Dias sem ela. Parte 2.

Os dias continuavam passando sem ela. Não posso dizer que não tivesse atividade sexual, até tinha e bem agitada, mas faltava alguma coisa. Não conseguia encontrar um lugar de estabilidade. Alguém com quem me sentir tranquilo e estável. Alguém que realmente soubesse chupar um cu como deve ser...

Aluguei um apartamentinho na região central. Nada demais. Um cômodo. Pouquíssimos móveis. O básico pra viver dignamente. Passava o dia trabalhando e à noite saía pra caçar.

O Tinder foi uma ferramenta bem útil pra isso. Apesar de a maioria das mulheres que eu conhecia estar na busca por um relacionamento sério e filhos a caminho, conheci algumas que me ensinaram coisas novas na cama.

Tinha a Fernanda, por exemplo, que era fanática por lingerie erótica. Usava conjuntos muito caprichados, meia arrastão, salto agulha. Tudo numa composição impecável. Tinha que puxar a tanga dela pra foder, porque ela não queria tirar nenhuma peça. Dizia que era um conjunto inteiro pro sexo e que nada podia sair do lugar. Era bem ativa, mas um pouco conservadora.

Ou a Julieta, a ruiva meio hippie. Que não gostava de depilar a pussy e me espremia até a última gota de porra. Era incansável. Enfiava a pussy peluda dela e pedia mais e mais o tempo todo. Era muito simpática. Tinha uma técnica muito boa pra me bater uma punheta. Me fazia gozar quase na hora. Na primeira vez que fez isso, ela tava deitada com a cabeça perto da minha, e minha gozada foi tão violenta que espirrou até a bochecha dela. Ela passou a mão e chupou o sêmen, feliz da vida com a façanha. Adorava mergulhar na selva ruiva dela e chupar a pussy. Ela apoiava os pés nos meus ombros e se mexia em círculos, segurando as próprias nádegas. Era de se ver o arbusto vermelho dela cheio de saliva e fluidos quando eu terminava o serviço.

Ou a Romina, a secretária executiva que gostava de ser xingada enquanto fodíamos. Pedia que eu chamasse ela de puta, gostosa, merda e uma lista interminável de barbaridades. Ela ficava de quatro com a cabeça no colchão, abria a bunda com as mãos e pedia pra eu meter forte e xingar ela. Quanto mais sujo era o xingamento, mais rápido ela gozava.
Ou a Lupe, a romântica que adorava velas e incensos. Que buscava a sutileza e algo parecido com sexo tântrico. Ela se deitava e adorava que eu acariciasse devagar, percorrendo cada centímetro da pele dela. Depois de alguns minutos fazendo isso, eu aproximava minha mão da buceta dela e ela explodia em fluidos. Uma vez ela gozou sem que eu tocasse em nenhuma zona erógena dela. Eu precisava de um pouco mais de ação com ela, mas a experiência foi boa.
Ou a Cecília, uma mulher realmente acima do peso, mas com quem tive o melhor sexo daquela época. Ela curtia de forma saudável e foi uma das poucas que se interessou pelo meu próprio prazer. Ela ficava com tesão em me deixar com tesão. Me chupava, acariciava, fazia todas as vontades. Passávamos tardes inteiras de hotel experimentando. Ela chegou a me comer com um dildo que era dela. Adorava engolir o sêmen. Pedia por favor que eu não gozasse dentro dela, que era um desperdício. Só me deixava gozar dentro do cu dela. Pensei em algum momento em tentar algo mais com ela, mas a condição dela de casada com dois filhos e que não pensava em deixá-los fez com que tudo ficasse em nada...
Uma tarde de hotel, ela se despiu em sua imensa beleza e se deitou de barriga pra cima na cama. Esticou o pé direito na minha direção.
— Chupa. — disse.
Eu me ajoelhei ao lado da cama e coloquei o pé na minha boca. Ela tirou.
— Devagar, Leo. Faz com suavidade. Lembra que eu também fico com tesão... —
E voltou a aproximar o pé do meu rosto. Dessa vez, comecei a lamber devagar, um por um, os dedos dela. Começando pelo mindinho. Enfiava a língua no espaço entre cada um. Sentia o pau ficar duro quanto mais eu fazia aquilo. Ela me olhava fazer e se tocava nos mamilos. Mexia os dedos dos pés de acordo com como estava se sentindo. passando a língua por cada um deles.
- Agora sim, mete ele na boca. - Disse depois de um tempo. Foi introduzindo o pé na minha boca aos poucos. Sentia os dedos dele se mexendo contra minha língua. Enfiou tanto que comecei a ter ânsia de vômito. No começo era desagradável, mas depois comecei a sentir um prazer estranho nessa coisa de querer vomitar, mas ao mesmo tempo curtir o pé dele dentro de mim. Era estranho e excitante ao mesmo tempo.
Ele tirou e mandou eu ficar de quatro na cama, pelado.
Tirei uma por uma as roupas que estava vestindo e obedeci sem saber o que ele queria. Ela se deitou de costas pra mim e comecei a sentir o pé dela acariciando minha bunda e minhas bolas. Tava úmido, molhado pela minha própria saliva. Passava num ritmo, das bolas pra bunda, ida e volta, bem devagar. Sentia a pica explodir de prazer. De repente parou no cu. Com o dedão, começou a fazer movimentos circulares no ânus. Eu também comecei a fazer movimentos circulares. Queria que me comesse.
- Mete ele, vai. - Falei.
- Melhor tu meter em mim. - Respondeu ela, dando uma virada mais convencional no assunto.
Me joguei em cima dela sem hesitar. Comi ela por um bom tempo até gozarmos num gemido forte, os dois juntos.
Naquela noite, ela disse que queria terminar tudo porque se sentia culpada pelo marido e pelos filhos.
Pedi uma última entrada na bunda dela de despedida.
- Mas deixa a porra dentro. - Respondeu, abrindo as nádegas e ficando de quatro.
Nunca mais a vi. Às vezes sinto falta dela.
Também fiquei com o Gerardo. Um homem mais velho que eu, uns cinquenta. Careca, com barba estilo candado. Conheci ele por acaso num bar. Batemos um papo um tempo. Não era afeminado nem nada. Da conversa de futebol, tudo derivou pra masturbação compartilhada e apalpação. Não chegamos a nos penetrar, mas tomávamos umas cervejas juntos e depois no carro de qualquer um dos dois a gente ia pra algum lugar vazio e nos tocávamos mutuamente. Ele se entregava às minhas mãos, se jogando pra trás. atrás e fechando os olhos bem forte. Pedi umas duas vezes pra ela me chupar, mas ela não teve coragem. Pena, dava pra ver que ela tava com vontade, mas a cultura falou mais alto que o desejo dela.
E assim se passou mais ou menos um ano.
Até que um dia eu cruzei com ela.
E finalmente a espera acabou.

2 comentários - Dias sem ela. Parte 2.

Maravillosa descripción de la diversidad de experiencias, enfoques y vías de alcanzar el placer. También el reconocimiento de que hay personas especiales que te acompañan más lejos en el portentoso viaje de la vida.
tfy01
cómo nos vas a dejar así!!!????? excelente.. como todos tus posts!!!