Uma noite de putaria...

Olá. Meu nome é Stefânia, tenho 25 anos, sou loira, um metro e meio de altura, cabelo castanho escuro e minhas medidas são 90 65 95. Queria contar o que aconteceu numa noite de verão quando saímos com o Marcos (meu namorado). Era uma sexta-feira à tarde quando nos convidaram pra sair bem na hora que a gente tava no maior tesão, então a gente deixou o que tinha começado pra se trocar (o Marcos vestiu uma jeans e uma camisa, e eu coloquei um vestido preto rodado com calcinha e sutiã da mesma cor) e saímos na hora pra encontrar os amigos do Marcos e umas amigas minhas. A gente ia se encontrar num bar de sinuca pra beber alguma coisa e jogar umas partidas, mas um pouco antes de chegar, minhas amigas me falaram que não podiam ir por uns problemas que surgiram. Então, quando chegamos com o Marcos, só estavam os amigos dele, eram quatro: o Gastão, bem gordinho e feio, e os outros três, Leandro, Franco e Bruno, eram de tamanho médio e não eram lá essas coisas. Então éramos cinco no total, fomos nos revezando pra jogar todo mundo enquanto tomávamos uns fernets. Depois de jogar umas partidas e tomar uma boa quantidade de drinks, decidimos ir pra balada. Como o Bruno tinha carro, aproveitamos pra ir todo mundo junto, mas tinha um problema: meu namorado ia dirigir porque era quem tava em melhor condição. O Gastão, por ser gordo, foi de carona no banco da frente, o que fez com que atrás fôssemos quatro. Então decidimos que eu ia sentar em cima do Franco, que tava no meio, já que eu era a menorzinha, e meu namorado, por sorte, não é nada ciumento. Assim, percorremos um bom trecho de viagem onde, mais de uma vez, por causa dos movimentos do carro, pude sentir o volume do Franco na minha bunda e até me pareceu que ele ficava duro. Chegamos na balada e entramos. Assim que chegamos, o Marcos e o Gastão, que não gostam muito de dançar, foram pedir uns drinks, enquanto eu fiquei com o resto, tentando dançar entre todos ou me virava pra dançar com algum deles. Depois de um tempo dançando e conversando... Chegaram os drinks, então a gente pôde continuar bebendo enquanto eu dançava um pouco com cada um. Por causa do álcool, dos roços da dança e da safadeza incompleta que a gente teve que interromper, eu tava ficando muito excitada, então tive que parar de dançar pra me aproximar do Marcos, mas acho que a ideia foi pior, já que ele também tava com tesão e começou a me apalpar, aproveitando a multidão que tinha. Até que num momento ele enfiou a mão por baixo do meu vestido e chegou a apalpar minha buceta enquanto me beijava e me abraçava. Tamanho era o tesão dele que ele arrancou minha calcinha fio dental pra enfiar os dedos na minha pussy. Então a gente continuou na safadeza por mais um tempinho e voltou pro grupo pra seguir dançando e bebendo, mas já por causa da excitação e do álcool que todo mundo tava, a dança foi ficando mais próxima e cada vez as mãos chegavam mais perto das minhas partes, e eu sentia constantemente os volumes deles no meu corpo. A noite seguiu assim até que a gente decidiu ir embora porque já tava todo mundo bem ruim. Acho que eu era a que tava pior, já que como não bebo sempre, quase não conseguia mais ficar de pé. Na hora de subir no carro foi a mesma coisa: Marcos no volante, Gastão no carona e eu em cima do Franco. Depois de alguns minutos assim, e por causa do vento que pegou quando saí da balada, eu já tava muito mal e quase não aguentava a cabeça, e meu corpo pesava. A gente combinou que pra voltar ia devagar pra evitar acidentes, e acho que foi na primeira manobra que meu corpo já foi pra trás, ficando minha bunda em cima do volume do Franco. E como eu tava cochilando contra os bancos, nem me mexi, mas depois de um minuto senti que ele começou a endurecer e logo colocou as mãos na minha cintura pra me segurar, supostamente pra eu não cair. Parece que ao sentir que eu não tava de calcinha e com o tesão que ele tava, fez com que ele começasse a acariciar minhas pernas, coisa que não passou despercebida pelo Leandro e pelo Bruno, que também começaram a acariciar meu corpo com muito cuidado pra que... Marcos não percebeu nada, e eu, tão bêbada que tava, nem conseguia reclamar, ainda mais que já desde a tarde tava toda molhada e no fogo. Franco, mais decidido, enfiou a mão entre minhas pernas e começou a apalpar minha buceta, e depois a brincar com meu clitóris, enquanto Bruno, do lado esquerdo, acariciava um peito e Leandro o outro. Minha buceta já tava escorrendo, devia estar encharcando a mão do Franco, até que ele resolveu puxar meu vestido e deixar ele na minha cintura. Me empurrou um pouco pra frente, e o que eu senti depois foi o pedaço de carne quente e duríssimo dele entre minhas nádegas. Eu não aguentava mais, já ia gozar, e foi quando ele me empurrou de novo um pouco pra frente pra encaixar o pau na entrada da minha buceta. Aí aconteceu o que já era inevitável: assim que ele me soltou, eu caí, cravando o pau inteiro dele. Dava pra ver que todo mundo tava muito tarado, porque assim que ele enfiou, eu enchi ele de sucos, e ele deve ter dado umas bombadas sutis pra meu namorado não perceber, e encheu minha buceta de porra. Depois, com a desculpa de que as pernas dele tinham cãibra, ele disse que ia me passar pra eu sentar no Bruno, que também aproveitou assim que eu sentei em cima dele pra me apalpar toda, até enfiou um dedo no meu cu antes de apontar o pau pra minha buceta. Esse me comeu enquanto agarrava meus dois peitos, e ainda teve a ousadia de levantar meu vestido, mostrando meus peitos pros amigos dele. Enquanto me comia, ele falou pro Marcos parar no posto assim que passasse por um pra abastecer, e depois de falar isso, começou a se esvaziar dentro de mim. Minutos depois, chegaram no posto, e Franco e Bruno aproveitaram pra ir no banheiro, me deixando no banco. Mas Leandro se adiantou e, antes que eu sentasse, enfiou a mão debaixo das minhas nádegas e começou a meter uns dedos na minha buceta, enquanto com o outro dedo pressionava meu cu, tentando entrar na minha preciosa caverna. Franco e Bruno voltaram bem na hora que terminavam de encher o tanque, então subimos todos de novo, mas dessa vez me sentaram em cima do Leandro, que já estava com o pau pra fora, como se esperasse eu me sentar pra apontar direto na minha pussy. E também pra conhecer o fundo do meu ser enquanto chupava os dedos pra enfiar no meu cu. Assim que um entrou, outro foi junto, e depois o que senti foi um pequeno empurrão no meu corpo e o pau dele saindo da minha pussy, pra sentir a cabeça fervendo pressionando meu esfíncter. Aí ele continuou bombando sem conseguir o objetivo, porque eu era virgem por ali. A única coisa que conseguia era a pontinha abrindo caminho, me causando um ardor horrível, mas sem conseguir meter até que, graças ao namorado dele, Marcos, que freou de repente, meu corpo foi pra frente e caiu com força, fazendo com que quase todo o pau dele entrasse no meu cu até então virgem (dá pra dizer que o Marcos facilitou me arrombarem). Aí ele ficou parado um tempo pro meu esfíncter se acostumar, mas o ardor que sentia me fazia apertar o cu, e isso com certeza excitava mais o Leandro, que não demorou muito pra voltar a se mexer e continuar perfurando minha bunda. Depois de mais umas bombadas, começou a encher meus intestinos com uma porrada de porra. Umas quadras adiante chegamos no destino, e cada um foi pro seu apartamento. Sendo que a primeira coisa que eu queria ao chegar era acalmar meus hormônios com meu namorado, mas o Marcos se adiantou e se antecipou, e os bons amigos dele me fizeram o favor de me encher e espremer toda! Espero que tenham gostado da minha noite de verão. Saudações a todos.

4 comentários - Uma noite de putaria...

kramalo +1
muy bueno...!!! parece que no hay que dejarla ir a bailar con la concha caliente...jeje!!
Eso parece... y no dejarla sentar sobre algún amigo estando ella sin ropa interior ya que cualquiera tiene acceso a meter "un invitado".
@Guzmar90 jaaa..!!! muy bueno... Saludos..
Riquísimo aunque falto uno