Noche de play con amigos... y hermanita

Aqui está meu novo material. Como tem acontecido nos últimos relatos, tive uma ajudinha do meu querido amigo @george2004. Espero que vocês gostem, meus amores. Beijinhos

Não parecia que seria uma noite diferente das outras. Na verdade, Maxi, com seus 18 anos, já tinha transformado os encontros com os amigos em rotina. Eles rodavam de casa em casa todo fim de semana. Não para sair pra dançar, nem pra chamar mulheres, nem mesmo algo remotamente ousado. O plano era sempre o mesmo: tomar umas cervejas enquanto jogavam diferentes jogos no Playstation. Não parecia muito excitante, mas algo ia mudar drasticamente seus planos.

Carolina, por sua vez, era o oposto do irmão. Uma mulher extremamente ousada. Com seus 20 anos, não tinha muitas inibições. Sempre saía à noite em busca de ação, ação real e não daquela que Maxi e seus amigos tinham na tela. Apesar de ser baixinha, não tinha dificuldade em se destacar graças ao seu bumbum chamativo que, combinado com aquele estilo bravo de roqueira, a tornava super interessante. Uns peitos firmes e grandes eram seu outro trunfo para conseguir sexo bom.

Os cruzamentos de Caro com os amigos de Maximiliano eram raros e breves, já que nos fins de semana ela quase sempre saía com as amigas e apenas uma vez por mês os caras se reuniam na casa dela. Eles se cruzavam ao sair ou entrar. Mas tanto ela quanto o irmão mais novo notavam os olhares dos caras sobre sua figura sensual. Às vezes havia algumas reclamações relutantes ou olhares de reprovação por parte do cara ciumento. De qualquer forma, ela nunca prestava atenção neles.

Naquela sexta-feira, a vez de se reunir foi na casa do Maxi e, como sempre acontecia, depois das 11 da noite começaram a aparecer. O primeiro foi Benjamín, depois tocou a campainha Gabriel e, quando já estavam se acomodando e abrindo algo gelado pra beber, chegou Axel.
- Sempre atrasado, você, ficou se masturbando sozinho? - disse Maxi, provocando risadas do resto.
- Sim, com as fotos da sua irmã - respondeu ele. pegando onde mais dói - Você é um otário, leva as cervejas pra geladeira e vem que hoje tem torneio de FIFA Como se tivesse ouvido, naquele momento uma porta de cima se abriu e passos foram ouvidos. Aquele fim de semana Caro tinha decidido sair no sábado e não na sexta. Então quando todos esperavam encontrá-la pronta pra sair, a morena desceu as escadas com uma camiseta larga que ficava tão solta a ponto de cobrir a bunda mas deixava transparente sua seminuidade por baixo. Os três adolescentes olhavam incrédulos como a cada passo que ela dava dava pra adivinhar com mais clareza uma calcinha fio dental minúscula vermelha sob a camiseta. - Ah então hoje é a "noite dos homens" em casa? - comentou fazendo aspas com os dedos em tom debochado - Você o que tá fazendo aqui? Tá com febre que não vai sair?! Ou é só pra encher o saco? - contra-atacou seu irmão, que estava ficando incomodado com como seus amigos se esticavam tentando ver mais - Tô incomodando, meninos? - perguntou com total segurança a baixinha voluptuosa. - Nada! - disseram em coro os três caras maravilhados ao tê-la perto e notar que ela não tinha sutiã - Viu, amargo? Tira essa cara de bunda que eu só vim buscar os fones e vou ver um filme no meu quarto pra deixar vocês se "divertirem" - tranquilizou fazendo o mesmo gesto debochado. Maxi se acalmou com o comentário e passou um dos controles pro Benja pra começar. Enquanto escolhiam os times notou o quão quietos todos estavam e ao virar a cabeça encontrou a irmã agachada na frente da escrivaninha, desembaraçando o cabo dos fones dos outros. Ele deve ter sido o único que notou os cabos porque todos os outros ficaram vendo como a camiseta subiu na Caro deixando à vista aquelas nádegas redondas e enormes que escondiam quase completamente a calcinha fio dental vermelha. Mal dava pra ver um triângulo no final. Não sabia se ela fazia de propósito pra ser olhada ou se realmente custava tanto desembaraçar o miserável cabo, mas nenhum deles, nem mesmo ele, conseguiu desgrudar os olhos por um segundo daquela bunda firme e tentadora. Quando ela parou com os fones na mão, olhou de repente e todos voltaram a encarar a tela com tanta desajeito que ficaram mais do que evidentes. Um sorriso malicioso surgiu no rosto de Carolina, que seguiu para cima caminhando com um delicado rebolado de quadril que fez todos virarem a cabeça novamente em perfeita sincronia.

Ao desaparecer na escada, houve um momento de silêncio constrangedor e olhares perdidos.

— Bora jogar ou não? — cortou Maxi, tentando mudar o clima, terrivelmente incomodado pela óbvia sensação de que todos estavam pensando na bunda da irmã dele. Até ele tinha aquela imagem na mente.

— Vamos, eu já tô pronto, começa quando quiser — desafiou Benjamin, ciente de que precisavam entrar no jogo o mais rápido possível.

Com isso, pareciam dar por encerrado o momento de tesão que tinham acabado de passar.

A empolgação do jogo foi os envolvendo aos poucos, até que o clima fosse o de todas as suas noites como gamers. Piadas, provocações, zoação e gritos de gol com comemorações das mais variadas entre cerveja e cerveja. Tudo estava bem, até Maxi estava numa boa fase. Parecia que a intromissão da irmã o havia beneficiado, e ele era o mais concentrado no jogo.

As risadas constantes tornaram qualquer outro som imperceptível.

No melhor do jogo, todos deram um salto ao ouvirem atrás do sofá:

— Caiu a internet ou é meu notebook que não tá funcionando? — com um tom suave e feminino. Caro havia voltado.

— O que você tá fazendo aqui?! — irritou-se Maxi ao vê-la novamente com aquela roupa mínima na frente dos amigos. Dessa vez, ela trazia o notebook na mão.

— Deixa eu ver isso? — ofereceu Gaby, esticando os braços para pegar o computador. Axel e Benja tentavam olhar sem que Maxi os matasse, mas agradeciam que o notebook mudasse de mãos, pois assim podiam ver melhor os peitos de Caro e seus mamilos escuros que ressaltavam. Por que tá me encarando com essa cara? Não consigo ver o filme sem internet" - ela disse ao irmão, que naquele momento a odiava com o olhar.

Sabia perfeitamente que para os perdedores dos amigos dele, ter uma gostosinha como a irmã daquele jeito era como um sonho. Não conseguia imaginar a quantidade de ideias eróticas que voavam pelas mentes deles naquele momento, mas não conseguia tirar essa ideia da cabeça.

"Emm, acho... acho que é problema de configuração..." - disse Gaby, que estava muito nervoso por ter Caro tão perto, espiando pelo encosto do sofá com os peitos a centímetros do seu rosto.

"E o que isso significa? Tá quebrado?" - ela perguntou, se aproximando ainda mais.

"Não, nada disso, mas pode demorar. Ei Axel, te deixo minha vez, continua você." - Gaby indicou ao outro cara, para dedicar toda a atenção à irmã sensual do amigo.

Maxi, resignado, retomou a partida agora contra Axel (pelo menos um a menos ia ficar babando pela Caro, pensou), mas não se descuidava e de vez em quando olhava de lado, como tentando fazer com que ela fosse embora o mais rápido possível. Estava tão tenso que não conseguia fazer uma jogada decente. Axel, por sua vez, ao ver que Gabriel estava recebendo tanta atenção da gostosa, tentava se exibir aproveitando a desatenção de Maxi. Cada vez que tentava, marcava pontos e olhava de lado, como mostrando sua habilidade para Carolina, que sorria com certa cumplicidade. O cara ficava louco só com isso.

Desnecessário dizer que, desde o momento em que Caro apareceu, todo o ambiente competitivo do jogo foi pro inferno. Apesar dos esforços, ele não conseguia retomar o foco enquanto a irmã estivesse lá provocando sutilmente cada um. Enquanto pensava nisso, Maxi notou que a irmã estava sentada entre os outros dois, conversando entre risadas.

"Tá bonito, como tá indo com isso?" - ela perguntou a Gaby com uma voz de puta que chamou a atenção dos quatro. Especialmente do irmão, que estava se mordendo para não expulsá-la junto com o computador.

"Falta pouco, acho" - disse o cara com certa timidez diante da... Olhar furioso do seu amigo.
- Bom, pronto, se o jogo durasse mais eu te fazia três ou quatro a mais - interrompeu Axel, como para destacar a goleada que havia dado no pobre Maxi.

Numa mistura de raiva pelo jogo e pela situação ao redor, chutou a mesinha de centro e atirou o joystick para Benja, que pegou e segurou a risada para não deixar seu amigo ainda mais irritado. Quando Maxi se aproximou do computador, viu que Caro estava jogada em cima de Gabriel com a desculpa de espionar o que ele fazia, mas esfregava descaradamente os peitos no braço dele. O computador cobria a saia dela, mas a cara de prazer que ela fazia deixava claro o tesão que o cara estava.
- Se você está atrapalhando, ele nunca vai terminar! Deixa ele respirar! - disse à irmã, fazendo com que ela se afastasse, mas para seu azar, ela fez um beicinho que dava mais tesão do que os próprios esfregações. De qualquer forma, ele a fez se mover e se afastar.

- Termina com isso de uma vez, não aguento mais - sussurrou para Gaby.
- Com isso já deve estar, só tem que esperar carregar - ele disse, mostrando uma barra que se enchia muito lentamente e nem estava perto da metade.
- Isso é um pesadelo! - disse igual baixo. Gabriel não pôde evitar rir, mas seu rosto se transformou e ficou com um olhar perdido que Maxi não conseguia entender.

Ao se virar, viu a irmã agachada entre os outros dois com um controle na mão, mas dando a Gabriel e a ele uma vista perfeita daquele tremendo rabo a poucos centímetros.
- ...vê? Com esse você chuta no gol - terminou uma breve explicação de Benja, que olhava com incredulidade como Caro prestava atenção nele pela primeira vez na vida.
- Parece difícil, deixa eu sentar aqui - ela disse, empurrando-o com seus quadris redondos e ficando apertada entre os dois. Axel estava duro como uma pedra. Não queria olhar de jeito nenhum para Maxi, porque sabia que ele ia fulminá-lo com o olhar. Mas sua felicidade era impossível de esconder ao sentir aquelas pernas roçando nele. Você não vai me vencer - disse Carolina com o mesmo ar de puta que havia usado com Gabriel pouco antes. O sorriso com que olhou para trás parecia dedicado ao seu irmão. Era como se estivesse demonstrando que fazia o que queria.

Maxi calculou que pelo menos assim não ficariam mais olhando sua bunda e que, ao ver que ela começava a se comportar como um deles, a veriam de outra maneira. Não como aquela femme fatale que aparentava ser, mas como pouco feminina. Isso o relaxou um pouco. Olhou para a barra do computador e viu que já havia passado da metade. Foi então que percebeu que estava enganado. Quando olhou novamente para sua irmã, viu como ela fazia caretas mordendo os lábios e os molhando constantemente com a língua, de um jeito que fazia todos a olharem com ainda mais vontade.

Por um instante, ele mesmo ficou hipnotizado com as carinhas de puta que sua irmã fazia e, antes de perceber, estava mordendo os próprios lábios e um pouco agitado. Quando notou, ficou duplamente nervoso. Olhou ao redor, mas os outros três estavam concentrados na morena. Não aguentava mais. Estava tão nervoso que precisou levantar e ir ao banheiro. Precisava se refrescar um pouco, lavar o rosto, então saiu apressado.

- Calma, cara! Falta pouco! Logo ela some da sua vista - dizia para o espelho. Molhou o rosto mais uma vez e secou rápido. Ansioso para ver quanto faltava para o problema de conectividade se resolver de vez. Quando descia, sentiu algo estranho. Não se ouviam vozes.

Se apressou e, ao chegar embaixo, não via sua irmã em lugar nenhum. Seus amigos estavam sentados no sofá. De frente para o console. "Finalmente foi embora", pensou consigo. Enquanto se aproximava, notou que no jogo tudo estava parado. Supôs que estavam esperando por ele e, agora mais relaxado, recuperaria seu posto de vencedor indiscutível. Aproximou-se estufando o peito, mas ao olhar de perto viu Axel com a cabeça no encosto, a boca aberta e o olhar perdido. Ao dar a... Ao virar pelo lado, notou o mesmo com Benja e Gaby. Observou atentamente, com a única luz sendo a da TV, e viu, horrorizado, que as calças dos três estavam no chão e Carolina estava ajoelhada na frente deles, chupando cada um dos seus paus que brilhavam com a saliva daquela putinha.

Ninguém parecia notar sua presença. Os três estavam no paraíso do prazer, com aqueles lábios carnudos devorando seus paus com maestria. Quanto a ela, sua cabeça subia e descia constantemente — era difícil que percebesse qualquer coisa que não fosse o próximo pau que ia saborear. Maxi estava em choque. Sabia que ela era bem puta, mas nunca imaginou que tanto, a ponto de chupar os amigos dele e daquele jeito. Era como se ela estivesse com sede de porra.

— Ei! Eu tô aqui! — gritou, quando conseguiu falar.

— Uh — ouviu-se em uníssono dos três amigos, que voltaram à realidade com o grito.

— Que porra vocês tão fazendo? É a minha irmã, caralho! — disse, enquanto uma veia saltava na testa. Estava indignado com a falta de consideração daqueles três, que baixaram a cabeça, culpados.

— Para com isso, gordo, não é pra tanto — respondeu Caro, que continuava ajoelhada e tinha a boca brilhante pelos três boquetes que estava dando.

— Não é pra tanto? Você vê o que você fez?! — respondeu, aproximando-se para encará-la como se fosse intimidá-la.

— Qual é? Nunca chuparam seu pau? — continuou desafiando de lá de baixo e seguiu: — Parece que o problema é que todo mundo tá gozando menos você aqui. Por alguma razão você ficou olhando, né? — disse com aquele sorriso de puta que tinha dado a cada um durante o jogo preliminar.

A expressão de Maxi mudou de raiva para surpresa. Ele se sentiu totalmente deslocado, e sua irmã experiente aproveitou aquele momento de confusão para tirar vantagem. Esticou as mãos e agarrou seu cinto, puxando-o para perto dela. Começou a acariciar seu pau por cima da calça. Como esperado, já estava meio duro antes mesmo de tocar.

— Se o problema era esse, a gente pode resolver. agora mesmo, irmãozinho - disse enquanto abaixava o zíper dele com os dentes.
- Para, Caro, o que você tá fazendo? - falou com a voz embargada. Ao ouvi-lo assim, ela abriu a calça dele na velocidade e enfiou a ponta do pau na boca, vendo como seu irmão ficava excitado. A cara de prazer do Maxi fez com que ela começasse a chupar com a mesma intensidade que estava fazendo com o resto.

- Ai, Caro! que puta que você é! - exclamou com uma expressão de alegria que não tinha tido a noite toda. Agarrou a cabeça da irmã e enfiou o pau até a garganta, fazendo com que ela se engasgasse e tossisse um pouco. Estava começando a tirar a camiseta dela para deixar aquelas tetas nuas quando percebeu que o Benja ajudava do outro lado. Caro parou de chupar e levantou as mãos, indicando que a tirassem. Assim que fizeram, aqueles peitos lindos ficaram expostos e os dois garotos começaram a tocá-los. Caro chupava os dois paus alternadamente, e os dois amigos, frente a frente, já não sentiam nada além de prazer. Aos poucos, foram se juntando Axel e Gaby, deixando-a no meio dos quatro paus.

A muito viciada não perdeu tempo e foi chupando um a um, quase sem tempo para respirar. Os quatro estavam em um estado de êxtase sexual. Nunca tinham sentido uma boca tão quente na vida. Às vezes, ela juntava dois e brincava com a língua nas pontas de ambos, fazendo-os se contorcer de prazer. O sorriso de satisfação e o olhar felino debaixo daquela franja os incendiavam por dentro. Ela passava os paus pelas bochechas, lambia dos ovos até a ponta e depois passava para o próximo.

Maxi não podia acreditar no quanto sua irmã era puta. Mas ela era tão boa que ele não podia nem queria pará-la. De alguma forma, no fundo, ele desejava isso há tempos. Por isso aquela tensão permanente na presença dela.
- Vocês gostam, meninos? - perguntou com o rosto todo molhado e entre uma lambida e outra.
- Sim, você é perfeita - disse Axel.
- Sim, puta, não para - acrescentou Gaby.
- Claro, meu amor - exclamou Benja.
Segurando o... Pau com uma mão e as bolas com a outra, ele perguntou:
— E você, gosta, Machi? — falando com ela como quando eram crianças, com voz de menininha, enquanto batia uma punheta suave.
— Siiim, como você me deixa com tesão, irmãzinha! — ele se confessou à beira de um orgasmo.

Naquele momento, ele começou a comer a boca dela como um animal. Agarrou seu cabelo e enfiou a língua com toda velocidade. Os outros ficaram animados e começaram a imitá-lo. Um por um, foram pegando a cabeça da Caro como um brinquedo e fazendo ela engolir cada pedaço por inteiro.
Os gemidos dos caras eram constantes entre os engasgos e os gemidinhos da rolinga sensual.

Os quatro foram assumindo o controle e deixando ela cada vez mais submissa aos desejos deles. Adoravam vê-la daquele jeito, depois de como ela tinha deixado todos com tesão.

Maximiliano a pegou pelos braços e a fez ficar de pé. Com ela frente a frente, começaram a se beijar com muita língua.
 Os outros tiraram a roupa ansiosos para experimentar aquele corpo. Maxi contou com a ajuda da irmã.Axel puxou a calcinha dela pra baixo e, quanto ao resto, eles apalpavam os peitos dela sem a menor vergonha. Os mamilos roxos da Caro eram um convite e logo começaram a chupá-los. Ela continuava beijando o irmão e batendo uma pra ele. Axel quis experimentar aquelas tetas e Benja deixou uma pra ele. Não era por generosidade, o cara se agachou atrás dela e, apertando aquele rabo lindo, enfiou a cara entre as nádegas.

Caro ficou excitada ao sentir uma língua entre suas nádegas e agarrou o cabelo da Gaby, devorando sua boca. Naquele momento, seu irmão deu alguns passos para trás para observá-la. Ele a viu tão putinha, com um dos seus amigos perdido entre os peitos, outro aproveitando sua boca e o último agachado com a língua entre suas pernas. Caro não perdeu esse detalhe e olhou de soslaio para ele, fazendo um sorriso provocante e uma piscadela.

Foi então que ele se apressou em tirar os copos e os controles da mesinha de centro e disse:
- Aqui você vai ficar mais confortável. Todos entenderam, e ela foi engatinhando até lá e se deitou na mesa redonda.
- Vem cá você - ela disse ao irmão, abrindo as pernas de um lado pro outro como uma ginasta e mostrando sua buceta suculenta e depilada.

Como um escravo, ele se abaixou, agarrou suas pernas e, depois de algumas lambidas na coxa, chegou àquela buceta gostosa e começou a chupar sem parar.

As costas da Caro se arquearam, e um gemido profundo fez com que os amigos do irmão reagissem e fossem pra cima dela novamente. Axel agarrou sua cabeça, agora de cabeça pra baixo, e começou a enfiar na boca dela de novo. Dava pra ver perfeitamente no pescoço da jovem como ele entrava até a garganta.

Sem ver nada dos lados, ela esticou as mãos em busca de mais paus duros. Os dois se aproximaram para sentir as carícias da Caro, que, assim que os sentiu, começou a masturbá-los com força. Vê-la de pernas abertas e com um pau atravessando sua garganta já era impressionante, mas quando sentiram aquelas mãos tentando espremê-los, eles tremiam de prazer. Cada um amassava uma teta para completar aquela delícia. sensação. Os gemidos exagerados da amiga do seu irmão estavam deixando todo mundo com muito tesão.

- Que delícia, usa a palavra: buceta que você tem, Caro - disse seu irmão mais novo, todo excitado
- Por que não prova bem fundo, irmãozinho? - sugeriu ela, enquanto os garotos trocavam de lugar e ela acomodava outro pau na boca.
- Você vai sentir isso bem fundo, putinha - ele antecipou, enquanto começava a enfiar nela.
- mmmm - foi tudo que Carolina conseguiu responder ao sentir o falo do Maxi penetrando-a lentamente

O rosto do irmão incestuoso era de puro prazer. Ela tinha razão. Aquela buceta era uma delícia bem lá no fundo. Apertada, molhada e quente. Ele puxou suas pernas e, segurando sua cintura, começou a dar uma foda selvagem nela.

Seus amigos ficaram impressionados com a maneira como ambos moviam aqueles corpos em busca do orgasmo. A boca da morena passou a alternar entre gritos de prazer e o primeiro pau que se enfiava fundo em sua boca. Os três iam se revezando para sentir aquela boca.
Apesar do prazer, ela não economizava na hora de chupar e lamber.

- Que vontade de te comer, putinha! - Quase suplicou Benja, enquanto Caro engolia seu pau
- Isso a gente resolve - Disse Maxi, saindo de sua posição e ajudando a irmã a se endireitar

Quando Carolina ficou de pé e a viram com todo o cabelo despenteado, o rosto encharcado e ofegante, e aquele andar felino, todos se renderam a ela novamente. Daquela submissão em que estava imersa, ela voltou a assumir o controle.

- Então quer me comer, bebê? - disse ela, abraçando seu pescoço
- SIM, rainha, desde a primeira vez que te vi - disse Benjamim

Ela o empurrou no sofá e subiu em cima dele. Foi descendo lentamente para olhá-lo nos olhos a cada centímetro que entrava em sua buceta encharcada.

Todos pensaram que o bom do Benja ia gozar naquele momento, mas ele mordeu os lábios e agarrou suas nádegas carnudas enquanto Caro o deixava delirar com um rebolado que lentamente aumentava de velocidade. Ela controlava o prazer para que... Ninguém se adiante.

Com as mãos no peito do cara, o que fazia seus peitos se juntarem e ficarem ainda mais gostosos, ela virou a cabeça e olhou para o resto que estava se masturbando com o espetáculo.
— Vocês dois, venham aqui — ordenou a Axel e Gaby, que obedeceram e se aproximaram, um de cada lado, para apalpá-la e beijá-la. As mãos dos três amigos do Maxi percorriam os peitos, a bunda, as pernas, todo o corpo de sua irmã sensual enquanto ela já praticamente saltava sobre o Benja.

Enquanto Maxi observava o espetáculo como se ela fosse uma puta qualquer, começou a pensar no que seus pais diriam ao ver essa putinha assim. Ficou vermelho como um tomate enquanto via seus dois amigos se levantarem no sofá e receberem novamente as mamadas deliciosas que a Caro fazia. Cada vez que ela trocava de pau, olhava para ele como se estivesse se gabando do que estava fazendo. O sangue de seu irmão ferveu. A mistura de tesão ao vê-la em ação, somada àquela sensação de raiva, o levou a agir.

Aproximou-se por trás, chupou alguns dedos e os enfiou com força no cu dela, fazendo com que ela gritasse e soltasse o pau que tinha na boca.
— Toma, puta! Vou te dar o que você está procurando — disse enquanto enfiava e puxava os dedos.
Axel sorriu e, antes que Caro pudesse responder, enfiou o pau inteiro na boca dela e apertou sua cabeça para que não escapasse.
— Essa bunda quer mais que dedos — sugeriu Gaby.
Maxi separou suas nádegas, deixando aquele cuzinho apertado exposto, e começou a enfiar devagar. Seu amigo não soltava a cabeça da Carolina, e isso o deixou ainda mais excitado.
— Aaaahhh, mas que cuzinho você tem, irmãzinha! Anos olhando para ele e agora finalmente vou arrombar! — disse quase gritando e começou a meter com tudo.

Axel finalmente soltou seu cabelo, e assim que sua boca se libertou, ela começou a soltar gritos que estremeceram a todos. A dupla penetração que estava recebendo era uma loucura. Benja, lá embaixo, também estava mais excitado, e os dois a foderam selvagemente.
— Você chupa, puta, que está… muito gritona - disse Gaby e encheu a boca dela de pau. Entre ele e Axel, iam segurando ela pelos cabelos e afogando ela de novo e de novo, cada vez que os gritos da Caro mudavam, enchiam o ambiente.

Maxi olhava para os amigos enquanto arrombava a bunda da irmã gostosa, e a mistura de gratidão, cumplicidade e tesão fazia com que as trocas de sorrisos fluíssem.

- Sua irmã é uma gulosa - disse Axel enquanto a soltava e os fios brancos pendiam entre o pau dele e a boca dela.
- E tem a melhor bunda do mundo, a foxy! - respondeu enquanto dava um tapa no meio da foda brutal.
- Podemos experimentar ou é coisa de família? - respondeu o amigo, aproveitando como ela estava entregue.
- Quer que te comam todo mundo, né? - perguntou no ouvido da irmã.
- Óbvio! - respondeu excitada pela foda tremenda.

Axel empurrou a mesinha de centro e deitou no tapete entre os sofás. Carolina abriu as nádegas e enfiou sozinha no cu para continuar surpreendendo eles. Mordia os lábios e descia lentamente. O magrelo estava no paraíso. Gabriel esperou ela ter tudo dentro e se posicionou na frente dela, enfiando cuidadosamente na buceta.

- Finalmente, putinha! Anos nos deixando de pau duro - disse quando começou a se mover.
- Goza que hoje é seu dia de sorte - disse e deu um dos beijos mais quentes da noite. O fato de ter os dois dentro teve a ver com isso.

- Não acredito nisso - disse Benja para Maximiliano enquanto via como a petisa impressionante se movia entre aqueles dois, banhada em suor.
- É isso que vocês querem desde que me conhecem, vamos lá, vai - levava ele abraçado e sorridente, um Maxi desconhecido. Se colocaram perto da Caro, que olhou a cena e sorriu com malícia.
- Olha ele, o ciumento do meu irmão - disse para Benjamin.
- Ainda sou - disse com tom amigável Maxi.
- Um pouco pra cada um, né? A mamãe nos ensinou a compartilhar desde pequenos, Machi - disse, fazendo de novo aquela voz de menininha que dava muito tesão. todos. Mal acabou a frase, ela abriu a boca como uma fera pronta para devorar e enfiou os dois paus juntos. Nunca tinham visto uma coisa daquelas. E o Maxi quase gozou ali mesmo. Depois, puxou os dois de uma vez, fazendo-os estremecer, e manteve as duas cabecinhas entre seus lábios. Enquanto gemía de prazer por estarem metendo nela, brincava com a língua entre aquelas duas rolas. Era um espetáculo das mais eróticas.

Caro, em determinado momento, acelerou o movimento dos quadris, levando Gaby e Axel à beira do orgasmo. Ela via como eles se contraíam para segurar a porra e exagerava de propósito as exclamações. Tinha o rosto vermelho.
Parou, tirando os dois falos inflamados de dentro, e todos cercaram aquela carinha.
Nesse momento, agarrou com as duas mãos a bunda do Gabriel, que estava pra explodir, e enfiou o pau inteiro dele na boca. Sua cabeça se moveu na velocidade máxima em busca da porra.
- Assim, assim, aay filha da puta! - gritou com o rosto desfigurado pelo prazer. O gemido profundo do cara foi inequívoco.
A rolinga sedenta se virou e abriu a boca, mostrando uma porra grossa flutuando nela enquanto movia a língua, brincando com o esperma.

Maxi a agarrou pelo queixo e pela franja, fazendo com que ela virasse o rosto pra cima, e ela abriu bem a boca, que ainda estava cheia de porra, e fechou os olhos. Sorrindo como quem espera sua recompensa.
Os paus apontaram para seu rosto enquanto eles se masturbavam na velocidade máxima e roçavam suas bochechas, testa ou lábios.

Caro abriu os olhos por um segundo e, quando seu olhar se cruzou com o do irmão, o primeiro jato de porra do Benja cruzou seu rosto na diagonal. Maxi não aguentou mais aquele tesão e começou a jorrar uma quantidade obscena de sêmen. Cada descarga que cruzava o rosto da Carolina os deixava com mais tesão ainda. Axel também se vingou, descontrolado, mais perto da testa e do olho esquerdo do que da boca, fazendo com que todo o rostinho da morena ficasse coberto de porra quente e grossa.

Caro passou os dedos limpando os olhos e os olhou. Lambendo eles com aquele jeitinho de puta submissa: Os fios brancos escorriam pelo seu rosto todo. Ela esticou a língua para saborear o máximo possível, vendo como os quatro estavam hipnotizados com aquele show final. Juntou tudo que conseguiu com os dedos. Chupando-os e degustando cada porra como se fosse uma iguaria.

— Que porra gostosa vocês têm, meninos — disse ela, ainda agachada entre os paus.
— Subestimei você, é mais puta do que eu podia imaginar — respondeu o irmão mais novo com a voz entrecortada pela agitação.
Ela riu com malícia enquanto lambia os restos de sêmen dos quatro paus, fazendo-os soltar os últimos gemidos.

— Bom, gatinhos, vou ver meu filme — disse e saiu peladinha com o notebook na mão, desviando da roupa que estava jogada por todo lado.
Os quatro ficaram em silêncio, como se estivessem repassando na mente cada detalhe ou pensando se aquilo tinha realmente acontecido. Não eram necessárias palavras. Aos poucos, se vestiram e arrumaram a bagunça, e cada um dos amigos se despediu mais do que agradecido pela acolhedora hospitalidade que tiveram naquela casa.

Maxi despediu o último dos garotos e, quando trancava a porta, sentiu um abraço atrás da sua cintura e a voz sensual da irmã dizendo:
— De verdade acreditaram na história do filme? São muito inocentes, hahaha. Tô te esperando na cama, irmãozinho, se apressa — lambeu seu pescoço e foi embora rebolando a bunda e dedicando-lhe um sorriso de gatinha.

Sim. Sua irmã era uma verdadeira puta, mas agora era a puta dele.

16 comentários - Noche de play con amigos... y hermanita

bienvenida de vuelta genia!
siempre me he preguntado a qé viene ese gusto por el incesto que tenes?
Uffffffff increíble la Paja que me hice con éste relato, me calento muchísimo!
Me hubiera gustado ser uno de esos pibes!
Excelente Relato!
Excelente relato linda, no había tus posts, y el que acabo de leer es buenisimo, me dejaste a full con la tremenda historia, que linda fiestita querida!!:hot::hot:
Espero que el próximo relato no demore tanto tiempo para poder seguir disfrutandote querida...
FELICITACIONES!! Besos 💋+5


Noche de play con amigos... y hermanita
muuy bueno.. le hago lo mismo a mi hermano jaja
que traviesa
@Mishiand69 encima juegan al rugby tan todos re bueno jeje
@trolita_20 cuando quieras lo charlamos por privado. me gusta lo que contas
muy bueeeeeeeenooooooo avisa cuando se junten a jugar a la play ¡¡¡¡¡gracias por compartir
Donde estabas!!!! Excelentes relatos flaca
Van puntos 10+. Que envidia a ese tal Maxi. Quien no quisiera tener una puta tan gauchita