Aqui vai meu material novo. Como vem acontecendo nos últimos contos, tive uma ajudinha do meu querido amigo @george2004. Espero que gostem, meus amores. Beijinhos.
Não parecia que ia ser uma noite diferente das outras. Na real, Maxi, com seus 18 anos, já tinha uma rotina nos encontros com os amigos. Eles iam rodando de casa em casa todo fim de semana. Não pra sair pra dançar, nem pra chamar minas, nem nada remotamente ousado. O plano era sempre o mesmo: tomar umas cervejas enquanto jogavam vários jogos no Play. Não soava muito empolgante, mas algo ia mudar os planos deles drasticamente.
Carolina, por outro lado, era o oposto do irmão. Uma mina super ousada. Aos 20 anos, não tinha muitas inibições. Sempre saía à noite pra buscar ação, ação de verdade, e não a que Maxi e os amigos tinham na tela. Apesar de ser baixinha, não custava nada se destacar graças à sua bunda chamativa, que combinada com aquele estilo bravo de roqueira a deixava super interessante. Uns peitos firmes e grandes eram o outro trunfo dela pra conseguir um sexo bom.
Os encontros de Caro com os amigos de Maximiliano eram raros e rápidos, já que nos fins de semana ela quase sempre saía com as amigas e só uma vez por mês os caras se reuniam na casa dela. Eles se cruzavam saindo ou entrando. Mas tanto ela quanto o irmão mais novo notavam os olhares dos caras sobre a figura sensual dela. Às vezes tinha uns reprimidos de má vontade ou olhares de reprovação do mano ciumento. De qualquer forma, ela nunca dava bola pra eles.
Naquela sexta, tocou juntar na casa do Maxi e, como sempre acontecia, depois das 11 da noite começaram a aparecer. O primeiro foi Benjamim, daqui a pouco tocou a campainha Gabriel e, quando já estavam se acomodando e abrindo algo gelado pra beber, chegou o Axel.
- Sempre atrasado, mano, ficou batendo punheta sozinho? - falou Maxi, entre as gargalhadas do resto.
- Sim, com as fotos da sua irmã - respondeu ele. pegando onde mais dói
- Você é um idiota, leva as cervejas pra geladeira e vem que hoje vai rolar torneio de FIFA
Como se tivesse ouvido, naquele momento ouviu-se uma porta lá em cima se abrindo e passos.
Naquele fim de semana, Caro tinha decidido sair no sábado e não na sexta. Então, quando todos esperavam encontrá-la pronta pra sair, a morena desceu as escadas com uma camiseta grande que era tão larga que tapava a bunda dela, mas deixava transparecer a semi-nudez por baixo. Os três adolescentes olhavam incrédulos como, a cada passo que ela dava, se adivinhava com mais clareza uma minúscula calcinha fio dental vermelha por baixo da camiseta.
- Ah, então hoje vocês vão ter a "noite dos caras" em casa? - comentou, fazendo aspas com os dedos em tom de deboche
- O que você tá fazendo aqui? Tá com febre que não vai sair?! Ou é só pra encher o saco? - rebateu o irmão dela, que já tava ficando desconfortável com o jeito que os amigos se inclinavam tentando ver mais
- Enchendo o saco, garotos? - perguntou com toda confiança a voluptuosa baixinha.
- Nããão! - disseram em coro os três caras, maravilhados por terem ela por perto e perceberem que ela não tava de sutiã
- Viu, amargurado? Tira essa cara de cu que eu só vim pegar meus fones e vou ver um filme no meu quarto pra deixar vocês se "divertirem" - tranquilizou ele, fazendo o mesmo gesto debochado.
Maxi se acalmou com esse comentário e passou um dos controles pro Benja pra começar. Enquanto escolhiam os times, ele notou o silêncio de todos e, ao virar a cabeça, se deparou com a irmã agachada na frente da escrivaninha, desembaraçando o cabo dos fones dos outros. Ele deve ter sido o único que notou os cabos, porque todos os outros ficaram olhando como a camiseta levantou em Caro, deixando à vista aquelas nádegas redondas e enormes que escondiam quase completamente o fio dental vermelho. Mal dava pra ver um triângulo no final.
Ele não sabia se ela fazia de propósito pra ser olhada ou se realmente tinha tanta dificuldade pra desembaraçar o mísero cabo, mas ninguém, nem mesmo ele, conseguiu desviar o olhar. tirar o olho um segundo daquela bunda firme e tentadora. Quando ela se levantou com os fones na mão, olhou de repente e todo mundo voltou a encarar a tela com tanta cara de pau que ficaram mais na cara ainda. Um sorrisinho safado se desenhou no rosto da Carolina, que subiu andando com uma reboladinha gostosa que fez todo mundo virar a cabeça de novo em perfeita sincronia.
Quando sumiu na escada, teve um instante de silêncio constrangedor e olhares perdidos.
— Bom, vamos jogar ou o quê? — cortou o Maxi pra tentar mudar o clima, puto da vida com a suspeita óbvia de que todo mundo tava pensando na bunda da irmã dele. Até ele tinha aquela imagem na cabeça.
— Fala, já tô pronto, começa quando quiser — desafiou o Benjamin, ligado que tinha que entrar no jogo o mais rápido possível.
Com isso, parecia que tinham encerrado aquele momento de tesão que acabaram de passar.
A empolgação do jogo foi pegando eles aos poucos até o clima voltar ao de sempre nas noites de gamer. Piadas, zoação, provocações e gritos de gol com comemorações das mais variadas, cerveja atrás de cerveja. Tava tudo certo, até o Maxi tava numa boa fase. Parece que a intromissão da irmã dele tinha ajudado, porque ele era o mais concentrado no jogo.
As risadas constantes abafavam qualquer outro som.
No meio do jogo, todo mundo deu um pulo ao ouvir atrás do sofá:
— Caiu a internet ou é meu PC que não funciona? — com uma voz suave e feminina. A Caro tinha voltado.
— O que cê tá fazendo aqui?! — reclamou o Maxi ao ver ela de novo com aquela roupa curta na frente dos amigos. Dessa vez, ela tava com o notebook na mão.
— Deixa eu ver isso? — ofereceu o Gaby, esticando os braços pra pegar o computador. O Axel e o Benja tentavam olhar sem que o Maxi matasse eles, mas agradeciam que o notebook tava mudando de mãos, porque assim dava pra ver melhor os peitos da Caro e os bicos escuros que apareciam. Tá me olhando com essa cara? Não consigo ver o filme sem internet" — falou pro irmão, que naquele momento tava odiando ela com o olhar.
Sabia perfeitamente que pros perdedores dos amigos dele, ter uma gostosa como a irmã dele daquele jeito era tipo um sonho. Não conseguia imaginar a quantidade de ideias eróticas que voavam pelas mentes deles naquele momento, mas não tirava isso da cabeça.
"Hmm... acho... acho que é um problema de configuração..." — disse Gaby, todo nervoso por ter a Caro tão perto, espiando por cima do encosto, com os peitos a centímetros do rosto dele.
"E isso significa o quê? Tá quebrada?" — perguntou ela, se aproximando ainda mais.
"Não, nada disso, mas pode demorar. Eu, Axel, te passo o turno, continua você" — Gaby indicou pro outro cara, pra dedicar toda a atenção pra irmã sensual do amigo.
Maxi, resignado, voltou pro jogo contra o Axel (pelo menos um a menos pra babar pela Caro, pensou), mas não se descuidava e de vez em quando olhava de canto, torcendo pra ela ir embora logo. Tava tão tenso que não conseguia jogar direito. Axel, por sua vez, ao ver que o Gabriel tinha tanta atenção da gostosa, tentava se exibir aproveitando a desconcentração do Maxi. Cada vez que tentava, marcava ponto e olhava de canto, mostrando a habilidade pra Carolina, que sorria com certa cumplicidade. O cara ficava louco só com isso.
Nem preciso dizer que desde o momento em que a Caro apareceu, todo o clima competitivo do jogo foi pro caralho. Apesar dos esforços, ele não conseguia retomar enquanto a irmã tivesse ali, provocando sutilmente cada um. Enquanto pensava nisso, Maxi notou que a irmã tava sentada entre os outros dois, conversando e rindo.
"Lindinho, como cê tá com isso?" — perguntou pro Gaby com uma voz de puta que chamou a atenção dos quatro. Especialmente do irmão, que tava se mordendo pra não mandar ela embora com computador e tudo.
"Falta pouco, acho" — disse o cara, meio tímido. Olhar furioso do amigo dele.
— Beleza, pronto, se o jogo durasse mais, eu fazia mais três ou quatro — interrompeu Axel, como quem quer destacar a goleada que tinha dado no pobre do Maxi.
Numa mistura de raiva pelo jogo e pela situação ao redor, ele chutou a mesinha de centro e jogou o controle pro Benja, que pegou e segurou o riso pra não estressar ainda mais o amigo. Quando Maxi se aproximou do computador, viu que a Caro estava largada em cima do Gabriel, com a desculpa de espiar o que ele fazia, mas esfregando os peitos descaradamente no braço dele. O monitor escondia a saia dela, mas a cara de prazer que ela fazia mostrava a tesão que o cara tava sentindo.
— Se você fica atrapalhando, isso nunca vai acabar! Deixa ele respirar! — falou pra irmã, fazendo ela se afastar, mas, pra desgraça dele, ela fez isso com um beicinho que esquentava mais do que as próprias roçadas. Mesmo assim, ele conseguiu fazer ela se mexer e sair de perto.
— Termina logo com isso, não aguento mais ela — sussurrou pro Gaby.
— Com isso aqui já deve dar, só esperar carregar — respondeu ele, mostrando uma barra que enchia bem devagar e nem tava na metade.
— Isso é um pesadelo! — falou, igualmente baixo. Gabriel não conseguiu segurar o riso, mas a cara dele mudou e ficou com um olhar perdido que o Maxi não entendia.
Quando se virou, viu a irmã agachada entre os outros dois, com um controle na mão, mas dando pro Gabriel e pra ele uma vista perfeita daquele rabo enorme a poucos centímetros.
— ...viu? com esse aqui você chuta no gol — terminava uma breve explicação o Benja, que olhava incrédulo como a Caro prestava atenção nele pela primeira vez na vida.
— Parece difícil, deixa eu sentar aqui — falou ela, empurrando ele com as cadeiras redondas e ficando apertada entre os dois. O Axel tava duro que nem uma tábua. Não queria nem olhar pro Maxi, porque sabia que ia ser fulminado com o olhar. Mas a felicidade dele era impossível de esconder com aquelas pernas roçando nele. Não vai me vencer, não - disse Carolina com o mesmo tom de puta que tinha usado com Gabriel um tempo antes. O sorriso com que olhou para trás parecia dedicado ao irmão. Era como se mostrasse pra ele que fazia o que queria.
Maxi calculou que pelo menos assim eles não iam mais ficar olhando pra bunda dela, e que ao verem que ela começava a se comportar como um deles, a veriam de outro jeito. Não como aquela mulher fatal que aparentava ser, mas como alguém pouco feminina. Isso o relaxou um pouco. Olhou a barra de carregamento e viu que já tinha passado da metade. Naquele momento percebeu que estava enganado. Quando olhou de novo pra irmã, viu como ela fazia gestos mordendo os lábios e molhando eles com a língua constantemente, de um jeito que provocava todos a olharem pra ela com ainda mais vontade.
Por um instante ele ficou hipnotizado com as carinhas de puta que a irmã fazia e, antes de perceber, estava mordendo os lábios e meio agitado. Quando se tocou, ficou duplamente nervoso. Olhou ao redor, mas os outros três estavam concentrados na morena. Não aguentava mais. Estava tão nervoso que teve que se levantar e sair pro banheiro. Precisava se refrescar um pouco, lavando o rosto, então foi apressado.
- Calma, cara! Falta pouco! Ela já vai sumir da sua vista - disse pra si mesmo no espelho. Molhou o rosto mais uma vez e secou rápido. Ansioso pra ver quanto faltava pra o problema de conectividade se resolver de vez. Quando desceu, sentiu algo estranho. Não se ouviam vozes.
Ele se apressou e, ao chegar lá embaixo, não via a irmã em lugar nenhum. Os amigos estavam sentados no sofá. Na frente do videogame. "Finalmente foi embora", pensou consigo. Enquanto se aproximava, notou que no jogo tudo estava parado. Supôs que estavam esperando por ele e, agora mais relaxado, ia recuperar seu posto de vencedor indiscutível. Se aproximou de peito estufado, mas ao olhar de perto viu Axel com a cabeça no encosto, boca aberta e olhar perdido. Ao dar a dando a volta pelo lado, notou o mesmo com Benja e Gaby. Olhou com atenção, sem mais luz que a da tela da TV, e viu, horrorizado, que as calças dos três estavam no chão e Carolina estava ajoelhada na frente deles, chupando cada uma das picas deles, que brilhavam por causa da saliva daquela puta.
Ninguém parecia notar a presença dele. Os três estavam no paraíso do prazer com aqueles lábios carnudos devorando os cocks deles com maestria. Quanto a ela, a cabeça subia e descia sem parar, era difícil que percebesse qualquer coisa que não fosse o próximo cock que ia saborear. Maxi estava em choque. Sabia que ela era bem puta, mas nunca imaginou que fosse a ponto de chupar os amigos daquele jeito. Era como se estivesse sedenta de porra.
- Ei! Tô aqui! - gritou quando conseguiu falar.
- Uh - ouviu-se em uníssono dos três amigos, que voltaram à realidade com o grito.
- Que porra vocês tão fazendo? É minha irmã, seus idiotas! - disse enquanto uma veia pulsava na testa. Estava indignado com a falta de código daqueles três, que baixavam a cabeça, culpados.
- Para, gordo, não é pra tanto - respondeu Caro, que continuava agachada e tinha a boca brilhando por causa dos três boquetes que estava dando.
- Não é pra tanto? Cê tá vendo o que fez?! - respondeu, se aproximando pra enfrentá-la como se fosse intimidá-la.
- Qual é? Nunca te chuparam? - continuou desafiando ele lá de baixo, e seguiu:
- Parece que o problema é todo mundo gozar menos você aqui. Por isso ficou olhando, né? - disse com aquele sorriso de puta que tinha dado pra cada um deles durante o jogo preliminar.
A cara de Maxi passou de raiva para surpresa. Se sentiu totalmente desorientado, e a irmã experiente aproveitou aquele momento de confusão pra tirar vantagem. Esticou as mãos, agarrou o cinto dele e puxou pra perto. Começou a acariciar o cock dele por cima da calça. Como esperava, já estava meio duro antes mesmo de tocar.
- Se o problema era esse, a gente pode resolver. agora mesmo, irmãozinho — disse ela enquanto abaixava o zíper com os dentes.
— Para, Caro, o que você tá fazendo? — ele falou com a voz entrecortada. Ao ouvi-lo assim, ela abriu a calça dele a toda velocidade e enfiou a ponta da pica na boca, vendo como o irmão ficava excitado. A cara de prazer do Maxi fez com que ela começasse a chupar com a mesma intensidade que vinha fazendo com o resto.
— Ai, Caro! Que puta que você é! — exclamou ele com uma cara de alegria que não tinha tido a noite inteira. Agarrou a cabeça da irmã e mandou a pica até a garganta, fazendo ela engasgar e tossir um pouco. Ele começava a tirar a camiseta dela pra deixar aquelas tetas nuas quando notou que o Benja ajudava do outro lado. Caro parou de chupar e levantou as mãos, como indicando pra tirarem. Assim que fizeram, aqueles peitos lindos ficaram expostos e os dois caras começaram a apalpar. Caro chupava as duas picas alternadamente, e os dois amigos, frente a frente, já não sentiam nada além de prazer. Um a um, Axel e Gaby foram se juntando, deixando ela no meio das quatro picas.
A safada não perdeu tempo e foi chupando uma por uma, quase sem tempo pra respirar. Os quatro estavam num estado de êxtase sexual. Nunca tinham sentido uma boca tão quente na vida. De vez em quando, ela juntava duas e brincava com a língua nas pontas de ambas, fazendo eles se contorcerem de prazer. O sorriso de satisfação e o olhar felino debaixo daquela franja incendiavam eles por dentro. Ela passava as picas pelas bochechas, lambia desde os ovos até a ponta e depois passava pra próxima.
Maxi não conseguia acreditar na puta que a irmã era. Mas ela era tão boa que ele não podia nem queria parar. De algum jeito, no fundo, ele desejava aquilo há tempos. Por isso aquela tensão constante na presença dela.
— Tão gostando, meninos? — perguntou ela com a cara toda molhada, entre uma lambida e outra.
— Sim, você é perfeita — disse Axel.
— Sim, puta, não para — completou Gaby.
— Claro, meu amor — exclamou Benja, pegando ela. Com o pau numa mão e as bolas na outra, perguntou:
— E você gosta, Machi? — falando com ela como quando eram crianças, com vozinha de menina, enquanto batia uma punheta devagar.
— Siiiiim, como você me excita, irmãzinha! — confessou, à beira de um orgasmo.
Naquele momento, começou a comer a boca dela como um animal. Agarrou ela pelo cabelo e metia com toda velocidade. Os outros se animaram e começaram a imitá-lo. Um por um, foram pegando a cabeça de Caro como se fosse um brinquedo e fazendo ela engolir cada pedaço inteiro.
Os gemidos dos caras eram constantes, misturados com as ânsias e os gemidinhos da gostosa roqueira.
Os quatro foram tomando o controle e deixando ela cada vez mais submissa aos desejos deles. Adoravam ver ela daquele jeito, depois de como tinha deixado todos excitados.
Maximiliano agarrou ela pelos braços e a colocou de pé. Quando ficaram de frente um para o outro, começaram a se beijar de língua, com tudo. Os outros tiravam a roupa, ansiosos pra provar aquele corpo. Maxi contou com a ajuda da irmã dele.Axel abaixou a tanga dela e, no resto, os caras apalpavam os peitos dela sem o menor pudor. Os bicos morenos da Caro eram um convite e logo começaram a chupá-los. Ela continuava beijando o irmão e batendo uma pra ele. Axel quis provar aqueles peitos e o Benja deixou um pra ele. Não era por generosidade não, o cara se abaixou atrás dela e, apertando aquela bunda gostosa, enfiou a cara entre as nádegas.
Caro ficou excitada ao sentir uma língua entre as nádegas e puxou a Gaby pelo cabelo, comendo a boca dela. Nessa hora, o irmão dela deu uns passos pra trás pra contemplar. Viu ela tão puta, com um dos amigos perdido entre os peitos, outro aproveitando a boca dela e o último agachado com a língua entre as pernas. Caro não perdeu esse detalhe e olhou de lado pra ele, dando um sorrisinho safado e uma piscada.
Nessa hora, ele se apressou pra tirar os copos e os controles da mesinha de centro e falou:
— Aqui você vai ficar mais confortável — todos entenderam, e ela foi de gatinha até lá e se deitou na mesa redonda.
— Vem cá, você — disse pro irmão, abrindo as pernas de lado a lado que nem uma ginasta e mostrando a buceta suculenta e pelada.
Feito um escravo, ele se abaixou, agarrou as pernas dela e, depois de umas lambidas na coxa, chegou naquela pussy gostosa e começou a chupar sem parar.
As costas da Caro arquearam, e um gemido profundo fez os amigos do irmão dela reagirem e se jogarem nela de novo. Axel agarrou a cabeça dela agora de ponta-cabeça e começou a enfiar o pau na boca dela de novo. Dava pra ver perfeitamente no pescoço da novinha como entrava até a garganta.
Sem ver nada dos lados, ela esticou as mãos procurando mais paus duros. Os dois se aproximaram pra sentir os carinhos da Caro, que, mal sentiu, começou a masturbar os dois com força. Ver ela de pernas abertas e com um pau atravessando a garganta já era impressionante, mas quando sentiram aquelas mãos tentando espremê-los, tremiam de prazer. Cada um amassava um peito dela pra completar essa delícia. sensação. Os gemidos exagerados da irmã do amigo deixaram todos muito excitados.
- Que delícia, usa a palavra: buceta que tu tem, Caro - disse o irmão mais novo, todo tesudo
- Por que você não prova bem fundo, irmãozinho? - sugeriu enquanto os caras trocavam de lugar e ela acomodava outra rola na boca.
- Isso você vai sentir bem fundo, putinha - ele avisou enquanto começava a meter.
- Mmmm - foi tudo que Carolina conseguiu responder ao sentir o pau do Maxi penetrando devagar
A cara do irmão incestuoso era de prazer total. Ela tinha razão. Aquela buceta era uma delícia bem fundo. Apertada, molhada e quente. Ele puxou ela pelas pernas e, segurando na cintura dela, começou a dar uma fodida selvagem.
Os amigos ficaram impressionados com o jeito que os dois mexiam aqueles corpos em busca do orgasmo. A boca da morena passou a alternar entre gritos de prazer e a primeira rola que se enfiou no fundo da boca dela. Os três iam se revezando pra sentir aquela boca.
Mesmo no tesão, não economizava na hora de chupar e lamber.
- Que vontade de te foder, putinha! - Quase implorou o Benja enquanto Caro engolia o pedaço dele
- Isso dá pra resolver - Disse Maxi, saindo da posição e ajudando a irmã a se endireitar
Quando Carolina se levantou e eles viram ela com o cabelo todo bagunçado, o rosto molhado e sufocado, e aquele andar de gata, todos se renderam a ela de novo. Daquela submissão em que ela estava imersa, ela voltou a tomar o controle
- Então você quer me foder, bebê? - disse abraçando o pescoço dele
- SIM, rainha, desde a primeira vez que te vi - disse Benjamim
Ela empurrou ele pro sofá e subiu em cima. Foi descendo devagar pra olhar nos olhos dele a cada centímetro que entrava na buceta molhada dela
Todo mundo pensou que o bonzinho do Benja ia gozar na hora, mas ele mordeu os lábios e agarrou as bundas carnudas dela enquanto Caro fazia ele delirar com uma rebolada que ia aumentando a velocidade aos poucos. Ela controlava o prazer pra Ninguém se adianta.
Com as mãos no peito do cara, fazendo com que as tetas dela se juntassem e ficassem ainda mais gostosas, ela virou a cabeça e olhou para o resto que estava se punhetando com o espetáculo.
- Vocês dois, venham aqui - ordenou para Axel e Gaby. Eles obedeceram e se aproximaram, um de cada lado, para apalpar e beijar ela. As mãos dos três amigos de Maxi percorriam as tetas, a bunda, as pernas, o corpo inteiro da irmã sensual dele, enquanto ela já praticamente pulava em cima do Benja.
Enquanto Maxi observava o espetáculo como se fosse uma puta qualquer, começou a pensar no que os pais dele diriam ao ver essa vadiazinha assim. Ficou vermelho como um tomate enquanto via os dois amigos se levantarem no sofá e receberem de novo as boquetas deliciosas que a Caro fazia. Cada vez que trocava de pau, olhava para ele como se estivesse se gabando do que estava fazendo. O sangue do irmão ferveu. A mistura de tesão ao vê-la em ação com aquela sensação de raiva o fez agir.
Ele se aproximou por trás, lambeu dois dedos e os enfiou com força no cu dela, fazendo com que ela gritasse e soltasse o pau que estava na boca.
- Toma, puta! Vou te dar o que você está procurando - disse enquanto enfiava e tirava os dedos.
Axel sorriu e, antes que Caro pudesse responder, enfiou o pau inteiro na boca dela e apertou a cabeça dela para que não escapasse.
- Essa raba quer mais do que dedos - sugeriu Gaby.
Maxi afastou as nádegas dela, deixando aquele cuzinho apertado entregue, e começou a meter devagar. O amigo não soltava a cabeça de Carolina, e isso o deixava ainda mais excitado.
- Aaaahhh, mas que bunda você tem, irmãzinha! Anos olhando pra ela e agora vou arrebentar ela de vez! - disse quase gritando e começou a bombar com tudo.
Axel finalmente soltou o cabelo dela e, assim que a boca se libertou, ela começou a soltar uns gritos que sacudiram todo mundo. A dupla penetração que ela estava recebendo era uma loucura. Benja por baixo também tinha ficado mais excitado, e os dois metiam nela de forma selvagem.
- Você chupa, puta, que está Muito gritona — disse Gaby e encheu a boca dela de pau. Entre ele e Axel, iam puxando ela pelos cabelos e afogando ela uma hora e outra, cada vez que trocavam, os gritos da Caro enchiam o ambiente.
Maxi olhava pros amigos enquanto arrebentava o cu da irmã gostosa dele, e a mistura de gratidão, cumplicidade e tesão fazia as trocas de sorrisos rolarem.
— Sua irmã é uma gulosa — dizia Axel enquanto soltava ela e os fios brancos pendiam entre o pau dele e a boca dela.
— E tem a melhor bunda do mundo, a safada! — respondeu enquanto dava um tapa no meio da surra de cu.
— Dá pra experimentar ou é coisa de família? — respondeu o amigo dele, aproveitando o quanto ele tava entregue.
— Quer que todo mundo te coma, não quer? — perguntou no ouvido da irmã.
— Claro! — respondeu, excitada com a trepada violenta.
Axel afastou a mesinha de centro e deitou no tapete entre os sofás. Carolina abriu as nádegas e enfiou no cu dela sozinha pra continuar surpreendendo eles. Ela mordia os lábios e descia devagar. O magrelo tava no paraíso. Gabriel esperou ela enfiar tudo e se ajeitou na frente dela, metendo com cuidado na buceta.
— Finalmente, puta! Anos nos deixando de pau duro — dizia quando começava a se mexer.
— Goza que hoje é teu dia de sorte — falou e deu um dos beijos mais quentes da noite. O fato de ter os dois dentro teve tudo a ver com isso.
— Não acredito nisso — dizia Benja pro Maxiliano enquanto via a baixinha impressionante se movendo entre os dois, toda suada.
— Isso é o que elas querem desde que me conhecem, vamos lá — levava ele abraçado e sorridente, um Maxi diferente. Chegaram perto da Caro, que olhou a cena e sorriu com malícia.
— Olha o ciumento do meu irmão — disse pro Benjamim.
— Ainda sou — falou Maxi num tom amigável.
— Um pouco pra cada um, né? Mamãe ensinou a gente a dividir desde pequenos, Maxi — disse ela, fazendo de novo aquela voz de menina que deixava ele louco. Todos. Mal terminou a frase, ela abriu a boca igual uma fera pronta pra devorar e enfiou as duas picas juntas. Nunca tinham visto uma parada daquelas. E o Maxi quase gozou na hora. Depois, ela tirou elas de uma vez, fazendo os dois tremerem, e segurou as duas cabeças entre os lábios. Enquanto gemia de tesão por estar sendo comida, brincava com a língua entre aqueles dois paus. Era um espetáculo erótico do caralho.
Caro, num dado momento, acelerou o movimento da cintura, deixando Gaby e Axel à beira do orgasmo. Via eles se contraindo pra segurar a gozada e exagerava de propósito nos gemidos. Tava com a cara vermelha.
Ela se levantou, tirando os dois paus inchados de dentro, e todos cercaram aquela carinha. Naquela hora, pegou a bunda do Gabriel com as duas mãos — ele tava prestes a explodir — e enfiou a pica inteira dele na boca. A cabeça dela se mexeu a toda velocidade, buscando a porra.
— Assim, assim, aai, filha da puta! — gritou ele, com a cara desfigurada de prazer. O gemido profundo do cara foi inequívoco.
A rolinga sedenta se virou e abriu a boca, mostrando uma porra grossa boiando enquanto mexia a língua, brincando com ela.
Maxi agarrou ela pelo queixo e pela franja, fazendo ela virar o rosto pra cima. Ela abriu bem a boca, ainda cheia de porra, e fechou os olhos. Sorrindo, como quem espera o prêmio.
As picas apontaram pra cara dela enquanto eles se punhetavam a toda velocidade, roçando nas bochechas, testa ou lábios dela.
Caro abriu os olhos por um segundo e, quando o olhar dela cruzou com o do irmão, o primeiro jato de porra do Benja atravessou o rosto dela na diagonal. Maxi não aguentou mais aquele tesão e começou a soltar uma quantidade obscena de sêmen. Cada descarga que cruzava a cara da Carolina deixava eles mais excitados. Axel também se vingou, descontrolado, mais perto da testa e do olho esquerdo do que da boca, fazendo com que a carinha toda da morena ficasse coberta de porra quente e grossa.
Caro passou os dedos limpando os olhos e olhou pra eles. lambendo eles com aquela cara de putinha submissa: Os fios brancos escorriam por todo o rosto dela. Ela esticou a língua pra saborear o máximo possível, vendo como os quatro estavam hipnotizados com aquele show final. Juntou tudo que conseguiu com os dedos. Chupando eles e degustando cada gozada como se fosse um manjar.
- Que porra gostosa que vocês têm, garotos - disse ela, ainda agachada entre os paus.
- Te subestimei, você é mais puta do que eu imaginava - respondeu o irmão mais novo, com a voz trêmula de tesão.
Ela riu com safadeza enquanto lambia os restos de porra dos quatro paus, arrancando os últimos gemidos deles.
- Bom, gostosos, vou ver meu filme - falou, e saiu peladinha com o notebook na mão, desviando das roupas jogadas por todo lado.
Os quatro ficaram em silêncio, como se estivessem repassando cada detalhe na mente ou pensando se aquilo tinha realmente acontecido. Não precisavam de palavras. Aos poucos, se vestiram e arrumaram a bagunça, e cada um dos amigos se despediu mais que agradecido pela hospitalidade acolhedora que tiveram naquela casa.
Maxi se despediu do último dos caras e, quando fechava a porta com a chave, sentiu um abraço por trás da cintura e a voz sensual da irmã dizendo:
- Eles realmente acreditaram na história do filme? São muito inocentes, hahaha. Tô te esperando na cama, irmãozinho, se apressa - ela lambeu o pescoço dele e saiu rebolando a raba, dando um sorriso de gata.
Sim. A irmã dele era uma puta completa, mas agora era a puta dele.
Não parecia que ia ser uma noite diferente das outras. Na real, Maxi, com seus 18 anos, já tinha uma rotina nos encontros com os amigos. Eles iam rodando de casa em casa todo fim de semana. Não pra sair pra dançar, nem pra chamar minas, nem nada remotamente ousado. O plano era sempre o mesmo: tomar umas cervejas enquanto jogavam vários jogos no Play. Não soava muito empolgante, mas algo ia mudar os planos deles drasticamente.
Carolina, por outro lado, era o oposto do irmão. Uma mina super ousada. Aos 20 anos, não tinha muitas inibições. Sempre saía à noite pra buscar ação, ação de verdade, e não a que Maxi e os amigos tinham na tela. Apesar de ser baixinha, não custava nada se destacar graças à sua bunda chamativa, que combinada com aquele estilo bravo de roqueira a deixava super interessante. Uns peitos firmes e grandes eram o outro trunfo dela pra conseguir um sexo bom.
Os encontros de Caro com os amigos de Maximiliano eram raros e rápidos, já que nos fins de semana ela quase sempre saía com as amigas e só uma vez por mês os caras se reuniam na casa dela. Eles se cruzavam saindo ou entrando. Mas tanto ela quanto o irmão mais novo notavam os olhares dos caras sobre a figura sensual dela. Às vezes tinha uns reprimidos de má vontade ou olhares de reprovação do mano ciumento. De qualquer forma, ela nunca dava bola pra eles.
Naquela sexta, tocou juntar na casa do Maxi e, como sempre acontecia, depois das 11 da noite começaram a aparecer. O primeiro foi Benjamim, daqui a pouco tocou a campainha Gabriel e, quando já estavam se acomodando e abrindo algo gelado pra beber, chegou o Axel.
- Sempre atrasado, mano, ficou batendo punheta sozinho? - falou Maxi, entre as gargalhadas do resto.
- Sim, com as fotos da sua irmã - respondeu ele. pegando onde mais dói
- Você é um idiota, leva as cervejas pra geladeira e vem que hoje vai rolar torneio de FIFA
Como se tivesse ouvido, naquele momento ouviu-se uma porta lá em cima se abrindo e passos.
Naquele fim de semana, Caro tinha decidido sair no sábado e não na sexta. Então, quando todos esperavam encontrá-la pronta pra sair, a morena desceu as escadas com uma camiseta grande que era tão larga que tapava a bunda dela, mas deixava transparecer a semi-nudez por baixo. Os três adolescentes olhavam incrédulos como, a cada passo que ela dava, se adivinhava com mais clareza uma minúscula calcinha fio dental vermelha por baixo da camiseta.
- Ah, então hoje vocês vão ter a "noite dos caras" em casa? - comentou, fazendo aspas com os dedos em tom de deboche
- O que você tá fazendo aqui? Tá com febre que não vai sair?! Ou é só pra encher o saco? - rebateu o irmão dela, que já tava ficando desconfortável com o jeito que os amigos se inclinavam tentando ver mais
- Enchendo o saco, garotos? - perguntou com toda confiança a voluptuosa baixinha.
- Nããão! - disseram em coro os três caras, maravilhados por terem ela por perto e perceberem que ela não tava de sutiã
- Viu, amargurado? Tira essa cara de cu que eu só vim pegar meus fones e vou ver um filme no meu quarto pra deixar vocês se "divertirem" - tranquilizou ele, fazendo o mesmo gesto debochado.
Maxi se acalmou com esse comentário e passou um dos controles pro Benja pra começar. Enquanto escolhiam os times, ele notou o silêncio de todos e, ao virar a cabeça, se deparou com a irmã agachada na frente da escrivaninha, desembaraçando o cabo dos fones dos outros. Ele deve ter sido o único que notou os cabos, porque todos os outros ficaram olhando como a camiseta levantou em Caro, deixando à vista aquelas nádegas redondas e enormes que escondiam quase completamente o fio dental vermelho. Mal dava pra ver um triângulo no final.
Ele não sabia se ela fazia de propósito pra ser olhada ou se realmente tinha tanta dificuldade pra desembaraçar o mísero cabo, mas ninguém, nem mesmo ele, conseguiu desviar o olhar. tirar o olho um segundo daquela bunda firme e tentadora. Quando ela se levantou com os fones na mão, olhou de repente e todo mundo voltou a encarar a tela com tanta cara de pau que ficaram mais na cara ainda. Um sorrisinho safado se desenhou no rosto da Carolina, que subiu andando com uma reboladinha gostosa que fez todo mundo virar a cabeça de novo em perfeita sincronia.
Quando sumiu na escada, teve um instante de silêncio constrangedor e olhares perdidos.
— Bom, vamos jogar ou o quê? — cortou o Maxi pra tentar mudar o clima, puto da vida com a suspeita óbvia de que todo mundo tava pensando na bunda da irmã dele. Até ele tinha aquela imagem na cabeça.
— Fala, já tô pronto, começa quando quiser — desafiou o Benjamin, ligado que tinha que entrar no jogo o mais rápido possível.
Com isso, parecia que tinham encerrado aquele momento de tesão que acabaram de passar.
A empolgação do jogo foi pegando eles aos poucos até o clima voltar ao de sempre nas noites de gamer. Piadas, zoação, provocações e gritos de gol com comemorações das mais variadas, cerveja atrás de cerveja. Tava tudo certo, até o Maxi tava numa boa fase. Parece que a intromissão da irmã dele tinha ajudado, porque ele era o mais concentrado no jogo.
As risadas constantes abafavam qualquer outro som.
No meio do jogo, todo mundo deu um pulo ao ouvir atrás do sofá:
— Caiu a internet ou é meu PC que não funciona? — com uma voz suave e feminina. A Caro tinha voltado.
— O que cê tá fazendo aqui?! — reclamou o Maxi ao ver ela de novo com aquela roupa curta na frente dos amigos. Dessa vez, ela tava com o notebook na mão.
— Deixa eu ver isso? — ofereceu o Gaby, esticando os braços pra pegar o computador. O Axel e o Benja tentavam olhar sem que o Maxi matasse eles, mas agradeciam que o notebook tava mudando de mãos, porque assim dava pra ver melhor os peitos da Caro e os bicos escuros que apareciam. Tá me olhando com essa cara? Não consigo ver o filme sem internet" — falou pro irmão, que naquele momento tava odiando ela com o olhar.
Sabia perfeitamente que pros perdedores dos amigos dele, ter uma gostosa como a irmã dele daquele jeito era tipo um sonho. Não conseguia imaginar a quantidade de ideias eróticas que voavam pelas mentes deles naquele momento, mas não tirava isso da cabeça.
"Hmm... acho... acho que é um problema de configuração..." — disse Gaby, todo nervoso por ter a Caro tão perto, espiando por cima do encosto, com os peitos a centímetros do rosto dele.
"E isso significa o quê? Tá quebrada?" — perguntou ela, se aproximando ainda mais.
"Não, nada disso, mas pode demorar. Eu, Axel, te passo o turno, continua você" — Gaby indicou pro outro cara, pra dedicar toda a atenção pra irmã sensual do amigo.
Maxi, resignado, voltou pro jogo contra o Axel (pelo menos um a menos pra babar pela Caro, pensou), mas não se descuidava e de vez em quando olhava de canto, torcendo pra ela ir embora logo. Tava tão tenso que não conseguia jogar direito. Axel, por sua vez, ao ver que o Gabriel tinha tanta atenção da gostosa, tentava se exibir aproveitando a desconcentração do Maxi. Cada vez que tentava, marcava ponto e olhava de canto, mostrando a habilidade pra Carolina, que sorria com certa cumplicidade. O cara ficava louco só com isso.
Nem preciso dizer que desde o momento em que a Caro apareceu, todo o clima competitivo do jogo foi pro caralho. Apesar dos esforços, ele não conseguia retomar enquanto a irmã tivesse ali, provocando sutilmente cada um. Enquanto pensava nisso, Maxi notou que a irmã tava sentada entre os outros dois, conversando e rindo.
"Lindinho, como cê tá com isso?" — perguntou pro Gaby com uma voz de puta que chamou a atenção dos quatro. Especialmente do irmão, que tava se mordendo pra não mandar ela embora com computador e tudo.
"Falta pouco, acho" — disse o cara, meio tímido. Olhar furioso do amigo dele.
— Beleza, pronto, se o jogo durasse mais, eu fazia mais três ou quatro — interrompeu Axel, como quem quer destacar a goleada que tinha dado no pobre do Maxi.
Numa mistura de raiva pelo jogo e pela situação ao redor, ele chutou a mesinha de centro e jogou o controle pro Benja, que pegou e segurou o riso pra não estressar ainda mais o amigo. Quando Maxi se aproximou do computador, viu que a Caro estava largada em cima do Gabriel, com a desculpa de espiar o que ele fazia, mas esfregando os peitos descaradamente no braço dele. O monitor escondia a saia dela, mas a cara de prazer que ela fazia mostrava a tesão que o cara tava sentindo.
— Se você fica atrapalhando, isso nunca vai acabar! Deixa ele respirar! — falou pra irmã, fazendo ela se afastar, mas, pra desgraça dele, ela fez isso com um beicinho que esquentava mais do que as próprias roçadas. Mesmo assim, ele conseguiu fazer ela se mexer e sair de perto.
— Termina logo com isso, não aguento mais ela — sussurrou pro Gaby.
— Com isso aqui já deve dar, só esperar carregar — respondeu ele, mostrando uma barra que enchia bem devagar e nem tava na metade.
— Isso é um pesadelo! — falou, igualmente baixo. Gabriel não conseguiu segurar o riso, mas a cara dele mudou e ficou com um olhar perdido que o Maxi não entendia.
Quando se virou, viu a irmã agachada entre os outros dois, com um controle na mão, mas dando pro Gabriel e pra ele uma vista perfeita daquele rabo enorme a poucos centímetros.
— ...viu? com esse aqui você chuta no gol — terminava uma breve explicação o Benja, que olhava incrédulo como a Caro prestava atenção nele pela primeira vez na vida.
— Parece difícil, deixa eu sentar aqui — falou ela, empurrando ele com as cadeiras redondas e ficando apertada entre os dois. O Axel tava duro que nem uma tábua. Não queria nem olhar pro Maxi, porque sabia que ia ser fulminado com o olhar. Mas a felicidade dele era impossível de esconder com aquelas pernas roçando nele. Não vai me vencer, não - disse Carolina com o mesmo tom de puta que tinha usado com Gabriel um tempo antes. O sorriso com que olhou para trás parecia dedicado ao irmão. Era como se mostrasse pra ele que fazia o que queria.
Maxi calculou que pelo menos assim eles não iam mais ficar olhando pra bunda dela, e que ao verem que ela começava a se comportar como um deles, a veriam de outro jeito. Não como aquela mulher fatal que aparentava ser, mas como alguém pouco feminina. Isso o relaxou um pouco. Olhou a barra de carregamento e viu que já tinha passado da metade. Naquele momento percebeu que estava enganado. Quando olhou de novo pra irmã, viu como ela fazia gestos mordendo os lábios e molhando eles com a língua constantemente, de um jeito que provocava todos a olharem pra ela com ainda mais vontade.
Por um instante ele ficou hipnotizado com as carinhas de puta que a irmã fazia e, antes de perceber, estava mordendo os lábios e meio agitado. Quando se tocou, ficou duplamente nervoso. Olhou ao redor, mas os outros três estavam concentrados na morena. Não aguentava mais. Estava tão nervoso que teve que se levantar e sair pro banheiro. Precisava se refrescar um pouco, lavando o rosto, então foi apressado.
- Calma, cara! Falta pouco! Ela já vai sumir da sua vista - disse pra si mesmo no espelho. Molhou o rosto mais uma vez e secou rápido. Ansioso pra ver quanto faltava pra o problema de conectividade se resolver de vez. Quando desceu, sentiu algo estranho. Não se ouviam vozes.
Ele se apressou e, ao chegar lá embaixo, não via a irmã em lugar nenhum. Os amigos estavam sentados no sofá. Na frente do videogame. "Finalmente foi embora", pensou consigo. Enquanto se aproximava, notou que no jogo tudo estava parado. Supôs que estavam esperando por ele e, agora mais relaxado, ia recuperar seu posto de vencedor indiscutível. Se aproximou de peito estufado, mas ao olhar de perto viu Axel com a cabeça no encosto, boca aberta e olhar perdido. Ao dar a dando a volta pelo lado, notou o mesmo com Benja e Gaby. Olhou com atenção, sem mais luz que a da tela da TV, e viu, horrorizado, que as calças dos três estavam no chão e Carolina estava ajoelhada na frente deles, chupando cada uma das picas deles, que brilhavam por causa da saliva daquela puta.
Ninguém parecia notar a presença dele. Os três estavam no paraíso do prazer com aqueles lábios carnudos devorando os cocks deles com maestria. Quanto a ela, a cabeça subia e descia sem parar, era difícil que percebesse qualquer coisa que não fosse o próximo cock que ia saborear. Maxi estava em choque. Sabia que ela era bem puta, mas nunca imaginou que fosse a ponto de chupar os amigos daquele jeito. Era como se estivesse sedenta de porra.
- Ei! Tô aqui! - gritou quando conseguiu falar.
- Uh - ouviu-se em uníssono dos três amigos, que voltaram à realidade com o grito.
- Que porra vocês tão fazendo? É minha irmã, seus idiotas! - disse enquanto uma veia pulsava na testa. Estava indignado com a falta de código daqueles três, que baixavam a cabeça, culpados.
- Para, gordo, não é pra tanto - respondeu Caro, que continuava agachada e tinha a boca brilhando por causa dos três boquetes que estava dando.
- Não é pra tanto? Cê tá vendo o que fez?! - respondeu, se aproximando pra enfrentá-la como se fosse intimidá-la.
- Qual é? Nunca te chuparam? - continuou desafiando ele lá de baixo, e seguiu:
- Parece que o problema é todo mundo gozar menos você aqui. Por isso ficou olhando, né? - disse com aquele sorriso de puta que tinha dado pra cada um deles durante o jogo preliminar.
A cara de Maxi passou de raiva para surpresa. Se sentiu totalmente desorientado, e a irmã experiente aproveitou aquele momento de confusão pra tirar vantagem. Esticou as mãos, agarrou o cinto dele e puxou pra perto. Começou a acariciar o cock dele por cima da calça. Como esperava, já estava meio duro antes mesmo de tocar.
- Se o problema era esse, a gente pode resolver. agora mesmo, irmãozinho — disse ela enquanto abaixava o zíper com os dentes.
— Para, Caro, o que você tá fazendo? — ele falou com a voz entrecortada. Ao ouvi-lo assim, ela abriu a calça dele a toda velocidade e enfiou a ponta da pica na boca, vendo como o irmão ficava excitado. A cara de prazer do Maxi fez com que ela começasse a chupar com a mesma intensidade que vinha fazendo com o resto.
— Ai, Caro! Que puta que você é! — exclamou ele com uma cara de alegria que não tinha tido a noite inteira. Agarrou a cabeça da irmã e mandou a pica até a garganta, fazendo ela engasgar e tossir um pouco. Ele começava a tirar a camiseta dela pra deixar aquelas tetas nuas quando notou que o Benja ajudava do outro lado. Caro parou de chupar e levantou as mãos, como indicando pra tirarem. Assim que fizeram, aqueles peitos lindos ficaram expostos e os dois caras começaram a apalpar. Caro chupava as duas picas alternadamente, e os dois amigos, frente a frente, já não sentiam nada além de prazer. Um a um, Axel e Gaby foram se juntando, deixando ela no meio das quatro picas.
A safada não perdeu tempo e foi chupando uma por uma, quase sem tempo pra respirar. Os quatro estavam num estado de êxtase sexual. Nunca tinham sentido uma boca tão quente na vida. De vez em quando, ela juntava duas e brincava com a língua nas pontas de ambas, fazendo eles se contorcerem de prazer. O sorriso de satisfação e o olhar felino debaixo daquela franja incendiavam eles por dentro. Ela passava as picas pelas bochechas, lambia desde os ovos até a ponta e depois passava pra próxima.
Maxi não conseguia acreditar na puta que a irmã era. Mas ela era tão boa que ele não podia nem queria parar. De algum jeito, no fundo, ele desejava aquilo há tempos. Por isso aquela tensão constante na presença dela.
— Tão gostando, meninos? — perguntou ela com a cara toda molhada, entre uma lambida e outra.
— Sim, você é perfeita — disse Axel.
— Sim, puta, não para — completou Gaby.
— Claro, meu amor — exclamou Benja, pegando ela. Com o pau numa mão e as bolas na outra, perguntou:
— E você gosta, Machi? — falando com ela como quando eram crianças, com vozinha de menina, enquanto batia uma punheta devagar.
— Siiiiim, como você me excita, irmãzinha! — confessou, à beira de um orgasmo.
Naquele momento, começou a comer a boca dela como um animal. Agarrou ela pelo cabelo e metia com toda velocidade. Os outros se animaram e começaram a imitá-lo. Um por um, foram pegando a cabeça de Caro como se fosse um brinquedo e fazendo ela engolir cada pedaço inteiro.
Os gemidos dos caras eram constantes, misturados com as ânsias e os gemidinhos da gostosa roqueira.
Os quatro foram tomando o controle e deixando ela cada vez mais submissa aos desejos deles. Adoravam ver ela daquele jeito, depois de como tinha deixado todos excitados.
Maximiliano agarrou ela pelos braços e a colocou de pé. Quando ficaram de frente um para o outro, começaram a se beijar de língua, com tudo. Os outros tiravam a roupa, ansiosos pra provar aquele corpo. Maxi contou com a ajuda da irmã dele.Axel abaixou a tanga dela e, no resto, os caras apalpavam os peitos dela sem o menor pudor. Os bicos morenos da Caro eram um convite e logo começaram a chupá-los. Ela continuava beijando o irmão e batendo uma pra ele. Axel quis provar aqueles peitos e o Benja deixou um pra ele. Não era por generosidade não, o cara se abaixou atrás dela e, apertando aquela bunda gostosa, enfiou a cara entre as nádegas.
Caro ficou excitada ao sentir uma língua entre as nádegas e puxou a Gaby pelo cabelo, comendo a boca dela. Nessa hora, o irmão dela deu uns passos pra trás pra contemplar. Viu ela tão puta, com um dos amigos perdido entre os peitos, outro aproveitando a boca dela e o último agachado com a língua entre as pernas. Caro não perdeu esse detalhe e olhou de lado pra ele, dando um sorrisinho safado e uma piscada.
Nessa hora, ele se apressou pra tirar os copos e os controles da mesinha de centro e falou:
— Aqui você vai ficar mais confortável — todos entenderam, e ela foi de gatinha até lá e se deitou na mesa redonda.
— Vem cá, você — disse pro irmão, abrindo as pernas de lado a lado que nem uma ginasta e mostrando a buceta suculenta e pelada.
Feito um escravo, ele se abaixou, agarrou as pernas dela e, depois de umas lambidas na coxa, chegou naquela pussy gostosa e começou a chupar sem parar.
As costas da Caro arquearam, e um gemido profundo fez os amigos do irmão dela reagirem e se jogarem nela de novo. Axel agarrou a cabeça dela agora de ponta-cabeça e começou a enfiar o pau na boca dela de novo. Dava pra ver perfeitamente no pescoço da novinha como entrava até a garganta.
Sem ver nada dos lados, ela esticou as mãos procurando mais paus duros. Os dois se aproximaram pra sentir os carinhos da Caro, que, mal sentiu, começou a masturbar os dois com força. Ver ela de pernas abertas e com um pau atravessando a garganta já era impressionante, mas quando sentiram aquelas mãos tentando espremê-los, tremiam de prazer. Cada um amassava um peito dela pra completar essa delícia. sensação. Os gemidos exagerados da irmã do amigo deixaram todos muito excitados.
- Que delícia, usa a palavra: buceta que tu tem, Caro - disse o irmão mais novo, todo tesudo
- Por que você não prova bem fundo, irmãozinho? - sugeriu enquanto os caras trocavam de lugar e ela acomodava outra rola na boca.
- Isso você vai sentir bem fundo, putinha - ele avisou enquanto começava a meter.
- Mmmm - foi tudo que Carolina conseguiu responder ao sentir o pau do Maxi penetrando devagar
A cara do irmão incestuoso era de prazer total. Ela tinha razão. Aquela buceta era uma delícia bem fundo. Apertada, molhada e quente. Ele puxou ela pelas pernas e, segurando na cintura dela, começou a dar uma fodida selvagem.
Os amigos ficaram impressionados com o jeito que os dois mexiam aqueles corpos em busca do orgasmo. A boca da morena passou a alternar entre gritos de prazer e a primeira rola que se enfiou no fundo da boca dela. Os três iam se revezando pra sentir aquela boca.
Mesmo no tesão, não economizava na hora de chupar e lamber.
- Que vontade de te foder, putinha! - Quase implorou o Benja enquanto Caro engolia o pedaço dele
- Isso dá pra resolver - Disse Maxi, saindo da posição e ajudando a irmã a se endireitar
Quando Carolina se levantou e eles viram ela com o cabelo todo bagunçado, o rosto molhado e sufocado, e aquele andar de gata, todos se renderam a ela de novo. Daquela submissão em que ela estava imersa, ela voltou a tomar o controle
- Então você quer me foder, bebê? - disse abraçando o pescoço dele
- SIM, rainha, desde a primeira vez que te vi - disse Benjamim
Ela empurrou ele pro sofá e subiu em cima. Foi descendo devagar pra olhar nos olhos dele a cada centímetro que entrava na buceta molhada dela
Todo mundo pensou que o bonzinho do Benja ia gozar na hora, mas ele mordeu os lábios e agarrou as bundas carnudas dela enquanto Caro fazia ele delirar com uma rebolada que ia aumentando a velocidade aos poucos. Ela controlava o prazer pra Ninguém se adianta.
Com as mãos no peito do cara, fazendo com que as tetas dela se juntassem e ficassem ainda mais gostosas, ela virou a cabeça e olhou para o resto que estava se punhetando com o espetáculo.
- Vocês dois, venham aqui - ordenou para Axel e Gaby. Eles obedeceram e se aproximaram, um de cada lado, para apalpar e beijar ela. As mãos dos três amigos de Maxi percorriam as tetas, a bunda, as pernas, o corpo inteiro da irmã sensual dele, enquanto ela já praticamente pulava em cima do Benja.
Enquanto Maxi observava o espetáculo como se fosse uma puta qualquer, começou a pensar no que os pais dele diriam ao ver essa vadiazinha assim. Ficou vermelho como um tomate enquanto via os dois amigos se levantarem no sofá e receberem de novo as boquetas deliciosas que a Caro fazia. Cada vez que trocava de pau, olhava para ele como se estivesse se gabando do que estava fazendo. O sangue do irmão ferveu. A mistura de tesão ao vê-la em ação com aquela sensação de raiva o fez agir.
Ele se aproximou por trás, lambeu dois dedos e os enfiou com força no cu dela, fazendo com que ela gritasse e soltasse o pau que estava na boca.
- Toma, puta! Vou te dar o que você está procurando - disse enquanto enfiava e tirava os dedos.
Axel sorriu e, antes que Caro pudesse responder, enfiou o pau inteiro na boca dela e apertou a cabeça dela para que não escapasse.
- Essa raba quer mais do que dedos - sugeriu Gaby.
Maxi afastou as nádegas dela, deixando aquele cuzinho apertado entregue, e começou a meter devagar. O amigo não soltava a cabeça de Carolina, e isso o deixava ainda mais excitado.
- Aaaahhh, mas que bunda você tem, irmãzinha! Anos olhando pra ela e agora vou arrebentar ela de vez! - disse quase gritando e começou a bombar com tudo.
Axel finalmente soltou o cabelo dela e, assim que a boca se libertou, ela começou a soltar uns gritos que sacudiram todo mundo. A dupla penetração que ela estava recebendo era uma loucura. Benja por baixo também tinha ficado mais excitado, e os dois metiam nela de forma selvagem.
- Você chupa, puta, que está Muito gritona — disse Gaby e encheu a boca dela de pau. Entre ele e Axel, iam puxando ela pelos cabelos e afogando ela uma hora e outra, cada vez que trocavam, os gritos da Caro enchiam o ambiente.
Maxi olhava pros amigos enquanto arrebentava o cu da irmã gostosa dele, e a mistura de gratidão, cumplicidade e tesão fazia as trocas de sorrisos rolarem.
— Sua irmã é uma gulosa — dizia Axel enquanto soltava ela e os fios brancos pendiam entre o pau dele e a boca dela.
— E tem a melhor bunda do mundo, a safada! — respondeu enquanto dava um tapa no meio da surra de cu.
— Dá pra experimentar ou é coisa de família? — respondeu o amigo dele, aproveitando o quanto ele tava entregue.
— Quer que todo mundo te coma, não quer? — perguntou no ouvido da irmã.
— Claro! — respondeu, excitada com a trepada violenta.
Axel afastou a mesinha de centro e deitou no tapete entre os sofás. Carolina abriu as nádegas e enfiou no cu dela sozinha pra continuar surpreendendo eles. Ela mordia os lábios e descia devagar. O magrelo tava no paraíso. Gabriel esperou ela enfiar tudo e se ajeitou na frente dela, metendo com cuidado na buceta.
— Finalmente, puta! Anos nos deixando de pau duro — dizia quando começava a se mexer.
— Goza que hoje é teu dia de sorte — falou e deu um dos beijos mais quentes da noite. O fato de ter os dois dentro teve tudo a ver com isso.
— Não acredito nisso — dizia Benja pro Maxiliano enquanto via a baixinha impressionante se movendo entre os dois, toda suada.
— Isso é o que elas querem desde que me conhecem, vamos lá — levava ele abraçado e sorridente, um Maxi diferente. Chegaram perto da Caro, que olhou a cena e sorriu com malícia.
— Olha o ciumento do meu irmão — disse pro Benjamim.
— Ainda sou — falou Maxi num tom amigável.
— Um pouco pra cada um, né? Mamãe ensinou a gente a dividir desde pequenos, Maxi — disse ela, fazendo de novo aquela voz de menina que deixava ele louco. Todos. Mal terminou a frase, ela abriu a boca igual uma fera pronta pra devorar e enfiou as duas picas juntas. Nunca tinham visto uma parada daquelas. E o Maxi quase gozou na hora. Depois, ela tirou elas de uma vez, fazendo os dois tremerem, e segurou as duas cabeças entre os lábios. Enquanto gemia de tesão por estar sendo comida, brincava com a língua entre aqueles dois paus. Era um espetáculo erótico do caralho.
Caro, num dado momento, acelerou o movimento da cintura, deixando Gaby e Axel à beira do orgasmo. Via eles se contraindo pra segurar a gozada e exagerava de propósito nos gemidos. Tava com a cara vermelha.
Ela se levantou, tirando os dois paus inchados de dentro, e todos cercaram aquela carinha. Naquela hora, pegou a bunda do Gabriel com as duas mãos — ele tava prestes a explodir — e enfiou a pica inteira dele na boca. A cabeça dela se mexeu a toda velocidade, buscando a porra.
— Assim, assim, aai, filha da puta! — gritou ele, com a cara desfigurada de prazer. O gemido profundo do cara foi inequívoco.
A rolinga sedenta se virou e abriu a boca, mostrando uma porra grossa boiando enquanto mexia a língua, brincando com ela.
Maxi agarrou ela pelo queixo e pela franja, fazendo ela virar o rosto pra cima. Ela abriu bem a boca, ainda cheia de porra, e fechou os olhos. Sorrindo, como quem espera o prêmio.
As picas apontaram pra cara dela enquanto eles se punhetavam a toda velocidade, roçando nas bochechas, testa ou lábios dela.
Caro abriu os olhos por um segundo e, quando o olhar dela cruzou com o do irmão, o primeiro jato de porra do Benja atravessou o rosto dela na diagonal. Maxi não aguentou mais aquele tesão e começou a soltar uma quantidade obscena de sêmen. Cada descarga que cruzava a cara da Carolina deixava eles mais excitados. Axel também se vingou, descontrolado, mais perto da testa e do olho esquerdo do que da boca, fazendo com que a carinha toda da morena ficasse coberta de porra quente e grossa.
Caro passou os dedos limpando os olhos e olhou pra eles. lambendo eles com aquela cara de putinha submissa: Os fios brancos escorriam por todo o rosto dela. Ela esticou a língua pra saborear o máximo possível, vendo como os quatro estavam hipnotizados com aquele show final. Juntou tudo que conseguiu com os dedos. Chupando eles e degustando cada gozada como se fosse um manjar.
- Que porra gostosa que vocês têm, garotos - disse ela, ainda agachada entre os paus.
- Te subestimei, você é mais puta do que eu imaginava - respondeu o irmão mais novo, com a voz trêmula de tesão.
Ela riu com safadeza enquanto lambia os restos de porra dos quatro paus, arrancando os últimos gemidos deles.
- Bom, gostosos, vou ver meu filme - falou, e saiu peladinha com o notebook na mão, desviando das roupas jogadas por todo lado.
Os quatro ficaram em silêncio, como se estivessem repassando cada detalhe na mente ou pensando se aquilo tinha realmente acontecido. Não precisavam de palavras. Aos poucos, se vestiram e arrumaram a bagunça, e cada um dos amigos se despediu mais que agradecido pela hospitalidade acolhedora que tiveram naquela casa.
Maxi se despediu do último dos caras e, quando fechava a porta com a chave, sentiu um abraço por trás da cintura e a voz sensual da irmã dizendo:
- Eles realmente acreditaram na história do filme? São muito inocentes, hahaha. Tô te esperando na cama, irmãozinho, se apressa - ela lambeu o pescoço dele e saiu rebolando a raba, dando um sorriso de gata.
Sim. A irmã dele era uma puta completa, mas agora era a puta dele.
16 comentários - Noite de jogos com amigos... e a irmãzinha
siempre me he preguntado a qé viene ese gusto por el incesto que tenes?
Me hubiera gustado ser uno de esos pibes!
Excelente Relato!
Espero que el próximo relato no demore tanto tiempo para poder seguir disfrutandote querida...
FELICITACIONES!! Besos 💋+5