Se você não acompanha a série, agradeço que não perca tempo e não me mande comentários do tipo "que escrevish... não se tende nada... não ishcreva mashhh..." e todas essas merdas do tipo.
Claudia é uma puta vingativa 114
E finalmente chegou o sábado, íamos para a reunião na casa do diretor do laboratório, que era o cargo dele agora. A esposa dele ia estar presente, mas eu não achava que isso fosse alívio nenhum. Javier vinha com a gente. Claudia vestiu um vestido que tinha escolhido pra ocasião, marcava aquele rabão e dava pra ver a fio dental que se perdia naquele cu. Colocou os brincos redondos, sapatos brancos, tava de matar. Quando Javier chegou e viu ela, parecia transtornado.
— Parece que vai atrás de pica…
— Não começa… — Ela se aproximou por trás, ele levantou o vestido dela e massageou a bunda dela devagar. Eu não podia tocar nela quando ela se arrumava.
— Olha como você se veste… puta fácil… tá dizendo que quer pica…
— Não fala assim comigo… — ela disse com uma voz mais de puta agora.
— Com certeza vai conseguir o emprego… — ele acariciou um pouco mais e fomos pro carro. Javier quis que eu dirigisse, eles foram os dois atrás. Ele pegou Claudia pela nuca e colocou ela pra chupar a pica dele. — Tira um pouco da minha tesão… tenta não sujar nada… você vai ter que engolir o que eu te der… olha só a puta como se arrumou… consegue os empregos pela buceta que tem… — uma mão de Claudia brincava na própria virilha. Ela ficou chupando até ele gozar, Claudia engoliu tudo que ele deu. Quando terminaram, ele disse:
— Filha da puta que você é… já me deixou com tesão…
— Facilitei o trabalho pro senhor…
— Não sei, quero pica…
Já estávamos chegando. Chegamos no estacionamento, tinha bastante gente no lugar, muita segurança. Nos apresentamos. A esposa do diretor estava esplêndida, era uma morena interessante da nossa idade, bem conservada, muito gostosa. Nos apresentamos todos, o diretor estava ocupado naquele momento. A noite transcorreu mais ou menos normal. Javier era um colega que tinha veio nos acompanhar. Colega da Cláudia, óbvio, porque eu era um inútil.
Depois de um bom tempo, o diretor pediu licença pra dançar um pouco com a Cláudia, assim de quebra podiam conversar sobre a proposta de trabalho. A gente via eles na pista, o Javier seguia ela com o olhar, e o cara segurava ela normal, a esposa dele tava lá e tudo mais. A Cláudia voltou com a gente de novo e dançou um pouco com cada um, contou que ele queria que ela fosse secretária dele e que trabalhasse também no desenvolvimento de produtos. Todo mundo tava meio tenso. Num momento, a Cláudia perguntou onde era o banheiro, o diretor disse que mostrava. A esposa veio falar com a gente, sondando um pouco, me pareceu que ela tava enchendo o saco do Javier. O Javier tava distraído conversando com a senhora. A Cláudia apareceu depois de uns vinte minutos.
Já era bem tarde. Quando subimos no carro, o Javier começou a apalpar ela e montou ela em cima dele e penetrou ela.
— Que que houve…? — ele disse.
— Que que houve com "amorzinho"…
— Essa buceta parece usada… e cadê sua calcinha fio dental…
— Aaaa me come… que que você tá dizendo… — e ela se mexia com força em cima dele.
— Acho que alguém descarregou o leite aqui… hein, vadia…
— Que que você tá dizendo…
— Não se faz de sonsa, o que aconteceu…
— Nadaaaa… — e a Cláudia teve um daqueles orgasmos dela. — Ela se sacudia e se enfiava na pica do Javier.
— Fala, vadia…
— Quando pedi pra ir ao banheiro… ele me fez passar por um quarto… num momento, empurrou uma parede e abriu uma espécie de cômodo escondido… disse pra eu entrar que queria me mostrar uns quadros… entrou atrás de mim e me empurrou contra a parede… "fica assim, vadia…" ele disse, enquanto com um movimento rápido levantou meu vestido e tirou minha calcinha fio dental… rápido, muito rápido… depois só abaixou o zíper dele e já tava dentro de mim… me segurava pela cintura e me enfiava na pica dele… "você ainda não tá trabalhando… mas quero que saiba… como você vai ter que trabalhar… já te falei… mas caso tenha esquecido… eu adoro suas ancas… não quero que trabalhe… quero que esteja lá pra mim… para o meu prazer…
— e você, o que disse pra ele…
— eu tava dando pra ele… e falei que sim… que era a putinha dele… que era a secretária putinha dele… pra ele fazer o que quisesse comigo… tava me sentindo muito tesuda…
Javier meteu bem forte. Ele também tava gozando.
— Ele me segurava firme pela cintura, apertava minhas costas contra a parede… pra quebrar mais a bunda… me chamava de puta de bucetão gostoso… que ele queria me comer assim…
Os dois se morderam na boca por um tempão, muito quentes, meio bravos, irritados, nenhum dos dois sabia direito o que tava rolando. Eu tava calmo, esperando a hora de poder foder com a Claudia. Javier pediu pra gente levar ele em casa. Quando chegamos na nossa, Claudia montou em cima de mim. Meu pau parecia um ferro. Muita tesão acumulada.
— Que lindo, amor… você não me julga… mexe, papi, me fode…
— Dá tempo… ele é mais novo… te quer mais pra ele… ele vai assimilar…
— Mas se ele me largar…
— não seja boba, putinha, ele não vai te largar… adora te comer… e você é um estímulo muito forte pra ele…
— Você não sabe como eu ficava com tesão quando aquele degenerado me comia… ele me pegava pelos peitos de vez em quando… puta loira… ele dizia… como você gosta de pau… sim, papi, sim… adoro, eu respondia…
Mexe essa rabuda… que daqui a pouco vou te comer… sim, sua putinha… pra você… secretária putinha…
Mexe a bunda, puta… vai… mexe… e ele apertava forte meus peitos… esses brincos te deixam ainda mais puta… por isso uso eles, falei… aaaa… que tesão…
Ela beijou meu rosto inteiro, parecia agradecida. Depois nos beijamos na boca e fodemos bem devagar até gozarmos juntos, nos beijando ainda mais.
Descansa, falei pra ela.
Claudia é uma puta vingativa 114
E finalmente chegou o sábado, íamos para a reunião na casa do diretor do laboratório, que era o cargo dele agora. A esposa dele ia estar presente, mas eu não achava que isso fosse alívio nenhum. Javier vinha com a gente. Claudia vestiu um vestido que tinha escolhido pra ocasião, marcava aquele rabão e dava pra ver a fio dental que se perdia naquele cu. Colocou os brincos redondos, sapatos brancos, tava de matar. Quando Javier chegou e viu ela, parecia transtornado.
— Parece que vai atrás de pica…
— Não começa… — Ela se aproximou por trás, ele levantou o vestido dela e massageou a bunda dela devagar. Eu não podia tocar nela quando ela se arrumava.
— Olha como você se veste… puta fácil… tá dizendo que quer pica…
— Não fala assim comigo… — ela disse com uma voz mais de puta agora.
— Com certeza vai conseguir o emprego… — ele acariciou um pouco mais e fomos pro carro. Javier quis que eu dirigisse, eles foram os dois atrás. Ele pegou Claudia pela nuca e colocou ela pra chupar a pica dele. — Tira um pouco da minha tesão… tenta não sujar nada… você vai ter que engolir o que eu te der… olha só a puta como se arrumou… consegue os empregos pela buceta que tem… — uma mão de Claudia brincava na própria virilha. Ela ficou chupando até ele gozar, Claudia engoliu tudo que ele deu. Quando terminaram, ele disse:
— Filha da puta que você é… já me deixou com tesão…
— Facilitei o trabalho pro senhor…
— Não sei, quero pica…
Já estávamos chegando. Chegamos no estacionamento, tinha bastante gente no lugar, muita segurança. Nos apresentamos. A esposa do diretor estava esplêndida, era uma morena interessante da nossa idade, bem conservada, muito gostosa. Nos apresentamos todos, o diretor estava ocupado naquele momento. A noite transcorreu mais ou menos normal. Javier era um colega que tinha veio nos acompanhar. Colega da Cláudia, óbvio, porque eu era um inútil.
Depois de um bom tempo, o diretor pediu licença pra dançar um pouco com a Cláudia, assim de quebra podiam conversar sobre a proposta de trabalho. A gente via eles na pista, o Javier seguia ela com o olhar, e o cara segurava ela normal, a esposa dele tava lá e tudo mais. A Cláudia voltou com a gente de novo e dançou um pouco com cada um, contou que ele queria que ela fosse secretária dele e que trabalhasse também no desenvolvimento de produtos. Todo mundo tava meio tenso. Num momento, a Cláudia perguntou onde era o banheiro, o diretor disse que mostrava. A esposa veio falar com a gente, sondando um pouco, me pareceu que ela tava enchendo o saco do Javier. O Javier tava distraído conversando com a senhora. A Cláudia apareceu depois de uns vinte minutos.
Já era bem tarde. Quando subimos no carro, o Javier começou a apalpar ela e montou ela em cima dele e penetrou ela.
— Que que houve…? — ele disse.
— Que que houve com "amorzinho"…
— Essa buceta parece usada… e cadê sua calcinha fio dental…
— Aaaa me come… que que você tá dizendo… — e ela se mexia com força em cima dele.
— Acho que alguém descarregou o leite aqui… hein, vadia…
— Que que você tá dizendo…
— Não se faz de sonsa, o que aconteceu…
— Nadaaaa… — e a Cláudia teve um daqueles orgasmos dela. — Ela se sacudia e se enfiava na pica do Javier.
— Fala, vadia…
— Quando pedi pra ir ao banheiro… ele me fez passar por um quarto… num momento, empurrou uma parede e abriu uma espécie de cômodo escondido… disse pra eu entrar que queria me mostrar uns quadros… entrou atrás de mim e me empurrou contra a parede… "fica assim, vadia…" ele disse, enquanto com um movimento rápido levantou meu vestido e tirou minha calcinha fio dental… rápido, muito rápido… depois só abaixou o zíper dele e já tava dentro de mim… me segurava pela cintura e me enfiava na pica dele… "você ainda não tá trabalhando… mas quero que saiba… como você vai ter que trabalhar… já te falei… mas caso tenha esquecido… eu adoro suas ancas… não quero que trabalhe… quero que esteja lá pra mim… para o meu prazer…
— e você, o que disse pra ele…
— eu tava dando pra ele… e falei que sim… que era a putinha dele… que era a secretária putinha dele… pra ele fazer o que quisesse comigo… tava me sentindo muito tesuda…
Javier meteu bem forte. Ele também tava gozando.
— Ele me segurava firme pela cintura, apertava minhas costas contra a parede… pra quebrar mais a bunda… me chamava de puta de bucetão gostoso… que ele queria me comer assim…
Os dois se morderam na boca por um tempão, muito quentes, meio bravos, irritados, nenhum dos dois sabia direito o que tava rolando. Eu tava calmo, esperando a hora de poder foder com a Claudia. Javier pediu pra gente levar ele em casa. Quando chegamos na nossa, Claudia montou em cima de mim. Meu pau parecia um ferro. Muita tesão acumulada.
— Que lindo, amor… você não me julga… mexe, papi, me fode…
— Dá tempo… ele é mais novo… te quer mais pra ele… ele vai assimilar…
— Mas se ele me largar…
— não seja boba, putinha, ele não vai te largar… adora te comer… e você é um estímulo muito forte pra ele…
— Você não sabe como eu ficava com tesão quando aquele degenerado me comia… ele me pegava pelos peitos de vez em quando… puta loira… ele dizia… como você gosta de pau… sim, papi, sim… adoro, eu respondia…
Mexe essa rabuda… que daqui a pouco vou te comer… sim, sua putinha… pra você… secretária putinha…
Mexe a bunda, puta… vai… mexe… e ele apertava forte meus peitos… esses brincos te deixam ainda mais puta… por isso uso eles, falei… aaaa… que tesão…
Ela beijou meu rosto inteiro, parecia agradecida. Depois nos beijamos na boca e fodemos bem devagar até gozarmos juntos, nos beijando ainda mais.
Descansa, falei pra ela.
4 comentários - Minha esposa, o amante e a reunião com o chefe
besos desde Colombia