Olá pessoal do poringa.net:
Aqui estou com meu post 19.
Hoje apresento a Yamina, minha vizinha.
Ela tem 43 anos e é casada há mais de 20.
Tem um filho de 19 que é mal-educado e meio otário.
Os dois vivem para dar todos os gostos a ele, e um deles são as motos enduro.
Que ele quebrava frequentemente e eu consertava.
Ela vinha pagar muitas vezes porque o filho sempre andava sem grana.
Eu notava um certo desconforto quando ela vinha à oficina.
Ela sempre bem vestida e eu todo sujo de graxa, parecia que isso a incomodava (pelo menos era o que eu achava).
Um dia, depois de consertar a moto do filho dela, liguei para a casa dela para avisar que estava pronta e que podia buscar quando quisesse.
Ela respondeu que o filho passaria para pegar a moto e depois o pai viria me pagar, mas que eu dissesse a que hora fechava para não atrapalhar.
Eu respondi que não tinha problema, que fecho às 21h mas moro atrás da oficina.
Ela disse "perfeito" e perguntou o valor do conserto.
O moleque veio buscar a moto e só faltava esperar o pai vir pagar.
Enquanto isso, meu ajudante foi embora, deixou o mate preparado e eu comecei a limpar e organizar um pouco a oficina, passando o tempo esperando o homem vir com a grana - e eles gostavam de pagar no mesmo dia.
Enquanto tomava uns mates,
ouvi um barulho de salto alto vindo tímido em minha direção.
Quando olhei, era ela com um vestido fino florido e uma camiseta de renda vermelha, com uns saltos combinando. Tanta fineza contrastava com minha oficina como uma flor num lixão, sem falar daquele perfume doce que abafava os cheiros de graxa, óleo e escapamento da oficina.
Ela sempre tímida, e eu notava como ela ficava nervosa quando estava comigo.
Ela comentou que o marido chegou do trabalho e foi para uma festa com amigos.
O filho saiu com os amigos para andar de moto.
Então ela teve que vir me pagar.
"Desculpe o atraso", ela disse muito envergonhada.
Ao que respondi que ela poderia me av... ver chamado. que não era necessário me pagar no mesmo dia.
ela: não está bem.
você precisa da grana como todo mundo.
além disso, não tenho nada pra fazer e não gosto de ficar sozinha em casa, pelo menos saí um pouco.
ofereci um mate e me surpreendi quando ela disse: que bom, adoro mate, mas não gosto de tomar sozinha. que bom, eu disse, e no ar havia um clima legal.
mate vai, mate vem, ela foi se soltando e me contou que quando era pequena
tinha um tio mecânico e que minha oficina trazia essas lembranças.
não percebi que minhas mãos sujas de graxa de motor estavam manchando o mate e, por sua vez, as mãos brancas daquela mulher fina.
quando foi pegar o dinheiro, viu as mãos manchadas e disse: uai, que desastre, como estão minhas mãos.
pedi desculpas, não tinha percebido, e ofereci meu produto para mãos que limpa melhor.
ela disse que sim e a convidei para entrar em casa, porque o banheiro da oficina não é adequado para uma mulher como ela.
fechei as portas da oficina e a acompanhei até a porta do banheiro da minha casa, mas antes apliquei o produto em suas mãos e, enquanto ensaboava, acariciava aquela pele delicada e macia.
ela saiu do banheiro e disse: que incrível, tirou toda a graça das minhas mãos. do sutiã, tirou o dinheiro do conserto e disse: bom, já vou indo, não quero te fazer perder mais tempo.
não, de jeito nenhum, respondi, não é incômodo, pelo contrário. adoro uma boa companhia.
sério? ela perguntou com cara de surpresa.
sim, adoro sua companhia, respondi.
bom, fico mais um pouco, afinal em casa não tem ninguém.
ela respondeu, mas os mates eu faço. ok.
respondi e dei tudo para ela preparar, você manda a partir de agora.
enquanto a água esquentava, fui me lavar um pouco.
já em casa, tomamos mates e, entre piadas e brincadeiras, fomos ficando mais à vontade.
e sem pensar muito, começamos a nos beijar e tocar.
a timidez virou luxúria, línguas e mãos tocando nossos corpos.
ela esfregava meu pau por cima da calça e eu comecei a tirar a roupa dela.
de um jeito bruto e descontrolado, e ela deixava, gostava que eu fosse violento e dizia assim:
ela: sim, amor, me trata mal. quero me entregar a um homem de verdade.
preciso de um macho como você na minha vida.
já pelada, entregue a mim.
eu disse: tenho uma coisa pra você.
levei até o quarto que minha sobrinha usava e a fiz vestir de colegial, e ela, toda animada, seguiu meu capricho. a roupa ficou meio apertada, o que a deixou mais putinha vestida assim.
enquanto isso, com minha câmera na mão, tirei fotos, e ela posou pra mim.
isso me deixou muito mais excitado e ela também.
ela me despiu.
enquanto isso, me dizia: você tem um lombo muito bom e uma pica descomunal.
quero que você me coma e ser sua putinha.
ela pegou minha pica e começou a chupar com muita delicadeza.
até que comecei a dar ordens de como chupar melhor, e ela fazia.
fui bem bruto, como ela gostava que eu fosse.
enfiei minha rola na boca dela até fazer ela engasgar.
tudo era uma loucura.
coloquei ela de lado depois de aproveitar suas mamadas.
abri suas pernas e chupei sua buceta como nunca fizeram antes.
ela teve dois orgasmos com minha língua e dedos.
ela era como uma colher de mel derretendo na minha boca e língua.
gemia e se contorcia.
implorava para que eu a comesse, que queria me sentir bem dentro.
como poderia recusar uma súplica tão tentadora?
a putinha nunca teve uma pica como a minha.
curtiu muito se sentir bem enfiada.
sua buceta foi se acostumando ao meu tamanho.
comi ela em todas as posições, e ela aproveitou tanto que implorou para deixar ela me mostrar como sabia cavalgar.
ela era muito boa transando e me fez gozar ao vê-la quicando na minha rola.
quando ela não aguentou mais, me deu liberdade para aproveitá-la e acabar.
coloquei ela de quatro e comecei a comer ela como um animal, ela gemia e gritava.
pedia para eu comer com força. assim... você é meu macho, gritava, e ao mesmo tempo gozava como uma louca.
já percorremos minha casa toda. metendo ela de mil jeitos diferentes. me surpreendeu tudo que ela falava e quando ficou satisfeita. encostou na parede e me disse: quero que você chupe meu cu e me coma. eu: hmm... que putinha gostosa você é. lubrifiquei a bunda dela com minha língua e enfiei um dedo, depois outro. comi aquele cu com loucura. por mais de 25 minutos enquanto sentia seus gemidos e gritos de prazer. ela só pedia pra eu não gozar ainda, que aguentasse o máximo possível. até que ela gozou e se ajoelhou na minha frente. ela: quero provar sua porra. com as mãos e a boca começou a me masturbar até pedir que enchesse sua boca de porra. gozei igual um animal e a putinha engoliu tudo sem derramar uma gota. ela: hmm... meu amor, estou exausta. obrigada por me comer tão gostoso... sempre tive a fantasia de transar com um mecânico e quando te conheci, você foi minha realização, obrigada lindo. logo a gente procura outro fogo, mas mais tranquilo.
assim ficamos de amantes por um longo tempo, até que o marido começou a suspeitar e a gente teve que parar.
FIM........
PS: espero que tenham gostado deste post. Comentem e deixem pontos para eu continuar melhorando.
até a próxima.
ps: bom, gente, espero que tenham gostado e espero pontos e comentários. até o próximo post.
Aqui estou com meu post 19.
Hoje apresento a Yamina, minha vizinha.
Ela tem 43 anos e é casada há mais de 20.
Tem um filho de 19 que é mal-educado e meio otário.
Os dois vivem para dar todos os gostos a ele, e um deles são as motos enduro.
Que ele quebrava frequentemente e eu consertava.
Ela vinha pagar muitas vezes porque o filho sempre andava sem grana.
Eu notava um certo desconforto quando ela vinha à oficina.
Ela sempre bem vestida e eu todo sujo de graxa, parecia que isso a incomodava (pelo menos era o que eu achava).
Um dia, depois de consertar a moto do filho dela, liguei para a casa dela para avisar que estava pronta e que podia buscar quando quisesse.
Ela respondeu que o filho passaria para pegar a moto e depois o pai viria me pagar, mas que eu dissesse a que hora fechava para não atrapalhar.
Eu respondi que não tinha problema, que fecho às 21h mas moro atrás da oficina.
Ela disse "perfeito" e perguntou o valor do conserto.
O moleque veio buscar a moto e só faltava esperar o pai vir pagar.
Enquanto isso, meu ajudante foi embora, deixou o mate preparado e eu comecei a limpar e organizar um pouco a oficina, passando o tempo esperando o homem vir com a grana - e eles gostavam de pagar no mesmo dia.
Enquanto tomava uns mates,
ouvi um barulho de salto alto vindo tímido em minha direção.
Quando olhei, era ela com um vestido fino florido e uma camiseta de renda vermelha, com uns saltos combinando. Tanta fineza contrastava com minha oficina como uma flor num lixão, sem falar daquele perfume doce que abafava os cheiros de graxa, óleo e escapamento da oficina.
Ela sempre tímida, e eu notava como ela ficava nervosa quando estava comigo.
Ela comentou que o marido chegou do trabalho e foi para uma festa com amigos.
O filho saiu com os amigos para andar de moto.
Então ela teve que vir me pagar.
"Desculpe o atraso", ela disse muito envergonhada.
Ao que respondi que ela poderia me av... ver chamado. que não era necessário me pagar no mesmo dia.
ela: não está bem.
você precisa da grana como todo mundo.
além disso, não tenho nada pra fazer e não gosto de ficar sozinha em casa, pelo menos saí um pouco.
ofereci um mate e me surpreendi quando ela disse: que bom, adoro mate, mas não gosto de tomar sozinha. que bom, eu disse, e no ar havia um clima legal.
mate vai, mate vem, ela foi se soltando e me contou que quando era pequena
tinha um tio mecânico e que minha oficina trazia essas lembranças.
não percebi que minhas mãos sujas de graxa de motor estavam manchando o mate e, por sua vez, as mãos brancas daquela mulher fina.
quando foi pegar o dinheiro, viu as mãos manchadas e disse: uai, que desastre, como estão minhas mãos.
pedi desculpas, não tinha percebido, e ofereci meu produto para mãos que limpa melhor.
ela disse que sim e a convidei para entrar em casa, porque o banheiro da oficina não é adequado para uma mulher como ela.
fechei as portas da oficina e a acompanhei até a porta do banheiro da minha casa, mas antes apliquei o produto em suas mãos e, enquanto ensaboava, acariciava aquela pele delicada e macia.
ela saiu do banheiro e disse: que incrível, tirou toda a graça das minhas mãos. do sutiã, tirou o dinheiro do conserto e disse: bom, já vou indo, não quero te fazer perder mais tempo.
não, de jeito nenhum, respondi, não é incômodo, pelo contrário. adoro uma boa companhia.
sério? ela perguntou com cara de surpresa.
sim, adoro sua companhia, respondi.
bom, fico mais um pouco, afinal em casa não tem ninguém.
ela respondeu, mas os mates eu faço. ok.
respondi e dei tudo para ela preparar, você manda a partir de agora.
enquanto a água esquentava, fui me lavar um pouco.
já em casa, tomamos mates e, entre piadas e brincadeiras, fomos ficando mais à vontade.
e sem pensar muito, começamos a nos beijar e tocar.
a timidez virou luxúria, línguas e mãos tocando nossos corpos.
ela esfregava meu pau por cima da calça e eu comecei a tirar a roupa dela.
de um jeito bruto e descontrolado, e ela deixava, gostava que eu fosse violento e dizia assim:
ela: sim, amor, me trata mal. quero me entregar a um homem de verdade.
preciso de um macho como você na minha vida.
já pelada, entregue a mim.
eu disse: tenho uma coisa pra você.
levei até o quarto que minha sobrinha usava e a fiz vestir de colegial, e ela, toda animada, seguiu meu capricho. a roupa ficou meio apertada, o que a deixou mais putinha vestida assim.
enquanto isso, com minha câmera na mão, tirei fotos, e ela posou pra mim.
isso me deixou muito mais excitado e ela também.
ela me despiu.
enquanto isso, me dizia: você tem um lombo muito bom e uma pica descomunal.
quero que você me coma e ser sua putinha.
ela pegou minha pica e começou a chupar com muita delicadeza.
até que comecei a dar ordens de como chupar melhor, e ela fazia.
fui bem bruto, como ela gostava que eu fosse.
enfiei minha rola na boca dela até fazer ela engasgar.
tudo era uma loucura.
coloquei ela de lado depois de aproveitar suas mamadas.
abri suas pernas e chupei sua buceta como nunca fizeram antes.
ela teve dois orgasmos com minha língua e dedos.
ela era como uma colher de mel derretendo na minha boca e língua.
gemia e se contorcia.
implorava para que eu a comesse, que queria me sentir bem dentro.
como poderia recusar uma súplica tão tentadora?
a putinha nunca teve uma pica como a minha.
curtiu muito se sentir bem enfiada.
sua buceta foi se acostumando ao meu tamanho.
comi ela em todas as posições, e ela aproveitou tanto que implorou para deixar ela me mostrar como sabia cavalgar.
ela era muito boa transando e me fez gozar ao vê-la quicando na minha rola.
quando ela não aguentou mais, me deu liberdade para aproveitá-la e acabar.
coloquei ela de quatro e comecei a comer ela como um animal, ela gemia e gritava.
pedia para eu comer com força. assim... você é meu macho, gritava, e ao mesmo tempo gozava como uma louca.
já percorremos minha casa toda. metendo ela de mil jeitos diferentes. me surpreendeu tudo que ela falava e quando ficou satisfeita. encostou na parede e me disse: quero que você chupe meu cu e me coma. eu: hmm... que putinha gostosa você é. lubrifiquei a bunda dela com minha língua e enfiei um dedo, depois outro. comi aquele cu com loucura. por mais de 25 minutos enquanto sentia seus gemidos e gritos de prazer. ela só pedia pra eu não gozar ainda, que aguentasse o máximo possível. até que ela gozou e se ajoelhou na minha frente. ela: quero provar sua porra. com as mãos e a boca começou a me masturbar até pedir que enchesse sua boca de porra. gozei igual um animal e a putinha engoliu tudo sem derramar uma gota. ela: hmm... meu amor, estou exausta. obrigada por me comer tão gostoso... sempre tive a fantasia de transar com um mecânico e quando te conheci, você foi minha realização, obrigada lindo. logo a gente procura outro fogo, mas mais tranquilo.

assim ficamos de amantes por um longo tempo, até que o marido começou a suspeitar e a gente teve que parar.FIM........
PS: espero que tenham gostado deste post. Comentem e deixem pontos para eu continuar melhorando.
até a próxima.
ps: bom, gente, espero que tenham gostado e espero pontos e comentários. até o próximo post.
4 comentários - yanina mi vecina le calientan los mecánicos