Perdi a virgindade numa viagem escolar

Como perdi minha virgindade
Olá, todo mundo, meu nome é Ana Karen e esse é meu primeiro relato, onde vou contar como perdi minha virgindade há 20 dias

Olá, todo mundo, meu nome é Ana Karen e esse é meu primeiro relato, onde vou contar como perdi minha virgindade há 20 dias; vou começar contando um pouco sobre mim, tenho 18 anos, sou morena de olhos cor de mel, tenho 1,65m, cabelo preto e dizem que tenho um rostinho de anjo; sobre meu corpo, sei que é espetacular, não pensem que sou metida ou algo assim, é que na minha idade já sou bem desenvolvida, tenho uma bunda bem bonita, redonda e empinadinha, assim como meus peitos que são de tamanho médio, tenho pernas boas, quadril largo e uma cinturinha de pilão; é por isso que na escola os caras me enchem o saco e me paqueram direto, eu não dou muita bola porque tenho namorado há 11 meses e não sou puta nem nada do tipo, além disso, tô muito feliz com meu relacionamento, já que a gente se dá super bem, tanto eu quanto ele somos extrovertidos e curtimos a companhia um do outro, claro que em questão de sexo, nem com ele nem com ninguém nunca tive nada, nada, porque na minha família meus pais são meio rígidos e sempre me ensinaram bons valores, sempre me faziam entender que a gente devia chegar virgem ao casamento e que só devia ter um único homem na vida sexualmente falando, meu namorado sabia disso e por isso nunca me pressionou nem propôs nada sobre isso.

No colégio 7 de Guadalajara, como de costume, tenho um grupo de amigas com quem ando pra cima e pra baixo, são a Andrea e a Mônica; a Andrea tem a mesma idade que eu, ou seja, 18 anos, e também é muito gostosa, é branca de olhos castanhos, cabelo comprido e preto, tem um rostinho muito bonito, é um pouco mais alta que eu, tem uns 1,70m, é magra de corpo bonito, embora tenha menos bunda que eu, ela não tem namorado porque os pais dela são muito chatos e não deixam ela nem sair de casa. Na esquina, lógicamente, também era virgem há 20 dias, antes do que aconteceu e que vou contar pra vocês. Como eu disse, minha outra amiga é a Mônica, a menos bonita das três, porque ela é meio gordinha, mas tem um rostinho bonito. Ela também é a mais velha, tem quase 19 anos, é branca, loira e meio baixinha. Ela é, digamos, a mais desenrolada do grupo, troca de namorado direto e com a maioria já transou, pelo menos uns quatro que eu saiba. Ou seja, ela é a experiente, a que conta as coisas e os detalhes, a única que fala sobre sexo, especialmente pra Andrea, que adora ouvir as experiências dela. Além disso, a Mônica é quem dá a maior força pra Andrea ficar com uns colegas da sala, e foi por causa dela que, pelo menos naquela época, eu soube o que era beijar um homem.

E chegou a sexta-feira. A gente foi pra uma viagem da escola, bem cedo, num ônibus que nos levou pra um centro de lazer a umas 3 horas de distância, pra ficar lá até domingo. Chegamos lá pelas 10 da manhã. O centro de lazer era muito bonito e espaçoso, tinha duas alas de quartos em cada ponta. Numa delas colocaram todos os homens e na outra as mulheres, por razões óbvias. Os quartos também eram espetaculares, com acomodação múltipla. A gente ficou num pra nós três: Mônica, Andrea e eu. Os quartos tinham uma cama de casal, onde a Mônica e a Andrea se acomodaram, e uma de solteiro, onde eu fiquei. Tinha TV, aquecedor, e o banheiro era espetacular, grande e com uma banheira. No geral, tudo de luxo.

Depois de nos arrumarmos, saímos pra conhecer o lugar, dar uma volta pelas instalações, e, como sempre, a Mônica atrás de ver que cara bonito tinha por ali. Ela ficou encantada com os seguranças do lugar, dizia que eles tinham um corpo muito bom e que o uniforme caía muito bem, especialmente um que era um negão forte, de uns 23 anos. E, como sempre, ela, toda desenrolada, se aproximou dele e começou a conversar. A gente começou a perguntar coisas sobre o lugar, e a Mônica começou a dar em cima, a fazer olhinhos. Além disso, depois de um tempo, Carlos — que era o nome do guarda — disse pra Mônica que de noite iam levar o grupo pra balada, que tavam arrumando o lugar e que ele saía do turno às 6 da tarde. Perguntou se ela queria ficar pra dançar um pouco e também se queria que ele chamasse mais dois colegas guardas pra ficar e dançar com a gente. Mônica, como era de se esperar, aceitou na hora, sem nem olhar pra gente.

A gente, depois de se despedir do Carlos, reclamou com ela, mas não dava mais pra fazer nada. O resto da tarde passamos fazendo atividades de integração com o grupo. Quando acabou, mandaram a gente descansar um pouco e se arrumar porque iam nos levar pra balada do centro de lazer — coisa que a gente já sabia. Lá estavam Mônica e Andrea se arrumando. Mônica só falava do Carlos, que ia rebolar tudo pra ele, e dizia pra Andrea aproveitar e se divertir com os colegas dele, que finalmente o pai não tava por perto fiscalizando. Comigo ela não falava nada porque sabe que não curto essas coisas. Mesmo assim, terminamos de nos arrumar: Andrea e Mônica de vestido, eu de calça e blusa, e fomos pra balada.

Chegamos e na entrada estavam Carlos com os dois colegas. Mônica cumprimentou ele na hora, e ele nos apresentou pros amigos. O primeiro se chamava Alberto, tinha uns 21 anos, era alto, branco, cabelo preto, traços finos e corpo bonito. O segundo era Gustavo, mais velho que todos, uns 27 anos, negro, mais alto que Carlos e bem corpudo. Entramos na balada e pegamos uma mesa lá no fundo. Deram umas instruções rápidas pelo microfone, apagaram as luzes e ligaram a música. Eu fiquei mais na minha, enquanto Mônica e Carlos conversavam e riam pra caramba. Do outro lado, Andrea falava à vontade com Alberto e Gustavo.

Como eu disse, fiquei mais na minha. Pediram uma garrafa de cachaça e refrigerantes. começaram a sair pra dançar, a Mônica e o Carlos, e a Andrea e o Alberto não perdiam uma música. Eu, mais ou menos, ia puxando conversa com o Gustavo, o negão mais velho, e saía pra dançar uma ou outra música com ele. A noite foi seguindo mais ou menos na mesma vibe, Mônica e Andrea ganhavam uma ou outra dose, eu não, porque não gosto. Lá pela meia-noite, a Mônica já tava se beijando com o Carlos, enquanto a Andrea e o Alberto dançavam bem juntinhos. Num dos discos, saímos pra dançar os três casais e comecei a notar como minhas duas amigas deixavam os caras passarem a mão, deixavam roçar a bunda e os peitos disfarçadamente. Isso não me surpreendeu na Mônica, mas na Andrea me deixou de queixo caído. O Gustavo, que tava dançando comigo, também percebeu e tentou fazer o mesmo, mas eu me fiz respeitar e mantive distância. Eles continuaram assim, dançando bem coladinhos, até que lá pra 1 da manhã acenderam as luzes e anunciaram que era hora de ir pros quartos. Começamos a sair da balada acompanhadas deles, que nos disseram pra ir por um caminho alternativo, e claro, a razão era que por ali não tinha ninguém. Minhas amigas e os caras aproveitaram pra se beijar, especialmente eles pra passar a mão na bunda e nos peitos delas. Eu, enquanto isso, fingia que não via e ia na frente com o Gustavo, que tava na dele porque eu não dava chance pra nada. Finalmente chegamos na entrada da ala dos quartos, onde nos despedimos e fomos dormir. Mas, antes disso, cheguei perto da Andrea e falei que tava estranhando o comportamento dela e que ela não se deixasse influenciar pela Mônica, porque ela não era assim.

No sábado, acordamos lá pelas 10 da manhã, e isso porque bateram na porta. Saímos, tomamos café da manhã e fizemos dinâmicas de integração com o grupo e os professores. De vez em quando, cruzávamos com os seguranças da noite anterior e, claro, a Mônica e a Andrea ficavam de risadinhas pra lá e pra cá, trocando olhares, etc. Eu cumprimentava eles normalmente, à tarde continuamos na mesma, jantamos e, como na noite anterior, nos reuniram pra missa. Depois falaram que a gente podia ir pros quartos descansar. Mônica e Andrea foram na hora. Eu fiquei pra arrumar e organizar, só pensando na hora de ir pro quarto, porque o dia tinha sido bem pesado. Demorei uns trinta minutos.

Quando terminei, fui pros dormitórios. Ao entrar, fiquei com muita raiva porque minhas amigas estavam lá com Carlos, Alberto e Gustavo. Na hora falei que era o cúmulo, que elas sabiam o problema que a gente podia arrumar se fosse pega com homem no quarto. Aí Carlos respondeu pra eu me acalmar, que eles só estavam conversando e tomando umas cervejas, que ninguém tinha visto eles entrarem e que ele já tinha falado com os colegas que estavam de guarda. Disse pra eu não brigar com minhas amigas, que foi por isso que elas deixaram eles entrar. Eu falei que mesmo assim não concordava e que esperava que eles fossem logo, porque eu tava muito cansada e queria deitar. Assim que terminei de falar, me tranquei no banheiro e fui tomar um banho de banheira pra relaxar e passar o tempo enquanto eles fossem embora. Tava tão cansada que meus olhos fechavam lá dentro.

Depois de um tempo, notei que a luz já tinha sido apagada, então deduzi que os "visitantes" já tinham ido embora. Saí da banheira, me sequei, coloquei minha calcinha fio dental, me enrolei na toalha e fui sair do banheiro pra pegar meu pijama. Como eu disse, o quarto tava escuro, então fui até o interruptor pra acender a luz.

A luz acendeu, e a cena que eu vi naquele momento, acho que vai me marcar pra vida toda. Me deixou ali, parada, estupefata, como hipnotizada, olhando aquela imagem que minha mente não conseguia processar... Na cama de solteiro estavam Mônica, Carlos e o mais velho, Gustavo, completamente nus. Mônica sentada em cima do Carlos, enfiada numa pica. impressionantemente grande, que nem cabia inteiro na boca dela, e chupando outro pau, o do Gustavo, que brilhava em toda a sua extensão, acho que era até maior que a vara que ela tava sentada, tipo uns 25 cm, era um contraste, até estranho ver aqueles três corpos, um branco, o da minha amiga, e dois negros, brilhando de suor.

E pra completar o quadro, na outra cama, o Alberto tava sentado na beirada, peladão, e aos pés dele, minha amiga Andrea, só de tanguinha, ajoelhada entre as pernas dele, chupando o pau dele, que, mesmo não sendo igual ao dos amigos negros, era grande pra caralho. Eu continuava parada, imóvel, vendo a cena e observando a cara de prazer de todo mundo no quarto, tanto que nem ligaram pra minha presença nem pra luz.

Eu tava quieta, olhando, enrolada na minha toalha, sem fazer nada, só observando. De repente, o Gustavo, o negro mais velho, tirou a vara da boca da Mónica, deixando um fio de saliva escorrendo, ficou me encarando por um instante, percebendo meu nervosismo, e eu fiquei olhando pra aquele pau enorme, longo... longuíssimo e grosso, preto, nunca tinha visto um, ainda mais daquele tamanho. Ele começou a vir na minha direção, com a vara apontada pra mim, passando a mão na saliva da minha amiga, me olhando de cima a baixo, me rodeou e ficou atrás, acho que vendo como minhas nádegas empinadas marcavam na toalha. Eu não me mexi nadinha, continuei firme olhando a cena, vendo a Mónica trocando de posição com o Carlos, ele já metendo o pau inteiro nela sem dificuldade, vendo a Andrea sem a tanguinha, o Alberto deitado na cama com ela, a cara dele enfiada entre as pernas dela, chupando a buceta virgem dela. Ela se mexia de tesão e soltava uns gemidinhos que mostravam o prazer que tava sentindo. Tenho que admitir que, contra minha vontade, já tava respirando pesado, sentia minha buceta molhada e fervendo, e ouvia um zumbido nos meus ouvidos que não me deixava pensar em mais nada. não me deixava mexer nem pensar.

Tanto que nem tinha percebido que o Alberto me abraçava por trás, esfregando a pica enorme dele nas minhas costas, massageando meus peitos, minha bunda e minha bucetinha virgem por cima da toalha, enquanto tentava desatar o nó que eu tinha em cima dos meus peitos pra fazer a toalha cair — aquela última barreira entre o corpo preto e forte dele, o pauzão dele e o meu. Eu não consegui segurar por muito tempo, e logo meus encantos juvenis ficaram à vista de todos, agora direto nas mãos daquele preto que me esfregava nas costas. Eu não fiz nada, continuei imóvel, sem dizer uma palavra, deixando ele me apalpar toda, só que agora prestando toda atenção em como o Alberto se levantava, apontando o pau dele pra buceta virgem da minha amiga Andrea. Começou a esfregar ele de cima pra baixo na rachinha dela, enquanto ela soltava uns gemidinhos baixos. Ele começou a penetrar ela um pouco de primeira, e depois, com um empurrão só, meteu tudo de uma vez. A Andrea deu um gritinho que abafou com as mãos, enquanto o Alberto começava a bombar devagar, mas sempre metendo até o fundo, até que minha amiga começou a gemer — não mais de dor, mas de prazer —, a se mexer no ritmo dele e a pedir mais velocidade nas investidas.

Nessa altura, o Gustavo tinha passado pra frente de mim, estava ajoelhado, com uma mão puxando minha calcinha fio dental pra poder lamber minha bucetinha. Eu, já resignada, facilitava o trabalho dele abrindo o máximo que podia minhas pernas pra não cair, apoiando minhas mãos na cabeça dele e ao mesmo tempo afundando ela mais e mais na minha buceta, buscando que a língua dele entrasse o mais fundo possível, mexendo minha cintura no ritmo dele e soltando gemidinhos provocados pelo prazer que aquele preto ali embaixo me dava e pela excitação que eu sentia ao ver minhas amigas cavalgando em cima daqueles homens num ritmo desenfreado. De repente, o Gustavo se levantou, me carregou fácil nos braços. Eu não resisti, só queria aproveitar igual elas estavam fazendo. nesse instante, minhas amigas, ele me levou até a cama de casal e me deitou do lado da minha amiga Andrea, e começou a tirar minha calcinha fio dental, que era a única coisa que eu vestia. Eu não só deixei, como também, assim que ela rolou pelos meus tornozelos, abri minhas pernas o máximo que pude, em sinal de entrega e resignação. Ele se levantou completamente e começou a andar de joelhos em cima da cama em direção às minhas pernas abertas.

Foi aí que lembrei que aquele preto tinha a maior pica do quarto, que media uns 25 cm e que a Mónica nem conseguia colocar na boca de tão grossa que era. Isso me deu um arrepio, uma mistura de medo e tesão. Assim que ele parou no meio das minhas pernas, abri a boca para falar as primeiras palavras desde que saí do banheiro. Disse que eu era virgem, que não fosse me rasgar. Ele só arregalou os olhos, deu um meio sorriso e começou a esfregar a verga dele na minha bucetinha, que mal tinha começando a nascer uns pelinhos. Ele esfregava de cima pra baixo. Eu levantei a cabeça pra ver o que tava rolando lá embaixo. Ele parou um momento, centralizou e começou a empurrar devagar. Algo travou o caminho. Ele levantou o olhar, me encarou e investiu com tudo. Eu senti como se um ferro gigante e quente me partisse ao meio. Soltei um grito que mal consegui abafar. Ele, sem me dar trégua, investiu de novo com força. Me fez gritar de novo. Doeu na alma. Senti ele tão fundo que pensei que fosse desmaiar ali. Imediatamente, me levantei um pouco, apoiando o corpo com uma mão atrás e a outra coloquei na barriga dele pra parar. Olhei pra minha bucetinha e ele só tinha colocado até a metade. Então pedi pra ele parar, que não entrava mais, que fizesse só até ali. Aí ele começou a meter e tirar devagar a metade da pica dele.

Eu controlava ele com a mão na barriga. Depois de um tempo, comecei a sentir prazer. Me sentia cheia, completamente tomada, e não conseguia parar de gemer. mover minha cintura no ritmo das investidas dele, que cada vez eram mais rápidas. aí tirei minha mão da barriga dele, me recostei e fechei os olhos, me concentrando só no gosto e no prazer que aquele troço monstruoso dentro de mim me dava. ele metia e tirava rapidão, e a cada investida eu sentia uma dorzinha lá no fundo, mas não era nada comparado ao prazer que ele me proporcionava. eu mexia minha bunda como uma louca, minha cara fechada balançava de um lado pro outro, enquanto eu apertava o lençol da cama com as mãos. era inacreditável o que eu tava sentindo.

Abri os olhos, olhei pro lado e vi que a Andrea tava de quatro, de olhos fechados, sendo penetrada. aí olhei pro outro lado e vi os corpos abraçados, imóveis e suados da Mônica e do Carlos, que pareciam exaustos. eles só ficavam olhando o espetáculo que a gente tava dando na outra cama. aí, aos poucos, fui sentindo o pau dele entrar mais e mais fundo, olhei pra baixo e notei que, incrivelmente, a cada investida do Gustavo, o pau dele sumia completamente dentro da minha bucetinha, até bater as bolas dele na minha bunda, fazendo aquele som de "poc, poc, poc". parecia impossível que aquele instrumento gigante coubesse tudo dentro de mim.

De repente, o negão que tava me comendo me abraçou e me virou, fazendo eu ficar por cima dele. eu comecei a subir e descer, enfiando até o fundo, aumentando o ritmo, e via como ele olhava o próprio pau penetrar tão fundo em mim — não dava pra acreditar. e ele me dava todo o prazer que podia. eu fechava os olhos e levantava a cabeça, sentindo meu cabelo roçar nas minhas costas, experimentando de repente o primeiro orgasmo da minha vida, uma coisa que quase me fez desmaiar de prazer. no meio do meu transe gostoso, ouvi a voz da Mônica dizendo que ia tomar um banho, e escutei ela abrir e fechar a porta. abri os olhos pra ver o que o Carlos tinha feito. ele tava sentado na outra cama, me encarando e se masturbando com o pau preto dele. eu não liguei e fechei os olhos de novo. De novo e continuei cavalgando o outro negão que tava debaixo de mim.
Fiquei assim por um tempo, concentrada no prazer, só no prazer, até que um movimento quebrou meu estado, abri meus olhos e virei o olhar, e era o Carlos que vinha na nossa direção mostrando a enorme pica preta dele de novo dura, ele olhou pro rosto do negão que tava debaixo de mim e disse: essa preciosidade tem a bunda mais linda e empinada que já vi na vida, essa oportunidade não dá pra deixar passar, além disso você me deve, fui eu que te apresentei, o Gustavo só sorriu pra ele, acho que num sinal de aprovação.

Aí ele se colocou aos pés do amigo, bem atrás de mim, me empurrou um pouco pelas costas me forçando a ficar quase de quatro, começou a apertar minhas nádegas e beijá-las enquanto eu continuava subindo e descendo, isso me dava ainda mais prazer, embora me fizesse sentir como uma puta com dois caras aproveitando de mim ao mesmo tempo, mesmo assim não fiz nada e continuei gemendo de tão tesuda que tava, ele começou a meter um dedo babado no meu cu, fazia devagar, mexendo em círculos, isso me enlouquecia e me fazia soltar um gemido a cada movimento.

Levantei a cabeça pra trás e vi de relance aquele outro negão com o pauzão duro trabalhando no meu cu, também vi que a Andrea e o Alberto tinham ido pra outra cama e estavam descansando, só observavam atentos o espetáculo, isso me excitava também, não me perguntem por que, não sei, aos poucos o Carlos foi enfiando dois e depois três dedos no meu cu, dilatando ao máximo, já sabia o que vinha.

Tinha ouvido falar sobre sexo anal e da dupla penetração pela boca da Mônica, e a ideia me dava terror e ao mesmo tempo uma excitação enorme, então o Carlos tirou os dedos do meu cu pra colocar a cabeça daquele instrumento enorme, começando a empurrar com investidas pequenas e não muito fortes, igual antes eu sentia muita dor, que me fazia soltar pequenos gritos, mas aguentava sabendo que logo a dor passaria pra dar lugar ao prazer, Carlos continuou com suas investidas por um tempo, tentando enfiar sua tranca enorme completamente na minha bunda que até pouco tempo era virgem, bum, então ele começou a aumentar a velocidade das investidas e eu comecei a ouvir aquele som característico de antes, puc, puc, puc... sinal indiscutível de que ele já tinha enfiado a pica toda no meu cu e que os colhões dele estavam batendo na minha buceta ou na pica do amigo dele que ainda estava dentro, senti meu corpo por dentro se acostumando com aquele par de instrumentos estranhos separados só pelas minhas paredes internas, me sentia preenchida nos meus dois buracos, enquanto eles me enfiavam com toda força destruindo meus antigos tesouros virgens, isso me enlouqueceu, me fez gemer mais forte experimentando meu segundo orgasmo que foi um pouco mais longo.

De repente os dois negros se olharam e fizeram sinais, então Carlos tirou a pica do meu cu e Gustavo me fez sinal para eu desmontar da dele também, eu obedeci e comecei a subir para que ela saísse, aquela pica que parecia não ter fim, precisei me levantar para que saísse toda, então olhei para ele parada na cama com as pernas abertas e ele me fez sinal para eu me virar de costas, fiz isso e virei o rosto para ver o que ele queria que eu fizesse, ele estava com o olhar fixo na minha bunda, me fez sinal para eu sentar de costas na pica dele de novo, eu obedeci e comecei a descer pegando o instrumento dele e direcionando para a minha bucetinha que naquela altura já era bucetona, mas ele me corrigiu, pegou o pênis dele e colocou na entrada do meu cu dilatado, eu continuei descendo e com muito medo porque sabia que a pica dele era maior que a do Carlos e eu tinha dificuldade para fazer entrar, só a cabeça do pênis dele já me dilatava ao máximo e comecei a chorar um pouco de dor.

Até que no meio dos meus movimentos escorreguei e caí sentada nela, e aí sim senti uma dor tão intensa que me rasgava por dentro, e comecei a chorar como uma criança, mas isso pareceu excitá-los ainda mais Então eu me inclinei pra trás, apoiando as mãos na cama pra começar a subir e descer, isso fez com que a dor fosse diminuindo aos poucos.

Carlos aproveitou minha posição, se aproximou de frente e me deitou um pouco mais pra enfiar o pau dele na minha bucetinha, começando de novo uma metida e tirada muito mais forte e rápida. Eu pedia pra eles pararem, que não fosse tão rápido, mas parecia que eu tava dizendo o contrário, porque eles me davam mais forte, sem se importar com minhas lágrimas e gritos que só os excitavam mais. E isso, não sei por quê, me fez subir ao céu, me fez gemer igual uma louca, me provocando um terceiro orgasmo ao sentir um líquido fervendo preenchendo as profundezas do meu cu. Assim que meus espasmos pararam, falei pro Carlos pra não gozar dentro, que eu não queria engravidar. Ele respondeu que tudo bem, mas só se eu deixasse ele gozar na minha boca então.

Eu baixei o olhar e concordei com a cabeça. Aí ele tirou o pau de mim, apontando pro meu rosto, colocando na minha boca. Eu abri, e ele disse pra eu chupar, senão ele não gozaria. Eu falei que não sabia como, e então ele me pegou pelo cabelo e enfiou na minha boca. Desajeitada, com minha inexperiência, comecei a chupar e a passar a mãozinha nele. Ele respondeu com umas estocadinhas até minha garganta, no único buraco que ainda era virgem. De repente, o pau dele começou a dar pulinhos na minha garganta, e eu não sabia o que tava rolando. Aí comecei a sentir o esperma dele me engasgando, sem outra opção a não ser engolir o mais rápido possível. Mas era tanta porra saindo que respingou no meu rosto, escorrendo pela boca, nariz e cabelo. Carlos deixou ali dentro por um momento, depois tirou e se afastou de mim. Eu fiquei olhando pro teto, descansando ali, ainda sentada no pau mole do Gustavo que descansava dentro do meu cu. Tava exausta. Suspirei uma última vez e me levantei, vendo a cara de espanto das minhas amigas e do Alberto sentados na outra cama. Aquelas caras me fizeram... Refletir e lembrar que há pouco tempo atrás eu era a que olhava a cena admirada, e como resultado dos acontecimentos eu tinha virado a estrela final, aqueles olhares me envergonhavam, me faziam voltar ao meu transe provocado pela luxúria e excitação, me fazendo pensar nos meus atos. Eu só consegui correr para o banheiro e me trancar lá.

Lá dentro, sentei no vaso e comecei a chorar, tomando consciência do que tinha feito, de como tinha decepcionado pessoas que me amavam e confiavam em mim: meu pai, minha mãe e meu namorado, meu pobre namorado que sempre me respeitou e compreendeu. A essa tristeza se somava o fato de que me sentia machucada por dentro, minha bucetinha e meu cu ardiam muito. Fiquei lá sentada, chorando e pensando. Enquanto estava lá, ouvi Alberto e aqueles dois negões se despedindo e indo embora — não sabia se sentia raiva, pena, desejo ou gratidão por eles. Fiquei mais uns dez minutos no banheiro, tempo em que minhas amigas apagaram a luz e foram dormir. Criei coragem, procurei meu pijama no escuro e me deitei sem dizer uma palavra. Fiquei só pensando por alguns minutos, até que, num ataque de raiva e desespero, falei com a Mônica, recriminando ela pelo flerte, pelos joguinhos e por como tudo tinha terminado. Ela respondeu calmamente: "Mas olha quem fala, a que deixou dar por todos os lados." Não respondi nada, só me virei pro canto e continuei pensando. Não por muito tempo, porque estava exausta, me sentia como se tivesse levado uma surra. Adormeci.

No dia seguinte, nos acordaram. Eu nem trocava palavra com elas, em parte por raiva, em parte por vergonha. Nem olhava pra elas, ficava de cabeça baixa, andando com dificuldade porque todas as minhas partes íntimas doíam. Lá fora, nas quadras, ao passar pelos seguranças — os mesmos da noite anterior — só queria que a gente fosse embora logo e eu chegasse em casa. Fez o dia durar uma eternidade, mas finalmente o ônibus chegou e, ao descer no ponto perto de casa, mal consegui dar tchau.

E foi só isso, essa é a minha história. Espero que não me julguem, nem me critiquem pelo que fiz. Espero que cheguem à mesma conclusão que me consola: que tudo foi por causa da luxúria e da excitação do que tive que ver e sentir, que era mais forte do que eu e era impossível não fraquejar.

4 comentários - Perdi a virgindade numa viagem escolar

Muy buen relato!!!!, van +10, aca nadie juzga, ni recrimina, vamos por massss.
jeje tenia 5 te debo para el proximo.
paso nomas para comentar ya que el relato es bastante largo 😛 pero ahora tenes q subir foto tuya 😉 con eso la rompes
Lo mismo digo yo, es un poco bastante viejo. El relato.