DÉCIMA OITAVA PARTE: Tolerância, eu quero tolerânciaInfelizmente, a volta da Majo não foi o que eu esperava. Depois daquela transa incrível, começaram as brigas, não passávamos um dia sem discutir, e com a mãe dela no nosso apartamento, as coisas só pioravam. Pra completar as más notícias, a Majo me falou que o cálculo dela tinha falhado, ela tava grávida.
Fiquei felizão quando soube, mas ela não pareceu gostar da notícia. O jeito dela foi ficando cada vez mais imprevisível, a ponto de eu me perguntar se realmente tava morando com a pessoa que eu imaginava; não sabia se era feliz de verdade vivendo com elas.
Eu tentava ser compreensivo com a Majo e fazia de tudo pra agradar quase todos os caprichos dela, mas tinha hora que ela ficava impossível. Nosso relacionamento foi se desgastando aos poucos, e acho que nós dois sabíamos disso.
Sexo não teve mais; a gravidez mudou a Majo por completo, deixou ela fria, sem graça e amargurada. Ter a mãe dela em casa também diminuía a vontade. Pensei que quando a gravidez terminasse, a situação podia mudar, mas não foi assim. A Majo tava numa depressão terrível, além de ficar irritada na maior parte do tempo.
Ter uma filha me fez focar mais na vida. Eu vivia basicamente por ela, e isso preenchia o vazio de não conseguir ter uma boa convivência com a Majo.
Nos primeiros meses de vida da minha filha, Isabella, a gente mostrou que era pai de primeira viagem. Teve vezes que a gente se desesperou por não conseguir dormir, por não saber o motivo do choro dela, ou simplesmente por ver como o outro era um caos. Eu sentia que dava o meu melhor pra ser um bom pai, e no fim fazia o que dava. Mas percebia que a Majo não era igual, na verdade, sentia que ela era apática e distante com a Isabella. Não achei que fosse por desprezo, achei que era um comportamento causado pela depressão dela.
Os meses foram passando, e a única notícia boa que apareceu na nossa vida, pelo menos na minha, foi que Mariajosé decidiu voltar pro apê dela com o Mariano. Acho que se desesperou com a Isabella em casa e resolveu vazar, ou talvez tenha resolvido as paradas com o marido, ou sei lá, até podia ter se imaginado um estorvo nessa casa agora. De qualquer forma, ela foi embora e isso me aliviou. De resto, as coisas não iam bem.
A Majo tinha largado o trampo por causa da depressão forte e resolveu ficar em casa pra cuidar da Isabella. Por mim, as brigas constantes com a Majo e as noites sem dormir por causa do choro da minha filha tinham me deixado exausto pra caralho; sabia que não tava rendendo igual no serviço, era nítido que o cansaço tava me vencendo. Sentia que minha carreira tava empacando e voltar pra casa não era lá essas coisas porque o relacionamento com a Majo já não tava rolando.
Tava me corroendo por dentro ficar tanto tempo sem comer a Majo, na real, sem transar. Sentia que ia virar virgem de novo. Lamentava que a gente já não resolvia as brigas com uma boa foda. Agora resolvia depois de horas ou dias sem se falar.
Tentava não perder de vez a magia do nosso relacionamento. Era preciso ter uns rolês com a Majo, cinema, jantar, parque, recital, balada, enfim, todo tipo de programa. Às vezes era impossível porque não tinha com quem deixar a Isabella, e quando conseguia, não adiantava nada porque em várias voltamos pra casa com mais raiva do que quando saímos.
Vendo que as coisas não iam bem com a Majo, buscava refúgio nos meus amigos. Armava umas saídas com eles pra esquecer um pouco dos problemas, ou só pra me divertir um bocado.
Meu desespero pela falta de sexo me fez ligar pro David, meu amigo putanheiro, pra ele me dar um bom tour pelos cabarés da cidade. Ele era expert no assunto e eu não podia me entregar em mãos melhores.
Saí em silêncio pra varanda, acendi um cigarro e liguei pro David. Falei com ele tentando Mantém um tom de voz meio baixo; a Majo tava na sala vendo TV e era melhor ser precavido. Ela me cumprimentou escandalosamente, como sempre faz, e eu propus a gente se ver. Ela falou pra eu ir logo no apartamento dela e de lá a gente saía pra algum lugar. Preferi não comentar nada sobre putas, ia esperar chegar na casa dela pra contar. Sabia que ela não ia ser contra a ideia e era melhor falar lá, longe do alcance dos ouvidos da Majo.
Cheguei no apartamento dele umas nove da noite, era sábado e era certeza que ele tava planejando sair. Perguntei qual era o plano e ele disse que queria "sair pra caçar umas novinhas, ver o que tem por aí...".
Eu tinha levado umas cervejas e sugeri a gente tomar elas antes de sair. Enquanto a gente bebia, contei o quanto complicado tava tudo pra mim e terminei a história das desgraças mostrando meu desespero pra transar de novo. Os olhos dele arregalaram como se eu fosse pingar colírio; não acreditava que era eu quem tava propondo aquele plano. Ele topou sem pensar nem cinco segundos.
Terminamos as cervejas e quando a gente ia sair, o David me parou: "Espera aí, meu irmão, não vai dar um tapa antes de ir?". Ele me passou um baseado e a gente fumou. Ele falava como adorava ir chapado pra putaria, dizia que os níveis de adrenalina subiam pra caralho e ainda garantia que ficava muito mais tesudo estando drogado e pensando que, muito provavelmente, a puta também tava.
Pegamos um táxi e fomos pra zona de tolerância dessa cidade. Com certeza existe uma zona assim em toda cidade, e bom, a daqui é bem extensa. Você encontra de tudo, baratas e caras, horríveis e muito boas, tem de tudo. Confiava que o David era um cara de bom gosto e acostumado com luxo, então sabia que ele ia me levar pra um lugar bom.
O nome do lugar não posso falar, não faço propaganda nos meus contos; o que posso dizer é que é muito bom, e se alguém já foi, com certeza vai reconhecer pela descrição. A entrada era cara, você pagava uns seis dólares pra entrar e não era consumível. Cada cerveja custava a mesma coisa, seis dólares, independente da marca. Dos outros drinks nem se fala, os preços eram altíssimos. Sabia que se o David não gostasse do que tinha, ia pra outro lugar, então nem adiantava pedir garrafas de bebida, melhor uma cerveja, talvez duas ou três enquanto ele se decidia.
O lugar tinha todas as mesas juntas, cada uma com uma barra. A gente sentava em volta das mesas e via as putas desfilando por todas elas, parando de vez em quando pra dançar agarradas no tubo. Obviamente elas se revezavam, cada uma dançava por três músicas, depois tocavam mais duas, aí subia outra, três músicas e descanso…
A primeira que vimos era uma loira de cabelo curto, caderuda e com uma bunda enorme. Peito quase não tinha, a barriga era provocante, mas o que mais me deixava com tesão era ver ela esfregar aquela bunda linda no tubo.
Depois subiu outra loira, também bem caderuda, mas com a cintura bem definida, marcando umas curvas perfeitas; o par de nádegas que ela tinha também era inacreditável, eram duras e bem firmes. Os peitos dela eram operados, mas ficaram muito bons!
No show dela, essa loira não economizava: descia das mesas e se esfregava em cada cliente. Quando chegou minha vez, fiquei a mil com aqueles peitos na minha cara; agarrei aquela bunda enquanto ela se rebolava em cima de mim no ritmo do reggaeton. Me deixou com muito tesão, mas no David foi pior ainda, ele já queria ir transar com ela na hora, mas eu segurei. Insisti que a noite era nova pra tomar uma decisão depois de ver só duas. David ficou pensando, a loira tinha deixado ele muito excitado e ele parecia já ter decidido. Não foi fácil convencê-lo, mas no fim ele topou, pelo menos até ver a próxima. E a seguinte foi uma surpresa.
Não acreditei no que tava vendo. Pensei que meus olhos estavam me enganando, ou talvez a maconha. Ou que a bebida tinha me feito mal. Não conseguia acreditar, mesmo tendo ela na minha frente. Do outro lado das mesas, Laura vinha andando devagar, parava pra dançar agarrada no tubo. Se abaixava e começava a rebolando a bunda na frente de um cliente. Ainda não tava acreditando; fazia anos que não via ela e de repente encontrava ela aqui, vendendo o corpo.
Mal processei isso e perguntei pro David se ele já tinha comido ela, ele disse que não; que não era do gosto dele, "ela é muito magra e você sabe que eu gosto mais de carnudinha". Fiquei calado por uns minutos enquanto via ela se aproximando devagar de onde a gente tava. Depois falei seco pro David:
- Você tem que comer ela. Você não sabe como essa mulher fode.
- Vai dizer que conhece ela?
- Mais do que você imagina.
- Tá me zoando?
- Não, sério, conheço ela. É a irmã da Majo.
David ficou chocado. O coitado não sabia o que dizer. Imaginava que na cabeça corrupta dele tava passando aquele tesão de comer ela. David queria me perguntar um monte de coisas, mas não sabia por onde começar.
- Meu irmão, essas coisas se contam - Ele falou depois de virar um gole longo de cerveja.
- Não, ao contrário. Essas coisas não se contam se você não quiser foder sua vida.
- Bom, mas pros amigos você tem que contar...
- Nesses casos, acho melhor ninguém saber.
- Olha as surpresas que a vida te dá.
- O que você acha de a gente propor um menage?
- Ué, calma, vamos com as surpresas devagar, você não faz menage...
- Não. Mas essa aqui vale a pena, me dá muito tesão fazer isso, você não imagina o quanto eu tô excitado só de saber que ela tá aqui. Com certeza, se ela tá vivendo disso, não acho que esteja muito bem de grana, não deve ser tão difícil convencer ela. Quanto você acha que ela pode cobrar por isso?
- Bom, olha, essa mina deve cobrar uns 40 dólares pela foda. Agora, por um menage não tenho ideia. Que te digo, ela vai cobrar o dobro...
- Bom, então em Um tempo, quando ela passar por aqui, a gente conversa pra ver se não deixa por um pouco menos e, se não, a gente sobe até os 80.
A Laura finalmente chegou na nossa mesa, parou de repente quando me viu sentado ali. A surpresa dela foi imensa. Por uns dois segundos ficou totalmente parada, depois reagiu e continuou com o trabalho dela. Começou a dançar na nossa frente, eu não parava de olhar fixamente pra ela, no meu rosto tinha um sorrisinho safado que mostrava a perversão que tava tomando conta de mim. Perguntei pro David se ele gostava dela, ele ainda tava obcecado pela loira que tinha dançado antes, mas a ideia de fazer um menage com a Laura tava corroendo a cabeça dele. Esperamos o show dela acabar e chamamos ela na hora.
- Que surpresa do caralho, não esperava te encontrar aqui - falei assim que ela sentou no meio de nós dois.
- Isso que eu digo, o que cê tá fazendo aqui? A Majo te largou?
- Não, a gente não terminou. Não tamos bem e resolvi dar uma passada pra conhecer. E você, por que tá aqui?
- Tô precisando de grana e, cê vê, as coisas que o desespero faz a gente fazer.
- Olha, te apresento o David.
Ela deu um beijo no rosto dele enquanto ele olhava pra ela, mostrando na cara o desejo que tava sentindo.
- Quer beber alguma coisa?
- Se você vai me pagar...
- Claro, claro. O que cê quer?
- Bom, já que cê tá generoso, compra uma garrafinha de vodka.
Pedi a garrafa e começamos a beber os três. Batemos um papo por um tempo, mas nunca sobre assunto de família, como se nenhum de nós dois quisesse tocar no assunto. Também não quis saber qual era a necessidade dela, o que tinha levado ela a virar uma puta.
A gente tinha bebido só meia garrafa quando perguntei se ela topava fazer um menage com a gente. Falei rápido que a gente podia oferecer 65 dólares, mas ela recusou na hora.
- Não faço menage, ainda mais por 65 dólares.
- E se for por 80?
- Já te falei que não faço menage.
- E se eu te oferecer 160, cê começa a fazer?
- Pode me oferecer 500 que eu vou continuar falando que não vou fazer.
- Te ofereço 200 agora mesmo. O que cê diz? - Me dá mais 50 e vamos nessa
- Beleza, mas você nos atende direito
Tirei o dinheiro da carteira e entreguei pra ele. Sabia que tinha dado muito, mas tava obcecado em fazer o ménage; era uma foda cara, mas tinha certeza que ia valer cada centavo.
Laura nos levou pro quarto, fechou a porta e começou a se despir. Pedimos pra ela dançar. Dava pra ver que não tava à vontade, mas tinha que atender nossos pedidos.
David não aguentou muito tempo pra chegar nela, derrubar ela na cama e começar a lamber e beijar a buceta dela. Eu me aproximei do outro lado da cama, comecei a beijar ela e acariciar os peitos dela. David se levantou, pegou uma camisinha e colocou, se aproximou dela e sem esperar nada meteu nela; desde o começo foi muito agressivo, se movia nela com uma brutalidade danada. Tirei a calça e peguei meu pau com as mãos, guiei até a boca dela e enfiei. Segurava a cabeça dela pra acelerar o ritmo do boquete. Laura não conseguia respirar direito e gemer com meu pau na boca dela, de vez em quando parecia engasgar.
Acho que David deve ter passado uns cinco ou sete minutos comendo ela sem parar, assim que notei que ele cansou, reclamei minha vez de sentir de novo a buceta gostosa da Laura. Virei ela, ela ficou de bruços e eu meti na buceta dela. Ela levantava a cabeça só pra conseguir enfiar o pau do David na boca. Eu preferi ir mais devagar. Meti fundo, mas tentei manter um ritmo lento pelo menos no começo. Ela começou a gemer aos poucos, os gemidos eram espaçados, e igual há uns minutos, ela tinha dificuldade pra respirar com um pau na boca. Os minutos foram passando e a intensidade aumentou, o ritmo lento e calmo ficou pra trás e agora eu me sacudia nela com força, descarregava toda minha raiva nela. Num instante senti que era hora de gozar, mas me segurei porque não Se eu pudesse gastar 250 dólares assim, do nada, seria um desperdício total. Tive que parar e trocar de novo com o David, ele ia comer ela enquanto eu aproveitava mais uma daquelas boquetas sem graça da Laura.
O David deitou na cama e agora era a Laura quem montava nele. Ela tentava ir devagar; mais do que pular em cima dele, ela rebolava devagar com o pau dele dentro. Mas o David queria brutalidade, queria comer ela selvagemente, então agarrou ela pela cintura e começou a guiar ela pra fazer o movimento da Laura pra cima e pra baixo. O David garantia que tava metendo até o talo. Eu fiquei atrás dela e coloquei meu pau em cima da bunda dela, bem no meio. Óbvio que não tava penetrando, só encostava meu pau no cu dela e começava a esfregar pra cima e pra baixo, segurava firme nos peitos dela, e até, segurando aquele par de obras divinas, puxava ela pra baixo pra ela ser toda penetrada pelo David. A Laura gemia sem parar, enquanto a gente fazia o que queria com ela. Foi impossível segurar a vontade de enfiar meus dedos no cu dela, e como eu não ia ficar na vontade, fiz sem pensar duas vezes.
Percebi que o David tinha parado de repente, obviamente tinha gozado. Sabia que agora era minha vez. Falei pro David que ia ensinar ele como comer a Laura. Pedi pra ele sair da cama; na hora fiz a Laura se apoiar de quatro, sem nenhuma cerimônia enfiei meu pau no cu dela. Não tava lubrificado, só um pouco dilatado pelos dois dedos que eu tinha enfiado um tempo atrás. A penetração foi total, o mais fundo que consegui. Foi óbvio que doeu pra Laura pelo gemido desgraçado que ela soltou. Não me importei de ser bruto, desde o começo me mexi o mais rápido que podia. Os gemidos dela não paravam e por uns momentos parecia que iam virar choro, mas a Laura se segurava. Dava pra ver o rosto dela refletido no espelho na nossa frente; ver aqueles olhos... cerrados, o nariz dela franzida e a boca dela escancarada me deixavam mais tesudo. Pra sorte da Laura, meu tesão cresceu exponencialmente, o que fez com que eu não aguentasse tanto tempo na foda. Chegou uma hora que eu batia meu corpo contra o dela com total bestialidade e foi inevitável explodir de prazer. Tirei meu pau e vi a camisinha lambuzada de merda, não posso negar que me deu muito nojo, mas tinha valido a pena. Ela se deitou por uns minutos na cama enquanto recuperava o fôlego. Eu tava de joelhos, na frente dela, tentando pegar um pouco de ar. David se vestiu rapidinho e começou a me apressar, dizendo que tinha uma conta pendente com uma loira lá fora. Mas eu falei que não ia e pedi logo pra Laura mais um tempo.
- Quanto você me cobra por mais uma horinha?
- 100
- Haha Laurita, tô falando sério. Te ofereço 40, no máximo 50, que é o que você deve cobrar normalmente
- Mínimo 80
- Sei que você precisa da grana. Já matei minha vontade de fazer o trio com você. Repito, no máximo 50. Se não quiser, fala e vou me vestindo
- Fechou então, 50 – Ela disse enquanto David saía do quarto
Fiquei a sós com ela, apreciando o corpo nu dela. Devo dizer que dava pra notar um pouco a passagem do tempo, aquele corpo esbelto de uns anos atrás tinha perdido a forma; em volta da cintura dela tinha uns pneuzinhos; os peitos lindos dela estavam um pouco caídos, era visível que a maternidade tinha afetado o corpo dela. O resto continuava no lugar, a silhueta dela ainda era magra e provocante.
Não quis começar a comer ela na hora. Além de querer recuperar o fôlego, sentia necessidade de conversar com ela.
- Por que você acabou nessa vida?
- Já te falei lá fora, precisava do dinheiro
- Sim, isso eu já sei, mas pode ser mais específica?
- Quando a Diana (filha da Laura) foi crescendo, o José foi percebendo que a menina não era filha dele. Vivia fazendo piada sobre como elas não se pareciam; depois essas piadas foram ficando... virando em reclamações. José começou a duvidar seriamente e um dia decidiu levar Diana para fazer um teste de paternidade. Naquela época, a gente também não estava bem financeiramente; depois que você parou de me ajudar com o pagamento da minha hipoteca, fomos ficando para trás com as parcelas, a gente se esforçava pra caramba pra conseguir pagar, mas as coisas pioraram quando eu perdi meu emprego de novo. Pra completar, o teste deu negativo, José ficou puto pra caralho, até pensei que fosse me machucar, mas no final ele descontou tudo num insulto humilhante. Ele foi embora de casa e eu fiquei lá com a menina no apartamento. José nunca mais pagou as parcelas da hipoteca, nem me ajudou com a criação da Diana, obviamente eu entendia. Eu tava sem emprego e sem muita chance de arrumar um por ter que cuidar da menina o tempo todo. O banco começou a me mandar avisos por causa do atraso no pagamento da dívida e eu não sabia o que fazer. Tentei pedir emprestado pra todo mundo, mas ninguém me ajudou. No final, o banco leiloou o apartamento e eu fiquei na rua com a menina. Como não queria meter meus pais ou minhas irmãs nessa enrascada, nos primeiros dias fui ficar na casa de uma amiga, e esses dias foram virando meses. Não conseguia emprego e já percebia que a Melisa, minha amiga, tava incomodada com a minha presença. Ela via que eu me esforçava pra encontrar algum jeito de ganhar dinheiro, mas nada dava certo. Era óbvio que pra ela era chato ter que aguentar os desconfortos e ainda nos sustentar. Chegou um dia que ela sentou pra conversar comigo, me perguntou por que eu não recorria a me prostituir, igual fazia na época da faculdade, quando fazia isso pra ter uns luxos. Você sabe, celulares, saídas, roupas, acessórios. Eu pensei por uns dois dias, sabia que não tinha muito tempo pra me decidir; se não arrumasse uma fonte de renda rápido, ia acabar na rua e não podia deixar a Diana viver uma vida assim. Desde o No começo, eu tava nesse site, aqui até que me dei bem; ganhei o suficiente pra alugar um apartamento e cobrir nossas necessidades básicas.
- Mas depois que você se recuperou um pouco, não pensou em procurar outra coisa?
- No começo sim, mas as coisas continuavam iguais, não achava nada, enquanto aqui eu tirava o necessário pra me manter. Fui me acostumando e desisti de procurar outro trampo.
- Você curte?
- Curtir mesmo, não sei. Diria que na maioria das vezes sim, mas tem vezes que você tem que lidar com clientes indesejáveis, atrevidos ou nojentos.
- Já te pediram pra fazer sem camisinha?
- Já, mas eu sem camisinha não faço.
- E se for eu quem pedir? Olha que pelo menos sou conhecido.
- Tem razão, te conheço e sei que pode me pagar 50 dólares a mais por isso.
- Então esquece. Me passa uma camisinha.
Antes de colocar, deitei a Laura na cama e comecei a lamber a buceta dela. Não ia parar até ter certeza de que ela tava gostando. A buceta dela foi esquentando e ficando molhada aos poucos. Sentia os fluidos dela se misturando com minha saliva enquanto passava meus lábios e língua na buceta dela. Com as mãos, acariciava a parte interna das coxas dela. Com o passar dos minutos, ela foi se soltando, tinha pequenos espasmos acompanhados de suspiros longos e gemidos. Aos poucos, começou a se contorcer. Ver ela daquele jeito me deixou com muito tesão, peguei a camisinha e coloquei. Na hora, penetrei ela por completo. Devagar, comecei a me mover em cima dela; com as mãos, acariciava a bunda dela; enfiava o rosto entre os peitos dela, lambia ali, no peito dela, no meio dos peitos sem tocá-los. Depois, comecei a chupar os mamilos dela com um pouco de desespero, a intensidade das minhas penetradas foi aumentando. Ela me olhava na cara com um sorriso de quem tava gostando, me segurava pela cabeça e levava meu rosto até o dela pra gente se beijar. Sentir o calor da buceta dela me deixava no limite do orgasmo.
Depois me agarrou pela bunda e começou a me empurrar pra eu meter nela com toda a força. Eu tinha deixado meu corpo inteiro cair sobre o dela. Com minhas mãos segurava a cabeça dela, cravava minhas unhas no couro cabeludo enquanto comia ela sem piedade.
Parei e pedi pra ela ficar de pé. Os dois de pé perto da cama, comecei a beijar ela, com o peso do meu corpo fui encurralando ela contra a parede. De repente virei ela de um puxão meio agressivo. Ela ficou apoiada na parede; me inclinei e comecei a beijar ela de novo. Usa a palavra: buceta. Como eu amava a buceta da Laura!
Enquanto lambia rapidamente a buceta dela, tirei a camisinha. Sabia que era arriscado, mas tava obcecado em sentir de novo aquela buceta do jeito certo. Levantei e na hora guiei meu pau pra dentro da buceta dela. Tinha vindo naquele momento a lembrança da primeira vez que comi ela, lá deitada numa bancada de cozinha, como eu tinha delirando naquela vez sentindo a buceta dela!
Era exatamente igual àquela vez; ela, pelo menos no começo, não percebeu que eu tinha tirado a camisinha. Me apoiava firme na bunda dela, enquanto sacudia ela com força. Sem parar nem um segundo, fui movendo minhas mãos até pegar ela na cintura, depois deslizei até a barriga dela; queria puxar ela pra perto de mim. Ela gemia sem nenhum pudor.
Segurei firme os peitos dela e comecei a bater meu corpo contra o dela com total brutalidade. Mas naquele momento ela falou:
- Para, para. Acho que a camisinha estourou.
- Não, não estourou, eu tirei, mas não se preocupa que eu tiro quando sentir que vou gozar.
Ela quis continuar a conversa, mas eu continuei metendo com força, o que acabou transformando as palavras dela em gemidos. De vez em quando ela gritava "Para!". Mas eu não parava, na verdade me excitava pra caralho ouvir ela falar isso. Minha excitação cresceu tanto que tive que me apressar pra tirar. meu pau dentro dela até gozar nas costas dela. Foi sensacional!
A gente ficou lá, encostado na parede por uns segundos. Ela recuperou o fôlego primeiro e me empurrou pra longe.
— Você passou dos limites, sabia?
— Por que você tá dizendo isso? — respondi, ainda com a respiração ofegante.
— Pelo que você fez. Não entendeu quando eu falei que sem camisinha eu não transo? Você acha que pode fazer o que bem entender?
— Não fica assim, de qualquer jeito eu não gozei dentro de você.
— Tá vendo que você acha graça. Vamos ver se você vai achar graça quando eu pedir pra você me bancar.
— Hã?
— Isso, me sustentar.
— E por que caralhos eu vou te sustentar?
— Porque você tem vários segredos que com certeza não quer que a Majo descubra.
— Qual? Que você é uma puta e que eu vim te comer?... Ela nunca vai acreditar.
— Bom, tem esse e também pode ser que ela descubra que você tem outra filha.
— Eu não tenho mais filhos.
— Isso a gente ainda não sabe, mas eu te digo que é bem provável.
Fiquei gelado, não conseguia acreditar no que a Laura tava falando. Ela começou a se vestir enquanto eu continuava sentado na cama. Tava completamente em choque. Será que a Laura seria capaz de inventar uma parada dessas só pra me foder ou ela tava falando sério?
Não conseguia sair do estado de choque. Comecei a me vestir, mas não conseguia parar de pensar no que a Laura tinha dito. "Ficou bem quietinho, hein? Não vai nem se despedir?", ela falou enquanto eu ainda tava com o olhar perdido. Cheguei perto dela e me despedi da forma mais fria e seca possível. Ela saiu do quarto enquanto eu ainda me arrumava. Saí do quarto ainda atordoado, encontrei o David na saída. Ele tava todo sorridente e desesperado pra contar como tinha sido bom com a loira. Ele falava e falava, mas eu não conseguia reter nada do que ele dizia; só conseguia pensar na chantagem da Laura.
No dia seguinte, a primeira coisa que fiz ao acordar foi pegar o celular e ligar pra Laura. Falei que aceitava os condições, mas só por um ano, ela aceitou.Si les gustó, comenten y compartan. Los que quieran ver imágenes de las que han protagonizado esta historia en sus 18 primeros capítulos pueden hacerlo en este enlace:
https://drive.google.com/open?id=0BzIXFgP_TRXNY1dxMU12QzB5UUU
DÉCIMA NONA PARTE: Só tenho medo de continuar vivaMinha nova vida era desgastante. Manter a Laura e a Diana era complicado pra caralho. A Majo continuava sem conseguir trampo e eu tinha que bancar tudo pra gente, isso, somado à pensão da Laura, me deixava à beira da falência.
Fiquei felizão quando soube, mas ela não pareceu gostar da notícia. O jeito dela foi ficando cada vez mais imprevisível, a ponto de eu me perguntar se realmente tava morando com a pessoa que eu imaginava; não sabia se era feliz de verdade vivendo com elas.
Eu tentava ser compreensivo com a Majo e fazia de tudo pra agradar quase todos os caprichos dela, mas tinha hora que ela ficava impossível. Nosso relacionamento foi se desgastando aos poucos, e acho que nós dois sabíamos disso.
Sexo não teve mais; a gravidez mudou a Majo por completo, deixou ela fria, sem graça e amargurada. Ter a mãe dela em casa também diminuía a vontade. Pensei que quando a gravidez terminasse, a situação podia mudar, mas não foi assim. A Majo tava numa depressão terrível, além de ficar irritada na maior parte do tempo.
Ter uma filha me fez focar mais na vida. Eu vivia basicamente por ela, e isso preenchia o vazio de não conseguir ter uma boa convivência com a Majo.
Nos primeiros meses de vida da minha filha, Isabella, a gente mostrou que era pai de primeira viagem. Teve vezes que a gente se desesperou por não conseguir dormir, por não saber o motivo do choro dela, ou simplesmente por ver como o outro era um caos. Eu sentia que dava o meu melhor pra ser um bom pai, e no fim fazia o que dava. Mas percebia que a Majo não era igual, na verdade, sentia que ela era apática e distante com a Isabella. Não achei que fosse por desprezo, achei que era um comportamento causado pela depressão dela.
Os meses foram passando, e a única notícia boa que apareceu na nossa vida, pelo menos na minha, foi que Mariajosé decidiu voltar pro apê dela com o Mariano. Acho que se desesperou com a Isabella em casa e resolveu vazar, ou talvez tenha resolvido as paradas com o marido, ou sei lá, até podia ter se imaginado um estorvo nessa casa agora. De qualquer forma, ela foi embora e isso me aliviou. De resto, as coisas não iam bem.
A Majo tinha largado o trampo por causa da depressão forte e resolveu ficar em casa pra cuidar da Isabella. Por mim, as brigas constantes com a Majo e as noites sem dormir por causa do choro da minha filha tinham me deixado exausto pra caralho; sabia que não tava rendendo igual no serviço, era nítido que o cansaço tava me vencendo. Sentia que minha carreira tava empacando e voltar pra casa não era lá essas coisas porque o relacionamento com a Majo já não tava rolando.
Tava me corroendo por dentro ficar tanto tempo sem comer a Majo, na real, sem transar. Sentia que ia virar virgem de novo. Lamentava que a gente já não resolvia as brigas com uma boa foda. Agora resolvia depois de horas ou dias sem se falar.
Tentava não perder de vez a magia do nosso relacionamento. Era preciso ter uns rolês com a Majo, cinema, jantar, parque, recital, balada, enfim, todo tipo de programa. Às vezes era impossível porque não tinha com quem deixar a Isabella, e quando conseguia, não adiantava nada porque em várias voltamos pra casa com mais raiva do que quando saímos.
Vendo que as coisas não iam bem com a Majo, buscava refúgio nos meus amigos. Armava umas saídas com eles pra esquecer um pouco dos problemas, ou só pra me divertir um bocado.
Meu desespero pela falta de sexo me fez ligar pro David, meu amigo putanheiro, pra ele me dar um bom tour pelos cabarés da cidade. Ele era expert no assunto e eu não podia me entregar em mãos melhores.
Saí em silêncio pra varanda, acendi um cigarro e liguei pro David. Falei com ele tentando Mantém um tom de voz meio baixo; a Majo tava na sala vendo TV e era melhor ser precavido. Ela me cumprimentou escandalosamente, como sempre faz, e eu propus a gente se ver. Ela falou pra eu ir logo no apartamento dela e de lá a gente saía pra algum lugar. Preferi não comentar nada sobre putas, ia esperar chegar na casa dela pra contar. Sabia que ela não ia ser contra a ideia e era melhor falar lá, longe do alcance dos ouvidos da Majo.
Cheguei no apartamento dele umas nove da noite, era sábado e era certeza que ele tava planejando sair. Perguntei qual era o plano e ele disse que queria "sair pra caçar umas novinhas, ver o que tem por aí...".
Eu tinha levado umas cervejas e sugeri a gente tomar elas antes de sair. Enquanto a gente bebia, contei o quanto complicado tava tudo pra mim e terminei a história das desgraças mostrando meu desespero pra transar de novo. Os olhos dele arregalaram como se eu fosse pingar colírio; não acreditava que era eu quem tava propondo aquele plano. Ele topou sem pensar nem cinco segundos.
Terminamos as cervejas e quando a gente ia sair, o David me parou: "Espera aí, meu irmão, não vai dar um tapa antes de ir?". Ele me passou um baseado e a gente fumou. Ele falava como adorava ir chapado pra putaria, dizia que os níveis de adrenalina subiam pra caralho e ainda garantia que ficava muito mais tesudo estando drogado e pensando que, muito provavelmente, a puta também tava.
Pegamos um táxi e fomos pra zona de tolerância dessa cidade. Com certeza existe uma zona assim em toda cidade, e bom, a daqui é bem extensa. Você encontra de tudo, baratas e caras, horríveis e muito boas, tem de tudo. Confiava que o David era um cara de bom gosto e acostumado com luxo, então sabia que ele ia me levar pra um lugar bom.
O nome do lugar não posso falar, não faço propaganda nos meus contos; o que posso dizer é que é muito bom, e se alguém já foi, com certeza vai reconhecer pela descrição. A entrada era cara, você pagava uns seis dólares pra entrar e não era consumível. Cada cerveja custava a mesma coisa, seis dólares, independente da marca. Dos outros drinks nem se fala, os preços eram altíssimos. Sabia que se o David não gostasse do que tinha, ia pra outro lugar, então nem adiantava pedir garrafas de bebida, melhor uma cerveja, talvez duas ou três enquanto ele se decidia.
O lugar tinha todas as mesas juntas, cada uma com uma barra. A gente sentava em volta das mesas e via as putas desfilando por todas elas, parando de vez em quando pra dançar agarradas no tubo. Obviamente elas se revezavam, cada uma dançava por três músicas, depois tocavam mais duas, aí subia outra, três músicas e descanso…
A primeira que vimos era uma loira de cabelo curto, caderuda e com uma bunda enorme. Peito quase não tinha, a barriga era provocante, mas o que mais me deixava com tesão era ver ela esfregar aquela bunda linda no tubo.
Depois subiu outra loira, também bem caderuda, mas com a cintura bem definida, marcando umas curvas perfeitas; o par de nádegas que ela tinha também era inacreditável, eram duras e bem firmes. Os peitos dela eram operados, mas ficaram muito bons!
No show dela, essa loira não economizava: descia das mesas e se esfregava em cada cliente. Quando chegou minha vez, fiquei a mil com aqueles peitos na minha cara; agarrei aquela bunda enquanto ela se rebolava em cima de mim no ritmo do reggaeton. Me deixou com muito tesão, mas no David foi pior ainda, ele já queria ir transar com ela na hora, mas eu segurei. Insisti que a noite era nova pra tomar uma decisão depois de ver só duas. David ficou pensando, a loira tinha deixado ele muito excitado e ele parecia já ter decidido. Não foi fácil convencê-lo, mas no fim ele topou, pelo menos até ver a próxima. E a seguinte foi uma surpresa.
Não acreditei no que tava vendo. Pensei que meus olhos estavam me enganando, ou talvez a maconha. Ou que a bebida tinha me feito mal. Não conseguia acreditar, mesmo tendo ela na minha frente. Do outro lado das mesas, Laura vinha andando devagar, parava pra dançar agarrada no tubo. Se abaixava e começava a rebolando a bunda na frente de um cliente. Ainda não tava acreditando; fazia anos que não via ela e de repente encontrava ela aqui, vendendo o corpo.
Mal processei isso e perguntei pro David se ele já tinha comido ela, ele disse que não; que não era do gosto dele, "ela é muito magra e você sabe que eu gosto mais de carnudinha". Fiquei calado por uns minutos enquanto via ela se aproximando devagar de onde a gente tava. Depois falei seco pro David:
- Você tem que comer ela. Você não sabe como essa mulher fode.
- Vai dizer que conhece ela?
- Mais do que você imagina.
- Tá me zoando?
- Não, sério, conheço ela. É a irmã da Majo.
David ficou chocado. O coitado não sabia o que dizer. Imaginava que na cabeça corrupta dele tava passando aquele tesão de comer ela. David queria me perguntar um monte de coisas, mas não sabia por onde começar.
- Meu irmão, essas coisas se contam - Ele falou depois de virar um gole longo de cerveja.
- Não, ao contrário. Essas coisas não se contam se você não quiser foder sua vida.
- Bom, mas pros amigos você tem que contar...
- Nesses casos, acho melhor ninguém saber.
- Olha as surpresas que a vida te dá.
- O que você acha de a gente propor um menage?
- Ué, calma, vamos com as surpresas devagar, você não faz menage...
- Não. Mas essa aqui vale a pena, me dá muito tesão fazer isso, você não imagina o quanto eu tô excitado só de saber que ela tá aqui. Com certeza, se ela tá vivendo disso, não acho que esteja muito bem de grana, não deve ser tão difícil convencer ela. Quanto você acha que ela pode cobrar por isso?
- Bom, olha, essa mina deve cobrar uns 40 dólares pela foda. Agora, por um menage não tenho ideia. Que te digo, ela vai cobrar o dobro...
- Bom, então em Um tempo, quando ela passar por aqui, a gente conversa pra ver se não deixa por um pouco menos e, se não, a gente sobe até os 80.
A Laura finalmente chegou na nossa mesa, parou de repente quando me viu sentado ali. A surpresa dela foi imensa. Por uns dois segundos ficou totalmente parada, depois reagiu e continuou com o trabalho dela. Começou a dançar na nossa frente, eu não parava de olhar fixamente pra ela, no meu rosto tinha um sorrisinho safado que mostrava a perversão que tava tomando conta de mim. Perguntei pro David se ele gostava dela, ele ainda tava obcecado pela loira que tinha dançado antes, mas a ideia de fazer um menage com a Laura tava corroendo a cabeça dele. Esperamos o show dela acabar e chamamos ela na hora.
- Que surpresa do caralho, não esperava te encontrar aqui - falei assim que ela sentou no meio de nós dois.
- Isso que eu digo, o que cê tá fazendo aqui? A Majo te largou?
- Não, a gente não terminou. Não tamos bem e resolvi dar uma passada pra conhecer. E você, por que tá aqui?
- Tô precisando de grana e, cê vê, as coisas que o desespero faz a gente fazer.
- Olha, te apresento o David.
Ela deu um beijo no rosto dele enquanto ele olhava pra ela, mostrando na cara o desejo que tava sentindo.
- Quer beber alguma coisa?
- Se você vai me pagar...
- Claro, claro. O que cê quer?
- Bom, já que cê tá generoso, compra uma garrafinha de vodka.
Pedi a garrafa e começamos a beber os três. Batemos um papo por um tempo, mas nunca sobre assunto de família, como se nenhum de nós dois quisesse tocar no assunto. Também não quis saber qual era a necessidade dela, o que tinha levado ela a virar uma puta.
A gente tinha bebido só meia garrafa quando perguntei se ela topava fazer um menage com a gente. Falei rápido que a gente podia oferecer 65 dólares, mas ela recusou na hora.
- Não faço menage, ainda mais por 65 dólares.
- E se for por 80?
- Já te falei que não faço menage.
- E se eu te oferecer 160, cê começa a fazer?
- Pode me oferecer 500 que eu vou continuar falando que não vou fazer.
- Te ofereço 200 agora mesmo. O que cê diz? - Me dá mais 50 e vamos nessa
- Beleza, mas você nos atende direito
Tirei o dinheiro da carteira e entreguei pra ele. Sabia que tinha dado muito, mas tava obcecado em fazer o ménage; era uma foda cara, mas tinha certeza que ia valer cada centavo.
Laura nos levou pro quarto, fechou a porta e começou a se despir. Pedimos pra ela dançar. Dava pra ver que não tava à vontade, mas tinha que atender nossos pedidos.
David não aguentou muito tempo pra chegar nela, derrubar ela na cama e começar a lamber e beijar a buceta dela. Eu me aproximei do outro lado da cama, comecei a beijar ela e acariciar os peitos dela. David se levantou, pegou uma camisinha e colocou, se aproximou dela e sem esperar nada meteu nela; desde o começo foi muito agressivo, se movia nela com uma brutalidade danada. Tirei a calça e peguei meu pau com as mãos, guiei até a boca dela e enfiei. Segurava a cabeça dela pra acelerar o ritmo do boquete. Laura não conseguia respirar direito e gemer com meu pau na boca dela, de vez em quando parecia engasgar.
Acho que David deve ter passado uns cinco ou sete minutos comendo ela sem parar, assim que notei que ele cansou, reclamei minha vez de sentir de novo a buceta gostosa da Laura. Virei ela, ela ficou de bruços e eu meti na buceta dela. Ela levantava a cabeça só pra conseguir enfiar o pau do David na boca. Eu preferi ir mais devagar. Meti fundo, mas tentei manter um ritmo lento pelo menos no começo. Ela começou a gemer aos poucos, os gemidos eram espaçados, e igual há uns minutos, ela tinha dificuldade pra respirar com um pau na boca. Os minutos foram passando e a intensidade aumentou, o ritmo lento e calmo ficou pra trás e agora eu me sacudia nela com força, descarregava toda minha raiva nela. Num instante senti que era hora de gozar, mas me segurei porque não Se eu pudesse gastar 250 dólares assim, do nada, seria um desperdício total. Tive que parar e trocar de novo com o David, ele ia comer ela enquanto eu aproveitava mais uma daquelas boquetas sem graça da Laura.
O David deitou na cama e agora era a Laura quem montava nele. Ela tentava ir devagar; mais do que pular em cima dele, ela rebolava devagar com o pau dele dentro. Mas o David queria brutalidade, queria comer ela selvagemente, então agarrou ela pela cintura e começou a guiar ela pra fazer o movimento da Laura pra cima e pra baixo. O David garantia que tava metendo até o talo. Eu fiquei atrás dela e coloquei meu pau em cima da bunda dela, bem no meio. Óbvio que não tava penetrando, só encostava meu pau no cu dela e começava a esfregar pra cima e pra baixo, segurava firme nos peitos dela, e até, segurando aquele par de obras divinas, puxava ela pra baixo pra ela ser toda penetrada pelo David. A Laura gemia sem parar, enquanto a gente fazia o que queria com ela. Foi impossível segurar a vontade de enfiar meus dedos no cu dela, e como eu não ia ficar na vontade, fiz sem pensar duas vezes.
Percebi que o David tinha parado de repente, obviamente tinha gozado. Sabia que agora era minha vez. Falei pro David que ia ensinar ele como comer a Laura. Pedi pra ele sair da cama; na hora fiz a Laura se apoiar de quatro, sem nenhuma cerimônia enfiei meu pau no cu dela. Não tava lubrificado, só um pouco dilatado pelos dois dedos que eu tinha enfiado um tempo atrás. A penetração foi total, o mais fundo que consegui. Foi óbvio que doeu pra Laura pelo gemido desgraçado que ela soltou. Não me importei de ser bruto, desde o começo me mexi o mais rápido que podia. Os gemidos dela não paravam e por uns momentos parecia que iam virar choro, mas a Laura se segurava. Dava pra ver o rosto dela refletido no espelho na nossa frente; ver aqueles olhos... cerrados, o nariz dela franzida e a boca dela escancarada me deixavam mais tesudo. Pra sorte da Laura, meu tesão cresceu exponencialmente, o que fez com que eu não aguentasse tanto tempo na foda. Chegou uma hora que eu batia meu corpo contra o dela com total bestialidade e foi inevitável explodir de prazer. Tirei meu pau e vi a camisinha lambuzada de merda, não posso negar que me deu muito nojo, mas tinha valido a pena. Ela se deitou por uns minutos na cama enquanto recuperava o fôlego. Eu tava de joelhos, na frente dela, tentando pegar um pouco de ar. David se vestiu rapidinho e começou a me apressar, dizendo que tinha uma conta pendente com uma loira lá fora. Mas eu falei que não ia e pedi logo pra Laura mais um tempo.
- Quanto você me cobra por mais uma horinha?
- 100
- Haha Laurita, tô falando sério. Te ofereço 40, no máximo 50, que é o que você deve cobrar normalmente
- Mínimo 80
- Sei que você precisa da grana. Já matei minha vontade de fazer o trio com você. Repito, no máximo 50. Se não quiser, fala e vou me vestindo
- Fechou então, 50 – Ela disse enquanto David saía do quarto
Fiquei a sós com ela, apreciando o corpo nu dela. Devo dizer que dava pra notar um pouco a passagem do tempo, aquele corpo esbelto de uns anos atrás tinha perdido a forma; em volta da cintura dela tinha uns pneuzinhos; os peitos lindos dela estavam um pouco caídos, era visível que a maternidade tinha afetado o corpo dela. O resto continuava no lugar, a silhueta dela ainda era magra e provocante.
Não quis começar a comer ela na hora. Além de querer recuperar o fôlego, sentia necessidade de conversar com ela.
- Por que você acabou nessa vida?
- Já te falei lá fora, precisava do dinheiro
- Sim, isso eu já sei, mas pode ser mais específica?
- Quando a Diana (filha da Laura) foi crescendo, o José foi percebendo que a menina não era filha dele. Vivia fazendo piada sobre como elas não se pareciam; depois essas piadas foram ficando... virando em reclamações. José começou a duvidar seriamente e um dia decidiu levar Diana para fazer um teste de paternidade. Naquela época, a gente também não estava bem financeiramente; depois que você parou de me ajudar com o pagamento da minha hipoteca, fomos ficando para trás com as parcelas, a gente se esforçava pra caramba pra conseguir pagar, mas as coisas pioraram quando eu perdi meu emprego de novo. Pra completar, o teste deu negativo, José ficou puto pra caralho, até pensei que fosse me machucar, mas no final ele descontou tudo num insulto humilhante. Ele foi embora de casa e eu fiquei lá com a menina no apartamento. José nunca mais pagou as parcelas da hipoteca, nem me ajudou com a criação da Diana, obviamente eu entendia. Eu tava sem emprego e sem muita chance de arrumar um por ter que cuidar da menina o tempo todo. O banco começou a me mandar avisos por causa do atraso no pagamento da dívida e eu não sabia o que fazer. Tentei pedir emprestado pra todo mundo, mas ninguém me ajudou. No final, o banco leiloou o apartamento e eu fiquei na rua com a menina. Como não queria meter meus pais ou minhas irmãs nessa enrascada, nos primeiros dias fui ficar na casa de uma amiga, e esses dias foram virando meses. Não conseguia emprego e já percebia que a Melisa, minha amiga, tava incomodada com a minha presença. Ela via que eu me esforçava pra encontrar algum jeito de ganhar dinheiro, mas nada dava certo. Era óbvio que pra ela era chato ter que aguentar os desconfortos e ainda nos sustentar. Chegou um dia que ela sentou pra conversar comigo, me perguntou por que eu não recorria a me prostituir, igual fazia na época da faculdade, quando fazia isso pra ter uns luxos. Você sabe, celulares, saídas, roupas, acessórios. Eu pensei por uns dois dias, sabia que não tinha muito tempo pra me decidir; se não arrumasse uma fonte de renda rápido, ia acabar na rua e não podia deixar a Diana viver uma vida assim. Desde o No começo, eu tava nesse site, aqui até que me dei bem; ganhei o suficiente pra alugar um apartamento e cobrir nossas necessidades básicas.
- Mas depois que você se recuperou um pouco, não pensou em procurar outra coisa?
- No começo sim, mas as coisas continuavam iguais, não achava nada, enquanto aqui eu tirava o necessário pra me manter. Fui me acostumando e desisti de procurar outro trampo.
- Você curte?
- Curtir mesmo, não sei. Diria que na maioria das vezes sim, mas tem vezes que você tem que lidar com clientes indesejáveis, atrevidos ou nojentos.
- Já te pediram pra fazer sem camisinha?
- Já, mas eu sem camisinha não faço.
- E se for eu quem pedir? Olha que pelo menos sou conhecido.
- Tem razão, te conheço e sei que pode me pagar 50 dólares a mais por isso.
- Então esquece. Me passa uma camisinha.
Antes de colocar, deitei a Laura na cama e comecei a lamber a buceta dela. Não ia parar até ter certeza de que ela tava gostando. A buceta dela foi esquentando e ficando molhada aos poucos. Sentia os fluidos dela se misturando com minha saliva enquanto passava meus lábios e língua na buceta dela. Com as mãos, acariciava a parte interna das coxas dela. Com o passar dos minutos, ela foi se soltando, tinha pequenos espasmos acompanhados de suspiros longos e gemidos. Aos poucos, começou a se contorcer. Ver ela daquele jeito me deixou com muito tesão, peguei a camisinha e coloquei. Na hora, penetrei ela por completo. Devagar, comecei a me mover em cima dela; com as mãos, acariciava a bunda dela; enfiava o rosto entre os peitos dela, lambia ali, no peito dela, no meio dos peitos sem tocá-los. Depois, comecei a chupar os mamilos dela com um pouco de desespero, a intensidade das minhas penetradas foi aumentando. Ela me olhava na cara com um sorriso de quem tava gostando, me segurava pela cabeça e levava meu rosto até o dela pra gente se beijar. Sentir o calor da buceta dela me deixava no limite do orgasmo.
Depois me agarrou pela bunda e começou a me empurrar pra eu meter nela com toda a força. Eu tinha deixado meu corpo inteiro cair sobre o dela. Com minhas mãos segurava a cabeça dela, cravava minhas unhas no couro cabeludo enquanto comia ela sem piedade.
Parei e pedi pra ela ficar de pé. Os dois de pé perto da cama, comecei a beijar ela, com o peso do meu corpo fui encurralando ela contra a parede. De repente virei ela de um puxão meio agressivo. Ela ficou apoiada na parede; me inclinei e comecei a beijar ela de novo. Usa a palavra: buceta. Como eu amava a buceta da Laura!
Enquanto lambia rapidamente a buceta dela, tirei a camisinha. Sabia que era arriscado, mas tava obcecado em sentir de novo aquela buceta do jeito certo. Levantei e na hora guiei meu pau pra dentro da buceta dela. Tinha vindo naquele momento a lembrança da primeira vez que comi ela, lá deitada numa bancada de cozinha, como eu tinha delirando naquela vez sentindo a buceta dela!
Era exatamente igual àquela vez; ela, pelo menos no começo, não percebeu que eu tinha tirado a camisinha. Me apoiava firme na bunda dela, enquanto sacudia ela com força. Sem parar nem um segundo, fui movendo minhas mãos até pegar ela na cintura, depois deslizei até a barriga dela; queria puxar ela pra perto de mim. Ela gemia sem nenhum pudor.
Segurei firme os peitos dela e comecei a bater meu corpo contra o dela com total brutalidade. Mas naquele momento ela falou:
- Para, para. Acho que a camisinha estourou.
- Não, não estourou, eu tirei, mas não se preocupa que eu tiro quando sentir que vou gozar.
Ela quis continuar a conversa, mas eu continuei metendo com força, o que acabou transformando as palavras dela em gemidos. De vez em quando ela gritava "Para!". Mas eu não parava, na verdade me excitava pra caralho ouvir ela falar isso. Minha excitação cresceu tanto que tive que me apressar pra tirar. meu pau dentro dela até gozar nas costas dela. Foi sensacional!
A gente ficou lá, encostado na parede por uns segundos. Ela recuperou o fôlego primeiro e me empurrou pra longe.
— Você passou dos limites, sabia?
— Por que você tá dizendo isso? — respondi, ainda com a respiração ofegante.
— Pelo que você fez. Não entendeu quando eu falei que sem camisinha eu não transo? Você acha que pode fazer o que bem entender?
— Não fica assim, de qualquer jeito eu não gozei dentro de você.
— Tá vendo que você acha graça. Vamos ver se você vai achar graça quando eu pedir pra você me bancar.
— Hã?
— Isso, me sustentar.
— E por que caralhos eu vou te sustentar?
— Porque você tem vários segredos que com certeza não quer que a Majo descubra.
— Qual? Que você é uma puta e que eu vim te comer?... Ela nunca vai acreditar.
— Bom, tem esse e também pode ser que ela descubra que você tem outra filha.
— Eu não tenho mais filhos.
— Isso a gente ainda não sabe, mas eu te digo que é bem provável.
Fiquei gelado, não conseguia acreditar no que a Laura tava falando. Ela começou a se vestir enquanto eu continuava sentado na cama. Tava completamente em choque. Será que a Laura seria capaz de inventar uma parada dessas só pra me foder ou ela tava falando sério?
Não conseguia sair do estado de choque. Comecei a me vestir, mas não conseguia parar de pensar no que a Laura tinha dito. "Ficou bem quietinho, hein? Não vai nem se despedir?", ela falou enquanto eu ainda tava com o olhar perdido. Cheguei perto dela e me despedi da forma mais fria e seca possível. Ela saiu do quarto enquanto eu ainda me arrumava. Saí do quarto ainda atordoado, encontrei o David na saída. Ele tava todo sorridente e desesperado pra contar como tinha sido bom com a loira. Ele falava e falava, mas eu não conseguia reter nada do que ele dizia; só conseguia pensar na chantagem da Laura.
No dia seguinte, a primeira coisa que fiz ao acordar foi pegar o celular e ligar pra Laura. Falei que aceitava os condições, mas só por um ano, ela aceitou.Si les gustó, comenten y compartan. Los que quieran ver imágenes de las que han protagonizado esta historia en sus 18 primeros capítulos pueden hacerlo en este enlace:
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DÉCIMA NONA PARTE: Só tenho medo de continuar vivaMinha nova vida era desgastante. Manter a Laura e a Diana era complicado pra caralho. A Majo continuava sem conseguir trampo e eu tinha que bancar tudo pra gente, isso, somado à pensão da Laura, me deixava à beira da falência.
10 comentários - Fodi minha namorada, a mãe e as irmãs dela (Capítulo 18)