AGUARDAMOS PONTOS E COMENTÁRIOSMinha esposa e eu somos um casal normal. Começamos há alguns meses no mundo liberal e curtimos muito. Essa é a história da primeira noite de escrava sexual da minha mulher.
Ela tem 26 anos e eu 28. Mas apesar de já termos tido várias experiências extremas juntos, o mais marcante foi um ménage com outra garota. Até esse relato, ela ainda não tinha sentido o prazer de estar com dois homens... a grande fantasia dela...
Minha namorada se chama Maribel, é uma gostosa. É alta, cabelo preto, pernas longas e bem torneadas. Não é a típica magricela. É exuberante da cintura pra baixo, e mais magrinha da cintura pra cima, do jeito que eu gosto. Tem uma bunda linda e redonda, bem carnuda e apetitosa, que faz a alegria de quem vê ela passar com suas calças justas. Os peitos dela são pequenos e têm um formato bonito de pera.
Nós dois somos muito tarados, porque além de curtir sexo, a gente gosta do sexo mais pesado. Pode parecer o mais normal num casal, mas não é. Nem todos os casais são o que a gente entende por "tarados". Muitos gostam de sexo normal, convencional, e acham a sacanagem nas situações que rolam nas brincadeiras. Nós, além disso, somos depravados. Curtimos sexo mais picante, mais "sujo".
Embora não tenhamos papéis definidos no sexo porque curtimos de tudo, é verdade que gostamos bastante das brincadeiras onde ela faz o papel de submissa, ou de dominada.
Nossa aventura começa numa casa de campo, alugada pra ocasião, a cinco quilômetros de uma cidade próxima.
Eram meia-noite. Chegamos na casa, o caminho era bem escuro, Maribel estava nervosa, sabia o que íamos fazer, mas logicamente tinha dúvidas. Embora tenhamos experiência em sexo com outra pessoa, essa nova situação assustava ela um pouco. Assustava, entre outras coisas, que a casa fosse tão isolada. por via das dúvidas. Eu também tava nervoso, tenho que admitir, mas acalmei ela. Como sabia que isso ia rolar, a gente tinha tomado uns copos num bar, pra se soltar e perder o medo. Mas mesmo assim, a gente tava um molenga.
Deixei o carro perto da entrada, peguei uma mochila do banco de trás e entramos na casa. Eu já tinha ido lá de tarde pra preparar tudo pro rolê. Tinha mexido uns móveis na sala pra abrir espaço e, não sem esforço, trouxe o colchão, que era 2x2, do quarto principal e um monte de almofadas pra um canto da sala. Tava tudo cheio de vela, pra dar o clima, e numa mesinha tinha três garrafas de vinho, uma de uísque e vários copos.
Ainda não era hora, então decidimos tomar um pouco de vinho pra acalmar mais os nervos.
Saí de casa. Voltei pro carro e fui até o povoado. Vi dois carros estacionados enquanto entrava no estacionamento. Tinha dois caras fora dos carros, fumando, com cerveja na mão.
Desci do carro, cumprimentei eles e perguntei se tava tudo certo. "Claro, achamos o lugar fácil, quer uma cerveja?" — "Não, valeu, temos vinho e uísque em casa." — "Pô, vinho! Parece bom!" — disse um deles rindo. Eu tinha combinado com os dois pela internet, não conhecia eles pessoalmente. Dois deles, segundo diziam, já tinham feito isso outras vezes.
"Vamos nessa?" — "Bora", falaram. — "Então me sigam."
Agora eu tava mais nervoso do que nunca. Pela internet me passaram boas vibes, mas tava na dúvida se foi boa ideia chamar esses dois. No começo achei que era boa ideia, eles já tinham experiência nisso, então deduzi que sabiam o que tavam fazendo e que era melhor assim do que com duas pessoas que não entendiam disso, que a qualquer momento podiam perder a linha. Agora minha dúvida era se, pela experiência deles, podiam me tirar o controle. Bom, acho que minhas dúvidas eram por causa do nervosismo. Com os nervos, arranquei, fiz um sinal pra eles e eles me seguiram.
O caminho até a casa pareceu mais curto do que das outras vezes. Percebi que devia ter revisado as regras no pátio, antes de chegar na casa. Agora eles sabiam onde estávamos, então já estávamos expostos. Assim que desci do carro, enquanto eles quase iam entrando, parei eles, meio nervoso, e falei que queria revisar as regras. Eles perceberam meu nervosismo, deram uma risadinha, eu ri junto, mesmo assustado. E me disseram: — "Claro, sem problemas."
"Fala sério", — falei — "mesmo tendo reforçado mil vezes na internet, quero que me digam que concordam com as regras pessoalmente." — "Sem problema" — responderam.
"Beleza. Esta noite a Maribel é de vocês. Podem fazer o que quiserem com ela, a noite toda. Ela não manda nela, nem eu. A partir de agora, sou só um espectador, mas se me derem permissão e eu estiver a fim, posso entrar no jogo. Mas vão ter que me convidar, me dar permissão e mandar em mim o que querem que eu faça. Ela é a escrava de vocês. Como vocês mandam nela, se ela se recusar a fazer algo, podem forçar ela, não importa o que ela diga, podem 'estuprar' ela. Isso sim, lembrem que não deixa de ser um jogo. Se em algum momento um de nós dois disser as palavras 'tenho medo'. Vocês têm que parar, e o jogo acaba na mesma hora. Têm que se afastar. Se quiserem, podem ir pro outro quarto bater uma, mas têm que nos deixar sozinhos.
Entramos na sala, e a Maribel estava sentada, bebendo uma taça de vinho. Ela estava com as pernas cruzadas de um jeito bem sensual.
Servi umas taças de vinho pra todo mundo, enquanto a Maribel ia pro quarto se preparar — "Posso servir uma taça de vinho pra ela?"
— "Claro" — me disseram — "deixa ela babar, melhor" — riram.
Levei a taça até o quarto enquanto ela se despia, coloquei do lado do colchão.
— "Vou deixar aqui... caso você queira beber."
— "Fala sério" — disse, dei um beijo nela e me afastei.
Luis e Ramón começaram a tirar a roupa já na sala, e quando chegaram no quarto já estavam pelados. Eu fiz o mesmo, me despindo também.
Quando todo mundo já estava nu, Luis foi o primeiro a se aproximar dela. — "Que gostosa!" — disse — "rabão do caralho, pensei que as fotos eram montagem" — riu — "vou me divertir pra caralho com essa raba. Parece de brasileira, mas dá pra ver que é material nacional. Riu de novo."
Ele se ajoelhou na beirada do colchão, deu um gole, largou a taça no chão e se esticou pra acariciar as coxas e a bunda dela. Abriu as pernas dela com as duas mãos e começou a massagear. — "Deus, que delícia, toda depilada com cera, só um bigodinho brasileiro, como ela tinha falado" — disse olhando pro Ramón.
— "Deixa eu ver?" — Ramón se aproximou, enquanto Luis abria as pernas dela com as duas mãos.
Vira de costas e fica de quatro pra eu ver essa raba... Ramón indicou.
Pra depois exclamar — "Hmmmmm, que tesão"
— disse — "e ainda já tá escorrendo que nem uma puta". Passou a mão entre os lábios dela, que já começavam a ficar encharcados com aquele melado escorrendo de tesão. Levou a mão à boca e disse — "Delicioso! Melhor que vinho" — riu.
"Beleza, vamos começar" — disse Luis — "Já tô duro, acho que primeiro essa foxy tem que nos preparar. Vai, fica de joelhos." — Maribel obedeceu — "Vem cá" — ela foi de quatro até onde a voz vinha. — "Abre a boca" — Luis segurou ela pela nuca e guiou até o pau dele. — "Chupa, até eu mandar parar."
O pau dele, que não tava completamente duro, ficou durasso com os primeiros movimentos da Maribel. — Mmmmm — ela gemia enquanto chupava. Ela adorava chupar um pau, e eu adorava ver ela fazendo isso.
Ramón se ajoelhou atrás dela pra ver a bunda e a buceta dela. Acariciou as nádegas, abriu elas e enfiou a cabeça, deslizando a língua uma vez e outra. desde os lábios dela até o cu, se encharcando com os sucos dela e lubrificando toda a área com o fluxo e a saliva dela.
Deu pra perceber que a Maribel gostou, ela arrebitou mais a bunda e começou a gemer mais forte enquanto eu continuava chupando a pica do Luis. Com a mão direita, eu masturbava ele enquanto chupava devagar.
O Luis tirou a mão dela pra poder enfiar mais fundo. Isso era algo que me deixava meio desconfortável. Embora a gente já tivesse brincado de enfiar a pica na boca até o fundo entre nós dois, sempre fizemos com cuidado. Ver um cara fazendo isso com ela de forma bruta não me agradava muito. Mas já estávamos ali. Também não queria estragar a noite só por causa disso, só esperava que o Luis não fosse muito selvagem e que não fosse desconfortável pra ela.
O Luis começou a foder a boca dela, mas, pra meu alívio, não foi tão brutal quanto a gente tinha visto em alguns filmes onde a mina chegava a se engasgar de propósito. Ela parecia estar aguentando bem até ali.
Enquanto isso, o Ramón tava chupando a buceta dela, até que parou e disse: — "bom, melhor trocar". Ele trocou de lugar com o Luis e começou, mais forte que o Luis, a foder a boca dela. Agarrou ela pela nuca e pressionou contra ele. Parece que o Ramón era um pouco mais bruto. A Maribel ficou mais tensa. Eu me assustei, não fiz nenhum gesto óbvio, mas fiquei tenso ao ver ela meio desconfortável. Foi aí que o Ramón disse: — "foxy, você é minha escrava e posso fazer o que quiser com você. Então não resiste, porque a gente vai continuar te estuprando até não aguentar mais."
Naquele momento, por mais irônico que pareça, as palavras dele, "escrava", "estuprando", me lembraram que tudo aquilo era um jogo, e como, às vezes, enquanto a gente transava e trocava fantasias assim, a Maribel tinha dito mais de uma vez: "ser estuprada um pouquinho não é tão ruim", se referindo a que, se tivesse um pouco de brutalidade no ato, sem ser exagerada, deixava a situação mais intensa e excitante. Naquele momento, estávamos realizando aquela fantasia que compartíamos na nossa mais profunda intimidade. Então me coloquei de novo na situação, pensei que era algo que tínhamos sob controle, que a qualquer momento podíamos parar. Se ela não tinha levantado a mão, por enquanto não precisava me preocupar.
Acho que com ela aconteceu o mesmo. Possivelmente pensou a mesma coisa que eu, então se relaxou o suficiente pra que ele pudesse continuar comendo a boca dela. — "Assim que eu gosto, putinha, como você é gostosa" — disse Ramón com a voz entrecortada de prazer.
Depois de alguns minutos, Luis interrompeu a cena: — "Bom, já chega de aquecimento. Vamos começar" — Ramón e Luis, como se tivessem ensaiado, pegaram suas taças de vinho ao mesmo tempo e deram um gole.
"Vagabunda, fica de quatro" — Disse Ramón. "Maribel limpou a boca, de onde escorria saliva, com as costas da mão direita, se virou e ficou na posição que mandaram."
"Ei, e eu quero que você continue chupando a minha" — Disse Luis.
— Ramón riu. — "Se quiser, fica agora pra ela chupar de novo, enquanto eu meto por trás."
Luis sentou no colchão, com as pernas esticadas, se reclinou um pouco pra trás e se apoiou nos braços. — "Vem cá, putinha" — Disse pra Maribel.
E Maribel foi de quatro até onde ele estava.
Luis, que estava com a boca e o queixo encharcados depois de ter passado vários minutos lambendo a buceta e o cu dela, beijou Maribel na boca, com paixão, ela retribuiu o gesto, e ele sussurrou — "chupa."
Maribel abaixou a cabeça e começou a chupar com gosto. Ele apoiou a mão direita na cabeça dela marcando o ritmo do boquete.
Enquanto chupava, de repente sentiu umas mãos nos quadris, e uma pica entrando na bucetinha dela de uma vez até o fundo. Já sabia que era Ramón. Maribel deu um sobressalto, mas com a pica do Luis na boca não conseguiu gritar. Só soltou um gemido choroso e entrecortado.
"Você gosta, hein? Diz: cê gosta? dizia Ramón — "O que você acha de estar sendo comida enquanto seu namorado assiste? Que gostoso que é sua bucetinha. Você sente meu pau?" — Parecia que Ramón tinha lido minha mente. A Maribel pareceu não se importar, continuava chupando o Luis enquanto Ramón a penetrava com força.
Ao ver aquilo, não pude deixar de ficar de pau duro. Até aquele momento eu estava tão absorto, e tão nervoso, que mal tinha parado pra aproveitar a situação. Parecia que os momentos de maior dúvida tinham passado. Eu estava empalado, o pau ia explodir, e o líquido pré-seminal começava a ser abundante. Então comecei a me masturbar devagar, porque se fosse muito rápido, tinha a impressão de que ia gozar na hora, e isso tinha que durar muito mais.
— "Agora quero comê-la eu" — disse Luis — Mas quero que você se deite de costas. Maribel obedeceu. Ramón parou de comê-la e ela se deitou de costas, com os joelhos dobrados e as pernas o mais abertas que podia.
"Muito bem, assim que eu gosto" — disse Luis enquanto dava uma boa lambida na boceta dela.
— "Eu fico com a boca!" — disse Ramón.
Luis se deitou sobre ela, esfregou o pau duro nos lábios da buceta dela, roçou contra eles — "que bucetinha mais deliciosa" — e a penetrou. — "Ahhh!"
Naquele momento eu tinha parado de pensar em tudo. Não parava de me masturbar e só queria aproveitar enquanto olhava o que faziam com ela.
Ramón se posicionou sobre Maribel, com ela entre os joelhos dele. Deitou-se pra frente sobre o rosto dela e começou a comer a boca dela.
— "Ahhh! Que gostoso!" — Dizia Ramón.
Enquanto eu estava de pé, peguei uma taça de vinho, e enquanto bebia, me masturbava com a outra mão.
Ramón cada vez fazia movimentos mais rápidos. Dava toda a impressão de que queria gozar e instantes depois foi o que fez. Notei como ele se contorcia de prazer, e vi como o pau dele pulsava com claros sinais de que estava bombeando porra, dentro da boca dela.
— "Ahhhhhh, que delícia." — Como ele tinha o pau dentro da boca dela. boca e o sêmen não tinha espaço, saía em jorros pelos lábios dela. — "Ahhhh!" — continuava Ramón. — "Engole tudo."
— E embora Maribel tentasse engolir, não era fácil, deitada de costas e com a rola do Ramón ainda dentro, então continuavam saindo verdadeiros jorros pela boca dela.
Ele tirou a rola vermelha de tanta excitação e, com a boca finalmente livre, Maribel suspirou, uma mistura de alívio e prazer, e engoliu de novo, dessa vez com mais conforto, parte do sêmen que ainda estava na boca dela, enquanto o resto escorria por todo o rosto. Ela se lambia, suspirava e gemia, no ritmo da foda que o Luis estava metendo nela, que depois de ter presenciado em primeiro plano uma foda de boca daquelas, tinha ficado ainda mais excitado.
Mas parecia que o Luis não queria gozar ainda, pelo menos não daquele jeito. Então ele se virou pro Ramón e disse: — "Já se recuperou, quer dar pra ela de novo?"
Ramón respondeu: — "Claro, mas quero dar agora no cu dela."
— "Tudo seu. Eu quero comer essa boca também." — disse Luis — E sem dar tempo pra ela se recompor, colocou ela numa posição mais reclinada na cama (de bruços). Ainda com sêmen nos lábios e nas bochechas, ele enfiou a rola entre os lábios dela e começou a comer ela.
— "Levanta a bunda, Maribel" — disse Ramón, enquanto a inclinava pra facilitar a penetração. Ele se abaixou sobre a bucetinha aberta dela, com a bunda totalmente exposta, e lambeu várias vezes, fazendo questão de focar no delicioso furinho traseiro dela. Se levantou. Cuspiu nos dedos e lubrificou o buraco dela. Encostou a ponta da rola já dura, pressionou um pouco, enfiou devagar até o glande ficar todo coberto e empurrou pra meter o resto. — "Ahhhh!"
Aquela visão me deixava louco, e eu tive que me segurar pra não gozar enquanto me masturbava. Ver aqueles dois estranhos fazendo o que queriam com ela. Aquela mistura de gemidos, sêmen, suor, com ela como protagonista, era simplesmente embriagador.
Não sei quanto tempo passou, mas depois de alguns minutos Luis acelerou a foda e gozou, assim como Ramón, na boca dela. Mais porra saía e escorria pelas bochechas dela. Luis ficou naquela posição e desacelerou pra curtir o momento. Ela engolia, gemia, engolia, gemia.
A cara de prazer da Maribel aumentou, acho que ela não aguentava mais de tanto tesão, quando
Ramón me olhou e disse:
- "Ei, não goza ainda, tive uma ideia melhor." - "Quer participar?"
- "Sim, claro" - falei com a voz trêmula - "O que... o que eu faço?"
Ramón tirou a pica do cu dela e pegou Maribel pela mão - "Maribel, sai um pouco pra cá." - Ela se levantou meio sem jeito. A porra escorria pelo queixo e pescoço dela até os peitos. - "Fica de lado."
"Deita aqui, você vai gostar" - Ele me falou apontando pro lugar que ela tava até pouco antes - "De barriga pra cima" - Fiz isso. Quando me deitei, senti o lençol molhado de suor e uma sensação úmida e especialmente pegajosa em várias partes do corpo: cabeça, pescoço, costas.
"Agora, vagabunda, fica de quatro em cima dele." - Ela se ajeitou devagar em cima de mim. Ralando a buceta no meu pau ao passar, deixando fios do meu líquido pelo corpo dela - "Agora enfia" - Peguei meu pau pra apontar pra buceta lubrificada dela, ela ajudou um pouco com a mão e levantei a bunda pra meter de uma vez. A buceta dela tava tão aberta e lubrificada que entrou quase sem eu perceber.
- "Vai, fiquem assim"
Ramón se ajoelhou atrás. E meteu de novo no cu dela, dessa vez sem nenhum esforço.
Senti quando Ramón meteu. Pra quem nunca experimentou uma dupla penetração, posso dizer que é uma sensação estranha. As duas picas lutam dentro dela pra ocupar o mesmo espaço, então você sente perfeitamente a pica do outro, quase como se estivesse esfregando direto em você.
Só uma dobra fina separa elas. É uma sensação estranha, mas ao mesmo tempo muito gostosa. A gente nunca tinha experimentado isso. Maribel estava sendo sublime. Eu fiquei parado, com meu pau dentro, enquanto deixava ele fazer o trabalho. Naquele momento, Maribel começou a gemer mais do que nunca. — "Ah, sim, me come" — Ela me abraçou forte e me beijou com paixão. O gosto da boca dela, uma mistura de tudo, era difícil de descrever. Longe de me dar nojo, senti a paixão que a depravação pura gerava.
Naquela hora, senti as contrações de Maribel, que estava chegando a um orgasmo intenso. Ela gritava de prazer — "Ohhhhhhhh siiiim" — Enquanto Ramon, que estava gozando no cu dela, fazia o mesmo. Ele se apertou contra ela, e ela contra mim. — "Ahhhhh!" ...
Ele tirou o pau, e o esperma escorreu pela buceta dela, acabando no meu pau e nas minhas bolas. — "Desculpa" — Ele disse, ao perceber. Eu estava absorto de prazer, tudo me era indiferente.
Eu tinha feito esforços titânicos para não gozar antes, mas não aguentei mais, e não queria mais aguentar. Fiz uns movimentos rápidos na buceta dela e também gozei no orgasmo mais intenso da minha vida. — "Ahhhhhhh ...!" — Não sei quantas descargas eu soltei, mas nunca tinha gozado tanto e tão intensamente. Eu levantava minha bunda para sentir todo o meu pau dentro enquanto gozava. Finalmente, tirei meu pau, e com ele saía esperma a jorros que caía na minha barriga.
"Ohhh deuuus ..." — Fechei os olhos. Nos beijamos de novo com paixão, suspiramos, e ela, exausta, se deitou ao meu lado. Eu fiquei na mesma posição e não conseguia me mexer.
Abri os olhos. Ramón sorria, ainda com o rosto desfigurado de prazer, e Luis só olhava.
"Bom" — Disse, como sempre, Ramón. — "Vamos dar uma pausa antes de continuar. Ainda tem noite pela frente e ainda quero fazer muitas coisas."
— "Deixa a escrava descansar. Senão, ela não vai aguentar a noite toda" — Eles riram.
Minha esposa só deu um sorrisão e se recostou.....
Assim passou uma noite inteira de sexo selvagem….
Ela tem 26 anos e eu 28. Mas apesar de já termos tido várias experiências extremas juntos, o mais marcante foi um ménage com outra garota. Até esse relato, ela ainda não tinha sentido o prazer de estar com dois homens... a grande fantasia dela...
Minha namorada se chama Maribel, é uma gostosa. É alta, cabelo preto, pernas longas e bem torneadas. Não é a típica magricela. É exuberante da cintura pra baixo, e mais magrinha da cintura pra cima, do jeito que eu gosto. Tem uma bunda linda e redonda, bem carnuda e apetitosa, que faz a alegria de quem vê ela passar com suas calças justas. Os peitos dela são pequenos e têm um formato bonito de pera.
Nós dois somos muito tarados, porque além de curtir sexo, a gente gosta do sexo mais pesado. Pode parecer o mais normal num casal, mas não é. Nem todos os casais são o que a gente entende por "tarados". Muitos gostam de sexo normal, convencional, e acham a sacanagem nas situações que rolam nas brincadeiras. Nós, além disso, somos depravados. Curtimos sexo mais picante, mais "sujo".
Embora não tenhamos papéis definidos no sexo porque curtimos de tudo, é verdade que gostamos bastante das brincadeiras onde ela faz o papel de submissa, ou de dominada.
Nossa aventura começa numa casa de campo, alugada pra ocasião, a cinco quilômetros de uma cidade próxima.
Eram meia-noite. Chegamos na casa, o caminho era bem escuro, Maribel estava nervosa, sabia o que íamos fazer, mas logicamente tinha dúvidas. Embora tenhamos experiência em sexo com outra pessoa, essa nova situação assustava ela um pouco. Assustava, entre outras coisas, que a casa fosse tão isolada. por via das dúvidas. Eu também tava nervoso, tenho que admitir, mas acalmei ela. Como sabia que isso ia rolar, a gente tinha tomado uns copos num bar, pra se soltar e perder o medo. Mas mesmo assim, a gente tava um molenga.
Deixei o carro perto da entrada, peguei uma mochila do banco de trás e entramos na casa. Eu já tinha ido lá de tarde pra preparar tudo pro rolê. Tinha mexido uns móveis na sala pra abrir espaço e, não sem esforço, trouxe o colchão, que era 2x2, do quarto principal e um monte de almofadas pra um canto da sala. Tava tudo cheio de vela, pra dar o clima, e numa mesinha tinha três garrafas de vinho, uma de uísque e vários copos.
Ainda não era hora, então decidimos tomar um pouco de vinho pra acalmar mais os nervos.
Saí de casa. Voltei pro carro e fui até o povoado. Vi dois carros estacionados enquanto entrava no estacionamento. Tinha dois caras fora dos carros, fumando, com cerveja na mão.
Desci do carro, cumprimentei eles e perguntei se tava tudo certo. "Claro, achamos o lugar fácil, quer uma cerveja?" — "Não, valeu, temos vinho e uísque em casa." — "Pô, vinho! Parece bom!" — disse um deles rindo. Eu tinha combinado com os dois pela internet, não conhecia eles pessoalmente. Dois deles, segundo diziam, já tinham feito isso outras vezes.
"Vamos nessa?" — "Bora", falaram. — "Então me sigam."
Agora eu tava mais nervoso do que nunca. Pela internet me passaram boas vibes, mas tava na dúvida se foi boa ideia chamar esses dois. No começo achei que era boa ideia, eles já tinham experiência nisso, então deduzi que sabiam o que tavam fazendo e que era melhor assim do que com duas pessoas que não entendiam disso, que a qualquer momento podiam perder a linha. Agora minha dúvida era se, pela experiência deles, podiam me tirar o controle. Bom, acho que minhas dúvidas eram por causa do nervosismo. Com os nervos, arranquei, fiz um sinal pra eles e eles me seguiram.
O caminho até a casa pareceu mais curto do que das outras vezes. Percebi que devia ter revisado as regras no pátio, antes de chegar na casa. Agora eles sabiam onde estávamos, então já estávamos expostos. Assim que desci do carro, enquanto eles quase iam entrando, parei eles, meio nervoso, e falei que queria revisar as regras. Eles perceberam meu nervosismo, deram uma risadinha, eu ri junto, mesmo assustado. E me disseram: — "Claro, sem problemas."
"Fala sério", — falei — "mesmo tendo reforçado mil vezes na internet, quero que me digam que concordam com as regras pessoalmente." — "Sem problema" — responderam.
"Beleza. Esta noite a Maribel é de vocês. Podem fazer o que quiserem com ela, a noite toda. Ela não manda nela, nem eu. A partir de agora, sou só um espectador, mas se me derem permissão e eu estiver a fim, posso entrar no jogo. Mas vão ter que me convidar, me dar permissão e mandar em mim o que querem que eu faça. Ela é a escrava de vocês. Como vocês mandam nela, se ela se recusar a fazer algo, podem forçar ela, não importa o que ela diga, podem 'estuprar' ela. Isso sim, lembrem que não deixa de ser um jogo. Se em algum momento um de nós dois disser as palavras 'tenho medo'. Vocês têm que parar, e o jogo acaba na mesma hora. Têm que se afastar. Se quiserem, podem ir pro outro quarto bater uma, mas têm que nos deixar sozinhos.
Entramos na sala, e a Maribel estava sentada, bebendo uma taça de vinho. Ela estava com as pernas cruzadas de um jeito bem sensual.
Servi umas taças de vinho pra todo mundo, enquanto a Maribel ia pro quarto se preparar — "Posso servir uma taça de vinho pra ela?"
— "Claro" — me disseram — "deixa ela babar, melhor" — riram.
Levei a taça até o quarto enquanto ela se despia, coloquei do lado do colchão.
— "Vou deixar aqui... caso você queira beber."
— "Fala sério" — disse, dei um beijo nela e me afastei.
Luis e Ramón começaram a tirar a roupa já na sala, e quando chegaram no quarto já estavam pelados. Eu fiz o mesmo, me despindo também.
Quando todo mundo já estava nu, Luis foi o primeiro a se aproximar dela. — "Que gostosa!" — disse — "rabão do caralho, pensei que as fotos eram montagem" — riu — "vou me divertir pra caralho com essa raba. Parece de brasileira, mas dá pra ver que é material nacional. Riu de novo."
Ele se ajoelhou na beirada do colchão, deu um gole, largou a taça no chão e se esticou pra acariciar as coxas e a bunda dela. Abriu as pernas dela com as duas mãos e começou a massagear. — "Deus, que delícia, toda depilada com cera, só um bigodinho brasileiro, como ela tinha falado" — disse olhando pro Ramón.
— "Deixa eu ver?" — Ramón se aproximou, enquanto Luis abria as pernas dela com as duas mãos.
Vira de costas e fica de quatro pra eu ver essa raba... Ramón indicou.
Pra depois exclamar — "Hmmmmm, que tesão"
— disse — "e ainda já tá escorrendo que nem uma puta". Passou a mão entre os lábios dela, que já começavam a ficar encharcados com aquele melado escorrendo de tesão. Levou a mão à boca e disse — "Delicioso! Melhor que vinho" — riu.
"Beleza, vamos começar" — disse Luis — "Já tô duro, acho que primeiro essa foxy tem que nos preparar. Vai, fica de joelhos." — Maribel obedeceu — "Vem cá" — ela foi de quatro até onde a voz vinha. — "Abre a boca" — Luis segurou ela pela nuca e guiou até o pau dele. — "Chupa, até eu mandar parar."
O pau dele, que não tava completamente duro, ficou durasso com os primeiros movimentos da Maribel. — Mmmmm — ela gemia enquanto chupava. Ela adorava chupar um pau, e eu adorava ver ela fazendo isso.
Ramón se ajoelhou atrás dela pra ver a bunda e a buceta dela. Acariciou as nádegas, abriu elas e enfiou a cabeça, deslizando a língua uma vez e outra. desde os lábios dela até o cu, se encharcando com os sucos dela e lubrificando toda a área com o fluxo e a saliva dela.
Deu pra perceber que a Maribel gostou, ela arrebitou mais a bunda e começou a gemer mais forte enquanto eu continuava chupando a pica do Luis. Com a mão direita, eu masturbava ele enquanto chupava devagar.
O Luis tirou a mão dela pra poder enfiar mais fundo. Isso era algo que me deixava meio desconfortável. Embora a gente já tivesse brincado de enfiar a pica na boca até o fundo entre nós dois, sempre fizemos com cuidado. Ver um cara fazendo isso com ela de forma bruta não me agradava muito. Mas já estávamos ali. Também não queria estragar a noite só por causa disso, só esperava que o Luis não fosse muito selvagem e que não fosse desconfortável pra ela.
O Luis começou a foder a boca dela, mas, pra meu alívio, não foi tão brutal quanto a gente tinha visto em alguns filmes onde a mina chegava a se engasgar de propósito. Ela parecia estar aguentando bem até ali.
Enquanto isso, o Ramón tava chupando a buceta dela, até que parou e disse: — "bom, melhor trocar". Ele trocou de lugar com o Luis e começou, mais forte que o Luis, a foder a boca dela. Agarrou ela pela nuca e pressionou contra ele. Parece que o Ramón era um pouco mais bruto. A Maribel ficou mais tensa. Eu me assustei, não fiz nenhum gesto óbvio, mas fiquei tenso ao ver ela meio desconfortável. Foi aí que o Ramón disse: — "foxy, você é minha escrava e posso fazer o que quiser com você. Então não resiste, porque a gente vai continuar te estuprando até não aguentar mais."
Naquele momento, por mais irônico que pareça, as palavras dele, "escrava", "estuprando", me lembraram que tudo aquilo era um jogo, e como, às vezes, enquanto a gente transava e trocava fantasias assim, a Maribel tinha dito mais de uma vez: "ser estuprada um pouquinho não é tão ruim", se referindo a que, se tivesse um pouco de brutalidade no ato, sem ser exagerada, deixava a situação mais intensa e excitante. Naquele momento, estávamos realizando aquela fantasia que compartíamos na nossa mais profunda intimidade. Então me coloquei de novo na situação, pensei que era algo que tínhamos sob controle, que a qualquer momento podíamos parar. Se ela não tinha levantado a mão, por enquanto não precisava me preocupar.
Acho que com ela aconteceu o mesmo. Possivelmente pensou a mesma coisa que eu, então se relaxou o suficiente pra que ele pudesse continuar comendo a boca dela. — "Assim que eu gosto, putinha, como você é gostosa" — disse Ramón com a voz entrecortada de prazer.
Depois de alguns minutos, Luis interrompeu a cena: — "Bom, já chega de aquecimento. Vamos começar" — Ramón e Luis, como se tivessem ensaiado, pegaram suas taças de vinho ao mesmo tempo e deram um gole.
"Vagabunda, fica de quatro" — Disse Ramón. "Maribel limpou a boca, de onde escorria saliva, com as costas da mão direita, se virou e ficou na posição que mandaram."
"Ei, e eu quero que você continue chupando a minha" — Disse Luis.
— Ramón riu. — "Se quiser, fica agora pra ela chupar de novo, enquanto eu meto por trás."
Luis sentou no colchão, com as pernas esticadas, se reclinou um pouco pra trás e se apoiou nos braços. — "Vem cá, putinha" — Disse pra Maribel.
E Maribel foi de quatro até onde ele estava.
Luis, que estava com a boca e o queixo encharcados depois de ter passado vários minutos lambendo a buceta e o cu dela, beijou Maribel na boca, com paixão, ela retribuiu o gesto, e ele sussurrou — "chupa."
Maribel abaixou a cabeça e começou a chupar com gosto. Ele apoiou a mão direita na cabeça dela marcando o ritmo do boquete.
Enquanto chupava, de repente sentiu umas mãos nos quadris, e uma pica entrando na bucetinha dela de uma vez até o fundo. Já sabia que era Ramón. Maribel deu um sobressalto, mas com a pica do Luis na boca não conseguiu gritar. Só soltou um gemido choroso e entrecortado.
"Você gosta, hein? Diz: cê gosta? dizia Ramón — "O que você acha de estar sendo comida enquanto seu namorado assiste? Que gostoso que é sua bucetinha. Você sente meu pau?" — Parecia que Ramón tinha lido minha mente. A Maribel pareceu não se importar, continuava chupando o Luis enquanto Ramón a penetrava com força.
Ao ver aquilo, não pude deixar de ficar de pau duro. Até aquele momento eu estava tão absorto, e tão nervoso, que mal tinha parado pra aproveitar a situação. Parecia que os momentos de maior dúvida tinham passado. Eu estava empalado, o pau ia explodir, e o líquido pré-seminal começava a ser abundante. Então comecei a me masturbar devagar, porque se fosse muito rápido, tinha a impressão de que ia gozar na hora, e isso tinha que durar muito mais.
— "Agora quero comê-la eu" — disse Luis — Mas quero que você se deite de costas. Maribel obedeceu. Ramón parou de comê-la e ela se deitou de costas, com os joelhos dobrados e as pernas o mais abertas que podia.
"Muito bem, assim que eu gosto" — disse Luis enquanto dava uma boa lambida na boceta dela.
— "Eu fico com a boca!" — disse Ramón.
Luis se deitou sobre ela, esfregou o pau duro nos lábios da buceta dela, roçou contra eles — "que bucetinha mais deliciosa" — e a penetrou. — "Ahhh!"
Naquele momento eu tinha parado de pensar em tudo. Não parava de me masturbar e só queria aproveitar enquanto olhava o que faziam com ela.
Ramón se posicionou sobre Maribel, com ela entre os joelhos dele. Deitou-se pra frente sobre o rosto dela e começou a comer a boca dela.
— "Ahhh! Que gostoso!" — Dizia Ramón.
Enquanto eu estava de pé, peguei uma taça de vinho, e enquanto bebia, me masturbava com a outra mão.
Ramón cada vez fazia movimentos mais rápidos. Dava toda a impressão de que queria gozar e instantes depois foi o que fez. Notei como ele se contorcia de prazer, e vi como o pau dele pulsava com claros sinais de que estava bombeando porra, dentro da boca dela.
— "Ahhhhhh, que delícia." — Como ele tinha o pau dentro da boca dela. boca e o sêmen não tinha espaço, saía em jorros pelos lábios dela. — "Ahhhh!" — continuava Ramón. — "Engole tudo."
— E embora Maribel tentasse engolir, não era fácil, deitada de costas e com a rola do Ramón ainda dentro, então continuavam saindo verdadeiros jorros pela boca dela.
Ele tirou a rola vermelha de tanta excitação e, com a boca finalmente livre, Maribel suspirou, uma mistura de alívio e prazer, e engoliu de novo, dessa vez com mais conforto, parte do sêmen que ainda estava na boca dela, enquanto o resto escorria por todo o rosto. Ela se lambia, suspirava e gemia, no ritmo da foda que o Luis estava metendo nela, que depois de ter presenciado em primeiro plano uma foda de boca daquelas, tinha ficado ainda mais excitado.
Mas parecia que o Luis não queria gozar ainda, pelo menos não daquele jeito. Então ele se virou pro Ramón e disse: — "Já se recuperou, quer dar pra ela de novo?"
Ramón respondeu: — "Claro, mas quero dar agora no cu dela."
— "Tudo seu. Eu quero comer essa boca também." — disse Luis — E sem dar tempo pra ela se recompor, colocou ela numa posição mais reclinada na cama (de bruços). Ainda com sêmen nos lábios e nas bochechas, ele enfiou a rola entre os lábios dela e começou a comer ela.
— "Levanta a bunda, Maribel" — disse Ramón, enquanto a inclinava pra facilitar a penetração. Ele se abaixou sobre a bucetinha aberta dela, com a bunda totalmente exposta, e lambeu várias vezes, fazendo questão de focar no delicioso furinho traseiro dela. Se levantou. Cuspiu nos dedos e lubrificou o buraco dela. Encostou a ponta da rola já dura, pressionou um pouco, enfiou devagar até o glande ficar todo coberto e empurrou pra meter o resto. — "Ahhhh!"
Aquela visão me deixava louco, e eu tive que me segurar pra não gozar enquanto me masturbava. Ver aqueles dois estranhos fazendo o que queriam com ela. Aquela mistura de gemidos, sêmen, suor, com ela como protagonista, era simplesmente embriagador.
Não sei quanto tempo passou, mas depois de alguns minutos Luis acelerou a foda e gozou, assim como Ramón, na boca dela. Mais porra saía e escorria pelas bochechas dela. Luis ficou naquela posição e desacelerou pra curtir o momento. Ela engolia, gemia, engolia, gemia.
A cara de prazer da Maribel aumentou, acho que ela não aguentava mais de tanto tesão, quando
Ramón me olhou e disse:
- "Ei, não goza ainda, tive uma ideia melhor." - "Quer participar?"
- "Sim, claro" - falei com a voz trêmula - "O que... o que eu faço?"
Ramón tirou a pica do cu dela e pegou Maribel pela mão - "Maribel, sai um pouco pra cá." - Ela se levantou meio sem jeito. A porra escorria pelo queixo e pescoço dela até os peitos. - "Fica de lado."
"Deita aqui, você vai gostar" - Ele me falou apontando pro lugar que ela tava até pouco antes - "De barriga pra cima" - Fiz isso. Quando me deitei, senti o lençol molhado de suor e uma sensação úmida e especialmente pegajosa em várias partes do corpo: cabeça, pescoço, costas.
"Agora, vagabunda, fica de quatro em cima dele." - Ela se ajeitou devagar em cima de mim. Ralando a buceta no meu pau ao passar, deixando fios do meu líquido pelo corpo dela - "Agora enfia" - Peguei meu pau pra apontar pra buceta lubrificada dela, ela ajudou um pouco com a mão e levantei a bunda pra meter de uma vez. A buceta dela tava tão aberta e lubrificada que entrou quase sem eu perceber.
- "Vai, fiquem assim"
Ramón se ajoelhou atrás. E meteu de novo no cu dela, dessa vez sem nenhum esforço.
Senti quando Ramón meteu. Pra quem nunca experimentou uma dupla penetração, posso dizer que é uma sensação estranha. As duas picas lutam dentro dela pra ocupar o mesmo espaço, então você sente perfeitamente a pica do outro, quase como se estivesse esfregando direto em você.
Só uma dobra fina separa elas. É uma sensação estranha, mas ao mesmo tempo muito gostosa. A gente nunca tinha experimentado isso. Maribel estava sendo sublime. Eu fiquei parado, com meu pau dentro, enquanto deixava ele fazer o trabalho. Naquele momento, Maribel começou a gemer mais do que nunca. — "Ah, sim, me come" — Ela me abraçou forte e me beijou com paixão. O gosto da boca dela, uma mistura de tudo, era difícil de descrever. Longe de me dar nojo, senti a paixão que a depravação pura gerava.
Naquela hora, senti as contrações de Maribel, que estava chegando a um orgasmo intenso. Ela gritava de prazer — "Ohhhhhhhh siiiim" — Enquanto Ramon, que estava gozando no cu dela, fazia o mesmo. Ele se apertou contra ela, e ela contra mim. — "Ahhhhh!" ...
Ele tirou o pau, e o esperma escorreu pela buceta dela, acabando no meu pau e nas minhas bolas. — "Desculpa" — Ele disse, ao perceber. Eu estava absorto de prazer, tudo me era indiferente.
Eu tinha feito esforços titânicos para não gozar antes, mas não aguentei mais, e não queria mais aguentar. Fiz uns movimentos rápidos na buceta dela e também gozei no orgasmo mais intenso da minha vida. — "Ahhhhhhh ...!" — Não sei quantas descargas eu soltei, mas nunca tinha gozado tanto e tão intensamente. Eu levantava minha bunda para sentir todo o meu pau dentro enquanto gozava. Finalmente, tirei meu pau, e com ele saía esperma a jorros que caía na minha barriga.
"Ohhh deuuus ..." — Fechei os olhos. Nos beijamos de novo com paixão, suspiramos, e ela, exausta, se deitou ao meu lado. Eu fiquei na mesma posição e não conseguia me mexer.
Abri os olhos. Ramón sorria, ainda com o rosto desfigurado de prazer, e Luis só olhava.
"Bom" — Disse, como sempre, Ramón. — "Vamos dar uma pausa antes de continuar. Ainda tem noite pela frente e ainda quero fazer muitas coisas."
— "Deixa a escrava descansar. Senão, ela não vai aguentar a noite toda" — Eles riram.
Minha esposa só deu um sorrisão e se recostou.....
Assim passou uma noite inteira de sexo selvagem….
5 comentários - Minha esposa, escrava sexual