Tava no meu escritório e, pra não perder o costume, tava meio com tesão. Já é bem comum eu me sentir assim. Aí, de repente, meu sogro liga no meu telefone e me convida pra tomar café, falando que a esposa dele tinha mandado muita comida. Aceitei, mas vi como ele me devorava com os olhos, e olha que naquele dia eu não tava com roupa colada nem decotada. A gente continuou tomando café, e quando terminamos, ele foi trabalhar, igual eu. Mas toda vez que eu me levantava, via ele olhando pra minha bunda (tava usando uma calça larga de pescador fina com um tênis alto que fazia minhas nádegas parecerem maiores e mais redondas). Me senti lisonjeada e, ao mesmo tempo, com vergonha. Ele comentou: "Que mulher bonita, com a senhora as manhãs ficam mais alegres". Nos dias seguintes, não sei o que deu em mim, mas me arrumava de um jeito mais provocante: colocava calças mais justas que marcavam minha bunda e minha buceta, blusas que deixavam o canal dos peitos à mostra, e comprei sutiãs push-up que fazem os peitos ficarem juntos e redondos. Também usava tangas que eu sentia enfiadas no meio da minha bunda. No começo, foi estranho, mas quando saí na rua, foi como uma onda de tesão, como se as pessoas soubessem o que eu tava usando por baixo da roupa. Tudo isso sem meu marido perceber. Dizia pra ele que precisava ir bem arrumada pro trabalho porque o pai dele tinha reuniões importantes naquela semana. Essa desculpa serviu pra eu sair vestida de um jeito gostoso sem ter problemas com ele. Em casa, não tinha problema, porque eu chego antes do meu marido, então ele não notava. Essa situação fez com que, no ônibus, eu me sentisse o centro das atenções dos homens, que não perdiam chance de se deliciar com minha bunda. Na hora, isso me deixou doida, porque sentia que era outra pessoa, com sentimentos e pensamentos diferentes do normal. Resumindo, não era eu mesma.
E no escritório, na hora do No café da manhã que ele sempre me convidava, ele ficava olhando mais pros meus peitos. Não sei se eu fazia inconsciente ou consciente da situação, mas me abaixava mais, fazendo com que meus peitos inteiros aparecessem presos naquele sutiã que parecia que ia explodir. Via como os olhos dele se fixavam na visão dos meus peitos e a cara de fera à espreita da presa. Também parava pra andar com a desculpa de pegar qualquer coisa, momento em que mexia mais a bunda, o que me fazia ficar molhada, e ele esfregava o pau na calça. Uma vez isso me deu muita raiva e nojo, mas agora me deixava excitada. Durante o café da manhã e o dia, ele me dizia que eu tava mais bonita, e eu só agradecia. Que com aquela roupa eu tava sexy e gostosa, e fazia todo tipo de comentário sobre meu corpo, especialmente nas minhas calças. Coisa que preciso deixar claro: essa situação se repetiu várias vezes, até que um dia, em que eu me desconheci completamente, coloquei uma saia jeans justa e comprida, mas com uma abertura na frente, e uma blusa de gola V e uma jaqueta, porque sou friorenta. Além disso, na entrada do prédio, pra não chamar atenção, já que, por ironia do destino, eu sentia vergonha. Bateram na porta e meu coração parecia que ia sair pela boca, as pernas moles e minha buceta começou a ficar molhada. Naquele momento, tirei a jaqueta e, por causa do frio, meus bicos ficaram duros como pedra. Se já estavam duros pela excitação, acho que meus peitos até incharam. Abri a porta e, surpresa, ele me cumprimentou com um beijo na bochecha. Depois disse pra gente tomar café. Me virei pra ir pegar o café, mexendo mais a bunda, porque sentia o olhar dele grudado na minha raba. Virei discretamente, sem ele perceber, e sim, ele tava vidrado na minha bunda. Me abaixei, mas sem dobrar os joelhos — eu sabia que ele ia ver minha bunda inteira em todo seu esplendor. E sim, pelo que vi no meio das pernas dele, ele gostou. Já no café da manhã, nós... Sentamos, mas como as cadeiras são tipo de cantina, quando me sentei a abertura abriu mais, deixando só minhas pernas e um pouco das coxas à mostra, o que seus olhos não perderam de vista. Eu, ainda com um pouco de decência, hahaha, me cobri. Enquanto tomava café, perguntei por que ele estava tão sério, já que não era assim, e ele me disse que na mente dele estavam gravadas minhas pernas e coxas. Falei que era uma pena, que estavam muito gordas, e ele respondeu que não, que estavam sexy, pena que eu as cobri. Fiquei calada e, num descuido para pegar o açúcar, fiquei com as pernas e coxas descobertas, situação que não me incomodou, então não fiz nada, e ele não tirava os olhos das minhas pernas. Isso fez com que ele dissesse: "Que pernas bonitas, parecem macias e durinhas, por que não as deixa expostas ao sol? Estão muito brancas." Naquele momento, me senti atordoada, molhada, com a respiração ofegante, mas com vergonha e sem vergonha ao mesmo tempo, me sentia um quebra-cabeça.
Durante o café, o olhar dele se fixava nos meus peitos e nas minhas pernas. Foi quando eu, com um olhar indiscreto, baixei a vista e vi a barraca que ele tinha na calça. Começamos a falar de coisas sem importância até chegar ao assunto sexual. Na conversa, ele me perguntou quantos namorados eu tinha tido antes de casar. Não podia acreditar nas perguntas do meu sogro. Falei que três, mas o que mais me desconcertou e me excitou ao mesmo tempo foi quando ele perguntou se eu tinha dado a bunda para os três, se tinha aberto as pernas para eles. Fiquei vermelha, senti o rosto esquentar. Ele viu que eu parecia não ter entendido e disse: "Se com os três você transou", e não sei por que respondi que sim, que tinha feito de tudo com meus namorados. Ele comentou se eu não tinha curiosidade de sentir os braços e lábios de outro homem. Naquele momento, me sentia confusa, excitada, não sabia o que passava pela minha mente e pelo meu corpo, porque sentia que estava me molhando, e com um senhor de 65 anos, e ainda por cima meu sogro. Comentei que isso nunca tinha passado pela minha cabeça, ele não falou mais nada, senti que ele deixou a semente da curiosidade em mim. Aí falei pra gente continuar trabalhando, fui pro meu lugar com os pensamentos e sentimentos todos bagunçados, além de estar molhada, muito molhada. Passaram três horas e, por azar, a luz acabou. Então ele veio até meu lugar pra conversar. Meu sogro estava mais ousado do que nunca, e eu olhava pra ele com aquele olhar penetrante, como se quisesse me devorar. Ele sentou na beirada da minha mesa e eu vi que ele estava excitado, sem vergonha nenhuma, ele tocou no pau e acho que ajustou. Foi aí que ele me perguntou o que eu tinha pensado sobre o que ele disse. Fiquei quieta, e depois, não sei por que, saíram essas palavras da minha boca: que eu tinha medo do meu marido e de todo mundo descobrir, além de quem iria se interessar por mim. Ele disse que várias meninas dariam tudo pra ter meu corpo num fim de semana. Falei que como, se eu era cheinha, gorda. E ele, sem rodeios, disse que eu tinha uns peitos e uma bunda que eram pra ser aproveitados. As palavras dele ecoaram na minha mente e no meu corpo. Falei que ele só tava dizendo aquilo pra agradar. Nessa hora, ele se aproximou de mim, me deu um beijo na boca. Fiquei paralisada, e entre minhas pernas comecei a ficar muito molhada. Ele se aproximou de novo e começou a beijar meus lábios, meu pescoço. Eu não deixava ele colocar a língua na minha boca, mas entre os beijos no pescoço e as sopradas no ouvido, comecei a ficar excitada. Quando a boca dele voltou pros meus lábios, recebi sem resistência. Não sei quanto tempo ficamos nos pegando. Ele colocou as mãos por baixo da minha blusa e só acariciou minhas costas. Naquele momento, eu não sabia o que tava fazendo, só me entreguei. Depois, ele parou de me beijar e perguntou, com a boca perto do meu ouvido, se eu tava gostando de sentir os braços e os lábios de outro homem. Eu não respondi, mas ele sabia que sim. Depois, ele me beijou de novo, mas dessa vez me pegou pelas Nalgas e ela aperta, fazendo eu esquecer que era uma mulher casada com filho, mas que naquele momento estava nas mãos de outro homem, que pra piorar era meu sogro, e ele tava me comendo a boca e apalpando minhas nalgas por cima da saia, falando que delícia de rabo eu tinha, durinho, redondo, grande, carnudo, que ele ia se esbaldar com ele. Assim passamos um tempão até que ele pegou minha mão e levou até o pau dele, fiz ele tocar e depois acariciei por cima da calça. Minha mão tinha vida própria, eu não acreditava no que tava fazendo. Naquela hora, ele começou a passar a mão nas minhas pernas, mas agora metendo a mão por baixo da saia. Depois de apalpar minhas pernas e coxas, as mãos dele foram pras minhas nalgas, que ele voltou a acariciar, mas a única barreira era minha calcinha fio dental enfiada no meu rabo. Ele apalpou por um tempo, até enfiar os dedos por dentro da calcinha e começar a apertar minhas nalgas, espremendo elas. Depois, ele tirou uma mão e enfiou um dedo na minha boca, que chupei. Aí tirou da boca e levou pras minhas nalgas, queria a lubrificação pra tentar enfiar no meu cu, coisa que não deixei no começo. Ele entendeu e parou de apalpar minhas nalgas pra começar a pegar nos meus peitos, primeiro por cima da blusa, depois tirou minha blusa e levantou meu sutiã pra apalpar meu peito. Agora eu sentia a pele das mãos dele, os dedos. Só ouvi ele falar: "que peitos tão gostosos". Joguei a cabeça pra trás, e na hora ele começou a chupar meu peito, meus bicos. Isso fez eu perder o controle total do meu corpo, virei boneca dele, não conseguia dizer não pra nada. Na hora, ele aproveitou pra descer uma mão pras minhas nalgas e tentar enfiar o dedo de novo no meu cu, mas como eu disse, não diria não pra nada. Ele enfiou o dedo, primeiro senti dor, incômodo, estranheza, mas depois comecei a ficar excitada. Ficou um tempão assim, com o dedo no meu cu, chupando meus peitos, apalpando minhas nalgas, até que numa hora ele parou e tirou minha calcinha fio dental. Naquele momento, senti que ele tava cada vez mais perto da minha buceta. beijando, nem percebi quando ele desabotoou a calça e o pau dele ficou de fora, eu acariciei, era parecido com o pau do meu marido, só que mais grosso e os ovos dele eram maiores. Ele começou a acariciar minha buceta e ficamos nos beijando e nos masturbando um ao outro. Ele me chamava de putinha dele, de bainha, de rabuda enquanto me masturbava e me apalpava. Ele me disse que já tinha percebido que teria chance comigo quando comecei a me vestir diferente, a me exibir e a rebolar mais a bunda. O que deu mais segurança pra ele foi quando eu não escondi as pernas e parte das coxas, ele sabia que tinha uma puta em mim. Essas palavras do meu sogro me excitaram muito, palavras que ao invés de me irritar, me deixaram mais tesuda até eu gozar, e ele também gozou. Na minha mão ficou o esperma, parecia que ele tinha um litro guardado. Ficamos mais um tempo nos beijando, depois fui ao banheiro limpar a mão. Quando fechei a porta do banheiro, senti vontade de cheirar e provar com a ponta da língua o sêmen, coisa que não faço com o sêmen do meu marido. Me lavei, me penteie porque estava despenteada. Quando terminei, saí com muita vergonha. Cheguei na cozinha e lá estava ele, me olhou, me puxou pela cintura e perguntou o que eu tinha achado naquele momento (pensei comigo mesma: "aproveitei bastante"), mas falei que me sentia estranha e confusa. Ele disse que eu estava gostosa pra caralho, e começou a apalpar minha bunda por baixo da saia. Como eu não estava usando nada, ele disse que a pele da minha bunda era sedosa e durinha. Ele me fez dar um passo pra trás e levantar a saia pra ver o que tinha apalpado. Eu me afastei, levantei a saia e ele disse que gostava de buceta raspada, mas que não estava feia. Ele me fez abrir a buceta, como ele diz, e viu por dentro, disse "rosadinha" e tocou meu clitóris. Depois mandou eu mostrar o cu, então me virei e mostrei. Ele tocou, deu um tapa e disse. que bunda gostosa e carnuda, ele mandou eu virar de costas e me abaixar, tinha toda minha raba apontada pro pau dele, nessa altura eu já me sentia mais que uma puta, e foi aí que ele pegou minha cintura e começou a me comer pela bunda, eu tava molhada de novo e sentia meu sogro metendo na minha raba, enquanto com as mãos ele apertava meus peitos. até que ele fala que vai gozar, eu viro e abrindo a boca engulo todo o leite dele... levanto e vou pro banheiro me lavar, quando saio, meu sogro fala que sempre me achou sexy e gostosa, mas que nunca imaginou que eu seria tão cachorra quando tô com tesão. que sorte que meu filho tem de ter você como esposa, ele fala quando eu tava saindo do escritório dele, e eu, agradecendo pelos elogios, fui saindo rebolando muito a raba. beijos pra todos.
E no escritório, na hora do No café da manhã que ele sempre me convidava, ele ficava olhando mais pros meus peitos. Não sei se eu fazia inconsciente ou consciente da situação, mas me abaixava mais, fazendo com que meus peitos inteiros aparecessem presos naquele sutiã que parecia que ia explodir. Via como os olhos dele se fixavam na visão dos meus peitos e a cara de fera à espreita da presa. Também parava pra andar com a desculpa de pegar qualquer coisa, momento em que mexia mais a bunda, o que me fazia ficar molhada, e ele esfregava o pau na calça. Uma vez isso me deu muita raiva e nojo, mas agora me deixava excitada. Durante o café da manhã e o dia, ele me dizia que eu tava mais bonita, e eu só agradecia. Que com aquela roupa eu tava sexy e gostosa, e fazia todo tipo de comentário sobre meu corpo, especialmente nas minhas calças. Coisa que preciso deixar claro: essa situação se repetiu várias vezes, até que um dia, em que eu me desconheci completamente, coloquei uma saia jeans justa e comprida, mas com uma abertura na frente, e uma blusa de gola V e uma jaqueta, porque sou friorenta. Além disso, na entrada do prédio, pra não chamar atenção, já que, por ironia do destino, eu sentia vergonha. Bateram na porta e meu coração parecia que ia sair pela boca, as pernas moles e minha buceta começou a ficar molhada. Naquele momento, tirei a jaqueta e, por causa do frio, meus bicos ficaram duros como pedra. Se já estavam duros pela excitação, acho que meus peitos até incharam. Abri a porta e, surpresa, ele me cumprimentou com um beijo na bochecha. Depois disse pra gente tomar café. Me virei pra ir pegar o café, mexendo mais a bunda, porque sentia o olhar dele grudado na minha raba. Virei discretamente, sem ele perceber, e sim, ele tava vidrado na minha bunda. Me abaixei, mas sem dobrar os joelhos — eu sabia que ele ia ver minha bunda inteira em todo seu esplendor. E sim, pelo que vi no meio das pernas dele, ele gostou. Já no café da manhã, nós... Sentamos, mas como as cadeiras são tipo de cantina, quando me sentei a abertura abriu mais, deixando só minhas pernas e um pouco das coxas à mostra, o que seus olhos não perderam de vista. Eu, ainda com um pouco de decência, hahaha, me cobri. Enquanto tomava café, perguntei por que ele estava tão sério, já que não era assim, e ele me disse que na mente dele estavam gravadas minhas pernas e coxas. Falei que era uma pena, que estavam muito gordas, e ele respondeu que não, que estavam sexy, pena que eu as cobri. Fiquei calada e, num descuido para pegar o açúcar, fiquei com as pernas e coxas descobertas, situação que não me incomodou, então não fiz nada, e ele não tirava os olhos das minhas pernas. Isso fez com que ele dissesse: "Que pernas bonitas, parecem macias e durinhas, por que não as deixa expostas ao sol? Estão muito brancas." Naquele momento, me senti atordoada, molhada, com a respiração ofegante, mas com vergonha e sem vergonha ao mesmo tempo, me sentia um quebra-cabeça.
Durante o café, o olhar dele se fixava nos meus peitos e nas minhas pernas. Foi quando eu, com um olhar indiscreto, baixei a vista e vi a barraca que ele tinha na calça. Começamos a falar de coisas sem importância até chegar ao assunto sexual. Na conversa, ele me perguntou quantos namorados eu tinha tido antes de casar. Não podia acreditar nas perguntas do meu sogro. Falei que três, mas o que mais me desconcertou e me excitou ao mesmo tempo foi quando ele perguntou se eu tinha dado a bunda para os três, se tinha aberto as pernas para eles. Fiquei vermelha, senti o rosto esquentar. Ele viu que eu parecia não ter entendido e disse: "Se com os três você transou", e não sei por que respondi que sim, que tinha feito de tudo com meus namorados. Ele comentou se eu não tinha curiosidade de sentir os braços e lábios de outro homem. Naquele momento, me sentia confusa, excitada, não sabia o que passava pela minha mente e pelo meu corpo, porque sentia que estava me molhando, e com um senhor de 65 anos, e ainda por cima meu sogro. Comentei que isso nunca tinha passado pela minha cabeça, ele não falou mais nada, senti que ele deixou a semente da curiosidade em mim. Aí falei pra gente continuar trabalhando, fui pro meu lugar com os pensamentos e sentimentos todos bagunçados, além de estar molhada, muito molhada. Passaram três horas e, por azar, a luz acabou. Então ele veio até meu lugar pra conversar. Meu sogro estava mais ousado do que nunca, e eu olhava pra ele com aquele olhar penetrante, como se quisesse me devorar. Ele sentou na beirada da minha mesa e eu vi que ele estava excitado, sem vergonha nenhuma, ele tocou no pau e acho que ajustou. Foi aí que ele me perguntou o que eu tinha pensado sobre o que ele disse. Fiquei quieta, e depois, não sei por que, saíram essas palavras da minha boca: que eu tinha medo do meu marido e de todo mundo descobrir, além de quem iria se interessar por mim. Ele disse que várias meninas dariam tudo pra ter meu corpo num fim de semana. Falei que como, se eu era cheinha, gorda. E ele, sem rodeios, disse que eu tinha uns peitos e uma bunda que eram pra ser aproveitados. As palavras dele ecoaram na minha mente e no meu corpo. Falei que ele só tava dizendo aquilo pra agradar. Nessa hora, ele se aproximou de mim, me deu um beijo na boca. Fiquei paralisada, e entre minhas pernas comecei a ficar muito molhada. Ele se aproximou de novo e começou a beijar meus lábios, meu pescoço. Eu não deixava ele colocar a língua na minha boca, mas entre os beijos no pescoço e as sopradas no ouvido, comecei a ficar excitada. Quando a boca dele voltou pros meus lábios, recebi sem resistência. Não sei quanto tempo ficamos nos pegando. Ele colocou as mãos por baixo da minha blusa e só acariciou minhas costas. Naquele momento, eu não sabia o que tava fazendo, só me entreguei. Depois, ele parou de me beijar e perguntou, com a boca perto do meu ouvido, se eu tava gostando de sentir os braços e os lábios de outro homem. Eu não respondi, mas ele sabia que sim. Depois, ele me beijou de novo, mas dessa vez me pegou pelas Nalgas e ela aperta, fazendo eu esquecer que era uma mulher casada com filho, mas que naquele momento estava nas mãos de outro homem, que pra piorar era meu sogro, e ele tava me comendo a boca e apalpando minhas nalgas por cima da saia, falando que delícia de rabo eu tinha, durinho, redondo, grande, carnudo, que ele ia se esbaldar com ele. Assim passamos um tempão até que ele pegou minha mão e levou até o pau dele, fiz ele tocar e depois acariciei por cima da calça. Minha mão tinha vida própria, eu não acreditava no que tava fazendo. Naquela hora, ele começou a passar a mão nas minhas pernas, mas agora metendo a mão por baixo da saia. Depois de apalpar minhas pernas e coxas, as mãos dele foram pras minhas nalgas, que ele voltou a acariciar, mas a única barreira era minha calcinha fio dental enfiada no meu rabo. Ele apalpou por um tempo, até enfiar os dedos por dentro da calcinha e começar a apertar minhas nalgas, espremendo elas. Depois, ele tirou uma mão e enfiou um dedo na minha boca, que chupei. Aí tirou da boca e levou pras minhas nalgas, queria a lubrificação pra tentar enfiar no meu cu, coisa que não deixei no começo. Ele entendeu e parou de apalpar minhas nalgas pra começar a pegar nos meus peitos, primeiro por cima da blusa, depois tirou minha blusa e levantou meu sutiã pra apalpar meu peito. Agora eu sentia a pele das mãos dele, os dedos. Só ouvi ele falar: "que peitos tão gostosos". Joguei a cabeça pra trás, e na hora ele começou a chupar meu peito, meus bicos. Isso fez eu perder o controle total do meu corpo, virei boneca dele, não conseguia dizer não pra nada. Na hora, ele aproveitou pra descer uma mão pras minhas nalgas e tentar enfiar o dedo de novo no meu cu, mas como eu disse, não diria não pra nada. Ele enfiou o dedo, primeiro senti dor, incômodo, estranheza, mas depois comecei a ficar excitada. Ficou um tempão assim, com o dedo no meu cu, chupando meus peitos, apalpando minhas nalgas, até que numa hora ele parou e tirou minha calcinha fio dental. Naquele momento, senti que ele tava cada vez mais perto da minha buceta. beijando, nem percebi quando ele desabotoou a calça e o pau dele ficou de fora, eu acariciei, era parecido com o pau do meu marido, só que mais grosso e os ovos dele eram maiores. Ele começou a acariciar minha buceta e ficamos nos beijando e nos masturbando um ao outro. Ele me chamava de putinha dele, de bainha, de rabuda enquanto me masturbava e me apalpava. Ele me disse que já tinha percebido que teria chance comigo quando comecei a me vestir diferente, a me exibir e a rebolar mais a bunda. O que deu mais segurança pra ele foi quando eu não escondi as pernas e parte das coxas, ele sabia que tinha uma puta em mim. Essas palavras do meu sogro me excitaram muito, palavras que ao invés de me irritar, me deixaram mais tesuda até eu gozar, e ele também gozou. Na minha mão ficou o esperma, parecia que ele tinha um litro guardado. Ficamos mais um tempo nos beijando, depois fui ao banheiro limpar a mão. Quando fechei a porta do banheiro, senti vontade de cheirar e provar com a ponta da língua o sêmen, coisa que não faço com o sêmen do meu marido. Me lavei, me penteie porque estava despenteada. Quando terminei, saí com muita vergonha. Cheguei na cozinha e lá estava ele, me olhou, me puxou pela cintura e perguntou o que eu tinha achado naquele momento (pensei comigo mesma: "aproveitei bastante"), mas falei que me sentia estranha e confusa. Ele disse que eu estava gostosa pra caralho, e começou a apalpar minha bunda por baixo da saia. Como eu não estava usando nada, ele disse que a pele da minha bunda era sedosa e durinha. Ele me fez dar um passo pra trás e levantar a saia pra ver o que tinha apalpado. Eu me afastei, levantei a saia e ele disse que gostava de buceta raspada, mas que não estava feia. Ele me fez abrir a buceta, como ele diz, e viu por dentro, disse "rosadinha" e tocou meu clitóris. Depois mandou eu mostrar o cu, então me virei e mostrei. Ele tocou, deu um tapa e disse. que bunda gostosa e carnuda, ele mandou eu virar de costas e me abaixar, tinha toda minha raba apontada pro pau dele, nessa altura eu já me sentia mais que uma puta, e foi aí que ele pegou minha cintura e começou a me comer pela bunda, eu tava molhada de novo e sentia meu sogro metendo na minha raba, enquanto com as mãos ele apertava meus peitos. até que ele fala que vai gozar, eu viro e abrindo a boca engulo todo o leite dele... levanto e vou pro banheiro me lavar, quando saio, meu sogro fala que sempre me achou sexy e gostosa, mas que nunca imaginou que eu seria tão cachorra quando tô com tesão. que sorte que meu filho tem de ter você como esposa, ele fala quando eu tava saindo do escritório dele, e eu, agradecendo pelos elogios, fui saindo rebolando muito a raba. beijos pra todos.
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