Oi, pessoal! Desculpem a demora, mas aqui vai mais uma parte dessa história.
O dia dos sonhos finalmente chegou. A arquiteta avisou a Tana no meio da manhã de sexta que chegaria por volta das 17h para cumprir o que foi combinado. Ela aproveitou que o namorado estaria em um retiro espiritual com os amigos do Opus, se preparando para o casamento.
Quando a Graciela me contou sobre a ligação, me veio um plano de boas-vindas na cabeça, que contei para minha esposa pervertida. Fui ao centro e entrei numa sex shop. Comprei algemas e um chicote, além de dois géis para a festa que estava por vir. Minha rola já palpitava só de pensar nisso.
Em casa, falei para a Graciela: "Olha, pensei em como receber a putinha da sua amiga" e mostrei o que tinha comprado. Minha esposa olhou com um pouco de incredulidade e teve um ar de preocupação. "O que você está pensando, pervertido?", ela disse. Respondi: "Bem, algo bem gostoso para que sua amiguinha e você não esqueçam a noite", falei com um sorriso de orelha a orelha. E sem deixá-la perguntar mais, tirei a rola dura que já estava só de imaginar as coisas que íamos fazer com ela, e ordenei gentilmente: "Chupa ela um pouquinho, assim eu penso melhor, hahaha...". A Tana não hesitou e deu umas lambidas, enfiando minha rola com jeitinho na garganta dela... Quando vi que ia chegar naquele ponto sem volta, agarrei seus cabelos e puxei para trás. "Espera, gulosa, você também vai ter festa, mas não agora. Quero gozar à vontade e gastar tudo nesses momentos."
Almoçamos pouco e passei para a execução do plano de punir a putinha da Maria.
Por volta das 16h, escolhi a roupa que minha esposa usaria: só uma calcinha fio-dental de tule azul, que entrava bem na bucetinha e tinha um fiozinho fino que se perdia nas fendas daquele bumbum lindo. A Graciela obedecia sem perguntar. Quando ela se apresentou para mim vestida com a calcinha, dei um beijo quente e pude passar meus dedos pela fenda, por cima do tecido da calcinha, embora vocês não me... Cara, ela estava encharcada, a puta da minha esposa dava um tesão que fazia ela escorrer pela buceta.
Fiz ela ir para nossa cama, ela obediente me seguiu, aproveitei para dar um tapa na sua bunda que estava melhor, só que arrombada por aquele pau preto descomunal, fiz ela subir e ficar de quatro, pedi que me desse as mãos e ela colocou para trás, coloquei as algemas, que tinham um detalhe de tecido de veludo rosa, e assim ela ficou na cama, de bruços, o rosto apoiado em um travesseiro e a bunda bem empinada. Fui atrás dela e comecei a passar minha língua por toda a sua buceta, que imediatamente reagiu ao escorrer seus líquidos "parece que está quente a putinha, né...?..." disse com malícia. Só um gemidinho obtive como resposta, puxei a calcinha e comecei a saborear esses líquidos, fui ao meu guarda-roupa e peguei uma camiseta e um short e os coloquei. Voltei ao que estava fazendo, lambia o clitóris, e subia até a bunda que estava deliciosa, mostrando os rastros da passagem de um pau, mas que me permitia introduzir a língua até o fundo…. A gringa só gemia e me dizia, "que filho de puta ,,,, mmmmmmmmmmm……sim que gostosoooooooooooo…….vai continuuuuuu." Eu continuava lambendo e chupando os líquidos que brotavam de sua buceta doce…depois comecei a meter um dedo, lubrificado com seus fluidos… "ahhhhhhhhh simmmmmm mete assimmmmmm" me dizia a puta da Graciela. De modo perverso a levava até o ponto do orgasmo, e a deixava lá, afrouxava os dedos e a chupada, para voltar a começar, depois de meia hora minha esposa era um jato que descia por suas pernas, estava quente desejosa de gozar "…ah não para desgraçado, vai que eu quero gozar…." "não puta - lhe disse- , você vai gozar quando eu quiser …isso te acontece por ser puta hahaha"
"..Cala a boca viado que você tem o pau que rasga a calça só de pensar na buceta que você vai comer ¿ou me diga que não tem vontade da minha amiga?..." ela disparou de repente, "sim claro que vou foder sua amiga e você, e fique sabendo que quero ver você comendo ela a vocês também, ou você vai negar que te esquenta voltar a saborear essa buceta? Ambos estalámos de rir porque as duas perguntas eram verdadeiras. Passei para o segundo passo do teste, o chicote, a bunda da Graciela receberia a prova do chicotinho que eu tinha comprado com 8 tirinhas de couro macio. Isso nós nunca tínhamos feito, mas devo reconhecer que adorei ver a Graciela de quatro, com a calcinha fio-dental puxada, escorrendo mel, então eu disse: olha, a onda é que estou te punindo pelos meus chifres, e quero que ela veja essa imagem sua, toda dominada, com as nádegas avermelhadas e totalmente entregue, te prometo que você poderá se vingar nela, e aí você tem que insultá-la e culpá-la pela sua situação atual, OK? “Sim, meu amor…”, a vadia me disse… “qualquer coisa faria por você, contanto que me faça gozar como a vadia que sou”. Dei vários chicotadas, de maneira suave o suficiente para ir deixando o bumbum avermelhado. Aí aproveitei para pegar o consolo de 20x6 que tínhamos para brincar, do tipo vibrador, e fui enfiando na buceta. O tempo voava sem percebermos, quando a campainha da entrada nos tirou do joguinho. A hora da minha vingança estava se aproximando. Então eu disse: “…aguenta esse pau aí dentro, quero que ela te veja assim…”. Saí atrás dela e fui abrir.
Escultural é pouco, ao abrir a porta estava lá, a arquiteta, vestida com um vestido bem colado no corpo, todo vermelho, sem sutiã e sem calcinha, coisa que pudemos comprovar minutos depois. 35 anos tinha a vadia da Maripaz, mas um verdadeiro monumento com peitos feitos, sei lá, mas uma bunda que rachava o chão, vendo meu estado catatônico ela me diz: “me deixa entrar ou vai me deixar aqui fora?” hahaha eu disse desculpa, entra. “…Graciela, onde está?” ela me disse, “…não se preocupe, ela já vai te atender, está no quarto… acho que você sabe a que veio, não?” eu disse em tom imperativo… “Sim, está tudo claro”, ela me disse sem mais… a fiz passar e disse: vai para o quarto, a italiana quer Falar com você... meu pau estava duro e fazendo um carpa de circo naquela altura. Deixei que ela fosse a primeira, assim pude ver o balanço daquele rabo que seria meu em instantes. A cara da Maria Paz devia ser um poema quando ela mal atravessou o corredor e entrou no quarto conjugal. A imagem me deu um flash: minha santa esposa, de quatro, com as mãos algemadas na cintura, e na buceta um vibrador enterrado até o fundo, com aquele zumbido característico desses brinquedos.
"Uauuuuuuuu", ela disse, "vejo que você está ocupada, Gra hahaha". Nem lento nem preguiçoso, fui por trás dela, e com uma mão agarrei um peito, com a direita enfiei dois dedos no seu cu por cima do vestido e sussurrei no seu ouvido: "...Bem, puta, agora você vai saber qual é o pagamento pelo qual veio e o que te espera..." Mal terminei isso, ouvi um gemidinho que escapou dela. Baixei a mão do seu peito e, por baixo do vestido, meti a mão, vendo que ela não tinha calcinha. Sua xota estava molhada, parece que veio com tesão pensando no que ia acontecer com ela. Graciela só teve tempo de um "oi" seco e um sorriso pervertido, pedindo para continuarmos. Realmente, ela não aguentava mais, fazia 40 minutos que estava sendo excitada sem parar.
"Primeiro vamos fazer essa puta gozar", eu disse, "você se coloca embaixo e lambe o clitóris dela enquanto eu continuo metendo o vibrador". Sem dizer palavras, ela pôs mãos à obra. Tentou tirar o vestido, mas não permiti. "Eu direi, puta, quando você vai se despir. Agora eu quero assim". Obediente, a amiga foi para debaixo da minha esposa e começou a lamber e chupar seus líquidos. Eu tirei o shorts e comecei a meter e sacar o vibrador. Em cinco minutos, minha esposa começou a cavalgar e esfregar na cara da puta da amiga dela, e a lançar jatos de mijo, que a puta da arquiteta não parava de sugar. Ela ficou assim, tremendo, enquanto eu a insultava: "Toma, puta, vamos, me mostre como aquele pauzudo daquele negro te fez gozar. Vamos, e você, Mari, que é a culpada de tudo, chupa bem e engole esses líquidos". Nesse paroxismo da... Situation vi que a amiga tinha dois dedos na sua buceta bem aberta, aproveitando o momento… “Mari, por sua culpa estou com uns chifres enormes, então você vai ter que me pagar com o seu corpo, o preço dos meus chifres…” Ela não dizia nada, só ouvia, minha esposa ainda estava exausta pelo orgasmo brutal que teve. “Agora você vai ver o que acontece com putas como você” e comecei a castigar suas nádegas com o chicote, batia nela não com brutalidade, mas apenas como um tapinha forte, aos poucos as bochechas da bunda foram ficando vermelhas, parava e passava o cabo do chicote pela buceta e pelo rabo, pressionava no buraquinho anal, e voltava a dar um chicotada, a vadia começou a gemer e soltar pequenos ais que mais que dor eram gemidos de prazer.
Assim a mantive até que seus líquidos escorressem como cascatas por ambas as pernas. “Você gosta, vadia, me diz…” Um longo siiiiiiiiiiiiiii saiu de seus lábios, úmidos de excitação, “continua por favor que eu adoro disse entre dentes” de fato quando apoiei minha língua em seu clitóris ele se contraiu e todo o corpo dela começou a convulsionar em um único orgasmo, que nem me deu tempo de continuar lambendo…….. “Ahhggggggggggg siiiiiiii siiiiiiiiiiii, mmmmmmmmmmmmmmm que delíciaaaaaaaaaaaaa” só disse a vadia, minha esposa ainda sob os vapores do seu orgasmo recente, observava absorta como a vadia de sua amiga gozava, eu disse vai continua chupando essa vadia, enfia a cara nela, vai, nem lenta nem preguiçosa, ela fez, aí aproveitei que ela estava de bunda empinada para enfiar meu pau na buceta, só um gemidinho ela soltou enquanto continuava lambendo a vadia da amiga que só gritava “ohhhhhhhhhhhhh chega, chega……..mmmmmmmmmmmmmmmmm siiiiiiiiiiiiii chegaaaaaa…. Não aguento maaaaais………” enquanto fodia minha esposa, aproveitei para tirar e enfiar no cu, devo dizer que senti um pouco de raiva, porque meu pau entrou sem esforço, dava pra ver o canal que aquele negro filho da puta tinha feito nela… Ela começou a se mexer, mas quando entrei por completo, minha esposa começou a gemer de prazer, a imagem era poderosa. Sua amiga aberta de quatro, gozando como uma loba, ela enfiando a cara na buceta, e eu perfurando a bunda dela, nada de virgem, hahaha.
Sua amiga, presa no orgasmo, se virou em tremores de prazer, enquanto minha esposa, penetrada até o fundo do cu, tocava o clitóris, fechando os olhinhos, fazendo uma cara de puta safada que me enlouqueceu... quando estava no melhor, tirei para não gozar, já não aguentava mais. Fiz Graciela deitar de bruços e subi Mari em cima dela em um 69, ordenei que se chupassem, a arquiteta não aguentava mais... sua bunda bem empinada era um verdadeiro manjar, fui direto nela, e assim como com minha esposa, entrei sem problemas, (drama de ter um pau de 17 cm e pouco grosso) ela só deu um salto, mas logo empinou, enfiando tudo, me provocando um prazer imenso, saber que aquele cu não era da minha Tana.
A Tana estava feroz, chupando o clitóris dela, e eu enfiando no cu, ficamos assim até não aguentar mais, tirei, virei as duas, e fiz a putinha da amiga abrir a boca, e em duas palmadas fui gozando na boca dela, que, acreditem ou não, foi engolindo e saboreando, minha esposa tinha enfiado dois dedos na buceta dela e olhava com paixão enquanto ela engolia minha porra... quando dei minha última jorrada, sem que ela pedisse, minha esposa pegou meu pau e limpou meu cacete, e partiu para um beijo profundo com Maria Paz, trocando a porra e fazendo ela ter mais um orgasmo enquanto eu enfiava três dedos na buceta dela... Assim terminou o primeiro round, brutal, sem preâmbulos da minha vingança, mas isso não tinha terminado, amigos... Ainda faltava o melhor.
(continua)
O dia dos sonhos finalmente chegou. A arquiteta avisou a Tana no meio da manhã de sexta que chegaria por volta das 17h para cumprir o que foi combinado. Ela aproveitou que o namorado estaria em um retiro espiritual com os amigos do Opus, se preparando para o casamento.
Quando a Graciela me contou sobre a ligação, me veio um plano de boas-vindas na cabeça, que contei para minha esposa pervertida. Fui ao centro e entrei numa sex shop. Comprei algemas e um chicote, além de dois géis para a festa que estava por vir. Minha rola já palpitava só de pensar nisso.
Em casa, falei para a Graciela: "Olha, pensei em como receber a putinha da sua amiga" e mostrei o que tinha comprado. Minha esposa olhou com um pouco de incredulidade e teve um ar de preocupação. "O que você está pensando, pervertido?", ela disse. Respondi: "Bem, algo bem gostoso para que sua amiguinha e você não esqueçam a noite", falei com um sorriso de orelha a orelha. E sem deixá-la perguntar mais, tirei a rola dura que já estava só de imaginar as coisas que íamos fazer com ela, e ordenei gentilmente: "Chupa ela um pouquinho, assim eu penso melhor, hahaha...". A Tana não hesitou e deu umas lambidas, enfiando minha rola com jeitinho na garganta dela... Quando vi que ia chegar naquele ponto sem volta, agarrei seus cabelos e puxei para trás. "Espera, gulosa, você também vai ter festa, mas não agora. Quero gozar à vontade e gastar tudo nesses momentos."
Almoçamos pouco e passei para a execução do plano de punir a putinha da Maria.
Por volta das 16h, escolhi a roupa que minha esposa usaria: só uma calcinha fio-dental de tule azul, que entrava bem na bucetinha e tinha um fiozinho fino que se perdia nas fendas daquele bumbum lindo. A Graciela obedecia sem perguntar. Quando ela se apresentou para mim vestida com a calcinha, dei um beijo quente e pude passar meus dedos pela fenda, por cima do tecido da calcinha, embora vocês não me... Cara, ela estava encharcada, a puta da minha esposa dava um tesão que fazia ela escorrer pela buceta.
Fiz ela ir para nossa cama, ela obediente me seguiu, aproveitei para dar um tapa na sua bunda que estava melhor, só que arrombada por aquele pau preto descomunal, fiz ela subir e ficar de quatro, pedi que me desse as mãos e ela colocou para trás, coloquei as algemas, que tinham um detalhe de tecido de veludo rosa, e assim ela ficou na cama, de bruços, o rosto apoiado em um travesseiro e a bunda bem empinada. Fui atrás dela e comecei a passar minha língua por toda a sua buceta, que imediatamente reagiu ao escorrer seus líquidos "parece que está quente a putinha, né...?..." disse com malícia. Só um gemidinho obtive como resposta, puxei a calcinha e comecei a saborear esses líquidos, fui ao meu guarda-roupa e peguei uma camiseta e um short e os coloquei. Voltei ao que estava fazendo, lambia o clitóris, e subia até a bunda que estava deliciosa, mostrando os rastros da passagem de um pau, mas que me permitia introduzir a língua até o fundo…. A gringa só gemia e me dizia, "que filho de puta ,,,, mmmmmmmmmmm……sim que gostosoooooooooooo…….vai continuuuuuu." Eu continuava lambendo e chupando os líquidos que brotavam de sua buceta doce…depois comecei a meter um dedo, lubrificado com seus fluidos… "ahhhhhhhhh simmmmmm mete assimmmmmm" me dizia a puta da Graciela. De modo perverso a levava até o ponto do orgasmo, e a deixava lá, afrouxava os dedos e a chupada, para voltar a começar, depois de meia hora minha esposa era um jato que descia por suas pernas, estava quente desejosa de gozar "…ah não para desgraçado, vai que eu quero gozar…." "não puta - lhe disse- , você vai gozar quando eu quiser …isso te acontece por ser puta hahaha"
"..Cala a boca viado que você tem o pau que rasga a calça só de pensar na buceta que você vai comer ¿ou me diga que não tem vontade da minha amiga?..." ela disparou de repente, "sim claro que vou foder sua amiga e você, e fique sabendo que quero ver você comendo ela a vocês também, ou você vai negar que te esquenta voltar a saborear essa buceta? Ambos estalámos de rir porque as duas perguntas eram verdadeiras. Passei para o segundo passo do teste, o chicote, a bunda da Graciela receberia a prova do chicotinho que eu tinha comprado com 8 tirinhas de couro macio. Isso nós nunca tínhamos feito, mas devo reconhecer que adorei ver a Graciela de quatro, com a calcinha fio-dental puxada, escorrendo mel, então eu disse: olha, a onda é que estou te punindo pelos meus chifres, e quero que ela veja essa imagem sua, toda dominada, com as nádegas avermelhadas e totalmente entregue, te prometo que você poderá se vingar nela, e aí você tem que insultá-la e culpá-la pela sua situação atual, OK? “Sim, meu amor…”, a vadia me disse… “qualquer coisa faria por você, contanto que me faça gozar como a vadia que sou”. Dei vários chicotadas, de maneira suave o suficiente para ir deixando o bumbum avermelhado. Aí aproveitei para pegar o consolo de 20x6 que tínhamos para brincar, do tipo vibrador, e fui enfiando na buceta. O tempo voava sem percebermos, quando a campainha da entrada nos tirou do joguinho. A hora da minha vingança estava se aproximando. Então eu disse: “…aguenta esse pau aí dentro, quero que ela te veja assim…”. Saí atrás dela e fui abrir.
Escultural é pouco, ao abrir a porta estava lá, a arquiteta, vestida com um vestido bem colado no corpo, todo vermelho, sem sutiã e sem calcinha, coisa que pudemos comprovar minutos depois. 35 anos tinha a vadia da Maripaz, mas um verdadeiro monumento com peitos feitos, sei lá, mas uma bunda que rachava o chão, vendo meu estado catatônico ela me diz: “me deixa entrar ou vai me deixar aqui fora?” hahaha eu disse desculpa, entra. “…Graciela, onde está?” ela me disse, “…não se preocupe, ela já vai te atender, está no quarto… acho que você sabe a que veio, não?” eu disse em tom imperativo… “Sim, está tudo claro”, ela me disse sem mais… a fiz passar e disse: vai para o quarto, a italiana quer Falar com você... meu pau estava duro e fazendo um carpa de circo naquela altura. Deixei que ela fosse a primeira, assim pude ver o balanço daquele rabo que seria meu em instantes. A cara da Maria Paz devia ser um poema quando ela mal atravessou o corredor e entrou no quarto conjugal. A imagem me deu um flash: minha santa esposa, de quatro, com as mãos algemadas na cintura, e na buceta um vibrador enterrado até o fundo, com aquele zumbido característico desses brinquedos.
"Uauuuuuuuu", ela disse, "vejo que você está ocupada, Gra hahaha". Nem lento nem preguiçoso, fui por trás dela, e com uma mão agarrei um peito, com a direita enfiei dois dedos no seu cu por cima do vestido e sussurrei no seu ouvido: "...Bem, puta, agora você vai saber qual é o pagamento pelo qual veio e o que te espera..." Mal terminei isso, ouvi um gemidinho que escapou dela. Baixei a mão do seu peito e, por baixo do vestido, meti a mão, vendo que ela não tinha calcinha. Sua xota estava molhada, parece que veio com tesão pensando no que ia acontecer com ela. Graciela só teve tempo de um "oi" seco e um sorriso pervertido, pedindo para continuarmos. Realmente, ela não aguentava mais, fazia 40 minutos que estava sendo excitada sem parar.
"Primeiro vamos fazer essa puta gozar", eu disse, "você se coloca embaixo e lambe o clitóris dela enquanto eu continuo metendo o vibrador". Sem dizer palavras, ela pôs mãos à obra. Tentou tirar o vestido, mas não permiti. "Eu direi, puta, quando você vai se despir. Agora eu quero assim". Obediente, a amiga foi para debaixo da minha esposa e começou a lamber e chupar seus líquidos. Eu tirei o shorts e comecei a meter e sacar o vibrador. Em cinco minutos, minha esposa começou a cavalgar e esfregar na cara da puta da amiga dela, e a lançar jatos de mijo, que a puta da arquiteta não parava de sugar. Ela ficou assim, tremendo, enquanto eu a insultava: "Toma, puta, vamos, me mostre como aquele pauzudo daquele negro te fez gozar. Vamos, e você, Mari, que é a culpada de tudo, chupa bem e engole esses líquidos". Nesse paroxismo da... Situation vi que a amiga tinha dois dedos na sua buceta bem aberta, aproveitando o momento… “Mari, por sua culpa estou com uns chifres enormes, então você vai ter que me pagar com o seu corpo, o preço dos meus chifres…” Ela não dizia nada, só ouvia, minha esposa ainda estava exausta pelo orgasmo brutal que teve. “Agora você vai ver o que acontece com putas como você” e comecei a castigar suas nádegas com o chicote, batia nela não com brutalidade, mas apenas como um tapinha forte, aos poucos as bochechas da bunda foram ficando vermelhas, parava e passava o cabo do chicote pela buceta e pelo rabo, pressionava no buraquinho anal, e voltava a dar um chicotada, a vadia começou a gemer e soltar pequenos ais que mais que dor eram gemidos de prazer.
Assim a mantive até que seus líquidos escorressem como cascatas por ambas as pernas. “Você gosta, vadia, me diz…” Um longo siiiiiiiiiiiiiii saiu de seus lábios, úmidos de excitação, “continua por favor que eu adoro disse entre dentes” de fato quando apoiei minha língua em seu clitóris ele se contraiu e todo o corpo dela começou a convulsionar em um único orgasmo, que nem me deu tempo de continuar lambendo…….. “Ahhggggggggggg siiiiiiii siiiiiiiiiiii, mmmmmmmmmmmmmmm que delíciaaaaaaaaaaaaa” só disse a vadia, minha esposa ainda sob os vapores do seu orgasmo recente, observava absorta como a vadia de sua amiga gozava, eu disse vai continua chupando essa vadia, enfia a cara nela, vai, nem lenta nem preguiçosa, ela fez, aí aproveitei que ela estava de bunda empinada para enfiar meu pau na buceta, só um gemidinho ela soltou enquanto continuava lambendo a vadia da amiga que só gritava “ohhhhhhhhhhhhh chega, chega……..mmmmmmmmmmmmmmmmm siiiiiiiiiiiiii chegaaaaaa…. Não aguento maaaaais………” enquanto fodia minha esposa, aproveitei para tirar e enfiar no cu, devo dizer que senti um pouco de raiva, porque meu pau entrou sem esforço, dava pra ver o canal que aquele negro filho da puta tinha feito nela… Ela começou a se mexer, mas quando entrei por completo, minha esposa começou a gemer de prazer, a imagem era poderosa. Sua amiga aberta de quatro, gozando como uma loba, ela enfiando a cara na buceta, e eu perfurando a bunda dela, nada de virgem, hahaha.
Sua amiga, presa no orgasmo, se virou em tremores de prazer, enquanto minha esposa, penetrada até o fundo do cu, tocava o clitóris, fechando os olhinhos, fazendo uma cara de puta safada que me enlouqueceu... quando estava no melhor, tirei para não gozar, já não aguentava mais. Fiz Graciela deitar de bruços e subi Mari em cima dela em um 69, ordenei que se chupassem, a arquiteta não aguentava mais... sua bunda bem empinada era um verdadeiro manjar, fui direto nela, e assim como com minha esposa, entrei sem problemas, (drama de ter um pau de 17 cm e pouco grosso) ela só deu um salto, mas logo empinou, enfiando tudo, me provocando um prazer imenso, saber que aquele cu não era da minha Tana.
A Tana estava feroz, chupando o clitóris dela, e eu enfiando no cu, ficamos assim até não aguentar mais, tirei, virei as duas, e fiz a putinha da amiga abrir a boca, e em duas palmadas fui gozando na boca dela, que, acreditem ou não, foi engolindo e saboreando, minha esposa tinha enfiado dois dedos na buceta dela e olhava com paixão enquanto ela engolia minha porra... quando dei minha última jorrada, sem que ela pedisse, minha esposa pegou meu pau e limpou meu cacete, e partiu para um beijo profundo com Maria Paz, trocando a porra e fazendo ela ter mais um orgasmo enquanto eu enfiava três dedos na buceta dela... Assim terminou o primeiro round, brutal, sem preâmbulos da minha vingança, mas isso não tinha terminado, amigos... Ainda faltava o melhor.
(continua)
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