
Lá fora, na rua, já tava escuro. Olhei o relógio no celular e marcava 7:22 da noite, então já tava atrasado.
O problema foi que quando consegui tirar a segunda camisinha, ela tava quase tão cheia quanto a primeira e, felizmente, ela se ofereceu pra se livrar delas, porque pra mim era mais vergonhoso e complicado.
Enquanto a gente avançava na surdina pelo corredor, de repente a porta do quarto da Danielle se abriu, e ela saiu coberta por um lençol branco.
“Nossa, irmãzinha! Vejo que você tem visita!” ela disse, me olhando dos pés à cabeça.
“Sim! Já te falei que tinha um trabalho pra fazer!”
“Tão tarde?...” perguntou a Danielle, sem cair na conversa da irmã. “No escuro, no seu quarto?”
Envergonhada, mas sem se entregar, ela respondeu na mesma hora.
“Sim! O marido da Mari tava me ajudando…” e terminou me apresentando.
“Esse é o marido da Mari, que você tanto fala?” perguntou a Danielle, bem surpresa.
E de novo, me deixando cheio de curiosidade sobre o que a Marisol fala com as amigas.
“Sim, é ele!”
“É mais bonito do que você dizia…” comentou a Danielle, com um olhar safado.
“E o Leon vai ficar pra jantar com a gente?” perguntou a Sandy, com uma cara mais irritada, deixando a irmã sem graça na hora.
“Não… ele tá descansando agora…” respondeu ela, me olhando nervosa. “Você sabe como são os caras! Uma boa trepada e eles apagam…”
“Bom… vou acompanhar o Marco até a estação e comprar a janta, pra você perguntar se ele vai ficar, por favor.”
“Assim que —Vou sim!”
E dizendo isso, me despedi. O caminho até a estação foi silencioso, e Sandy parecia irritada, mais com a irmã do que com qualquer outra coisa.
Mas bem antes de passar o cartão na catraca, ela me agradeceu e me deu um beijo repentino, bem perto dos lábios, e saiu correndo, toda vermelha de vergonha…
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Depois, quando terminei de contar tudo pra minha esposa, já mais calmo e depois de repetir um bom par de coisas que fiz e vi durante a tarde, perguntei de novo, de um jeito mais suave, sobre o que ela falava com as amigas.
Mas ela suspirou, sorriu e, depois de me dar um beijo suave e maravilhoso, disse:
— Ah, love! Acho que nem passou pela sua cabeça que tudo foi de propósito, né?
— Do que você tá falando?
Ela sorriu de novo, vendo minha confusão.
— É só pensar um pouquinho assim, meu bem: por que uma mina te levaria pra um armário, sozinho, pra ficar de voyeur em outra mulher transando? Faz sentido pra você?
— Na real, não… — admiti.
Marisol sorriu mais uma vez.
— Já eu, se soubesse que isso ia te deixar com tesão e fazer você pular em cima de mim, quando a gente ainda era amigo… — ela me deu um sorriso meigo e safado. — …eu teria feito também.
As palavras dela me deixaram perplexo. E a única coisa que veio na minha cabeça, antes de dormir, foi aquele ditado antigo que um dia eu ouvi:
“Deus me livre de água mansa, que da agitada eu me cuido.”Próximo post
1 comentários - Sandy, o armário dela e a irmã (fim)