Como eu já tinha contado antes, trabalhava num bar bem movimentado, era garçonete. Uma noite, antes de sair, meu chefe me chamou e perguntou se eu topava um encontro no dia seguinte. Eu já sabia onde aquilo ia dar, pelo que as minhas colegas comentavam, mas aceitei. Parecia bem interessante e ele era muito divertido.
No dia seguinte, vesti uma putissaiinha (minissaia) e uma blusa que destacava meus peitões, obviamente bem decotada. No bar pra onde fomos, a gente se divertiu pra caralho. Ele me pagou tudo o que eu quis, ficava passando a mão nas minhas pernas, era mãozudo pra cacete. Quando chegava numa área mais ousada, tirava a mão, mas não parava de olhar pro meu decote. Já passava da meia-noite quando veio o clássico "que tal a gente ir pra um lugar mais confortável?". "Claro", respondi. Saímos do bar e fomos pro apartamento dele. Ele é divorciado de uma ogra. Fomos na caminhonete dele e no caminho ele começou a passar a mão, acariciando minhas pernas e levantando minha saia aos poucos. Eu pedia pra ele esperar, não queria que a gente batesse o carro. No sinal, falei que se ele se acalmasse, eu mostrava minha entreperna. Óbvio que ele topou. Levantei um pouco a saia e mostrei minha calcinha fio-dental preta, falando "o que tem aqui embaixo tá bem raspadinho". Hihihihihi.
Quando chegamos no apê, a gente ficou um tempão na caminhonete conversando. Ele desabotoou a calça e tirou a pica pra fora. "Chupa ela, Karen". Mesmo sendo desconfortável no carro, me ajeitei e chupei. Uma pica pequena e fina, quase cabia na minha mão. Eu masturbava ele e lambia, enquanto ele segurava minha cabeça e falava um monte de putaria. Bom, eu fiz minha parte até ele gozar na minha boquinha. Não custa dizer que nesse meio tempo eu fiquei toda despenteada, com a roupa bagunçada, e fiz ele gemer sem parar. Me afastei dele enquanto me arrumava, abri a boca mostrando o gozo dele e engoli. Ele riu. Ajeitei o cabelo e a gente foi pro apê dele. Ele me levou de trenzinho. Quando entrei, pedi o banheiro pra fazer minhas necessidades. Quando tava no banheiro... Tava trocando ideia com meu namorado, nesse meio tempo fiquei brincando com meus dedos, e pra minha buceta ficar pronta pro chefe, já me limpei, arrumei minha roupinha, passei um batom e me perfumei. Quando saí, oh surpresa, o apê dele todo iluminado por velas. Imagino que ele faz isso com todas as vadias que leva pra lá. Ele tava sentado num sofá, já pelado, me chamou. Fui chegando e ele ia começar a tirar minha roupa, mas me segurou e disse "não, você tá linda, minha querida Karen". Eu falei "usa e abusa de mim".
De frente pra ele, começou a acariciar minhas pernas, levantou minha saia e puxou minha calcinha pra baixo. Os dedos dele começaram a tocar minha virilha, não teve trabalho pra enfiar os dedos, porque já tava toda molhadinha.
me acariciava enquanto eu curtia, os dedos dele me encantavam, ele dizia que os dedos dele ficavam molhados, me pediu pra buscar os camisinhas na mesa, enquanto eu ia ele falou "mexe mais essa bunda gostosa, mamãe" eu mexi mais, quando voltei enquanto ele colocava eu enfiava meus dedos na minha buceta pra depois dar pra ele lamber, ele pediu pra eu virar de costas, levantou minha saia e me deu um tapa na bunda, me puxou pelos quadris e me ajeitou, na primeira a pica dele foi até o fundo junto com um gemido gostoso meu, comecei a rebolar, me mexia o melhor que podia enquanto ele me tocava e ajeitava minha saia, ele falou "que delícia que você fode, karencita" eu me empolguei e coloquei mais tesão, dava sentadas fortes bem selvagens, isso acabava com ele, parei e me joguei pra trás, tirei o pau dele e levei as mãos dele pra minha buceta, ele entendeu o recado, ahhh as mãos dele me davam aquele prazer que eu precisava, me contorcia em cima dele, a saia já tava bem molhada, virei agora montei de frente, assim que me ajeitei ele começou a me beijar enquanto meus quadris se mexiam devagar, sentia o pau dele bem durinho, me afastei dele e tirei a blusa, do sutiã ele puxou meus peitos e começou a beijar, meus mamilos bem duros e ele lambendo, de repente me abraçou bem forte contra ele, o rosto dele ficou perto do meu e escaparam gemidos de prazer junto com o esperma dele enchendo a camisinha. dei uns beijões bem gostosos e fiquei sentada em cima dele uns instantes, nos separamos, nos limpamos e fomos tomar um cafezinho gostoso, tirei a saia molhada só fiquei com a blusa que era a única coisa seca, ele só vestiu a camisa deixando o pintinho dele pendurado.
Sentamos um tempo pra conversar na sala de jantar, depois de um tempo com meu pé safado acariciava o pé dele por baixo da mesa, ele ajeitou no pau dele, com os dedos sentia como tocava, ele me olhou com malícia, levantou e ajeitou a cadeira dele do meu lado e me abraçou, a pica dele já tava dura de novo, ele falou "puxa ela pra mim Forte", eu beijei ele e peguei no amiguinho dele e comecei. Ele me beijava enquanto pegava nas minhas tetas, eu continuava com o pau na mão. No meu ouvido, ele pedia pra eu apertar mais forte, não parava de gemer. Ele disse que eu tinha umas mãos muito pequenas, eu não parei. Ele se apoiou em mim e gemeu igual um louco. Não dava pra esperar que depois disso saísse um jorrinho de porra bem quente. O sêmen dele saiu disparado, respingando nele e na minha blusa, deixou minha mão toda melada. Soltei ele e chupei minha mão na frente dele pra provocar mais. Ele parecia super feliz, começou a me beijar de novo, não ligou que minha boca tivesse o gosto da porra dele. Eu tinha deixado meu chefinho bem ligado, embora ele dissesse "já não aguento mais". "Como assim não aguenta? Agora você vai gozar pra mim", falei. Levei ele pro sofá.
Meu chefe sentado, de pernas abertas com a virilha molhada, comecei a dançar bem sexy pra ele, completamente nua. Mexia a bunda e os peitos pra provocar ele, me aproximava pra ele me acariciar, pulava pra minhas tetas balançarem, enfiava os dedos na virilha. Tudo ajudava, aos poucos ele foi ficando duro de novo. Nisso, fui pegar a camisinha rebolando minha bunda gostosa. Como uma boa mulher, coloquei nele enquanto ele me tocava. Dei uns tapinhas no pau dele pra estimular, montei nele de novo igual uma besta, me mexia super gostoso. Ele beijava meus mamilos e apertava com os lábios, dava pra ver o rostinho dele cheio de prazer. Lembro que ele disse que eu era uma putinha. Ele gemia, e eu mais ainda. "Continua, Karen, continua", isso me motivava mais. Uff, ele explodiu e me abraçou super gostoso. O chefe tava exausto e ofegante, banhado em suor igual eu. A funcionária tinha dado uma sentada inesquecível nele, tinha deixado ele seco. Nem preciso dizer que depois disso, no trabalho, as coisas melhoraram pra mim. Ganhei aumento de salário e, no fim, tive que dormir com meu chefe por algo melhor.
No dia seguinte, vesti uma putissaiinha (minissaia) e uma blusa que destacava meus peitões, obviamente bem decotada. No bar pra onde fomos, a gente se divertiu pra caralho. Ele me pagou tudo o que eu quis, ficava passando a mão nas minhas pernas, era mãozudo pra cacete. Quando chegava numa área mais ousada, tirava a mão, mas não parava de olhar pro meu decote. Já passava da meia-noite quando veio o clássico "que tal a gente ir pra um lugar mais confortável?". "Claro", respondi. Saímos do bar e fomos pro apartamento dele. Ele é divorciado de uma ogra. Fomos na caminhonete dele e no caminho ele começou a passar a mão, acariciando minhas pernas e levantando minha saia aos poucos. Eu pedia pra ele esperar, não queria que a gente batesse o carro. No sinal, falei que se ele se acalmasse, eu mostrava minha entreperna. Óbvio que ele topou. Levantei um pouco a saia e mostrei minha calcinha fio-dental preta, falando "o que tem aqui embaixo tá bem raspadinho". Hihihihihi.
Quando chegamos no apê, a gente ficou um tempão na caminhonete conversando. Ele desabotoou a calça e tirou a pica pra fora. "Chupa ela, Karen". Mesmo sendo desconfortável no carro, me ajeitei e chupei. Uma pica pequena e fina, quase cabia na minha mão. Eu masturbava ele e lambia, enquanto ele segurava minha cabeça e falava um monte de putaria. Bom, eu fiz minha parte até ele gozar na minha boquinha. Não custa dizer que nesse meio tempo eu fiquei toda despenteada, com a roupa bagunçada, e fiz ele gemer sem parar. Me afastei dele enquanto me arrumava, abri a boca mostrando o gozo dele e engoli. Ele riu. Ajeitei o cabelo e a gente foi pro apê dele. Ele me levou de trenzinho. Quando entrei, pedi o banheiro pra fazer minhas necessidades. Quando tava no banheiro... Tava trocando ideia com meu namorado, nesse meio tempo fiquei brincando com meus dedos, e pra minha buceta ficar pronta pro chefe, já me limpei, arrumei minha roupinha, passei um batom e me perfumei. Quando saí, oh surpresa, o apê dele todo iluminado por velas. Imagino que ele faz isso com todas as vadias que leva pra lá. Ele tava sentado num sofá, já pelado, me chamou. Fui chegando e ele ia começar a tirar minha roupa, mas me segurou e disse "não, você tá linda, minha querida Karen". Eu falei "usa e abusa de mim".
De frente pra ele, começou a acariciar minhas pernas, levantou minha saia e puxou minha calcinha pra baixo. Os dedos dele começaram a tocar minha virilha, não teve trabalho pra enfiar os dedos, porque já tava toda molhadinha.
me acariciava enquanto eu curtia, os dedos dele me encantavam, ele dizia que os dedos dele ficavam molhados, me pediu pra buscar os camisinhas na mesa, enquanto eu ia ele falou "mexe mais essa bunda gostosa, mamãe" eu mexi mais, quando voltei enquanto ele colocava eu enfiava meus dedos na minha buceta pra depois dar pra ele lamber, ele pediu pra eu virar de costas, levantou minha saia e me deu um tapa na bunda, me puxou pelos quadris e me ajeitou, na primeira a pica dele foi até o fundo junto com um gemido gostoso meu, comecei a rebolar, me mexia o melhor que podia enquanto ele me tocava e ajeitava minha saia, ele falou "que delícia que você fode, karencita" eu me empolguei e coloquei mais tesão, dava sentadas fortes bem selvagens, isso acabava com ele, parei e me joguei pra trás, tirei o pau dele e levei as mãos dele pra minha buceta, ele entendeu o recado, ahhh as mãos dele me davam aquele prazer que eu precisava, me contorcia em cima dele, a saia já tava bem molhada, virei agora montei de frente, assim que me ajeitei ele começou a me beijar enquanto meus quadris se mexiam devagar, sentia o pau dele bem durinho, me afastei dele e tirei a blusa, do sutiã ele puxou meus peitos e começou a beijar, meus mamilos bem duros e ele lambendo, de repente me abraçou bem forte contra ele, o rosto dele ficou perto do meu e escaparam gemidos de prazer junto com o esperma dele enchendo a camisinha. dei uns beijões bem gostosos e fiquei sentada em cima dele uns instantes, nos separamos, nos limpamos e fomos tomar um cafezinho gostoso, tirei a saia molhada só fiquei com a blusa que era a única coisa seca, ele só vestiu a camisa deixando o pintinho dele pendurado. Sentamos um tempo pra conversar na sala de jantar, depois de um tempo com meu pé safado acariciava o pé dele por baixo da mesa, ele ajeitou no pau dele, com os dedos sentia como tocava, ele me olhou com malícia, levantou e ajeitou a cadeira dele do meu lado e me abraçou, a pica dele já tava dura de novo, ele falou "puxa ela pra mim Forte", eu beijei ele e peguei no amiguinho dele e comecei. Ele me beijava enquanto pegava nas minhas tetas, eu continuava com o pau na mão. No meu ouvido, ele pedia pra eu apertar mais forte, não parava de gemer. Ele disse que eu tinha umas mãos muito pequenas, eu não parei. Ele se apoiou em mim e gemeu igual um louco. Não dava pra esperar que depois disso saísse um jorrinho de porra bem quente. O sêmen dele saiu disparado, respingando nele e na minha blusa, deixou minha mão toda melada. Soltei ele e chupei minha mão na frente dele pra provocar mais. Ele parecia super feliz, começou a me beijar de novo, não ligou que minha boca tivesse o gosto da porra dele. Eu tinha deixado meu chefinho bem ligado, embora ele dissesse "já não aguento mais". "Como assim não aguenta? Agora você vai gozar pra mim", falei. Levei ele pro sofá.
Meu chefe sentado, de pernas abertas com a virilha molhada, comecei a dançar bem sexy pra ele, completamente nua. Mexia a bunda e os peitos pra provocar ele, me aproximava pra ele me acariciar, pulava pra minhas tetas balançarem, enfiava os dedos na virilha. Tudo ajudava, aos poucos ele foi ficando duro de novo. Nisso, fui pegar a camisinha rebolando minha bunda gostosa. Como uma boa mulher, coloquei nele enquanto ele me tocava. Dei uns tapinhas no pau dele pra estimular, montei nele de novo igual uma besta, me mexia super gostoso. Ele beijava meus mamilos e apertava com os lábios, dava pra ver o rostinho dele cheio de prazer. Lembro que ele disse que eu era uma putinha. Ele gemia, e eu mais ainda. "Continua, Karen, continua", isso me motivava mais. Uff, ele explodiu e me abraçou super gostoso. O chefe tava exausto e ofegante, banhado em suor igual eu. A funcionária tinha dado uma sentada inesquecível nele, tinha deixado ele seco. Nem preciso dizer que depois disso, no trabalho, as coisas melhoraram pra mim. Ganhei aumento de salário e, no fim, tive que dormir com meu chefe por algo melhor.
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