Isso remonta aos meus tempos de solteiro, minha primeira namorada que meus pais conheceram.
Faz muitos anos que me mudei pra um bairro novo perto do centro da cidade. A escola ficava a 3 km de casa, e eu sempre ia a pé, porque naquela época não tinha transporte urbano, a gente se virava na caminhada. Depois de alguns meses morando na casa nova, quando o inverno tava chegando, uma vizinha veio falar comigo pra ver se eu podia ir pra escola com a filha dela, porque segundo ela, a menina tinha medo de ir sozinha no escuro e temia ser estuprada por alguém no caminho. No inverno, às 6 da manhã, é bem escuro por essas bandas. Eu aceitei acompanhar ela sem problemas.
A verdade é que eu nunca tinha reparado na garota, que se chamava Yésica. Tudo ia bem, eu levava e trazia ela da escola. Em algumas oportunidades, tentei seduzi-la, mas não rolava com a estratégia que eu usava. Ficamos assim por meses. Eu pedia conselhos pra minha madrasta, que foi quem me iniciou sexualmente, e ela me ajudava, mas mesmo assim a coisa parecia difícil.
Chegando no fim do ano, nas provas finais, já era verão, e eu tava atrás de outra gostosa que morava no bairro. Não acompanhava mais a Yésica, mas ela sabia das minhas intenções, então resolvi ignorar ela. No último dia de prova, ela me pediu pra esperar ela pra irmos juntos. Eu, meio cansado, não esperei e fui embora com a outra. Cheguei em casa e, 20 minutos depois, a Yésica apareceu na minha porta, meio puta comigo, e me deixou um bilhetinho. Li e nele ela declarava o amor dela por mim, mas queria ir devagar. Naquela época, a gente nem tinha celular. De noite, chamei ela pra tomar um tereré e conversamos por umas duas horas, sem nem um beijo no meio. Mas antes dela ir, roubei um beijo. Ela, meio na dúvida, se afastou e foi pra casa dela.
Eu não sabia o que fazer. Pensei: "Será que beijei mal ou ela não gostou?" Mas não era nada disso. A questão é que a Yésica era virgem, e eu ia ser o primeiro namorado dela. O verão foi passando, e ela aprendeu a beijar muito bem, por sinal. Já em janeiro, comecei a... queria algo mais, mas ela sempre resistia. muitas vezes eu a tinha nua na cama, com aqueles pezinhos rosados e deliciosos, virgens, só pra mim. a buceta dela era um pouco peludinha, mas linda. uma garota magra, nada fora do normal, tetinhas bonitas e uma bundinha pequena, mas bem feita. trabalhando na parte sexual todo dia, a mesma coisa: eu colocava a camisinha e na hora da penetração ela se encolhia e se tapava.
um dia contei o que rolava pra minha madrasta, e ela disse: "hoje você vai aprender a chupar buceta". e me ensinou. com ela eu ainda tinha relação, mas em segredo. parecia que ela tava mais interessada em desvirgar a Yesica do que eu. passei uma semana chupando a buceta da minha madrasta, era deliciosa, e ela era uma mestra, uma puta sem igual e uma fodedora como ninguém.
chegou o fim de semana e botei na cabeça a meta de desvirgar a Yesica. de noite, levei ela pro meu quarto pra ver TV — eu morava só com minha mãe e não tenho irmãos. comecei a esquentar ela e me preparei pra chupar aquela buceta virgem. no começo ela sentia cócegas e fechava as pernas, mas depois de um tempo começou a relaxar. minha língua brincava com aquele clitóris delicioso e rosadinho, perfeito, diria eu. os lábios bem formados e aquela buceta fechadinha, com o hímen intacto, que impedia minha língua de entrar lá dentro. depois de meia hora e vários orgasmos da Yesica, me preparei pra comer ela, romper a virgindade dela e perverter a inocência. falei: "hoje vamos fazer diferente, não vai doer nada". ela tava super quente, dava pra sentir na boca dela que tava mais molhada que o normal. falei: "vem pra cima do meu pau". ela subiu e comecei a beijar ela e passar meu pau nos lábios dela sem penetrar aquela maravilha de buceta, até que num momento encaixei a cabecinha do meu pau pra explodir no buraquinho fechado dela, com o hímen impedindo de entrar. num momento falei: "relaxa e senta devagarzinho que não vai doer". ela fez isso. Mas sentia dor ou medo, não sei, mas o hímem não rompia. Num momento, eu pressionei ela pelos ombros e entrou toda a minha pica, que por sinal não é nada pequena: 20cm de pica entraram naquela cavidade virgem, toda molhada com os fluidos vaginais dela. Na hora, ela me apertou forte e gritou de dor, e ficou mais molhada que o normal — era sangue. O hímem dela tinha rompido e ela não era mais virgem. Ela saiu de cima de mim e sentou na beira da cama. Perguntei se ela estava bem, e ela disse que sim. Naquela noite, paramos por ali e ela foi pra casa dela. No dia seguinte, ela voltou na minha casa e queria fazer de novo. Dessa vez foi um pouco mais fácil, doía um pouco, mas só no começo. Eu falei: "Vai doer nas primeiras vezes, depois passa". E foi assim. Depois, ela ficou viciada na pica: queria transar quatro ou cinco vezes por dia, em todo lugar. Uns meses depois, ela começou a tomar anticoncepcional e a gente parou de usar camisinha. Transávamos onde fosse. Ela era fantástica, aprendeu a transar como uma deusa e em todas as posições. Adorava de quatro, gemia como uma louca, gostava de se tocar no clitóris enquanto eu comia ela, e sempre queria chupar minha pica. A verdade é que no começo era meio áspero, mas com o tempo ela aprendeu a chupar bem e engolia até a garganta sem problemas. Aqueles peitinhos começaram a mudar, ficaram maiores e mais firmes. A bunda também, cada vez mais redondinha, e o corpo começou a se desenvolver por completo. O sexo apaixonava ela como nunca. A única coisa que faltava era aquela bunda virgem também, esperando para ser penetrada e sentir minha pica dentro. Mas essa história continua em outra parte. Fiquem ligados, comentem o que acharam, e vou continuar contando histórias reais dessa puta magnífica.
Faz muitos anos que me mudei pra um bairro novo perto do centro da cidade. A escola ficava a 3 km de casa, e eu sempre ia a pé, porque naquela época não tinha transporte urbano, a gente se virava na caminhada. Depois de alguns meses morando na casa nova, quando o inverno tava chegando, uma vizinha veio falar comigo pra ver se eu podia ir pra escola com a filha dela, porque segundo ela, a menina tinha medo de ir sozinha no escuro e temia ser estuprada por alguém no caminho. No inverno, às 6 da manhã, é bem escuro por essas bandas. Eu aceitei acompanhar ela sem problemas.
A verdade é que eu nunca tinha reparado na garota, que se chamava Yésica. Tudo ia bem, eu levava e trazia ela da escola. Em algumas oportunidades, tentei seduzi-la, mas não rolava com a estratégia que eu usava. Ficamos assim por meses. Eu pedia conselhos pra minha madrasta, que foi quem me iniciou sexualmente, e ela me ajudava, mas mesmo assim a coisa parecia difícil.
Chegando no fim do ano, nas provas finais, já era verão, e eu tava atrás de outra gostosa que morava no bairro. Não acompanhava mais a Yésica, mas ela sabia das minhas intenções, então resolvi ignorar ela. No último dia de prova, ela me pediu pra esperar ela pra irmos juntos. Eu, meio cansado, não esperei e fui embora com a outra. Cheguei em casa e, 20 minutos depois, a Yésica apareceu na minha porta, meio puta comigo, e me deixou um bilhetinho. Li e nele ela declarava o amor dela por mim, mas queria ir devagar. Naquela época, a gente nem tinha celular. De noite, chamei ela pra tomar um tereré e conversamos por umas duas horas, sem nem um beijo no meio. Mas antes dela ir, roubei um beijo. Ela, meio na dúvida, se afastou e foi pra casa dela.
Eu não sabia o que fazer. Pensei: "Será que beijei mal ou ela não gostou?" Mas não era nada disso. A questão é que a Yésica era virgem, e eu ia ser o primeiro namorado dela. O verão foi passando, e ela aprendeu a beijar muito bem, por sinal. Já em janeiro, comecei a... queria algo mais, mas ela sempre resistia. muitas vezes eu a tinha nua na cama, com aqueles pezinhos rosados e deliciosos, virgens, só pra mim. a buceta dela era um pouco peludinha, mas linda. uma garota magra, nada fora do normal, tetinhas bonitas e uma bundinha pequena, mas bem feita. trabalhando na parte sexual todo dia, a mesma coisa: eu colocava a camisinha e na hora da penetração ela se encolhia e se tapava.
um dia contei o que rolava pra minha madrasta, e ela disse: "hoje você vai aprender a chupar buceta". e me ensinou. com ela eu ainda tinha relação, mas em segredo. parecia que ela tava mais interessada em desvirgar a Yesica do que eu. passei uma semana chupando a buceta da minha madrasta, era deliciosa, e ela era uma mestra, uma puta sem igual e uma fodedora como ninguém.
chegou o fim de semana e botei na cabeça a meta de desvirgar a Yesica. de noite, levei ela pro meu quarto pra ver TV — eu morava só com minha mãe e não tenho irmãos. comecei a esquentar ela e me preparei pra chupar aquela buceta virgem. no começo ela sentia cócegas e fechava as pernas, mas depois de um tempo começou a relaxar. minha língua brincava com aquele clitóris delicioso e rosadinho, perfeito, diria eu. os lábios bem formados e aquela buceta fechadinha, com o hímen intacto, que impedia minha língua de entrar lá dentro. depois de meia hora e vários orgasmos da Yesica, me preparei pra comer ela, romper a virgindade dela e perverter a inocência. falei: "hoje vamos fazer diferente, não vai doer nada". ela tava super quente, dava pra sentir na boca dela que tava mais molhada que o normal. falei: "vem pra cima do meu pau". ela subiu e comecei a beijar ela e passar meu pau nos lábios dela sem penetrar aquela maravilha de buceta, até que num momento encaixei a cabecinha do meu pau pra explodir no buraquinho fechado dela, com o hímen impedindo de entrar. num momento falei: "relaxa e senta devagarzinho que não vai doer". ela fez isso. Mas sentia dor ou medo, não sei, mas o hímem não rompia. Num momento, eu pressionei ela pelos ombros e entrou toda a minha pica, que por sinal não é nada pequena: 20cm de pica entraram naquela cavidade virgem, toda molhada com os fluidos vaginais dela. Na hora, ela me apertou forte e gritou de dor, e ficou mais molhada que o normal — era sangue. O hímem dela tinha rompido e ela não era mais virgem. Ela saiu de cima de mim e sentou na beira da cama. Perguntei se ela estava bem, e ela disse que sim. Naquela noite, paramos por ali e ela foi pra casa dela. No dia seguinte, ela voltou na minha casa e queria fazer de novo. Dessa vez foi um pouco mais fácil, doía um pouco, mas só no começo. Eu falei: "Vai doer nas primeiras vezes, depois passa". E foi assim. Depois, ela ficou viciada na pica: queria transar quatro ou cinco vezes por dia, em todo lugar. Uns meses depois, ela começou a tomar anticoncepcional e a gente parou de usar camisinha. Transávamos onde fosse. Ela era fantástica, aprendeu a transar como uma deusa e em todas as posições. Adorava de quatro, gemia como uma louca, gostava de se tocar no clitóris enquanto eu comia ela, e sempre queria chupar minha pica. A verdade é que no começo era meio áspero, mas com o tempo ela aprendeu a chupar bem e engolia até a garganta sem problemas. Aqueles peitinhos começaram a mudar, ficaram maiores e mais firmes. A bunda também, cada vez mais redondinha, e o corpo começou a se desenvolver por completo. O sexo apaixonava ela como nunca. A única coisa que faltava era aquela bunda virgem também, esperando para ser penetrada e sentir minha pica dentro. Mas essa história continua em outra parte. Fiquem ligados, comentem o que acharam, e vou continuar contando histórias reais dessa puta magnífica.
2 comentários - Mi vecinita virgen 100% real