Foi ficando tarde e começamos a ficar meio preocupados com a Carmen e o Fernando.
De repente o telefone tocou, era minha mãe, ela falou com a Amparo pra dizer que meu amigo tinha bebido umas doses a mais e que não tava em condições de dirigir, então a única solução era eles passarem a noite lá e voltarem pra casa de manhã. A Amparo pediu pra ela passar o Jimmy e deu uma bronca nele.
Quando a conversa acabou, ela me disse:
— Meu filho é um desastre, não conseguia nem me responder. Bom, nos deixaram sozinhos e fizeram isso no pior momento possível.
— Como assim?
— A gente passou o dia todo com o tesão acumulado e agora nos deixaram a sós. Já chegamos no limite do que dava pra chegar, então vamos ser bonzinhos e sensatos.
A Amparo preparou o jantar, a gente terminou de comer e eu ajudei ela a guardar tudo antes de ir pro quintal, pegar um fresco e ver TV.
A gente sentou numa poltrona de vime, no começo cada um de um lado. A Amparo levantou pra pegar um copo d'água e, na volta, sentou mais perto de mim. Depois de um tempo, ela disse:
— Tô cansada e ainda tô nervosa de pensar que eles tinham sofrido um acidente.
E com essa desculpa tão besta, ela se encostou em mim e reclinou a cabeça no meu ombro.
Meu coração tava saindo pela boca.
— Você me ama ou o que rola é que você me acha gostosa e, como me acha gostosa, só quer transar comigo?
— Quer que eu fale a verdade? Te amo pra caralho, te acho muito gostosa, mas transar com você me parece algo que não tá ao meu alcance.
— Sua doçura e sua resignação me matam. Então eu pareço inalcançável pra você?
— Totalmente. Hoje a gente já chegou onde eu nunca pensei que chegaria na vida.
— Às vezes os sonhos se realizam.
A Carmen levantou o rosto na minha direção e me deu a língua.
A gente se beijou por um bom tempo e eu aproveitei a situação pra deslizar minha mão pelo decote dela e acariciar os peitos dela.
Entre beijos e peitos, a gente passou um tempo delicioso. Como nela... era normal, os mamilos dela ficaram durinhos e eu me deliciei acariciando eles.
E sem que nada de novo acontecesse, Amparo disparou:
Já que você foi sincero comigo, eu também vou ser. Tava doida de vontade de que você estivesse na minha cama hoje à noite, mas achava impossível. Continuo com muita vontade de você e já não me contento mais com só nos tocarmos, quero você na minha cama. Jimmy, você quer dormir comigo hoje?
É o que eu mais quero no mundo. Quando você diz que já não basta mais com as carícias, o que quer dizer?
Que eu te desejo, meu amor, que já brincamos de ser adolescentes e agora o que eu preciso é de um homem. Um homem que me dê tudo. Viu como os sonhos às vezes se realizam? Só coloco uma condição: se em algum momento eu disser: para, você para. Se não fizer, o jogo acaba pra sempre.
Ela me pegou pela mão e me levou até o quarto dela. Já na beira da cama, tirou o vestido, tava nua, a calcinha que tinha servido de biquíni ela tinha deixado na bolsa.
Eu não fiquei atrás, me despi e me meti debaixo dos lençóis.
Continuamos com o que a gente tava fazendo, como se os dois achássemos que não tínhamos terminado. Enquanto nos beijávamos, Amparo enroscou as pernas nas minhas. Minha coxa foi se encaixar entre as dela e senti a umidade e o calor da buceta dela.
Amparo tava no controle da situação.
Chupa meus peitos, chupa eles, mas não morde, me dá beijinhos e continua sendo doce comigo.
Deixei a boca dela e fui pros mamilos, passando minha língua neles, pude sentir como estavam durinhos. Beijei, chupei, apertei com meus lábios e lambi eles.
Amparo, que gemia quase em silêncio, me disse:
Me enlouquece quando chupam meus peitos, eles são meu ponto fraco, quando chupam eles direitinho, todas as minhas defesas caem. Continua, meu amor, continua que você tá mandando muito bem. Você me deixou com muito tesão, e você, como tá? Melhor nem me dizer.
A mão dela deslizou entre nossos corpos até alcançar meu pau, segurou ele força e foi ela quem respondeu à pergunta dele.
Você também está tesudo. Meu Deus, como você ficou duro.
Depois de confirmar, a mão da Amparo continuou segurando meu pau, aos poucos começou a me masturbar devagar, quase sem mexer a mão. Enquanto fazia isso, ela me disse:
Estou muito tesuda, podemos fazer duas coisas: ou você me toca ou eu tenho que me tocar sozinha.
Eu te toco do mesmo jeito que você está me tocando.
Mudamos um pouco de posição, Amparo se deitou de barriga para cima sem soltar o que segurava, e minha mão foi procurar o que ela pedia.
Deslizei minha mão pela barriga dela, alcancei sua linda mata de pelos e cheguei na sua buceta, inocente que eu era, fiquei surpreso com a umidade que encontrei. Amparo era uma verdadeira fonte, os fluidos escorriam pelas coxas dela e iam parar nas nádegas.
Enquanto me masturbava devagar, Amparo guiou minha mão para o lugar onde sentia mais prazer, no clitóris dela. Meus dedos acariciaram aquele pequeno botãozinho e, enquanto fazia isso, ela me disse:
Não tira a mão daí, que você está me dando muito tesão.
Como a posição permitia, enquanto a acariciava, pude voltar a dedicar minha língua aos mamilos dela. Amparo agradeceu com um gemido longo.
A mão de Amparo foi ganhando velocidade, e a cada movimento dela eu sentia que estava perdendo a vida, ao mesmo tempo em que acariciar a boceta dela me deixava em êxtase. Ela, por sua vez, devia estar gostando muito, porque me disse:
Ai, amor, quanto tempo que não sentia tanto tesão, você está me matando, que gostoso, meu amor, que gostoso o que você está fazendo, e como você está com o pau duro. Continua, minha vida, continua.
Em um momento, senti um desejo irresistível de meter dentro dela e falei:
Quero te foder.
Não, amor, isso não pode ser, já ultrapassamos o limite que eu tinha me proposto, mas não podemos foder. Você não sente prazer no que estamos fazendo?
É a melhor coisa que já me aconteceu na vida, mas preciso meter em você, preciso saber que te fiz minha.
Meu amor, para mim também queria te dar tudo, não pense que eu não tô afim, mas a gente não pode fazer isso. Vamos nos satisfazer e depois dormir juntos. Quando sentir que vai gozar, me avisa.
Antes que eu sentisse que ia gozar, foi minha parceira quem disse: Continua me tocando que você vai me fazer gozar, já tô gozando, continua pelo amor de deus, continua que você tá me fazendo gozar muito gostoso. Que prazer, meu deus, que prazer sentir como eu vou. Não me toca mais que você vai me matar.
Ela deu um gemido longo e se desmanchou, mas nem por isso soltou meu pau. Depois que ela gozou, bateu uma pra mim com mais força, tanta que eu senti que ia gozar. Avisei ela. E então ela foi lá pro fundo da cama pra meter meu pau na boca dela. Assim que senti a língua dela acariciando, gozei, gozei como um garanhão, senti três jorradas saindo de mim e depois mais umas duas mais fracas.
Agora fui eu que caí desabado enquanto Amparo me dizia:
Tava louca pra comer seu leite. Foi isso que me deixou com tesão o dia inteiro, pensar que você ia dar todo seu leite na minha boca. Que delícia, meu amor, que gozo divino você me deu. Fazia muito tempo que não sentia tanto prazer. E você, meu menino, curtiu?
Nunca senti um prazer igual, principalmente quando você meteu meu pau na sua boca.
Fico muito feliz que você gostou tanto, agora é hora de dormir.
E ela virou de costas e logo eu ouvi a respiração dela ritmada. Se tava dormindo ou fingindo, nunca vou saber.
As manobras da Amparo tiveram um efeito narcótico em mim, dormi como uma pedra e só acordei quando o sol entrou pela janela.
Depois de um bom tempo, quando a gente já tava tomando café, apareceram minha mãe e o Fernando.
A primeira coisa que Amparo fez foi dar uma bronca monumental no filho dela.
Você é um irresponsável, ainda bem que a Carmen tava com você, senão você teria pegado o carro e se matado na volta. Você não pega mais o carrão até que você me mostre mais juízo.
Saiam os dois daqui que eu preciso falar com a Carmen.
A gente foi pro quintal e foi lá que meu amigo fez a confissão dele e contou tudo o que tinha rolado.
Basicamente, ele tinha tomado dois copos e se fingido de bêbado pra Carmen decidir que ele não podia dirigir. Também foi ela quem decidiu ir pra um hotel e passar a noite lá, curtindo a bebedeira. Quando chegaram no quarto, Fernando continuou fingindo até o ponto que foi minha mãe quem tirou a roupa dele antes de colocá-lo na cama. Depois que ele tava deitado, ela foi pro banheiro, tomou um banho (Fernando ouviu tudo claramente) e voltou pro quarto pelada, e assim se meteu na cama. Fernando seguiu com a farsa na fase de exaltação da amizade, se abraçou nela enquanto dizia:
Carmen, você é a melhor mulher do mundo e a mais gostosa, eu te amo muito, te amo muito. Você me ama?
Minha mãe entrou na onda:
Sim, Fernando, te amo muito.
Nessa altura, Fernando já tinha abraçado minha mãe e tava com a cabeça descansando no peito dela.
A próxima jogada do meu amigo foi pedir permissão pra dar um beijo nela, acho que minha mãe não sabia do que ele tava falando e autorizou. E Fernando se agarrou nas tetas da minha mãe como se fosse um recém-nascido e começou a chupá-las.
Pelo que Fernando me contou, minha mãe não ofereceu a menor resistência, só falou:
Era isso que você queria, chupar as tetas da sua tia. Criança e bêbado sempre falam a verdade. Chupa, meu menino, dá prazer pra essa velha. Eu também tava com vontade de você chupar minhas tetas, ontem você ficou me olhando cada segundo, não tirou o olho das minhas tetas e me deixou com tesão, faz tempo que não me sentia tão quente. E também faz tempo que não me sentia tão desejada por um homem.
Quase como se seguissem o mesmo roteiro de deixar ele chupar as tetas, minha mãe passou a pegar na pica dele e a pedir pra ele tocar ela.
Segundo Fernando, minha mãe deu a punheta mais gostosa da vida dele e não só isso, ela também gozou com as carícias do meu amigo.
Naquela mesma manhã, ela tinha feito ele jurar que não ia contar nada nem pra mãe dele nem pra mim, e em troca desse juramento, prometeu que iam repetir a experiência.
Eu, por minha vez, só mostrei espanto e não falei uma palavra sobre o que tinha rolado no dia anterior, nem no rio nem em casa.
Enquanto isso, na cozinha, rolou uma conversa que só fiquei sabendo muito tempo depois, mas que explica tudo o que estava acontecendo.
Amparo, foi você quem bolou esse plano, mas não sei se tá escapando das nossas mãos.
No meu caso, não, tá sob controle, o que não sei é se você e meu filho acabaram transando.
Não, não, só nos tocamos, a gente se masturbou uma delícia, você não tem ideia de como é a pica do Fernando quando fica dura.
O plano que te contei era simples: vamos pra minha casa os quatro e, antes que nossos filhos tenham a primeira experiência sexual com uma puta ou uma pedófila, já que nós duas estamos muito carentes e faz tempo que não damos uma boa foda, primeiro a gente provoca eles, o que sabíamos que não ia ser difícil, e depois fazemos eles acreditarem que nos conquistaram e deixamos que a primeira transa deles seja com a gente. E até agora foi isso que fizemos, temos que seguir o plano, mas não sei se vou aguentar. Se você topar, a gente faz uma coisa: hoje vamos pro rio, eu falo pro Jimmy sugerir que a gente fique todo mundo pelado, você e eu resistimos um pouco, mas se eles insistirem, a gente acaba cedendo. Nos ver as duas peladas, não esquece de abrir bem as pernas, vai deixar eles loucos, e quando voltarmos pra casa, você fala que o sol te deixou cansada e vai tirar um cochilo. Antes, combina com meu filho que, se você disser que vai cochilar, ele vai discretamente pro seu quarto. Eu dou um jeito de levar o Teu filho na minha cama.
A gente tem que tomar essas precauções porque não sabe se eles contam as coisas um pro outro. Tu pode fazer o que quiser, mas eu hoje à tarde vou foder teu filho, sim ou sim. Fazia um tempão que eu não ficava tão tesuda e com tanta vontade de ter uma boa rola dentro de mim.
Que bruta você é, Amparo, mas que razão você tem. Concordo com você: antes que meu filho durma com alguma promíscua por aí, prefiro que seja você a desvirginar ele. Ninguém faria melhor.
Bom, eu sei quem faria melhor: você.
Pelo amor de Deus, Amparo, que coisas você fala.
Se você não tivesse concordado com meu plano, que acho o melhor, eu teria fodido meu filho, pode ter certeza. Quem melhor do que eu? Mas também influenciou que o meu Jimmy me deixa com muito tesão, fervendo, e depois de ver a rola dele, mais ainda. Ele vai me empalar, e eu adoro isso.
Minha mãe e a Amparo seguiram o plano à risca. Assim que chegamos no rio, e quando as garotas iam colocar os biquínis, eu fiz minha proposta.
Acho que a gente devia parar de besteira e nadar todo mundo pelado. Essa história de peitos de fora parece um "quero, mas não posso".
Minha mãe foi a primeira a responder:
Filho, você é louco se acha que vou ficar nua na frente de vocês dois.
Carmen, você já nadou pelada comigo em Ibiza um milhão de vezes e adorava ficar morena do corpo inteiro. A ideia do Jimmy me parece boa, mas só se for todo mundo pelado, não só as garotas.
E pra dar exemplo, como era de costume, ela tirou o vestido pela cabeça e só precisou tirar a calcinha pra ficar nua.
Fernando e eu fizemos o mesmo, e minha mãe (que agora sei que estava fingindo) não demorou a nos imitar.
Ao ver as duas mulheres nuas, dessa vez prestei atenção na minha mãe e tive uma ereção que me obrigou a ir pra água. Fernando deve ter tido o mesmo problema, porque na hora estava do meu lado.
Que cara de pau você tem, macho. mas como te agradeço, ontem mal consegui ver a Carmen nua, é um espetáculo, que mulher.
Quando voltamos, as duas estavam com os pés apontando pra água e ambas com as coxas bem abertas. Uma visão divina na qual, pra minha surpresa, quase prestei mais atenção na buceta da minha mãe do que na da Amparo. Minha mãe, assim como a Amparo, não era depilada e, com a buceta de fora e as coxas abertas, era uma visão celestial.
Que gostosas as duas, pensei.
O roteiro eu tinha bem decorado seguindo as instruções da Amparo. Depois de um tempo, falei pra minha mãe:
Você devia passar protetor solar, vai se queimar.
E aí minha mãe introduziu uma variação pra deixar tanto eu quanto Fernando em chamas.
Passa você, meu bem.
Tenho que admitir que minha mãe, pelada, me pedir pra passar a creme contribuiu pra me esquentar ainda mais. Deu tempo de ver o olhar de ódio que meu amigo me lançou.
Comecei pelo rosto e pelos ombros, e depois passei a besuntar os peitos dela. Antes eu achava que os da Amparo eram sem dúvida melhores, mas agora, enquanto os acariciava, pareceram perfeitos e, sabendo que Fernando tinha chupado eles, apesar do banho de água fria, fiquei duro de novo.
Minha mãe só disse:
Trata com cuidado que é uma área onde sou muito sensível.
Era verdade, ao som das minhas carícias, os bicos ficaram duros e eretos.
Continuei com as carícias até minha mãe falar:
Bom, agora passa na barriga.
Deixei os peitos, protegi a barriga dela com creme e fui direto pra entreperna dela. Minha mãe, como eu disse, tinha uma moita de pelos tão densa quanto a da Amparo, embora um pouco menor. Passei creme nas coxas, bem na fronteira com a buceta dela, o que fez com que eu inevitavelmente roçasse os lábios dela.
Minha mãe respondeu ao estímulo com um gemido leve que só eu ouvi. Enquanto eu me dedicava à tarefa, minha mãe facilitou as coisas abrindo mais as pernas. coxas pra que eu pudesse deslizar minha mão entre elas. A ponta do meu polegar não conseguiu evitar de encostar na buceta da minha mãe, e eu não fiz nada pra evitar, pelo contrário, acariciando as coxas dela, minha mão subiu e desceu ao longo da entrada dela até o ponto em que pude ver como entre os lábios dela surgiu um pequeno botão que até então era desconhecido pra mim, o clitóris dela tinha se posto em guarda.
Passa mais creme aí que essa é uma área muito delicada.
Fiquei ali por mais um tempo até que minha mãe, sem dizer uma palavra, segurou minha mão e a tirou. Então pude ver com toda clareza como umas gotas de líquido branco saíam da buceta da minha mãe, fiquei olhando e depois dessa primeira descarga veio outra e outra. Naquele momento, sem saber por quê, deu vontade de me jogar entre as pernas dela e comer aquele líquido igual a Amparo tinha comido meu gozo à noite, mas não tive coragem.
Pra encerrar a operação, minha mãe me disse:
Jimmy, você fez muito bem, muito obrigada.
Fernando, depois de me olhar com cara de ódio como se eu tivesse roubado algo que era dele por direito, se virou pra mãe dele e disse que ela também precisava de protetor.
Amparo respondeu: Achei que você não ia se importar se sua mãe se queimasse.
Meu amigo partiu pra tarefa com tanto ímpeto, ou talvez tão puto, que a mãe dele teve que pedir pra ele fazer as coisas com mais cuidado.
Corrigido o furor inicial, Fernando não deixou um centímetro quadrado sem proteger. Me senti meio confuso porque ver meu amigo acariciando o que naquela mesma noite tinha sido meu não me agradou nem um pouco. De repente me senti com ciúmes e puto com ele.
Naquele dia, pela primeira vez, fomos os quatro pra água ao mesmo tempo, o que nos deu a oportunidade de dar mergulhos, afogar um ao outro e nos apalpar por cima e por baixo d'água.
Paramos um tempo pra sentar em volta de uma caixa térmica portátil onde a gente tinha levado bebidas e algo pra petiscar. A cena pra mim foi Inesquecível, os quatro sentados frente a frente, os quatro pelados, eu e Jimmy com nossos soldadinhos em posição de sentido e as duas mulheres com suas bucetas abertas por causa da postura ou talvez pela decisão de nos excitar.
Mal tínhamos terminado de comer, minha mãe disse que queria voltar pra casa, que estava muito cansada.
Eu, com o sol me dando uma preguiça danada, tô doida pra chegar em casa e tirar um bom cochilo.
Eu, que na época não sabia o que as duas mulheres estavam tramando, não consegui ver o olhar que Fernando deu pra minha mãe ao ouvir a palavra cochilo.
Chegamos em casa, largamos as tralhas e minha mãe disse:
Vou tirar um cochilo, tô morta.
Fernando imitou ela:
Eu também vou deitar um pouco.
Como todos os quartos estavam na mesma direção, achei super natural os dois irem.
Quando Amparo e eu ficamos sozinhos, ela me disse:
Fiquei com ciúmes vendo você passando a mão na sua mãe, devia ter pedido pra mim. Ou será que agora ela te atrai mais do que eu?
Que absurdo você tá falando, nenhuma mulher no mundo me atrai mais do que você, além do mais ela é minha mãe.
Mas não vai negar que ficou de pau duro passando o creme nela.
Bom, sim, um pouquinho.
Assim são os homens, ontem flertando comigo, me fazendo criar esperança de que eu te agrado, e hoje você fica excitado acariciando outra mulher.
Amparo, pelo amor de Deus, você me encanta, é a mulher mais gostosa do mundo e eu não penso em outra.
Você diz isso pra eu te perdoar.
Sim, por favor, não leva a sério algo que foi sem querer. Comecei a acariciar minha mãe e, sem eu querer, ele endureceu.
Não sei se vou me arrepender, mas acredito em você, tanto que vou te pedir pra vir tirar um cochilo comigo.
Você quer que eu tire um cochilo com você?
Sim, tô doida por isso, o tempo todo que a gente passou no rio fiquei pensando em a gente tirar um cochilo juntos, não quero esperar a noite chegar.
Fomos pro quarto dela e, assim que os dois se enfiaram na cama, a Amparo não enro lou.
"Fiquei pensando, dei mil voltas e cheguei a uma conclusão: quero transar com você, é uma loucura, tenho mais de vinte anos que você, sou sua tia, bem, sua meia-tia, mas tô louca pra te dar meu corpo e você me fazer sua. Olha como eu tô molhada."
Ela levou minha mão até a buceta dela e tava falando a verdade, uma fonte jorrava entre as coxas dela.
"Como a gente faz?"
"Vamos nos acariciar um pouquinho pra ficar ainda mais quentes, embora eu já esteja pegando fogo."
A gente começou a se acariciar mutuamente, mas naquela hora as carícias já eram só um aperitivo e os dois queriam chegar ao prato principal. Amparo, agora eu sei, tinha tudo perfeitamente planejado.
"Dessa vez, o que eu quero é que você coma minha boceta."
Sem saber muito bem o que fazer, me coloquei entre aquelas coxas com que tanto tinha sonhado e dirigi minha língua pra entrada da buceta dela. Comecei dando lambidas largas de baixo pra cima. Quando chegava embaixo, sentia uma mudança de sabor, tava passando a língua no cu dela.
"Assim, assim, meu amor, me dá com sua língua no meu cu, me dá que me deixa tesuda pra caralho e me dá vontade de você me foder como uma puta, continua..."
E eu continuei, tava no paraíso sentindo como a boceta da Amparo não parava de soltar uns sucos que pra mim eram deliciosos.
Amparo decidiu me ajudar e com as mãos separou os lábios dela e pediu pra eu passar a língua no clitóris dela, eu não sabia onde encontrar, mas quando sentiu uma das minhas lambidas, Amparo falou:
"Aí, me dá aí, me dá aí sua língua e chupa como se quisesse engolir."
Fiz o que ela mandava e num certo momento fui testemunha do que acontecia com ela quando chegava no auge da excitação.
Ela apertou as coxas contra minha cabeça e começou a se torcer que nem uma lagartixa, enquanto não parava de falar coisas.
"Come toda a minha boceta, come, me dá sua língua que... Você me deixou molhada que nem uma puta, e tudo que eu quero é que você me dê prazer antes de me foder, porque o que me deixa louca é pensar que você vai meter essa pica grossa e dura. Você quer me foder? Você também quer empalar sua tia com essa pica que eu chupei ontem?
E pouco depois: Continua me chupando e mete um dedo no meu cu, no cu pelo amor de Deus, no cu. Quando você já tiver me fodido, eu sei o que você vai pedir em seguida. E sem esperar minha resposta, ela disse: você vai pedir meu cu, não vai parar até me ter de quatro com sua pica enfiada no meu cu, eu sei.
E você vai me dar?
Tô louca pra ter você enfiado em todos os meus buracos, e meu cu me dá muito tesão, mas hoje quero que você foda minha buceta.
Meu amor, continua que eu tô gozando muito forte, e assim que eu gozar quero que você suba e meta, sentir você enfiando sua pica enquanto ainda tô gozando é divino, me dá um prazer infinito.
Já tô gozando, tô gozando muito forte, muito forte, que delícia meu amor, mete ela toda, mete agora, de uma vez. Me fode, me fode agora.
Escalei a carne dela e me posicionei, Amparo, sabendo da minha inexperiência, pegou minha pica e apontou pra entrada onde queria me receber. Senti uma pequena resistência quando minha cabeça encostou na entrada da buceta dela, e depois disso deslizei pra dentro até minhas coxas baterem na carne dela.
Amparo me recompensou com um grito:
Aaaaagh, que delícia, sinto você, minha buceta tá cheia, sinto como aperto você com minha boceta, você me mata de prazer, agora me dá, entra e sai de mim, me fode. Quando eu disser que tô gozando, não para, continua me fodendo que eu posso gozar cinco ou seis vezes numa transa. Adoro sentir suas bolas batendo na minha xereca. Você tá me matando de felicidade, safado.
Enquanto isso, eu entrava e saía da buceta dela até quase ter minha pica toda pra fora, e de lá enfiava de novo até o fundo.
Você mentiu pra mim, não é a primeira vez que você fode uma mulher. Juro, é a primeira vez, só quero ir com calma porque não quero fazer errado.
Tá fazendo muito bem, me deixou com muito tesão porque você tá me comendo muito gostoso, agora mete mais forte.
Comecei a bombar com mais energia, mas ainda com cuidado, e pouco depois Amparo pediu:
Me come igual um animal, quero sentir suas pirocadas como se quisesse me matar, como se quisesse me atravessar, mete forte meu amor, me dá toda a sua pica e não para mesmo que eu diga que tô gozando, eu consigo gozar umas seis vezes se me comerem direito. Continua, que gostoso você me faz. E como é grossa a sua pica.
Amparo começou a dar sinais de que ia gozar, um deles foi cravar as unhas nas minhas costas enquanto falava:
Tô gozando, meu menino, tô gozando, mas continua me comendo, continua pegando essa buceta que é sua, continua me dando prazer que você me deixou no auge e vou gozar de novo. E você, o que sente?
Tô no paraíso, meu amor, tô numa felicidade completa, tô comendo a mulher que amo. Você me mata de prazer.
Continua, meu menino, continua que quero gozar de novo.
Se Amparo, em média, gozava cinco ou seis vezes, eu não consegui isso; ela disse que tava gozando pela terceira vez quando senti que meu limite tava chegando, senti como se a vida tivesse escapando quando me derramei dentro dela. Ela sentiu.
Que gostoso sinto seu gozo entrando em mim, que quente ele tá, sinto você, meu amor, noto como você enche minha boceta com seu gozo. Não tira de dentro de mim, continua dentro que eu também tô gozando.
Quando já tínhamos nos recuperado, chegou a hora das confidências, Amparo me disse:
Fica sabendo que seu querido amigo Fernando agora mesmo tá na cama com sua mãe.
Não acredito, você tá me zoando. Eu também sabia fingir e mostrar surpresa.
Fernando é louco pela Carmen, e ela gosta muito do meu filho, agora mesmo é capaz de estarem transando ou talvez já tenham terminado.
Acho impossível, não é Não deixa ela te enganar, é que não entra na minha cabeça.
Você tem muita facilidade, vai no quarto do Fernando e vê que tá vazio.
Levantei, fui pelo corredor até o quarto do Fernando, abri a porta e, como a Amparo tinha dito, tava vazio.
Voltei pra cama e continuei fingindo surpresa.
Você sabia disso?
Eu não sabia de nada, mas quando sua mãe disse que queria tirar uma soneca e meu filho falou que também queria, eu soube que iam foder, conheço os dois muito bem. Sua mãe tá igual a mim, muito carente de um homem que a ame e que satisfaça ela na cama. Não me surpreendeu nada, se eu tava louca pra você me foder, não me choca que a Carmen queira foder meu filho.
Senti necessidade de perguntar se a transa tinha sido satisfatória pra minha parceira:
Você tem que me perdoar se não te dei todo o prazer que esperava, foi minha primeira vez, na próxima espero fazer melhor.
Você me deu uma foda monstra, me fez gozar quatro vezes e não só isso, gozei muito forte, perdi a cabeça e achei que ia desmaiar de tanto prazer. Se você já me deixou louca na primeira vez, não quero nem imaginar o que vai fazer quando pegar prática. Você tem uma pica que é feita na minha medida e fode muito gostoso.
Ela baixou levemente a cabeça e beijou a cabeça do meu pau. E, falando com ele, disse:
Quanto prazer você vai me dar.
A transa tinha me deixado morto, a ponto de eu ter dormido. Amparo me acordou com um beijo. Assim que acordei, propus que a gente fodesse de novo, na real, eu tava com o pau duro igual a um taco.
Ela, sempre controladora, me disse:
Não quero te esgotar, meu amor, essa noite a gente vai foder de novo, já tô doida por isso também, mas se dá um tempo pra se recuperar. Vamos tomar alguma coisa.
Fomos pra cozinha, onde estavam minha mãe e meu amigo tomando uma espécie de aperitivo, apesar de já serem quase oito da noite.
Amparo, assim que os viu, decidiu que ia deixar as coisas claras. Carmen, e Fernando, pelo que vejo vocês foram tirar uma soneca. Eu e Jimmy, em vez de dormir, nos dedicamos a foder. Ele me comeu de um jeito antológico, gostei tanto que hoje à noite ele vai dormir na minha cama. Já sabem.
Foi minha mãe quem respondeu:
Amparo, ontem à noite no hotel, seu filho ficou me paquerando e me deixou com muito tesão. Acabamos nos acariciando, nós também não dormimos. Ontem fiquei com muita vontade de ele meter em mim, e hoje ele meteu. Me comeu de um jeito delicioso. E também quero que Fernando durma comigo hoje à noite e me foda de novo.
Amparo continuou com seu plano:
Esses dois tarados se aproveitaram da necessidade de duas pobres mulheres e não pararam até a gente ceder às exigências deles. Mas não me arrependo, ele me fodeu muito gostoso.
Ainda nos restavam quase duas semanas de férias, duas semanas para ficarmos os quatro juntos, e duas semanas em que muitas surpresas nos esperavam.
Continua.
De repente o telefone tocou, era minha mãe, ela falou com a Amparo pra dizer que meu amigo tinha bebido umas doses a mais e que não tava em condições de dirigir, então a única solução era eles passarem a noite lá e voltarem pra casa de manhã. A Amparo pediu pra ela passar o Jimmy e deu uma bronca nele.
Quando a conversa acabou, ela me disse:
— Meu filho é um desastre, não conseguia nem me responder. Bom, nos deixaram sozinhos e fizeram isso no pior momento possível.
— Como assim?
— A gente passou o dia todo com o tesão acumulado e agora nos deixaram a sós. Já chegamos no limite do que dava pra chegar, então vamos ser bonzinhos e sensatos.
A Amparo preparou o jantar, a gente terminou de comer e eu ajudei ela a guardar tudo antes de ir pro quintal, pegar um fresco e ver TV.
A gente sentou numa poltrona de vime, no começo cada um de um lado. A Amparo levantou pra pegar um copo d'água e, na volta, sentou mais perto de mim. Depois de um tempo, ela disse:
— Tô cansada e ainda tô nervosa de pensar que eles tinham sofrido um acidente.
E com essa desculpa tão besta, ela se encostou em mim e reclinou a cabeça no meu ombro.
Meu coração tava saindo pela boca.
— Você me ama ou o que rola é que você me acha gostosa e, como me acha gostosa, só quer transar comigo?
— Quer que eu fale a verdade? Te amo pra caralho, te acho muito gostosa, mas transar com você me parece algo que não tá ao meu alcance.
— Sua doçura e sua resignação me matam. Então eu pareço inalcançável pra você?
— Totalmente. Hoje a gente já chegou onde eu nunca pensei que chegaria na vida.
— Às vezes os sonhos se realizam.
A Carmen levantou o rosto na minha direção e me deu a língua.
A gente se beijou por um bom tempo e eu aproveitei a situação pra deslizar minha mão pelo decote dela e acariciar os peitos dela.
Entre beijos e peitos, a gente passou um tempo delicioso. Como nela... era normal, os mamilos dela ficaram durinhos e eu me deliciei acariciando eles.
E sem que nada de novo acontecesse, Amparo disparou:
Já que você foi sincero comigo, eu também vou ser. Tava doida de vontade de que você estivesse na minha cama hoje à noite, mas achava impossível. Continuo com muita vontade de você e já não me contento mais com só nos tocarmos, quero você na minha cama. Jimmy, você quer dormir comigo hoje?
É o que eu mais quero no mundo. Quando você diz que já não basta mais com as carícias, o que quer dizer?
Que eu te desejo, meu amor, que já brincamos de ser adolescentes e agora o que eu preciso é de um homem. Um homem que me dê tudo. Viu como os sonhos às vezes se realizam? Só coloco uma condição: se em algum momento eu disser: para, você para. Se não fizer, o jogo acaba pra sempre.
Ela me pegou pela mão e me levou até o quarto dela. Já na beira da cama, tirou o vestido, tava nua, a calcinha que tinha servido de biquíni ela tinha deixado na bolsa.
Eu não fiquei atrás, me despi e me meti debaixo dos lençóis.
Continuamos com o que a gente tava fazendo, como se os dois achássemos que não tínhamos terminado. Enquanto nos beijávamos, Amparo enroscou as pernas nas minhas. Minha coxa foi se encaixar entre as dela e senti a umidade e o calor da buceta dela.
Amparo tava no controle da situação.
Chupa meus peitos, chupa eles, mas não morde, me dá beijinhos e continua sendo doce comigo.
Deixei a boca dela e fui pros mamilos, passando minha língua neles, pude sentir como estavam durinhos. Beijei, chupei, apertei com meus lábios e lambi eles.
Amparo, que gemia quase em silêncio, me disse:
Me enlouquece quando chupam meus peitos, eles são meu ponto fraco, quando chupam eles direitinho, todas as minhas defesas caem. Continua, meu amor, continua que você tá mandando muito bem. Você me deixou com muito tesão, e você, como tá? Melhor nem me dizer.
A mão dela deslizou entre nossos corpos até alcançar meu pau, segurou ele força e foi ela quem respondeu à pergunta dele.
Você também está tesudo. Meu Deus, como você ficou duro.
Depois de confirmar, a mão da Amparo continuou segurando meu pau, aos poucos começou a me masturbar devagar, quase sem mexer a mão. Enquanto fazia isso, ela me disse:
Estou muito tesuda, podemos fazer duas coisas: ou você me toca ou eu tenho que me tocar sozinha.
Eu te toco do mesmo jeito que você está me tocando.
Mudamos um pouco de posição, Amparo se deitou de barriga para cima sem soltar o que segurava, e minha mão foi procurar o que ela pedia.
Deslizei minha mão pela barriga dela, alcancei sua linda mata de pelos e cheguei na sua buceta, inocente que eu era, fiquei surpreso com a umidade que encontrei. Amparo era uma verdadeira fonte, os fluidos escorriam pelas coxas dela e iam parar nas nádegas.
Enquanto me masturbava devagar, Amparo guiou minha mão para o lugar onde sentia mais prazer, no clitóris dela. Meus dedos acariciaram aquele pequeno botãozinho e, enquanto fazia isso, ela me disse:
Não tira a mão daí, que você está me dando muito tesão.
Como a posição permitia, enquanto a acariciava, pude voltar a dedicar minha língua aos mamilos dela. Amparo agradeceu com um gemido longo.
A mão de Amparo foi ganhando velocidade, e a cada movimento dela eu sentia que estava perdendo a vida, ao mesmo tempo em que acariciar a boceta dela me deixava em êxtase. Ela, por sua vez, devia estar gostando muito, porque me disse:
Ai, amor, quanto tempo que não sentia tanto tesão, você está me matando, que gostoso, meu amor, que gostoso o que você está fazendo, e como você está com o pau duro. Continua, minha vida, continua.
Em um momento, senti um desejo irresistível de meter dentro dela e falei:
Quero te foder.
Não, amor, isso não pode ser, já ultrapassamos o limite que eu tinha me proposto, mas não podemos foder. Você não sente prazer no que estamos fazendo?
É a melhor coisa que já me aconteceu na vida, mas preciso meter em você, preciso saber que te fiz minha.
Meu amor, para mim também queria te dar tudo, não pense que eu não tô afim, mas a gente não pode fazer isso. Vamos nos satisfazer e depois dormir juntos. Quando sentir que vai gozar, me avisa.
Antes que eu sentisse que ia gozar, foi minha parceira quem disse: Continua me tocando que você vai me fazer gozar, já tô gozando, continua pelo amor de deus, continua que você tá me fazendo gozar muito gostoso. Que prazer, meu deus, que prazer sentir como eu vou. Não me toca mais que você vai me matar.
Ela deu um gemido longo e se desmanchou, mas nem por isso soltou meu pau. Depois que ela gozou, bateu uma pra mim com mais força, tanta que eu senti que ia gozar. Avisei ela. E então ela foi lá pro fundo da cama pra meter meu pau na boca dela. Assim que senti a língua dela acariciando, gozei, gozei como um garanhão, senti três jorradas saindo de mim e depois mais umas duas mais fracas.
Agora fui eu que caí desabado enquanto Amparo me dizia:
Tava louca pra comer seu leite. Foi isso que me deixou com tesão o dia inteiro, pensar que você ia dar todo seu leite na minha boca. Que delícia, meu amor, que gozo divino você me deu. Fazia muito tempo que não sentia tanto prazer. E você, meu menino, curtiu?
Nunca senti um prazer igual, principalmente quando você meteu meu pau na sua boca.
Fico muito feliz que você gostou tanto, agora é hora de dormir.
E ela virou de costas e logo eu ouvi a respiração dela ritmada. Se tava dormindo ou fingindo, nunca vou saber.
As manobras da Amparo tiveram um efeito narcótico em mim, dormi como uma pedra e só acordei quando o sol entrou pela janela.
Depois de um bom tempo, quando a gente já tava tomando café, apareceram minha mãe e o Fernando.
A primeira coisa que Amparo fez foi dar uma bronca monumental no filho dela.
Você é um irresponsável, ainda bem que a Carmen tava com você, senão você teria pegado o carro e se matado na volta. Você não pega mais o carrão até que você me mostre mais juízo.
Saiam os dois daqui que eu preciso falar com a Carmen.
A gente foi pro quintal e foi lá que meu amigo fez a confissão dele e contou tudo o que tinha rolado.
Basicamente, ele tinha tomado dois copos e se fingido de bêbado pra Carmen decidir que ele não podia dirigir. Também foi ela quem decidiu ir pra um hotel e passar a noite lá, curtindo a bebedeira. Quando chegaram no quarto, Fernando continuou fingindo até o ponto que foi minha mãe quem tirou a roupa dele antes de colocá-lo na cama. Depois que ele tava deitado, ela foi pro banheiro, tomou um banho (Fernando ouviu tudo claramente) e voltou pro quarto pelada, e assim se meteu na cama. Fernando seguiu com a farsa na fase de exaltação da amizade, se abraçou nela enquanto dizia:
Carmen, você é a melhor mulher do mundo e a mais gostosa, eu te amo muito, te amo muito. Você me ama?
Minha mãe entrou na onda:
Sim, Fernando, te amo muito.
Nessa altura, Fernando já tinha abraçado minha mãe e tava com a cabeça descansando no peito dela.
A próxima jogada do meu amigo foi pedir permissão pra dar um beijo nela, acho que minha mãe não sabia do que ele tava falando e autorizou. E Fernando se agarrou nas tetas da minha mãe como se fosse um recém-nascido e começou a chupá-las.
Pelo que Fernando me contou, minha mãe não ofereceu a menor resistência, só falou:
Era isso que você queria, chupar as tetas da sua tia. Criança e bêbado sempre falam a verdade. Chupa, meu menino, dá prazer pra essa velha. Eu também tava com vontade de você chupar minhas tetas, ontem você ficou me olhando cada segundo, não tirou o olho das minhas tetas e me deixou com tesão, faz tempo que não me sentia tão quente. E também faz tempo que não me sentia tão desejada por um homem.
Quase como se seguissem o mesmo roteiro de deixar ele chupar as tetas, minha mãe passou a pegar na pica dele e a pedir pra ele tocar ela.
Segundo Fernando, minha mãe deu a punheta mais gostosa da vida dele e não só isso, ela também gozou com as carícias do meu amigo.
Naquela mesma manhã, ela tinha feito ele jurar que não ia contar nada nem pra mãe dele nem pra mim, e em troca desse juramento, prometeu que iam repetir a experiência.
Eu, por minha vez, só mostrei espanto e não falei uma palavra sobre o que tinha rolado no dia anterior, nem no rio nem em casa.
Enquanto isso, na cozinha, rolou uma conversa que só fiquei sabendo muito tempo depois, mas que explica tudo o que estava acontecendo.
Amparo, foi você quem bolou esse plano, mas não sei se tá escapando das nossas mãos.
No meu caso, não, tá sob controle, o que não sei é se você e meu filho acabaram transando.
Não, não, só nos tocamos, a gente se masturbou uma delícia, você não tem ideia de como é a pica do Fernando quando fica dura.
O plano que te contei era simples: vamos pra minha casa os quatro e, antes que nossos filhos tenham a primeira experiência sexual com uma puta ou uma pedófila, já que nós duas estamos muito carentes e faz tempo que não damos uma boa foda, primeiro a gente provoca eles, o que sabíamos que não ia ser difícil, e depois fazemos eles acreditarem que nos conquistaram e deixamos que a primeira transa deles seja com a gente. E até agora foi isso que fizemos, temos que seguir o plano, mas não sei se vou aguentar. Se você topar, a gente faz uma coisa: hoje vamos pro rio, eu falo pro Jimmy sugerir que a gente fique todo mundo pelado, você e eu resistimos um pouco, mas se eles insistirem, a gente acaba cedendo. Nos ver as duas peladas, não esquece de abrir bem as pernas, vai deixar eles loucos, e quando voltarmos pra casa, você fala que o sol te deixou cansada e vai tirar um cochilo. Antes, combina com meu filho que, se você disser que vai cochilar, ele vai discretamente pro seu quarto. Eu dou um jeito de levar o Teu filho na minha cama.
A gente tem que tomar essas precauções porque não sabe se eles contam as coisas um pro outro. Tu pode fazer o que quiser, mas eu hoje à tarde vou foder teu filho, sim ou sim. Fazia um tempão que eu não ficava tão tesuda e com tanta vontade de ter uma boa rola dentro de mim.
Que bruta você é, Amparo, mas que razão você tem. Concordo com você: antes que meu filho durma com alguma promíscua por aí, prefiro que seja você a desvirginar ele. Ninguém faria melhor.
Bom, eu sei quem faria melhor: você.
Pelo amor de Deus, Amparo, que coisas você fala.
Se você não tivesse concordado com meu plano, que acho o melhor, eu teria fodido meu filho, pode ter certeza. Quem melhor do que eu? Mas também influenciou que o meu Jimmy me deixa com muito tesão, fervendo, e depois de ver a rola dele, mais ainda. Ele vai me empalar, e eu adoro isso.
Minha mãe e a Amparo seguiram o plano à risca. Assim que chegamos no rio, e quando as garotas iam colocar os biquínis, eu fiz minha proposta.
Acho que a gente devia parar de besteira e nadar todo mundo pelado. Essa história de peitos de fora parece um "quero, mas não posso".
Minha mãe foi a primeira a responder:
Filho, você é louco se acha que vou ficar nua na frente de vocês dois.
Carmen, você já nadou pelada comigo em Ibiza um milhão de vezes e adorava ficar morena do corpo inteiro. A ideia do Jimmy me parece boa, mas só se for todo mundo pelado, não só as garotas.
E pra dar exemplo, como era de costume, ela tirou o vestido pela cabeça e só precisou tirar a calcinha pra ficar nua.
Fernando e eu fizemos o mesmo, e minha mãe (que agora sei que estava fingindo) não demorou a nos imitar.
Ao ver as duas mulheres nuas, dessa vez prestei atenção na minha mãe e tive uma ereção que me obrigou a ir pra água. Fernando deve ter tido o mesmo problema, porque na hora estava do meu lado.
Que cara de pau você tem, macho. mas como te agradeço, ontem mal consegui ver a Carmen nua, é um espetáculo, que mulher.
Quando voltamos, as duas estavam com os pés apontando pra água e ambas com as coxas bem abertas. Uma visão divina na qual, pra minha surpresa, quase prestei mais atenção na buceta da minha mãe do que na da Amparo. Minha mãe, assim como a Amparo, não era depilada e, com a buceta de fora e as coxas abertas, era uma visão celestial.
Que gostosas as duas, pensei.
O roteiro eu tinha bem decorado seguindo as instruções da Amparo. Depois de um tempo, falei pra minha mãe:
Você devia passar protetor solar, vai se queimar.
E aí minha mãe introduziu uma variação pra deixar tanto eu quanto Fernando em chamas.
Passa você, meu bem.
Tenho que admitir que minha mãe, pelada, me pedir pra passar a creme contribuiu pra me esquentar ainda mais. Deu tempo de ver o olhar de ódio que meu amigo me lançou.
Comecei pelo rosto e pelos ombros, e depois passei a besuntar os peitos dela. Antes eu achava que os da Amparo eram sem dúvida melhores, mas agora, enquanto os acariciava, pareceram perfeitos e, sabendo que Fernando tinha chupado eles, apesar do banho de água fria, fiquei duro de novo.
Minha mãe só disse:
Trata com cuidado que é uma área onde sou muito sensível.
Era verdade, ao som das minhas carícias, os bicos ficaram duros e eretos.
Continuei com as carícias até minha mãe falar:
Bom, agora passa na barriga.
Deixei os peitos, protegi a barriga dela com creme e fui direto pra entreperna dela. Minha mãe, como eu disse, tinha uma moita de pelos tão densa quanto a da Amparo, embora um pouco menor. Passei creme nas coxas, bem na fronteira com a buceta dela, o que fez com que eu inevitavelmente roçasse os lábios dela.
Minha mãe respondeu ao estímulo com um gemido leve que só eu ouvi. Enquanto eu me dedicava à tarefa, minha mãe facilitou as coisas abrindo mais as pernas. coxas pra que eu pudesse deslizar minha mão entre elas. A ponta do meu polegar não conseguiu evitar de encostar na buceta da minha mãe, e eu não fiz nada pra evitar, pelo contrário, acariciando as coxas dela, minha mão subiu e desceu ao longo da entrada dela até o ponto em que pude ver como entre os lábios dela surgiu um pequeno botão que até então era desconhecido pra mim, o clitóris dela tinha se posto em guarda.
Passa mais creme aí que essa é uma área muito delicada.
Fiquei ali por mais um tempo até que minha mãe, sem dizer uma palavra, segurou minha mão e a tirou. Então pude ver com toda clareza como umas gotas de líquido branco saíam da buceta da minha mãe, fiquei olhando e depois dessa primeira descarga veio outra e outra. Naquele momento, sem saber por quê, deu vontade de me jogar entre as pernas dela e comer aquele líquido igual a Amparo tinha comido meu gozo à noite, mas não tive coragem.
Pra encerrar a operação, minha mãe me disse:
Jimmy, você fez muito bem, muito obrigada.
Fernando, depois de me olhar com cara de ódio como se eu tivesse roubado algo que era dele por direito, se virou pra mãe dele e disse que ela também precisava de protetor.
Amparo respondeu: Achei que você não ia se importar se sua mãe se queimasse.
Meu amigo partiu pra tarefa com tanto ímpeto, ou talvez tão puto, que a mãe dele teve que pedir pra ele fazer as coisas com mais cuidado.
Corrigido o furor inicial, Fernando não deixou um centímetro quadrado sem proteger. Me senti meio confuso porque ver meu amigo acariciando o que naquela mesma noite tinha sido meu não me agradou nem um pouco. De repente me senti com ciúmes e puto com ele.
Naquele dia, pela primeira vez, fomos os quatro pra água ao mesmo tempo, o que nos deu a oportunidade de dar mergulhos, afogar um ao outro e nos apalpar por cima e por baixo d'água.
Paramos um tempo pra sentar em volta de uma caixa térmica portátil onde a gente tinha levado bebidas e algo pra petiscar. A cena pra mim foi Inesquecível, os quatro sentados frente a frente, os quatro pelados, eu e Jimmy com nossos soldadinhos em posição de sentido e as duas mulheres com suas bucetas abertas por causa da postura ou talvez pela decisão de nos excitar.
Mal tínhamos terminado de comer, minha mãe disse que queria voltar pra casa, que estava muito cansada.
Eu, com o sol me dando uma preguiça danada, tô doida pra chegar em casa e tirar um bom cochilo.
Eu, que na época não sabia o que as duas mulheres estavam tramando, não consegui ver o olhar que Fernando deu pra minha mãe ao ouvir a palavra cochilo.
Chegamos em casa, largamos as tralhas e minha mãe disse:
Vou tirar um cochilo, tô morta.
Fernando imitou ela:
Eu também vou deitar um pouco.
Como todos os quartos estavam na mesma direção, achei super natural os dois irem.
Quando Amparo e eu ficamos sozinhos, ela me disse:
Fiquei com ciúmes vendo você passando a mão na sua mãe, devia ter pedido pra mim. Ou será que agora ela te atrai mais do que eu?
Que absurdo você tá falando, nenhuma mulher no mundo me atrai mais do que você, além do mais ela é minha mãe.
Mas não vai negar que ficou de pau duro passando o creme nela.
Bom, sim, um pouquinho.
Assim são os homens, ontem flertando comigo, me fazendo criar esperança de que eu te agrado, e hoje você fica excitado acariciando outra mulher.
Amparo, pelo amor de Deus, você me encanta, é a mulher mais gostosa do mundo e eu não penso em outra.
Você diz isso pra eu te perdoar.
Sim, por favor, não leva a sério algo que foi sem querer. Comecei a acariciar minha mãe e, sem eu querer, ele endureceu.
Não sei se vou me arrepender, mas acredito em você, tanto que vou te pedir pra vir tirar um cochilo comigo.
Você quer que eu tire um cochilo com você?
Sim, tô doida por isso, o tempo todo que a gente passou no rio fiquei pensando em a gente tirar um cochilo juntos, não quero esperar a noite chegar.
Fomos pro quarto dela e, assim que os dois se enfiaram na cama, a Amparo não enro lou.
"Fiquei pensando, dei mil voltas e cheguei a uma conclusão: quero transar com você, é uma loucura, tenho mais de vinte anos que você, sou sua tia, bem, sua meia-tia, mas tô louca pra te dar meu corpo e você me fazer sua. Olha como eu tô molhada."
Ela levou minha mão até a buceta dela e tava falando a verdade, uma fonte jorrava entre as coxas dela.
"Como a gente faz?"
"Vamos nos acariciar um pouquinho pra ficar ainda mais quentes, embora eu já esteja pegando fogo."
A gente começou a se acariciar mutuamente, mas naquela hora as carícias já eram só um aperitivo e os dois queriam chegar ao prato principal. Amparo, agora eu sei, tinha tudo perfeitamente planejado.
"Dessa vez, o que eu quero é que você coma minha boceta."
Sem saber muito bem o que fazer, me coloquei entre aquelas coxas com que tanto tinha sonhado e dirigi minha língua pra entrada da buceta dela. Comecei dando lambidas largas de baixo pra cima. Quando chegava embaixo, sentia uma mudança de sabor, tava passando a língua no cu dela.
"Assim, assim, meu amor, me dá com sua língua no meu cu, me dá que me deixa tesuda pra caralho e me dá vontade de você me foder como uma puta, continua..."
E eu continuei, tava no paraíso sentindo como a boceta da Amparo não parava de soltar uns sucos que pra mim eram deliciosos.
Amparo decidiu me ajudar e com as mãos separou os lábios dela e pediu pra eu passar a língua no clitóris dela, eu não sabia onde encontrar, mas quando sentiu uma das minhas lambidas, Amparo falou:
"Aí, me dá aí, me dá aí sua língua e chupa como se quisesse engolir."
Fiz o que ela mandava e num certo momento fui testemunha do que acontecia com ela quando chegava no auge da excitação.
Ela apertou as coxas contra minha cabeça e começou a se torcer que nem uma lagartixa, enquanto não parava de falar coisas.
"Come toda a minha boceta, come, me dá sua língua que... Você me deixou molhada que nem uma puta, e tudo que eu quero é que você me dê prazer antes de me foder, porque o que me deixa louca é pensar que você vai meter essa pica grossa e dura. Você quer me foder? Você também quer empalar sua tia com essa pica que eu chupei ontem?
E pouco depois: Continua me chupando e mete um dedo no meu cu, no cu pelo amor de Deus, no cu. Quando você já tiver me fodido, eu sei o que você vai pedir em seguida. E sem esperar minha resposta, ela disse: você vai pedir meu cu, não vai parar até me ter de quatro com sua pica enfiada no meu cu, eu sei.
E você vai me dar?
Tô louca pra ter você enfiado em todos os meus buracos, e meu cu me dá muito tesão, mas hoje quero que você foda minha buceta.
Meu amor, continua que eu tô gozando muito forte, e assim que eu gozar quero que você suba e meta, sentir você enfiando sua pica enquanto ainda tô gozando é divino, me dá um prazer infinito.
Já tô gozando, tô gozando muito forte, muito forte, que delícia meu amor, mete ela toda, mete agora, de uma vez. Me fode, me fode agora.
Escalei a carne dela e me posicionei, Amparo, sabendo da minha inexperiência, pegou minha pica e apontou pra entrada onde queria me receber. Senti uma pequena resistência quando minha cabeça encostou na entrada da buceta dela, e depois disso deslizei pra dentro até minhas coxas baterem na carne dela.
Amparo me recompensou com um grito:
Aaaaagh, que delícia, sinto você, minha buceta tá cheia, sinto como aperto você com minha boceta, você me mata de prazer, agora me dá, entra e sai de mim, me fode. Quando eu disser que tô gozando, não para, continua me fodendo que eu posso gozar cinco ou seis vezes numa transa. Adoro sentir suas bolas batendo na minha xereca. Você tá me matando de felicidade, safado.
Enquanto isso, eu entrava e saía da buceta dela até quase ter minha pica toda pra fora, e de lá enfiava de novo até o fundo.
Você mentiu pra mim, não é a primeira vez que você fode uma mulher. Juro, é a primeira vez, só quero ir com calma porque não quero fazer errado.
Tá fazendo muito bem, me deixou com muito tesão porque você tá me comendo muito gostoso, agora mete mais forte.
Comecei a bombar com mais energia, mas ainda com cuidado, e pouco depois Amparo pediu:
Me come igual um animal, quero sentir suas pirocadas como se quisesse me matar, como se quisesse me atravessar, mete forte meu amor, me dá toda a sua pica e não para mesmo que eu diga que tô gozando, eu consigo gozar umas seis vezes se me comerem direito. Continua, que gostoso você me faz. E como é grossa a sua pica.
Amparo começou a dar sinais de que ia gozar, um deles foi cravar as unhas nas minhas costas enquanto falava:
Tô gozando, meu menino, tô gozando, mas continua me comendo, continua pegando essa buceta que é sua, continua me dando prazer que você me deixou no auge e vou gozar de novo. E você, o que sente?
Tô no paraíso, meu amor, tô numa felicidade completa, tô comendo a mulher que amo. Você me mata de prazer.
Continua, meu menino, continua que quero gozar de novo.
Se Amparo, em média, gozava cinco ou seis vezes, eu não consegui isso; ela disse que tava gozando pela terceira vez quando senti que meu limite tava chegando, senti como se a vida tivesse escapando quando me derramei dentro dela. Ela sentiu.
Que gostoso sinto seu gozo entrando em mim, que quente ele tá, sinto você, meu amor, noto como você enche minha boceta com seu gozo. Não tira de dentro de mim, continua dentro que eu também tô gozando.
Quando já tínhamos nos recuperado, chegou a hora das confidências, Amparo me disse:
Fica sabendo que seu querido amigo Fernando agora mesmo tá na cama com sua mãe.
Não acredito, você tá me zoando. Eu também sabia fingir e mostrar surpresa.
Fernando é louco pela Carmen, e ela gosta muito do meu filho, agora mesmo é capaz de estarem transando ou talvez já tenham terminado.
Acho impossível, não é Não deixa ela te enganar, é que não entra na minha cabeça.
Você tem muita facilidade, vai no quarto do Fernando e vê que tá vazio.
Levantei, fui pelo corredor até o quarto do Fernando, abri a porta e, como a Amparo tinha dito, tava vazio.
Voltei pra cama e continuei fingindo surpresa.
Você sabia disso?
Eu não sabia de nada, mas quando sua mãe disse que queria tirar uma soneca e meu filho falou que também queria, eu soube que iam foder, conheço os dois muito bem. Sua mãe tá igual a mim, muito carente de um homem que a ame e que satisfaça ela na cama. Não me surpreendeu nada, se eu tava louca pra você me foder, não me choca que a Carmen queira foder meu filho.
Senti necessidade de perguntar se a transa tinha sido satisfatória pra minha parceira:
Você tem que me perdoar se não te dei todo o prazer que esperava, foi minha primeira vez, na próxima espero fazer melhor.
Você me deu uma foda monstra, me fez gozar quatro vezes e não só isso, gozei muito forte, perdi a cabeça e achei que ia desmaiar de tanto prazer. Se você já me deixou louca na primeira vez, não quero nem imaginar o que vai fazer quando pegar prática. Você tem uma pica que é feita na minha medida e fode muito gostoso.
Ela baixou levemente a cabeça e beijou a cabeça do meu pau. E, falando com ele, disse:
Quanto prazer você vai me dar.
A transa tinha me deixado morto, a ponto de eu ter dormido. Amparo me acordou com um beijo. Assim que acordei, propus que a gente fodesse de novo, na real, eu tava com o pau duro igual a um taco.
Ela, sempre controladora, me disse:
Não quero te esgotar, meu amor, essa noite a gente vai foder de novo, já tô doida por isso também, mas se dá um tempo pra se recuperar. Vamos tomar alguma coisa.
Fomos pra cozinha, onde estavam minha mãe e meu amigo tomando uma espécie de aperitivo, apesar de já serem quase oito da noite.
Amparo, assim que os viu, decidiu que ia deixar as coisas claras. Carmen, e Fernando, pelo que vejo vocês foram tirar uma soneca. Eu e Jimmy, em vez de dormir, nos dedicamos a foder. Ele me comeu de um jeito antológico, gostei tanto que hoje à noite ele vai dormir na minha cama. Já sabem.
Foi minha mãe quem respondeu:
Amparo, ontem à noite no hotel, seu filho ficou me paquerando e me deixou com muito tesão. Acabamos nos acariciando, nós também não dormimos. Ontem fiquei com muita vontade de ele meter em mim, e hoje ele meteu. Me comeu de um jeito delicioso. E também quero que Fernando durma comigo hoje à noite e me foda de novo.
Amparo continuou com seu plano:
Esses dois tarados se aproveitaram da necessidade de duas pobres mulheres e não pararam até a gente ceder às exigências deles. Mas não me arrependo, ele me fodeu muito gostoso.
Ainda nos restavam quase duas semanas de férias, duas semanas para ficarmos os quatro juntos, e duas semanas em que muitas surpresas nos esperavam.
Continua.
11 comentários - O segredo da mãe do meu melhor amigo II
Espero que continuen sus aventuras. 😀