Este relato é fictício, só fantasia. Era um que encontrei na net e decidi editar pra dar um pouco mais de conteúdo.
Essa história começa quando fui testemunha única de como minha mãe era uma puta sem jeito, e eu, que há tempos a desejava — desde os treze anos, me masturbava pensando nela —, com 18 anos recém-completados, esse desejo não morreu, só adormeceu. Até que um dia, vendo ela de novo enfiando a cara na farra com o vizinho e um amigo, decidi botar um ponto final nisso. Filmei tudo pra chantagear ela e acabei comendo ela até virar minha puta pessoal. Os fatos foram rolando aos poucos.
Me chamo Andrés, minha mãe e meus amigos e amigas me chamam carinhosamente de Andy. Tenho 18 anos e quero contar minha história, então vou começar. Sou filho único. Minha família é composta pelo meu pai, Carlos, 46 anos, cabelo preto meio grisalho e uma barriguinha; e minha mãe, Mônica, 36 anos, um monumento de mulher. Ela é magra, voluptuosa, com peitões que são um poema — bem redondinhos, com auréolas largas e um mamilo grosso — e uma raba de campeonato: larga, dura e bem empinada. O que mais prende e enlouquece é a redondeza das nádegas, formando um formato de maçã muito sexy. Cabelo preto ondulado, olhos azuis. Ela adora provocar os homens, especialmente quando percebeu que eu sinto algo por ela. Me deseja muito, me esquenta demais. Isso vem rolando comigo desde a puberdade: um desejo e um tesão que nunca consegui realizar por causa do assunto delicado de ela ser minha mãe.
Quando mamãe é bem comida, fica com fome. Nunca vi ela descer pra geladeira de noite, que é quando papai come ela. Mas de tarde, depois que o Maxi, o vizinho, pega ela, depois que se trancam no quarto do papai, depois que ouço mamãe gritar e gemer duas ou três vezes como se estivesse morrendo... depois de tudo isso, se eu me escondo no armário da vassoura, sempre vejo mamãe semi-nua, de calcinha e peitos, esses peitões. calcinhas pequenas bem enfiadas entre as nádegas que ela usa quando quem come ela não é o papai, vejo ela fuçar na geladeira, beliscar alguma coisa, e levar refrigerante ou cerveja pro quarto. Acho que ela não sabe que eu sei, embora me conheça tão bem que é difícil dizer. Eu finjo que sou bobo, especialmente quando vem o Maxi, ou o amigo que ele apresentou há coisa de um mês. É pra não me expulsarem e poder olhar melhor. Como também finjo que sou bobo quando vêm aqueles caras que consertam coisas, tipo pedreiros, ou gasistas, ou instaladores de paradas. Mamãe tem uma fraqueza, suponho. Nesses casos eu primeiro finjo que não percebo que mamãe se faz de gostosa com eles. Porque quem sempre começa é mamãe. Um sorrisinho, a Booty empinada... Já quando ela sabe que vêm esses tipos de males, como ela chama, e sabe que papai não vai estar em casa, a putinha se veste com minissaias bem curtinhas, com blusas justas, se maquia, se produz como casual, mas sempre pra ser comida de roupa e tudo. E é inevitável que rolar alguma coisa, porque mamãe fica confiante, ri que nem uma idiota e bate de brincadeira no peito ou nos braços deles, ou se abaixa mais do que devia. Quando a conversa já vai entre risadas e apalpadas, começo a me afastar, eu decidi encarar a mamãe depois que tudo isso acontecer, então peguei meu celular e comecei a me camuflar no ambiente e comecei a filmar tudo. A figura da mamãe cresce, como se a bunda e os peitos dela aumentassem naquele momento. E a minha figura diminui até desaparecer. É questão de tempo, mamãe leva eles pela mão inevitavelmente pro quarto, fecha a porta e eu me jogo de cabeça pra espiar pelo buraco da fechadura e ouvir o show e também decidi filmar a porta quando ela começava a soltar os gemidos. E que gostoso é ouvir e filmar a mamãe quando ela fode enquanto o papai tá no trabalho. Porque quando o cuck — bom: papai; mas mamãe me disse que tá de boa chamar o papai de cuck —, quando o cuck come ela, dizia, os Os sons da mamãe são os bocejos dela. Já quando ela leva o Maxi pela mão pro quarto, com a saia curtinha pulando a cada passo, mostrando a ponta da fio dental enterrada na bunda, é fechar a porta e começar a ouvir música. —Ai, Maxi, que pedaço de pau…—Vai fundo, putona… Sente ele todo…E começam os “Ahhhhhhh…” “Ahhhhh…” da mamãe. E o barulho da cama reclamando: Tchi… Tchi… Tchi… Com o papai nunca faz esse barulho. Mas com o Maxi ou o amigo do Maxi, sempre. Além disso, vêm os gemidos fortes e os gritos. —Sim… sim… Sim… Não para! Não para, Maxi, continua! Ohhh… Meu Deeeus…!—Toma, puta! Vou esticar tanto essa buceta que até o corno do teu marido vai perceber!—Sim, Maxi, sim, estica pra esse corno!! Quero que me destrua pra mostrar pro Cornundoooohhh!!!… —Puta! Puta! Puta! Pelo buraco da fechadura sempre dá pra ver a mamãe de bunda pra cima e o macho metendo o pau com tudo. A calcinha de lado, cortando a bunda redonda e cheinha da mamãe, e o pau suculento entrando e saindo igual um pistão de carne. Às vezes metem pela frente, às vezes pelo cu. Não importa, depois que a mamãe vai na cozinha e volta com algo pra comer e beber, recuperam as forças e a segunda rodada engole pau pelo lado que não levou. Com os pedreiros é pior. Muito pior. Não sei por que com eles ela não dá pra cada um separado, igual com o Maxi e o amigo dele, mas leva todos pro quarto do papai. Sejam dois, ou três. Ou como aconteceu uma vez só, cinco. Quando a mamãe é comida por dois ou três pedreiros, a coisa fica inacreditável. O que ela grita e xinga não tem nome. Ela xinga os pedreiros enquanto enfiam pela frente e por trás ao mesmo tempo, e xinga o papai, gritando “corno de merda” cada vez que explode num grito e num orgasmo. E fala isso várias vezes. A mamãe faz um escândalo danado nessas sessões. Uma vez depois que ela se enfiou no quarto pra transar com o Maxi e o amigo dele, decidi filmar ela toda de cada canto da casa quando Ela tava saindo de mão beijada com esses dois pro quarto dela pra ficar quase três horas transando com os dois depois que saiu de trepar com o Maxi e o amigo dele, decidi botar um ponto final e se eu ia guardar o segredo dela, tinha que tirar minha parte também. E não tava gostando que ela fosse deles e de mais quantos. Eu desejava ela há muito tempo e se eu fosse comer ela, ia garantir que fosse só eu que comesse ela todo dia. Então, quando terminaram, vi a mamãe saindo pra se despedir do Maxi e do amigo dele na porta. Filmei ela desde que saiu do quarto com os dois até fechar a porta depois que eles foram. Ela vem andando com aquela saia curta pela sala quando, no meio do caminho, me encontra parado, sério, com cara de puto. Ela não ia dar muita bola pra minha atitude até notar meu celular na mão. Eu aperto o play no vídeo e boto a tela na cara dela, e lá aparecia, com detalhes, partes da casa e depois ela levando os dois caras pro quarto dela, e aí tava a voz dela gritando, gemendo e pedindo pra eles esticarem a pussy dela. Quando ela se despede deles, ficou toda gelada. — O que é isso que você fez? — Acho que tá claro, mas não o que eu fiz, e sim o que você fez, sua puta. Mas agora, quando o corno chegar, mostro pra ele e a gente pergunta. Falei, seguro de mim. — O que você quer, Andy, pra me chantagear? — Ela disse, me encarando firme, brava. Ela percebeu minha ereção e acho que sacou o que eu queria, mas nunca imaginou que o filho dela, de 18 anos recém-completados, tivesse uma porra de uma pica enorme pra fazer qualquer mulher gozar e delirar. Eu tava com uma rola de 20x8cm. — Mmmm, não sei, sua puta oferecida. Usa a imaginação. Falei. — Não fala assim comigo, Andy, por que você me insulta desse jeito? — Ela disse, meio sem graça, mas não tirava os olhos da minha ereção e ficou pensativa. Aí quebra o silêncio e fala: — Você não vai querer... isso... — disse, fazendo alusão à sessão de sexo recente dela com aqueles dois caras. — Claro que é isso que eu quero. Respondi como se fosse a coisa mais normal. normal do mundo – Mas Andy, eu sou sua mãe, isso não está certo. Ela me disse, se fazendo de moralista – Ah, bom, vamos ver se o papai vai gostar do que aparece no vídeo da esposa dele, ou pra você tá tudo bem se enfiar em festa com uns caras enquanto seu marido tá trabalhando que nem uma puta descarada?. Eu respondi, ela se viu encurralada e cedeu pela metade – Tá bom, Andy. Amanhã, quando o chifrudo do seu pai for trabalhar depois do café, eu te meto no meu quarto. Ela disse, e eu não aguentei ela ter dado pra aqueles dois e me deixado pra amanhã, então, furioso do jeito que tava, falei: – Perfeito, eu mostro o vídeo pro papai assim que ele chegar, e amanhã a gente vê o que faz. Eu disse – Mas Andy, você viu a surra que eu levei, tô destruída. Ela falou, se justificando – Pronto, puta, deixa assim, puta de merda. Quando o papai chegar, eu mostro o vídeo e conto as infinitas vezes que você se veste que nem uma puta oferecida pra ser comida, puta. Faço isso e pronto, acabou a história. E sabe de uma? Vai tomar no cu, sua puta de merda. Eu falei, explodindo de raiva, e me tranquei no quarto. Ela ficou mal por eu ter reagido assim, não sabia porque eu tinha feito aquilo. Ficou pensando, e depois caiu a ficha: pra eles, aconteceu e ela se entregou, e ele deixou pra amanhã, mesmo tendo mais privilégios por ser filho. – Puxa, Andy, então isso é só coisa de ego, mas você vai aguentar uma puta como eu?. Ela disse pra si mesma, mas depois lembrou como eu machuquei meu orgulho, ficou mal porque sabia que eu tava muito puto e ia dedar pro papai. Arrependida do jeito que tava, foi até a porta do meu quarto – Andy, podemos conversar, amor? Não fica assim comigo, não quero que a gente termine brigado por uma bobagem. Ela falava – Vai embora, puta! Eu gritei, bravo – Por favor, Andy, não me xinga assim. Abre a porta, vem, papai, por favor. Ela implorava – Não, puta, vai pra merda agora. Daqui a pouco o papai chega, agora se fode, infeliz, eu vou fazer o que tenho que fazer. Eu respondi, muito irritado – Vai, papai. Me abra e vamos conversar, ainda temos um tempinho pra trocar ideia e quem sabe, se a gente chegar num bom acordo, hoje posso te fazer um boquete gostoso e deixar você gozar na minha boquinha. Ela disse se fazendo de tesuda, eu já tava a mil, mas também tava puto porque ela me enrolando pra amanhã e com esses caras ela já vai dar hoje, então abri a porta, ela entrou, fechou a porta e sentou na minha cama, onde eu tava deitado de costas pra ela. – Meu bem, me entende, tô destruída, a gente vai pro meu quarto pra chegar lá e meter uma rapidinha. Não tava nos meus planos isso, nem que você me queria, nem que você queria isso. Se eu soubesse, teria me guardado pra passar um tempo gostoso com você. Ela disse se fazendo de carinhosa, eu olhei sério pra ela, ela sorriu e eu continuei sério, e aí, com toda minha coragem, falei: – Tá bom, se eu tiver que esperar até amanhã, você vai ter que seguir uma regra que vou impor, porque eu não sou segundo de ninguém. Falei confiante, nem eu sei de onde tirei essa segurança. – Você não é segundo em nada, meu anjo. Ela respondeu. – Cala a boca, não mente pra mim, porque eu não sou corno. Você me enrola pra amanhã e com eles dá hoje, pronto. Mas essa foda é a última com eles e com mais ninguém, porque a partir de amanhã, quem te come sou eu. E se eu descobrir ou te pegar com alguém, acabou. Mostro o vídeo pro seu pai e conto tudo. Falei firme na minha posição. Ela baixou a cabeça, presa e derrotada, concordou e disse: – Tá bom, Andy, tá bom. Assim que seu pai for trabalhar, você vai me comer todo dia, então vou ter que comprar um monte de camisinha e creminho pra minha buceta. Disse levantando a saia e puxando a calcinha fio dental pra deixar à vista a buceta depiladinha, com lábios grossos e carnudos, e tava molhadinha. Aí ela me olhou nos olhos e falou: – Tira a calça que vou te chupar um pouco, tipo um foda-se até amanhã. Vai, se apressa que tenho que tomar banho, porque seu pai não demora a chegar e eu tô toda leitada. todos os lados. A putinha me dizia com toda sinceridade, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Quando ela me disse isso, eu me levantei da cama, fiquei parado na frente dela, afrouxei o cinto, desabotoei o botão, abaixei a braguilha e puxei minha calça pra baixo até que ficou nos meus tornozelos. Ela ficou de boca aberta, surpresa de espanto ao ver o enorme volume na minha cueca. Ficou com a boca aberta e os olhos arregalados como pires. Pensei comigo: "Não tinha essa, né, putinha? Não sabia que seu filho tinha uma poronga dessas?" Ela não conseguia articular palavra. A única coisa que conseguiu dizer, enquanto se recuperava do susto, foi: –Uau, Andy, isso é uma... uma... uma porra de um pau. Deus, olha que enorme que você tem, meu Deus, e que grosso que é. Ela falava, gaguejando um pouco: –Pelo jeito que você ficou, não sei se você vai aguentar até amanhã. Eu a ataquei. Quando puxei minha cueca e coloquei pra fora, ela ficou encantada, olhava fixamente, lambia os lábios e mordia o lábio inferior timidamente. Ela se aproximou de mim com um olhar felino, pegou com uma mão, puxou a pele pra trás e, quando viu a cabeça grossa e redonda, só disse: –Uau, Andy, acho que com isso eu consigo sobreviver sem problemas, papucho. Olha só esse pau, é o dobro das duas que eu comi hoje. Disse com total descaramento. Dava pra ver no rosto dela o desejo total que ela tinha pelo meu pau, era impossível esconder. Ela estava muito tesuda, a putinha. Ela se sentou bem na cama, me ajustou pra que eu ficasse na frente dela com o pau apontando pro rosto dela. Ela me punhetava devagar, lambia os lábios e, quando eu dei um passo na direção dela e deixei a poronga praticamente na cara dela, ela pegou com uma mão e começou o trabalho. Ela lambia toda a cabeça, depois lambia da cabeça até as bolas, e nem preciso contar como ela começou a devorar minhas bolas. Ela lambia, chupava, era uma puta de campeonato. Assim ela estava nesse trabalho até que eu não aguentei mais, peguei a cabeça dela e guiei pro meu pau. Ela Ela abriu a boca o máximo que conseguiu e ali recebeu a maior pica que já entrou naquela boquinha de puta. Ela chupava com muito capricho, massageava com a língua enquanto me lubrificava o pau com a saliva dela. Quando viu que eu empurrava e fazia força, e a pica se recusava a avançar, ela tirou tudo da boca, pegou um pouco de ar depois de tossir um pouco, e começou a lamber ele todo de novo. Ao ver que eu pressionava pra ela chupar de novo, ela pegou meu pau com uma mão e puxou bem pra trás a pele. Olhando fixo nos meus olhos, juntou saliva na boca e cuspiu no meu pau — o cuspe acertou direto na cabeça — e aí, assim mesmo, enfiou na boca. Comecei a empurrar, a pica avançou mais, e já com ele todo pra fora, eu falei:
— Ei, puta de merda. Isso é por dar a rola pra eles primeiro e me deixar pra amanhã.
Falei e empurrei a cabeça dela com muita força até que meu pau esfaqueou a garganta dela. O queixo e a boca dela bateram nas minhas bolas. Ela tava vermelha, teve vários engasgos, mas não soltei a cabeça. Fiquei com meu pau enterrado na garganta dela, vendo ela sofrer por um bom tempo, até que tirei ele à força. Ela começou a tossir pra caralho.
— Coff! Coff! Coff! Coff!
Dava pra ouvir ela tossindo. Quando começou a recuperar o fôlego, me olhou meio puta:
— Que malvado você é, Andy. Por que fez isso comigo? Quase me fez uma traqueostomia com essa coisa.
Falou num tom meio tristonho.
— Você merece, sua puta mesquinha. Tudo pra esses miseráveis e pra mim você me deixa pra amanhã.
— Vejo que você ainda tá ressentido com isso, Andy. Meu Deus. Vai, deita aqui que eu te como e a gente acaba com esse ressentimento todo.
Ela falou de mal jeito, e eu não ia permitir que me tratasse assim. Guardei o pau. Ela me olhou triste, estalando os dedos, e eu falei:
— Vai, toma ele, puta. Assim sem vontade você não vai transar comigo. Toma ele. Vai tomar um banho, sua puta imunda.
Gritei de mal jeito. Ela viu que eu fiquei puto pra caralho e saiu chorando. Depois saiu com a roupa na mão e entrou no banheiro. Daí a pouco ouvi o barulho do chuveiro. Durante 15 minutos, sinto a voz dela me chamando – Andy, vem aqui um pouquinho, por favor, vai, Papu, não fica bravo com a mamãe. Fui correndo, entrei no banheiro, ela tava na frente do espelho enrolada numa toalha. Pra esconder meu tesão, falei grosso – O que você quer? – Mmmm, não, Papuchi, meu amor, não fica assim, mamãe vai te dar tudo que você quiser e mais. Fica bonzinho e passa óleo no corpinho da mamãe. Ela falou, deixando a toalha cair, ficando só de fio dental. Quando virou, vi os melões dela com aqueles bicos que já tavam endurecendo de tesão. Ela me passou o vidrão de óleo corporal, pegou na minha pica e começou a apalpar, me olhando e passando a língua nos lábios. Depois disse: – Mmmm, pai, como você tá com essa pica. Quer me comer, né? Mas não faz isso, meu amor, tô falando sério, por favor, Papu. Quero ficar descansadinha pra poder aproveitar bem a sua pica amanhã, você vira meu macho. Ela falava enquanto me batia uma, segurando minha pica por cima da cueca, já que a putinha tinha aberto minha calça. Continuava me masturbando assim, por cima do slip, mexendo minha pica bem rápido. Queria me fazer gozar pra eu não comer ela. Aí fui mais rápido, me encostei nela, enfiei o volume na racha da bunda dela e com as duas mãos agarrei os melões dela, comecei a apertar. Ela soltou minha pica pra se apoiar na pia, porque eu tava deixando ela louca. E já que ela não queria se deixar comer, mesmo morrendo de vontade, nunca soube por que, resolvi brincar com o tesão dela até ela ceder. Enquanto apertava os peitos dela e enfiava meu volume na bunda dela, ela empurrava a bunda contra minha pica. Decidi avançar no plano, peguei ela pela cintura e comecei a dar picadas no rego da bunda dela com meu volume. Ela apoiou as mãos na pia e não segurou uns gemidinhos – Mmmmm! Uhhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ai, Deus, Você Vai Me Fazer Gozar, Papu, Com Essa Pica, Você Tá Me Deixando Louca, Papu! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ela gemia. Tava uma gostosa do caralho, não ia demorar pra me pedir pra meter. Eu passei pro meu segundo movimento enquanto continuava esfregando o cuzinho dela com meu pau e desci uma das mãos que tava segurando os peitões dela e enfiei dentro da calcinha na parte da frente. Comecei a passar a mão na buceta dela e dedar ela, e ela começou a gemir que nem uma louca: - Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Meu Deeeeus Andyyyy Jáááá Papaiiiii Jáááá Vou Gozaaaar Andyyyy Vou Gozaaaar! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! E teve um orgasmo que espirrou pela calcinha e começou a gemir pra caralho: - Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Gozei, Filho da Puuuta, Gozei, Tô Gozando, Seu Filho da Puuuta! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! - Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ai Andy, você me fez gozar duas vezes e ainda nem me comeu direito, você é um puta macho! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Disse ela ainda gemendo, enfiando a mão dentro da minha cueca, puxando meu pau pra fora e batendo uma devagar. Depois levou a mão pro rego do cuzinho dela e começou a esfregar a cabeça do pau na calcinha toda, até esfregar no contorno inteiro da buceta dela por cima da calcinha, que tava encharcada. Nisso, vejo ela mesma puxar a calcinha pro lado pra sentir pele com pele. Eu entendi que tava servida e comecei a empurrar meu pau, ia entrando devagar na buceta molhada dela quando meu pau chegou na metade do caminho, ela me empurrou forte pra trás e gritou puta da vida: - Eu te falei que hoje não! Eu fiquei mais puto ainda e gritei: - Vai tomar no cu, sua puta de merda! Agora você vai ver quando o papai chegar, sua puta infeliz! Gritei, joguei o vidro de óleo corporal na pia do banheiro, quebrando ele todo, e saí batendo a porta. Ela ficou paralisada, quase chorando, percebendo que o joguinho dela de me deixar desesperado até amanhã com chantagem tinha ido longe demais e eu tinha ficado muito puto e podia cumprir minha ameaça. E além disso, ela se sentia mal porque comigo era com quem ela... tive que conviver quase o dia inteiro e, do jeito que eu tava furioso, cada dia seria uma tortura se eu não abrisse a boca essa noite e ela se fudesse toda por ser uma puta e uma piranha. Então, rapidinho, ela pega a toalha de novo e enrola aquele corpo infernal, e eu sinto o portão do meu quarto bater. Ela sai, vai pra cozinha procurar como limpar o pote destruído. Termina de limpar tudo e sai direto pro meu quarto. Chega na minha porta e começa com o teatrinho dela: – Andy, Papu, me desculpa, não quis ser assim contigo, me abre, por favor, vamos conversar. – Me deixa em paz, puta de merda, vai servir todos os seus machos, sua puta, mas depois pede pra eles te darem um lugar pra morar, filha da puta, porque hoje acabou tudo pra você, sua maldita puta! – gritei. Tava muito puto, furioso com o jeito que ela me tratou no banheiro. Apesar dos meus xingamentos e gritos, ela continuava implorando, até que o telefone tocou. Era o chifrudo do meu pai avisando que ia chegar tarde porque tinha muito trabalho e ia jantar com uns colegas. Quando ela soube que teria muito mais tempo, assim que desligou, veio quase correndo pro meu quarto. Chegou na porta, tentou abrir, mas ainda tava trancada. – Andy, abre, por favor, não me faz sofrer assim, Papu, vai, tenho uma boa notícia pra você! – ela dizia. – Vai dar pro vizinho filho da puta que você se entrega inteira, sua puta de merda, sua puta maldita! – gritei furioso. – Andrés, sua puta mãe, pode me abrir, por favor? Não acredito, você é meu próprio filho e por querer me foder é capaz de cagar minha vida, nunca pensei que você faria isso comigo! – ela gritou chorando. – Me deixa em paz, filha de uma puta, puta de merda, você vem me dizer que eu quero cagar sua vida quando você se entrega como uma puta, cagando na sua própria família, sua puta miserável! – Já para um pouco, Andy, vai, não gosto de ficar assim com você, vai, Papu, olha como você me xinga, vai, seu filho da puta, me abre e prometo ser boazinha, a mamãe quer falar com você, vai, não seja assim comigo! – ela dizia com a voz de quem tava implorando. Fazendo biquinho atrás da porta, eu me entreguei por cansaço, porque se não abrisse, ela ia encher meu saco o dia inteiro. Levantei da cama, mal abri a porta, ela entrou como um raio.
— Escuta aqui, que história é essa de me xingar desse jeito? Sou sua mãe, imbecil! Quem você pensa que é, seu merda? Sou sua mãe, ouviu? Senta aí que vamos conversar! — gritou furiosa.
— Quem caralhos você pensa que é para vir gritar comigo e me dar ordens? — gritei mais alto.
— Sou sua mãe, Andy, e te amo. Não gosto que você fique assim comigo. Se acalma, não tô com raiva, tô triste porque não gosto de estar assim com você. Me destrói ver e ouvir como você me xinga e me trata como se me odiasse! — disse ela com voz de sofrimento.
— E o que eu devo fazer quando vejo minha mãe se esfregando com qualquer um enquanto meu pai tá trabalhando, se entregando toda, e quando peço a mesma coisa, ela aceita, mas me enrola pra amanhã como se fosse algo insignificante pra ela? — falei, me abrindo um pouco. Ela fez uma careta triste e me olhou.
— Você tem razão, Andy! Quer me comer hoje? Perfeito, vem, vamos transar, e espero que você aguente me dar o que preciso. Mas primeiro, vai ter que terminar a tarefa que te pedi no banheiro, antes de você destruir o pote de óleo corporal no box. Esse vai ser seu castigo: não vou te dar até você terminar de olear meu corpinho! — disse ela, entre séria e safada. Veio na minha direção, estendeu a mão.
— Vem comigo! — disse, me pegando pela mão. Quando me colocou de pé, me abraçou, acariciou meu rosto e falou:
— Me perdoa, Andy! — E devagar, levou a boca até a minha. Quando nos fundimos naquele beijo, ela começou a me devorar, enfiando a língua, enroscando na minha, desesperada. Nunca fui beijado de um jeito tão safado quanto ela fez. Depois de um bom tempo, se separou, pegou minha mão e me levou de volta ao banheiro. Ficamos na mesma posição de antes de eu explodir de raiva contra ela, e minha mãe deixou a toalha cair de novo. O corpão dela à mostra, dessa vez eu solto o cinto e o botão da calça, abaixando o zíper, deixo cair e me encosto nela. Quando ela sente minha chegada, estica o braço pra trás, me alcançando um frasco novo de óleo – "Teu Castigo, neném, não esquece!" Ela falou entre divertida e risonha, então, resignado, apoio a palma da minha mão no meio das costas dela e a faço se inclinar, deixando o corpo um pouco curvado. Depois abro o frasco e jogo um baita jorro de óleo nas costas dela. Ela dá um pulinho por causa do frio do óleo, e minhas mãos entram em ação: comecei a espalhar todo o óleo pelas costas dela, massageando, e dava pra sentir como ela relaxava. Em seguida, jogo mais óleo nas minhas mãos e as levo pra frente, agarrando os peitões enormes dela. Quando comecei a apertar os seios, passando o óleo por toda a redondeza, ela ergueu o rosto pra cima – "Uffff! Ohhhh Siiim!" Suspirou e começou a lamber os lábios. Depois, minhas mãos foram esfregando o abdômen liso dela e, assim que passei óleo suficiente por lá, ela pega minhas mãos e as enfia dentro da calcinha fio dental dela, e eu esfreguei óleo por toda a buceta depilada dela, que estava toda melada e lubrificada pelo óleo que eu aplicava. Então me animei e enfiei dois dedos juntos, que entraram de uma vez até o fundo, de tão molhada que ela tava, e comecei a meter e tirar em alta velocidade. Ela começou a dar uns gritos fortes – "Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Deeeeus Andyyyy Pooooor Deeeeus Siiiii Jaaa Papaiii Meee Vai Fazeer Gozaaar Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy!" Ela começou a gemer enquanto minha mão se avultava no triângulo da frente da calcinha fio dental dela, dedando a pussy por dentro dela – "Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Deeeeus Queee Malvadooo Soooos Andyyy Taaa Fazeendo Gozaaar a Mamãe Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy!" E assim que vi que ela tava prestes a gozar, não dei trégua e tirei meu pau bem duro, e quando ela começou o Gozei. Puxei a tanga dela pro lado, me encostei nela e lembrei quando ela tirou e gritou comigo, mesmo eu enfiando com cuidado. Aquilo me deu uma raiva, tomei impulso e enfiei tudo de uma vez.
— Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Meu Deeeeeus Andyyyyy Puta que Pariuuuuu Me Partiuuu a Bucetaaaa Filho da Puuuuta Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii!
Ela gritava de dor e uma pica como a minha acho que ela nunca comeu, a putinha. Continuava gritando sem parar enquanto eu bombava a pussy dela sem dó. Depois de uns minutos, ela começou a se mexer e não gritava mais, só gemia.
— Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siim, Assim Me Come, Assim, Meu Deus, Siim, Me Come, Andyyyy, Me Come, Siim, Come a Mamãe, Siim, Uiii, Meu Deus, Como Me Esquenta Teu Pau, Meu Deus, Siim, Me Come, Sou Tua Puta, Andyyyyy! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela gemia enquanto se endireitava, pegava meu rosto com as mãos e aproximava do dela, dizendo gemendo:
— Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siim, Andyyy, Chega Perto e Me Beija, Siim, Me Beija, Meu Amor, Te Amooo, Meu Amor, Te Amooo! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela dizia gemendo sem parar, depois pedia aos gritos pra eu comer ela. E o mais gostoso foi quando eu parei as enfiadas e senti ela mesma me comendo, rebolando a bunda.
— Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siim, Assim, Gostoso, Assim, Come a Mamãe, Assim, Cê Gosta, Como Eu Como, Meu Deus, Siim, Cê Gosta, Como Eu Como, Mamãe! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela não parava de gemer e se empurrava pra trás, batendo a bunda na minha pica. Era uma máquina de trepar, a putinha. Tava me deixando perto de gozar e eu não queria dar o gosto de ela tirar minha porra, então agarrei ela pelo rabo. e comecei a bombar ela —Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeus Andyyyyy Meteeeee em Miiiim Amoooor Meteeeee Siiiiii Meteeeee na Mamiiii Encheeeeee deee Leiteeee a Bucetaaaa dela Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!. Ela gemia pedindo cock e cum e, segurando ela assim pelo rabo, comecei a bombar a pussy com muita força. Ela gritava e gemia de prazer, dizendo que ninguém tinha comido ela assim, até que de repente meu cock explodiu dentro da pussy dela, fazendo um jato forte e grosso de cum espesso acertar bem no fundo da pussy dela, dando a ela o orgasmo mais intenso da vida dela —Uuuuhhhhhhhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Uh Meu Deeeus Siiiiiii Minha Vidaaaa Siiiiiii Andyyyyy Goza em Mim Papaiiiii Encheeee a Bucetaaaa da Mamiiii Siiiiiii Assimiiii Me Encheeee deee Leiteeee Queee Estouuu Gozandooo Comooo Nuncaaa Em Toda Minha Vidaaaa Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Ela gemia sem parar, presa de um orgasmo que deixou os olhos dela brancos de tanto prazer. Quando finalmente parei de gozar dentro dela, comecei a bombar mais devagar, comendo ela num ritmo mais suave enquanto ela se recuperava daquele orgasmo que quase a fez desmaiar. Depois que ela se recuperou um pouco do orgasmo, virou o rosto pra mim, me beijou morbidamente e disse, me encarando fixo —Andy, amor, como você me comeu bem, meu deus, ninguém me fez sentir algo assim na minha vida. Ainda bem que terminamos hoje. Amanhã se prepara, cara: você acabou de deixar de ser meu filho. A partir de agora, você vai ser meu macho e o pesadelo do chifre!. Ela disse sem tirar meu cock da pussy dela, sentindo ele perder a ereção dentro dela. Quando ela fez sinal pra eu tirar, fui puxando e um jato enorme de esperma escorreu da pussy dela toda, enchendo de cum as pernas lindas dela. Depois ela se virou, me abraçou e me deu o beijo mais morbidão de minha curta vida enfiando a língua toda na minha boca, eu abracei ela e comecei a agarrar a bunda dela, ela percebeu minha vontade, que eu tava pronto pra comer ela de novo, então ela desfez o beijo, olhando nos meus olhos e disse: -Andy, vai dar uma descansadinha que vou tomar outra ducha e a gente continua, o corno só chega de madrugada, temos a noite quase toda pra trepar gostoso, sem falar amanhã, vai lá, bebão, descansa que vou tomar banho e a gente continua fodendo, quero mais leitinho pra mamãe! Eu subi a calça e saí do banheiro, ela ficou lá e daí a pouco ouvi o barulho da água do chuveiro.
Continua...
Essa história começa quando fui testemunha única de como minha mãe era uma puta sem jeito, e eu, que há tempos a desejava — desde os treze anos, me masturbava pensando nela —, com 18 anos recém-completados, esse desejo não morreu, só adormeceu. Até que um dia, vendo ela de novo enfiando a cara na farra com o vizinho e um amigo, decidi botar um ponto final nisso. Filmei tudo pra chantagear ela e acabei comendo ela até virar minha puta pessoal. Os fatos foram rolando aos poucos.
Me chamo Andrés, minha mãe e meus amigos e amigas me chamam carinhosamente de Andy. Tenho 18 anos e quero contar minha história, então vou começar. Sou filho único. Minha família é composta pelo meu pai, Carlos, 46 anos, cabelo preto meio grisalho e uma barriguinha; e minha mãe, Mônica, 36 anos, um monumento de mulher. Ela é magra, voluptuosa, com peitões que são um poema — bem redondinhos, com auréolas largas e um mamilo grosso — e uma raba de campeonato: larga, dura e bem empinada. O que mais prende e enlouquece é a redondeza das nádegas, formando um formato de maçã muito sexy. Cabelo preto ondulado, olhos azuis. Ela adora provocar os homens, especialmente quando percebeu que eu sinto algo por ela. Me deseja muito, me esquenta demais. Isso vem rolando comigo desde a puberdade: um desejo e um tesão que nunca consegui realizar por causa do assunto delicado de ela ser minha mãe.
Quando mamãe é bem comida, fica com fome. Nunca vi ela descer pra geladeira de noite, que é quando papai come ela. Mas de tarde, depois que o Maxi, o vizinho, pega ela, depois que se trancam no quarto do papai, depois que ouço mamãe gritar e gemer duas ou três vezes como se estivesse morrendo... depois de tudo isso, se eu me escondo no armário da vassoura, sempre vejo mamãe semi-nua, de calcinha e peitos, esses peitões. calcinhas pequenas bem enfiadas entre as nádegas que ela usa quando quem come ela não é o papai, vejo ela fuçar na geladeira, beliscar alguma coisa, e levar refrigerante ou cerveja pro quarto. Acho que ela não sabe que eu sei, embora me conheça tão bem que é difícil dizer. Eu finjo que sou bobo, especialmente quando vem o Maxi, ou o amigo que ele apresentou há coisa de um mês. É pra não me expulsarem e poder olhar melhor. Como também finjo que sou bobo quando vêm aqueles caras que consertam coisas, tipo pedreiros, ou gasistas, ou instaladores de paradas. Mamãe tem uma fraqueza, suponho. Nesses casos eu primeiro finjo que não percebo que mamãe se faz de gostosa com eles. Porque quem sempre começa é mamãe. Um sorrisinho, a Booty empinada... Já quando ela sabe que vêm esses tipos de males, como ela chama, e sabe que papai não vai estar em casa, a putinha se veste com minissaias bem curtinhas, com blusas justas, se maquia, se produz como casual, mas sempre pra ser comida de roupa e tudo. E é inevitável que rolar alguma coisa, porque mamãe fica confiante, ri que nem uma idiota e bate de brincadeira no peito ou nos braços deles, ou se abaixa mais do que devia. Quando a conversa já vai entre risadas e apalpadas, começo a me afastar, eu decidi encarar a mamãe depois que tudo isso acontecer, então peguei meu celular e comecei a me camuflar no ambiente e comecei a filmar tudo. A figura da mamãe cresce, como se a bunda e os peitos dela aumentassem naquele momento. E a minha figura diminui até desaparecer. É questão de tempo, mamãe leva eles pela mão inevitavelmente pro quarto, fecha a porta e eu me jogo de cabeça pra espiar pelo buraco da fechadura e ouvir o show e também decidi filmar a porta quando ela começava a soltar os gemidos. E que gostoso é ouvir e filmar a mamãe quando ela fode enquanto o papai tá no trabalho. Porque quando o cuck — bom: papai; mas mamãe me disse que tá de boa chamar o papai de cuck —, quando o cuck come ela, dizia, os Os sons da mamãe são os bocejos dela. Já quando ela leva o Maxi pela mão pro quarto, com a saia curtinha pulando a cada passo, mostrando a ponta da fio dental enterrada na bunda, é fechar a porta e começar a ouvir música. —Ai, Maxi, que pedaço de pau…—Vai fundo, putona… Sente ele todo…E começam os “Ahhhhhhh…” “Ahhhhh…” da mamãe. E o barulho da cama reclamando: Tchi… Tchi… Tchi… Com o papai nunca faz esse barulho. Mas com o Maxi ou o amigo do Maxi, sempre. Além disso, vêm os gemidos fortes e os gritos. —Sim… sim… Sim… Não para! Não para, Maxi, continua! Ohhh… Meu Deeeus…!—Toma, puta! Vou esticar tanto essa buceta que até o corno do teu marido vai perceber!—Sim, Maxi, sim, estica pra esse corno!! Quero que me destrua pra mostrar pro Cornundoooohhh!!!… —Puta! Puta! Puta! Pelo buraco da fechadura sempre dá pra ver a mamãe de bunda pra cima e o macho metendo o pau com tudo. A calcinha de lado, cortando a bunda redonda e cheinha da mamãe, e o pau suculento entrando e saindo igual um pistão de carne. Às vezes metem pela frente, às vezes pelo cu. Não importa, depois que a mamãe vai na cozinha e volta com algo pra comer e beber, recuperam as forças e a segunda rodada engole pau pelo lado que não levou. Com os pedreiros é pior. Muito pior. Não sei por que com eles ela não dá pra cada um separado, igual com o Maxi e o amigo dele, mas leva todos pro quarto do papai. Sejam dois, ou três. Ou como aconteceu uma vez só, cinco. Quando a mamãe é comida por dois ou três pedreiros, a coisa fica inacreditável. O que ela grita e xinga não tem nome. Ela xinga os pedreiros enquanto enfiam pela frente e por trás ao mesmo tempo, e xinga o papai, gritando “corno de merda” cada vez que explode num grito e num orgasmo. E fala isso várias vezes. A mamãe faz um escândalo danado nessas sessões. Uma vez depois que ela se enfiou no quarto pra transar com o Maxi e o amigo dele, decidi filmar ela toda de cada canto da casa quando Ela tava saindo de mão beijada com esses dois pro quarto dela pra ficar quase três horas transando com os dois depois que saiu de trepar com o Maxi e o amigo dele, decidi botar um ponto final e se eu ia guardar o segredo dela, tinha que tirar minha parte também. E não tava gostando que ela fosse deles e de mais quantos. Eu desejava ela há muito tempo e se eu fosse comer ela, ia garantir que fosse só eu que comesse ela todo dia. Então, quando terminaram, vi a mamãe saindo pra se despedir do Maxi e do amigo dele na porta. Filmei ela desde que saiu do quarto com os dois até fechar a porta depois que eles foram. Ela vem andando com aquela saia curta pela sala quando, no meio do caminho, me encontra parado, sério, com cara de puto. Ela não ia dar muita bola pra minha atitude até notar meu celular na mão. Eu aperto o play no vídeo e boto a tela na cara dela, e lá aparecia, com detalhes, partes da casa e depois ela levando os dois caras pro quarto dela, e aí tava a voz dela gritando, gemendo e pedindo pra eles esticarem a pussy dela. Quando ela se despede deles, ficou toda gelada. — O que é isso que você fez? — Acho que tá claro, mas não o que eu fiz, e sim o que você fez, sua puta. Mas agora, quando o corno chegar, mostro pra ele e a gente pergunta. Falei, seguro de mim. — O que você quer, Andy, pra me chantagear? — Ela disse, me encarando firme, brava. Ela percebeu minha ereção e acho que sacou o que eu queria, mas nunca imaginou que o filho dela, de 18 anos recém-completados, tivesse uma porra de uma pica enorme pra fazer qualquer mulher gozar e delirar. Eu tava com uma rola de 20x8cm. — Mmmm, não sei, sua puta oferecida. Usa a imaginação. Falei. — Não fala assim comigo, Andy, por que você me insulta desse jeito? — Ela disse, meio sem graça, mas não tirava os olhos da minha ereção e ficou pensativa. Aí quebra o silêncio e fala: — Você não vai querer... isso... — disse, fazendo alusão à sessão de sexo recente dela com aqueles dois caras. — Claro que é isso que eu quero. Respondi como se fosse a coisa mais normal. normal do mundo – Mas Andy, eu sou sua mãe, isso não está certo. Ela me disse, se fazendo de moralista – Ah, bom, vamos ver se o papai vai gostar do que aparece no vídeo da esposa dele, ou pra você tá tudo bem se enfiar em festa com uns caras enquanto seu marido tá trabalhando que nem uma puta descarada?. Eu respondi, ela se viu encurralada e cedeu pela metade – Tá bom, Andy. Amanhã, quando o chifrudo do seu pai for trabalhar depois do café, eu te meto no meu quarto. Ela disse, e eu não aguentei ela ter dado pra aqueles dois e me deixado pra amanhã, então, furioso do jeito que tava, falei: – Perfeito, eu mostro o vídeo pro papai assim que ele chegar, e amanhã a gente vê o que faz. Eu disse – Mas Andy, você viu a surra que eu levei, tô destruída. Ela falou, se justificando – Pronto, puta, deixa assim, puta de merda. Quando o papai chegar, eu mostro o vídeo e conto as infinitas vezes que você se veste que nem uma puta oferecida pra ser comida, puta. Faço isso e pronto, acabou a história. E sabe de uma? Vai tomar no cu, sua puta de merda. Eu falei, explodindo de raiva, e me tranquei no quarto. Ela ficou mal por eu ter reagido assim, não sabia porque eu tinha feito aquilo. Ficou pensando, e depois caiu a ficha: pra eles, aconteceu e ela se entregou, e ele deixou pra amanhã, mesmo tendo mais privilégios por ser filho. – Puxa, Andy, então isso é só coisa de ego, mas você vai aguentar uma puta como eu?. Ela disse pra si mesma, mas depois lembrou como eu machuquei meu orgulho, ficou mal porque sabia que eu tava muito puto e ia dedar pro papai. Arrependida do jeito que tava, foi até a porta do meu quarto – Andy, podemos conversar, amor? Não fica assim comigo, não quero que a gente termine brigado por uma bobagem. Ela falava – Vai embora, puta! Eu gritei, bravo – Por favor, Andy, não me xinga assim. Abre a porta, vem, papai, por favor. Ela implorava – Não, puta, vai pra merda agora. Daqui a pouco o papai chega, agora se fode, infeliz, eu vou fazer o que tenho que fazer. Eu respondi, muito irritado – Vai, papai. Me abra e vamos conversar, ainda temos um tempinho pra trocar ideia e quem sabe, se a gente chegar num bom acordo, hoje posso te fazer um boquete gostoso e deixar você gozar na minha boquinha. Ela disse se fazendo de tesuda, eu já tava a mil, mas também tava puto porque ela me enrolando pra amanhã e com esses caras ela já vai dar hoje, então abri a porta, ela entrou, fechou a porta e sentou na minha cama, onde eu tava deitado de costas pra ela. – Meu bem, me entende, tô destruída, a gente vai pro meu quarto pra chegar lá e meter uma rapidinha. Não tava nos meus planos isso, nem que você me queria, nem que você queria isso. Se eu soubesse, teria me guardado pra passar um tempo gostoso com você. Ela disse se fazendo de carinhosa, eu olhei sério pra ela, ela sorriu e eu continuei sério, e aí, com toda minha coragem, falei: – Tá bom, se eu tiver que esperar até amanhã, você vai ter que seguir uma regra que vou impor, porque eu não sou segundo de ninguém. Falei confiante, nem eu sei de onde tirei essa segurança. – Você não é segundo em nada, meu anjo. Ela respondeu. – Cala a boca, não mente pra mim, porque eu não sou corno. Você me enrola pra amanhã e com eles dá hoje, pronto. Mas essa foda é a última com eles e com mais ninguém, porque a partir de amanhã, quem te come sou eu. E se eu descobrir ou te pegar com alguém, acabou. Mostro o vídeo pro seu pai e conto tudo. Falei firme na minha posição. Ela baixou a cabeça, presa e derrotada, concordou e disse: – Tá bom, Andy, tá bom. Assim que seu pai for trabalhar, você vai me comer todo dia, então vou ter que comprar um monte de camisinha e creminho pra minha buceta. Disse levantando a saia e puxando a calcinha fio dental pra deixar à vista a buceta depiladinha, com lábios grossos e carnudos, e tava molhadinha. Aí ela me olhou nos olhos e falou: – Tira a calça que vou te chupar um pouco, tipo um foda-se até amanhã. Vai, se apressa que tenho que tomar banho, porque seu pai não demora a chegar e eu tô toda leitada. todos os lados. A putinha me dizia com toda sinceridade, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Quando ela me disse isso, eu me levantei da cama, fiquei parado na frente dela, afrouxei o cinto, desabotoei o botão, abaixei a braguilha e puxei minha calça pra baixo até que ficou nos meus tornozelos. Ela ficou de boca aberta, surpresa de espanto ao ver o enorme volume na minha cueca. Ficou com a boca aberta e os olhos arregalados como pires. Pensei comigo: "Não tinha essa, né, putinha? Não sabia que seu filho tinha uma poronga dessas?" Ela não conseguia articular palavra. A única coisa que conseguiu dizer, enquanto se recuperava do susto, foi: –Uau, Andy, isso é uma... uma... uma porra de um pau. Deus, olha que enorme que você tem, meu Deus, e que grosso que é. Ela falava, gaguejando um pouco: –Pelo jeito que você ficou, não sei se você vai aguentar até amanhã. Eu a ataquei. Quando puxei minha cueca e coloquei pra fora, ela ficou encantada, olhava fixamente, lambia os lábios e mordia o lábio inferior timidamente. Ela se aproximou de mim com um olhar felino, pegou com uma mão, puxou a pele pra trás e, quando viu a cabeça grossa e redonda, só disse: –Uau, Andy, acho que com isso eu consigo sobreviver sem problemas, papucho. Olha só esse pau, é o dobro das duas que eu comi hoje. Disse com total descaramento. Dava pra ver no rosto dela o desejo total que ela tinha pelo meu pau, era impossível esconder. Ela estava muito tesuda, a putinha. Ela se sentou bem na cama, me ajustou pra que eu ficasse na frente dela com o pau apontando pro rosto dela. Ela me punhetava devagar, lambia os lábios e, quando eu dei um passo na direção dela e deixei a poronga praticamente na cara dela, ela pegou com uma mão e começou o trabalho. Ela lambia toda a cabeça, depois lambia da cabeça até as bolas, e nem preciso contar como ela começou a devorar minhas bolas. Ela lambia, chupava, era uma puta de campeonato. Assim ela estava nesse trabalho até que eu não aguentei mais, peguei a cabeça dela e guiei pro meu pau. Ela Ela abriu a boca o máximo que conseguiu e ali recebeu a maior pica que já entrou naquela boquinha de puta. Ela chupava com muito capricho, massageava com a língua enquanto me lubrificava o pau com a saliva dela. Quando viu que eu empurrava e fazia força, e a pica se recusava a avançar, ela tirou tudo da boca, pegou um pouco de ar depois de tossir um pouco, e começou a lamber ele todo de novo. Ao ver que eu pressionava pra ela chupar de novo, ela pegou meu pau com uma mão e puxou bem pra trás a pele. Olhando fixo nos meus olhos, juntou saliva na boca e cuspiu no meu pau — o cuspe acertou direto na cabeça — e aí, assim mesmo, enfiou na boca. Comecei a empurrar, a pica avançou mais, e já com ele todo pra fora, eu falei:
— Ei, puta de merda. Isso é por dar a rola pra eles primeiro e me deixar pra amanhã.
Falei e empurrei a cabeça dela com muita força até que meu pau esfaqueou a garganta dela. O queixo e a boca dela bateram nas minhas bolas. Ela tava vermelha, teve vários engasgos, mas não soltei a cabeça. Fiquei com meu pau enterrado na garganta dela, vendo ela sofrer por um bom tempo, até que tirei ele à força. Ela começou a tossir pra caralho.
— Coff! Coff! Coff! Coff!
Dava pra ouvir ela tossindo. Quando começou a recuperar o fôlego, me olhou meio puta:
— Que malvado você é, Andy. Por que fez isso comigo? Quase me fez uma traqueostomia com essa coisa.
Falou num tom meio tristonho.
— Você merece, sua puta mesquinha. Tudo pra esses miseráveis e pra mim você me deixa pra amanhã.
— Vejo que você ainda tá ressentido com isso, Andy. Meu Deus. Vai, deita aqui que eu te como e a gente acaba com esse ressentimento todo.
Ela falou de mal jeito, e eu não ia permitir que me tratasse assim. Guardei o pau. Ela me olhou triste, estalando os dedos, e eu falei:
— Vai, toma ele, puta. Assim sem vontade você não vai transar comigo. Toma ele. Vai tomar um banho, sua puta imunda.
Gritei de mal jeito. Ela viu que eu fiquei puto pra caralho e saiu chorando. Depois saiu com a roupa na mão e entrou no banheiro. Daí a pouco ouvi o barulho do chuveiro. Durante 15 minutos, sinto a voz dela me chamando – Andy, vem aqui um pouquinho, por favor, vai, Papu, não fica bravo com a mamãe. Fui correndo, entrei no banheiro, ela tava na frente do espelho enrolada numa toalha. Pra esconder meu tesão, falei grosso – O que você quer? – Mmmm, não, Papuchi, meu amor, não fica assim, mamãe vai te dar tudo que você quiser e mais. Fica bonzinho e passa óleo no corpinho da mamãe. Ela falou, deixando a toalha cair, ficando só de fio dental. Quando virou, vi os melões dela com aqueles bicos que já tavam endurecendo de tesão. Ela me passou o vidrão de óleo corporal, pegou na minha pica e começou a apalpar, me olhando e passando a língua nos lábios. Depois disse: – Mmmm, pai, como você tá com essa pica. Quer me comer, né? Mas não faz isso, meu amor, tô falando sério, por favor, Papu. Quero ficar descansadinha pra poder aproveitar bem a sua pica amanhã, você vira meu macho. Ela falava enquanto me batia uma, segurando minha pica por cima da cueca, já que a putinha tinha aberto minha calça. Continuava me masturbando assim, por cima do slip, mexendo minha pica bem rápido. Queria me fazer gozar pra eu não comer ela. Aí fui mais rápido, me encostei nela, enfiei o volume na racha da bunda dela e com as duas mãos agarrei os melões dela, comecei a apertar. Ela soltou minha pica pra se apoiar na pia, porque eu tava deixando ela louca. E já que ela não queria se deixar comer, mesmo morrendo de vontade, nunca soube por que, resolvi brincar com o tesão dela até ela ceder. Enquanto apertava os peitos dela e enfiava meu volume na bunda dela, ela empurrava a bunda contra minha pica. Decidi avançar no plano, peguei ela pela cintura e comecei a dar picadas no rego da bunda dela com meu volume. Ela apoiou as mãos na pia e não segurou uns gemidinhos – Mmmmm! Uhhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ai, Deus, Você Vai Me Fazer Gozar, Papu, Com Essa Pica, Você Tá Me Deixando Louca, Papu! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ela gemia. Tava uma gostosa do caralho, não ia demorar pra me pedir pra meter. Eu passei pro meu segundo movimento enquanto continuava esfregando o cuzinho dela com meu pau e desci uma das mãos que tava segurando os peitões dela e enfiei dentro da calcinha na parte da frente. Comecei a passar a mão na buceta dela e dedar ela, e ela começou a gemir que nem uma louca: - Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Meu Deeeeus Andyyyy Jáááá Papaiiiii Jáááá Vou Gozaaaar Andyyyy Vou Gozaaaar! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! E teve um orgasmo que espirrou pela calcinha e começou a gemir pra caralho: - Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Gozei, Filho da Puuuta, Gozei, Tô Gozando, Seu Filho da Puuuta! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! - Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ai Andy, você me fez gozar duas vezes e ainda nem me comeu direito, você é um puta macho! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh! Disse ela ainda gemendo, enfiando a mão dentro da minha cueca, puxando meu pau pra fora e batendo uma devagar. Depois levou a mão pro rego do cuzinho dela e começou a esfregar a cabeça do pau na calcinha toda, até esfregar no contorno inteiro da buceta dela por cima da calcinha, que tava encharcada. Nisso, vejo ela mesma puxar a calcinha pro lado pra sentir pele com pele. Eu entendi que tava servida e comecei a empurrar meu pau, ia entrando devagar na buceta molhada dela quando meu pau chegou na metade do caminho, ela me empurrou forte pra trás e gritou puta da vida: - Eu te falei que hoje não! Eu fiquei mais puto ainda e gritei: - Vai tomar no cu, sua puta de merda! Agora você vai ver quando o papai chegar, sua puta infeliz! Gritei, joguei o vidro de óleo corporal na pia do banheiro, quebrando ele todo, e saí batendo a porta. Ela ficou paralisada, quase chorando, percebendo que o joguinho dela de me deixar desesperado até amanhã com chantagem tinha ido longe demais e eu tinha ficado muito puto e podia cumprir minha ameaça. E além disso, ela se sentia mal porque comigo era com quem ela... tive que conviver quase o dia inteiro e, do jeito que eu tava furioso, cada dia seria uma tortura se eu não abrisse a boca essa noite e ela se fudesse toda por ser uma puta e uma piranha. Então, rapidinho, ela pega a toalha de novo e enrola aquele corpo infernal, e eu sinto o portão do meu quarto bater. Ela sai, vai pra cozinha procurar como limpar o pote destruído. Termina de limpar tudo e sai direto pro meu quarto. Chega na minha porta e começa com o teatrinho dela: – Andy, Papu, me desculpa, não quis ser assim contigo, me abre, por favor, vamos conversar. – Me deixa em paz, puta de merda, vai servir todos os seus machos, sua puta, mas depois pede pra eles te darem um lugar pra morar, filha da puta, porque hoje acabou tudo pra você, sua maldita puta! – gritei. Tava muito puto, furioso com o jeito que ela me tratou no banheiro. Apesar dos meus xingamentos e gritos, ela continuava implorando, até que o telefone tocou. Era o chifrudo do meu pai avisando que ia chegar tarde porque tinha muito trabalho e ia jantar com uns colegas. Quando ela soube que teria muito mais tempo, assim que desligou, veio quase correndo pro meu quarto. Chegou na porta, tentou abrir, mas ainda tava trancada. – Andy, abre, por favor, não me faz sofrer assim, Papu, vai, tenho uma boa notícia pra você! – ela dizia. – Vai dar pro vizinho filho da puta que você se entrega inteira, sua puta de merda, sua puta maldita! – gritei furioso. – Andrés, sua puta mãe, pode me abrir, por favor? Não acredito, você é meu próprio filho e por querer me foder é capaz de cagar minha vida, nunca pensei que você faria isso comigo! – ela gritou chorando. – Me deixa em paz, filha de uma puta, puta de merda, você vem me dizer que eu quero cagar sua vida quando você se entrega como uma puta, cagando na sua própria família, sua puta miserável! – Já para um pouco, Andy, vai, não gosto de ficar assim com você, vai, Papu, olha como você me xinga, vai, seu filho da puta, me abre e prometo ser boazinha, a mamãe quer falar com você, vai, não seja assim comigo! – ela dizia com a voz de quem tava implorando. Fazendo biquinho atrás da porta, eu me entreguei por cansaço, porque se não abrisse, ela ia encher meu saco o dia inteiro. Levantei da cama, mal abri a porta, ela entrou como um raio.
— Escuta aqui, que história é essa de me xingar desse jeito? Sou sua mãe, imbecil! Quem você pensa que é, seu merda? Sou sua mãe, ouviu? Senta aí que vamos conversar! — gritou furiosa.
— Quem caralhos você pensa que é para vir gritar comigo e me dar ordens? — gritei mais alto.
— Sou sua mãe, Andy, e te amo. Não gosto que você fique assim comigo. Se acalma, não tô com raiva, tô triste porque não gosto de estar assim com você. Me destrói ver e ouvir como você me xinga e me trata como se me odiasse! — disse ela com voz de sofrimento.
— E o que eu devo fazer quando vejo minha mãe se esfregando com qualquer um enquanto meu pai tá trabalhando, se entregando toda, e quando peço a mesma coisa, ela aceita, mas me enrola pra amanhã como se fosse algo insignificante pra ela? — falei, me abrindo um pouco. Ela fez uma careta triste e me olhou.
— Você tem razão, Andy! Quer me comer hoje? Perfeito, vem, vamos transar, e espero que você aguente me dar o que preciso. Mas primeiro, vai ter que terminar a tarefa que te pedi no banheiro, antes de você destruir o pote de óleo corporal no box. Esse vai ser seu castigo: não vou te dar até você terminar de olear meu corpinho! — disse ela, entre séria e safada. Veio na minha direção, estendeu a mão.
— Vem comigo! — disse, me pegando pela mão. Quando me colocou de pé, me abraçou, acariciou meu rosto e falou:
— Me perdoa, Andy! — E devagar, levou a boca até a minha. Quando nos fundimos naquele beijo, ela começou a me devorar, enfiando a língua, enroscando na minha, desesperada. Nunca fui beijado de um jeito tão safado quanto ela fez. Depois de um bom tempo, se separou, pegou minha mão e me levou de volta ao banheiro. Ficamos na mesma posição de antes de eu explodir de raiva contra ela, e minha mãe deixou a toalha cair de novo. O corpão dela à mostra, dessa vez eu solto o cinto e o botão da calça, abaixando o zíper, deixo cair e me encosto nela. Quando ela sente minha chegada, estica o braço pra trás, me alcançando um frasco novo de óleo – "Teu Castigo, neném, não esquece!" Ela falou entre divertida e risonha, então, resignado, apoio a palma da minha mão no meio das costas dela e a faço se inclinar, deixando o corpo um pouco curvado. Depois abro o frasco e jogo um baita jorro de óleo nas costas dela. Ela dá um pulinho por causa do frio do óleo, e minhas mãos entram em ação: comecei a espalhar todo o óleo pelas costas dela, massageando, e dava pra sentir como ela relaxava. Em seguida, jogo mais óleo nas minhas mãos e as levo pra frente, agarrando os peitões enormes dela. Quando comecei a apertar os seios, passando o óleo por toda a redondeza, ela ergueu o rosto pra cima – "Uffff! Ohhhh Siiim!" Suspirou e começou a lamber os lábios. Depois, minhas mãos foram esfregando o abdômen liso dela e, assim que passei óleo suficiente por lá, ela pega minhas mãos e as enfia dentro da calcinha fio dental dela, e eu esfreguei óleo por toda a buceta depilada dela, que estava toda melada e lubrificada pelo óleo que eu aplicava. Então me animei e enfiei dois dedos juntos, que entraram de uma vez até o fundo, de tão molhada que ela tava, e comecei a meter e tirar em alta velocidade. Ela começou a dar uns gritos fortes – "Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Deeeeus Andyyyy Pooooor Deeeeus Siiiii Jaaa Papaiii Meee Vai Fazeer Gozaaar Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy!" Ela começou a gemer enquanto minha mão se avultava no triângulo da frente da calcinha fio dental dela, dedando a pussy por dentro dela – "Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Deeeeus Queee Malvadooo Soooos Andyyy Taaa Fazeendo Gozaaar a Mamãe Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy! Aaaayyyyyyyy!" E assim que vi que ela tava prestes a gozar, não dei trégua e tirei meu pau bem duro, e quando ela começou o Gozei. Puxei a tanga dela pro lado, me encostei nela e lembrei quando ela tirou e gritou comigo, mesmo eu enfiando com cuidado. Aquilo me deu uma raiva, tomei impulso e enfiei tudo de uma vez.
— Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Meu Deeeeeus Andyyyyy Puta que Pariuuuuu Me Partiuuu a Bucetaaaa Filho da Puuuuta Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii! Aaaaiiiii!
Ela gritava de dor e uma pica como a minha acho que ela nunca comeu, a putinha. Continuava gritando sem parar enquanto eu bombava a pussy dela sem dó. Depois de uns minutos, ela começou a se mexer e não gritava mais, só gemia.
— Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siim, Assim Me Come, Assim, Meu Deus, Siim, Me Come, Andyyyy, Me Come, Siim, Come a Mamãe, Siim, Uiii, Meu Deus, Como Me Esquenta Teu Pau, Meu Deus, Siim, Me Come, Sou Tua Puta, Andyyyyy! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela gemia enquanto se endireitava, pegava meu rosto com as mãos e aproximava do dela, dizendo gemendo:
— Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siim, Andyyy, Chega Perto e Me Beija, Siim, Me Beija, Meu Amor, Te Amooo, Meu Amor, Te Amooo! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela dizia gemendo sem parar, depois pedia aos gritos pra eu comer ela. E o mais gostoso foi quando eu parei as enfiadas e senti ela mesma me comendo, rebolando a bunda.
— Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Siim, Assim, Gostoso, Assim, Come a Mamãe, Assim, Cê Gosta, Como Eu Como, Meu Deus, Siim, Cê Gosta, Como Eu Como, Mamãe! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!
Ela não parava de gemer e se empurrava pra trás, batendo a bunda na minha pica. Era uma máquina de trepar, a putinha. Tava me deixando perto de gozar e eu não queria dar o gosto de ela tirar minha porra, então agarrei ela pelo rabo. e comecei a bombar ela —Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Meu Deeeus Andyyyyy Meteeeee em Miiiim Amoooor Meteeeee Siiiiii Meteeeee na Mamiiii Encheeeeee deee Leiteeee a Bucetaaaa dela Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh!. Ela gemia pedindo cock e cum e, segurando ela assim pelo rabo, comecei a bombar a pussy com muita força. Ela gritava e gemia de prazer, dizendo que ninguém tinha comido ela assim, até que de repente meu cock explodiu dentro da pussy dela, fazendo um jato forte e grosso de cum espesso acertar bem no fundo da pussy dela, dando a ela o orgasmo mais intenso da vida dela —Uuuuhhhhhhhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Uh Meu Deeeus Siiiiiii Minha Vidaaaa Siiiiiii Andyyyyy Goza em Mim Papaiiiii Encheeee a Bucetaaaa da Mamiiii Siiiiiii Assimiiii Me Encheeee deee Leiteeee Queee Estouuu Gozandooo Comooo Nuncaaa Em Toda Minha Vidaaaa Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Aaaahhhhhhhh! Ela gemia sem parar, presa de um orgasmo que deixou os olhos dela brancos de tanto prazer. Quando finalmente parei de gozar dentro dela, comecei a bombar mais devagar, comendo ela num ritmo mais suave enquanto ela se recuperava daquele orgasmo que quase a fez desmaiar. Depois que ela se recuperou um pouco do orgasmo, virou o rosto pra mim, me beijou morbidamente e disse, me encarando fixo —Andy, amor, como você me comeu bem, meu deus, ninguém me fez sentir algo assim na minha vida. Ainda bem que terminamos hoje. Amanhã se prepara, cara: você acabou de deixar de ser meu filho. A partir de agora, você vai ser meu macho e o pesadelo do chifre!. Ela disse sem tirar meu cock da pussy dela, sentindo ele perder a ereção dentro dela. Quando ela fez sinal pra eu tirar, fui puxando e um jato enorme de esperma escorreu da pussy dela toda, enchendo de cum as pernas lindas dela. Depois ela se virou, me abraçou e me deu o beijo mais morbidão de minha curta vida enfiando a língua toda na minha boca, eu abracei ela e comecei a agarrar a bunda dela, ela percebeu minha vontade, que eu tava pronto pra comer ela de novo, então ela desfez o beijo, olhando nos meus olhos e disse: -Andy, vai dar uma descansadinha que vou tomar outra ducha e a gente continua, o corno só chega de madrugada, temos a noite quase toda pra trepar gostoso, sem falar amanhã, vai lá, bebão, descansa que vou tomar banho e a gente continua fodendo, quero mais leitinho pra mamãe! Eu subi a calça e saí do banheiro, ela ficou lá e daí a pouco ouvi o barulho da água do chuveiro.
Continua...
8 comentários - Mamãe Come Mais Quando o Corno Não Tá em Casa 1