Mil desculpas pela demora em criar um novo post, espero que curtam……..
Olá a todos, meu nome é Eder, moro em Cartagena - Colômbia, tenho 20 anos e quero contar como começou minha história com minha queridíssima irmã mais nova, três anos mais nova que eu. Sexo oral na frente de outras pessoas, gozadas na cara da mamãe e do papai, sexo anal, sexo na frente do namorado dela, enfim, uma grande história de incesto com minha irmã Lorena, que na época tinha 14 anos. Ela é uma morena clara, de cabelo preto longo, muito longo, é alta e de pernas longas, o que a faz parecer mais magra do que realmente é. Não posso dizer que ela tem peitões, porque por mais que eu reparasse, nunca vi eles. O que posso dizer é que a gata é linda, tem um namoradinho que, se não me engano, é colega de classe dela, os dois estão no décimo ano.
Acontece que um dia, depois do almoço, eu estava jogando PlayStation trancado no meu quarto quando, de repente, a porta se abriu. Era minha irmã, ainda de uniforme do colégio. Com ela, sempre me dei muito bem, ela confia em mim, tanto que em casa fui o primeiro a saber que ela já tinha namorado. Ela sentou na minha cama e disse que tinha um problema. Um pouco irritado, perguntei do que se tratava, e ela começou a me contar que, com mais quatro amigas, tinha uma aposta marcada para o sábado para comemorar o fim do ano escolar. Desde o início do ano, elas tinham feito uma vaquinha (economizado dinheiro) para fazer uma festa entre elas, e uma delas ganharia uma parte desse dinheiro. Achei graça e pensei em voz alta: "Que problemão você tem, irmãzinha, espero que isso não te leve a fazer uma loucura." Ela respondeu na hora: "É que você não entende, estamos falando de uma vaquinha de um milhão de pesos (colombianos), e quem das cinco fizer e provar que fez a maior loucura vai ganhar 500.000." Larguei o controle de lado e falei: "Agora sim você tem toda a minha atenção. Presta atenção, era uma quantia bem aceitável pra meninas da idade dela, pra uma brincadeira entre garotas do ensino médio que não são de famílias ricas, pelo menos a gente não é, porque meu pai é policial aposentado e minha mãe é professora primária. A gente vivia bem, mas aquele prêmio era tentador até pra mim. Perguntei como podia ajudar, e ela disse que não fazia ideia do que fazer pra surpreender as amigas. Era terça-feira e a brincadeira era sábado à noite. Pensei em tanta coisa na hora, mas tinha que lembrar que era minha irmã mais nova, não qualquer mulher. Perguntei o que o namorado tinha dito, e ela respondeu que uma das condições era que nenhum namorado podia saber de nada, então não podiam participar. Perguntei quanto eu ganhava se fizesse ela ganhar o prêmio. Ela pensou e disse que me dava cem mil. Claro que não aceitei. Ela aumentou pra duzentos mil, e eu falei que queria metade. Ela pensou e disse que melhor não, saiu do quarto falando pra eu esquecer.
Fiquei a tarde toda pensando no que minha irmã podia fazer pra ganhar aquele prêmio e, sinceramente, não me vinha nada. Pensava no que as amigas dela, que eu não conhecia tão bem, poderiam inventar. Mas sabia que, igual minha irmã, elas já tinham namorados e muito provavelmente nenhuma era virgem, então podiam se arriscar bastante. Depois pensava que era tudo menininha de papai e mamãe brincando de ser a mais interessante do grupo, e ficava mais confuso ainda.
Uma tarde, andando pelo centro histórico da cidade depois de jogar futebol na praia, passei na frente de um estúdio de tatuagem e, de repente, tive uma ideia. Na hora liguei pra minha irmã no celular e perguntei se ela topava fazer uma tatuagem. Ela, animada, disse que era uma ideia incrível, que nenhuma amiga dela teria coragem, mas que ela tinha medo de que eu... Os pais vão descobrir. Eu disse a ela que a ideia era fazer um pequeno num lugar onde ninguém pudesse ficar vendo o tempo todo. Ela, animada, me disse que com isso com certeza ganharia o prêmio. Chegou sexta-feira e, ao meio-dia, eu estava de novo no meu quarto quando, de repente, entra a Lorena. Ela me diz que vai fazer a tatuagem, mas que tem um problema. Pergunto qual é, e ela me diz que não tem grana pra fazer. Lembrei que essas paradas de tatuagem são caras se for uma coisa bem feita, então falei que ia dar um empréstimo pra ela, mas que ela tinha que me devolver porque era das minhas economias pra dezembro. Ela aceitou e, na hora, saímos cada um pro seu lado pro centro histórico, rumo ao estúdio de tatuagem. A gente tinha combinado que ela faria uma florzinha na pelve.
Chegando no estúdio, vimos que quem atendia era um cara de má aparência, todo tatuado e careca total. O cara tinha mais de 40 anos, com certeza. Tava lendo uma revista e pensei que o melhor era eu entrar primeiro e falar com ele. Comentei que tinha trazido minha namorada pra fazer uma tatuagem pequena na pelve e perguntei quanto custava. O cara me olhou e disse que dependia do desenho que a gente escolhesse. Saí um momento pra buscar a Lorena e pedi pra ela se passar por minha namorada. O cara mal viu ela e falou: "Cê tá louco, rapaz? Não vou fazer tatuagem numa menor de idade. Cê tá arrumando problema pra você e pra mim também. Esquece, melhor sair daqui." Pedi pra ele, por favor, me deixar explicar, que eu tinha o dinheiro pra pagar e que a gente não ia contar pra ninguém onde tinha feito a tatuagem. O cara ficou pensando e, enquanto olhava pra Lorena, perguntou quantos anos ela tinha. Ela respondeu que 17. O cara caiu na risada e disse que não acreditava, que mesmo assim podia se meter em encrenca, e que por isso a tatuagem ia custar bem mais caro. Perguntei quanto, e ele disse que, se a tatuagem fosse pequena, seria uns cem mil pesos. Isso era muita grana, e eu não tinha. Pensei que ia custar uns cinquenta mil, pedi pra ele baixar, mas o cara não quis aceitar. Nisso, no meio do regateio, a Lorena interrompe e pergunta quanto custa pra colocar um piercing. O senhor responde que depende de onde ela quer colocar, e ela diz: "no clitóris". Quase caí pra trás. "Você é louca?", falei pra ela. Ela responde que é mais seguro que tatuagem e que assim ninguém ia ficar sabendo. Ela pergunta de novo pro cara quanto custa um piercing no clitóris. O cara diz que, sem dor nenhuma e com um argolinha bem elegante, ia custar uns cinquenta mil, porque ele só tinha acessórios de prata e não cobrava pelo furo, só pelo acessório. Minha irmã me olhou e perguntou se eu podia pagar. Eu falei que sim, que tava de boa. O cara fechou o local na hora e pediu pra minha irmã abaixar o short e a calcinha e deitar numa maca que tinha lá. Fiquei olhando ela enquanto ela começava a se despir, perguntando uma última vez se ela ia mesmo fazer aquilo. Ela disse que com aquilo ela com certeza ia ganhar. Tirou o short e a tanga que tava usando e jogou na minha cara com um sorrisinho safado. Enquanto ela se deitava na maca, o senhor começou a esterilizar os aparelhos que ia usar, enquanto eu não parava de olhar a virilha bem depiladinha da minha irmãzinha. A rachinha dela tava bem fechada, a pele da buceta dela era mais escura que o resto do corpo. Ela percebeu que eu tava olhando e, instintivamente, fechou as pernas. Ação inútil, porque o cara já pegou um banquinho e sentou no meio das pernas dela, abrindo elas e colocando nos ombros dele. Ele abriu os lábios vaginais e começou a limpar a área. Que espetáculo. Era minha irmã, sim, mas eu queria ver aquela xota de perto, então, sem vergonha nenhuma, cheguei o mais perto que pude. O cara virou pra mim e falou: "Não me diga que é a primeira vez que você vê a sua namorada pelada?" E eu, tentando disfarçar... Pra disfarçar, eu disse que já tinha visto várias vezes. O cara passou do limite e zombou na minha cara, falando: "Aham, claro, já viu várias vezes, mas só viu porque essa frutinha aqui ninguém comeu ainda." Olhei espantado pra Lorena, que, envergonhada, virou o rosto. Enquanto o cara mexia no clitóris dela, acontece que Lorena, na idade dela, não tinha um clitóris muito pronunciado, e o cara tava tendo dificuldade pra manusear. Então ele me pediu pra estimular a Lorena pra fazer o clitóris dela crescer. Lorena reagiu na hora: "Com licença, senhor, me estimular como?" E o cara respondeu: "Sei lá, do jeito que vocês quiserem, com o dedo, com a língua, se quiserem eu dou um pouco de privacidade." Olhei nos olhos da Lorena e percebi na hora um "não" bem claro. O cara se afastou e eu tomei o lugar dele, enquanto Lorena balançava a cabeça me dizendo que não. Nesse momento, o que Lorena fez me deixou pasmo, petrificado. Ela chamou o senhor e pediu que ele mesmo a estimulasse, que ele tinha muito mais experiência e que assim seria mais rápido, já que não tínhamos muito tempo. O cara me olhou e perguntou se eu tava de boa. Eu não consegui falar nada, tava congelado, e só observei quando o cara, sem mais cerimônias, enfiou a cabeça na entreperna da minha irmã. Ele tava fazendo sexo oral na Lorena bem na minha cara, e eu não podia fazer nada além de olhar ela se contorcendo de prazer. Depois, o cara começou a puxar o clitóris dela pra fora com os lábios, enquanto Lorena olhava pra cima, mas com o olhar perdido. Minha rola subiu e não tinha como disfarçar aquilo. Tanto que o cara me olhou e caiu na risada ao perceber minha ereção: "Então você gosta que outro chupe a periquita da sua namoradinha, hein? Olha só como vocês são avançados. Vê como ela adora que eu coma o grelinho dela." E a Lorena não disfarçou o prazer que tava sentindo, ela gemia e se contorcia de tesão em cima da maca. O cara parou, dizendo que o clitóris já tava no ponto. estava pronto pra ser manipulado, minha irmã deu um suspiro como de cansaço, como se quisesse pegar ar, e nisso o cara nos surpreendeu dizendo — bom, a verdade é que a pequena curtiu muito com a estimulação, eu também posso dizer que curti pra caralho, mas quero propor uma coisa pra vocês dois. Na hora minha irmã perguntou do que se tratava, o cara disse que tava disposto a fazer o trabalho de graça em troca de uma única coisa. Ela já respondeu na lata que ele nem pensasse em ir além com ela. Ele disse que não era sobre isso, então fui eu quem perguntou: então do que se trata? O cara respondeu — me desculpa por ter zuado você, pensando que nunca tinha feito nada com sua namoradinha, mas é que eu não tinha notado que todo o trabalho você faz pela porta dos fundos. Fiquei intrigado ao ouvir essas palavras e a Lorena ficou vermelha de vergonha. O cara continuou — entendo que é por causa da idade da menina, mas é uma boa ideia essa de só entrar por trás. O cara levantou o quadril da Lorena e abriu as pernas dela ainda mais pra me mostrar o cu escuro da minha irmã, que tava um pouco dilatado. Lorena se irritou e se levantou, perguntando pro cara quem ele pensava que era, que era um abusado, e ele, sorrindo, disse que a abusada e vagabunda era ela, que ele tinha notado que a gente com certeza não era namorados, que éramos irmãos ou primos ou parentes muito próximos, e mesmo assim ela tinha se atrevido a se pelar e por isso não deixou eu tocar nela. Lorena não soube o que dizer e quem tomou a iniciativa fui eu. Afastei ele da entreperna da minha irmã e deitei ela na maca na hora, abri as pernas dela levantando o quadril e coloquei as pernas dela sobre meus ombros, me posicionei de um jeito que comecei a lamber o cu dela. Lorena não reagiu, mas soltou um gemido tão forte que dava pra ouvir lá na rua, ou seja, o que eu tava fazendo, ela tava adorando. Bem, foi a primeira vez que eu lambia um cu. Enfiei a língua o mais fundo que pude no reto dela e consegui que ela segurasse minha cabeça e me puxasse ainda mais pra perto da virilha dela. O cara, meio puto, nos interrompeu dizendo que já chega de tanta pornografia, que o local dele não era pra essas coisas, que ele só queria lamber o ânus dela um pouco e tava disposto a não cobrar nada pelo piercing. Foi aí que minha irmã disse que pra ela não tinha problema. Eu me opus e falei que era melhor pagar pelo serviço, mas ela me puxou pelo braço, me aproximou e sussurrou no meu ouvido: "Deixa ele comer minha buceta um pouco, a grana vai te servir pra me levar num motel e você fazer tudo que quiser comigo." Diante de tal proposta, não pude dizer não, então falei pro cara "bom apetite", enquanto tirava minha pica, que parecia de aço, e colocava na boca da Lorena, que mostrou que sabia usar a boca dela. O cara se esbaldou lambendo toda a racha do cu da minha irmã, enquanto eu soltava uma porrada de porra na boca dela em menos de dois minutos de ela ter começado a me chupar. A putinha engoliu todo o sêmen que joguei na garganta dela, não desperdiçou nem uma gota. O cara continuou metendo a língua no cu da minha irmã por uns dez minutos, enquanto eu brincava com os peitinhos minúsculos dela. Foi tanto prazer pra ela que ela começou a tremer e gemer tão alto que tive que tapar a boca dela. O cara se fartou e depois fez o trabalho dele: colocou uma pequena argola na Lorena, que atravessava o clitóris dela de lado a lado, sem muita dor, e todos ficaram satisfeitos. Foi assim que saímos do local. Na hora, pegamos um táxi e pedi pra ele nos levar a um motel com garagem pra ninguém nos ver entrando, afinal, eu tava com uma menor de idade. Por isso, tive que pagar até juros pro taxista. Durante todo o trajeto até o motel, não paramos de nos olhar nos olhos, e quando finalmente chegamos, já no quarto, fui tirando toda a roupa dela. tirou a roupa dela, enquanto dizia – Que irmãzinha ruim você foi hein, então já tá dando o cu, a puta mais sem vergonha teve a cara de me responder – Que pena pra você, irmãozinho, me descobriram porque hoje de manhã mesmo, no banheiro da escola, meu namorado se esbaldou no meu cu, mas não pensei que ainda estivesse tão aberto a ponto de alguém notar, joguei ela na cama de barriga pra cima e me meti entre as pernas dela e comecei a lamber a bucetinha dela enquanto com um dedo explorava o interior do cu dela, no meio da excitação ela chegou a me dizer entre gemidos – Ei, irmãozinho, há um tempinho atrás deu vontade de falar pra aquele cara meter a coisa dele no meu cu, eu não aguentava mais de tesão, meu pau estava prestes a explodir, coloquei ela de quatro e comecei a lamber o cuzinho dela enquanto ela se esfregava na buceta na frente, falei que ela me surpreendia, que como sabia tanto de sexo e ela disse que adorava pornografia, além de praticar muito com o namorado, meu pau já estava a mil, doía de tão duro que tava, e olha que não fazia nem meia hora que eu tinha gozado na boca da Lorena, ajeitei ela e fui meter quando de repente ela se afasta e me diz – Ei, e a camisinha, olha que meu namorado eu não deixo sem camisinha, então arruma uma ou não tem cu pra essa coisa que você tem aí, não sei onde parei, onde ia arrumar camisinha naquela hora, tinha que sair do quarto e comprar lá fora, ela, dona da situação, me disse – Sabe de uma coisa, vamos negociar, eu deixo você me comer no cu sem camisinha, mas você não tem direito a um centavo se eu ganhar o prêmio da aposta, falei que pra mim não tinha problema e me ajeitei atrás dela, enfiei a cabeça do pau sem problema nenhum, enfiava e tirava devagar, ela gemia e me incentivava a enterrar tudo, vamos, irmãozinho, mete tudo que cabe sim, nisso, de um só empurrão, enfiei tudo, até minha pélvis ficar completamente colada nela. Suas nalguitas, comecei a me mover em círculos enquanto minha irmãzinha, com uma mão, brincava com minhas bolas, e me dizia que aquele truque tinha visto na noite anterior na internet. Minha irmã é tão magra que, quando comecei a tirar e meter tudo, notei como o períneo dela se chupava. Ao ver aquilo, não aguentei muito mais, e ela, notando como meu pau pulsava dentro do reto dela, se separou na hora, fazendo eu derramar meu leite por toda a cama. Exausto e satisfeito, perguntei como ela sabia que eu ia gozar, e sem nenhum pudor respondeu que já fazia mais de dois meses que dava o cu pro namorado dela, que sempre obrigava ele a usar camisinha e que já sabia, pelas pulsações que sentia lá dentro, quando ele estava prestes a gozar. Foi assim que experimentei sexo anal pela primeira vez. Minha irmãzinha mais nova tinha se revelado uma expert no assunto, e dali em diante aquele cu continuaria sendo meu, claro, dividido com o namorado dela.
Conto pra vocês que minha irmã ganhou a aposta. Ela me disse que ganhou por pouco, porque uma das amigas furou o mamilo, outra tirou uma selfie segurando o pau de um senhor bêbado, outra fez um vídeo comprando na loja com uma saia curta e sem calcinha, e a outra, muito santinha, só pintou o cabelo de uma cor extravagante. O fato é que minha irmã chegou no domingo de manhã tão feliz em casa. A primeira coisa que fez foi ir ao meu quarto, onde eu ainda dormia, trancou a porta e, de uma vez, se meteu debaixo do meu lençol e tirou a cueca que eu estava usando. Começou a lamber meu pau enquanto me contava como tinha sido. Aproveitei para meter a mão no cu dela mais uma vez, dessa vez mais apertadinho. Foi aí que, aproveitando a alegria e excitação dela, falei: – Irmãzinha, vou juntar quinhentos mil pesos e te dar de presente em troca de você me deixar arrombar sua bucetinha. O que me diz? A putinha, toda safada, caiu na risada ainda com meu pau dentro da boca dela, e se atreveu a dizer: – Olha, irmãozinho, Eu tenho essa opção pra você: espera alguém me arrebentar a buceta, e aí você não vai ter que me pagar nada pra usar ela... Continua.
Olá a todos, meu nome é Eder, moro em Cartagena - Colômbia, tenho 20 anos e quero contar como começou minha história com minha queridíssima irmã mais nova, três anos mais nova que eu. Sexo oral na frente de outras pessoas, gozadas na cara da mamãe e do papai, sexo anal, sexo na frente do namorado dela, enfim, uma grande história de incesto com minha irmã Lorena, que na época tinha 14 anos. Ela é uma morena clara, de cabelo preto longo, muito longo, é alta e de pernas longas, o que a faz parecer mais magra do que realmente é. Não posso dizer que ela tem peitões, porque por mais que eu reparasse, nunca vi eles. O que posso dizer é que a gata é linda, tem um namoradinho que, se não me engano, é colega de classe dela, os dois estão no décimo ano.
Acontece que um dia, depois do almoço, eu estava jogando PlayStation trancado no meu quarto quando, de repente, a porta se abriu. Era minha irmã, ainda de uniforme do colégio. Com ela, sempre me dei muito bem, ela confia em mim, tanto que em casa fui o primeiro a saber que ela já tinha namorado. Ela sentou na minha cama e disse que tinha um problema. Um pouco irritado, perguntei do que se tratava, e ela começou a me contar que, com mais quatro amigas, tinha uma aposta marcada para o sábado para comemorar o fim do ano escolar. Desde o início do ano, elas tinham feito uma vaquinha (economizado dinheiro) para fazer uma festa entre elas, e uma delas ganharia uma parte desse dinheiro. Achei graça e pensei em voz alta: "Que problemão você tem, irmãzinha, espero que isso não te leve a fazer uma loucura." Ela respondeu na hora: "É que você não entende, estamos falando de uma vaquinha de um milhão de pesos (colombianos), e quem das cinco fizer e provar que fez a maior loucura vai ganhar 500.000." Larguei o controle de lado e falei: "Agora sim você tem toda a minha atenção. Presta atenção, era uma quantia bem aceitável pra meninas da idade dela, pra uma brincadeira entre garotas do ensino médio que não são de famílias ricas, pelo menos a gente não é, porque meu pai é policial aposentado e minha mãe é professora primária. A gente vivia bem, mas aquele prêmio era tentador até pra mim. Perguntei como podia ajudar, e ela disse que não fazia ideia do que fazer pra surpreender as amigas. Era terça-feira e a brincadeira era sábado à noite. Pensei em tanta coisa na hora, mas tinha que lembrar que era minha irmã mais nova, não qualquer mulher. Perguntei o que o namorado tinha dito, e ela respondeu que uma das condições era que nenhum namorado podia saber de nada, então não podiam participar. Perguntei quanto eu ganhava se fizesse ela ganhar o prêmio. Ela pensou e disse que me dava cem mil. Claro que não aceitei. Ela aumentou pra duzentos mil, e eu falei que queria metade. Ela pensou e disse que melhor não, saiu do quarto falando pra eu esquecer.
Fiquei a tarde toda pensando no que minha irmã podia fazer pra ganhar aquele prêmio e, sinceramente, não me vinha nada. Pensava no que as amigas dela, que eu não conhecia tão bem, poderiam inventar. Mas sabia que, igual minha irmã, elas já tinham namorados e muito provavelmente nenhuma era virgem, então podiam se arriscar bastante. Depois pensava que era tudo menininha de papai e mamãe brincando de ser a mais interessante do grupo, e ficava mais confuso ainda.
Uma tarde, andando pelo centro histórico da cidade depois de jogar futebol na praia, passei na frente de um estúdio de tatuagem e, de repente, tive uma ideia. Na hora liguei pra minha irmã no celular e perguntei se ela topava fazer uma tatuagem. Ela, animada, disse que era uma ideia incrível, que nenhuma amiga dela teria coragem, mas que ela tinha medo de que eu... Os pais vão descobrir. Eu disse a ela que a ideia era fazer um pequeno num lugar onde ninguém pudesse ficar vendo o tempo todo. Ela, animada, me disse que com isso com certeza ganharia o prêmio. Chegou sexta-feira e, ao meio-dia, eu estava de novo no meu quarto quando, de repente, entra a Lorena. Ela me diz que vai fazer a tatuagem, mas que tem um problema. Pergunto qual é, e ela me diz que não tem grana pra fazer. Lembrei que essas paradas de tatuagem são caras se for uma coisa bem feita, então falei que ia dar um empréstimo pra ela, mas que ela tinha que me devolver porque era das minhas economias pra dezembro. Ela aceitou e, na hora, saímos cada um pro seu lado pro centro histórico, rumo ao estúdio de tatuagem. A gente tinha combinado que ela faria uma florzinha na pelve.
Chegando no estúdio, vimos que quem atendia era um cara de má aparência, todo tatuado e careca total. O cara tinha mais de 40 anos, com certeza. Tava lendo uma revista e pensei que o melhor era eu entrar primeiro e falar com ele. Comentei que tinha trazido minha namorada pra fazer uma tatuagem pequena na pelve e perguntei quanto custava. O cara me olhou e disse que dependia do desenho que a gente escolhesse. Saí um momento pra buscar a Lorena e pedi pra ela se passar por minha namorada. O cara mal viu ela e falou: "Cê tá louco, rapaz? Não vou fazer tatuagem numa menor de idade. Cê tá arrumando problema pra você e pra mim também. Esquece, melhor sair daqui." Pedi pra ele, por favor, me deixar explicar, que eu tinha o dinheiro pra pagar e que a gente não ia contar pra ninguém onde tinha feito a tatuagem. O cara ficou pensando e, enquanto olhava pra Lorena, perguntou quantos anos ela tinha. Ela respondeu que 17. O cara caiu na risada e disse que não acreditava, que mesmo assim podia se meter em encrenca, e que por isso a tatuagem ia custar bem mais caro. Perguntei quanto, e ele disse que, se a tatuagem fosse pequena, seria uns cem mil pesos. Isso era muita grana, e eu não tinha. Pensei que ia custar uns cinquenta mil, pedi pra ele baixar, mas o cara não quis aceitar. Nisso, no meio do regateio, a Lorena interrompe e pergunta quanto custa pra colocar um piercing. O senhor responde que depende de onde ela quer colocar, e ela diz: "no clitóris". Quase caí pra trás. "Você é louca?", falei pra ela. Ela responde que é mais seguro que tatuagem e que assim ninguém ia ficar sabendo. Ela pergunta de novo pro cara quanto custa um piercing no clitóris. O cara diz que, sem dor nenhuma e com um argolinha bem elegante, ia custar uns cinquenta mil, porque ele só tinha acessórios de prata e não cobrava pelo furo, só pelo acessório. Minha irmã me olhou e perguntou se eu podia pagar. Eu falei que sim, que tava de boa. O cara fechou o local na hora e pediu pra minha irmã abaixar o short e a calcinha e deitar numa maca que tinha lá. Fiquei olhando ela enquanto ela começava a se despir, perguntando uma última vez se ela ia mesmo fazer aquilo. Ela disse que com aquilo ela com certeza ia ganhar. Tirou o short e a tanga que tava usando e jogou na minha cara com um sorrisinho safado. Enquanto ela se deitava na maca, o senhor começou a esterilizar os aparelhos que ia usar, enquanto eu não parava de olhar a virilha bem depiladinha da minha irmãzinha. A rachinha dela tava bem fechada, a pele da buceta dela era mais escura que o resto do corpo. Ela percebeu que eu tava olhando e, instintivamente, fechou as pernas. Ação inútil, porque o cara já pegou um banquinho e sentou no meio das pernas dela, abrindo elas e colocando nos ombros dele. Ele abriu os lábios vaginais e começou a limpar a área. Que espetáculo. Era minha irmã, sim, mas eu queria ver aquela xota de perto, então, sem vergonha nenhuma, cheguei o mais perto que pude. O cara virou pra mim e falou: "Não me diga que é a primeira vez que você vê a sua namorada pelada?" E eu, tentando disfarçar... Pra disfarçar, eu disse que já tinha visto várias vezes. O cara passou do limite e zombou na minha cara, falando: "Aham, claro, já viu várias vezes, mas só viu porque essa frutinha aqui ninguém comeu ainda." Olhei espantado pra Lorena, que, envergonhada, virou o rosto. Enquanto o cara mexia no clitóris dela, acontece que Lorena, na idade dela, não tinha um clitóris muito pronunciado, e o cara tava tendo dificuldade pra manusear. Então ele me pediu pra estimular a Lorena pra fazer o clitóris dela crescer. Lorena reagiu na hora: "Com licença, senhor, me estimular como?" E o cara respondeu: "Sei lá, do jeito que vocês quiserem, com o dedo, com a língua, se quiserem eu dou um pouco de privacidade." Olhei nos olhos da Lorena e percebi na hora um "não" bem claro. O cara se afastou e eu tomei o lugar dele, enquanto Lorena balançava a cabeça me dizendo que não. Nesse momento, o que Lorena fez me deixou pasmo, petrificado. Ela chamou o senhor e pediu que ele mesmo a estimulasse, que ele tinha muito mais experiência e que assim seria mais rápido, já que não tínhamos muito tempo. O cara me olhou e perguntou se eu tava de boa. Eu não consegui falar nada, tava congelado, e só observei quando o cara, sem mais cerimônias, enfiou a cabeça na entreperna da minha irmã. Ele tava fazendo sexo oral na Lorena bem na minha cara, e eu não podia fazer nada além de olhar ela se contorcendo de prazer. Depois, o cara começou a puxar o clitóris dela pra fora com os lábios, enquanto Lorena olhava pra cima, mas com o olhar perdido. Minha rola subiu e não tinha como disfarçar aquilo. Tanto que o cara me olhou e caiu na risada ao perceber minha ereção: "Então você gosta que outro chupe a periquita da sua namoradinha, hein? Olha só como vocês são avançados. Vê como ela adora que eu coma o grelinho dela." E a Lorena não disfarçou o prazer que tava sentindo, ela gemia e se contorcia de tesão em cima da maca. O cara parou, dizendo que o clitóris já tava no ponto. estava pronto pra ser manipulado, minha irmã deu um suspiro como de cansaço, como se quisesse pegar ar, e nisso o cara nos surpreendeu dizendo — bom, a verdade é que a pequena curtiu muito com a estimulação, eu também posso dizer que curti pra caralho, mas quero propor uma coisa pra vocês dois. Na hora minha irmã perguntou do que se tratava, o cara disse que tava disposto a fazer o trabalho de graça em troca de uma única coisa. Ela já respondeu na lata que ele nem pensasse em ir além com ela. Ele disse que não era sobre isso, então fui eu quem perguntou: então do que se trata? O cara respondeu — me desculpa por ter zuado você, pensando que nunca tinha feito nada com sua namoradinha, mas é que eu não tinha notado que todo o trabalho você faz pela porta dos fundos. Fiquei intrigado ao ouvir essas palavras e a Lorena ficou vermelha de vergonha. O cara continuou — entendo que é por causa da idade da menina, mas é uma boa ideia essa de só entrar por trás. O cara levantou o quadril da Lorena e abriu as pernas dela ainda mais pra me mostrar o cu escuro da minha irmã, que tava um pouco dilatado. Lorena se irritou e se levantou, perguntando pro cara quem ele pensava que era, que era um abusado, e ele, sorrindo, disse que a abusada e vagabunda era ela, que ele tinha notado que a gente com certeza não era namorados, que éramos irmãos ou primos ou parentes muito próximos, e mesmo assim ela tinha se atrevido a se pelar e por isso não deixou eu tocar nela. Lorena não soube o que dizer e quem tomou a iniciativa fui eu. Afastei ele da entreperna da minha irmã e deitei ela na maca na hora, abri as pernas dela levantando o quadril e coloquei as pernas dela sobre meus ombros, me posicionei de um jeito que comecei a lamber o cu dela. Lorena não reagiu, mas soltou um gemido tão forte que dava pra ouvir lá na rua, ou seja, o que eu tava fazendo, ela tava adorando. Bem, foi a primeira vez que eu lambia um cu. Enfiei a língua o mais fundo que pude no reto dela e consegui que ela segurasse minha cabeça e me puxasse ainda mais pra perto da virilha dela. O cara, meio puto, nos interrompeu dizendo que já chega de tanta pornografia, que o local dele não era pra essas coisas, que ele só queria lamber o ânus dela um pouco e tava disposto a não cobrar nada pelo piercing. Foi aí que minha irmã disse que pra ela não tinha problema. Eu me opus e falei que era melhor pagar pelo serviço, mas ela me puxou pelo braço, me aproximou e sussurrou no meu ouvido: "Deixa ele comer minha buceta um pouco, a grana vai te servir pra me levar num motel e você fazer tudo que quiser comigo." Diante de tal proposta, não pude dizer não, então falei pro cara "bom apetite", enquanto tirava minha pica, que parecia de aço, e colocava na boca da Lorena, que mostrou que sabia usar a boca dela. O cara se esbaldou lambendo toda a racha do cu da minha irmã, enquanto eu soltava uma porrada de porra na boca dela em menos de dois minutos de ela ter começado a me chupar. A putinha engoliu todo o sêmen que joguei na garganta dela, não desperdiçou nem uma gota. O cara continuou metendo a língua no cu da minha irmã por uns dez minutos, enquanto eu brincava com os peitinhos minúsculos dela. Foi tanto prazer pra ela que ela começou a tremer e gemer tão alto que tive que tapar a boca dela. O cara se fartou e depois fez o trabalho dele: colocou uma pequena argola na Lorena, que atravessava o clitóris dela de lado a lado, sem muita dor, e todos ficaram satisfeitos. Foi assim que saímos do local. Na hora, pegamos um táxi e pedi pra ele nos levar a um motel com garagem pra ninguém nos ver entrando, afinal, eu tava com uma menor de idade. Por isso, tive que pagar até juros pro taxista. Durante todo o trajeto até o motel, não paramos de nos olhar nos olhos, e quando finalmente chegamos, já no quarto, fui tirando toda a roupa dela. tirou a roupa dela, enquanto dizia – Que irmãzinha ruim você foi hein, então já tá dando o cu, a puta mais sem vergonha teve a cara de me responder – Que pena pra você, irmãozinho, me descobriram porque hoje de manhã mesmo, no banheiro da escola, meu namorado se esbaldou no meu cu, mas não pensei que ainda estivesse tão aberto a ponto de alguém notar, joguei ela na cama de barriga pra cima e me meti entre as pernas dela e comecei a lamber a bucetinha dela enquanto com um dedo explorava o interior do cu dela, no meio da excitação ela chegou a me dizer entre gemidos – Ei, irmãozinho, há um tempinho atrás deu vontade de falar pra aquele cara meter a coisa dele no meu cu, eu não aguentava mais de tesão, meu pau estava prestes a explodir, coloquei ela de quatro e comecei a lamber o cuzinho dela enquanto ela se esfregava na buceta na frente, falei que ela me surpreendia, que como sabia tanto de sexo e ela disse que adorava pornografia, além de praticar muito com o namorado, meu pau já estava a mil, doía de tão duro que tava, e olha que não fazia nem meia hora que eu tinha gozado na boca da Lorena, ajeitei ela e fui meter quando de repente ela se afasta e me diz – Ei, e a camisinha, olha que meu namorado eu não deixo sem camisinha, então arruma uma ou não tem cu pra essa coisa que você tem aí, não sei onde parei, onde ia arrumar camisinha naquela hora, tinha que sair do quarto e comprar lá fora, ela, dona da situação, me disse – Sabe de uma coisa, vamos negociar, eu deixo você me comer no cu sem camisinha, mas você não tem direito a um centavo se eu ganhar o prêmio da aposta, falei que pra mim não tinha problema e me ajeitei atrás dela, enfiei a cabeça do pau sem problema nenhum, enfiava e tirava devagar, ela gemia e me incentivava a enterrar tudo, vamos, irmãozinho, mete tudo que cabe sim, nisso, de um só empurrão, enfiei tudo, até minha pélvis ficar completamente colada nela. Suas nalguitas, comecei a me mover em círculos enquanto minha irmãzinha, com uma mão, brincava com minhas bolas, e me dizia que aquele truque tinha visto na noite anterior na internet. Minha irmã é tão magra que, quando comecei a tirar e meter tudo, notei como o períneo dela se chupava. Ao ver aquilo, não aguentei muito mais, e ela, notando como meu pau pulsava dentro do reto dela, se separou na hora, fazendo eu derramar meu leite por toda a cama. Exausto e satisfeito, perguntei como ela sabia que eu ia gozar, e sem nenhum pudor respondeu que já fazia mais de dois meses que dava o cu pro namorado dela, que sempre obrigava ele a usar camisinha e que já sabia, pelas pulsações que sentia lá dentro, quando ele estava prestes a gozar. Foi assim que experimentei sexo anal pela primeira vez. Minha irmãzinha mais nova tinha se revelado uma expert no assunto, e dali em diante aquele cu continuaria sendo meu, claro, dividido com o namorado dela.
Conto pra vocês que minha irmã ganhou a aposta. Ela me disse que ganhou por pouco, porque uma das amigas furou o mamilo, outra tirou uma selfie segurando o pau de um senhor bêbado, outra fez um vídeo comprando na loja com uma saia curta e sem calcinha, e a outra, muito santinha, só pintou o cabelo de uma cor extravagante. O fato é que minha irmã chegou no domingo de manhã tão feliz em casa. A primeira coisa que fez foi ir ao meu quarto, onde eu ainda dormia, trancou a porta e, de uma vez, se meteu debaixo do meu lençol e tirou a cueca que eu estava usando. Começou a lamber meu pau enquanto me contava como tinha sido. Aproveitei para meter a mão no cu dela mais uma vez, dessa vez mais apertadinho. Foi aí que, aproveitando a alegria e excitação dela, falei: – Irmãzinha, vou juntar quinhentos mil pesos e te dar de presente em troca de você me deixar arrombar sua bucetinha. O que me diz? A putinha, toda safada, caiu na risada ainda com meu pau dentro da boca dela, e se atreveu a dizer: – Olha, irmãozinho, Eu tenho essa opção pra você: espera alguém me arrebentar a buceta, e aí você não vai ter que me pagar nada pra usar ela... Continua.
1 comentários - Lorena: O começo de uma puta