Oi, como vocês estão? Como sabem, trabalho no escritório com meu sogro e, por ser da família, também trabalha a Sofia, que é esposa de um amigo do meu marido. Na verdade, de nos vermos em reuniões e algum aniversário, fizemos uma bela amizade, mas nunca a vi com olhos de tesão. Ela é uma mulher muito atraente e, por ter dois filhos, tem um corpo lindo. Os outros dias estávamos conversando sobre coisas picantes, de relatos eróticos ou filmes mais ousados, e a verdade é que toda essa conversa me excitou bastante. Para piorar, meu marido viajou para o Paraguai por uns assuntos de trabalho e eu estava mais que cachorra.
No dia seguinte, ela me trouxe uns contos que a tinham deixado muito excitada. Eu, num primeiro momento, comecei a ler e, para minha surpresa, eram todos lésbicos. Mas mesmo assim senti as sensações típicas de tesão enquanto os lia, a ponto de ter que ir ao banheiro, pois tinha molhado toda a calcinha fio-dental.
Ao voltar, sentei na minha mesa e levei o olhar para a Sofia. Ela me sorriu, se aproximou e me perguntou: "Gostou, Samanta? Te deixou com tesão? Me diz a verdade, a mim me deixaram louca. Ontem à noite não consegui dormir só de pensar em me deitar com outra mulher. Quero sentir na pele se o que relatam é tão bom assim. A qualquer momento quero ter uma experiência dessas."
Eu respondi que sim, claro que me esquentaram, não sou de pedra. O que ela não sabia era que eu já tinha estado com uma mulher e, na verdade, ao falar desses assuntos com ela, fiquei muito excitada. A verdade é que me surpreenderam esses comentários dela, já que sempre a vi tranquila e muito mãe. É verdade que ela gosta de se vestir bem, mas nunca pensei que me confessaria isso.
Para ser sincera, à noite passaram pela minha mente mil fantasias que me encheram de prazer, a ponto de, como meu marido estava em outra cidade, ter que me masturbar para aliviar minha vontade. Os orgasmos vinham um atrás do outro, pensando no que a Sofia tinha me dito. Até conseguia imaginá-la nua, percorrendo... todo o meu corpo com as mãos dela, me tocando, me chupando, metendo a língua dela em cada canto.
Os dias passaram, mas eu percebia em Sofia certas insinuações que me faziam pensar, os modos dela, os comentários, e outras coisas mais. Num momento pensei que eram todas suposições minhas. Mas não sei o que acontecia com a gente, a gente se olhava e ria, meu olhar desviava em busca dos seios redondos e lindos que ela tem, eu adorava ver quando ela vinha de camiseta e os mamilos marcavam, a bunda dela marcava o fio dental pequeno e às vezes ela abria demais as pernas, me deixando ver o fio. Tudo isso me excitava e me deixava a mil, acho que as duas pensávamos a mesma coisa. A verdade é que tinha virado um jogo de sedução e isso me deixava muito excitada, não sou lésbica mas confesso que o corpo de uma mulher me atrai muito mais se tiver peitos bonitos, pensar que ela é mãe como eu e usa fio dental ou se anima a usar decotes, eu adorava.
O outro dia eu estava no escritório me preparando para ir embora e não conseguia fechar o broche do meu colar, e pedi para a Sofia me ajudar. Levantei o cabelo do meu pescoço para facilitar, depois de fechar o broche, senti os lábios dela tocarem na minha pele, naquele momento meu corpo ficou como eletrificado, fiquei sem palavras, jogando minha cabeça para trás, como dizendo sou sua.
Virei, ficando de frente para ela, a situação naquele lugar era perigosíssima de sermos descobertas, mas estávamos como numa bolha isoladas deste mundo.
A peguei pela cintura, ela abraçou meu pescoço, pela primeira vez pude sentir como os peitos dela se esfregavam nos meus, os seios já estavam duros e meus mamilos eretos, aproximamos nossas bocas e nos demos um beijo como se fosse aquele da minha primeira vez na vida, quando nossas línguas estavam prestes a se encontrar ouvimos o barulho da porta e tivemos que agir como se nada tivesse acontecido.
Começamos a rir e a falar besteira, para disfarçar a entrada de outra colega.
Saímos e Decidimos ir tomar um café, estávamos sentadas uma ao lado da outra contando como íamos nos divertir juntas, já que nosso lance estava declarado, ambas sentíamos o mesmo, queríamos experimentar ficar juntas e, como as duas éramos casadas, não teríamos problemas de nenhum tipo. Além disso, já nos conhecíamos, embora eu nunca tivesse reparado nela para fazer algo. Estávamos as duas sentadas tomando o café e, com minha mão sobre a mesa, Sofia aproximou um dos seus peitos e eu, disfarçadamente, tentava beliscar um mamilo por cima da blusa, enquanto ela apoiava a mão na minha perna, acariciando e apertando minha coxa. Ambas estávamos prontas para uma guerra de sexo, nossos corpos desejando gozar, mais e mais. Tínhamos confessado as vontades que sentíamos e não conseguíamos esconder. Eu, de saia curta, podia sentir sua mão continuar tocando minha perna e, como disse, meu marido estava fora e já fazia vários dias sem sexo, eu estava realmente excitada. Ela comentou que no sábado o marido dela ia se encontrar com o irmão para ajudá-lo em casa, e que ela poderia deixar os filhos com a mãe. Eu disse que, como meu esposo estava fora, seria bom ela vir à minha casa e a gente fazer alguma coisa. Como minha filha é muito pequena, não haveria problema.
Essa noite nos ligamos para combinar tudo para o sábado e, em nossa conversa telefônica, continuamos contando coisas safadas uma para a outra.
A Sofia chegou hoje bem cedo, como havíamos combinado, para aproveitarmos quase o dia todo, já que ela teria que ir embora por volta das 7. Finalmente, ela chegou. Mal entrou em casa, fechamos a porta e, sem mais palavras, nos abraçamos. Nossas bocas se buscaram com desespero para unir nossos lábios, e sua língua começou a entrar e sair, recebendo a minha e se misturando uma com a outra. Nossas mãos se agarravam em nossas bundas, ficando cada vez mais unidas, nossos peitos se fundiam um no outro. Era lindo, tanto prazer.
Quando sua língua chegou ao meu pescoço, uma sensação maravilhosa tomou conta do meu corpo. Eu estava entregue à coisa mais maravilhosa, suas mãos tiravam meu vestido e eu tentava tirar sua saia, meu vestido caiu no chão e assim eu podia sentir mais o atrito do corpo quente dele, ele continuou me beijando, tirou meu sutiã para deixar meus seios nus, senti sua mão apertá-los e sua língua chupar meus mamilos, que estavam duros de prazer que ele estava me dando, eu também queria ver os dela e chupá-los, era tanta a desesperação que eu tinha para colocá-los na boca que foi ela que se despiu completamente, ao vê-la assim, empurrei-a sobre a cama, tirei minha última peça de roupa e comecei a beijá-la. Sofia se contorcia de prazer, parei para chupar os lindos mamilos que sempre imaginei que ela tinha, com enormes auréolas roxas, ela pedia para eu comê-la toda, continuei descendo pelo seu umbigo até chegar lá embaixo, e comecei a separar suas pernas para contemplá-la, ver seus lábios vaginais, gordinhos e carnudos, onde minha boca iria se apoiar. Com meus dedos separava suavemente os lábios, enfiava meu dedo sentindo seus sucos, olhei em seus olhos e coloquei o dedo na minha boca para saborear seus fluidos, ela me disse, Samantha por favor me chupa… me chupa… que não aguento mais, quero te sentir. Lentamente comecei a devorar sua racha de baixo para cima, colocava minha língua dura e a penetrava o máximo que podia, Sofia segurava minha cabeça para que eu não a tirasse, eu procurava seu clitóris, para poder chupá-lo e dar muito prazer a ela, éramos duas cachorras muito quentes. Seu corpo se arqueava mais e mais, o orgasmo era inevitável, ela gozou uma e duas vezes seguidas. Agora era minha vez Ela começou a passar sua mão sobre meus lábios, um suor estremeceu meu corpo, essas mãos suaves e habilidosas sabiam onde tocar, onde sentir melhor, meu clitóris estava prestes a explodir você já está toda bem molhadinha, ela me diz e era verdade eu estava muito quente não aguentava mais Seus dedos entravam e saíam na minha vagina lubrificada, enquanto sua língua não parava de chupar meu clitóris, ela apertava meus peitos e minha cabeça se esfregava no travesseiro de um lado para outro, do prazer que sentia.
"Me enlouquece chupar você, adoro sua buceta, já estou ficando excitada de novo", ela me dizia, e a verdade é que ouvir essas palavras me deixava ainda mais excitada.
Tive 3 orgasmos seguidos, parecia um só interminável, nunca tinha sentido um orgasmo tão longo, foi maravilhoso.
"Obrigada, Sofí. Vem cá me dar um beijo, depois a gente continua, temos o dia todo para nos comer", digo eu enquanto ela se aproxima e a beijo.
"Sim, Samantha, mas não vamos perder tempo, vamos tomar banho juntas", ela me diz, e fomos para o chuveiro. Era muito erótico duas mães estarem ali transando enquanto os maridos não estavam. Adorava sentir as mãos dela nos meus peitos enquanto ela passava o sabonete; eu fazia o mesmo. Me molhava muito sentir seus mamilos duros esfregando nos meus. Ela fez algo que meu marido nunca fez: começou a morder meus mamilos de um jeito que doía, mas me dava tanto prazer que, enquanto ela fazia isso, eu a masturbava e ela a mim. Ela teve mais um orgasmo e eu também. Tinha tanto tesão acumulado que, sinceramente, passei um sábado muito excitante e quente. Espero aguentar até meu marido chegar, já que durante a semana ela fica enrolada com o marido dela. Também tem minha cunhada, ou até me passou pela cabeça esquentar um pouco meu sogro ou chefe, mas não queria exagerar e trair tanto meu marido, apesar do meu tesão. Será que é por isso que, ao fazer com outra mulher, não sinto tanta culpa como se fizesse com outro homem? BEIJOS
No dia seguinte, ela me trouxe uns contos que a tinham deixado muito excitada. Eu, num primeiro momento, comecei a ler e, para minha surpresa, eram todos lésbicos. Mas mesmo assim senti as sensações típicas de tesão enquanto os lia, a ponto de ter que ir ao banheiro, pois tinha molhado toda a calcinha fio-dental.
Ao voltar, sentei na minha mesa e levei o olhar para a Sofia. Ela me sorriu, se aproximou e me perguntou: "Gostou, Samanta? Te deixou com tesão? Me diz a verdade, a mim me deixaram louca. Ontem à noite não consegui dormir só de pensar em me deitar com outra mulher. Quero sentir na pele se o que relatam é tão bom assim. A qualquer momento quero ter uma experiência dessas."
Eu respondi que sim, claro que me esquentaram, não sou de pedra. O que ela não sabia era que eu já tinha estado com uma mulher e, na verdade, ao falar desses assuntos com ela, fiquei muito excitada. A verdade é que me surpreenderam esses comentários dela, já que sempre a vi tranquila e muito mãe. É verdade que ela gosta de se vestir bem, mas nunca pensei que me confessaria isso.
Para ser sincera, à noite passaram pela minha mente mil fantasias que me encheram de prazer, a ponto de, como meu marido estava em outra cidade, ter que me masturbar para aliviar minha vontade. Os orgasmos vinham um atrás do outro, pensando no que a Sofia tinha me dito. Até conseguia imaginá-la nua, percorrendo... todo o meu corpo com as mãos dela, me tocando, me chupando, metendo a língua dela em cada canto.
Os dias passaram, mas eu percebia em Sofia certas insinuações que me faziam pensar, os modos dela, os comentários, e outras coisas mais. Num momento pensei que eram todas suposições minhas. Mas não sei o que acontecia com a gente, a gente se olhava e ria, meu olhar desviava em busca dos seios redondos e lindos que ela tem, eu adorava ver quando ela vinha de camiseta e os mamilos marcavam, a bunda dela marcava o fio dental pequeno e às vezes ela abria demais as pernas, me deixando ver o fio. Tudo isso me excitava e me deixava a mil, acho que as duas pensávamos a mesma coisa. A verdade é que tinha virado um jogo de sedução e isso me deixava muito excitada, não sou lésbica mas confesso que o corpo de uma mulher me atrai muito mais se tiver peitos bonitos, pensar que ela é mãe como eu e usa fio dental ou se anima a usar decotes, eu adorava.
O outro dia eu estava no escritório me preparando para ir embora e não conseguia fechar o broche do meu colar, e pedi para a Sofia me ajudar. Levantei o cabelo do meu pescoço para facilitar, depois de fechar o broche, senti os lábios dela tocarem na minha pele, naquele momento meu corpo ficou como eletrificado, fiquei sem palavras, jogando minha cabeça para trás, como dizendo sou sua.
Virei, ficando de frente para ela, a situação naquele lugar era perigosíssima de sermos descobertas, mas estávamos como numa bolha isoladas deste mundo.
A peguei pela cintura, ela abraçou meu pescoço, pela primeira vez pude sentir como os peitos dela se esfregavam nos meus, os seios já estavam duros e meus mamilos eretos, aproximamos nossas bocas e nos demos um beijo como se fosse aquele da minha primeira vez na vida, quando nossas línguas estavam prestes a se encontrar ouvimos o barulho da porta e tivemos que agir como se nada tivesse acontecido.
Começamos a rir e a falar besteira, para disfarçar a entrada de outra colega.
Saímos e Decidimos ir tomar um café, estávamos sentadas uma ao lado da outra contando como íamos nos divertir juntas, já que nosso lance estava declarado, ambas sentíamos o mesmo, queríamos experimentar ficar juntas e, como as duas éramos casadas, não teríamos problemas de nenhum tipo. Além disso, já nos conhecíamos, embora eu nunca tivesse reparado nela para fazer algo. Estávamos as duas sentadas tomando o café e, com minha mão sobre a mesa, Sofia aproximou um dos seus peitos e eu, disfarçadamente, tentava beliscar um mamilo por cima da blusa, enquanto ela apoiava a mão na minha perna, acariciando e apertando minha coxa. Ambas estávamos prontas para uma guerra de sexo, nossos corpos desejando gozar, mais e mais. Tínhamos confessado as vontades que sentíamos e não conseguíamos esconder. Eu, de saia curta, podia sentir sua mão continuar tocando minha perna e, como disse, meu marido estava fora e já fazia vários dias sem sexo, eu estava realmente excitada. Ela comentou que no sábado o marido dela ia se encontrar com o irmão para ajudá-lo em casa, e que ela poderia deixar os filhos com a mãe. Eu disse que, como meu esposo estava fora, seria bom ela vir à minha casa e a gente fazer alguma coisa. Como minha filha é muito pequena, não haveria problema.
Essa noite nos ligamos para combinar tudo para o sábado e, em nossa conversa telefônica, continuamos contando coisas safadas uma para a outra.
A Sofia chegou hoje bem cedo, como havíamos combinado, para aproveitarmos quase o dia todo, já que ela teria que ir embora por volta das 7. Finalmente, ela chegou. Mal entrou em casa, fechamos a porta e, sem mais palavras, nos abraçamos. Nossas bocas se buscaram com desespero para unir nossos lábios, e sua língua começou a entrar e sair, recebendo a minha e se misturando uma com a outra. Nossas mãos se agarravam em nossas bundas, ficando cada vez mais unidas, nossos peitos se fundiam um no outro. Era lindo, tanto prazer.
Quando sua língua chegou ao meu pescoço, uma sensação maravilhosa tomou conta do meu corpo. Eu estava entregue à coisa mais maravilhosa, suas mãos tiravam meu vestido e eu tentava tirar sua saia, meu vestido caiu no chão e assim eu podia sentir mais o atrito do corpo quente dele, ele continuou me beijando, tirou meu sutiã para deixar meus seios nus, senti sua mão apertá-los e sua língua chupar meus mamilos, que estavam duros de prazer que ele estava me dando, eu também queria ver os dela e chupá-los, era tanta a desesperação que eu tinha para colocá-los na boca que foi ela que se despiu completamente, ao vê-la assim, empurrei-a sobre a cama, tirei minha última peça de roupa e comecei a beijá-la. Sofia se contorcia de prazer, parei para chupar os lindos mamilos que sempre imaginei que ela tinha, com enormes auréolas roxas, ela pedia para eu comê-la toda, continuei descendo pelo seu umbigo até chegar lá embaixo, e comecei a separar suas pernas para contemplá-la, ver seus lábios vaginais, gordinhos e carnudos, onde minha boca iria se apoiar. Com meus dedos separava suavemente os lábios, enfiava meu dedo sentindo seus sucos, olhei em seus olhos e coloquei o dedo na minha boca para saborear seus fluidos, ela me disse, Samantha por favor me chupa… me chupa… que não aguento mais, quero te sentir. Lentamente comecei a devorar sua racha de baixo para cima, colocava minha língua dura e a penetrava o máximo que podia, Sofia segurava minha cabeça para que eu não a tirasse, eu procurava seu clitóris, para poder chupá-lo e dar muito prazer a ela, éramos duas cachorras muito quentes. Seu corpo se arqueava mais e mais, o orgasmo era inevitável, ela gozou uma e duas vezes seguidas. Agora era minha vez Ela começou a passar sua mão sobre meus lábios, um suor estremeceu meu corpo, essas mãos suaves e habilidosas sabiam onde tocar, onde sentir melhor, meu clitóris estava prestes a explodir você já está toda bem molhadinha, ela me diz e era verdade eu estava muito quente não aguentava mais Seus dedos entravam e saíam na minha vagina lubrificada, enquanto sua língua não parava de chupar meu clitóris, ela apertava meus peitos e minha cabeça se esfregava no travesseiro de um lado para outro, do prazer que sentia.
"Me enlouquece chupar você, adoro sua buceta, já estou ficando excitada de novo", ela me dizia, e a verdade é que ouvir essas palavras me deixava ainda mais excitada.
Tive 3 orgasmos seguidos, parecia um só interminável, nunca tinha sentido um orgasmo tão longo, foi maravilhoso.
"Obrigada, Sofí. Vem cá me dar um beijo, depois a gente continua, temos o dia todo para nos comer", digo eu enquanto ela se aproxima e a beijo.
"Sim, Samantha, mas não vamos perder tempo, vamos tomar banho juntas", ela me diz, e fomos para o chuveiro. Era muito erótico duas mães estarem ali transando enquanto os maridos não estavam. Adorava sentir as mãos dela nos meus peitos enquanto ela passava o sabonete; eu fazia o mesmo. Me molhava muito sentir seus mamilos duros esfregando nos meus. Ela fez algo que meu marido nunca fez: começou a morder meus mamilos de um jeito que doía, mas me dava tanto prazer que, enquanto ela fazia isso, eu a masturbava e ela a mim. Ela teve mais um orgasmo e eu também. Tinha tanto tesão acumulado que, sinceramente, passei um sábado muito excitante e quente. Espero aguentar até meu marido chegar, já que durante a semana ela fica enrolada com o marido dela. Também tem minha cunhada, ou até me passou pela cabeça esquentar um pouco meu sogro ou chefe, mas não queria exagerar e trair tanto meu marido, apesar do meu tesão. Será que é por isso que, ao fazer com outra mulher, não sinto tanta culpa como se fizesse com outro homem? BEIJOS
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