Olá, sou Karina, sou alemã nascida nos anos 90, depois da unificação da Alemanha, mas infelizmente, logo depois, meu pai ficou desempregado e tivemos que nos mudar para a Bélgica, onde passei meus primeiros anos de vida. Depois de muitas idas e vindas, desemprego, instabilidade, decidimos buscar nosso sonho americano na Argentina. Na verdade, cheguei com 5 anos e lembro que aprendi espanhol rapidinho, coisa que até hoje meus pais têm dificuldade, então muitas vezes sirvo de intérprete.
Bom, agora quero tirar um tempo para me descrever. Sou loira, olhos cor de mel e minhas medidas são 92-62-98 cm (me medi agora para vocês, se sintam sortudos), tenho 1,70m de altura e, embora à primeira vista seja simples, muitos gostam da minha carinha de anjo (será?), mas no fundo se esconde uma puta terrível, haha.
Quero contar, para começar, minha estreia sexual. Era aquela época do ensino médio, eu tinha um professor de educação física que era muito gostoso, traços finos, braços torneados, bem firmes, e às vezes ele usava short e, nossa, que pernas, o professor devia ter uns 30 anos. Eu era apaixonada, era meu amor de estudante, e também de várias colegas de escola. Quando saíamos para a aula dele fazer esporte, eu tentava vestir o short mais curto e justo, só pra ele reparar em mim. Nessa idade, eu já tinha algumas coisinhas pra mostrar, os peitos eram meio pequenos, mas minhas nádegas eram firmes e empinadas.
Ao ver que minhas investidas não davam resultado (acho que o professor era casado, nunca soube disso), fui direto nele e falei que gostava dele. Ele riu e disse que eu era maluca, que era mais velho e que não podia ser.
Fiquei assim, quase todo dia assediando ele, até que um belo dia meu assédio deu resultado. Num sábado, nos chamaram na escola para ensaiar uma dança que faríamos. Ensaiamos normal, mas no final, como a maioria já tinha ido embora, ele me chamou no escritório dele e disse que, na verdade, estava passando mal com meu assédio e que por favor me deixasse em paz. Respondi que me desse uma chance, que me deixasse tentar. Depois de ficar lá implorando, ele me disse que seria meu namorado se naquele momento a gente transasse. Fiquei muda, embora já tivesse chupado uns paus, nunca passou pela minha cabeça perder a virgindade.
Quando viu que eu não respondia nada, ele se levantou e disse: "nós, adultos, precisamos nos satisfazer em outras áreas, você ainda é uma criança". Ahhhhhhhh, isso feriu meu orgulho, foram as palavras mágicas que me animaram a dizer: vai em frente, vamos transar.
Apesar de estar nervosa, também estava com tesão, gostava demais do professor. Ele me beijou, acariciou minha bunda e meus peitos. Até aí tudo bem, nada que eu já não tivesse feito antes. Ele tirou a camiseta, um abdômen lindo, um dos melhores corpos que já vi. Foi me despindo aos poucos, enquanto me apalpava o corpo todo, até que, sem perceber, fiquei completamente nua. Ele me perguntou se eu já tinha feito sexo oral, eu disse que já tinha chupado alguns. Ele sentou e disse: "me mostra como você chupa". Ajoelhei para desabotoar a calça dele e puxei o pau dele, uyyyyyyyyyy, achei enorme, eu, como já mencionei, já tinha chupado paus, mas eram pequenos comparados àquele, que era realmente grande (hoje percebo que era um pênis de tamanho padrão, só que naquela época minha mão era menor e minha boca também), conseguia segurar o pau com as duas mãos, e só conseguia colocar a cabeça na minha boca, não entrava mais. Fiquei assim uns 5 minutos praticando os poucos conhecimentos que tinha de chupar.
Finalmente, ele pediu para eu montar nele, aí sim fiquei nervosa, estava prestes a me desvirgar, tentei parecer confiante e montei nele, a cabeça custou muito a entrar, apesar de eu estar molhadinha e ter deixado o pau dele cheio de saliva, finalmente consegui sentir o pênis dele entrando na minha pussy, nunca senti que se rompesse. Algo por dentro, só percebi que tava sangrando, bem pouquinho, quase nada, mas teve um pouco de sangue.
Depois, ele me colocou de quatro e metia bem forte, mas a dor era uma sensação gostosa, ele tampava minha boca com a mão porque eu não conseguia controlar meus gemidos.
Tava tudo perfeito, até que ele chega no meu ouvido e fala "quero te comer no cu". Falei que não, sexo anal era um tabu total, pelo menos pra mim, se muito tinha visto umas duas vezes em filme pornô. Ele se fez de ofendido e disse "sabia que você era uma menininha, esquece, nunca ficaria com uma mina imatura" e lá vou eu, feita de otária, me deixar enganar pelas palavras dele. Aí acabou a putaria, me deu um baque foda, quase chorando falei que ia deixar, mas que ele prometesse que seria meu namorado, ele ficava dizendo que seríamos felizes como casal e outras baboseiras, me pus de quatro de novo e ele começou a brincar com meu cu, um dedo, depois outro dedo, eu já sentia que ia rachar no meio, ele pediu pra eu ajudar segurando minhas nádegas com as mãos, tipo abrindo a bunda, cuspiu uma última vez e colocou o pau dele e foi enfiando devagar enquanto lágrimas escorriam dos meus olhos, pela dor e por me sentir humilhada. As metidas dele eram cada vez mais fortes e mais fundas, eu sentia meu cu cedendo, abrindo mais e mais, queria que acabasse logo, ficou assim uns 10 minutos, quando tirou o pau do meu cu mandou eu ajoelhar e abrir a boca e com uma suavidade falou "quero que você engula tudo, foxy", nunca tinha bebido porra antes, nem tinham gozado na minha boca, mas beleza, fiquei ali na frente dele de boca aberta até ele começar a jorrar, não caiu uma gota fora da minha boca, engoli o mais rápido que pude.
Ele se vestiu rapidinho e me apressou pra me vestir, me tirou rápido do escritório dele com a desculpa de que alguém podia nos ver, e disse que na segunda a gente conversava. No fim, naquela segunda eu descobri que ele já não trabalhava mais lá. E aquele dia que ele me desvirgou, ele só queria me avisar que já ia embora, mas acho que não queria ir sem antes me comer.
No final, me senti meio idiota, mas fico com a lembrança de que quando ele meteu na minha buceta, eu realmente curti, mas no cu não. Embora pra isso ainda tivesse mais tempo.
Espero que não tenham se entediado com minha história e que tenham gostado. Beijos.
Bom, agora quero tirar um tempo para me descrever. Sou loira, olhos cor de mel e minhas medidas são 92-62-98 cm (me medi agora para vocês, se sintam sortudos), tenho 1,70m de altura e, embora à primeira vista seja simples, muitos gostam da minha carinha de anjo (será?), mas no fundo se esconde uma puta terrível, haha.
Quero contar, para começar, minha estreia sexual. Era aquela época do ensino médio, eu tinha um professor de educação física que era muito gostoso, traços finos, braços torneados, bem firmes, e às vezes ele usava short e, nossa, que pernas, o professor devia ter uns 30 anos. Eu era apaixonada, era meu amor de estudante, e também de várias colegas de escola. Quando saíamos para a aula dele fazer esporte, eu tentava vestir o short mais curto e justo, só pra ele reparar em mim. Nessa idade, eu já tinha algumas coisinhas pra mostrar, os peitos eram meio pequenos, mas minhas nádegas eram firmes e empinadas.
Ao ver que minhas investidas não davam resultado (acho que o professor era casado, nunca soube disso), fui direto nele e falei que gostava dele. Ele riu e disse que eu era maluca, que era mais velho e que não podia ser.
Fiquei assim, quase todo dia assediando ele, até que um belo dia meu assédio deu resultado. Num sábado, nos chamaram na escola para ensaiar uma dança que faríamos. Ensaiamos normal, mas no final, como a maioria já tinha ido embora, ele me chamou no escritório dele e disse que, na verdade, estava passando mal com meu assédio e que por favor me deixasse em paz. Respondi que me desse uma chance, que me deixasse tentar. Depois de ficar lá implorando, ele me disse que seria meu namorado se naquele momento a gente transasse. Fiquei muda, embora já tivesse chupado uns paus, nunca passou pela minha cabeça perder a virgindade.
Quando viu que eu não respondia nada, ele se levantou e disse: "nós, adultos, precisamos nos satisfazer em outras áreas, você ainda é uma criança". Ahhhhhhhh, isso feriu meu orgulho, foram as palavras mágicas que me animaram a dizer: vai em frente, vamos transar.
Apesar de estar nervosa, também estava com tesão, gostava demais do professor. Ele me beijou, acariciou minha bunda e meus peitos. Até aí tudo bem, nada que eu já não tivesse feito antes. Ele tirou a camiseta, um abdômen lindo, um dos melhores corpos que já vi. Foi me despindo aos poucos, enquanto me apalpava o corpo todo, até que, sem perceber, fiquei completamente nua. Ele me perguntou se eu já tinha feito sexo oral, eu disse que já tinha chupado alguns. Ele sentou e disse: "me mostra como você chupa". Ajoelhei para desabotoar a calça dele e puxei o pau dele, uyyyyyyyyyy, achei enorme, eu, como já mencionei, já tinha chupado paus, mas eram pequenos comparados àquele, que era realmente grande (hoje percebo que era um pênis de tamanho padrão, só que naquela época minha mão era menor e minha boca também), conseguia segurar o pau com as duas mãos, e só conseguia colocar a cabeça na minha boca, não entrava mais. Fiquei assim uns 5 minutos praticando os poucos conhecimentos que tinha de chupar.
Finalmente, ele pediu para eu montar nele, aí sim fiquei nervosa, estava prestes a me desvirgar, tentei parecer confiante e montei nele, a cabeça custou muito a entrar, apesar de eu estar molhadinha e ter deixado o pau dele cheio de saliva, finalmente consegui sentir o pênis dele entrando na minha pussy, nunca senti que se rompesse. Algo por dentro, só percebi que tava sangrando, bem pouquinho, quase nada, mas teve um pouco de sangue.
Depois, ele me colocou de quatro e metia bem forte, mas a dor era uma sensação gostosa, ele tampava minha boca com a mão porque eu não conseguia controlar meus gemidos.
Tava tudo perfeito, até que ele chega no meu ouvido e fala "quero te comer no cu". Falei que não, sexo anal era um tabu total, pelo menos pra mim, se muito tinha visto umas duas vezes em filme pornô. Ele se fez de ofendido e disse "sabia que você era uma menininha, esquece, nunca ficaria com uma mina imatura" e lá vou eu, feita de otária, me deixar enganar pelas palavras dele. Aí acabou a putaria, me deu um baque foda, quase chorando falei que ia deixar, mas que ele prometesse que seria meu namorado, ele ficava dizendo que seríamos felizes como casal e outras baboseiras, me pus de quatro de novo e ele começou a brincar com meu cu, um dedo, depois outro dedo, eu já sentia que ia rachar no meio, ele pediu pra eu ajudar segurando minhas nádegas com as mãos, tipo abrindo a bunda, cuspiu uma última vez e colocou o pau dele e foi enfiando devagar enquanto lágrimas escorriam dos meus olhos, pela dor e por me sentir humilhada. As metidas dele eram cada vez mais fortes e mais fundas, eu sentia meu cu cedendo, abrindo mais e mais, queria que acabasse logo, ficou assim uns 10 minutos, quando tirou o pau do meu cu mandou eu ajoelhar e abrir a boca e com uma suavidade falou "quero que você engula tudo, foxy", nunca tinha bebido porra antes, nem tinham gozado na minha boca, mas beleza, fiquei ali na frente dele de boca aberta até ele começar a jorrar, não caiu uma gota fora da minha boca, engoli o mais rápido que pude.
Ele se vestiu rapidinho e me apressou pra me vestir, me tirou rápido do escritório dele com a desculpa de que alguém podia nos ver, e disse que na segunda a gente conversava. No fim, naquela segunda eu descobri que ele já não trabalhava mais lá. E aquele dia que ele me desvirgou, ele só queria me avisar que já ia embora, mas acho que não queria ir sem antes me comer.
No final, me senti meio idiota, mas fico com a lembrança de que quando ele meteu na minha buceta, eu realmente curti, mas no cu não. Embora pra isso ainda tivesse mais tempo.
Espero que não tenham se entediado com minha história e que tenham gostado. Beijos.
20 comentários - Sou a Kari e vou te contar minha história
espero algunas mas !!
van merecidos puntos y esperemos seguir disfrutando tus historias
gracias por compartir
besos
Me quedo con los primeros párrafos;)
Jajaja 😉
Otra cosa, mariposa......ése orto del ávatar......? es tuyo..? (mi madre...como te daría..! )