Sete por Sete (154): Procurando o Cara Certo (II)




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Compêndio IComo anedota pessoal, acho que um dos melhores presentes do Dia dos Pais foi dado por Douglas, o marido da Hannah.
E a história é a seguinte: há alguns turnos atrás, Hannah me confessou que tinha problemas conjugais.
Embora Douglas ficasse muito feliz que toda noite Hannah o chupava antes de dormir, eles ainda mantinham a rotina de transar dia sim, dia não, o que enchia Hannah de frustração, a ponto de ela ter que se masturbar entre 3 a 4 vezes por dia, desejando ser possuída por um homem, e começava a se preocupar em acabar traindo o marido com outra pessoa, além de mim.
Sugeri que ela expusesse suas preocupações ao marido e que "caso precisasse de ajuda" (porque, apesar de ser peituda, os olhos azuis e aquela bundinha redonda animam qualquer um), que recorresse ao remedinho azul.
Surpreendentemente, Douglas reconheceu que tinha um problema, alegando que o trabalho o deixava muito estressado e que tentaria satisfazer melhor as necessidades dela.
No entanto, o apetite sexual da esposa tinha aumentado demais para ele (nem conseguia satisfazê-la duas vezes seguidas, como ela queria) e, como um bom inglês que quer resolver a situação, mas salvando a reputação, decidiu comprar lingerie para a mulher, em vez de seguir meu conselho.
Contudo, apesar de a libido da Hannah ter disparado, ela ainda é uma mulher recatada e, ao ver as peças, sob o olhar tarado do marido, as achou muito reveladoras para o gosto dela.
Douglas insistiu que as tinha comprado pensando nela, e Hannah, aproveitando que o turno estava chegando, decidiu que "as experimentaria no trabalho, para ver como ficavam" e, se gostasse, "as estrearia na volta".
Ela me contou que nunca viu o marido tão feliz em se despedir e desejar que ela voltasse logo, e pediu minha opinião sobre a roupa nova, já que sou imparcial na maior parte do tempo.
Por isso, após Jantamos e, enquanto eu lavava a louça, ela entrou no banheiro para se trocar.
Pediu que eu olhasse rápido, porque estava com frio e se sentia exposta…
A visão que me esperava era capaz de levantar até os mais broxas!: a feminilidade dela era protegida por um fininho triângulo preto, preso por uma fita fina da mesma cor, e um sutiã pequeno, que mal cobria os peitos, segurado por alças tão finas quanto as outras.

E, pra piorar, ela reclamava que o peito estava apertando, porque o marido não sabe o tamanho do sutiã dela e, pelo visto, comprou uns menores, fazendo ela parecer mais dotada.
Nem preciso dizer que peguei ela pela cintura, abracei e beijei com paixão, enquanto aqueles olhinhos azuis me encaravam atônitos enquanto eu a levava pra cama.

Fizemos amor de forma violenta, tirando a roupa dela no jeito, igual faço com minha esposa, e beijava e acariciava, sem deixar que ela ficasse nua.
Depois, virei ela pra ficar por cima e, enquanto ela se deitava no meu peito e a gente se beijava sem controle, eu segurava a bunda gostosa dela e passava o dedão no cu dela, fazendo ela gozar loucamente.

Mas, mais uma vez, o tesão chegava ao auge, porque os dois viam o notebook da Hannah piscando, sabendo que o marido continuava ligando, sem se importar que ela explicasse que toda segunda a gente “jogava sinuca”, embora a configuração do meu taco grosso, minhas bolas e os buracos dela fossem totalmente diferentes do que ele poderia imaginar.

Quase uma da manhã a gente terminava exausto, com o cu dela dilatado e cheio do meu gozo, e as roupas novas dela manchadas com restos líquidos da dona e algumas gotas de porra do amante.
De manhã, ela acordou com fome e me deu um boquete daqueles, imitando com certeza o estilo da minha esposa. Mas isso só me deixou de pau duro pra sodomizar ela enquanto tomávamos banho, e foi aí que O motivo pelo qual chegamos atrasados pela primeira vez nos nossos postos de trabalho.
E embora ainda tivessem sobrado 2 peças de roupa pra estrear, quando nossa jornada de terça-feira terminou, pedi pra ela me dar um descanso, já que eu ainda não tinha me recuperado nem da noite anterior nem da comemoração do dia dos pais que minha esposa me deu, o que ela aceitou, desde que eu deixasse ela lamber meu pau enquanto a gente via a internet, pra, segundo ela, “se acostumar com meu gosto”.

Mas analisando em retrospecto, admito que minhas decisões foram questionáveis em relação à minha saída com a Lizzie.
Depois de sair da balada, notei que ela tava bem mais cabisbaixa e foi por isso que resolvi desviar pro hotel.
“Você não vai acreditar que… você e eu…” ela exclamou, surpresa, ao ver eu estacionar no estacionamento chique do lugar.

Considero que esse foi meu primeiro erro, já que não quis revelar minhas verdadeiras intenções.
“Por favor, não pense mal de mim!” falei suave, depois de estacionar o carro, acariciando a bochecha dela com delicadeza.
“Não! Eu de você… nunca pensaria algo ruim!” ela respondeu, suspirando leve e se deixando querer.

Por algum motivo, ela parecia impaciente enquanto eu reservava um quarto pra gente, e pensei que ela precisava ir ao banheiro.
Infelizmente pra mim, a mulher que me atendeu naquela noite foi a mesma beata de quarenta e poucos anos que me atendeu da outra vez.
“Quero saber o preço de um quarto por 2 horas!” perguntei discretamente, pra Lizzie não ouvir.
“Não somos esse tipo de hotel!” a mulher reclamou, levantando a voz e fazendo a Lizzie olhar pra gente.
“Tá bom!” respondi, falando mais baixo e pedindo pra ela calar a boca. “Só me dá um quarto que tenha banheira e hidromassagem e cobra nesse cartão!”

A urraca quase me deu o mesmo discursinho da outra vez, sobre as tarifas que podiam passar do que a gente esperava. Mas parece que ela me reconheceu ou então aprendeu com a experiência anterior, já que passou o cartão pra verificar os fundos.
Ela me entregou o cartão e eu vi o momento em que pareceu me reconhecer, embora dessa vez eu estivesse mais elegante do que quando vim com minha esposa e minha acompanhante também.
Quem me reconheceu na hora foi o mensageiro, que arregalou os olhos ao ver a gostosa que vinha comigo.
Durante o trajeto no elevador, foi impossível ignorar a beleza do corpo da Lizzie, já que os espelhos do cubículo nos mostravam pelo menos quatro cópias daquele rabo atraente, e suas respirações profundas faziam o peito dela se expandir, enquanto ela nos olhava sorrindo e com um jeito provocante, ao nos ver hipnotizados pelos atributos dela.
Na verdade, ela brincou tanto com a gente que, assim que o mensageiro abriu a porta, ela se esgueirou entre ele e eu e foi andando para dentro do quarto, rebolando a cintura e os quadris com uma sensualidade que nenhum de nós dois conseguiu resistir a ver ela sumir de vista.
"A senhorita vai querer uma banana split da cozinha?" perguntou o mensageiro solícito, lembrando das minhas instruções da vez anterior.
"Não. Ela não come sobremesas..." falei, dando a mesma gorjeta da outra vez.
"Já entendi!" exclamou ele, me dando uma piscada safada. "Ela vai comer outro tipo de banana..."
E admito que foi meu segundo erro não ter explicado que a Lizzie não era uma puta, mas o comentário dele me deixou sem reação.
No entanto, quando entrei no quarto, encontrei a Lizzie toda sorridente, deitada na cama. Fiquei feliz que o humor dela tivesse melhorado de repente.
"Tira a roupa! Vou te esperar no banheiro!" falei, e ela ficou vermelha na hora ao me ver desabotoar a calça.
Esse foi mais um erro, porque também dava pra interpretar errado. Mas depois de viver tanto tempo com ela e com a Marisol, correndo de um lado pro outro de saias leves e, às vezes, sem calcinha; brincando comigo, me dando beijos escondidos, e até me encarregando das tarefas de casa, como cozinhar, lavar a louça ou as roupas delas, aprendi a conhecê-las bem e tem horas que, em vez de vê-las como umas gostosas novinhas que só querem me esquentar toda vez que podem, eu as trato como se fossem minhas filhas.
E foi exatamente isso que aconteceu: porque enquanto a Marisol ou ela podiam achar que eu queria passar uma noite de putaria no hotel, meu plano era dar um banho com sais naturais nela, pra aliviar as tensões acumuladas de cuidar das pequenas e dos estudos.
Quando ela chegou no banheiro, tava andando nervosa e sem saber o que esperar.
“Vem, chega aqui!” falei, chamando ela pra entrar na banheira.
Mas ela tava preocupada porque eu tava sem calça — e olha que da última vez que tentei isso com a Marisol, acabei todo molhado.
Ela foi se despindo devagar, sem coragem de me olhar, mas além da sacanagem, eu queria acariciar e massagear ela de um jeito que não rola no sexo e que aprendi há um tempo, quando a Pamela se machucou.
Mesmo assim, tenho que admitir: ver as aréolas enormes dela, meio durinhas, me excitou por um instante, assim como ver a buceta depilada e a bundinha redonda.
Mas ver ela com medo das minhas intenções trouxe de volta minha aura de pai pra ela.
“Você… não vai tomar banho também?” perguntou, dando uma olhada rápida na minha cueca.
“Não! Só quero te dar um banho!” respondi, com um sorriso caloroso.
“Mas eu já tomei banho antes de sair!” falou, toda confusa.
“Eu sei! Mas só quero te dar uma massagem, pra aliviar suas tensões…”
Ela sorriu com malícia e me olhou desconfiada, mas mesmo assim, se aproximou pra ver o que eu tava tramando.
Foi tudo silencioso, e eu me preocupei em esfregar as costas dela com uma esponja molhada, começando pelos ombros até o tronco.
Dava pra ver o resultado, conforme ela ia relaxando, porque as respirações dela ficavam cada vez mais profundas.
“Talvez… sejam minhas sardas.” murmurou de repente.
“O quê?”
“Que talvez… eu não arrumo um cara por causa das minhas sardas. Sempre foram um problema pra mim.”
“Por que você diz isso?” perguntei, torcendo a Uma esponja sobre a cabeça dela e ela ria, com a chuva inesperada e morna.
"Porque me fazem parecer estranha, comparada com as outras."
"Na real, acho que suas sardas te fazem diferente e duvido que influenciem em você não conhecer um cara."
Ela me olhou com bastante esperança.
"Você realmente acha isso?"
"Na real, eu sei muito bem disso." respondi, já que conhecia pelo menos 30 caras que pouco se importavam se uma mina era sardenta ou não, contanto que rolasse um avanço sexual. "Mas no seu caso, eu voltei ao seu restaurante por causa das suas sardas."
"Sério?" perguntou ela, sorrindo bem feliz e cobrindo rapidamente os peitos com a cortina d'água.
"Sim! Sabe como é: pra mim, ver minas sardentas não era algo tão comum." Respondi, honestamente.
E ela se deitou de novo na água, muito mais alegre, à vontade, e isso ajudou ela a se abrir.
Porque foi isso que descobri quando tive que dar banho na Pamela: se deixar a conotação sexual de lado, quando uma mulher permite que um homem a lave, ela tá oferecendo uma baita prova de confiança, no sentido de que ela expõe todas as fraquezas que poderiam tentar um cara, e se a gente é centrado o bastante e persistente pra resistir, consegue uma conexão emocional maior do que se deixar levar pelos instintos, e como consequência, fortalece muito mais um relacionamento.
"Você acha que sou muito problemática? Que tô pedindo demais?" me perguntou, enquanto eu massageava os ombros dela, sobre o que exigia dos caras.
"Não, não acho!" respondi, enquanto fazia espuma com xampu no cabelo dela. "Mas muitas dessas coisas se conseguem tendo amigos do sexo oposto."
Ela riu.
"Bom... você é meu único amigo homem." Comentou, bem mais tranquila.
"Mas e seus colegas de aula ou seus professores? Ninguém te atrai?"
O rosto dela ficou levemente amargo.
"Tem alguns... mas nenhum deles me daria um banho, me levaria pra comer num restaurante chique ou conhecer outro país... como você fez." Respondeu com tristeza, enquanto limpava um dos braços dela. "E o mais provável é que o sexo nem fosse tão bom assim..."
"Sexo?" perguntei, porque é difícil acreditar que Lizzie seja daquelas que vão pra cama no primeiro encontro.
"Claro!" confessou, de novo mais nervosa. "Eu quero me apaixonar por alguém que me coma todo dia... que de manhã me acorde molhada e com vontade de deitar com ele... que me encha todinha de porra... que seja incansável... e que à noite não consiga dormir sem me tocar, pensando que na manhã seguinte vou dar pra ele de novo."
Com certeza foi difícil pra ela confessar algo assim, porque tava muito vermelha e não ousava me olhar nos olhos.
"Eu também adoraria que você encontrasse alguém assim pra te fazer feliz!" respondi, pensativo.
Ela ficou com o rosto radiante...
"Mas comer não é tudo, Lizzie!" completei, bem mais sério. "Eu me sentiria melhor se alguém te ouvisse, te entendesse e se preocupasse mais com você. Que se interessasse pelas suas coisas e não vivesse pensando só em transar..."
"Claro!" ela concordou, se aproximando devagar de mim e sorrindo com o olhar.
"Até seria horrível se só te comesse..."
"O quê?" perguntou, assustada.
"É claro!" respondi, explicando minha visão das coisas. "Se alguém te fode, não te ama, porque só quis ficar com você uma vez... mas se te 'faz amor'..."
E eu sei, Marisol, que você vai dizer que continuo sendo um romântico. Mas é no que mais acredito.
Porque "comer", "foder" e todos os sinônimos são mais curtos de escrever. Mas "fazer amor" exige três palavras e um compromisso entre duas pessoas.
Não é mais um encontro casual ou por afinidade de gostos, é algo reconhecido pelos dois, e todo mundo zoa de mim quando falo disso, mas pô, eles adoram quando eu faço!
"É?" perguntou, mais interessada.
"Se te fazem amor, é porque essa pessoa quer estar com você." Expliquei. "Te faz amor porque você interessa pra ela e ela quer compartilhar mais tempo contigo..."
Ela estava completamente corada.
"Por isso eu adoraria ter um namorado como você!" exclamou, levando as mãos ao rosto. "Você sempre fala coisas lindas... e me faz sentir especial!... e pelo jeito que você fala... adoraria que alguém como você me fizesse o love..."
Depois de dizer isso, ficamos em silêncio de novo e continuei lavando o corpo dela com cuidado.
Naquela hora, eu me sentia meio irritado, porque a Lizzie parecia não entender minhas intenções nem um pouco.
O mais curioso, no entanto, aconteceu quando terminei de lavá-la: ela se levantou, toda majestosa, e me olhava, como se estivesse esperando alguma coisa.
"O que foi?" perguntei, enquanto a secava com a toalha.
"Nada!" respondeu, ainda envergonhada. "É que... a essa altura... você já estaria me beijando... ou pegando nos meus peitos."
Sorri amigavelmente.
"Pra você ver que quando estou com você, não penso só em sexo." respondi, deixando-a completamente pasma.
Depois de dar a ela um roupão e um pouco de privacidade pra se vestir, liguei pra Marisol.
"Alô?" atendeu o telefone, estranhamente animada pra aquela hora.
"Rouxinol, sou eu!"
"Love, é você!..." e em seguida, gemeu baixinho.
Não acreditei!
"Marisol, você tá se tocando?" perguntei, meio sem graça.
"Não, love!... Como é que cê pensa?... mhm" respondeu de cara dura.
Mas já faz quase 3 anos que a gente faz love e eu conheço ela bem quando mente: quando eu a interrogava pras provas, enquanto a gente transava, ela respondia com muitos "mhm" e "ehh" no meio, adorando ser penetrada, e se eu tivesse visto a cara dela, com certeza ela teria dado uma piscada longa.
Além disso, dava pra ouvir um zumbido claro do lado dela do telefone.
"Liguei pra dizer que a gente já vai! Passamos no hotel onde você e eu..."
"Tão no hotel? Pediram um quarto?" perguntou, mais ofegante e com o zumbido aumentando.
"Isso mesmo! Mas a gente já vai..."
Dava pra sentir os gemidos intensos dela. E até começava a me excitar.
“Por quê?... Por quê… mhm… vocês não ficam… até amanhã?” perguntava, toda acalorada.
Conseguia imaginá-la deitada de branco, naquela camisola com que se despediu de mim, se tocando deliciosamente com o vibrador que eu tinha dado a ela.
“Porque quero voltar pra você e só, dei um banho nela!”
“E ela… Não te… disse… nada?” perguntou, depois de gemidos mais intensos.
“Não! Por quê? O que ela teria que me dizer?”
E o que ouvi em seguida foi bem confuso: no começo, parecia que minha esposa estava se tocando sem controle, a ponto de o fone escapar da orelha dela.
Mas depois, ouvi claramente ela falar algo em japonês e distingui perfeitamente quando disse seu sensual “Baka!” (Que significa “idiota”) e pelo que dava pra perceber, era pra mim.
“Ei, por que você tá me xingando?” perguntei, confuso e excitado.
“Ai, love!... É por isso que gosto tanto de você!... Você nunca percebe!... Me faz tão feliz!... Ahhh!”
E enquanto esperava em vão que Marisol pegasse o fone de novo, não sabia que Lizzie me esperava na cama.
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1 comentários - Sete por Sete (154): Procurando o Cara Certo (II)

Interesante encuentro! Esperando la tercer parte, un abrazo
Ahí está amigo. Gracias, un abrazo y espero que la estés pasando bien.
@metalchono no tanto como ustedes, pero es positivo leer que a otros si la vida le sonríe, saludos