Uma manhã de verão gostosa

Com o passar dos dias, chegou de férias um superior do meu marido que, por estar sozinho, ganhou um quarto pra descansar o ano todo, bem perto de onde a gente tava, eu, meu marido e meus dois filhos.
Jorge – era assim que ele se chamava – compartilhou e entrou numa tradição saudável que, com o tempo, virou rotina: a gente convidava ele pra tomar café da manhã e, às vezes, almoçar junto com a gente.
Meu marido na empresa era um colaborador de chão de fábrica, mas não tinha um serviço fixo dentro da fábrica, então ele não passava a imagem de um funcionário comum, era mais do serviço de apoio externo da fábrica e não era muito conhecido pelos empregados.
Jorge era uma pessoa muito tranquila e encantadora, e com o tempo a gente, junto com meus filhos, começou a curtir de verdade os comentários e observações engraçadas que ele fazia sobre a vida, porque ele tinha um jeito de conversar que transformava qualquer história boba ou simples num conto cheio de graça e boa vontade.
Ele nunca jantava com a gente, porque com certeza tava ocupado com as coisas dele, umas aventuras sexuais que davam pra notar de manhã…

Como sempre, depois de comprar os pães doces numa padaria muito boa pra tomar café – que ficava fora da pousada, porque lá o serviço não era bom – a gente comprava umas tortas fritas recém-saídas do forno e umas medias-luas, que pra Jorge era o maior prêmio da manhã.
Era meu costume ir buscar o Jorge, que nunca deixava a porta trancada, e quando trancava (era porque não queria ser incomodado, um costume esperto que a gente tinha de avisar):
“Tô com alguém, não entra.”
Eu abria a porta e falava: “Anda, Jorge, trouxemos as tortas fritas…” E ele do banheiro gritava: “Já tô descendo, não demoro.”

II
Tava um dia lindo, com um solzão a pino. Passei no apartamento dele, eram nove da manhã e tava um calorão. Bati na porta. Jorge não respondia, então tentei abrir a porta, pensando comigo: "se tá trancada, é porque tem alguém com ele". A porta se abriu. Aí pude ver Jorge deitado, coberto com o lençol e... Vi uma surpresa mesmo. O lençol deixava escapar o pau dele, que descansava do mesmo jeito que ele, mas era realmente grande. E parecia que, mesmo dormindo, aquele troço tinha um tamanho bem avantajado. Fiquei olhando porque ele tava profundamente dormindo, e até pensei em pegar nele — se fosse de noite, com o sono pesado que ele tava, ele nem ia perceber. Mas agora só olhei, me virei e fui tomar café.

Meu marido me perguntou por ele, eu disse que tava dormindo e, quando me recusei a subir de novo, mandou meu filho mais velho acordá-lo. Quinze minutos depois, Jorge apareceu.

Os dias passaram, e numa manhã de muita chuva, meu marido tinha saído pra visitar a irmã e a cunhada, levando meus dois filhos pra Mar del Plata, a quase duas horas de carro. Sabendo que, por causa dos bens dos pais do meu marido, eu tinha discutido muito e forte com ele e não iria nem queria, eles saíram pouco antes do café, me dizendo que voltariam pra jantar no hotel. Quando eles saíram pra voltar só à noite, aconteceu o que eu tanto desejava: iria na casa do Jorge. Desde o dia que vi ele pelado, minha tesão por ele só aumentava a cada dia, e ele sabia que hoje a gente ia tomar café sozinho — ficou sabendo quando meu marido, voltando da pescaria, disse que de manhã só eu estaria no café. E isso tava me deixando louca.

Tomei banho, depilei mais ainda minha buceta, passei perfume no corpo, queria estar gostosa pra ele. Sabia que ele tava sozinho em casa porque essa manhã tava chovendo e ele não ia sair pra lugar nenhum. Depois de vestir só uma camisa sem sutiã e uma saia curta daquelas que a gente usa na praia, azul, com uma mini tanga preta, saí muito excitada pro apartamento dele, esperando. que ninguém me visse, abri a porta sem pensar duas vezes…
Lá estava Jorge, totalmente dormido. Eu já sabia que ele me queria, porque já era evidente na mesa antes do almoço e, quando meu marido não prestava atenção, ele me olhava como quem me desejava, e várias vezes na praia ele tinha olhado pra minha buceta marcando no meu biquíni.
Tirei devagar o lençol (ele estava pelado) e, sem pensar, levada pelo meu tesão de mulher, me aproximei do pau dele.
Depois de alguns segundos, com meu tesão aumentando, fui chegando meu rosto perto, pra sentir o cheiro daquele pau.
Um cheiro salgado bateu no meu rosto, e quase sem perceber, fui abrindo a boca e aproximando aquele pau dos meus lábios, meu coração começou a disparar.
Peguei suavemente o pau dele com uma mão e comecei a lamber a ponta, saboreando, percorrendo, explorando.
Com a outra mão livre, enfiei por baixo da minha calcinha fio dental, sentindo minha umidade, acariciando meu clitóris, às vezes devagar, às vezes de forma selvagem. Eu tava muito excitada, mas aí, de repente…
Abri minha boca e tentei enfiar a cabeça primeiro, babando tudo e indo um pouco mais fundo a cada vez.
Continuei na minha, com minha língua percorrendo o pau dele naquela manhã, enquanto com a outra mão eu me dava um prazer inimaginável pra mim, sobre a minha buceta.
Eu tava me masturbando enquanto enfiava o pau inteiro na minha boca, pensando um pouco no que tava fazendo, consciente de que Jorge tava imóvel, se fazendo de dormido…
E ele sabia que, se continuasse assim, ele gozaria em pouco tempo, e eu terminaria de me masturbar até ter um orgasmo merecido.
E aí teria acabado tudo, mas eu já tava tão excitada que decidi acalmar minha vontade de pau.
Naquela manhã, eu tava disposta a tudo.
Jorge, depois de um tempo, me olhou e, satisfeito, me jogou de costas na cama enquanto eu curtia um boquete gostoso. Chupei o pau dele com minha boca por mais de dez minutos, sentia aquela cabeça chegando na minha garganta, passando pela minha língua, eu mordia ele de leve… devagar e fazendo cara de puta gostosa; fiz de tudo com a boca enquanto me esfregava na minha buceta ainda coberta de roupa.
Ao mesmo tempo, senti a coisa mais gostosa do mundo.
Ele tinha gozado.
Todo aquele leite quente enchendo minha boca e comecei a me esfregar mais rápido pra gozar saboreando aquele sêmen gostoso, e sim, eu gozei.
Junto com ele, poucos segundos depois de ele gozar, eu acabei me contorcendo com todo o leite dele na minha boca. Minha gozada foi longa e quente porque senti aquele calor tão particular das mulheres quando se derrama na buceta e fica na minha calcinha.
Eu, junto com o último espasmo da minha buceta, saboreei todo o leite dele dentro do meu corpo, engolindo.
E acho que é mais…
Sim, saboreei cada gota como uma puta insaciável.
Nunca tinha feito isso com meu marido.
Ao mesmo tempo, ele me disse:
amor, te desejei tanto, vai fundo, acentuando ainda mais: vai, tira a roupa que quero te fazer amor…
Me despi na hora (ele parecia não entender nada, mas também não fazia nada pra parar, era natural ter uma mulher gostosa à disposição, então só continuava olhando enquanto eu, estava dando pra ele).
Joguei o lençol da cama, pra dizer algo, na verdade, joguei no chão…
Dei um beijo na boca dele e falei:
Vamos, Jorge, me come que não aguento mais, te desejo, amor, sou sua.
O pau dele começou a reagir e a ficar cada vez mais duro, se destacando ainda mais aos meus olhos assustados ao ver aquele pau.
O pau dele tinha um tamanho considerável, era mais grosso que o do meu marido e quando ficou duro, eu vi como nunca tinha visto um pau:
Era grosso e cheio de veias, com uma cabeça vermelha muito mais impressionante que a do meu marido.
Ele me olhou nos olhos e disse:
Agora você vai saber o que é ser comida por um homem gostoso como eu.
Sim, Jorge, me dá tudo, o que você quiser.
Ele levantou minhas pernas e colocou nos ombros dele, e se jogou com todo o peso.
Devagar, Jorge, enfia devagar e termine a frase quando já tinha o pau dele até o fundo. Começou a me comer com toda força até gozar
Me comeu de todas as maneiras, fez de mim
usa a palavra: buceta
que renascesse ao prazer, me comia devagar, enfiando toda aquela porra em mim, me dando um formigamento de prazer e até dor do sexo que deixava meus mamilos duríssimos, sabia comer, esse cara, sem dúvida, me teve assim quanto ele quis e assim que eu disse

"Acaba, Jorge, love, me vem, vou te encher de fluxo de tesão, essa cock love, dale, acaba..." ele disse no momento em que recebia todo o gozo dele dentro de mim

Ainda ficou um tempo se mexendo, e acabou todo movimento
Estava, pela primeira vez, o gozo dele dentro de mim, pois não usava camisinha e eu...
Deixei

Passaram uns segundos e eu gozei.
Minutos depois, quando terminamos de nos beijar, ainda estava fervendo.
De repente, falei:
"Vou ao banheiro, Jorge, pra me lavar"
Tentei me levantar, mas ele não deixou

"Anda, vem deitar aqui comigo"
"Espera, vou me lavar"
"Não, fica assim, cheia do meu gozo"

Ele não me deixou levantar, me segurou pela cintura e se acomodou na minha frente, me fazendo carinho no pescoço e nos ombros
Pouco depois, umas meia hora, me acordou da minha sonolência, quando percebi que ele estava sobre meus peitos, lambendo com maestria, e eu estava ficando com tesão de novo

"Neném, seja boazinha com o papai e chupa ele"

Eu não fiz questão de implorar. O pau dele estava molhado com meus fluidos e saber disso não me causou nada
E fui chupando o gozo dele junto com meu fluxo de tesão daquela cock que começava a ficar imensa

Fiz o melhor boquete que pude, e nunca chupei um homem daquele jeito, enfiando o máximo que dava na boca
Fiquei assim um tempo até que ele ficou duro como nunca tinha acontecido com meu marido

Não demorou muito para ele me posicionar de novo, pronto pra me dar a foda que eu merecia.
Ele meteu de uma vez e, sem mais nem menos, começou a me comer com força, eu gemia sem controle

"Si, buceta, me dá mais, mais, me come, me come"

As estocadas dele eram brutais, parecia que íamos... quebrar a cama.
Toma, vadia, toma.
Ele me fez virar e me ajeitar de quatro, com os joelhos e as mãos na cama, e apertava minhas nádegas com força, me rebolava do jeito que ele queria, colocava a mão inteira na minha buceta molhada, e pegava tudo, era gostoso ser apalpada assim, feito uma puta.
Vai, você é minha puta, quero que você meta sozinha.
Os desejos dele eram ordens, ajustei meus joelhos pra deixar na altura da minha buceta e me empurrei pra trás, onde eu gostei, naquela posição sentia ele me preenchendo por completo, meu marido nunca tinha feito assim, dava pra ver que aquele cara estava me comendo sabendo como tratar uma mulher bem quente na cama.
Eu mesma fui pegando o ritmo, enquanto o Jorge me segurava pelos quadris e empurrava com força, sentia minhas nádegas batendo nas bolas dele a cada estocada.
— Assim, assim, papai, continua, me come igual àquelas putas que você pega, vai, que eu tô muito tesuda com você, Jorge…
Que pica que eu tô chupando, vai Jorge, mais, me dá mais, que eu adoro.
Ele colocou uma mão no meu pescoço, me empurrando contra a cama, sem parar de me foder, e com a outra mão começou a separar minhas bandas do cu.
— Já te comeram no cu alguma vez?
— Não, não, meu marido tentou há dois meses, de verdade tentou…
— Só entrou um pouco porque doía e eu não tava quente igual agora, sugeri…
— Ele só colocou a cabeça e entrou um pouquinho
— E não conseguiu, por isso desistiu.
— Vou arrebentar esse seu cu, vadia — ele avisou.
A ideia me excitava e ao mesmo tempo me dava um pouco de medo, embora meu marido não tivesse estreado meu cu por completo, sempre gostei da ideia de ter uma pica no cu, mesmo minha amiga tendo dito que no começo dói, mas se o cara é bom, o que dói vira prazer rapidinho…
Eu já tinha brincado com meu cu
Fiz com um brinquedo que comprei num sex shop de Liniers
Com um aparelho que eu tinha escondido em casa
Fazia isso à tarde, quando tava cheia de tesão nas minhas sessões de Sozinho, em casa.
III
De repente, Jorge tirou a pica da minha buceta e me levantou da cama, e disse: Agora, apoia a cabeça no travesseiro e levanta essa raba, céu.
— Você vai me fazer doer, amor.
— Não, se doer eu tiro, mas hoje você vai engolir tudo, céu…

E ele passava o pau dele pela minha bunda, espalhando os sucos por todo o meu cu, enquanto as mãos dele tentavam ir dilatando.
Aí, só com a saliva dele, começou a enfiar a ponta.
— Jorge, céu, faz com cuidado, que tá doendo.
E ela tentou ajudar ele, porque queria que aquele homem arrombasse o cu dela…
Sim, ela desejava e queria fazer aquilo.

Então eu comecei a me endireitar, mas Jorge segurou meu pescoço, ele curtia ter o controle, e eu, submissa, deixei ele fazer.
Aos poucos, fui sentindo meu cu alargar e o pau dele entrar cada vez mais fundo.
— Tá doendo, Jorge — eu implorava, mas ele continuava.
Não passou de três minutos, quando já senti a barriga dele contra minhas nádegas.
— Agora sim, puta, vou te comer como você merece.

Dito isso, ele começou a me comer do jeito dele, sem piedade, eu gemia primeiro, depois gritava, o pau dele tava me rasgando e eu sentia um ardor danado na minha raba.
Ele metia e tirava, ou enfiava tudo e pegava meu cabelo, me puxando pra ele, e tirava o pau do meu cu de uma vez só.
Ninguém nunca tinha me comido daquele jeito, ele fez de tudo comigo, e no fim eu aceitava toda aquela brincadeira do diabo com meu cu, que pulsava.
— Tá gozando, puta? — ele dizia.
— Sim, amor, arromba todo meu cu, amor, é teu — mesmo quando as lágrimas caíam.

Mesmo assim, eu tava decidida a ir até o fim.
Tentei relaxar e comecei a me masturbar com uma mão.
Segurando minha cintura, as estocadas dele me empurravam pra frente, ele enfiou minha cabeça no travesseiro pra abafar os gritos, e eu fiquei de bunda pra cima, daí dava pra ver em detalhes como ele e o pau dele entravam com violência no meu cu.
Nas últimas investidas, ele tirou o pau e apontou de lá pra minha cara, gotas de porra Escorreu pela cara toda e nos lençóis.
Me manteve naquela posição até ter certeza de que tinha gozado tudo o que tinha.
Levantei e fui me lavar.
Ele ficou no quarto dele me olhando pela fresta da porta. Entrei no chuveiro sem fechar a porta e, depois de um enxágue rápido, espiei pela porta e, com um sorriso provocante, falei:
— Não vem, Jorge? A água tá uma delícia…

Nas horas seguintes, ele me manteve presa no quarto dele, não me deixou sair nem me vestir. Me deixou ali, nua, e ficou me tocando o corpo inteiro do jeito que ele queria (o que se repetiu nas outras vezes que ficamos juntos, mas já na capital federal). Ainda deu tempo pra mais duas fodas, embora não tão brutais quanto as primeiras, antes de eu ir pro meu quarto.
— Jorge — falei ao sair —, lembra que agora estamos juntos nessa.

No dia seguinte, bem cedo, quando saí pra comprar pão, vi Jorge indo embora de carro.
Quando meu marido foi buscar as coisas pra ir pra praia, um porteiro me entregou uma carta.
— É só pra senhora — ele disse.

Era um "até logo" cheio de cuidados, um telefone particular e o endereço dele na região de Belgrano.

O caso de Jorge com aquela mulher não durou mais que cinco ou seis vezes, até que ela dissesse que estava grávida — e que ele, Jorge, tinha sido o responsável.
Jorge assumiu a direção da empresa em junho, um mês depois da morte do pai dele em maio, e eu já estava com três meses de gravidez.
Jorge promoveu o marido dela a supervisor, com um bom salário, e, por um acordo entre os dois amantes, escondido do marido, depositava grana numa conta poupança pra ela não ter problemas financeiros com a gravidez.
E ela aceitou, em silêncio, esse dinheiro…

Infelizmente, Jorge, antes do filho nascer, sumiu da vida dela, porque ela se recusou, sistematicamente, a morar com ele — o que, na verdade, a apavorava, já que Jorge tinha mudado muito. Pela situação dela perante a empresa e os comentários dos operários:
A fábrica ia mal sob a direção dele.
Ela não queria começar uma nova vida com mais ninguém, ainda mais passando por cima da dor dos filhos e do marido, por causa de uma putaria de um verão longo.
De algum jeito, teve que manter a situação atual, já que na barriga dela estava o fruto de um verão que jamais seria tão maravilhoso, porque ela amava o Jorge de verdade, aqueles meses de amante ao lado dele.
Então, teve que se acostumar com o comum de uma família de classe média sofrida, cheia de dilemas e apertos financeiros, como todo o país.
E foi assim: ela se recusou sistematicamente, quase três vezes mais, a atender os telefonemas do Jorge em casa.
Conta-se...
...que Jorge, num momento, exigiu que ela fosse morar com ele, largando o marido...
E até me conta que ela quase disse ao marido:
"Esse filho não é seu, é do Jorge."

Mas ela sempre descartou o Jorge, como se ironicamente soubesse que, num tempo não muito longo, ele se afastaria dela...
Com o tempo, e diante das dificuldades econômicas do país, Jorge vendeu a parte dele e mandou, por um mensageiro, uma carta de demissão, um mês antes de ela dar à luz o filho dele.
E ela nunca mais soube da vida do Jorge.
GGC
Almagro
Argentina
-2016-

4 comentários - Uma manhã de verão gostosa

Tendriale que haberle ido a la escuela para conjugar los tiempos verbales
me gustó: buen relato... van puntos y pregunto si tambien jugarías conmigo?