Como vocês lembram, o último relato eu fechei com umas fotos da Flor mostrando a roupa que ia usar pra ir no cinema. Não achei que ela ia se animar, mas foi assim, só que a saia tava um pouquinho mais curta e ainda por cima ela vestiu um sobretudo preto com pele de cordeiro.
Fui buscá-la e ela pediu pra eu esperar um pouquinho que ela terminava de se trocar e a gente saía. A Yani veio me cumprimentar.
Yani: Como vai, senhor?
Eu: Não me chama de senhor que me sinto um velho.
Yani: E aqui, cê é o avô ou o papai? – me deu um sorriso lindo e piscou o olho – Tô tomando um mate com a China, quer se juntar enquanto a Flopy termina?
Eu: Bora, de quebra conheço a famosa China.
Yani: Cê vai cair de bunda, pode crer.
Ela foi na minha frente e só aí eu reparei: tava com uma calça de moletom bem justa no rabo, rosa, e dava pra ver a marquinha da calcinha.
Yani: Para de olhar minha bunda, safado.
Eu: Para de rebolá-la na minha frente, hahaha.
Yani: China, ele é o Lau, amigo da Flopy.
China: Apa, doida, pra fazer amizade essa young lady hein… Muito prazer, Catalina, mas pode me chamar de China.
Na minha frente tinha uma ruiva sardenta linda, cabelo curtinho, pele muito branca só cortada pelas sardas, uns olhos azuis que eram incríveis e uma boca de lábios finos com um sorriso cheio de dentes extremamente brancos. Um pouquinho mais baixa que eu, dois peitos que faziam os da Flo parecerem pequenos, enormes, e pra completar tinha uma camisa Lacoste cor de pele que destacava ainda mais esse parzão. Pra baixo, o que pra muitos seria uma gordinha, pra mim era uma mulher com corpo, uma cintura bem desenhada e um quadril largo com uma bunda que de frente já se via empinada e linda. A voz dela era pura doçura.
Eu: Oi China, muito prazer. Parece que nessa casa não tem mulher feia.
Yani: Eu sou a feia, a velha e feia.
China: Que exagerada, cê tem um ano a mais que a gente.
Yani: Mas feia eu sou, baby.
Eu: Meninas, meninas, as duas são lindas. Não acho que te faltem interessados, Yani.
Yani: Ainda bem que não, uma mina sabe o que tem. Fazer, mas dá muito trabalho.
Y: agora fiquei na dúvida – enquanto me passavam um mate – por que te chamam de china, você não parece chinesa.
C: meu sobrenome é chinês, parte da família do meu pai é da China, mas minha mãe e meu pai são argentinos e já misturados, por isso não tenho muitos traços.
Y: olha só, interessante, muito interessante.
C: e você, é o quê da Flopy?
Ya: china, que importância tem? São amigos, deixa ela.
C: eu quero um amigo que me leve ao cinema, porque quem tem namorado arruma um portenho bonito.
Y: e quem disse que não somos amigos, china? Quando você quiser, a gente vai ao cinema ou aonde você quiser…
C: olha que interessante… bem-vindo, amigo!
Nesse momento, apareceu a Flor, com a saia de colegial, a camiseta e o sobretudo, estava uma gostosa, dava vontade de comer ela ali mesmo. Ela veio e me deu um beijo no rosto.
F: o que vocês estão fazendo com a Lau? Não assustem ele.
Ya: nada disso, acontece que ele ainda não me levou pra jantar e já convidou a china, acredita?
F: pra onde você convidou ela?
C: me convidou pro cinema kkkk.
F: fala sério… vem! Pode?
Y: hee, sim, claro – por dentro, pensei que meus planos de comer ela tinham ido pro saco – onde comem dois, comem três kkkk.
Ya: claro, deixa a burra que tem que estudar sozinha.
C: kkkk não, gorda, eu fico de boa.
F: para de encher o saco, você trabalhou a semana toda, te faz bem uma folga. Vai se trocar, vem com a gente.
A china levantou e foi se trocar, não consegui parar de olhar pra bunda dela.
F: tá morrendo de vontade, né?
Y: tava morrendo de vontade de você – enquanto apertava a bunda dela – mas parece que vou ficar na vontade…
F: você nunca vai ficar na vontade, papai.
Poucos minutos depois, a china desceu com a mesma blusa, uma jaquetinha e uma saia mais comprida que a da amiga, mas justa. A gente se despediu da Yani e subiu no carro rumo ao cinema.
Deixei as minas escolherem o filme, porque não era minha intenção assistir. Infelizmente, escolheram "Meu Marido é um Babaca", ou por sorte. Comprei pipoca, doces e essas merdas. Parecia o tio levando as sobrinhas, mas por outro lado via como todo mundo me olhava andando com essas duas gostosas pelo lugar.
Quando entramos na sala, elas ficaram uma de cada lado meu, e o resto da fileira e atrás da gente não tinha ninguém. Não passaram nem 5 minutos de filme e eu já tava com a mão da Flor no meu pau, que reagiu na hora, ficou duríssimo. Olhei pro lado e vi a chinesa olhando fixo pro meu volume, ela se ligou que eu tava olhando e virou rápido o olhar pra frente, mas dava pra ver a respiração dela ofegante. Nisso, a Flor já tinha abaixado meu zíper e enfiado a mão fria dentro da minha cueca, sentia o contato direto com meu pau, não era uma punheta, ela tava acariciando.
F: Posso te bater uma punheta, pai? – falou no meu ouvido
Y: A chinesa tá aqui, burra
F: E daí? Vai me dizer que não te excita, pai? Eu tô com a buceta melada, e ela deve estar igual, pai
Me virei e vi a chinesa de novo olhando diretamente pro meu pau.
Y: Faz, vamos aproveitar
A Flor puxou meu pau pra fora e começou a mexer bem devagar. Olhei de novo pra chinesa, que tava mordendo aquela boquinha gostosa. No reflexo, levei minha mão pra perna dela, ela reagiu me olhando entre brava e surpresa, mas quando achei que ia tirar minha mão, ela mordeu o lábio de novo e abriu as pernas. Minhas mãos começaram a percorrer a perna dela, devagar, deslizando com a ponta dos dedos. Foram umas passadas e cheguei até a buceta dela, a calcinha tava toda molhada. Quando cheguei lá, ela apertou minha mão com as pernas e, pra minha surpresa, levou a mão dela pro meu pau.
Y: – me aproximei do ouvido dela – Tá gostando, chinesinha?
C: Isso é uma loucura
Y: Não perguntei isso, perguntei se você tá gostando
C: Sim…
Elas continuaram me batendo uma punheta juntas, mas eu e a chinesa ficamos nos olhando fixo enquanto meus dedos brincavam na calcinha dela, na buceta dela… devemos ter ficado uns 20 minutos assim até eu gozar. Gozei de um jeito animal. A Flor se abaixou e limpou tudo que encontrou em mim. corpo, e no meu pau, e na mão da amiga dela que ainda não soltava meu pau. Quando terminei, ela chegou no meu ouvido:
F: papai, vamos pra outro lugar, vamos nós três, preciso que você me coma
Y: vamos pra onde você quiser
Cheguei no ouvido da chinesa que ainda segurava meu pau:
Y: chinesinha, quer ir pra outro lugar?
C: não sei, nunca fiz isso
Y: quer continuar?
C: sim, quero, por favor
A gente se arrumou os três e saiu da sala, entramos no carro sem falar nada, fomos pra um hotel que eu sabia que tinha garagem privada. Quando estávamos chegando, mandei a chinesa se esconder.
Entramos no quarto, era um loft com hidromassagem. Assim que entramos, sentei e mandei elas se despirem pra mim. A chinesa tava muito tímida, então a Flor começou a dançar e a tirar a roupa dela. A roupa dela era de menininha, mas era um inferno, não só pelo vermelho do corpo dela. Minha surpresa foi quando a Flor tirou a calcinha dela e apareceu uma buceta cheia de pelos ruivos. As duas vieram na minha direção, eu levantei e, enquanto a Flor tirava minha roupa, comecei a beijar a chinesa. Tinha muita paixão na boca dela enquanto meus dedos tocavam a buceta dela, que era pura água. A Flor se ajoelhou e começou a chupar meu pau… eu me deitei na cama e, enquanto a Flor continuava comendo meu pau, pedi pra chinesa colocar a buceta na minha boca. Comecei a chupar ela, gostosa demais, tava passando incrível comendo duas piranhas gostosas. Não aguentei muito, tava muito tesudo e enchi a boca da Flor, que recebeu meu gozo feliz. Mas não parei de chupar a buceta da chinesa.
F: que gostoso, papai, chinesa, você tem que chupar o pau dele
C: nunca fiz isso… ahhhh… deus, que gostoso isso, Flor
F: vem chupar ele que eu te ensino, gorda
A chinesa virou e, enquanto eu continuava chupando a buceta dela, a Flor pegou meu pau e levou pra boca dela. Em poucos minutos, tinha uma mina chupando sem experiência, eu sentia os dentes dela, e a outra chupando minhas bolas. Em poucos minutos, meu pau tava duro que nem concreto.
F: chinesa, é hora da sua buceta abrir
C: me Dá medo, essa pica vai doer muito
F: se deixa levar, vai por cima, pode ir por cima, pai?
Y: vai onde quiser…
Agora tenho que ir, mas prometo que amanhã continuo contando o que aconteceu… obrigado pelas opiniões de vocês!
Deixo uma foto minha e duas da chinesa.
Fui buscá-la e ela pediu pra eu esperar um pouquinho que ela terminava de se trocar e a gente saía. A Yani veio me cumprimentar.
Yani: Como vai, senhor?
Eu: Não me chama de senhor que me sinto um velho.
Yani: E aqui, cê é o avô ou o papai? – me deu um sorriso lindo e piscou o olho – Tô tomando um mate com a China, quer se juntar enquanto a Flopy termina?
Eu: Bora, de quebra conheço a famosa China.
Yani: Cê vai cair de bunda, pode crer.
Ela foi na minha frente e só aí eu reparei: tava com uma calça de moletom bem justa no rabo, rosa, e dava pra ver a marquinha da calcinha.
Yani: Para de olhar minha bunda, safado.
Eu: Para de rebolá-la na minha frente, hahaha.
Yani: China, ele é o Lau, amigo da Flopy.
China: Apa, doida, pra fazer amizade essa young lady hein… Muito prazer, Catalina, mas pode me chamar de China.
Na minha frente tinha uma ruiva sardenta linda, cabelo curtinho, pele muito branca só cortada pelas sardas, uns olhos azuis que eram incríveis e uma boca de lábios finos com um sorriso cheio de dentes extremamente brancos. Um pouquinho mais baixa que eu, dois peitos que faziam os da Flo parecerem pequenos, enormes, e pra completar tinha uma camisa Lacoste cor de pele que destacava ainda mais esse parzão. Pra baixo, o que pra muitos seria uma gordinha, pra mim era uma mulher com corpo, uma cintura bem desenhada e um quadril largo com uma bunda que de frente já se via empinada e linda. A voz dela era pura doçura.
Eu: Oi China, muito prazer. Parece que nessa casa não tem mulher feia.
Yani: Eu sou a feia, a velha e feia.
China: Que exagerada, cê tem um ano a mais que a gente.
Yani: Mas feia eu sou, baby.
Eu: Meninas, meninas, as duas são lindas. Não acho que te faltem interessados, Yani.
Yani: Ainda bem que não, uma mina sabe o que tem. Fazer, mas dá muito trabalho.
Y: agora fiquei na dúvida – enquanto me passavam um mate – por que te chamam de china, você não parece chinesa.
C: meu sobrenome é chinês, parte da família do meu pai é da China, mas minha mãe e meu pai são argentinos e já misturados, por isso não tenho muitos traços.
Y: olha só, interessante, muito interessante.
C: e você, é o quê da Flopy?
Ya: china, que importância tem? São amigos, deixa ela.
C: eu quero um amigo que me leve ao cinema, porque quem tem namorado arruma um portenho bonito.
Y: e quem disse que não somos amigos, china? Quando você quiser, a gente vai ao cinema ou aonde você quiser…
C: olha que interessante… bem-vindo, amigo!
Nesse momento, apareceu a Flor, com a saia de colegial, a camiseta e o sobretudo, estava uma gostosa, dava vontade de comer ela ali mesmo. Ela veio e me deu um beijo no rosto.
F: o que vocês estão fazendo com a Lau? Não assustem ele.
Ya: nada disso, acontece que ele ainda não me levou pra jantar e já convidou a china, acredita?
F: pra onde você convidou ela?
C: me convidou pro cinema kkkk.
F: fala sério… vem! Pode?
Y: hee, sim, claro – por dentro, pensei que meus planos de comer ela tinham ido pro saco – onde comem dois, comem três kkkk.
Ya: claro, deixa a burra que tem que estudar sozinha.
C: kkkk não, gorda, eu fico de boa.
F: para de encher o saco, você trabalhou a semana toda, te faz bem uma folga. Vai se trocar, vem com a gente.
A china levantou e foi se trocar, não consegui parar de olhar pra bunda dela.
F: tá morrendo de vontade, né?
Y: tava morrendo de vontade de você – enquanto apertava a bunda dela – mas parece que vou ficar na vontade…
F: você nunca vai ficar na vontade, papai.
Poucos minutos depois, a china desceu com a mesma blusa, uma jaquetinha e uma saia mais comprida que a da amiga, mas justa. A gente se despediu da Yani e subiu no carro rumo ao cinema.
Deixei as minas escolherem o filme, porque não era minha intenção assistir. Infelizmente, escolheram "Meu Marido é um Babaca", ou por sorte. Comprei pipoca, doces e essas merdas. Parecia o tio levando as sobrinhas, mas por outro lado via como todo mundo me olhava andando com essas duas gostosas pelo lugar.
Quando entramos na sala, elas ficaram uma de cada lado meu, e o resto da fileira e atrás da gente não tinha ninguém. Não passaram nem 5 minutos de filme e eu já tava com a mão da Flor no meu pau, que reagiu na hora, ficou duríssimo. Olhei pro lado e vi a chinesa olhando fixo pro meu volume, ela se ligou que eu tava olhando e virou rápido o olhar pra frente, mas dava pra ver a respiração dela ofegante. Nisso, a Flor já tinha abaixado meu zíper e enfiado a mão fria dentro da minha cueca, sentia o contato direto com meu pau, não era uma punheta, ela tava acariciando.
F: Posso te bater uma punheta, pai? – falou no meu ouvido
Y: A chinesa tá aqui, burra
F: E daí? Vai me dizer que não te excita, pai? Eu tô com a buceta melada, e ela deve estar igual, pai
Me virei e vi a chinesa de novo olhando diretamente pro meu pau.
Y: Faz, vamos aproveitar
A Flor puxou meu pau pra fora e começou a mexer bem devagar. Olhei de novo pra chinesa, que tava mordendo aquela boquinha gostosa. No reflexo, levei minha mão pra perna dela, ela reagiu me olhando entre brava e surpresa, mas quando achei que ia tirar minha mão, ela mordeu o lábio de novo e abriu as pernas. Minhas mãos começaram a percorrer a perna dela, devagar, deslizando com a ponta dos dedos. Foram umas passadas e cheguei até a buceta dela, a calcinha tava toda molhada. Quando cheguei lá, ela apertou minha mão com as pernas e, pra minha surpresa, levou a mão dela pro meu pau.
Y: – me aproximei do ouvido dela – Tá gostando, chinesinha?
C: Isso é uma loucura
Y: Não perguntei isso, perguntei se você tá gostando
C: Sim…
Elas continuaram me batendo uma punheta juntas, mas eu e a chinesa ficamos nos olhando fixo enquanto meus dedos brincavam na calcinha dela, na buceta dela… devemos ter ficado uns 20 minutos assim até eu gozar. Gozei de um jeito animal. A Flor se abaixou e limpou tudo que encontrou em mim. corpo, e no meu pau, e na mão da amiga dela que ainda não soltava meu pau. Quando terminei, ela chegou no meu ouvido:
F: papai, vamos pra outro lugar, vamos nós três, preciso que você me coma
Y: vamos pra onde você quiser
Cheguei no ouvido da chinesa que ainda segurava meu pau:
Y: chinesinha, quer ir pra outro lugar?
C: não sei, nunca fiz isso
Y: quer continuar?
C: sim, quero, por favor
A gente se arrumou os três e saiu da sala, entramos no carro sem falar nada, fomos pra um hotel que eu sabia que tinha garagem privada. Quando estávamos chegando, mandei a chinesa se esconder.
Entramos no quarto, era um loft com hidromassagem. Assim que entramos, sentei e mandei elas se despirem pra mim. A chinesa tava muito tímida, então a Flor começou a dançar e a tirar a roupa dela. A roupa dela era de menininha, mas era um inferno, não só pelo vermelho do corpo dela. Minha surpresa foi quando a Flor tirou a calcinha dela e apareceu uma buceta cheia de pelos ruivos. As duas vieram na minha direção, eu levantei e, enquanto a Flor tirava minha roupa, comecei a beijar a chinesa. Tinha muita paixão na boca dela enquanto meus dedos tocavam a buceta dela, que era pura água. A Flor se ajoelhou e começou a chupar meu pau… eu me deitei na cama e, enquanto a Flor continuava comendo meu pau, pedi pra chinesa colocar a buceta na minha boca. Comecei a chupar ela, gostosa demais, tava passando incrível comendo duas piranhas gostosas. Não aguentei muito, tava muito tesudo e enchi a boca da Flor, que recebeu meu gozo feliz. Mas não parei de chupar a buceta da chinesa.
F: que gostoso, papai, chinesa, você tem que chupar o pau dele
C: nunca fiz isso… ahhhh… deus, que gostoso isso, Flor
F: vem chupar ele que eu te ensino, gorda
A chinesa virou e, enquanto eu continuava chupando a buceta dela, a Flor pegou meu pau e levou pra boca dela. Em poucos minutos, tinha uma mina chupando sem experiência, eu sentia os dentes dela, e a outra chupando minhas bolas. Em poucos minutos, meu pau tava duro que nem concreto.
F: chinesa, é hora da sua buceta abrir
C: me Dá medo, essa pica vai doer muito
F: se deixa levar, vai por cima, pode ir por cima, pai?
Y: vai onde quiser…
Agora tenho que ir, mas prometo que amanhã continuo contando o que aconteceu… obrigado pelas opiniões de vocês!
Deixo uma foto minha e duas da chinesa.
5 comentários - Flor e a chinesinha (a garota do metrô)
Felicitaciónes
GENIAL RELATO !!! Increíble experiencia amigo. . Saludos y van 10 puntos