Fala, comunidade! Antes de tudo, valeu pra quem passou no meu primeiro post, e um agradecimento especial ao @Macpapi_Calderon, @OliverioReyna e @kronos_999 por comentarem lá, e também pra quem deixou pontos e compartilhou. E muito obrigado aos meus seguidores. Dá uma moral danada saber que alguém leu e curtiu o que escrevi, especialmente pra esse site.
Tô deixando aqui meu primeiro conto erótico de ficção longo, talvez um pouco maior do que eu queria, mas aos poucos vou refinando a escrita.
Espero que curtam.Procurando algo diferente"
Sempre tentei evitar meu ex, não gostava de ver ele ou falar com ele. Não que ele seja um cara ruim nem nada parecido, mas desde que terminamos há um tempo, tentei me afastar desse menino. Eu tinha ficado entediada, e se quero ficar entediada, melhor fazer isso sozinha. Curto muito ficar só, passar tempo comigo mesma sem precisar de ninguém. Exceto, claro, em tudo que envolve sexo.
Nunca fui de me tocar, essa parada de masturbação sempre foi estranha pra mim. É esquisito, mas é verdade. Amo transar, é lindo ficar cansada e coberta de suor depois de uma boa trepada. Aquele formigamento intenso na minha barriga, aquele fogo que arde sem queimar que uma rola dentro de você provoca. Chegar a um bom orgasmo sempre foi importante na minha vida desde que eu era jovem, e nunca consegui isso me masturbando, só com outro, em cima de mim, de lado, me segurando por trás com as mãos agarrando meus peitos. Não me masturbava porque tudo isso eu não conseguia fazer sozinha, e também era difícil encontrar alguém que conseguisse, tenho gostos específicos na hora de foder.
Chato, insuportável, entediante. Assim era meu ex. Simplesmente era difícil lidar com ele. Nunca mais teria visto ele depois que terminamos se não fosse porque ele era um dos melhores amigos do meu irmão. Meu irmão é uma daquelas pessoas que é muito inteligente, mas não consegue evitar se juntar com idiotas, tê-los como melhores amigos. Dois idiotas inseparáveis, mesmo quando estávamos juntos meu irmão sempre se metia no meio e nos acompanhava. Embora na verdade quisesse passar tempo com o amigo dele, não comigo. Quando terminamos, ele ficou muito insistente pra gente voltar, queria nos ver juntos a todo custo, "Temos que voltar a passar tempo juntos, nós três", ele dizia. Entre meu ex e eu pelo menos tinha sexo, não entendia o entusiasmo do meu irmão em tê-lo por perto.
Talvez ele insistisse tanto porque não sabia direito como tinham sido as coisas entre ele e eu (além das coisinhas que ele contou que a gente fazia e (obviamente ele contou) Para meu irmão e minha família, eu disse que o relacionamento acabou simplesmente porque nos cansamos um do outro (mas eu mais dele). Eu sentia que era uma relação estagnada, entediante, que ele não trazia nada de novo e parecia que a gente se via por costume. O verdadeiro motivo eu nunca comentaria com eles (até me dá um pouco de vergonha comentar com minhas amigas mais íntimas).
Eu gosto muito de sexo, isso eu já disse. Adoro ser comida, ser penetrada bem forte, seja com um pau bem duro ou com um ou dois dedos entrando e saindo bem rápido e constante da minha buceta. Meu namorado sabia disso, eu falei desde a primeira vez que a gente transou. E ele cumpriu muito bem. Mantinha o ritmo direitinho quando eu, totalmente nua, me deitava sobre a mesa da cozinha da casa dele, com a raba na borda, e ele abria minhas pernas pra poder enfiar confortavelmente o pau dele na minha buceta bem depilada. Sempre tinha ela sem nenhum pelo, adorava sentir até o último poro da língua dele ao passar pelos meus lábios secos e que fosse a boca dele que me lubrificasse com a saliva. Deixei claro que minha raba era dele, era propriedade total dele e ele podia dispor das minhas nádegas e do meu cu como quisesse. Eu sempre queria mais, queria tudo dele. E ele não me dava. Se eu não tivesse insistido, ele sempre teria ficado no básico: ele duro por cima de mim com um ritmo lento se movendo com dificuldade, ou deitado de barriga pra cima me deixando no controle com minha cintura ou minha boca em volta do pau dele. Não contribuía, não imaginava. Se quisesse me entediar com sexo, me entediava sozinha. Supliquei pra ele se depilar também pra eu poder chupar as bolas dele com mais facilidade. Entreguei minha raba pra ele e ele simplesmente mexeu a cabeça do pau dele em volta do meu buraquinho apertado e carnudo. "Você tem dedos e uma língua também, se quiser", lembro de ter dito virando a cabeça estando de quatro. "Não quero te machucar", foi a resposta idiota dele. Quando ele finalmente parou de me chupar... as tetas, porque ele me disse que sentia nojo, foi o limite. Nua como eu estava, gritei com ele e falei que eu queria coisas novas, tentar coisas com ele, experimentar e ver se a gente gostava, e ele resistia. Ele disse que não entendia por que eu dava tanta importância pra esse assunto, por que eu simplesmente não relaxava e aproveitava. Isso me deixou com mais raiva ainda. Enquanto me vestia, falei que eu queria aproveitar, mas ele não me deixava, falei que eu precisava sentir que ele estava comigo e não só ter o pau dele dentro de mim, queria saber que eu interessava ele a nível físico. Que ele era um invejoso por não me ajudar a chegar a um prazer maior, quando eu sabia que ele sempre ficava mais que satisfeito depois de cada trepada. Terminei de me trocar e fui embora, e a gente nunca mais se falou.
E nesse contexto, um tempo depois, aconteceu o reencontro no aniversário do meu irmão. Eu não sabia que ele ia, as tentativas anteriores do meu irmão tinham falhado e parece que me enganar era a única saída que ele tinha. Como não conhecia nenhum outro convidado na festa e o apartamento do meu irmão era muito pequeno, a gente teve que encarar uma conversa.
Copo na mão, fui obrigada a falar com meu ex. Depois das perguntas de rotina ("como você está? Quanto tempo", "o que anda fazendo?", "alguma novidade?"), chegamos ao desconforto. "Você está vendo alguém?" Ele me perguntou. "Ninguém, e você?" Ele contou que não tinha visto ninguém desde o término, que conheceu algumas garotas mas nunca foi além de uns poucos encontros. Com meu irmão também não se viam muito, apesar da insistência dele. "Me afastei um pouco do seu irmão porque achei que ia ser estranho depois do que a gente teve. Ele estava muito ansioso pra me ver o tempo todo, até cheguei a pensar que talvez você mandasse ele me procurar." Ele deu uma risada sem graça pela piada ruim, eu não achei muita graça mas acompanhei a risada, também sem graça.
E ali estava ele do meu lado, terminando nossas bebidas. Com a Desculpa de ir pegar outra bebida, me afastei dele, encontrei meu irmão onde estavam as garrafas, ele quis saber como eu tava com meu ex e me ofereceu de shot uma substância esverdeada clara muito forte e me deu outra pro meu ex. Dava pra ver que meu irmão não ia parar até me ver de novo junto com o amigo dele, mas parecia mais preocupado com ele do que comigo, eu não importava se tava com ele ou não, parecia que ele queria que o amigo dele, meu ex, voltasse a se juntar o tempo todo com ele. A gente bebeu com meu ex o shot que meu irmão ofereceu de uma vez só, como se fosse tequila. Era muito forte, uma queimação surgiu dentro de mim, e pela cara do meu ex parecia que bateu do mesmo jeito nele também.
"Quero te falar uma coisa" ele disse e eu me preparei pra um pedido de desculpa pela atitude dele e outras besteiras, mas me surpreendi muito com o que veio. "Depois que a gente terminou, achei que você pedia demais, com tudo aquilo que você falava que queria que eu fizesse, mas depois que fiquei com outras minas percebi uma coisa. Acho que te entendo, porque ao ficar com outras minas me senti... entediado. Transar com uma era como transar com qualquer uma, era a mesma coisa toda vez com cada uma e percebi que não queria mais só transar com elas, queria fazer outras coisas com elas, coisas que nunca tinha feito. Mas é, nenhuma delas quis e mais de uma me chamou de degenerado ou maluco" Ele tava me dando razão! Ali, no meio do aniversário do meu irmão, o melhor amigo dele, tava me dando razão muito tempo depois e me pedindo desculpa. Já tava meio tonta mas sabia que ele tava falando isso também pra tentar se acertar comigo, isso ia custar caro pra ele. Foi o que pensei na hora.
A festa continuou e começou a morrer, o pessoal começou a ir embora mas eu fiquei com meu ex, sentada por ali, os dois tontos. Meu irmão não parava de beber com a gente aquele licor verde. Nós três ficamos muito tontos e começamos a rir muito de besteiras como se estivéssemos drogados. Meu ex tava bem perto de mim no sofá, quase deitado no meu ombro, meio dormindo, deixei, não me importei. Sem perceber, comecei a tocar nele, sentia por dentro a necessidade de sentir a pele dele, de sentir de novo com a ponta dos meus dedos. Meu ex me olhou enquanto eu fazia isso e mexia a cabeça pra eu saber pra onde levar meus dedos. Eu fazia sem pensar, minha mão se mexia sozinha. Ele me imitou e passou os dedos pelos meus lábios ressecados, e dali pros meus olhos e pro meu cabelo. Ele já estava inclinado sobre mim. "Me perdoa, mas contei pro teu irmão o que rolou entre a gente, pedi pra ele me ajudar" — ele disse enquanto segurava meu rosto com uma mão e com a outra mexia nos meus cabelos. Eu não podia acreditar no que tava ouvindo, mas nem por isso parei de fazer círculos com a ponta dos dedos na bochecha dele. A gente não tava bêbado, era diferente. "Por isso que ele te convidou, por isso que me convidou e juntou a gente, disse que queria ajudar você a ter o que quisesse, aquelas coisas que você curte." Não consegui responder nada, e não só porque ele tinha os dedos sobre meus lábios. Queria bater nele, queria gritar com ele, queria beijar ele, foder com ele, tirar todo o suco dele e jogar em cima de mim.
Meu irmão se aproximou da gente e se agachou pra ficar na nossa altura no sofá, ele tinha despachado o último convidado. Nem tínhamos percebido que só restava nós três. Meu ex e eu olhamos pra ele, sem querer encostei minha cabeça no ombro dele e apoiei ali, meu ex olhou pra ele e começou a rir. Eu também ria e meu irmão também. Ele segurava um copo com mais daquele drink esverdeado, bebeu de um gole só, passou o dedo por dentro do copo e aproximou dos meus lábios. Lambi o dedo dele inteiro e deixei dentro da minha boca, o gosto era amargo. "Vejo que vocês dois já estão muito melhor. Isso me deixa... muito feliz" — disse meu irmão. "Desculpa, maninha, mas não dava mais pra ver ele tão mal assim, e ele só queria te fazer bem e te fazer feliz, e a ele também. Ele me pediu ajuda, queria que eu ajudasse ele a te dar uma experiência nova, algo diferente pra alcançar o prazer." Ele tirou o dedo. da boca, me olhou nos olhos fixamente e depois olhou pro melhor amigo dele do mesmo jeito "E é isso que vou fazer".
Sem dúvida na ação, ele se aproximou e beijou meu ex na boca. Um beijo forte e rápido. Não tive tempo de reagir nem falar nada, porque rapidamente ele se separou do meu ex pra me dar um beijo igualmente inesperado. O gosto amargo do licor nos lábios dele passou pros meus enquanto eu sentia ele tentando abrir meus lábios pra enfiar a língua. Quando parou de me beijar, colocou a mão na minha nuca e guiou minha cabeça direto pros lábios do meu ex, e ali nos agarramos, forçando nossas bocas num beijo duro e áspero. As mãos dele estavam na minha cintura, então a terceira mão que roçava minhas costas era a do meu irmão. Será que a outra mão dele tava nas costas do amigo? Não sabia, tava de olhos fechados, só queria sentir, não ver. Tava tonta e com a vista cansada. Nós três estávamos viajando, não estávamos na casa do meu irmão, estávamos além. E queríamos ir ainda mais longe. Pela primeira vez na minha vida, minha buceta começou a ficar molhada sem ninguém me tocar.
Os dois homens me ergueram até o quarto, e lá me despirram completamente com delicadeza. Iam roçando em mim, não só com as mãos, mas com o corpo inteiro, eu tava muito sensível, ligada em cada movimento deles. Não importava onde me tocassem, tudo se refletia num espasmo na minha barriga. Minha cabeça girava, e como meu irmão e o amigo dele (meu ex antigo?) estavam muito perto de mim, eu mal conseguia diferenciar de quem era cada mão. Uma segurava meu peito esquerdo com cuidado, enquanto a outra apertava meu mamilo direito com insistência. Eu sentia ele irritado, mas não liguei. Teve beijos rápidos e secos na minha barriga e chupões molhados no meu pescoço. Um dedo que percorria entre as bandas da minha bunda e uma mão que cobria toda a minha xota. Abri os olhos, os dois me olhavam, se olhavam. Meu ex queria voltar comigo pra me satisfazer e ter novas experiências, e meu irmão tava de olho no amigo dele. Melhor amigo, quem sabe há quanto tempo e ele me ajudou com isso pra conseguir ter ele. Beijei meu ex, beijei meu irmão, nos beijamos os três e me perdi nos lábios deles. Os paus deles estavam apertados contra minhas coxas, me mexi pra que um deles roçasse na minha buceta, podia ser o do meu ex, podia ser o do meu irmão. Não saber fez com que umas gotas saíssem da minha buceta e escorressem pelas minhas pernas.
Fechei os olhos de novo. Um dedo entrou no meu cu, sabia que era do meu ex, disso não tive dúvidas. Eles se combinaram pra me beijar e mexer a língua devagar pra eu sentir nos meus lábios; um fazia isso na minha boca e o outro na minha entreperna. Meu primeiro espasmo foi naquele momento, o segundo foi quando os dois paus já estavam dentro de mim. Anal e vaginal ao mesmo tempo, irmão e amigo juntos. Eu no meio deles. Ouvi eles se beijando por cima do meu ombro. O licor nos desinibiu, nem eu nem meu ex teríamos ousado tanto. Valeu, irmão, valeu.
Acordei na manhã seguinte. A ressaca fazia o sol arder nos meus olhos, fechei as cortinas e vi meus dois homens na cama dormindo. Os dois de barriga pra cima, bem juntinhos. Me inclinei, beijei eles na boca, passei minhas duas mãos nos rostos deles e deslizei meu polegar sobre os lábios. Ainda descansava meu suor neles.
Entrei no chuveiro pra me espantar, a água tava fria mas não liguei. Nessa hora alguém entrou no banheiro, não me virei pra ver quem era, continuei na minha. Entrou no chuveiro comigo, me agarrou por trás com as duas mãos. O pau dele tava duro e pronto pra continuar a experiência. Não me importei em saber qual dos dois tava tentando entrar na minha buceta. Deixei a água cair pelas minhas costas nuas e comecei a abrir minhas pernas.
Espero que tenha gostado de ler
Muito obrigada por ler
Tô deixando aqui meu primeiro conto erótico de ficção longo, talvez um pouco maior do que eu queria, mas aos poucos vou refinando a escrita.
Espero que curtam.Procurando algo diferente"
Sempre tentei evitar meu ex, não gostava de ver ele ou falar com ele. Não que ele seja um cara ruim nem nada parecido, mas desde que terminamos há um tempo, tentei me afastar desse menino. Eu tinha ficado entediada, e se quero ficar entediada, melhor fazer isso sozinha. Curto muito ficar só, passar tempo comigo mesma sem precisar de ninguém. Exceto, claro, em tudo que envolve sexo.
Nunca fui de me tocar, essa parada de masturbação sempre foi estranha pra mim. É esquisito, mas é verdade. Amo transar, é lindo ficar cansada e coberta de suor depois de uma boa trepada. Aquele formigamento intenso na minha barriga, aquele fogo que arde sem queimar que uma rola dentro de você provoca. Chegar a um bom orgasmo sempre foi importante na minha vida desde que eu era jovem, e nunca consegui isso me masturbando, só com outro, em cima de mim, de lado, me segurando por trás com as mãos agarrando meus peitos. Não me masturbava porque tudo isso eu não conseguia fazer sozinha, e também era difícil encontrar alguém que conseguisse, tenho gostos específicos na hora de foder.
Chato, insuportável, entediante. Assim era meu ex. Simplesmente era difícil lidar com ele. Nunca mais teria visto ele depois que terminamos se não fosse porque ele era um dos melhores amigos do meu irmão. Meu irmão é uma daquelas pessoas que é muito inteligente, mas não consegue evitar se juntar com idiotas, tê-los como melhores amigos. Dois idiotas inseparáveis, mesmo quando estávamos juntos meu irmão sempre se metia no meio e nos acompanhava. Embora na verdade quisesse passar tempo com o amigo dele, não comigo. Quando terminamos, ele ficou muito insistente pra gente voltar, queria nos ver juntos a todo custo, "Temos que voltar a passar tempo juntos, nós três", ele dizia. Entre meu ex e eu pelo menos tinha sexo, não entendia o entusiasmo do meu irmão em tê-lo por perto.
Talvez ele insistisse tanto porque não sabia direito como tinham sido as coisas entre ele e eu (além das coisinhas que ele contou que a gente fazia e (obviamente ele contou) Para meu irmão e minha família, eu disse que o relacionamento acabou simplesmente porque nos cansamos um do outro (mas eu mais dele). Eu sentia que era uma relação estagnada, entediante, que ele não trazia nada de novo e parecia que a gente se via por costume. O verdadeiro motivo eu nunca comentaria com eles (até me dá um pouco de vergonha comentar com minhas amigas mais íntimas).
Eu gosto muito de sexo, isso eu já disse. Adoro ser comida, ser penetrada bem forte, seja com um pau bem duro ou com um ou dois dedos entrando e saindo bem rápido e constante da minha buceta. Meu namorado sabia disso, eu falei desde a primeira vez que a gente transou. E ele cumpriu muito bem. Mantinha o ritmo direitinho quando eu, totalmente nua, me deitava sobre a mesa da cozinha da casa dele, com a raba na borda, e ele abria minhas pernas pra poder enfiar confortavelmente o pau dele na minha buceta bem depilada. Sempre tinha ela sem nenhum pelo, adorava sentir até o último poro da língua dele ao passar pelos meus lábios secos e que fosse a boca dele que me lubrificasse com a saliva. Deixei claro que minha raba era dele, era propriedade total dele e ele podia dispor das minhas nádegas e do meu cu como quisesse. Eu sempre queria mais, queria tudo dele. E ele não me dava. Se eu não tivesse insistido, ele sempre teria ficado no básico: ele duro por cima de mim com um ritmo lento se movendo com dificuldade, ou deitado de barriga pra cima me deixando no controle com minha cintura ou minha boca em volta do pau dele. Não contribuía, não imaginava. Se quisesse me entediar com sexo, me entediava sozinha. Supliquei pra ele se depilar também pra eu poder chupar as bolas dele com mais facilidade. Entreguei minha raba pra ele e ele simplesmente mexeu a cabeça do pau dele em volta do meu buraquinho apertado e carnudo. "Você tem dedos e uma língua também, se quiser", lembro de ter dito virando a cabeça estando de quatro. "Não quero te machucar", foi a resposta idiota dele. Quando ele finalmente parou de me chupar... as tetas, porque ele me disse que sentia nojo, foi o limite. Nua como eu estava, gritei com ele e falei que eu queria coisas novas, tentar coisas com ele, experimentar e ver se a gente gostava, e ele resistia. Ele disse que não entendia por que eu dava tanta importância pra esse assunto, por que eu simplesmente não relaxava e aproveitava. Isso me deixou com mais raiva ainda. Enquanto me vestia, falei que eu queria aproveitar, mas ele não me deixava, falei que eu precisava sentir que ele estava comigo e não só ter o pau dele dentro de mim, queria saber que eu interessava ele a nível físico. Que ele era um invejoso por não me ajudar a chegar a um prazer maior, quando eu sabia que ele sempre ficava mais que satisfeito depois de cada trepada. Terminei de me trocar e fui embora, e a gente nunca mais se falou.
E nesse contexto, um tempo depois, aconteceu o reencontro no aniversário do meu irmão. Eu não sabia que ele ia, as tentativas anteriores do meu irmão tinham falhado e parece que me enganar era a única saída que ele tinha. Como não conhecia nenhum outro convidado na festa e o apartamento do meu irmão era muito pequeno, a gente teve que encarar uma conversa.
Copo na mão, fui obrigada a falar com meu ex. Depois das perguntas de rotina ("como você está? Quanto tempo", "o que anda fazendo?", "alguma novidade?"), chegamos ao desconforto. "Você está vendo alguém?" Ele me perguntou. "Ninguém, e você?" Ele contou que não tinha visto ninguém desde o término, que conheceu algumas garotas mas nunca foi além de uns poucos encontros. Com meu irmão também não se viam muito, apesar da insistência dele. "Me afastei um pouco do seu irmão porque achei que ia ser estranho depois do que a gente teve. Ele estava muito ansioso pra me ver o tempo todo, até cheguei a pensar que talvez você mandasse ele me procurar." Ele deu uma risada sem graça pela piada ruim, eu não achei muita graça mas acompanhei a risada, também sem graça.
E ali estava ele do meu lado, terminando nossas bebidas. Com a Desculpa de ir pegar outra bebida, me afastei dele, encontrei meu irmão onde estavam as garrafas, ele quis saber como eu tava com meu ex e me ofereceu de shot uma substância esverdeada clara muito forte e me deu outra pro meu ex. Dava pra ver que meu irmão não ia parar até me ver de novo junto com o amigo dele, mas parecia mais preocupado com ele do que comigo, eu não importava se tava com ele ou não, parecia que ele queria que o amigo dele, meu ex, voltasse a se juntar o tempo todo com ele. A gente bebeu com meu ex o shot que meu irmão ofereceu de uma vez só, como se fosse tequila. Era muito forte, uma queimação surgiu dentro de mim, e pela cara do meu ex parecia que bateu do mesmo jeito nele também.
"Quero te falar uma coisa" ele disse e eu me preparei pra um pedido de desculpa pela atitude dele e outras besteiras, mas me surpreendi muito com o que veio. "Depois que a gente terminou, achei que você pedia demais, com tudo aquilo que você falava que queria que eu fizesse, mas depois que fiquei com outras minas percebi uma coisa. Acho que te entendo, porque ao ficar com outras minas me senti... entediado. Transar com uma era como transar com qualquer uma, era a mesma coisa toda vez com cada uma e percebi que não queria mais só transar com elas, queria fazer outras coisas com elas, coisas que nunca tinha feito. Mas é, nenhuma delas quis e mais de uma me chamou de degenerado ou maluco" Ele tava me dando razão! Ali, no meio do aniversário do meu irmão, o melhor amigo dele, tava me dando razão muito tempo depois e me pedindo desculpa. Já tava meio tonta mas sabia que ele tava falando isso também pra tentar se acertar comigo, isso ia custar caro pra ele. Foi o que pensei na hora.
A festa continuou e começou a morrer, o pessoal começou a ir embora mas eu fiquei com meu ex, sentada por ali, os dois tontos. Meu irmão não parava de beber com a gente aquele licor verde. Nós três ficamos muito tontos e começamos a rir muito de besteiras como se estivéssemos drogados. Meu ex tava bem perto de mim no sofá, quase deitado no meu ombro, meio dormindo, deixei, não me importei. Sem perceber, comecei a tocar nele, sentia por dentro a necessidade de sentir a pele dele, de sentir de novo com a ponta dos meus dedos. Meu ex me olhou enquanto eu fazia isso e mexia a cabeça pra eu saber pra onde levar meus dedos. Eu fazia sem pensar, minha mão se mexia sozinha. Ele me imitou e passou os dedos pelos meus lábios ressecados, e dali pros meus olhos e pro meu cabelo. Ele já estava inclinado sobre mim. "Me perdoa, mas contei pro teu irmão o que rolou entre a gente, pedi pra ele me ajudar" — ele disse enquanto segurava meu rosto com uma mão e com a outra mexia nos meus cabelos. Eu não podia acreditar no que tava ouvindo, mas nem por isso parei de fazer círculos com a ponta dos dedos na bochecha dele. A gente não tava bêbado, era diferente. "Por isso que ele te convidou, por isso que me convidou e juntou a gente, disse que queria ajudar você a ter o que quisesse, aquelas coisas que você curte." Não consegui responder nada, e não só porque ele tinha os dedos sobre meus lábios. Queria bater nele, queria gritar com ele, queria beijar ele, foder com ele, tirar todo o suco dele e jogar em cima de mim.
Meu irmão se aproximou da gente e se agachou pra ficar na nossa altura no sofá, ele tinha despachado o último convidado. Nem tínhamos percebido que só restava nós três. Meu ex e eu olhamos pra ele, sem querer encostei minha cabeça no ombro dele e apoiei ali, meu ex olhou pra ele e começou a rir. Eu também ria e meu irmão também. Ele segurava um copo com mais daquele drink esverdeado, bebeu de um gole só, passou o dedo por dentro do copo e aproximou dos meus lábios. Lambi o dedo dele inteiro e deixei dentro da minha boca, o gosto era amargo. "Vejo que vocês dois já estão muito melhor. Isso me deixa... muito feliz" — disse meu irmão. "Desculpa, maninha, mas não dava mais pra ver ele tão mal assim, e ele só queria te fazer bem e te fazer feliz, e a ele também. Ele me pediu ajuda, queria que eu ajudasse ele a te dar uma experiência nova, algo diferente pra alcançar o prazer." Ele tirou o dedo. da boca, me olhou nos olhos fixamente e depois olhou pro melhor amigo dele do mesmo jeito "E é isso que vou fazer".
Sem dúvida na ação, ele se aproximou e beijou meu ex na boca. Um beijo forte e rápido. Não tive tempo de reagir nem falar nada, porque rapidamente ele se separou do meu ex pra me dar um beijo igualmente inesperado. O gosto amargo do licor nos lábios dele passou pros meus enquanto eu sentia ele tentando abrir meus lábios pra enfiar a língua. Quando parou de me beijar, colocou a mão na minha nuca e guiou minha cabeça direto pros lábios do meu ex, e ali nos agarramos, forçando nossas bocas num beijo duro e áspero. As mãos dele estavam na minha cintura, então a terceira mão que roçava minhas costas era a do meu irmão. Será que a outra mão dele tava nas costas do amigo? Não sabia, tava de olhos fechados, só queria sentir, não ver. Tava tonta e com a vista cansada. Nós três estávamos viajando, não estávamos na casa do meu irmão, estávamos além. E queríamos ir ainda mais longe. Pela primeira vez na minha vida, minha buceta começou a ficar molhada sem ninguém me tocar.
Os dois homens me ergueram até o quarto, e lá me despirram completamente com delicadeza. Iam roçando em mim, não só com as mãos, mas com o corpo inteiro, eu tava muito sensível, ligada em cada movimento deles. Não importava onde me tocassem, tudo se refletia num espasmo na minha barriga. Minha cabeça girava, e como meu irmão e o amigo dele (meu ex antigo?) estavam muito perto de mim, eu mal conseguia diferenciar de quem era cada mão. Uma segurava meu peito esquerdo com cuidado, enquanto a outra apertava meu mamilo direito com insistência. Eu sentia ele irritado, mas não liguei. Teve beijos rápidos e secos na minha barriga e chupões molhados no meu pescoço. Um dedo que percorria entre as bandas da minha bunda e uma mão que cobria toda a minha xota. Abri os olhos, os dois me olhavam, se olhavam. Meu ex queria voltar comigo pra me satisfazer e ter novas experiências, e meu irmão tava de olho no amigo dele. Melhor amigo, quem sabe há quanto tempo e ele me ajudou com isso pra conseguir ter ele. Beijei meu ex, beijei meu irmão, nos beijamos os três e me perdi nos lábios deles. Os paus deles estavam apertados contra minhas coxas, me mexi pra que um deles roçasse na minha buceta, podia ser o do meu ex, podia ser o do meu irmão. Não saber fez com que umas gotas saíssem da minha buceta e escorressem pelas minhas pernas.
Fechei os olhos de novo. Um dedo entrou no meu cu, sabia que era do meu ex, disso não tive dúvidas. Eles se combinaram pra me beijar e mexer a língua devagar pra eu sentir nos meus lábios; um fazia isso na minha boca e o outro na minha entreperna. Meu primeiro espasmo foi naquele momento, o segundo foi quando os dois paus já estavam dentro de mim. Anal e vaginal ao mesmo tempo, irmão e amigo juntos. Eu no meio deles. Ouvi eles se beijando por cima do meu ombro. O licor nos desinibiu, nem eu nem meu ex teríamos ousado tanto. Valeu, irmão, valeu.
Acordei na manhã seguinte. A ressaca fazia o sol arder nos meus olhos, fechei as cortinas e vi meus dois homens na cama dormindo. Os dois de barriga pra cima, bem juntinhos. Me inclinei, beijei eles na boca, passei minhas duas mãos nos rostos deles e deslizei meu polegar sobre os lábios. Ainda descansava meu suor neles.
Entrei no chuveiro pra me espantar, a água tava fria mas não liguei. Nessa hora alguém entrou no banheiro, não me virei pra ver quem era, continuei na minha. Entrou no chuveiro comigo, me agarrou por trás com as duas mãos. O pau dele tava duro e pronto pra continuar a experiência. Não me importei em saber qual dos dois tava tentando entrar na minha buceta. Deixei a água cair pelas minhas costas nuas e comecei a abrir minhas pernas.
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