Meu nome é Bárbara, sou uma garota muito gostosa, pele branca, altura média, rosto bonito e olhos verdes.
Meu corpo é bem feito, pernas boas, bunda boa e peitos empinados pra ser sincera. O que aconteceu comigo foi há 2 anos, quando eu tinha 18. Eu tava em casa vendo TV e de repente ouço meu celular tocar... era meu pai, e ele queria que eu levasse uns papéis que ele tinha esquecido.
Eu aceitei de boa e falei que estaria lá em mais ou menos uma hora. Me apressei pra tomar um banho, me troquei e decidi ir com um vestido de decote bem bonito. Usei sutiã porque nunca penso em acidente, me cuido demais. Também coloquei uma calcinha de renda pra não marcar no vestido. Fui andando e em uma hora e meia cheguei nos escritórios onde meu pai trabalha.
Entrei, mas me disseram que ele não tava, que tinha ido pra uma reunião importante e não voltaria. Expliquei que vim deixar uns papéis pra ele. Nisso, saiu um senhor de uns 50 anos, bem sorridente, e me disse:
— Seu pai saiu faz um tempinho, mas entra na sala dele e deixa os papéis aí. A porta tá aberta, é lá no fundo.
Eu sorri de volta e respondi:
— Valeu.
Entrei na sala do meu pai, deixei os papéis, e aí atrás de mim ouvi:
— Como você cresceu, olha só, tá uma gostosa — disse o senhor, sem parar de olhar pro meu decote. Claro que eu usava a mão pra me proteger da vista tarada dele. Respondi:
— Bom, já vou indo.
Ele falou: — Não, espera. Não queria ajudar seu pai a conseguir um aumento? Como se perguntasse, ele se aproximou rápido e disse:
— Só deixa eu te pegar. Tentei sair dali rápido, mas ele tava entre a saída e eu, então só falei num tom sério: "Com licença". "Fica calma", ele dizia... "Ninguém vai ficar sabendo. Eu sei que vocês tão precisando. Você vai começar a faculdade e os gastos vão ser maiores..."
— Tá bom — interrompi. Era verdade, a situação financeira não tava boa, e eu já sentia que ele ia fazer alguma coisa de qualquer jeito.
— Beleza — ele disse, e como já tava... ali tão perto de mim, sem demora nem preguiça, começou a me beijar. Eu só sentia medo, porque não sabia em que merda tinha me metido.
— Tá bem, yummy mama — ele dizia enquanto babava no meu pescoço com os beijos e, com as mãos, acariciava minha cintura e minha bunda. Logo ele ficou de cara com meus peitos. Minha respiração tava acelerada, porque nunca tinha me visto numa situação daquelas. Ele baixou meu vestido até a cintura, olhou pra minhas tetas e depois encarou meu rosto.
— Espero que sejam yummy — eu só olhava pro teto enquanto ele lambia meus biquinhos rosados e tentava enfiar minha teta inteira na boca. Com a outra mão, me tocava e beliscava.
— Mmhmm — comecei a suspirar pesado, nunca tinha me sentido assim, e o medo foi sumindo aos poucos... De repente, ele fez eu ficar de joelhos e, com a mão, começou a puxar o pau dele. Foi um susto do caralho ver aquilo saindo, se impondo pelo tamanho comprido e grosso, duro pra caralho e com as veias saltando, prestes a estourar. Na hora, tentei virar o rosto, mas ele me colocou de novo contra o pau dele e disse:
— Anda, mete na boca, slut — eu só consegui falar:
— Meu pai — e naquele instante ele tentou enfiar na minha boca. — É, seu pai te mandou pra ser comida — por causa do tamanho, ele não conseguiu, mas eu senti o gosto daquele pedaço de carne. Na hora, achei nojento, mas ele não me dava tempo de nada e me levantou.
— Não quer, slut? — Agora vou te enfiar — ele disse, me pegou pela mão e pela cintura com uma luxúria que vazava dos olhos dele, me levou até a escrivaninha, fez eu ficar de costas e começou a apalpar minha bunda, beijava ela. Minha agitação aumentava, sentia o coração batendo forte.
E assim, afastando minha calcinha, me fazendo inclinar pra frente, ele enfiou o pedaço dele. A sensação foi de dor, eu gritei. Ele disse:
— Cala a boca, slut — e continuou metendo forte. Minha respiração logo ficou ofegante, e eu soltava pequenos gritos a cada estocada — ahhh, ahh, ahh, mmmm. Eu mantinha os olhos fechados, sentindo a fúria. daquele homem que enchia meu cu com um pedaço de carne fervendo que do mesmo jeito tocava meus peitos que estavam balançando com aquelas investidas. mmmm-ahh.ahahaha
-ele parou e disse- você gosta, né -, eu praticamente tinha esquecido o medo e estava aproveitando pra respirar com calma, mas ele me pegou de novo e disse
-agora sim, vagabunda -ele me pegou e me deitou na mesa, eu estava tão agitada que deixei ele tomar o controle, ele, satisfeito por saber que me dominava, começou a me tocar com aquelas mãos enormes, primeiro as coxas, depois a virilha, aproximou o rosto da minha pélvis e disse entre risadas- já tá molhadinha, mamãe-
e era verdade, eu estava tão excitada que tinha molhado a calcinha que até aquele momento eu ainda usava, com as mãos dele suavemente começou a deslizar até que finalmente me livrou dela, eu agora estava mais excitada e por conta própria deixei ele ver minha buceta como se fosse um troféu, então abri as pernas e levantei a bunda pra ele contemplar tudo, eu olhei pro rosto dele, era ele agora o congelado, tinha na vista minha bucetinha rosada e suculenta já esperando pra ser penetrada, o que me excitou ainda mais, só de pensar que eu estava ali nua, deitada numa mesa, num escritório, na frente do chefe do meu pai, que era muito mais velho que eu, prestes a ser fodida gostoso me fazia sentir mulher, orgulhosa de ser o prazer daquele homem em todos os sentidos da palavra..
.assim, sem mais, ele se aproximou e começou a brincar com meus pelos pubianos, apertava com os lábios enquanto com os dedos roçava minha buceta fazendo meu clitóris aparecer, logo chegou com a boca e começou a lamber mmmmmm-minha respiração aumentava bbbbaaaa-começaram pequenas contrações na minha barriga e meus bicos ficaram mais rosados e duros, ele enfiava a língua em mim enquanto eu aproveitava aquilo -que gostoso, coelhinho-eu entendia enquanto ele me olhava na cara, meu rosto era de pura satisfação, sem perder tempo ele me puxou pra perto, preparou o pau dele, colocou na entrada e começou a me foder de novo, gritei —é virgem, hein? ahaha— eu tentava pedir pra ele parar, mas da minha boca não saía palavra alguma. ele descarregava em mim toda a sua fúria, dava pra sentir o fervor da carne dele dentro de mim, enfiou tudo, era uma sensação desconhecida de dor e prazer, eu sentia as pulsações dele dentro de mim, depois minha barriga não aguentou e vieram orgasmos, um atrás do outro, que não me deixavam respirar. naquele momento, eu tinha perdido o controle do meu corpo e, enquanto ele bufava, eu gemia de dor e prazer, mmmmmmm-ahhhhhh- hhhhahhh. parecia que era uma língua que só eu e ele entendíamos; ele cada vez me dava com mais força e eu, com o pouco que me restava, tentava abrir minhas pernas, minha buceta estava vermelha de tanto roçar e começavam a escorrer meus fluidos, eu sentia que não aguentava mais e, como prova disso, gozei, molhando um pouco a escrivaninha. ele não quis desperdiçar e tirou o pau de dentro de mim pra começar a resgatar meus fluidos, ele os degustava como se fosse o melhor vinho. se levantou, se aproximou e começou a me beijar, eu estava ansiosa pra provar meus próprios fluidos e, assim, meti a língua na boca dele, tentando aproveitar —vadia, como você é gostosa— me dá mais— eu dizia —quer mais?— a cara dele era de safado, porque era claro que ele conhecia minha resposta. vem aqui— disse ele e se sentou numa cadeira, deixando a vara enorme dele à minha mercê. por minha parte, sorri com minha cara de inocente, como ainda estava na escrivaninha, só me levantei pra sentar e comecei a me fazer de difícil, tocando cada canto do meu corpo com as mãos enquanto ele observava e se masturbava, ele estava excitado ao extremo e, pra não deixá-lo com mais vontade, cheguei até ele, virei de costas, peguei o pau dele e encaixei na minha buceta, eu tentava ordenhá-lo de um jeito suave e era ele agora quem gemia. eu peguei as mãos dele e coloquei sobre meus peitos, eu me enfiava num ritmo lento que ele curtia, de vez em quando olhava pra cara dele pra confirmar que era assim mesmo. logo o calor dele me queimava e eu começava a sentir orgasmos. muito mais prazerosos e disse: "vai, me chupa rápido". Dessa vez, enfiei aquele pênis inteiro na boca, só dei três chupadas e ele gozou. Senti todo aquele esperma quente e grosso na minha garganta, logo inundou minha boca e começou a escorrer. Era incrível, eu engolia e com os dedos resgatava o que escorria da minha boca. Depois, como se fosse um elixir, chupava aquele pênis buscando mais, me engasgando o máximo que podia. O sabor era incrível comparado com a primeira vez. Vadia, como se quisesse. Eu olhava para o rosto dele e me sentia uma puta. Ele se afastou de mim e começou a guardar aquele brinquedo. Eu me virei e arrumei meu vestido, que mesmo vestido ainda estava todo amontoado na minha cintura. Logo estiquei, ajustei meus peitos, alisei por baixo e saí daquele lugar a toda pressa, suada, com um leve cheiro de esperma e ainda com o coração palpitando por aquele acontecimento tão delicioso e assustador. Cheguei em casa, tomei banho e quando desci, meu pai já estava na mesa conversando com minha mãe. Tentei ouvir o que ele dizia sem ser vista e consegui escutar que o chefe do meu pai o tinha mandado para uma reunião e que tinha dado um aumento pelo tempo de serviço na empresa. Entre outras coisas, ele também disse que tinham encontrado uma calcinha molhada no escritório dele, ao que minha mãe respondeu: "Olha, seu chefe meteu uma puta no seu escritório". Claro que nunca descobriram que o aumento era pelo serviço que eu tinha prestado e que aquela calcinha era da puta da filha dele...
Meu corpo é bem feito, pernas boas, bunda boa e peitos empinados pra ser sincera. O que aconteceu comigo foi há 2 anos, quando eu tinha 18. Eu tava em casa vendo TV e de repente ouço meu celular tocar... era meu pai, e ele queria que eu levasse uns papéis que ele tinha esquecido.
Eu aceitei de boa e falei que estaria lá em mais ou menos uma hora. Me apressei pra tomar um banho, me troquei e decidi ir com um vestido de decote bem bonito. Usei sutiã porque nunca penso em acidente, me cuido demais. Também coloquei uma calcinha de renda pra não marcar no vestido. Fui andando e em uma hora e meia cheguei nos escritórios onde meu pai trabalha.
Entrei, mas me disseram que ele não tava, que tinha ido pra uma reunião importante e não voltaria. Expliquei que vim deixar uns papéis pra ele. Nisso, saiu um senhor de uns 50 anos, bem sorridente, e me disse:
— Seu pai saiu faz um tempinho, mas entra na sala dele e deixa os papéis aí. A porta tá aberta, é lá no fundo.
Eu sorri de volta e respondi:
— Valeu.
Entrei na sala do meu pai, deixei os papéis, e aí atrás de mim ouvi:
— Como você cresceu, olha só, tá uma gostosa — disse o senhor, sem parar de olhar pro meu decote. Claro que eu usava a mão pra me proteger da vista tarada dele. Respondi:
— Bom, já vou indo.
Ele falou: — Não, espera. Não queria ajudar seu pai a conseguir um aumento? Como se perguntasse, ele se aproximou rápido e disse:
— Só deixa eu te pegar. Tentei sair dali rápido, mas ele tava entre a saída e eu, então só falei num tom sério: "Com licença". "Fica calma", ele dizia... "Ninguém vai ficar sabendo. Eu sei que vocês tão precisando. Você vai começar a faculdade e os gastos vão ser maiores..."
— Tá bom — interrompi. Era verdade, a situação financeira não tava boa, e eu já sentia que ele ia fazer alguma coisa de qualquer jeito.
— Beleza — ele disse, e como já tava... ali tão perto de mim, sem demora nem preguiça, começou a me beijar. Eu só sentia medo, porque não sabia em que merda tinha me metido.
— Tá bem, yummy mama — ele dizia enquanto babava no meu pescoço com os beijos e, com as mãos, acariciava minha cintura e minha bunda. Logo ele ficou de cara com meus peitos. Minha respiração tava acelerada, porque nunca tinha me visto numa situação daquelas. Ele baixou meu vestido até a cintura, olhou pra minhas tetas e depois encarou meu rosto.
— Espero que sejam yummy — eu só olhava pro teto enquanto ele lambia meus biquinhos rosados e tentava enfiar minha teta inteira na boca. Com a outra mão, me tocava e beliscava.
— Mmhmm — comecei a suspirar pesado, nunca tinha me sentido assim, e o medo foi sumindo aos poucos... De repente, ele fez eu ficar de joelhos e, com a mão, começou a puxar o pau dele. Foi um susto do caralho ver aquilo saindo, se impondo pelo tamanho comprido e grosso, duro pra caralho e com as veias saltando, prestes a estourar. Na hora, tentei virar o rosto, mas ele me colocou de novo contra o pau dele e disse:
— Anda, mete na boca, slut — eu só consegui falar:
— Meu pai — e naquele instante ele tentou enfiar na minha boca. — É, seu pai te mandou pra ser comida — por causa do tamanho, ele não conseguiu, mas eu senti o gosto daquele pedaço de carne. Na hora, achei nojento, mas ele não me dava tempo de nada e me levantou.
— Não quer, slut? — Agora vou te enfiar — ele disse, me pegou pela mão e pela cintura com uma luxúria que vazava dos olhos dele, me levou até a escrivaninha, fez eu ficar de costas e começou a apalpar minha bunda, beijava ela. Minha agitação aumentava, sentia o coração batendo forte.
E assim, afastando minha calcinha, me fazendo inclinar pra frente, ele enfiou o pedaço dele. A sensação foi de dor, eu gritei. Ele disse:
— Cala a boca, slut — e continuou metendo forte. Minha respiração logo ficou ofegante, e eu soltava pequenos gritos a cada estocada — ahhh, ahh, ahh, mmmm. Eu mantinha os olhos fechados, sentindo a fúria. daquele homem que enchia meu cu com um pedaço de carne fervendo que do mesmo jeito tocava meus peitos que estavam balançando com aquelas investidas. mmmm-ahh.ahahaha
-ele parou e disse- você gosta, né -, eu praticamente tinha esquecido o medo e estava aproveitando pra respirar com calma, mas ele me pegou de novo e disse
-agora sim, vagabunda -ele me pegou e me deitou na mesa, eu estava tão agitada que deixei ele tomar o controle, ele, satisfeito por saber que me dominava, começou a me tocar com aquelas mãos enormes, primeiro as coxas, depois a virilha, aproximou o rosto da minha pélvis e disse entre risadas- já tá molhadinha, mamãe-
e era verdade, eu estava tão excitada que tinha molhado a calcinha que até aquele momento eu ainda usava, com as mãos dele suavemente começou a deslizar até que finalmente me livrou dela, eu agora estava mais excitada e por conta própria deixei ele ver minha buceta como se fosse um troféu, então abri as pernas e levantei a bunda pra ele contemplar tudo, eu olhei pro rosto dele, era ele agora o congelado, tinha na vista minha bucetinha rosada e suculenta já esperando pra ser penetrada, o que me excitou ainda mais, só de pensar que eu estava ali nua, deitada numa mesa, num escritório, na frente do chefe do meu pai, que era muito mais velho que eu, prestes a ser fodida gostoso me fazia sentir mulher, orgulhosa de ser o prazer daquele homem em todos os sentidos da palavra..
.assim, sem mais, ele se aproximou e começou a brincar com meus pelos pubianos, apertava com os lábios enquanto com os dedos roçava minha buceta fazendo meu clitóris aparecer, logo chegou com a boca e começou a lamber mmmmmm-minha respiração aumentava bbbbaaaa-começaram pequenas contrações na minha barriga e meus bicos ficaram mais rosados e duros, ele enfiava a língua em mim enquanto eu aproveitava aquilo -que gostoso, coelhinho-eu entendia enquanto ele me olhava na cara, meu rosto era de pura satisfação, sem perder tempo ele me puxou pra perto, preparou o pau dele, colocou na entrada e começou a me foder de novo, gritei —é virgem, hein? ahaha— eu tentava pedir pra ele parar, mas da minha boca não saía palavra alguma. ele descarregava em mim toda a sua fúria, dava pra sentir o fervor da carne dele dentro de mim, enfiou tudo, era uma sensação desconhecida de dor e prazer, eu sentia as pulsações dele dentro de mim, depois minha barriga não aguentou e vieram orgasmos, um atrás do outro, que não me deixavam respirar. naquele momento, eu tinha perdido o controle do meu corpo e, enquanto ele bufava, eu gemia de dor e prazer, mmmmmmm-ahhhhhh- hhhhahhh. parecia que era uma língua que só eu e ele entendíamos; ele cada vez me dava com mais força e eu, com o pouco que me restava, tentava abrir minhas pernas, minha buceta estava vermelha de tanto roçar e começavam a escorrer meus fluidos, eu sentia que não aguentava mais e, como prova disso, gozei, molhando um pouco a escrivaninha. ele não quis desperdiçar e tirou o pau de dentro de mim pra começar a resgatar meus fluidos, ele os degustava como se fosse o melhor vinho. se levantou, se aproximou e começou a me beijar, eu estava ansiosa pra provar meus próprios fluidos e, assim, meti a língua na boca dele, tentando aproveitar —vadia, como você é gostosa— me dá mais— eu dizia —quer mais?— a cara dele era de safado, porque era claro que ele conhecia minha resposta. vem aqui— disse ele e se sentou numa cadeira, deixando a vara enorme dele à minha mercê. por minha parte, sorri com minha cara de inocente, como ainda estava na escrivaninha, só me levantei pra sentar e comecei a me fazer de difícil, tocando cada canto do meu corpo com as mãos enquanto ele observava e se masturbava, ele estava excitado ao extremo e, pra não deixá-lo com mais vontade, cheguei até ele, virei de costas, peguei o pau dele e encaixei na minha buceta, eu tentava ordenhá-lo de um jeito suave e era ele agora quem gemia. eu peguei as mãos dele e coloquei sobre meus peitos, eu me enfiava num ritmo lento que ele curtia, de vez em quando olhava pra cara dele pra confirmar que era assim mesmo. logo o calor dele me queimava e eu começava a sentir orgasmos. muito mais prazerosos e disse: "vai, me chupa rápido". Dessa vez, enfiei aquele pênis inteiro na boca, só dei três chupadas e ele gozou. Senti todo aquele esperma quente e grosso na minha garganta, logo inundou minha boca e começou a escorrer. Era incrível, eu engolia e com os dedos resgatava o que escorria da minha boca. Depois, como se fosse um elixir, chupava aquele pênis buscando mais, me engasgando o máximo que podia. O sabor era incrível comparado com a primeira vez. Vadia, como se quisesse. Eu olhava para o rosto dele e me sentia uma puta. Ele se afastou de mim e começou a guardar aquele brinquedo. Eu me virei e arrumei meu vestido, que mesmo vestido ainda estava todo amontoado na minha cintura. Logo estiquei, ajustei meus peitos, alisei por baixo e saí daquele lugar a toda pressa, suada, com um leve cheiro de esperma e ainda com o coração palpitando por aquele acontecimento tão delicioso e assustador. Cheguei em casa, tomei banho e quando desci, meu pai já estava na mesa conversando com minha mãe. Tentei ouvir o que ele dizia sem ser vista e consegui escutar que o chefe do meu pai o tinha mandado para uma reunião e que tinha dado um aumento pelo tempo de serviço na empresa. Entre outras coisas, ele também disse que tinham encontrado uma calcinha molhada no escritório dele, ao que minha mãe respondeu: "Olha, seu chefe meteu uma puta no seu escritório". Claro que nunca descobriram que o aumento era pelo serviço que eu tinha prestado e que aquela calcinha era da puta da filha dele...
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