Massagem da amiga gostosa - parte 2

Quando meus pais saíram de novo, não pensei duas vezes antes de ligar pra minha amiga Mary. Da última vez, 22 dias atrás, tinha sido maravilhoso. Pra mim, foi uma sessão de sexo inesperada e totalmente satisfatória. Pra ser sincero, já tava com saudade e morrendo de vontade... porque eu tinha me masturbado só de lembrar do que rolou.

— Oi, Mary...
— Oi, tudo bem?
— Então... sabe, hoje meus pais não vão estar em casa.
— Hmm, que legal. Quer que eu vá?
— Ué, se você quiser...
— O que você acha? — ela falou, suavizando a voz — Você gostaria que a gente fizesse alguma coisa?
— Pra mim, tudo bem...
— Quanto tempo a gente vai ter?
— Bom, umas três horas com certeza.
— Perfeito, tô com vontade de te masturbar e fazer outras coisinhas... gostosas. Você faria algo pra mim?
— Ai, Mary, você me deixa nervoso... sim, eu faria umas coisinhas.
— Então me espera aí...
— Sim.

Mais ou menos assim foi a ligação. De tarde, fiquei esperando por ela e, quando finalmente bateram na porta, já passava das sete. Era Mary. Ela tava vestindo uma blusa branca, uma saia preta e umas sandálias. Nada de especial, mas tava com uma mochila cheia de coisas. Abri a porta e falei: entra.

Assim que entrou, largou a mochila, esperou eu fechar a porta e trancar, e na mesma hora me empurrou contra a parede. Me deu um beijo, e depois outro, e outro... tudo no ritmo acelerado e desenfreado da paixão mais intensa.

Num daqueles beijos, ela apertou os peitos firmemente contra o meu peito:
— Sentiu minha falta?
— Siiim... muuito. Foi tudo que consegui dizer.

Ela me beijou e pegou minhas mãos, levando elas pra baixo da saia. Me guiou até eu tocar a buceta dela. Ela não tava de calcinha, tava sem roupa íntima. Não sei por quê, mas isso me excitou pra caralho e na hora eu fiquei duro. Ela pareceu perceber e agarrou meu pau com força por cima da calça, só falando:
— Já tá duro... bom.
— É assim que você me deixa.
— Me masturba aqui... agora, me beija e me apalpa.

Quando ela falou isso, eu já tava no meio da ação. Apalpando e acariciando a buceta dela enquanto a beijava. apaixonadamente, isso sim, sem deixar de sentir o batucar dos peitos dela, grandes, no meu peito. Senti que ela começou a ficar molhada e começou a gemer.

- Ahhh sim, continua... me dá, ah sim.
- Tá gostando?
- Sim, sim, sim, continua... continua, ó, enfia um dedinho.

Enfiei o dedo indicador que tava lá embaixo e com a outra mão agarrei um dos peitos dela e me inclinei pra beijar, ainda por cima da blusa. Senti o mamilo dela durinho.

Ela começou a gemer mais alto, como a gente tava no corredor da casa, ouvimos alguém parar e murmurar. A gente ficou parado, em silêncio, só escutando a respiração dela. Devagar, continuei tocando a buceta dela e beijei. Ela gozou. Eu, dentro da calça jeans e da cueca, tava muito molhado e sabia que com o menor movimento ia gozar. Então peguei a mochila dela e ela começou a subir os degraus. Fomos direto pro segundo andar. Assim ninguém ia nos ouvir.

- Quer que eu faça alguma coisa agora, já, ou espera?
- Hã... então, o que você tem planejado?
- Trouxe umas coisas aqui, pra fazer massagem, se você esperar...
- Ok, ok.

E ela entrou no banheiro. Eu tava muito impaciente e com a pica a ponto de estourar. Eu tinha feito ela gozar, tinha masturbado ela, a gente tinha se beijado, ela tinha agarrado minha pica, mas só até aí, no entanto, com isso eu já tava prestes a explodir.

Ela saiu do banheiro e me disse que primeiro eu teria que tomar banho pra massagem ser eficaz. Que fizesse com água quente.

Entrei no banheiro rapidinho, me despi, ao tirar a cueca vi um fiozinho de líquido pré-seminal escorrendo do pau até a cueca. Tirei a cueca e entrei no chuveiro. Ajustei os registros e coloquei água quente, a pica tava duríssima. Não tava pensando em quase nada, só nela; na Mary.

Me ensaboei rápido, ouvi uns barulhos e era a Mary. Nua, indo pro chuveiro também.

- Preciso ficar molhada e limpa também.
- Então vem... falei.

Ela entrou e tirou o sabão de mim, começou a me esfregar devagar, lentamente, já com o ânimo mais calmo, me beijo suas costas e então pego no meu pau. Apertei ele com força e depois soltei. Aí, por trás de mim, ela começou a me punhetar, e eu deixei.

— Abre as pernas — ela disse, e enfiou a mão por trás até acariciar minhas bolas enquanto com a outra mão continuava me batendo uma. Não aguentei quase nada — mesmo não querendo — gozei. Jorrei três potentes esguichos que foram parar no azulejo da parede do banheiro e escorreram. Ela só gemeu ao sentir a força da minha gozada.

— Mmm, que gostoso, você tava cheio de leite — ela disse. E aí me limpou o esperma que ainda estava pendurado, me virou pra cair água na minha frente, a gente se beijou e ela falou que me esperava no quarto, pra eu não me secar com a toalha.

Quando cheguei no quarto, vi que ela tinha estendido algumas toalhas na cama e acendeu uma vela aromática. Ao me ver na porta, pegou um vidro de óleo transparente e começou a derramar nos peitos dela, esfregando. Depois passou mais pra barriga e depois pra pélvis.

Eu só olhava pra ela, e mesmo depois de ter gozado no banheiro, meu pau continuava duro — a virilidade da juventude — ela pediu pra eu deitar. Deitei de barriga pra cima porque já imaginava toda a cena sexualmente tesuda.

— Primeiro vira, de barriga pra baixo.

Eu virei, e foi meio desconfortável porque o pau duro atrapalhava um pouco, tive que levantar a bacia pra encaixar... ela riu. Eu também.

Aí ela começou a espalhar óleo nas minhas costas e, enquanto esfregava, deixou cair um pouco nas minhas nádegas e as massageou. Depois as pernas. Sem dizer nada, senti que ela subiu na cama e sentou em cima de mim, senti ela massageando meus ombros, costas, braços. Depois, deixou os peitos dela caírem nas minhas costas e senti eles deslizarem sedosos, ainda assim sentindo o toque dos mamilos duros. Ela se movia pra cima e pra baixo.

Ela pediu pra eu ficar de quatro.

Eu obedeci.

Ela pegou meu pau por trás e puxou ele pra trás, começando a massagear, quase como se Foi uma punheta, mas apontando direto pra ela, por trás, debaixo da minha bunda. Doía, mas tinha um gostinho gostoso. Enquanto fazia isso com uma mão, derramou mais óleo nas minhas nádegas e escorreu pra baixo, ela só passou a mão. Com um dedo, massageava a borda do meu cu, enquanto continuava me masturbando. Era uma delícia.

De repente, largou meu pau e tirou as mãos. O pau bateu pra frente com tudo.

— Vira.

Eu me virei de barriga pra cima. Ela sentou na minha pélvis. Encaixou a buceta no meu pau, abraçando ele como se fosse um taco. Via os peitos dela balançando. Começou a me masturbar com os lábios da vagina, sentia a umidade, sentia o calor. Queria meter nela, mas me segurava. Ficou assim, me punhetando com a mão por um tempão, só me olhava, olhava pro pau e continuava. Devagar e suave. Depois se inclinou, me beijou e deslizou pra baixo.

Enfiou meu pau na boca e com a mão começou a masturbar ele, enquanto lá dentro mexia a língua e mordiscava com os lábios. Agarrou minhas bolas enquanto fazia tudo isso... meu pau começou a pulsar, eu comecei a mexer a pélvis, ela sacou que eu ia gozar e só tirou da boca. Gozei em cima dela, sujando a cara toda.

Depois dessa gozada, ela bateu nas bochechas com o pau e chupava e lambia.

— Gostou?

— Siiiim, foi bom.

— Gostou das minhas massagens?

— Sim, claro.

Tudo isso ela falou segurando meu pau e me olhando de baixo.

Ela se levantou e limpou o rosto. Começou a se secar e juntar a roupa. Eu pensei que ela fosse embora, tinha sido algo maravilhoso.

— Quanto tempo até seus pais chegarem?

— Ué, vai dar umas nove, sei lá, umas duas horas no mínimo.

— Acha que consegue se recuperar?

— Hã... mas.

— Quero que você me coma... que me penetre, que faça gostoso... consegue ou vai ser outro dia?

Eu, que não sabia de nada e já me sentia exausto e satisfeito sexualmente, na verdade não queria nem Não queria desprezá-la nem dizer não, mas também não queria me comprometer porque naquele exato momento eu já não queria mais foder, não. Eu tava exausto. Falei que precisava jantar e talvez depois...

Descemos pra cozinha, jantamos. Um atum que tinha sobrado do almoço. Mas já deu pra começar a recuperar as forças. Vimos um pouco de TV, ela encostada em mim fazendo carinho, igual fazia antes; no colégio, só que agora era diferente. Depois de uma hora assim... eu beijei ela e me inclinei pra beijar os peitos dela por cima da blusa.

Ela, feliz, levantou e abaixou a saia.

— Melhor lá em cima, no meu quarto. Falei.

Subimos e, assim que entramos, ela se apoiou na cômoda onde guardo minhas roupas. Ela se abriu, eu vi a buceta dela por trás e não aguentei, igual um bicho no cio.

Fui lamber ela, lambi tudo.

— O cu também... lambe ele.

Lambi o cu dela, que tava limpo, então não foi tão complicado. Ela começou a gemer e a rebolar...

— Aaah sim... enfia, me dá. Quero sentir você durinho e gostoso...

Eu penetrei ela, rápido, sem muita enrolação, enfiei a metade e ela se apoiou na outra metade, ela rebolou e praticamente fez tudo sozinha. Ela gemia e eu senti que gozei, dessa vez só um jatinho porque já tava quase vazio.

Quando percebi que ela ainda não tinha gozado, passei a mão pra acariciar e masturbar o clitóris dela enquanto ainda tava com o pau dentro, que logo começaria a amolecer.

Terminamos.

Enquanto nos vestíamos, ela falou:

— Valeu, foi uma delícia. Sei que você fez um esforço...

Eu não falei nada, só olhei pra ela e sorri. Dei um beijo nela.

— Olha... pra outro dia — ela ficou calada, pensativa.

— Fala... o que foi?

— Nada não... esquece.

— Não, fala sim... tá tudo bem, você ia me perguntar se outro dia eu te chamo? Claro que vou.

— Não é que... — ela corou mais que o normal, baixou a voz e quase sussurrando falou: eu queria experimentar o anal.

Eu só olhei pra ela, dei um beijo e... disse; podemos tentar.
Foi assim que ficamos dessa vez. Foi uma segunda sessão super safada e depois conto como foi na terceira.

J.R. 2016

3 comentários - Massagem da amiga gostosa - parte 2

slepp +1
Buen relato!
Gracias por pasar y comentar. Que bueno que te gustó! Acá esta la primera parte por si no la has visto, pasale. Saludos
ORRUBLE +1
muy bueno!! como siempre!!! excelente relato....esperemos ver que pasa en la siguiente historia...
Gracias por pasar y comentar un gusto que te haya agradado!
Buen relato, me gusto tanto como la primera parte, continua asi que estan muy buenos...
Gracias por pasar y comentar, se aprecia tu opinión.