su fantasía era verse en poringa. con fotos

Fala, galera do poringa.net!

Tô deixando aqui mais um relato, espero que vocês curtam.

Hoje vou apresentar a Mariela. 37 anos.

Ela é uma dona de casa entediada com a rotina e os afazeres do dia a dia.
Sempre quis um pouco de ação na vida pra se sentir viva.
Tinha mil fantasias que o marido não conseguia realizar.
O esposo dela, um homem de 48 anos, advogado e viciado no trabalho.
Mesmo não deixando faltar nada, ela queria mais.
Ele era carinhoso e um bom pai, mas um morto na cama.

Um dia a gente se cruzou num site pra conhecer gente.
Tínhamos uma amiga em comum, e ela pediu referências minhas.

Nossa amiga em comum falou super bem de mim.
Disse que a gente tinha transado e que eu era um ótimo amante.
Ao saber cada detalhe das minhas intimidades,
aquilo agitou a vida monótona dela.

Ela, sem hesitar, olhou meu perfil e me mandou uma mensagem privada.
Começamos a conversar, e ela foi me contando coisas da vida dela.
Quanto mais ela falava, mais percebia que eu era um cara simples e nada sem noção.

Sem pensar muito, ela pediu meu número de celular, e a gente começou a se comunicar melhor.
Conversa vai, conversa vem. Chegou a primeira foto.su fantasía era verse en poringa. con fotosEu: uau..... que bunda linda você tem.
Adorei, valeu por me mostrar.

Ela me pediu uma minha também, mas que não aparecesse muito.
Atendi o pedido dela.sexoFiquei surpreso quando ela viu meu volume, mas disse que gostou.
Com o passar dos dias, o interesse dela foi crescendo.
Numa das mensagens, ela me disse que sempre quis aparecer em fotos produzidas num site pornô.
Era minha chance. Comentei sobre os contos que escrevia aqui pra vocês, e ela pediu o endereço.

Quando viu meus contos, gostou, mas as fotos que eu baixava acharam meio pesadas.
Ela disse que adoraria fazer, mas por ser casada e ter filhos, não teria coragem de se expor tanto.

Tudo bem, falei, sem pressionar, entendendo a situação dela.

Os dias passaram e continuamos conversando.
Numa sexta, ela me perguntou se a gente podia se encontrar pra conversar pessoalmente, mas sem rolar nada.
Só falar das minhas experiências.

Ela morava a três quilômetros da minha casa.
Com o endereço na mão, ela viria me ver.
Não quis que eu fosse buscá-la, nem ir a um bar, só queria o máximo de discrição.
Enquanto isso, eu cuidava das minhas coisas e preparei o mate pra minha convidada especial.
Ouvi a campainha na porta da minha casa.

Lá estava ela, aquela mulher linda. Loira, magra, com um corpo incrível.
Vestia uma calça branca elástica e uma regata turquesa, sapatos pretos de salto agulha e uma bolsa. Parecia uma Barbie.

Enquanto passava, me deu um beijo no canto dos lábios.

Ela: — Que calor do caralho, desculpa pelo beijo.

Eu: — Sem problema, tá em casa e sou seu amigo, não precisa pedir licença nem desculpa.

Indicando o caminho, acompanhei ela até a porta.
Sem perder tempo, meus olhos grudaram na bunda dela.
Era redonda e bem durinha, coisa que adorei, igual na foto que ela mandou.
Mas ao vivo era muito mais espetacular.
Ofereci algo refrescante, mas ela preferiu o mate.

Depois de uns mates docinhos com mel e uma conversa bem tranquila, o calor tava matando a gente.
Ela usava uma revista que tava na mesa como leque.
Enquanto isso, eu tirei a camiseta.

Eu, com o torso nu, notei o nervosismo dela.

Eu: — Te incomoda eu ficar assim? assim?
Ela: não, pera, é sua casa mesmo.
Que sorte você tem, se tá com calor, tira a camiseta.

Eu: se te incomoda, eu visto de novo, sem problema.
Ou, se quiser, tira a sua camiseta e a gente fica quites.

Ela: Mmm... não seria ruim.
Promete se comportar???

Com aquela cara de safada, adorei.
Prometo, falei, com a mesma cara que ela.
Ela tirou a camiseta e deixou ver os peitos, com uns biquinhos pequenos e rosados.

Peitos lindos, falei, e ela agradeceu.
Eu tava sem acreditar como ela era gostosa.

Ela respondeu, ficando vermelha: bonito volume. hahaha...

Minha excitação já tava na cara.

Passei os dedos no pote de mel e lambuzei os biquinhos dela.

Ela: o que cê tá fazendo? prometeu se comportar, lembra?

Eu: é verdade, vou limpar.

Comecei a lamber como se fosse um sorvete.
Ela ficou paralisada.

Como se não soubesse o que fazer, depois de anos de casamento.
Do nada, tinha um cara quase desconhecido chupando os peitos dela.

Mas eu não podia perder aquela delícia.
Excitado, eu acariciava e beijava o peito dela inteiro, o pescoço.
Descobri que o lóbulo da orelha dela era o ponto certo pra ela relaxar do jeito que eu queria.
Os gemidos começaram a escapar dos lábios dela.
Entre gemidos, ela falava que não, mas eu não parava.

Ela se afastou com um empurrão.

Ela: Desculpa, não consigo relaxar, quero me acalmar mas não dá.
Vamos parar, tá?

Não sabia o que fazer e dei espaço.
Ela desabou no choro, coisa que eu não esperava, me sentindo culpado, abracei ela e acolhi.
Ficamos um tempo abraçados.

Ela agradeceu pelo gesto e explicou que há anos não se sentia tão acolhida assim.
Desculpa, sou uma idiota, falou, enquanto estávamos abraçados.
Mas nunca passei por isso.
Nunca estive com ninguém que não fosse meu marido. Não sou livre como você, desculpa.

Não se preocupa, te entendo e não quis te deixar assim, desculpa, linda. respondi.

Ela, mais do que o acolhimento do meu abraço, sentia meu volume roçando na buceta dela.
Não sei se foi meu abraço Ah, minha poronga dura que relaxou.
Ela começou a rir, mudando o humor.

Me surpreendeu quando disse de repente, desculpa, tenho que tocar isso.
Tocou meu pau como se tivesse medo. Mas tentando adivinhar o que minha calça escondia.
Enquanto eu curtia as carícias dela.
Ela me olhava com a melhor cara de puta que tinha.

Meu pau já tava pronto pra empalar ela com gosto.
Nos beijamos e nos acariciamos.

Ela não podia acreditar, dizia que meu pau é o dobro do que o do meu marido, com certeza.
Com beijos e tapas, fomos tirando a roupa.
Levei ela pro meu quarto, ela se despindo no caminho.

Ela pegou o pote de mel.
Quando chegamos no quarto, peguei uma máscara de renda que uma amiga trouxe e deixou em casa.

Eu: Olha o que achei, com isso você não vai ver seu rosto.
Com isso você vai se sentir mais à vontade e cuidada.

Ajudei ela a colocar, e ficou lindo nela.
Peguei a câmera no móvel.

Enquanto ela tirava minha cueca.

Ela: Que maravilha, você tem um pau grande e grosso pra brincar.
Isso deve doer.

Ela se sentia segura com a máscara.
Podia brincar de ser a estrela pornô que sempre quis ser.
Tava realizando aquele sonho que sempre teve de se sentir uma puta admirada.

Enquanto posava pra mim, passava mel no meu pau.
Chupava minha poronga e fazia caras pra sair o mais puta possível.
Enquanto eu tirava fotos dela.
As boquetes dela eram deliciosas, a língua dela tirando e saboreando o mel que escorria por todo o meu pau.

Ela: Mmm... que delícia, seu pau é mais gostoso que o mel.
Nunca pensei que faria isso, mas tava morrendo de vontade...

Eu: Se deixa levar... isso é o que você queria, e é bom que você curta.

A cabeça do meu pau entra justinho na boca dela.
Que gostoso é chupar um pau bom, ela dizia. Saboreando cada lambida e chupada.
Sem deixar o mel fazer bagunça.

Eu virei ela e coloquei de lado, fazendo um 69.
Eu também queria provar o mel e passei mel na buceta dela.
Minha língua percorria toda a sua bucetinha rosada e molhada.
Cada gemido que ela dava, eu enfiava mais meu pau na garganta dela, fazendo ela engasgar.
Quando nós dois limpamos o mel.

Ela foi por mais.
Senta em cima de mim e com as mãos agarra meu pau.
Bem devagar, ela se deixa cair sobre ele.

Não podia acreditar como aquela buceta era estreita e apertada.
Sendo casada e depois de ser mãe.

Aos poucos, ela gozava, se empalando devagar.
Ela: Humm... devagar... ui... Não acredito nisso...
Seu pau me preenche... Ah...
Isso me encanta, ufs... Como isso é bom, ai...
Já quase engoli ele todo...

Quando terminou de engolir ele por completo, começou a cavalgar como uma louca.
Seus movimentos de quadril eram de puro prazer.
Buscando ter todo o prazer possível.
Ela: Maury, não goza sem proteção, amor...
Ufs... Se quiser parar, me avisa...

Enquanto me cavalgava super gostosa.
Respondi: não se preocupa, não vou gozar em você.muito putaMas tranquila, ela continuou na dela.
Ela gozou duas vezes e seus gemidos eram algo lindo de ouvir.
Quando se satisfez e acalmou o tesão, deixou o prazer nas minhas mãos.
Encostei ela na parede e comi ela de pé.
Ela sentada no meu pau, pendurada, segurando no meu pescoço.
Com as pernas enlaçando minha cintura.

Ela já tinha transado demais do jeito tradicional, como me contou.
Por isso, ia fazê-la gozar em todas as posições possíveis.
Ela curtia meu pau em cada posição.
Surpresa com toda minha energia e as posições que eu comia ela.
Nunca o marido dela fez igual nem aguentou tanto quanto eu.
Muito menos provocou tantos orgasmos tão seguidos nela.

Enquanto comia ela, meus dedos tentavam estimular e dilatar aquele cuzinho apertado.

Coloquei ela de quatro, lambuzei o cu dela com bastante saliva.
Ela pensou que eu queria brincar com o cu dela, mas quando sentiu meu pau na porta, pulou da cama.

Ela: — Isso não... nem pense, tá maluco???
Seu pau é enorme, não dou pro meu marido, muito menos pra você.
Tá muito louco se acha que vou te dar.
Ela se inclinou, pegou meu pau e, com toda experiência dela, chupou até eu gozar.
Meu leite jorrava igual uma cachoeira, e ela não dava conta de engolir tudo.
Enquanto eu pensava em foder aquele cuzinho gostoso, ela engolia meu leite.
Meu pau continuava duro, e ela não parava de chupar.

Tirei ela dali e coloquei de quatro no tapete do meu quarto, com a cabeça apoiada na parede e no criado-mudo.
Comecei a comer ela pela buceta.
Ela curtia cada estocada minha.
Peguei o gel do criado-mudo, sem ela perceber. Um fio de vaselina escorreu pelo cuzinho apertado dela.
Enquanto ela buscava outro orgasmo.
Segurei ela firme, e na posição que estava, não tinha escapatória.
Aí encostei a cabeça do pau naquele buraquinho e comecei a pressionar.

Ela gritou: — Não, por aí não...!!!!!

Mas minha cabeça já começava a penetrar, enterrando fundo.
Muito devagar e suavemente, abrindo cada músculo. anal.

Ela sentia uma dor aguda, mas ao mesmo tempo algo muito prazeroso.
Não tinha outra opção a não ser relaxar.
Enquanto eu metia, ela gemia e se deixava levar por aquela delícia que começou a curtir.

Metei um belo tesão no cu dela que a deixou louca, ela até teve um orgasmo enquanto eu arrebentava a buceta dela.
Aproveitamos aquela tarde cheia de sexo e carinho até ela ir embora.

Nossa amizade cresceu pra caralho.
Depois daquela vez, as escapadas dela eram pra curtir o melhor sexo que podia ter e brincar com o amiguinho dela no que mais gostava.

Ela continua casada, mas curte mais o sexo comigo como amante.

Continua............fantasia realizadaP.S.: espero que vocês tenham gostado e que curtam esse conto.
Até a próxima.
Maury-só-eu

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