Fala, galera P! Meninas e meninos, meu nome é o de menos nessa comunidade, o que importa é que vocês saibam que todas as histórias que vou contar são reais, vividas e experimentadas por mim. Se em algum momento eu resolver contar alguma fantasia, vou avisar.
Sou homem, tenho 27 anos agora, e minha vida sexual começou aos 16 e foi bem movimentada, porque desde que me entendo por gente sempre gostei de experimentar.
Sem mais enrolação, vou deixar dois relatos: o primeiro é sobre perder a virgindade com uma garota. Se vocês gostarem e pedirem por mensagem privada, o próximo vai ser o dia em que perdi a virgindade com um cara (sim, por trás).A ex do meu primo me tirou a virgindade.A infidelidade (não consensual) é uma das poucas coisas que eu recuso, traição é algo que nunca vou me permitir, vai contra a minha natureza, mas não minto ao dizer que estava perdidamente apaixonado pela namorada do meu primo-irmão, que por sinal morava comigo naquela época, eu tinha 16 e ele 17. Por causa dos estudos, ele veio da cidade dele pra morar na cidade aqui em casa, a gente estudava no mesmo colégio e sempre fomos muito unidos, tipo irmãos, nos defendíamos, íamos juntos em shows de rock, andávamos de skate e foi assim que conhecemos essa mina que vamos chamar de Fernanda, também de 16 anos. Fernanda inicialmente era minha amiga, conheci ela num show que fui sozinho porque meu primo ficou estudando em casa (ele era mais estudioso que eu). Vi ela sozinha num canto do pub e não pensei duas vezes em puxar assunto, nunca fui uma pessoa tímida, mas quando cheguei perto dela, senti um frio na barriga e um suor frio descendo pela nuca. Cheguei nervoso e comecei a conversar sobre bandas e sobre a cor do cabelo dela (tinha as pontas tingidas de rosa choque), ela disse que a dela era mais pro punk, mas não fechava pra nada, eu falei que gostava mais de rock progressivo, mas também não fechava pra nada, então combinamos de trocar música na semana seguinte.
Cheguei em casa e, de tão cansado, capotei no sono. No dia seguinte, meu primo me perguntou como foi o rolê, respondi que foi legal, que conheci uma mina e que ia vê-la em alguns dias, se ele quisesse, podia ir junto. Sem hesitar, ele topou. Chegou o dia e fomos nós dois pra casa da Fernanda, que já sabia que eu ia com meu primo, que também curtia rock. Chegamos e a irmã mais velha abriu a porta, mandou a gente entrar direto pro quarto da Fernanda, que já tava esperando, e foi embora. Não me vi no espelho, mas sei que a cara que eu tava fazendo ao olhar pra ela era de um otário completamente apaixonado, o que me matou foi ver que ela tava com a mesma cara, mas olhando pro meu primo, não pra mim.
O chão se abriu debaixo dos meus pés, mas não deixei transparecer. Naquela tarde, a Passamos bem, Fernanda tinha nos esperado com um baseado e música boa, passamos a tarde batendo papo, fumando e rindo, e combinamos de sair juntos no fim de semana. Chegou o fim de semana e, nessa altura, Fernanda e meu primo já estavam juntos. Mesmo assim, saímos os três e, embora no começo eu me sentisse desconfortável, estar perto da Fernanda era tudo que eu precisava, então aceitei continuar saindo com eles. E quanto mais saíamos, mais perto eu queria ficar. Como se nada tivesse acontecido, passou um ano que Fernanda e meu primo estavam namorando, e meus sentimentos (e minha tesão) por ela só tinham crescido. Foi numa tarde que meu primo chegou perto de mim bem preocupado e despejou todos os problemas existenciais dele, o que me surpreendeu, porque mesmo morando com ele e estando junto 24 horas por dia, não imaginava que ele se sentisse daquele jeito. Ele tinha muita coisa na cabeça e no coração, e me disse que ia terminar com a Fer, que não se sentia capaz de lidar nem consigo mesmo, muito menos com um relacionamento. Abracei ele e falei pra fazer o que achasse necessário pro bem-estar dele, mas que, se fosse terminar com a Fer, machucasse ela o mínimo possível. Ele foi pra casa da Fer e voltou no fim da tarde; tinham terminado numa boa. Nas semanas seguintes, não soube mais dela, até que uma tarde recebi um SMS no celular. Era ela, pedindo pra eu ir na casa dela conversar. Cheguei na casa dela mais ansioso do que nunca, mas sem demonstrar; pelo contrário, me mostrei meio misterioso e intrigado ao mesmo tempo. Fui direto pro quarto dela, e lá estava ela: pálida, com o cabelo pintado de preto (ela era morena originalmente) e umas olheiras que pareciam maquiadas. Nos abraçamos por um bom tempo e depois sentamos na cama dela. Ela me contou que estava passando mal, que sabia que não era motivo pra tanto, mas que naquele ano já tinha se acostumado a ficar com meu primo e com nossos rolês juntos. Fiquei surpreso que ela também estivesse mal, porque eu tinha parado de vê-la, e falei que por mim não tinha problema continuar saindo com ela, que ela era minha amiga acima de tudo. Tudo bem, e com meu primo tava tudo certo, já que foi ele quem decidiu terminar. Ela ficou feliz e, pra comemorar, acendeu um baseado que tava debaixo do travesseiro. Pra relaxar mais, coloquei um disco que deixei com ela tempos atrás, era uma coletânea de rock psicodélico e, no meio, tocava Fleetwood Mac, e dei a opção dela repetir a música Albatross (se vocês ouvirem enquanto leem isso, vão se sentir naquele momento).
O baseado já tava na metade, dei uma tragada e passei pra Fer, ela deu uma tragada épica, tanto que queimou quase tudo, se aproximou devagar de mim, me deu um beijo que, sem hesitar, correspondi, e começou a soprar toda a fumaça na minha boca, coisa que também correspondi e puxei tudo. Continuamos nos beijando e, entre o barato e os beijos, já estávamos pelados, de joelhos na cama dela. Ela era um pouco mais baixa que eu (eu tenho 1,74) e era cheinha, não gordinha, mas tinha bastante carne. Comecei a acariciar os peitos dela, com medo, já que nunca tinha tocado uns peitos na vida real, e ela começou a me guiar, fazendo eu amassá-los com força. Com uma mão, amassava as tetas dela e, com a outra, comecei a amassar do mesmo jeito a bunda dela. Ela, ao mesmo tempo, me acariciava bem suave no pau, me masturbava delicadamente até que, com um empurrão, me jogou na cama, montou em cima de mim e sentou no meu abdômen, continuando a me beijar. Ao sentir o corpo dela descendo pro meu pau, parei e confessei que era virgem. Vi um brilho nos olhos dela e ela continuou descendo: "Fica tranquilo que vou te ensinar", ela disse. Com essas palavras, fiquei durasso como nunca! Ela continuou descendo até que senti um calor incomparável, era a entrada da buceta dela, totalmente molhada. Ela se esfregou um pouco e, de uma sentada, enfiou tudo, soltou um gemido entre dor e prazer e começou a cavalgar em mim, devagar e depois rápido, subia lentamente até quase tirar todo o meu pau dela e se deixava cair violentamente, enquanto molhava minhas bolas, minha virilha e até senti os líquidos dela no meu cu. Uma delícia total. Eu, por minha vez, amasso os peitos dela alternando com a bunda, ela solta uma das mãos que tinha cravadas no meu peito e pega na minha mão que estava na bunda dela e leva direto pra entrada do cu dela, que nessa altura já tava todo molhado com os próprios fluidos dela, e fala -brinca um pouco-, sem esperar segunda ordem começo a brincar com o cu dela, primeiro enfio a pontinha do dedo indicador e faço movimentos circulares, em poucos segundos ela fala desesperada -enfia tudo, vou gozar-, sem hesitar e sem dificuldade enfio tudo e foi a sensação mais gostosa sentir através do cu dela como meu pau entrava e saía da buceta dela, ao sentir isso não aguentei mais e falo que vou gozar que não aguento, ela dá mais umas boas cavalgadas e violentamente pula do meu pau, se ajoelha e mal tinha pousado a língua no meu pau começo a gozar nela, esvaziei dentro da boca dela, nas bochechas dela e até salpiquei o peito dela. Ela continua chupando até começar a ficar mole. Ela limpa os restos de porra com uma roupa suja e se deita do meu lado, nos abraçamos, nos beijamos (não me incomodou sentir o gosto de porra na boca dela) e sem perceber caímos no sono. Acordamos com uma buzina tocando, eram os pais dela chegando do trabalho, meio nervosos nos vestimos como dá, ela passa perfume e vai abrir a garagem, volta minutos depois e fala que eu tava convidado pra jantar, pra ficar.
No jantar e debaixo da mesa ela acariciava minha mão, com olhares cúmplices sorríamos.
Bom, galera do P! Espero que tenham gostado do relato, eu adorei lembrar dessa primeira vez que foi a primeira de muitas, ficamos 4 meses nos vendo e descarregando mutuamente todo esse tesão que a gente tinha, mas eventualmente a amizade foi mais forte quando ela me contou que tava afim de um cara mais velho que a gente e que queria dar uma parada no nosso rolo mas sem deixar de nos ver como amigos. Pra então eu também comecei a sair com outras minas e agora, onze anos depois, continuamos sendo amigos. Na real, hoje ela tá saindo com um amigo que eu apresentei pra ela. Nunca mais a gente transou, mas se um dia rolasse de novo, eu não ia recusar e ia correr pra contar pra vocês.
Sou homem, tenho 27 anos agora, e minha vida sexual começou aos 16 e foi bem movimentada, porque desde que me entendo por gente sempre gostei de experimentar.
Sem mais enrolação, vou deixar dois relatos: o primeiro é sobre perder a virgindade com uma garota. Se vocês gostarem e pedirem por mensagem privada, o próximo vai ser o dia em que perdi a virgindade com um cara (sim, por trás).A ex do meu primo me tirou a virgindade.A infidelidade (não consensual) é uma das poucas coisas que eu recuso, traição é algo que nunca vou me permitir, vai contra a minha natureza, mas não minto ao dizer que estava perdidamente apaixonado pela namorada do meu primo-irmão, que por sinal morava comigo naquela época, eu tinha 16 e ele 17. Por causa dos estudos, ele veio da cidade dele pra morar na cidade aqui em casa, a gente estudava no mesmo colégio e sempre fomos muito unidos, tipo irmãos, nos defendíamos, íamos juntos em shows de rock, andávamos de skate e foi assim que conhecemos essa mina que vamos chamar de Fernanda, também de 16 anos. Fernanda inicialmente era minha amiga, conheci ela num show que fui sozinho porque meu primo ficou estudando em casa (ele era mais estudioso que eu). Vi ela sozinha num canto do pub e não pensei duas vezes em puxar assunto, nunca fui uma pessoa tímida, mas quando cheguei perto dela, senti um frio na barriga e um suor frio descendo pela nuca. Cheguei nervoso e comecei a conversar sobre bandas e sobre a cor do cabelo dela (tinha as pontas tingidas de rosa choque), ela disse que a dela era mais pro punk, mas não fechava pra nada, eu falei que gostava mais de rock progressivo, mas também não fechava pra nada, então combinamos de trocar música na semana seguinte.
Cheguei em casa e, de tão cansado, capotei no sono. No dia seguinte, meu primo me perguntou como foi o rolê, respondi que foi legal, que conheci uma mina e que ia vê-la em alguns dias, se ele quisesse, podia ir junto. Sem hesitar, ele topou. Chegou o dia e fomos nós dois pra casa da Fernanda, que já sabia que eu ia com meu primo, que também curtia rock. Chegamos e a irmã mais velha abriu a porta, mandou a gente entrar direto pro quarto da Fernanda, que já tava esperando, e foi embora. Não me vi no espelho, mas sei que a cara que eu tava fazendo ao olhar pra ela era de um otário completamente apaixonado, o que me matou foi ver que ela tava com a mesma cara, mas olhando pro meu primo, não pra mim.
O chão se abriu debaixo dos meus pés, mas não deixei transparecer. Naquela tarde, a Passamos bem, Fernanda tinha nos esperado com um baseado e música boa, passamos a tarde batendo papo, fumando e rindo, e combinamos de sair juntos no fim de semana. Chegou o fim de semana e, nessa altura, Fernanda e meu primo já estavam juntos. Mesmo assim, saímos os três e, embora no começo eu me sentisse desconfortável, estar perto da Fernanda era tudo que eu precisava, então aceitei continuar saindo com eles. E quanto mais saíamos, mais perto eu queria ficar. Como se nada tivesse acontecido, passou um ano que Fernanda e meu primo estavam namorando, e meus sentimentos (e minha tesão) por ela só tinham crescido. Foi numa tarde que meu primo chegou perto de mim bem preocupado e despejou todos os problemas existenciais dele, o que me surpreendeu, porque mesmo morando com ele e estando junto 24 horas por dia, não imaginava que ele se sentisse daquele jeito. Ele tinha muita coisa na cabeça e no coração, e me disse que ia terminar com a Fer, que não se sentia capaz de lidar nem consigo mesmo, muito menos com um relacionamento. Abracei ele e falei pra fazer o que achasse necessário pro bem-estar dele, mas que, se fosse terminar com a Fer, machucasse ela o mínimo possível. Ele foi pra casa da Fer e voltou no fim da tarde; tinham terminado numa boa. Nas semanas seguintes, não soube mais dela, até que uma tarde recebi um SMS no celular. Era ela, pedindo pra eu ir na casa dela conversar. Cheguei na casa dela mais ansioso do que nunca, mas sem demonstrar; pelo contrário, me mostrei meio misterioso e intrigado ao mesmo tempo. Fui direto pro quarto dela, e lá estava ela: pálida, com o cabelo pintado de preto (ela era morena originalmente) e umas olheiras que pareciam maquiadas. Nos abraçamos por um bom tempo e depois sentamos na cama dela. Ela me contou que estava passando mal, que sabia que não era motivo pra tanto, mas que naquele ano já tinha se acostumado a ficar com meu primo e com nossos rolês juntos. Fiquei surpreso que ela também estivesse mal, porque eu tinha parado de vê-la, e falei que por mim não tinha problema continuar saindo com ela, que ela era minha amiga acima de tudo. Tudo bem, e com meu primo tava tudo certo, já que foi ele quem decidiu terminar. Ela ficou feliz e, pra comemorar, acendeu um baseado que tava debaixo do travesseiro. Pra relaxar mais, coloquei um disco que deixei com ela tempos atrás, era uma coletânea de rock psicodélico e, no meio, tocava Fleetwood Mac, e dei a opção dela repetir a música Albatross (se vocês ouvirem enquanto leem isso, vão se sentir naquele momento).
O baseado já tava na metade, dei uma tragada e passei pra Fer, ela deu uma tragada épica, tanto que queimou quase tudo, se aproximou devagar de mim, me deu um beijo que, sem hesitar, correspondi, e começou a soprar toda a fumaça na minha boca, coisa que também correspondi e puxei tudo. Continuamos nos beijando e, entre o barato e os beijos, já estávamos pelados, de joelhos na cama dela. Ela era um pouco mais baixa que eu (eu tenho 1,74) e era cheinha, não gordinha, mas tinha bastante carne. Comecei a acariciar os peitos dela, com medo, já que nunca tinha tocado uns peitos na vida real, e ela começou a me guiar, fazendo eu amassá-los com força. Com uma mão, amassava as tetas dela e, com a outra, comecei a amassar do mesmo jeito a bunda dela. Ela, ao mesmo tempo, me acariciava bem suave no pau, me masturbava delicadamente até que, com um empurrão, me jogou na cama, montou em cima de mim e sentou no meu abdômen, continuando a me beijar. Ao sentir o corpo dela descendo pro meu pau, parei e confessei que era virgem. Vi um brilho nos olhos dela e ela continuou descendo: "Fica tranquilo que vou te ensinar", ela disse. Com essas palavras, fiquei durasso como nunca! Ela continuou descendo até que senti um calor incomparável, era a entrada da buceta dela, totalmente molhada. Ela se esfregou um pouco e, de uma sentada, enfiou tudo, soltou um gemido entre dor e prazer e começou a cavalgar em mim, devagar e depois rápido, subia lentamente até quase tirar todo o meu pau dela e se deixava cair violentamente, enquanto molhava minhas bolas, minha virilha e até senti os líquidos dela no meu cu. Uma delícia total. Eu, por minha vez, amasso os peitos dela alternando com a bunda, ela solta uma das mãos que tinha cravadas no meu peito e pega na minha mão que estava na bunda dela e leva direto pra entrada do cu dela, que nessa altura já tava todo molhado com os próprios fluidos dela, e fala -brinca um pouco-, sem esperar segunda ordem começo a brincar com o cu dela, primeiro enfio a pontinha do dedo indicador e faço movimentos circulares, em poucos segundos ela fala desesperada -enfia tudo, vou gozar-, sem hesitar e sem dificuldade enfio tudo e foi a sensação mais gostosa sentir através do cu dela como meu pau entrava e saía da buceta dela, ao sentir isso não aguentei mais e falo que vou gozar que não aguento, ela dá mais umas boas cavalgadas e violentamente pula do meu pau, se ajoelha e mal tinha pousado a língua no meu pau começo a gozar nela, esvaziei dentro da boca dela, nas bochechas dela e até salpiquei o peito dela. Ela continua chupando até começar a ficar mole. Ela limpa os restos de porra com uma roupa suja e se deita do meu lado, nos abraçamos, nos beijamos (não me incomodou sentir o gosto de porra na boca dela) e sem perceber caímos no sono. Acordamos com uma buzina tocando, eram os pais dela chegando do trabalho, meio nervosos nos vestimos como dá, ela passa perfume e vai abrir a garagem, volta minutos depois e fala que eu tava convidado pra jantar, pra ficar.
No jantar e debaixo da mesa ela acariciava minha mão, com olhares cúmplices sorríamos.
Bom, galera do P! Espero que tenham gostado do relato, eu adorei lembrar dessa primeira vez que foi a primeira de muitas, ficamos 4 meses nos vendo e descarregando mutuamente todo esse tesão que a gente tinha, mas eventualmente a amizade foi mais forte quando ela me contou que tava afim de um cara mais velho que a gente e que queria dar uma parada no nosso rolo mas sem deixar de nos ver como amigos. Pra então eu também comecei a sair com outras minas e agora, onze anos depois, continuamos sendo amigos. Na real, hoje ela tá saindo com um amigo que eu apresentei pra ela. Nunca mais a gente transou, mas se um dia rolasse de novo, eu não ia recusar e ia correr pra contar pra vocês.
1 comentários - Perdi a virgindade com a ex do meu primo