Minha irmã estava na piscina tomando sol de topless, linda demais, toda tranquila a putinha. Ela tinha uns peitões enormes, autenticamente descomunais, duros, empinados e criminalmente gostosos. Os bicos eram gigantescos, isso, mais que uns peitos pareciam um par de melões. Eu ficava com muita vergonha, mas a verdade é que me deixava durasso, então eu costumava subir pro meu quarto bater uma punheta olhando pra ela. Eu não via como algo imoral ou pervertido. Eram os únicos peitões bons ao meu alcance, e bater punheta ao vivo é a coisa mais divertida, né? Além disso, quando você tem 20 anos e ainda é virgem, os limites do certo e do errado ficam bem confusos.
Tão distraído eu estava na minha tarefa estimulante, que nem percebi minha mãe entrando no meu quarto pra guardar umas roupas limpas.
— O que você tá fazendo, Sérgio? — Perguntou como se nada fosse. Eu fiquei petrificado, com meu pau duro na mão. Ela já devia estar ali há uns segundos, e eu não conseguia esconder o que tava fazendo. Mas era ainda pior. Eu tava encostado na janela, olhando pra baixo, e a única coisa que tinha eram os peitos da minha irmã — a filha dela! Pensei em me matar. Ela se aproximou da janela e olhou.
— Ah, sua irmã, lógico, se ela fica por aí provocando, o que quer? A verdade é que ela tem uns peitos incríveis. Continua, continua, não vou te atrapalhar mais.
Faltou um segundo pra eu entrar em choque. Ela levou aquilo com tanta naturalidade? Eu continuava paralisado enquanto ela guardava as roupas. Antes de sair, ela reparou em mim de novo e viu que eu ainda tava imóvel.
— O que foi, bobo? Por que não continua? Tá com vergonha de eu te ver batendo uma punhetinha? Se é a coisa mais natural do mundo, bobinho. — Eu continuava catatônico.
— Vou te ajudar, você só olha pra ela e goza à vontade. — E sem mais nem menos, a mão da minha mãe agarrou meu pau, que já tava completamente mole de susto. Ela me olhou surpresa.
— O que foi? Ah, claro, de tão longe você não deve conseguir ver direito. Espera, vou chamar ela. — E a puta abriu a janela. janela e começou a gritar chamando minha irmã.
— Susana, Susana, sobe um momento no quarto do teu irmão!! —
— Já vou, mãe! — Gritou minha irmã lá de baixo. E isso quase me matou. Agora as duas iam saber!
— Já vai ver que beleza, com ela pertinho isso aí a mamãe termina num segundinho — Dizia como se fosse me fazer um lanchinho. Eu morria ouvindo os passos descalços da minha irmã subindo as escadas.
— O que cê quer, mãe? — Perguntou ela ao entrar pela porta. Tava uma gostosa!!!, com o cabelo loiro preso em duas maria-chiquinhas e quase 1,65 de altura. Pelo menos tinha se coberto um pouco com uma camiseta.
— Dá-lhe, amor, senta aí e mostra as tetas pro teu irmãozinho, que ele tava batendo uma punheta na sua saúde e eu vou terminar o serviço pra ele —.
— Que saco, mãe! Agora é a melhor hora do dia pra pegar um bronzeado. Que que esse otário tem? Não pode bater uma como sempre, me olhando na piscina? — Acho que meu coração já tinha parado.
— Dá-lhe, não seja egoísta que é teu irmão mais novo, é um segundo, além disso eu mesma vou fazer e cê vai ver que não demora nada, você sempre goza rapidinho quando eu enfiava os dedinhos — Sem dúvida, atraído pela conversa, meu velho fez sua entrada em cena. Agora as coisas iam voltar ao normal. Ia levar uns tapas e tudo voltaria ao lugar.
CONTINUA
Tão distraído eu estava na minha tarefa estimulante, que nem percebi minha mãe entrando no meu quarto pra guardar umas roupas limpas.
— O que você tá fazendo, Sérgio? — Perguntou como se nada fosse. Eu fiquei petrificado, com meu pau duro na mão. Ela já devia estar ali há uns segundos, e eu não conseguia esconder o que tava fazendo. Mas era ainda pior. Eu tava encostado na janela, olhando pra baixo, e a única coisa que tinha eram os peitos da minha irmã — a filha dela! Pensei em me matar. Ela se aproximou da janela e olhou.
— Ah, sua irmã, lógico, se ela fica por aí provocando, o que quer? A verdade é que ela tem uns peitos incríveis. Continua, continua, não vou te atrapalhar mais.
Faltou um segundo pra eu entrar em choque. Ela levou aquilo com tanta naturalidade? Eu continuava paralisado enquanto ela guardava as roupas. Antes de sair, ela reparou em mim de novo e viu que eu ainda tava imóvel.
— O que foi, bobo? Por que não continua? Tá com vergonha de eu te ver batendo uma punhetinha? Se é a coisa mais natural do mundo, bobinho. — Eu continuava catatônico.
— Vou te ajudar, você só olha pra ela e goza à vontade. — E sem mais nem menos, a mão da minha mãe agarrou meu pau, que já tava completamente mole de susto. Ela me olhou surpresa.
— O que foi? Ah, claro, de tão longe você não deve conseguir ver direito. Espera, vou chamar ela. — E a puta abriu a janela. janela e começou a gritar chamando minha irmã.
— Susana, Susana, sobe um momento no quarto do teu irmão!! —
— Já vou, mãe! — Gritou minha irmã lá de baixo. E isso quase me matou. Agora as duas iam saber!
— Já vai ver que beleza, com ela pertinho isso aí a mamãe termina num segundinho — Dizia como se fosse me fazer um lanchinho. Eu morria ouvindo os passos descalços da minha irmã subindo as escadas.
— O que cê quer, mãe? — Perguntou ela ao entrar pela porta. Tava uma gostosa!!!, com o cabelo loiro preso em duas maria-chiquinhas e quase 1,65 de altura. Pelo menos tinha se coberto um pouco com uma camiseta.
— Dá-lhe, amor, senta aí e mostra as tetas pro teu irmãozinho, que ele tava batendo uma punheta na sua saúde e eu vou terminar o serviço pra ele —.
— Que saco, mãe! Agora é a melhor hora do dia pra pegar um bronzeado. Que que esse otário tem? Não pode bater uma como sempre, me olhando na piscina? — Acho que meu coração já tinha parado.
— Dá-lhe, não seja egoísta que é teu irmão mais novo, é um segundo, além disso eu mesma vou fazer e cê vai ver que não demora nada, você sempre goza rapidinho quando eu enfiava os dedinhos — Sem dúvida, atraído pela conversa, meu velho fez sua entrada em cena. Agora as coisas iam voltar ao normal. Ia levar uns tapas e tudo voltaria ao lugar.
CONTINUA
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