Un poco de amor Frances

Beleza, aqui estou eu com meu segundo conto pra essa página.
Dessa vez vou contar uma experiência que tive em março de 2015.
Em janeiro do mesmo ano, eu e uma amiga planejamos uma viagem, o destino não era certo e, depois de vários vai e vem, decidimos: França.
Não era uma viagem longa, só 15 dias, pra dar uma arejada, passear, comprar, claro, e voltar com energia pra começar o ano.
Minha amiga, fanática por esse país, já tinha ido três vezes; eu, por outro lado, só fui uma vez, bem pequena, e não lembrava de nada.

Chegamos no lugar reservado e já começamos o tour por Paris inteira, ela como guia principal, até falando um francês de dar inveja.
Nos primeiros dias, visitamos tudo o que um turista precisa ver.
Eu, particularmente, me apaixonei pelo "Parc du Champ de Mars", com certeza um dos meus lugares favoritos no mundo.
No primeiro dia que fomos, tinha pouca gente; depois de mil fotos e horas deitadas na grama, voltamos pro hotel onde estávamos.
Não tinha jeito, aquele era o meu lugar.

No dia seguinte, minha amiga queria ir pra Versalhes, e eu queria voltar pro mesmo lugar.
Duas cabeças duras, não tinha acordo possível, cada uma foi pro lado que queria.
Meu francês é bem básico, mas sendo bem cara de pau, consigo me fazer entender um pouco: "salut", "manger", "je suis argentine", "sexe" e só. Precisa de mais?
Sem dizer uma palavra, peguei um táxi e, com uma colinha que minha amiga tinha feito, consegui indicar pro motorista onde queria ir.
Chegamos, desci na Joffre e Suffren, o lugar que minha amiga tinha dito pra pedir.
Andei os poucos metros necessários e me encontrei lá, no meu lugar.

Dessa vez tinha mais gente, comecei a andar pelo parque todo em direção à torre.
Sempre parando, sempre tirando fotos.
Pra minha curiosidade, no caminho todo teve muita gente tentando vender coisas.
Aos quais eu respondia com um "merci", "merci", baixava a cabeça e seguia andando.
Chegando já na destino, vi um cara magro, sentado na grama, tocando violão, um morenão de tranças compridas, com uma cara de felicidade imensa.
Vários se aproximavam pra ver, e entre esses vários, eu.
Diretamente me sentei, ele continuava na dele tocando, com aquele sorriso de felicidade real no rosto.
Passou um bom tempo, vários foram embora, outros chegaram.
O show acabou, vários se aproximaram pra deixar algo pro rapaz em questão, eu não fiquei de fora.
Me aproximei, deixei e com meu francês podre falei “bon”, ele deve ter pensado bon ou bon? Ou o que essa idiota tá falando, mas respondeu “merci”.
Segui meu caminho, cheguei na torre, fotos e tal.
Mas minha cabeça tinha ficado pensando no rapaz…
Voltei, pensando como me aproximo, o que falo, enfim, todas as variáveis.
Variáveis que se esgotaram porque quando voltei, ele não estava mais.
Decepção total.
Voltei pro hotel, minha amiga estava, e ela disse “o que houve, ficou maluca?” entre risadas.
E eu pensei por dentro, quem dera!
Contei a sequência e depois de umas gozações dizendo que eu queria ficar com o moreno por causa do tamanho do pau dele, a coisa acalmou e ficou por isso.
No outro dia voltamos, pro mesmo lugar, eu acho que já tava mais afim de ver ele de novo do que de estar naquele lugar que eu tanto gostava.
Dessa vez fui com minha amiga.
Chegamos no lugar, e sim, ele estava lá!
Mesma sequência, ele tocando e vários assistindo, entre eles eu, óbvio.
Falei pra minha amiga, que merda eu falo, cara?
Ela me disse umas palavras, mas eu não tinha coragem, entre o nervosismo e eu falar pouco, ia sair qualquer merda.
Convenci ela de que, assim que ele terminasse, ela me acompanhasse e servisse de tradutora.
Foi assim, ele terminou, na hora saí correndo com ela de mãos dadas e chegamos onde ele estava.
Minha amiga cumprimentou ele, eu também, pra não ficar de fora.
E começaram a conversar, entendi alguma palavra, ele tava se abrindo um pouco mais, ou era o que eu achava.
Ele me disse 2 ou 3 coisas me olhando, que nunca entendi.
Ele me deu a mão, me cumprimentou, Cumprimentei minha amiga e ela foi embora.
Perguntei pra minha amiga o que ele tinha dito, o que tinha rolado.
E não passou do "disse que vai te foder todinha" enquanto ria.
Coisa que nunca acreditei.
Depois de um bom tempo, não consegui arrancar dela o que ele tinha me dito, mas sim que ele tinha comentado que à tarde/noite tocava num barzinho.
Obviamente à noite estávamos naquele bar com minha amiga.
Entramos, vi ele, sentei perto do minipalco que tinha.
Ele me viu, riu e seguiu na dele.
Terminou o show e ele desceu com outro amigo.
Chegaram na nossa mesa, eu? Nervosa pra caralho.
Sentaram e começou a conversa, claro entre eles três porque eu, além de rir cúmplice, não fazia nada.
Pouco tempo depois o outro cara em questão tirou minha amiga pra dançar e foram embora.
Ficamos lá, desconfortável, mas já estava rolando algo.
Num francês irreproduzível pra mim, ele me ofereceu uma cerveja, ou pelo menos foi o que entendi, podia ser qualquer coisa.
Obviamente assenti com a cabeça, fosse o que fosse.
Ele me pegou pela mão e me levou até o balcão, pediu, me deu uma cerveja.
Ficamos lá bem juntinhos, eu peguei o celular e tirei uma foto com ele, já não tava nem aí pra nada.
Depois de conversas fracassadas mas engraçadas em francês e espanhol respectivamente, saímos pra dançar.
Nunca curti nem me excitei tanto com umas mãos segurando minha cintura e muito menos com umas encostadas sutis.
Sim, já tava entregue, de mãos dadas esperando pra ver quando a gente ia embora.
Quando tudo parecia que ia rolar do meu jeito, apareceram minha amiga e o outro cara.
Em dois minutos estávamos na mesa de novo, eu? Tesuda, nos dois sentidos, molhada e querendo estar em qualquer lugar menos falando naquela mesa.
Eles? Como se nada, conversando e morrendo de rir.
Minutos depois levantaram, se despediram e foram embora.
Queria me matar.
Na sequência fomos embora, de novo perguntava pra minha amiga o que tinha rolado.
E ela só dizia que nada, que eles tinham dito que Elas tinham se divertido pra caralho, que delícia.
Eu não entendia nada.
Minha amiga me perguntou o que tinha rolado, eu contei e, entre risadas, ela disse: "Ele te deixou toda excitada".
Cheguei no hotel, tomei banho, cabeça a mil, ficou por isso.
Saí do banho e minha amiga me mostrou uma mensagem no WhatsApp do cara dizendo: "J'ai adoré la pétasse blonde" (não exatamente) algo tipo "amei a putinha loira".
Pior! Fiquei com tesão de novo, mas de um jeito foda. Não aguentei, assim que minha amiga entrou no banho, eu me toquei.
No dia seguinte, com a promessa de que à noite a gente se encontrava de novo, acompanhei minha amiga pra passear.
Chegou a noite, nos encontramos, em outro bar.
Mesma sequência: mesa/balada/ dança.
Quando a gente tava dançando, as mãos dele foram bem mais ousadas.
Num momento, eu já encostada nele, uma das mãos foi pra minha barriga, a outra começou a entrar por baixo da legging.
Acho que naquela hora eu quase gozei de tesão, tão excitada que tava.
Mal ele tocou e tirou, me virou, beijou e, quase sem perceber, a gente tava de mãos dadas saindo.
Andamos três quarteirões, sinceramente achei que íamos transar na rua, porque ele parecia tateando lugares (não ia ligar muito se fosse assim), mas não, em seguida subimos num apartamento.
Ele abriu a porta, eu esperava algo descontrolado, beijo, empurrão na cama e partir pro que interessa.
Mas não, ele me levou pela mão até um sofá. Me sentou e foi pegar algo na geladeira.
Já tava com medo de não rolar nada, igual na noite anterior.
Pegou uma garrafa, espumante obviamente, serviu duas taças, me trouxe uma.
Brindamos, tomei tudo… ele me olhou, riu, pegou minha taça e falou algo.
Eu fiquei tipo "ah, sim" e aí ele fez o gesto de tirar a roupa.
Eu entendi "tira a roupa", acho que ele nem largou as taças e eu já tava completamente pelada, não levei 30 segundos pra tirar tudo e largar tudo espalhado.
Do balcão ele me olhou (adoraria ter lido a mente dele naquele momento), riu, pegou a Garrafa e empino na mesma hora.
Deixei ela, deu dois passos, tirou a camisa, se apoiou no balcão e tirou a calça jeans.
E já de cueca começou a se aproximar, com as duas mãos segurou meu rosto, aproximou o dela e me deu uns beijos.
Na sequência, com a mão esquerda, pegou no meu cabelo e, sutilmente, levou minha cabeça até a cueca dele.
Nem hesitei, óbvio, comecei a baixar a cueca dele e, quando terminei de tirar, tive várias impressões, nunca tinha ficado com alguém de cor e era, à primeira vista, diferente e sim, também era maior.
Ele percebeu minha hesitação e, sutilmente, começou a se tocar.
Eu estava ali, a 10 centímetros.
Em certo momento, parece que se cansou e, já sem tanta sutileza, colocou na minha boca.
Comecei a chupar, primeiro sem usar as mãos, ele guiando com a mão esquerda na minha cabeça e a direita no próprio pau.
Depois de um tempo, ele deixou eu usar as mãos.
Eu tava com tesão… mas ele não ficava atrás e dava pra perceber.
Nunca tirou a mão do meu cabelo.
Minutos depois, já com as duas mãos na minha cabeça, ele "comeu" um pouco minha boca, e depois tentou enfiar pra dentro, mas não, eu, impossível.
Tirou, segurou o pau e, puxando pra trás, colocou os ovos pra eu chupar.
Deixo claro que não é uma das minhas coisas favoritas, coisa que ele também percebeu, porque logo voltou pra boca.
Tinham duas coisas claras: ele, Gael, adorava receber boquete, e eu nunca tinha gostado tanto de fazer.
Depois de um bom tempo nessa situação, ele me levantou e me colocou no sofá. Me percorreu com beijos de cima pra baixo umas 20 vezes.
Fiquei na borda, deitada.
Ele levou dois dedos à boca e, na sequência, à minha buceta, começou a me masturbar me olhando fixo, eu? Aproveitando e, já que não conseguia agradecer, gemia do jeito mais puta que saía.
Depois de um tempo, já toda molhada, ele desceu e começou a chupar.
Me comeu a pussy, na sequência começou a me penetrar, senti como nunca.
Várias mudanças de ritmo… Depois freou, de repente, se levantou e virou, me ajeitei de quatro com os braços apoiados no encosto do sofá e, sem perder um segundo, começou a me comer com muita força. Meus bracinhos não aguentaram o ritmo nem a força por muito tempo, e acabei com a cabeça encostada no encosto.

Entraram uns tapas, ele freou, tirou a rola, me deu dois tapas, me pegou pelo braço e me virou.

Às vezes não precisa falar nada, e foi aquele momento: ele me olhou como quem diz "você já sabe", e eu entendi tudo.

Lá estava eu de novo chupando ele. É difícil explicar tudo o que o cara dizia sem falar nada enquanto eu tinha a rola na boca.

Nunca vi alguém que curta tanto.

Depois de uns bons minutos de boquete, paramos. Com um braço só, me colocou em cima dele, e começamos a transar, nos olhando, gemendo na cara dele, uns beijos e então ele se levantou e fomos contra uma parede.

Ele me comeu sentada contra a parede.

Na sequência, entramos num quarto.

Ele me deitou de barriga pra cima e começou a me chupar, e ainda colocou os dedos.

Foi demais, gozei.

Dois minutos de paz e ele sentou na beirada da cama.

Pegou minhas mãos e as levou entre minhas pernas. Com as costas da mão esquerda, começou a fazer carinho no meu rosto, enquanto a gente se olhava fixo, e com a direita ele se tocava.

Depois me pegou pelo cabelo de novo com a esquerda e levou à boca. Amei aquela rola.

Sentia ela toda molhada na minha boca, e aí ele tirou.

Mão esquerda no meu queixo, levantando, e quase de surpresa gozou na minha cara toda.

A gente ficou ali, de novo na minha boca, continuei chupando ele por mais um tempo…

Tomei banho, me troquei, peguei o celular, mil mensagens da minha amiga.

Descemos, peguei um táxi e logo tava na cama do meu hotel.

Feliz.

5 comentários - Un poco de amor Frances

moneyco +1
Hermoso relato, hermosa experiencia, además de la manera en que lo contaste se nota lo mucho que lo disfrutaste, hermoso y caliente
Muy buen relato. Espero que hayas disfrutado de la experiencia.
Por los shouts se ve que sos de la acade. VAMOS RACING