relato travesti, Minha Primeira Vez
ESPERO QUE DEIXEM COMENTÁRIOS BEM GOSTOSOS E QUENTES PRA ESSA PUTA GULOSA
Oi, meu nome de menina é Nayeli e sou tv de armário, atualmente tenho 23 anos. Desde sempre tive traços andróginos, nem masculinos nem femininos, mas se eu me arrumar bem, posso parecer uma garota bonitinha. Mas bem, a história que vou contar aconteceu quando eu tinha 11 anos, quando descobri as delícias de ser uma menininha submissa.
Desde os 8 ou 9 anos, adorava ver minha tia, que tinha uns 34 anos e se vestia muito sexy. Ela usava meias, minissaia e saltos agulha, ou collants bem apertados. Acho que desde aquela idade já ficava excitada vendo corpos e coisas femininas. No começo, gostava de imaginar que estava com ela, tocando ela, mas depois de alguns anos comecei a pensar e fantasiar em ser eu quem usava aquelas roupas lindas e femininas, e ficar tão gostosa quanto ela. Foi assim que comecei a ter uma atitude mais feminina, que ficava cada vez mais evidente.
Os anos passaram, e às vezes minha família visitava a casa da minha tia (que é divorciada), e levavam eu e meus irmãos para que minhas outras tias e minha mãe pudessem conversar.
Minha tia tem um filho chamado Raul. Naquela época, ele tinha 20 anos. Às vezes eu jogava Playstation com ele, e a gente deitava na cama do quarto dele. Eu sentia que ficava excitada por estar perto dele. E ele às vezes fazia comentários sobre se eu era gay, e eu simplesmente não respondia.
Isso aconteceu algumas vezes, até que um dia — um dia muito gostoso, que adoro lembrar — estávamos jogando Play quando eu ganhei dele. Ele ficou bravo e fez um "L" com a mão na frente do meu rosto. Eu só fiquei olhando pra mão dele, e ele percebeu. Então ele começou a deixar eu ganhar, e toda vez que perdia, fazia a mesma coisa. Até que num momento ele disse: "que viado você é" e enfiou o dedo da mão dele na minha boca (o dedo que simboliza o pau). Eu só me afastei, e ele riu, e continuamos jogando. Depois de mais algumas partidas — onde ele perdeu - fez a mesma coisa até que, sem querer, eu coloquei meus lábios como se fosse dar um beijo e ele passou o dedo entre eles. Depois de alguns segundos, eu falei que ele tinha um pau bem fininho - me referindo ao dedo dele - e ele só virou de lado, mas com um sorriso.
Depois disso (já era umas 1h da manhã) ele falou pra eu colocar um documentário na TV, a gente colocou e deitou pra dormir. Ele disse pra eu entrar nas cobertas, eu fiz isso e ele também entrou. A gente ficou bem colado, ele apagou a luz e de repente se mexia, e eu sentia ele chegando mais perto. Até que eu falei pra gente dormir logo. Ele desligou a TV e deitou de barriga pra cima. Depois de um tempo, eu virei de costas pra ele e tava quase dormindo, pensando em como ele tinha enfiado o dedo na minha boca, quando comecei a sentir ele virando devagar na minha direção. Eu fiquei parada até ele ficar atrás de mim. Comecei a ficar com muito tesão e me fiz de dormindo.
Minha bunda ficou bem na altura do pau dele. Eu tava de calcinha (ainda não usava cueca) e ele tava com uma cueca justa.
Nessa posição, ele começou a encostar a yummy cock dele na minha bunda. Ele dava umas roçadinhas de leve e passava o pau entre minhas nadeguinhas. Aquela sensação me deixava louca. Eu já tava muito molhada e o que ele tava fazendo me dava um tesão danado.
De repente, ele parava por uns minutos e começava de novo.
Chegou uma hora que eu tava tão com tesão que soltei um suspiro - como se tivesse dormindo - e me "ajeitei", encostando toda a minha bunda no meu primo. A sensação foi maravilhosa. Meu primo ficou parado e quase na hora colocou uma mão na minha cintura, encostou mais o pau dele, depois me abraçou e minha bunda ficou bem bem grudada no pacote dele enquanto ele me abraçava pela cintura. E foi assim que a gente dormiu.
Foi uma cumplicidade mútua, porque era óbvio que nenhum dos dois tava dormindo, mas ninguém falou nada.
No dia seguinte, a gente acordou super normal, como se nada tivesse acontecido, descemos pra tomar café. coisas assim até que à tarde minha tia e minha mãe disseram que iam ao centro e meu primo e eu ficaríamos. Essa foi a melhor notícia que eu podia receber.
Elas foram embora, eu liguei a TV e meu primo foi pro quarto dele. Depois de um tempo, ouvi ele entrar no banheiro, continuei vendo TV e de repente ele me chamou. Eu subi e ele me chamou de novo. Ele estava no banheiro e disse de dentro:
— Me ajuda?
Então eu entrei e ele disse:
— Me ajuda a abaixar o zíper, por favor, é que machuquei a mão — (péssima desculpa)
Eu fiquei olhando pra ele e falei:
— Tá bom.
Fiquei na frente dele e comecei a abaixar o zíper e notei como o volume dele tava muito grande e marcava uma piroca bem suculenta.
Abaixei e me afastei. E meu primo me disse:
— Você pode levantar a tampa?
Levantei e ele disse:
— Me ajuda a tirar ela pra fora? É que não consigo sozinho.
Quando ele disse isso, um sorriso se desenhou no meu rosto e meu primo também sorriu com maldade.
Então eu falei tá bom e desabotoei a calça dele, coloquei minha mãozinha e vi que a cueca dele tinha um lugar aberto e aí meti minha mão e tirei a piroca dele que naquele momento já tava bem grossa, mas não dura.
Quando vi, senti um arrepio e um gosto amargo na garganta, porque era a primeira vez que via uma que não fosse a minha (que era bem pequena) e tava cheia de pelos e bem morena.
Tirei ela pra fora e ele disse:
— Valeu, agora espera aqui.
Ele mijou e enquanto isso eu fiquei olhando a piroca linda dele que me fascinava e meus pensamentos naquele momento eram tocar ela de novo e encher de beijos gostosos e passar a língua como vi num filme.
Quando terminou, ele disse pra eu guardar ela, então eu falei:
— Sim, primo, como você quiser.
Então peguei ela de novo e ele disse pra eu sacudir. Aí sacudi como ele mandou, mas caíram umas gotinhas na minha mão e outra no meu rosto, mas não fiz nada pra tirar e guardei o pau dele de novo, subi o zíper e abotoei a calça dele.
Tudo isso meu primo planejou pra pra ver qual seria minha reação e como sempre fui muito obediente, acho que ele se animou a me propor um jogo.
Quando saímos do banheiro, ele me disse que já estava entediado de jogar no videogame e sugeriu que a gente brincasse de ser marido e mulher. Eu só respondi:
— Sim, mas como?
E ele disse que a gente ia brincar que ele chegava do trabalho muito cansado e que eu cuidaria dele. Ele falou:
— Você vai ser a mulher e eu o homem, porque sou mais alto. Você vai ser minha esposa.
— Sim, Raul, eu vou ser a mulher.
— Mas pra ser a mulher, você tem que vestir roupa de menina e agir como uma garota.
— Tá bom, mas que roupa eu posso vestir?
— Vem, vamos no quarto da minha mãe e você pega alguma coisa dela.
Entramos, ele revirou as gavetas e me deu a roupa que encontrou, colocou na cama e foi procurar saltos e uma peruca em cima do guarda-roupa.
— Veste essa calcinha e essa blusa da minha mãe.
— Raul, eu visto, mas promete que não vai rir de mim?
— Claro que não, você vai ser minha esposa, não posso rir de você.
— Também promete que não vai contar pra minha mãe nem pra ninguém?
— Não vou contar pra ninguém, mas você tem que fazer tudo que eu pedir, porque vou ser seu marido. Combinado?
— Combinado.
(Eu achava ele muito grandão e confiava no que ele dizia.)
Então vesti a tanga que era da minha tia e amei. Depois coloquei a calcinha florida, bem apertada e estilo pescador. Tirei a camisa que tava usando e vesti uma blusa rosa que ficou um pouco grande. Aí meu marido Raul colocou a peruca em mim e pintou meus lábios. Depois me deu uns saltos pretos brilhantes de agulha que, quando vi, fiquei apaixonada, eram lindos. Calcei e ficaram só um pouquinho apertados, mas amava me ver assim.
— Você tá linda.
Eu só sorri.
— Agora vai pra cozinha e eu vou chegar do trabalho.
Andei até a cozinha (com bastante dificuldade) e o som dos meus saltos no chão me encantava, me senti muito feminina. Entrei na cozinha e fechei a porta.
Ele bateu e abriu.
— Já cheguei. Cheguei, meu amor-
-Oi, gata, entra e senta-
-O que tem pra comer, preparou algo, linda?-
-Sim, meu amor, já vou te servir-
-Pega esse prato-
Eu aproximei um prato vazio e ele olhou
-Parece delicioso, mas...-
Ele pegou minha mão, me puxou pra ele e me sentou no colo dele
-Você parece mais deliciosa, meu amor-
-Valeu, Raul, me arrumei pra você-
Mal tinha começado o jogo e já estávamos muito quentes, eu sentia o pau dele duro debaixo da minha bunda.
-Linda, você gosta de ser minha esposa?-
-Adoro ser sua mulher e quero ser sua melhor esposa-
Então ele me beijou e eu só fiquei olhando pra ele
-Eu gosto que minha esposa me beije quando chego do trabalho, que seja carinhosa, que me dê o que peço-
-Sim, meu amor-
Aí ele pegou uma das minhas pernas e colocou sobre a outra. Eu olhei e era incrível, eu era toda uma mulher e muito gostosa, adorava como minhas pernas cruzadas ficavam com meia-calça e salto agulha. Então ele colocou a mão na minha cintura e me beijou, e eu respondi beijando ele também e colocando meus braços no pescoço dele.
Começou a roçar a língua dele na minha e nossa saliva se misturava aos poucos, era uma situação deliciosa.
Assim foi por um momento e eu sentia o volume dele ficar bem duro debaixo da minha bunda. Tanta excitação me fazia beijar meu homem com muita paixão enquanto ele tocava minhas pernas enfiadas na minha meia-calça apertada.
Naquele momento, eu já era toda uma mulherzinha pronta pra me entregar pro meu macho. Então parei de beijar ele, olhei nos olhos dele e falei "te amo, quero ser sua". Aí Raul me olhou, me deu um beijinho e se levantou da cadeira, me carregou no colo até o quarto dele.
Me colocou no chão e ficou atrás de mim, me abraçou por trás e começou a dizer que ia me fazer mulherzinha naquele dia, enquanto encostava o pau dele na minha bunda e lambia meu pescoço.
Naqueles momentos, eu ainda sentia um pouco de culpa por estar fazendo aquilo, por estar sendo tratada como uma mulher, mas no fundo era o que eu queria e me deixei levar por ele.
Ele me Ele me pegou e me levou na frente do espelho dele
E ficava me falando um monte de coisas gostosas.
—Essa mulherzinha linda é minha esposa—
—Você vai ser minha mulher a partir de hoje—
E eu só fechava os olhos e deixava ele me tocar inteirinha.
Ele ficou na minha frente e começou a me beijar com força, nossas línguas se tocavam muito gostoso, enquanto ele acariciava minha bundinha gostoso, e eu via no espelho como um homem estava me curtindo. Ele não parava de me tocar e de acariciar minha bunda e minhas pernas, dava pra ver que ele tava me curtindo e eu adorava sentir as mãos dele no meu rabo.
—Sou sua esposa, meu amor, e quero que você me faça sua—
—Fica de joelhos—
—Claro—
—Desabotoa minha calça e abaixa o zíper, Nayeli— (ele me chamou assim)
—Como você mandar, meu amor—
—Tira minha rola pra fora, abaixa minha calça—
—Agora chupa ela, coloca minha rola na sua boquinha—
Eu hesitei e olhei nos olhos dele, e ele também me olhou com cara de bronca.
—Você é minha esposa ou não? Tem que obedecer seu marido sempre. Você me ama ou não?—
—Claro que te amo e tenho que te obedecer—
Então comecei a chupar aquela rola gostosa. Coloquei na minha boquinha e mal cabia a metade, só ouvi ele suspirar e mexer a cintura.
O gosto e o cheiro me deixaram com um tesão danado, era uma rola deliciosa, muito quente e dura, e estava dentro da minha boquinha. Aquele pedaço de carne dura e quente estava cheio da minha saliva e ele me empurrava gostoso. Eu me via no espelho e adorava me ver submissa, comendo aquele pedaço de carne do meu marido. Tava claro que naquele jogo eu tinha que ser a mulher e ele o homem, não podia ser de outro jeito, eu nasci pra ser dominada, pra ser passiva, pra receber, ele colocava a rola e eu a bunda, assim tinha que ser.
—Ah, que gostoso você chupa, linda, adoro, parece uma profissional—
—Lambe desde as bolas até a ponta—
—Ah, sim, assim, muito bem, que putinha gostosa eu tenho—
Fiquei chupando aquela rola gostosa por um tempo até ele mandar eu deitar na cama. E foi o que eu fiz.
—Você foi uma menininha boazinha e dá pra ver que— Você adora ser uma putinha submissa, umas cachorrinhas como você merecem um rabo gostoso. Dá pra ver que você adora se exibir provocante e vou realizar seu desejo de ser minha mulher—
— sim, Raúl, aqui está sua mulher, sua esposa que vai te obedecer em tudo que você mandar —
— assim que tem que ser. Agora vira e fica como se fosse uma vadiazinha. Fica de quatro —
— tá assim, meu amor? —
— assim tá perfeita, agora só coloca seu rosto na cama e empina a bunda —
— uff, linda minha nenenzinha —
— vou comer essa bundinha gostosa que você tem —
— mmm... ai sim. Adoro, papai —
— mm, que bundinha gostosa você tem, mamãe —
Meu marido colocava o rosto na minha bunda e esfregava contra minhas nalgas, mordia e apertava. Acariciava minhas pernas e passava o dedo entre as nalgas. E tudo isso me fazia suspirar e soltar uns gemidos de prazer.
Depois ele baixou minha calcinha até a metade e, sem pensar, mordeu minhas nalgas, e eu soltei um gemido genuíno de novinha safada. E na sequência, começou a lamber minha bunda, foi uma sensação muito gostosa, primeiro senti muito frio e depois tudo ficou muito quente. Sentia a língua dele passando entre minhas nalgas e empurrando contra meu cuzinho.
Ele se esticou pra pegar um óleo "Menen" e senti ele derramar no meu cuzinho e começar a meter um dedinho.
— mm. Ah ah mm —
— você tá gostando, né, meu amor? Tô te preparando pra te fazer mulher —
— ai, Raúl, mm ahh sim, tô gostando do que você faz, ai —
— que gostoso que seu cuzinho tá, bem quentinho —
Assim ele ficou me dedando por um tempo até meter dois dedos, e eu sentia que não aguentava mais. Acho que ele me viu tão entregue e com tesão e decidiu me penetrar de uma vez—
Ele passou óleo no pau dele, colocou mais no meu cuzinho e se posicionou atrás de mim.
— pronta, meu amor? Vou arrombar sua bunda, vou entrar em você —
— me come bem gostoso, amor, mete seu pau quente em mim, por favor —
Ele colocou o pau na minha entradinha e foi enfiando devagar. De repente parava e empurrava de novo, ou tirava um pouco e metia de volta
— ahh ahhh mmmmm meu amor tá doendo -
- não se preocupa, gostosa, logo cê vai ver que vai gostar -
- ai papai mmm sim, dói, ai mm ai -
- calma, meu amor, já tá quase toda dentro de você -
E de repente senti como a última parte entrou de uma vez só, fazendo minhas pernas com meus saltos se levantarem da cama e minha bunda ficou bem empinada.
Eu tinha sido penetrada, já era uma mulherzinha e estava completamente penetrada por uma rola quente e bem dura.
Ele começou a tirar e meter devagar e de vez em quando colocava mais óleo, o que facilitava a penetração até que notei que de repente tava igual nos filmes pornô, tava sendo comida de quatro e me pegando num ritmo gostoso e a dor sumiu, virando prazer anal. Meu cuzinho tá curtindo a primeira rola que entrava e saía bem gostosa.
- ahh ahh!!! Adoro, Raul, adoro como cê me come!! -
- ahh que puta tão gostosa, que bunda tão apertadinha e gulosa. Cê gosta como teu papai te fode? -
- ahh sim, meu amor, adoro como cê me come, bem gostoso, te amo, te amo!! -
- que bunda gostosa de puta, eu sou o homem, sou teu macho. Quem é a mulher? Quem é a puta que come rola? -
- eu, papai, eu sou a puta, eu sou a mulher, sou tua mulher, essa bunda é tua -
- Quem tá te comendo, puta? -
- você, meu amor. Raul tá me comendo, Raul é meu homem e eu sou a menina que ele fode -
- ahh que bunda gostosa, que corpo gostoso de pititinha você tem - Ele dizia enquanto me comia e me segurava pelos quadris ou me agarrava pelos tornozelos ou pela ponta dos meus saltos.
- ahh ai ai meu amor, adoro tua rola mmm que gostoso cê me come -
- como aperta, puta, que bunda mais gostosa -
- sim, papai, é só teu pra você comer quando quiser -
- ahh que puta tão gostosa, geme mais, puta -
- ai sim! Ai ai ai mm aaa -
- papai, te amo. Cê vai me comer sempre assim? Me come sempre assim, meu amor, eu imploro -
- vou te comer sempre assim, puta -
- ahh ahh adoro, Raul, adoro!!!!!!! -
- ahh que cu gostoso , que buceta gostosa!!!!!!!-
Ficamos um tempão assim até que senti um calorão no meu cu e pareceu que eu tinha me cagado.
Ele gozou dentro do meu cu e o esperma escorria pelas minhas pernas, e aquela sensação de merda que eu senti antes era na verdade minha própria gozada.
Ele se deitou na cama e me mandou deitar também, falou que a gente tinha que tomar banho. Eu concordei e ficamos um tempão assim.
Depois tomamos banho. Mais tarde, minha mãe chegou e disse pra gente ir embora. Eu só gritei do quarto do meu primo que queria ficar mais um dia pra jogar Play. Minha mãe aceitou.
Naquela mesma noite, na hora de dormir, ficamos juntinhos, ele me abraçando por trás e eu esfregando meu cu ainda dolorido da surra que ele me deu.
No fim, só perguntei:
- Quando a gente vai brincar de marido e mulher de novo?
ESPERO QUE DEIXEM COMENTÁRIOS BEM GOSTOSOS E QUENTES PRA ESSA PUTA GULOSA
Oi, meu nome de menina é Nayeli e sou tv de armário, atualmente tenho 23 anos. Desde sempre tive traços andróginos, nem masculinos nem femininos, mas se eu me arrumar bem, posso parecer uma garota bonitinha. Mas bem, a história que vou contar aconteceu quando eu tinha 11 anos, quando descobri as delícias de ser uma menininha submissa.
Desde os 8 ou 9 anos, adorava ver minha tia, que tinha uns 34 anos e se vestia muito sexy. Ela usava meias, minissaia e saltos agulha, ou collants bem apertados. Acho que desde aquela idade já ficava excitada vendo corpos e coisas femininas. No começo, gostava de imaginar que estava com ela, tocando ela, mas depois de alguns anos comecei a pensar e fantasiar em ser eu quem usava aquelas roupas lindas e femininas, e ficar tão gostosa quanto ela. Foi assim que comecei a ter uma atitude mais feminina, que ficava cada vez mais evidente.
Os anos passaram, e às vezes minha família visitava a casa da minha tia (que é divorciada), e levavam eu e meus irmãos para que minhas outras tias e minha mãe pudessem conversar.
Minha tia tem um filho chamado Raul. Naquela época, ele tinha 20 anos. Às vezes eu jogava Playstation com ele, e a gente deitava na cama do quarto dele. Eu sentia que ficava excitada por estar perto dele. E ele às vezes fazia comentários sobre se eu era gay, e eu simplesmente não respondia.
Isso aconteceu algumas vezes, até que um dia — um dia muito gostoso, que adoro lembrar — estávamos jogando Play quando eu ganhei dele. Ele ficou bravo e fez um "L" com a mão na frente do meu rosto. Eu só fiquei olhando pra mão dele, e ele percebeu. Então ele começou a deixar eu ganhar, e toda vez que perdia, fazia a mesma coisa. Até que num momento ele disse: "que viado você é" e enfiou o dedo da mão dele na minha boca (o dedo que simboliza o pau). Eu só me afastei, e ele riu, e continuamos jogando. Depois de mais algumas partidas — onde ele perdeu - fez a mesma coisa até que, sem querer, eu coloquei meus lábios como se fosse dar um beijo e ele passou o dedo entre eles. Depois de alguns segundos, eu falei que ele tinha um pau bem fininho - me referindo ao dedo dele - e ele só virou de lado, mas com um sorriso.
Depois disso (já era umas 1h da manhã) ele falou pra eu colocar um documentário na TV, a gente colocou e deitou pra dormir. Ele disse pra eu entrar nas cobertas, eu fiz isso e ele também entrou. A gente ficou bem colado, ele apagou a luz e de repente se mexia, e eu sentia ele chegando mais perto. Até que eu falei pra gente dormir logo. Ele desligou a TV e deitou de barriga pra cima. Depois de um tempo, eu virei de costas pra ele e tava quase dormindo, pensando em como ele tinha enfiado o dedo na minha boca, quando comecei a sentir ele virando devagar na minha direção. Eu fiquei parada até ele ficar atrás de mim. Comecei a ficar com muito tesão e me fiz de dormindo.
Minha bunda ficou bem na altura do pau dele. Eu tava de calcinha (ainda não usava cueca) e ele tava com uma cueca justa.
Nessa posição, ele começou a encostar a yummy cock dele na minha bunda. Ele dava umas roçadinhas de leve e passava o pau entre minhas nadeguinhas. Aquela sensação me deixava louca. Eu já tava muito molhada e o que ele tava fazendo me dava um tesão danado.
De repente, ele parava por uns minutos e começava de novo.
Chegou uma hora que eu tava tão com tesão que soltei um suspiro - como se tivesse dormindo - e me "ajeitei", encostando toda a minha bunda no meu primo. A sensação foi maravilhosa. Meu primo ficou parado e quase na hora colocou uma mão na minha cintura, encostou mais o pau dele, depois me abraçou e minha bunda ficou bem bem grudada no pacote dele enquanto ele me abraçava pela cintura. E foi assim que a gente dormiu.
Foi uma cumplicidade mútua, porque era óbvio que nenhum dos dois tava dormindo, mas ninguém falou nada.
No dia seguinte, a gente acordou super normal, como se nada tivesse acontecido, descemos pra tomar café. coisas assim até que à tarde minha tia e minha mãe disseram que iam ao centro e meu primo e eu ficaríamos. Essa foi a melhor notícia que eu podia receber.
Elas foram embora, eu liguei a TV e meu primo foi pro quarto dele. Depois de um tempo, ouvi ele entrar no banheiro, continuei vendo TV e de repente ele me chamou. Eu subi e ele me chamou de novo. Ele estava no banheiro e disse de dentro:
— Me ajuda?
Então eu entrei e ele disse:
— Me ajuda a abaixar o zíper, por favor, é que machuquei a mão — (péssima desculpa)
Eu fiquei olhando pra ele e falei:
— Tá bom.
Fiquei na frente dele e comecei a abaixar o zíper e notei como o volume dele tava muito grande e marcava uma piroca bem suculenta.
Abaixei e me afastei. E meu primo me disse:
— Você pode levantar a tampa?
Levantei e ele disse:
— Me ajuda a tirar ela pra fora? É que não consigo sozinho.
Quando ele disse isso, um sorriso se desenhou no meu rosto e meu primo também sorriu com maldade.
Então eu falei tá bom e desabotoei a calça dele, coloquei minha mãozinha e vi que a cueca dele tinha um lugar aberto e aí meti minha mão e tirei a piroca dele que naquele momento já tava bem grossa, mas não dura.
Quando vi, senti um arrepio e um gosto amargo na garganta, porque era a primeira vez que via uma que não fosse a minha (que era bem pequena) e tava cheia de pelos e bem morena.
Tirei ela pra fora e ele disse:
— Valeu, agora espera aqui.
Ele mijou e enquanto isso eu fiquei olhando a piroca linda dele que me fascinava e meus pensamentos naquele momento eram tocar ela de novo e encher de beijos gostosos e passar a língua como vi num filme.
Quando terminou, ele disse pra eu guardar ela, então eu falei:
— Sim, primo, como você quiser.
Então peguei ela de novo e ele disse pra eu sacudir. Aí sacudi como ele mandou, mas caíram umas gotinhas na minha mão e outra no meu rosto, mas não fiz nada pra tirar e guardei o pau dele de novo, subi o zíper e abotoei a calça dele.
Tudo isso meu primo planejou pra pra ver qual seria minha reação e como sempre fui muito obediente, acho que ele se animou a me propor um jogo.
Quando saímos do banheiro, ele me disse que já estava entediado de jogar no videogame e sugeriu que a gente brincasse de ser marido e mulher. Eu só respondi:
— Sim, mas como?
E ele disse que a gente ia brincar que ele chegava do trabalho muito cansado e que eu cuidaria dele. Ele falou:
— Você vai ser a mulher e eu o homem, porque sou mais alto. Você vai ser minha esposa.
— Sim, Raul, eu vou ser a mulher.
— Mas pra ser a mulher, você tem que vestir roupa de menina e agir como uma garota.
— Tá bom, mas que roupa eu posso vestir?
— Vem, vamos no quarto da minha mãe e você pega alguma coisa dela.
Entramos, ele revirou as gavetas e me deu a roupa que encontrou, colocou na cama e foi procurar saltos e uma peruca em cima do guarda-roupa.
— Veste essa calcinha e essa blusa da minha mãe.
— Raul, eu visto, mas promete que não vai rir de mim?
— Claro que não, você vai ser minha esposa, não posso rir de você.
— Também promete que não vai contar pra minha mãe nem pra ninguém?
— Não vou contar pra ninguém, mas você tem que fazer tudo que eu pedir, porque vou ser seu marido. Combinado?
— Combinado.
(Eu achava ele muito grandão e confiava no que ele dizia.)
Então vesti a tanga que era da minha tia e amei. Depois coloquei a calcinha florida, bem apertada e estilo pescador. Tirei a camisa que tava usando e vesti uma blusa rosa que ficou um pouco grande. Aí meu marido Raul colocou a peruca em mim e pintou meus lábios. Depois me deu uns saltos pretos brilhantes de agulha que, quando vi, fiquei apaixonada, eram lindos. Calcei e ficaram só um pouquinho apertados, mas amava me ver assim.
— Você tá linda.
Eu só sorri.
— Agora vai pra cozinha e eu vou chegar do trabalho.
Andei até a cozinha (com bastante dificuldade) e o som dos meus saltos no chão me encantava, me senti muito feminina. Entrei na cozinha e fechei a porta.
Ele bateu e abriu.
— Já cheguei. Cheguei, meu amor-
-Oi, gata, entra e senta-
-O que tem pra comer, preparou algo, linda?-
-Sim, meu amor, já vou te servir-
-Pega esse prato-
Eu aproximei um prato vazio e ele olhou
-Parece delicioso, mas...-
Ele pegou minha mão, me puxou pra ele e me sentou no colo dele
-Você parece mais deliciosa, meu amor-
-Valeu, Raul, me arrumei pra você-
Mal tinha começado o jogo e já estávamos muito quentes, eu sentia o pau dele duro debaixo da minha bunda.
-Linda, você gosta de ser minha esposa?-
-Adoro ser sua mulher e quero ser sua melhor esposa-
Então ele me beijou e eu só fiquei olhando pra ele
-Eu gosto que minha esposa me beije quando chego do trabalho, que seja carinhosa, que me dê o que peço-
-Sim, meu amor-
Aí ele pegou uma das minhas pernas e colocou sobre a outra. Eu olhei e era incrível, eu era toda uma mulher e muito gostosa, adorava como minhas pernas cruzadas ficavam com meia-calça e salto agulha. Então ele colocou a mão na minha cintura e me beijou, e eu respondi beijando ele também e colocando meus braços no pescoço dele.
Começou a roçar a língua dele na minha e nossa saliva se misturava aos poucos, era uma situação deliciosa.
Assim foi por um momento e eu sentia o volume dele ficar bem duro debaixo da minha bunda. Tanta excitação me fazia beijar meu homem com muita paixão enquanto ele tocava minhas pernas enfiadas na minha meia-calça apertada.
Naquele momento, eu já era toda uma mulherzinha pronta pra me entregar pro meu macho. Então parei de beijar ele, olhei nos olhos dele e falei "te amo, quero ser sua". Aí Raul me olhou, me deu um beijinho e se levantou da cadeira, me carregou no colo até o quarto dele.
Me colocou no chão e ficou atrás de mim, me abraçou por trás e começou a dizer que ia me fazer mulherzinha naquele dia, enquanto encostava o pau dele na minha bunda e lambia meu pescoço.
Naqueles momentos, eu ainda sentia um pouco de culpa por estar fazendo aquilo, por estar sendo tratada como uma mulher, mas no fundo era o que eu queria e me deixei levar por ele.
Ele me Ele me pegou e me levou na frente do espelho dele
E ficava me falando um monte de coisas gostosas.
—Essa mulherzinha linda é minha esposa—
—Você vai ser minha mulher a partir de hoje—
E eu só fechava os olhos e deixava ele me tocar inteirinha.
Ele ficou na minha frente e começou a me beijar com força, nossas línguas se tocavam muito gostoso, enquanto ele acariciava minha bundinha gostoso, e eu via no espelho como um homem estava me curtindo. Ele não parava de me tocar e de acariciar minha bunda e minhas pernas, dava pra ver que ele tava me curtindo e eu adorava sentir as mãos dele no meu rabo.
—Sou sua esposa, meu amor, e quero que você me faça sua—
—Fica de joelhos—
—Claro—
—Desabotoa minha calça e abaixa o zíper, Nayeli— (ele me chamou assim)
—Como você mandar, meu amor—
—Tira minha rola pra fora, abaixa minha calça—
—Agora chupa ela, coloca minha rola na sua boquinha—
Eu hesitei e olhei nos olhos dele, e ele também me olhou com cara de bronca.
—Você é minha esposa ou não? Tem que obedecer seu marido sempre. Você me ama ou não?—
—Claro que te amo e tenho que te obedecer—
Então comecei a chupar aquela rola gostosa. Coloquei na minha boquinha e mal cabia a metade, só ouvi ele suspirar e mexer a cintura.
O gosto e o cheiro me deixaram com um tesão danado, era uma rola deliciosa, muito quente e dura, e estava dentro da minha boquinha. Aquele pedaço de carne dura e quente estava cheio da minha saliva e ele me empurrava gostoso. Eu me via no espelho e adorava me ver submissa, comendo aquele pedaço de carne do meu marido. Tava claro que naquele jogo eu tinha que ser a mulher e ele o homem, não podia ser de outro jeito, eu nasci pra ser dominada, pra ser passiva, pra receber, ele colocava a rola e eu a bunda, assim tinha que ser.
—Ah, que gostoso você chupa, linda, adoro, parece uma profissional—
—Lambe desde as bolas até a ponta—
—Ah, sim, assim, muito bem, que putinha gostosa eu tenho—
Fiquei chupando aquela rola gostosa por um tempo até ele mandar eu deitar na cama. E foi o que eu fiz.
—Você foi uma menininha boazinha e dá pra ver que— Você adora ser uma putinha submissa, umas cachorrinhas como você merecem um rabo gostoso. Dá pra ver que você adora se exibir provocante e vou realizar seu desejo de ser minha mulher—
— sim, Raúl, aqui está sua mulher, sua esposa que vai te obedecer em tudo que você mandar —
— assim que tem que ser. Agora vira e fica como se fosse uma vadiazinha. Fica de quatro —
— tá assim, meu amor? —
— assim tá perfeita, agora só coloca seu rosto na cama e empina a bunda —
— uff, linda minha nenenzinha —
— vou comer essa bundinha gostosa que você tem —
— mmm... ai sim. Adoro, papai —
— mm, que bundinha gostosa você tem, mamãe —
Meu marido colocava o rosto na minha bunda e esfregava contra minhas nalgas, mordia e apertava. Acariciava minhas pernas e passava o dedo entre as nalgas. E tudo isso me fazia suspirar e soltar uns gemidos de prazer.
Depois ele baixou minha calcinha até a metade e, sem pensar, mordeu minhas nalgas, e eu soltei um gemido genuíno de novinha safada. E na sequência, começou a lamber minha bunda, foi uma sensação muito gostosa, primeiro senti muito frio e depois tudo ficou muito quente. Sentia a língua dele passando entre minhas nalgas e empurrando contra meu cuzinho.
Ele se esticou pra pegar um óleo "Menen" e senti ele derramar no meu cuzinho e começar a meter um dedinho.
— mm. Ah ah mm —
— você tá gostando, né, meu amor? Tô te preparando pra te fazer mulher —
— ai, Raúl, mm ahh sim, tô gostando do que você faz, ai —
— que gostoso que seu cuzinho tá, bem quentinho —
Assim ele ficou me dedando por um tempo até meter dois dedos, e eu sentia que não aguentava mais. Acho que ele me viu tão entregue e com tesão e decidiu me penetrar de uma vez—
Ele passou óleo no pau dele, colocou mais no meu cuzinho e se posicionou atrás de mim.
— pronta, meu amor? Vou arrombar sua bunda, vou entrar em você —
— me come bem gostoso, amor, mete seu pau quente em mim, por favor —
Ele colocou o pau na minha entradinha e foi enfiando devagar. De repente parava e empurrava de novo, ou tirava um pouco e metia de volta
— ahh ahhh mmmmm meu amor tá doendo -
- não se preocupa, gostosa, logo cê vai ver que vai gostar -
- ai papai mmm sim, dói, ai mm ai -
- calma, meu amor, já tá quase toda dentro de você -
E de repente senti como a última parte entrou de uma vez só, fazendo minhas pernas com meus saltos se levantarem da cama e minha bunda ficou bem empinada.
Eu tinha sido penetrada, já era uma mulherzinha e estava completamente penetrada por uma rola quente e bem dura.
Ele começou a tirar e meter devagar e de vez em quando colocava mais óleo, o que facilitava a penetração até que notei que de repente tava igual nos filmes pornô, tava sendo comida de quatro e me pegando num ritmo gostoso e a dor sumiu, virando prazer anal. Meu cuzinho tá curtindo a primeira rola que entrava e saía bem gostosa.
- ahh ahh!!! Adoro, Raul, adoro como cê me come!! -
- ahh que puta tão gostosa, que bunda tão apertadinha e gulosa. Cê gosta como teu papai te fode? -
- ahh sim, meu amor, adoro como cê me come, bem gostoso, te amo, te amo!! -
- que bunda gostosa de puta, eu sou o homem, sou teu macho. Quem é a mulher? Quem é a puta que come rola? -
- eu, papai, eu sou a puta, eu sou a mulher, sou tua mulher, essa bunda é tua -
- Quem tá te comendo, puta? -
- você, meu amor. Raul tá me comendo, Raul é meu homem e eu sou a menina que ele fode -
- ahh que bunda gostosa, que corpo gostoso de pititinha você tem - Ele dizia enquanto me comia e me segurava pelos quadris ou me agarrava pelos tornozelos ou pela ponta dos meus saltos.
- ahh ai ai meu amor, adoro tua rola mmm que gostoso cê me come -
- como aperta, puta, que bunda mais gostosa -
- sim, papai, é só teu pra você comer quando quiser -
- ahh que puta tão gostosa, geme mais, puta -
- ai sim! Ai ai ai mm aaa -
- papai, te amo. Cê vai me comer sempre assim? Me come sempre assim, meu amor, eu imploro -
- vou te comer sempre assim, puta -
- ahh ahh adoro, Raul, adoro!!!!!!! -
- ahh que cu gostoso , que buceta gostosa!!!!!!!-
Ficamos um tempão assim até que senti um calorão no meu cu e pareceu que eu tinha me cagado.
Ele gozou dentro do meu cu e o esperma escorria pelas minhas pernas, e aquela sensação de merda que eu senti antes era na verdade minha própria gozada.
Ele se deitou na cama e me mandou deitar também, falou que a gente tinha que tomar banho. Eu concordei e ficamos um tempão assim.
Depois tomamos banho. Mais tarde, minha mãe chegou e disse pra gente ir embora. Eu só gritei do quarto do meu primo que queria ficar mais um dia pra jogar Play. Minha mãe aceitou.
Naquela mesma noite, na hora de dormir, ficamos juntinhos, ele me abraçando por trás e eu esfregando meu cu ainda dolorido da surra que ele me deu.
No fim, só perguntei:
- Quando a gente vai brincar de marido e mulher de novo?
5 comentários - Meu Primeiro Relato Travesti