Já contei pra vocês sobre a primeira experiência que tive depois do meu divórcio. Pra próxima história, preciso contar um pouco como eu sou. Tenho 1,73m, cabelo castanho claro e sou corpulento ou gordinho. Meu pau não é grande, mas é bem satisfatório, acho que é normal, uns 15/16 cm e não muito grosso. Dito isso, vamos ao relato.
Depois da experiência anterior, apareceu na minha vida a famosa página Badoo. Pra ser sincero, não dei muita bola porque nunca recebia nem um "oi", até que um dia, quando abro pra zoar, encontro uma mensagem de uma morena que me interessou — vamos chamar ela de Vero. A msg só dizia: "Oi, se você gostou do meu perfil, espero uma msg sua. Não sou puta, só não gosto de conversar por aqui", e deixava o número de celular.
No dia seguinte, não hesitei um minuto em mandar uma msg me apresentando e, claro, dizendo de onde tinha tirado o número dela. Ela respondeu que ficou feliz por eu ter mandado a msg, porque achou que eu não tinha gostado dela. Aí eu falei que não era nada disso, que ela era muito gostosa e que, com certeza, quando a gente se visse pessoalmente naquele sábado pra tomar algo, ela ia sair correndo quando me visse. Ela respondeu que gostava que eu fosse rápido, que preferia a gente se conhecer pessoalmente do que por msg, e que não ia correr porque tinha gostado da mercadoria, mas queria provar a carne. Essa última msg me deixou com o pau duro igual uma chaleira, mas também me fez duvidar se ela tava falando sério ou só zoando.
Durante a semana, a gente só trocou algumas msgs de cortesia: "oi, como cê tá?", "bom dia, gata", etc. Chegou o sábado e fui buscá-la na casa dela, em Palermo. Saí do carro e, quando vi ela saindo do prédio, não acreditei. Pra mim, ela era linda: pele branca, lábios vermelho paixão, cabelo preto passando dos ombros e uns olhos grandes e fogosos. A gente se cumprimentou com um abraço e um beijo normal e fomos pro carro. Quando abri a porta pra ela, ela me olhou e disse: "Cê não precisa ser tão cavalheiro pra ficar comigo" (até hoje tenho dúvida se era...). Ela disse “estar” ou “pegar”), fomos a um dos bares da pracinha Serrano, e começamos a beber e conversar até que em certo momento ela abre o casaco que estava usando, dizendo que com a bebida tinha esquentado. Era inverno e estávamos na varanda porque os dois fumamos, e em um momento da conversa ela me diz: “Você não vai olhar pra minha buceta? Pra pagar a operação?” Aí eu baixei o olhar e me deparei com dois lindos peitos feitos, falei que eram lindos, que gostava porque ela não exagerou. A situação toda me deixava meio confuso porque eu ainda estava como que voltando ao jogo, e lá pelas 4 da manhã ela me diz que já estava entediada do lugar, mas não da companhia, então fomos para o apartamento dela.
Quando chegamos, ela se desculpou e foi se trocar para algo mais confortável, e quando saiu do quarto só estava usando uma camiseta longa daquelas com gola bem larga que cai sobre um ombro, e nada mais. Ela veio andando até mim, que estava no sofá, subiu em cima de mim com uma perna de cada lado e disse: “Parece que vou ter que tomar as rédeas”, e me beijou com tudo. Meu pau não demorou a ficar duro como pedra, tenho certeza que, apesar da calça, ela sentiu porque fez mais força para baixo, como se quisesse sentir mais. Peguei a camiseta dela pela parte de baixo e tirei, ficando de frente para aqueles dois lindos peitos. Ela os acariciou e me perguntou se eu gostava, e eu respondi chupando e tocando neles. Ela tirou minha camisa e se apossou do meu peito, não parava de acariciar, enquanto minha boca tomava conta dos peitos dela. Minhas mãos foram atrás da bunda dela, que a princípio não parecia apetitosa, mas sem roupa era linda. Enfiei a mão por dentro da calcinha fininha para chegar até a buceta dela, e nesse momento ela disse para irmos para o quarto, então, do jeito que estávamos, me levantei com ela montada em mim e a levei.
Lá dentro, coloquei ela na cama e ela não demorou tirei a calça e a cueca, ela tirou a tanga e eu vi uma buceta linda, totalmente depilada, sem nenhum pelo, e bem molhada. Nisso, eu me ajoelhei pra saborear ela, e ela disse que não, que ela não gosta, ainda mais na primeira vez, e que também não ia chupar minha pica, o que me deixou louco, mas eu continuei de pau duro porque o que eu tinha na frente era incrível. Ela pegou minha pica com as duas mãos, que eram pequenininhas, e começou a esfregar, enquanto eu fazia o mesmo com a pussy dela. Como ela não deixava eu chupar, eu enfiava dois dedos, molhava bem e levava à minha boca pra provar aquele elixir. A gente tava se masturbando um ao outro quando ela, com a voz trêmula, falou: "por favor, me come, quero gozar com sua pica dentro de mim". E eu não esperei, do jeito que tava, com as pernas abertas e flexionadas, enfiei de uma vez até o fundo e fiquei um tempo sentindo as paredes da pussy dela apertando minha pica, até que a Vero começou a se mexer e eu entendi o que ela queria, então comecei a bombar forte, sentindo minhas bolas batendo nas coxas dela e o estalo da minha pica entrando e saindo daquela pussy que transbordava. Ela gozou umas 2 ou 3 vezes pelo menos, porque eu senti na pica, e como eu não tinha gozado antes, aguentei mais um pouco. Aí trocamos de posição, e como ela era pequenininha, eu me virei e, sem tirar a pica, coloquei ela em cima de mim e comecei a me mexer. Ela gozou de novo, e eu tava quase lá, então perguntei onde ela queria a porra, e ela pediu dentro, e disse que ia gozar de novo, então esperei um pouco e gozamos juntos enquanto nos beijávamos de boca aberta. Ela ficou em cima de mim até minha pica murchar, me deu um beijo bem profundo e apaixonado, e disse: "sinceramente, pra ter a pica que você tem, você come muito bem, é a primeira vez que me comem com uma pica de menos de 20 cm." Infelizmente, a Vero tinha muitos problemas, entre eles gostava de droga, e a verdade é que meu... Isso não tava rolando pra mim, então foi a primeira e última vez que vi ela, porque no mesmo dia ela tirou uma bolsa, literalmente, da mesa de cabeceira e se deu um tiro. Isso não me agradou, assim como também não curti que ela não me chupou nem deixou eu chupar ela. Então me vesti e vazei.
Essa história vou dedicar pra quem fez eu voltar a escrever, @Micaella79, esse conto é pra você, obrigado por me fazer voltar a escrever.
Depois da experiência anterior, apareceu na minha vida a famosa página Badoo. Pra ser sincero, não dei muita bola porque nunca recebia nem um "oi", até que um dia, quando abro pra zoar, encontro uma mensagem de uma morena que me interessou — vamos chamar ela de Vero. A msg só dizia: "Oi, se você gostou do meu perfil, espero uma msg sua. Não sou puta, só não gosto de conversar por aqui", e deixava o número de celular.
No dia seguinte, não hesitei um minuto em mandar uma msg me apresentando e, claro, dizendo de onde tinha tirado o número dela. Ela respondeu que ficou feliz por eu ter mandado a msg, porque achou que eu não tinha gostado dela. Aí eu falei que não era nada disso, que ela era muito gostosa e que, com certeza, quando a gente se visse pessoalmente naquele sábado pra tomar algo, ela ia sair correndo quando me visse. Ela respondeu que gostava que eu fosse rápido, que preferia a gente se conhecer pessoalmente do que por msg, e que não ia correr porque tinha gostado da mercadoria, mas queria provar a carne. Essa última msg me deixou com o pau duro igual uma chaleira, mas também me fez duvidar se ela tava falando sério ou só zoando.
Durante a semana, a gente só trocou algumas msgs de cortesia: "oi, como cê tá?", "bom dia, gata", etc. Chegou o sábado e fui buscá-la na casa dela, em Palermo. Saí do carro e, quando vi ela saindo do prédio, não acreditei. Pra mim, ela era linda: pele branca, lábios vermelho paixão, cabelo preto passando dos ombros e uns olhos grandes e fogosos. A gente se cumprimentou com um abraço e um beijo normal e fomos pro carro. Quando abri a porta pra ela, ela me olhou e disse: "Cê não precisa ser tão cavalheiro pra ficar comigo" (até hoje tenho dúvida se era...). Ela disse “estar” ou “pegar”), fomos a um dos bares da pracinha Serrano, e começamos a beber e conversar até que em certo momento ela abre o casaco que estava usando, dizendo que com a bebida tinha esquentado. Era inverno e estávamos na varanda porque os dois fumamos, e em um momento da conversa ela me diz: “Você não vai olhar pra minha buceta? Pra pagar a operação?” Aí eu baixei o olhar e me deparei com dois lindos peitos feitos, falei que eram lindos, que gostava porque ela não exagerou. A situação toda me deixava meio confuso porque eu ainda estava como que voltando ao jogo, e lá pelas 4 da manhã ela me diz que já estava entediada do lugar, mas não da companhia, então fomos para o apartamento dela.
Quando chegamos, ela se desculpou e foi se trocar para algo mais confortável, e quando saiu do quarto só estava usando uma camiseta longa daquelas com gola bem larga que cai sobre um ombro, e nada mais. Ela veio andando até mim, que estava no sofá, subiu em cima de mim com uma perna de cada lado e disse: “Parece que vou ter que tomar as rédeas”, e me beijou com tudo. Meu pau não demorou a ficar duro como pedra, tenho certeza que, apesar da calça, ela sentiu porque fez mais força para baixo, como se quisesse sentir mais. Peguei a camiseta dela pela parte de baixo e tirei, ficando de frente para aqueles dois lindos peitos. Ela os acariciou e me perguntou se eu gostava, e eu respondi chupando e tocando neles. Ela tirou minha camisa e se apossou do meu peito, não parava de acariciar, enquanto minha boca tomava conta dos peitos dela. Minhas mãos foram atrás da bunda dela, que a princípio não parecia apetitosa, mas sem roupa era linda. Enfiei a mão por dentro da calcinha fininha para chegar até a buceta dela, e nesse momento ela disse para irmos para o quarto, então, do jeito que estávamos, me levantei com ela montada em mim e a levei.
Lá dentro, coloquei ela na cama e ela não demorou tirei a calça e a cueca, ela tirou a tanga e eu vi uma buceta linda, totalmente depilada, sem nenhum pelo, e bem molhada. Nisso, eu me ajoelhei pra saborear ela, e ela disse que não, que ela não gosta, ainda mais na primeira vez, e que também não ia chupar minha pica, o que me deixou louco, mas eu continuei de pau duro porque o que eu tinha na frente era incrível. Ela pegou minha pica com as duas mãos, que eram pequenininhas, e começou a esfregar, enquanto eu fazia o mesmo com a pussy dela. Como ela não deixava eu chupar, eu enfiava dois dedos, molhava bem e levava à minha boca pra provar aquele elixir. A gente tava se masturbando um ao outro quando ela, com a voz trêmula, falou: "por favor, me come, quero gozar com sua pica dentro de mim". E eu não esperei, do jeito que tava, com as pernas abertas e flexionadas, enfiei de uma vez até o fundo e fiquei um tempo sentindo as paredes da pussy dela apertando minha pica, até que a Vero começou a se mexer e eu entendi o que ela queria, então comecei a bombar forte, sentindo minhas bolas batendo nas coxas dela e o estalo da minha pica entrando e saindo daquela pussy que transbordava. Ela gozou umas 2 ou 3 vezes pelo menos, porque eu senti na pica, e como eu não tinha gozado antes, aguentei mais um pouco. Aí trocamos de posição, e como ela era pequenininha, eu me virei e, sem tirar a pica, coloquei ela em cima de mim e comecei a me mexer. Ela gozou de novo, e eu tava quase lá, então perguntei onde ela queria a porra, e ela pediu dentro, e disse que ia gozar de novo, então esperei um pouco e gozamos juntos enquanto nos beijávamos de boca aberta. Ela ficou em cima de mim até minha pica murchar, me deu um beijo bem profundo e apaixonado, e disse: "sinceramente, pra ter a pica que você tem, você come muito bem, é a primeira vez que me comem com uma pica de menos de 20 cm." Infelizmente, a Vero tinha muitos problemas, entre eles gostava de droga, e a verdade é que meu... Isso não tava rolando pra mim, então foi a primeira e última vez que vi ela, porque no mesmo dia ela tirou uma bolsa, literalmente, da mesa de cabeceira e se deu um tiro. Isso não me agradou, assim como também não curti que ela não me chupou nem deixou eu chupar ela. Então me vesti e vazei.
Essa história vou dedicar pra quem fez eu voltar a escrever, @Micaella79, esse conto é pra você, obrigado por me fazer voltar a escrever.
0 comentários - Terceiro conto da Vero - Dedicado à @Micaella79