Olá, é a primeira vez que escrevo aqui, antes eu escrevia num site que acho que já não existe mais, mas tinha largado o hábito por um tempo.
Meus contos não são todos verdadeiros, vou variando eles, tenho uma imaginação muito ativa, quase mais que minha vida sexual.
Vou contar um pouco de mim: sou divorciado há um tempão, com os papéis em dia, e a verdade é que desde que me divorciei, sem contar meu casamento, tive uma vida sexual muito mais ativa do que antes de casar. Logo depois, quando as trevas do fracasso se dissiparam, comecei a reconstruir minha vida amorosa e sexual. Acontece que fiquei quase 15 anos com minha ex, então estava meio enferrujado, tanto em como chegar nas mulheres quanto onde fazer isso. Naquela época, eu tinha trinta e poucos anos e não sabia se as baladas que eu frequentava antigamente ainda estavam de pé ou não.
A primeira coisa que pensei foi recorrer ao velho e querido chat, mas até pra isso eu estava enferrujado, não sabia como abordar uma mulher, como fazer ela me dar bola no chat. Uma noite, entro sempre com meu nick preferido “cyrano2002capfed” e consigo falar com uma garota. As perguntas de praxe: idade, de onde é, o que faz da vida e essas coisas. Quando ela responde que é do meu mesmo bairro, gostei, porque pensei que era bom pra começar a sair do fracasso e ainda por cima perto. Trocamos os celulares, passamos do chat para os SMS (ainda não tinha WhatsApp). Uma noite, eu saio pra passear com o cachorro e conto pra ela, então ela pergunta pra que lado eu ia. Eu disse que ia pra avenida, e ela falou: “por que você não passa na minha casa pra gente se conhecer de uma vez?”. Ela me passou o endereço certinho e, quando cheguei na porta do prédio, liguei pra ela e falei que estava lá embaixo.
Enquanto esperava, me sentia como um adolescente no primeiro encontro, tremia até o cabelo. Ela desceu e nos vimos pela primeira vez. Devo admitir que não foi uau, mas gostei dela. Nos cumprimentamos normalmente e fomos até a esquina pra conversar um pouco sem que os vizinhos julgassem. Naquela noite Não rolou nada, nem nos beijamos, mas marcamos de sair no sábado.
No sábado, ela quis que a gente fosse no carro dela, porque eu teria que pedir emprestado, então fui andando até a casa dela e, quando ela desceu, me deu as chaves do carro. Chegamos em Puerto Madero e escolhemos um lugar pra tomar algo, conversamos muito e foi aí que descobri que ela era viúva, que o marido tinha morrido por causa da famosa Gripe A. Quando saímos do lugar, peguei ela pela cintura, olhei nos olhos dela e beijei com paixão, a partir daí tudo foi muito rápido. Ela me pediu pra irmos ao apartamento dela e, uma vez lá, começamos a nos beijar com uma paixão quase pornográfica. Pra ser sincero, me senti um idiota porque não tinha levado camisinha comigo, juro que não pensei que na primeira saída a gente pudesse transar. Repito: fazia pouco tempo que eu tinha me divorciado e, antes, pra chegar na cama com uma mina, tinha que rebolar um pouco mais. Os beijos foram pro pescoço e as mãos foram das costas pra bunda dela. Tenho que ser sincero e dizer que ela não tinha um corpo esculpido, mas não era ruim. No momento em que ela baixou a mão pro meu pau, tive que confessar e contar que não tinha camisinha, e ela não fez problema, disse pra eu não me preocupar, que ela se cuidava e não tinha nenhuma doença. Da minha parte, a única com quem tinha estado até então era minha ex. Com sinal verde dos dois, a situação não dava mais pra segurar. Ela sentou no sofá e me soltou o cinto, o botão, o zíper e a cueca. Não tenho um pau grande, diria que é mais normal, mas é todo depilado, então acho que fica mais bonito. Ela primeiro deu um beijo bem suave na cabecinha e passou a ponta da língua, acho que tinha uma gotinha de líquido pré-seminal, e depois enfiou ele inteiro na boca dela. Senti a língua dela envolvendo, acariciando, uma das mãos dela segurava uma das minhas nádegas e a outra brincava com as bolas. Fazia um tempão que eu não transava com ninguém além da minha própria mão, e isso tava me deixando louco. Não sabia quanto tempo mais ia aguentar aquilo que, naquele momento, virou uma tortura, porque eu não queria encher a boca dela de porra em dois minutos. Pra distrair a mente, comecei a tirar o resto da roupa que ainda tinha e pensar em outra coisa, mas o que eu sentia era... sublime, e ela parecia que não chupava uma rola há tempos.
Pra conseguir me segurar e tomar um pouco as rédeas, peguei ela pelos braços e coloquei de pé pra beijar, com o objetivo de frear um pouco aquele boquete espetacular que ia me fazer gozar rapidinho, e também poder fazer alguma coisa eu. Primeiro, tirei a blusa dela e me deparei com um sutiã com push up — uma pequena decepção no caminho, porque achei que ela tinha uns peitões bons. Mas como isso não é o que mais importa, não liguei muito e segui no meu rumo. Enquanto não parava de beijar ela, com uma mão tirei o sutiã, deixando à mostra uns peitos normais, nem grandes nem pequenos, mas bem firmes apesar de ela já ter tido família. Minha boca passou da dela pro pescoço e depois pros peitos, que já tinham uns bicos lindos, duros e quentes, esperando a passagem da minha língua, que não demorou nada. Enquanto eu cuidava dos peitos dela com boca e língua, minhas mãos começaram a desabotoar e tirar a calça e a calcinha. Quando a buceta dela ficou à mostra, me surpreendi com uma cachoeira de fluido que já tinha molhado tanto a calcinha quanto a calça, porque assim que encostei a mão, notei o quanto ela tava molhada. Não precisei de muito pra dar o primeiro orgasmo pra ela: bastou roçar os dedos na vulva e começar a penetrar com um deles pra ela se contrair toda e soltar um gemido de prazer. Minha excitação já tava dolorosa, eu tava com o pau duro e cheio de veias como não via há muito tempo, mas não queria perder o prazer de saborear aqueles sucos. Então me ajoelhei, ela se deitou no sofá e minha língua foi... direto na buceta dela, não precisei usar as mãos pra separar os lábios, de tanta excitação não só a buceta tava aberta, mas o buraquinho da booty também tava pedindo, ela tava com as pernas dobradas no sofão, então me deixava com bastante campo de ação, eu tinha à disposição não só a buceta mas a booty, então minha língua ia de um lado pro outro e meus dedos começaram a brincar nos dois buraquinhos, eu fiquei esperando ela negar a booty, mas parece que não desgostou.
Meu pau já não aguentava mais e ela não podia estar mais excitada, a quantidade de fluido que saía daquela buceta eu só vi de novo anos depois, mas isso é uma história que vou contar depois. Me levantei do chão e, sem deixar ela mudar de posição, penetrei bem devagar enquanto beijava ela, era uma guerra nas nossas bocas enquanto meu pau era acolhido com carinho pela buceta dela. Nunca vou esquecer a umidade e o calor que senti na hora que entrei pela primeira vez no corpo dela. Sinceramente, depois de tanto tempo sem sexo, achei que não ia aguentar muito, mas acho que a umidade toda dela evitava que meu pau tivesse boa fricção e atrasava a gozada, nela não parecia ter o mesmo efeito porque notei mais duas gozadas dela, não só pelos gemidos e contrações das paredes, mas pela quantidade de fluido que saiu em dois momentos diferentes. Com muito cuidado, fiz ela virar pra atacar de quatro, geralmente essa posição me faz gozar mais rápido, ela apoiou as mãos no encosto do sofá e se ajoelhou na borda, e eu por trás enfiei de uma vez e ela gemeu de novo, eu já tava solto, a suavidade tinha acabado, comecei a meter sem dó e ainda dava tapas na bunda dela, que parece que também gostava, quando comecei a sentir que ia gozar, avisei pra ela não me cortar no meio, o que ela fez quase me fez gozar na hora, ela me olhou com cara de muito A puta me disse: "Quero que você goze na minha boca, quero sentir o gosto e engolir tudo". Senhores e senhoritas, não consigo explicar em palavras o quanto me segurei pra não encher a buceta dela de porra. Ela se sentou de novo no sofá, pegou minha pica com a boca e me fez o melhor boquete da minha vida. Nunca, nem a melhor puta que já transei, chupou minha pica daquele jeito. Ela só tirou da boca por um momento pra me olhar nos olhos e dizer: "Papai, sua pica é muito gostosa, mas quero sua porra. Tô com fome. Você vai me dar ou não?" Assim que terminou de falar, colocou a pica de volta na boca e, de repente, as bochechas dela incharam. Na minha vida, eu gozei de um jeito que a porra escorria pelo canto dos lábios dela, e eu continuava esguichando... Ela não deixou nada, engoliu tudo. Foi ao banheiro, enxaguou a boca e voltamos a nos beijar apaixonadamente. Deitamos abraçados e descansamos... por um tempo, porque depois ela me pediu pra fazer algo que eu nunca tinha feito. Mas isso eu deixo pra outra história, que prometo que não será tão longa, já que não preciso me apresentar.
Meus contos não são todos verdadeiros, vou variando eles, tenho uma imaginação muito ativa, quase mais que minha vida sexual.
Vou contar um pouco de mim: sou divorciado há um tempão, com os papéis em dia, e a verdade é que desde que me divorciei, sem contar meu casamento, tive uma vida sexual muito mais ativa do que antes de casar. Logo depois, quando as trevas do fracasso se dissiparam, comecei a reconstruir minha vida amorosa e sexual. Acontece que fiquei quase 15 anos com minha ex, então estava meio enferrujado, tanto em como chegar nas mulheres quanto onde fazer isso. Naquela época, eu tinha trinta e poucos anos e não sabia se as baladas que eu frequentava antigamente ainda estavam de pé ou não.
A primeira coisa que pensei foi recorrer ao velho e querido chat, mas até pra isso eu estava enferrujado, não sabia como abordar uma mulher, como fazer ela me dar bola no chat. Uma noite, entro sempre com meu nick preferido “cyrano2002capfed” e consigo falar com uma garota. As perguntas de praxe: idade, de onde é, o que faz da vida e essas coisas. Quando ela responde que é do meu mesmo bairro, gostei, porque pensei que era bom pra começar a sair do fracasso e ainda por cima perto. Trocamos os celulares, passamos do chat para os SMS (ainda não tinha WhatsApp). Uma noite, eu saio pra passear com o cachorro e conto pra ela, então ela pergunta pra que lado eu ia. Eu disse que ia pra avenida, e ela falou: “por que você não passa na minha casa pra gente se conhecer de uma vez?”. Ela me passou o endereço certinho e, quando cheguei na porta do prédio, liguei pra ela e falei que estava lá embaixo.
Enquanto esperava, me sentia como um adolescente no primeiro encontro, tremia até o cabelo. Ela desceu e nos vimos pela primeira vez. Devo admitir que não foi uau, mas gostei dela. Nos cumprimentamos normalmente e fomos até a esquina pra conversar um pouco sem que os vizinhos julgassem. Naquela noite Não rolou nada, nem nos beijamos, mas marcamos de sair no sábado.
No sábado, ela quis que a gente fosse no carro dela, porque eu teria que pedir emprestado, então fui andando até a casa dela e, quando ela desceu, me deu as chaves do carro. Chegamos em Puerto Madero e escolhemos um lugar pra tomar algo, conversamos muito e foi aí que descobri que ela era viúva, que o marido tinha morrido por causa da famosa Gripe A. Quando saímos do lugar, peguei ela pela cintura, olhei nos olhos dela e beijei com paixão, a partir daí tudo foi muito rápido. Ela me pediu pra irmos ao apartamento dela e, uma vez lá, começamos a nos beijar com uma paixão quase pornográfica. Pra ser sincero, me senti um idiota porque não tinha levado camisinha comigo, juro que não pensei que na primeira saída a gente pudesse transar. Repito: fazia pouco tempo que eu tinha me divorciado e, antes, pra chegar na cama com uma mina, tinha que rebolar um pouco mais. Os beijos foram pro pescoço e as mãos foram das costas pra bunda dela. Tenho que ser sincero e dizer que ela não tinha um corpo esculpido, mas não era ruim. No momento em que ela baixou a mão pro meu pau, tive que confessar e contar que não tinha camisinha, e ela não fez problema, disse pra eu não me preocupar, que ela se cuidava e não tinha nenhuma doença. Da minha parte, a única com quem tinha estado até então era minha ex. Com sinal verde dos dois, a situação não dava mais pra segurar. Ela sentou no sofá e me soltou o cinto, o botão, o zíper e a cueca. Não tenho um pau grande, diria que é mais normal, mas é todo depilado, então acho que fica mais bonito. Ela primeiro deu um beijo bem suave na cabecinha e passou a ponta da língua, acho que tinha uma gotinha de líquido pré-seminal, e depois enfiou ele inteiro na boca dela. Senti a língua dela envolvendo, acariciando, uma das mãos dela segurava uma das minhas nádegas e a outra brincava com as bolas. Fazia um tempão que eu não transava com ninguém além da minha própria mão, e isso tava me deixando louco. Não sabia quanto tempo mais ia aguentar aquilo que, naquele momento, virou uma tortura, porque eu não queria encher a boca dela de porra em dois minutos. Pra distrair a mente, comecei a tirar o resto da roupa que ainda tinha e pensar em outra coisa, mas o que eu sentia era... sublime, e ela parecia que não chupava uma rola há tempos.
Pra conseguir me segurar e tomar um pouco as rédeas, peguei ela pelos braços e coloquei de pé pra beijar, com o objetivo de frear um pouco aquele boquete espetacular que ia me fazer gozar rapidinho, e também poder fazer alguma coisa eu. Primeiro, tirei a blusa dela e me deparei com um sutiã com push up — uma pequena decepção no caminho, porque achei que ela tinha uns peitões bons. Mas como isso não é o que mais importa, não liguei muito e segui no meu rumo. Enquanto não parava de beijar ela, com uma mão tirei o sutiã, deixando à mostra uns peitos normais, nem grandes nem pequenos, mas bem firmes apesar de ela já ter tido família. Minha boca passou da dela pro pescoço e depois pros peitos, que já tinham uns bicos lindos, duros e quentes, esperando a passagem da minha língua, que não demorou nada. Enquanto eu cuidava dos peitos dela com boca e língua, minhas mãos começaram a desabotoar e tirar a calça e a calcinha. Quando a buceta dela ficou à mostra, me surpreendi com uma cachoeira de fluido que já tinha molhado tanto a calcinha quanto a calça, porque assim que encostei a mão, notei o quanto ela tava molhada. Não precisei de muito pra dar o primeiro orgasmo pra ela: bastou roçar os dedos na vulva e começar a penetrar com um deles pra ela se contrair toda e soltar um gemido de prazer. Minha excitação já tava dolorosa, eu tava com o pau duro e cheio de veias como não via há muito tempo, mas não queria perder o prazer de saborear aqueles sucos. Então me ajoelhei, ela se deitou no sofá e minha língua foi... direto na buceta dela, não precisei usar as mãos pra separar os lábios, de tanta excitação não só a buceta tava aberta, mas o buraquinho da booty também tava pedindo, ela tava com as pernas dobradas no sofão, então me deixava com bastante campo de ação, eu tinha à disposição não só a buceta mas a booty, então minha língua ia de um lado pro outro e meus dedos começaram a brincar nos dois buraquinhos, eu fiquei esperando ela negar a booty, mas parece que não desgostou.
Meu pau já não aguentava mais e ela não podia estar mais excitada, a quantidade de fluido que saía daquela buceta eu só vi de novo anos depois, mas isso é uma história que vou contar depois. Me levantei do chão e, sem deixar ela mudar de posição, penetrei bem devagar enquanto beijava ela, era uma guerra nas nossas bocas enquanto meu pau era acolhido com carinho pela buceta dela. Nunca vou esquecer a umidade e o calor que senti na hora que entrei pela primeira vez no corpo dela. Sinceramente, depois de tanto tempo sem sexo, achei que não ia aguentar muito, mas acho que a umidade toda dela evitava que meu pau tivesse boa fricção e atrasava a gozada, nela não parecia ter o mesmo efeito porque notei mais duas gozadas dela, não só pelos gemidos e contrações das paredes, mas pela quantidade de fluido que saiu em dois momentos diferentes. Com muito cuidado, fiz ela virar pra atacar de quatro, geralmente essa posição me faz gozar mais rápido, ela apoiou as mãos no encosto do sofá e se ajoelhou na borda, e eu por trás enfiei de uma vez e ela gemeu de novo, eu já tava solto, a suavidade tinha acabado, comecei a meter sem dó e ainda dava tapas na bunda dela, que parece que também gostava, quando comecei a sentir que ia gozar, avisei pra ela não me cortar no meio, o que ela fez quase me fez gozar na hora, ela me olhou com cara de muito A puta me disse: "Quero que você goze na minha boca, quero sentir o gosto e engolir tudo". Senhores e senhoritas, não consigo explicar em palavras o quanto me segurei pra não encher a buceta dela de porra. Ela se sentou de novo no sofá, pegou minha pica com a boca e me fez o melhor boquete da minha vida. Nunca, nem a melhor puta que já transei, chupou minha pica daquele jeito. Ela só tirou da boca por um momento pra me olhar nos olhos e dizer: "Papai, sua pica é muito gostosa, mas quero sua porra. Tô com fome. Você vai me dar ou não?" Assim que terminou de falar, colocou a pica de volta na boca e, de repente, as bochechas dela incharam. Na minha vida, eu gozei de um jeito que a porra escorria pelo canto dos lábios dela, e eu continuava esguichando... Ela não deixou nada, engoliu tudo. Foi ao banheiro, enxaguou a boca e voltamos a nos beijar apaixonadamente. Deitamos abraçados e descansamos... por um tempo, porque depois ela me pediu pra fazer algo que eu nunca tinha feito. Mas isso eu deixo pra outra história, que prometo que não será tão longa, já que não preciso me apresentar.
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