María – Juan, você faz o café da manhã enquanto eu me visto?
Eu – claro, gata
Liguei a cafeteira elétrica enquanto preparava umas torradas. Quando ficou pronto, chamei a María. Ela saiu do quarto e, se eu não estivesse sentado, teria caído de bunda no chão; ela vestia uma camiseta branca apertada que realçava os peitos, dava pra ver o sutiã cor da pele com renda, uma minissaia cinza na metade da coxa, meia-calça preta fina e sapatos pretos de salto. No braço, trazia pendurado um blazer combinando com a minissaia. Coroava tudo uns óculos ovais que a deixavam ainda mais gostosa.
María – O que foi? Será que você não quer ter uma secretária?
Não consegui me segurar e fui beijá-la, mas ela não deixou porque ia borrar o batom. Tomamos café da manhã; eu não conseguia parar de olhar pra ela, estava deslumbrante. Saímos rumo ao depósito, ela tinha entrado totalmente no personagem, levava um caderno de anotações.
Quando chegamos, me apresentei ao gerente, que ficou babando olhando pra María. Ele me levou ao centro de computação e nos deixou sozinhos. No caminho do escritório até o centro de computação, tanto homens quanto mulheres se viraram pra olhar aquela gostosa que me acompanhava.
Sem demora, comecei a trabalhar. Dei um dos computadores pra María pra ela não ficar entediada, mas ela tinha outros planos. Sentou do meu lado e, de vez em quando, me beijava no pescoço ou me abraçava por trás. Era realmente um prazer trabalhar assim. Almoçamos no refeitório do depósito; os operários comem primeiro e depois os administrativos. María não me deixou levantar e trouxe uma bandeja com o almoço pra mim. Comemos entre olhares e sorrisos; continuamos trabalhando até que às 18 horas todo mundo estava indo embora. A secretária do gerente nos avisou que já estava saindo, que tínhamos permissão pra ficar e que o pessoal da segurança dava uma volta de vez em quando.
A secretária era uma mulher de uns 28 ou 29 anos, morena, alta; daquelas que não passam despercebidas. despercebida, olhou para Maria com um pouco de inveja. Foi embora e em minutos Maria começou a fazer das suas.
Maria – chefe, sabia que estamos sozinhos aqui?
Eu – Sim, por quê?
Maria – é que sua secretária tá muito cansadinha, e precisa que o senhor faça umas massagenzinhas nos ombros – Maria entrou no meu campo de visão, de sutiã; tinha tirado o casaco e a camisa, o frio do lugar fez os bicos dos peitos ficarem durinhos.
Eu me recostei na cadeira, e ela sentou de costas nas minhas pernas, comecei a apertar de leve, as costas, desde a coluna, subindo até o pescoço e daí pros lados, Maria suspirava de prazer com as massagens; ficamos um tempão assim, Maria abaixava a cabeça e deixava a nuca à minha disposição, eu aproveitava pra acariciar e ir esquentando ela.
Ela levantou das minhas pernas e, empurrando o teclado e as outras coisas que estavam na mesa, sentou na minha frente, de pernas abertas; por baixo da meia-calça, dava pra ver uma calcinha fio dental transparente, dava pra ver perfeitamente os lábios da buceta; sem esperar, fui beijar toda a área, apesar da meia-calça e da calcinha que me impediam de fazer direto na pele.
Maria jogava a cabeça pra trás, enquanto eu mordiscava as coxas; até que ela se levantou e tirou a meia-calça junto com a calcinha, ambas estavam encharcadas. Com cara de safada, enfiou elas na minha boca, se abaixou e me desabotoou a calça, puxou pra baixo até onde deu, meu pau saltou igual mola, ela enfiou na boca, babou bem, e sentou de frente pra mim com as pernas abertas, meu pau entrou na buceta como faca quente na manteiga.
Praticamente foi ela quem me comeu, mexia a cintura igual liquidificador, com movimentos loucos; me abraçou e grudou minha cabeça no meio dos peitos dela, e olhando pro teto, soltou um gemido longo e abafado. Eu sentia os fluidos de Maria descendo pelas minhas bolas até chegar no cu e molhar a cadeira. cadeira.
Ela saiu de cima de mim, e meu pau ainda tava durasso, brilhando, ela não hesitou em começar a chupar ele. Em cada descida da cabeça dela, enfiava mais fundo, até que senti o nariz dela tocando minha barriga. Deixava uns segundos na garganta e tirava, pegando bocadas de ar. Numa dessas, soltou uma quantidade enorme de saliva, juntava com as mãos pra não sujar minha roupa. Até que não aguentei mais, e ela, sem dúvida, sentiu o pau inchando, enfiou de novo até o fundo, e aí gozei.
Meu corpo inteiro tremia, estiquei as pernas, arqueei as costas, foi uma gozada como poucas vezes tive. Maria não parou de chupar até ele começar a murchar na boca dela. Se limpou com um lenço de papel e me olhou com uma carinha que nunca vou esquecer.
Ajeitamos a roupa como deu e fomos pra cabana; chegamos, e Maria foi tomar um banho. Enquanto ela fazia isso, fui até a cabana do caseiro e perguntei por uma maca de massagem. Fomos até o depósito, e ele me deu uma dobrável. Montei no quarto, apaguei as luzes e acendi várias velas aromáticas. Quando Maria saiu do banho de roupão, viu tudo que eu tinha preparado. Sem dizer nada, tirou o roupão e se deitou na maca.
Passei óleo de massagem nas mãos e comecei pelo pescoço dela, ombros, me demorei bastante nos braços, nas laterais do tronco, perto dos peitos, que subiam e desciam com a respiração. Quando Maria estava relaxada, coloquei mais óleo e me dediquei aos seios dela, os dois ao mesmo tempo. Pegava pela base, apertava bem de leve, terminando com um beliscão suave nos mamilos.
Segui pela barriga dela, deixando ela com vontade. Fui pros pés, as solas dos pés são infinitamente sensíveis. Com os polegares, fui massageando, subi pelos tornozelos, panturrilhas, continuei subindo com as duas mãos na mesma coxa, cheguei quase na buceta, que tava brilhando. Maria fazia um esforço danado pra não se mexer. Antes de me dedicar à buceta, fiz ela virar de costas.
Boca pra baixo, a María era um puta deleite pros olhos, de novo deixei o melhor pro final: nuca, pescoço, ombros, costas, pernas. A María tava com um tesão que já não via mais nada; era exatamente o que eu queria. Cheguei na buceta dela e meti os dedos, molharam mais do que já tavam, gemidos longos saíram da garganta da María. Com o vidro de óleo, joguei um jato nos glúteos, devagar fui deslizando os dedos no meio das nádegas, chegando pela primeira vez no buraquinho tão desejado, passei os dedos em círculos.
Coloquei o roupão bem dobrado debaixo da pélvis dela, pra deixar a raba exposta, coloquei mais óleo e, fazendo pressão, fui enfiando uma das falanges. A María reclamou, tirei, coloquei mais óleo e tentei de novo, dessa vez ela não reclamou e meu dedo tava até a metade. Antes de continuar, com a outra mão, esfreguei o clitóris dela. A María já não se segurava mais, gemia que nem uma louca; enquanto ela tava distraída com o que eu fazia na buceta, a raba já tinha engolido meu dedo inteiro.
María – ahhhhhh, não aguento maaaaaaais
Eu – cê gosta do que eu tô fazendo?
María – adoro, mas sei onde isso vai dar, você quer meter no meu cu.
Eu – Sim, mas se quiser, vai ter que me pedir pra fazer a sua raba pequena.
María – mmmmmm, deixa eu ver, mexe um pouquinho o dedo.
Devagar fui tirando e enfiando de novo, a María tava bem relaxada por causa das massagens. Sem falar nada, juntei outro dedo e fui enfiando os dois juntos.
María – não seja safado, isso não é um dedo só, mas continua devagar, tá?
Eu tava vidrado naquela raba (hehehehehe), coloquei mais um pouco de óleo e os dedos foram até o fundo.
María – ahhhhhhhhhh, mmmmmmmmmmmm, se você for bem suave, tenta com a pica, mas bem devagar.
Eu – cê tá me pedindo pra meter no seu cu, bebê?
María – sim, enfia toda, não aguento mais, quero ter sua pica em qualquer buraco, vai, me deixou louca de tesão.
Eu abaixei as pernas dela maca, e deixei elas penduradas, separei as nádegas dela e lá estava o cuzinho me esperando, já preparado pra ser invadido pela primeira vez. Coloquei a ponta da pica contra o anel, e fiz um pouco de pressão, o cuzinho da Maria engoliu a cabeça da minha pica, Maria gemeu.
Maria – devagar amor, não me machuca.
Eu – mmmmmm Bebê, vou ficar parado até seu cuzinho se acostumar a me ter dentro.
Maria foi quem deu o próximo passo, aos poucos começou a mexer o quadril, enfiando e tirando uns centímetros da minha pica, eu fiquei completamente imóvel, era ela quem ia encaixando minha pica na raba.
Maria – ahhhhhhh, como sinto ela grande, falta muito pra entrar toda?
Eu – não Bebê, já tá quase, falta pouco, quer ela toda?
Maria – tá me matando, mas enfia toda, vai antes que eu me arrependa.
Nós dois em uníssono, nos movemos em direções opostas, minhas bolas se chocaram contra as nádegas dela.
Maria – ahhhhhhhhhhhhh, fica parado um pouco, te sinto muito fundo.
Eu – te incomoda?, se quiser eu tiro Bebê
Maria – não, não deixa eu me acostumar.
Desci minha mão até a buceta, e molhei os dedos com os sucos que saíam de lá, comecei a esfregar o clitóris dela, e Maria se relaxou de vez, e começou a se mexer debaixo de mim, tirando e enfiando a pica sozinha, até que não aguentei mais e comecei uma bombada frenética, tirava quase toda pra cravar de novo inteira. Maria gemia de prazer, meus dedos acariciando a buceta dela estavam levando ela a um caminho sem volta pro orgasmo; que não demorou a chegar, Maria gritou e se espalhou sobre a maca, se eu não tivesse segurando, a gente caía no chão, as pernas dela bambearam. Dei mais umas bombadas e fiquei com a pica bem cravada, descarregando jato após jato de porra no cuzinho.
Maria quando sentiu aquele líquido quente invadir as entranhas dela, se tensionou e teve outro orgasmo, não tão forte quanto o anterior. Fiquei sobre as costas dela parado, respirando ofegante. até que meu pau saiu sozinho do cu dela, a Maria mal conseguia se levantar, ajudei ela e fomos pra jacuzzi, enchi e entramos. No caminho todo até o banheiro, gotas de porra caíam da bunda da minha amante; uma vez na jacuzzi, tirei meu tempo pra lavar ela, com muito carinho, ela tinha me dado um puta presente, a virgindade do cu dela, então queria recompensar ela.
Fui me dedicando ao corpo todo dela, quando cheguei na bunda, fui bem delicado, a Maria me olhou nos olhos.
Maria – nem pensa em enfiar nada em mim, você me destruiu.
Eu – tá doendo?
Maria – é mais uma ardência do que dor, mas agora deixa descansar, que pra ser a primeira vez, deixei você fazer o que quisesse.
Eu – mas com todas as massagens que te fiz, não mereci?
Maria – mmmmm, sim, mas você vai fazer aquelas massagens de novo, né?
Eu – se quiser terminar de novo com a rabeta arrombada? Kkkkkkkkkkkk
Maria – malvado, massagens e eu vejo como te pago.
A gente se beijou e foi dormir, no dia seguinte no depósito, chegou a secretária, só aí fiquei sabendo que ela se chamava Silvana, ela falou no meu ouvido:
Silvana – seu Juan, sabia que nessa sala tem câmeras de segurança? Olha – disse apontando.
Eu – não, não sabia, por quê?
Silvana – agradeçam que cheguei antes de todo mundo e apaguei tudo que gravaram ontem à tarde.
Fiquei vermelho que nem um tomate, nisso a Maria chegava com dois cafés.
Maria – o que essa queria, que você ficou vermelho?
Eu – a gente nunca percebeu que aqui tem câmeras de segurança, olha – falei apontando com uma caneta.
Maria – e foi isso que a secretária falou?
Eu – sim, que ela cuidou de apagar as gravações.
Naquela tarde, a gente tinha que tirar umas fotos dos vinhedos contra a montanha, com o pôr do sol, então falei com o gerente e a secretária, muito solícita, se ofereceu pra levar a gente numa das caminhonetes da empresa. O trajeto foi longo, chegamos num lugar incrível, tiramos as fotos e antes de voltar:
Silvana – você não é secretária —Nem assistente nem nada, será que tô enganada? — falou pra Maria na lata.
Maria — E você, o que tem a ver com isso?
Silvana — Na gravação dava pra ver perfeitamente que vocês estavam transando, ou melhor, estavam fodendo.
Eu — E o que você quer?
Silvana — Quero ver vocês fodendo, me excitaram muito quando vi a gravação e quero ver ao vivo, em troca do meu silêncio.
Maria — Vamos dar um belo show pra ela, quer? Afinal, ela já nos viu no escritório.
Silvana tirou uns cobertores de uma sacola na caçamba da caminhonete e os estendeu. Subimos e eu e Maria começamos a nos beijar. Não precisava de muito pra nos excitar, porque o olhar lascivo da Silvana já nos aquecia. Enfiei uma das minhas mãos por baixo da saia da Maria, a calcinha fio dental dela estava toda molhada. Ela começou a baixar minha calça sem parar de beijar; por baixo da cueca, dava pra ver meu pau duro.
Maria se abaixou e enfiou meu pau na boca, enquanto olhava pra Silvana, que tinha tirado a calça e, de pernas abertas, se masturbava furiosamente. Isso deve ter excitado a Maria pra caralho, porque ela colocou as mãos atrás das minhas pernas e me empurrava pra enfiar o pau na boca dela até o fundo.
Silvana começou a gemer e se contorceu num grande orgasmo. Ela se ajoelhou do lado da Maria e, só com o olhar, pediu meu pau pra chupar. Ficaram um tempão chupando ele juntas. Se não fosse pela puta atividade sexual da semana, eu teria gozado assim que começaram a chupar em dupla.
Quando não aguentei mais, coloquei a Maria de costas, levantei as pernas dela e, sem pausa, enfiei tudo até nossas pélvis se encontrarem. A Silvana tava se punhetando de novo, com uma mão esfregando o clitóris e com a outra enfiando dois dedos na própria buceta.
Eu tava vidrado num vai e vem frenético. Cansava pra caralho manter aquela velocidade, mas a sensação que a buceta apertada da Maria me dava valia a pena. Ela também tava adorando, beliscando os próprios mamilos. a roupa até que ela se tensionou e teve um orgasmo, Silvana me empurrou pra tirar de dentro da María e, como se quisesse competir com ela, também enfiou até o fundo, mas ela engasgava. Ficou assim até que eu não aguentei mais, segurei a cabeça dela e comecei a bombar, até gozar com o pau bem enfiado na garganta; todo o leite que eu tinha foi direto pro estômago da Silvana.
Silvana – ufffff, que delícia, como eu gostei de ver vocês, tive uns orgasmos maravilhosos.
María – fico feliz que você tenha gostado, pra nós foi muito prazeroso.
Eu – É, me deixaram destruído.
Enquanto ajeitávamos a roupa, Silvana abraçou a María e deu um beijo de língua nela, María se surpreendeu no começo, mas não fez nada pra se afastar.
Silvana – sexualmente eu prefiro mulheres, mas às vezes também tiro a vontade com algum homem, e você me atrai – falou pra María.
María – obrigada pelo elogio, mas eu gosto de homens.
Eu – bom, que tal se a gente voltar? O que acham?
Silvana arrumou tudo na caçamba da caminhonete e voltamos pro depósito, o pessoal já tinha ido embora, Silvana ficou com a gente até a gente ir.
Chegamos na cabana e peguei um champanhe da geladeira, enchi a jacuzzi e entramos, dei uns massagens suaves na María, que, com o cansaço que tava, mais o champanhe que a gente tomou; mal saímos, ela foi descansar, tava meio tontinha.
Deixei ela um tempão pra dormir profundamente, com muito cuidado, coloquei um lenço de seda tapando os olhos dela, e com os cintos de toalha dos roupões, amarrei ela nos pés da cama; apaguei a luz e fiquei na frente da lareira, pensando em como essa aventura era louca.
Pouco depois, quando a María tentou se mexer e não conseguiu, se assustou.
María – juuuuaaann, o que tá rolando?
Eu – a menina se comportou mal, então tá de castigo.
María – mmmm, e como você vai me castigar?
Eu – com prazer, muito prazer, bebê.
María – tem certeza que isso vai ser um castigo?
Sem responder, passei bem de leve a ponta do meu dedo pelo pescoço dela, descendo só um pouco, desenhando a redondeza dos peitos, Maria puxava as amarras, mas não iam soltar. Me acomodei em cima dela, e com a rola bem dura, passei por toda a fenda, sem enfiar; Maria levantava o quadril pra eu meter, mas não tava nos meus planos, pelo menos pela próxima hora.
Sem contato físico, rocei os lábios dela, ela buscou o beijo e não veio, beijei a barriga dela, descendo até quase o monte de Vênus e me afastei, fui pros pés dela; Maria tem uns pés muito gostosos mesmo, apesar de eu não ter fetiche por pés, são muito delicados, dá gosto brincar com os dedinhos dela; passei a língua na sola e ela se contorceu, repeti a operação com o outro pé com o mesmo resultado. Subi pelas pernas dela, alternando direita e esquerda, não cheguei até o centro precioso, mas parei e me afastei, esperando alguma reação.
Maria – mmmmmmm, como você tá me fazendo sofrer, continua me torturando, amor, por favor.
Eu – posso continuar por horas, e você vai me pedir pra fazer a raba de novo, bebê.
Maria – do jeito que eu tô, pode fazer o que quiser comigo que não vou reclamar.
Eu – então, vou te amordaçar, quero ouvir só seus gemidos.
Tampei a boca dela com outro lenço e agora sim me dediquei a fazer ela sofrer de verdade, novamente sem outro contato que não minha língua na buceta, movi de cima pra baixo, e pros lados, dando voltas em volta do clitóris. Maria tentava gritar, mas a mordaça impedia. Quando ela se contorcia perto do orgasmo, eu parava e soprava, pra cortar, repeti várias vezes, até que o clitóris dela ficou tão sensível que até com um sopro eu ia fazer ela gozar.
Fui na geladeira e peguei dois cubos de gelo, peguei um e desenhei o contorno do mamilo de cada peito, Maria gemia como se estivesse chorando; tracei uma linha do centro do peito dela até a buceta, deixando um rastro d'água, coloquei o gelo no clitóris dela, ela se remexeu na cama, balbuciava algo que não entendi, mas continuei brincando, Maria continuava gemendo baixinho.
Quando o gelo ficou pequenininho, enfiei na buceta dela, Maria gemeu forte de novo; balbuciava novamente, tirei a mordaça dela.
Maria – ahhhhhhh, mmmmmmm, me faz gozar, por favor, não aguento mais.
Eu – foda-se um orgasmo, mas em troca de quê?
Maria – do que você quiser, quer meter de novo no meu cu?, dói, mas deixo, contanto que me faça gozar.
Eu – mmmmm, sei não, tava afim de te fazer sofrer mais um pouco, mas sei lá.
Coloquei meu pau perto da cara dela e ela ajeitou a cabeça pra entrar na boca dela, movi meu quadril, enfiando e tirando o pau da boca, coloquei muita saliva nos meus dedos e molhei a buceta da Maria; bem devagar comecei a enfiar e tirar os dedos, quando ela começou a gemer de novo, me levantei da cama, coloquei minhas pernas debaixo das dela e meu pau ficou a centímetros da buceta; segurando ele pela base, passei de cima pra baixo, quando ficou apontado pra entrada, com um movimento de quadril enfiei ele inteiro, do jeito que ela gosta.
Maria teve um orgasmo enorme assim que sentiu ele dentro do corpo dela, antes que terminasse de gozar, deixei ele dentro e com o polegar acariciei o botãozinho de prazer dela, Maria se mexia como possuída na cama, parei de brincadeira e comecei o vai e vem, não muito rápido, mas bem profundo, até que não aguentei mais, tirei o pau da buceta quente, me masturbei e, me movendo, joguei toda a porra nos peitos dela, tentando deixar os dois lambuzados com meu sêmen.
Soltei as amarras dela e tirei o lenço dos olhos; Maria passou as mãos, espalhando a porra como se fosse creme, nos beijamos, ela tomou um banho rápido pra tirar a meleca e dormimos abraçados.
Eu – claro, gata
Liguei a cafeteira elétrica enquanto preparava umas torradas. Quando ficou pronto, chamei a María. Ela saiu do quarto e, se eu não estivesse sentado, teria caído de bunda no chão; ela vestia uma camiseta branca apertada que realçava os peitos, dava pra ver o sutiã cor da pele com renda, uma minissaia cinza na metade da coxa, meia-calça preta fina e sapatos pretos de salto. No braço, trazia pendurado um blazer combinando com a minissaia. Coroava tudo uns óculos ovais que a deixavam ainda mais gostosa.
María – O que foi? Será que você não quer ter uma secretária?
Não consegui me segurar e fui beijá-la, mas ela não deixou porque ia borrar o batom. Tomamos café da manhã; eu não conseguia parar de olhar pra ela, estava deslumbrante. Saímos rumo ao depósito, ela tinha entrado totalmente no personagem, levava um caderno de anotações.
Quando chegamos, me apresentei ao gerente, que ficou babando olhando pra María. Ele me levou ao centro de computação e nos deixou sozinhos. No caminho do escritório até o centro de computação, tanto homens quanto mulheres se viraram pra olhar aquela gostosa que me acompanhava.
Sem demora, comecei a trabalhar. Dei um dos computadores pra María pra ela não ficar entediada, mas ela tinha outros planos. Sentou do meu lado e, de vez em quando, me beijava no pescoço ou me abraçava por trás. Era realmente um prazer trabalhar assim. Almoçamos no refeitório do depósito; os operários comem primeiro e depois os administrativos. María não me deixou levantar e trouxe uma bandeja com o almoço pra mim. Comemos entre olhares e sorrisos; continuamos trabalhando até que às 18 horas todo mundo estava indo embora. A secretária do gerente nos avisou que já estava saindo, que tínhamos permissão pra ficar e que o pessoal da segurança dava uma volta de vez em quando.
A secretária era uma mulher de uns 28 ou 29 anos, morena, alta; daquelas que não passam despercebidas. despercebida, olhou para Maria com um pouco de inveja. Foi embora e em minutos Maria começou a fazer das suas.
Maria – chefe, sabia que estamos sozinhos aqui?
Eu – Sim, por quê?
Maria – é que sua secretária tá muito cansadinha, e precisa que o senhor faça umas massagenzinhas nos ombros – Maria entrou no meu campo de visão, de sutiã; tinha tirado o casaco e a camisa, o frio do lugar fez os bicos dos peitos ficarem durinhos.
Eu me recostei na cadeira, e ela sentou de costas nas minhas pernas, comecei a apertar de leve, as costas, desde a coluna, subindo até o pescoço e daí pros lados, Maria suspirava de prazer com as massagens; ficamos um tempão assim, Maria abaixava a cabeça e deixava a nuca à minha disposição, eu aproveitava pra acariciar e ir esquentando ela.
Ela levantou das minhas pernas e, empurrando o teclado e as outras coisas que estavam na mesa, sentou na minha frente, de pernas abertas; por baixo da meia-calça, dava pra ver uma calcinha fio dental transparente, dava pra ver perfeitamente os lábios da buceta; sem esperar, fui beijar toda a área, apesar da meia-calça e da calcinha que me impediam de fazer direto na pele.
Maria jogava a cabeça pra trás, enquanto eu mordiscava as coxas; até que ela se levantou e tirou a meia-calça junto com a calcinha, ambas estavam encharcadas. Com cara de safada, enfiou elas na minha boca, se abaixou e me desabotoou a calça, puxou pra baixo até onde deu, meu pau saltou igual mola, ela enfiou na boca, babou bem, e sentou de frente pra mim com as pernas abertas, meu pau entrou na buceta como faca quente na manteiga.
Praticamente foi ela quem me comeu, mexia a cintura igual liquidificador, com movimentos loucos; me abraçou e grudou minha cabeça no meio dos peitos dela, e olhando pro teto, soltou um gemido longo e abafado. Eu sentia os fluidos de Maria descendo pelas minhas bolas até chegar no cu e molhar a cadeira. cadeira.
Ela saiu de cima de mim, e meu pau ainda tava durasso, brilhando, ela não hesitou em começar a chupar ele. Em cada descida da cabeça dela, enfiava mais fundo, até que senti o nariz dela tocando minha barriga. Deixava uns segundos na garganta e tirava, pegando bocadas de ar. Numa dessas, soltou uma quantidade enorme de saliva, juntava com as mãos pra não sujar minha roupa. Até que não aguentei mais, e ela, sem dúvida, sentiu o pau inchando, enfiou de novo até o fundo, e aí gozei.
Meu corpo inteiro tremia, estiquei as pernas, arqueei as costas, foi uma gozada como poucas vezes tive. Maria não parou de chupar até ele começar a murchar na boca dela. Se limpou com um lenço de papel e me olhou com uma carinha que nunca vou esquecer.
Ajeitamos a roupa como deu e fomos pra cabana; chegamos, e Maria foi tomar um banho. Enquanto ela fazia isso, fui até a cabana do caseiro e perguntei por uma maca de massagem. Fomos até o depósito, e ele me deu uma dobrável. Montei no quarto, apaguei as luzes e acendi várias velas aromáticas. Quando Maria saiu do banho de roupão, viu tudo que eu tinha preparado. Sem dizer nada, tirou o roupão e se deitou na maca.
Passei óleo de massagem nas mãos e comecei pelo pescoço dela, ombros, me demorei bastante nos braços, nas laterais do tronco, perto dos peitos, que subiam e desciam com a respiração. Quando Maria estava relaxada, coloquei mais óleo e me dediquei aos seios dela, os dois ao mesmo tempo. Pegava pela base, apertava bem de leve, terminando com um beliscão suave nos mamilos.
Segui pela barriga dela, deixando ela com vontade. Fui pros pés, as solas dos pés são infinitamente sensíveis. Com os polegares, fui massageando, subi pelos tornozelos, panturrilhas, continuei subindo com as duas mãos na mesma coxa, cheguei quase na buceta, que tava brilhando. Maria fazia um esforço danado pra não se mexer. Antes de me dedicar à buceta, fiz ela virar de costas.
Boca pra baixo, a María era um puta deleite pros olhos, de novo deixei o melhor pro final: nuca, pescoço, ombros, costas, pernas. A María tava com um tesão que já não via mais nada; era exatamente o que eu queria. Cheguei na buceta dela e meti os dedos, molharam mais do que já tavam, gemidos longos saíram da garganta da María. Com o vidro de óleo, joguei um jato nos glúteos, devagar fui deslizando os dedos no meio das nádegas, chegando pela primeira vez no buraquinho tão desejado, passei os dedos em círculos.
Coloquei o roupão bem dobrado debaixo da pélvis dela, pra deixar a raba exposta, coloquei mais óleo e, fazendo pressão, fui enfiando uma das falanges. A María reclamou, tirei, coloquei mais óleo e tentei de novo, dessa vez ela não reclamou e meu dedo tava até a metade. Antes de continuar, com a outra mão, esfreguei o clitóris dela. A María já não se segurava mais, gemia que nem uma louca; enquanto ela tava distraída com o que eu fazia na buceta, a raba já tinha engolido meu dedo inteiro.
María – ahhhhhh, não aguento maaaaaaais
Eu – cê gosta do que eu tô fazendo?
María – adoro, mas sei onde isso vai dar, você quer meter no meu cu.
Eu – Sim, mas se quiser, vai ter que me pedir pra fazer a sua raba pequena.
María – mmmmmm, deixa eu ver, mexe um pouquinho o dedo.
Devagar fui tirando e enfiando de novo, a María tava bem relaxada por causa das massagens. Sem falar nada, juntei outro dedo e fui enfiando os dois juntos.
María – não seja safado, isso não é um dedo só, mas continua devagar, tá?
Eu tava vidrado naquela raba (hehehehehe), coloquei mais um pouco de óleo e os dedos foram até o fundo.
María – ahhhhhhhhhh, mmmmmmmmmmmm, se você for bem suave, tenta com a pica, mas bem devagar.
Eu – cê tá me pedindo pra meter no seu cu, bebê?
María – sim, enfia toda, não aguento mais, quero ter sua pica em qualquer buraco, vai, me deixou louca de tesão.
Eu abaixei as pernas dela maca, e deixei elas penduradas, separei as nádegas dela e lá estava o cuzinho me esperando, já preparado pra ser invadido pela primeira vez. Coloquei a ponta da pica contra o anel, e fiz um pouco de pressão, o cuzinho da Maria engoliu a cabeça da minha pica, Maria gemeu.
Maria – devagar amor, não me machuca.
Eu – mmmmmm Bebê, vou ficar parado até seu cuzinho se acostumar a me ter dentro.
Maria foi quem deu o próximo passo, aos poucos começou a mexer o quadril, enfiando e tirando uns centímetros da minha pica, eu fiquei completamente imóvel, era ela quem ia encaixando minha pica na raba.
Maria – ahhhhhhh, como sinto ela grande, falta muito pra entrar toda?
Eu – não Bebê, já tá quase, falta pouco, quer ela toda?
Maria – tá me matando, mas enfia toda, vai antes que eu me arrependa.
Nós dois em uníssono, nos movemos em direções opostas, minhas bolas se chocaram contra as nádegas dela.
Maria – ahhhhhhhhhhhhh, fica parado um pouco, te sinto muito fundo.
Eu – te incomoda?, se quiser eu tiro Bebê
Maria – não, não deixa eu me acostumar.
Desci minha mão até a buceta, e molhei os dedos com os sucos que saíam de lá, comecei a esfregar o clitóris dela, e Maria se relaxou de vez, e começou a se mexer debaixo de mim, tirando e enfiando a pica sozinha, até que não aguentei mais e comecei uma bombada frenética, tirava quase toda pra cravar de novo inteira. Maria gemia de prazer, meus dedos acariciando a buceta dela estavam levando ela a um caminho sem volta pro orgasmo; que não demorou a chegar, Maria gritou e se espalhou sobre a maca, se eu não tivesse segurando, a gente caía no chão, as pernas dela bambearam. Dei mais umas bombadas e fiquei com a pica bem cravada, descarregando jato após jato de porra no cuzinho.
Maria quando sentiu aquele líquido quente invadir as entranhas dela, se tensionou e teve outro orgasmo, não tão forte quanto o anterior. Fiquei sobre as costas dela parado, respirando ofegante. até que meu pau saiu sozinho do cu dela, a Maria mal conseguia se levantar, ajudei ela e fomos pra jacuzzi, enchi e entramos. No caminho todo até o banheiro, gotas de porra caíam da bunda da minha amante; uma vez na jacuzzi, tirei meu tempo pra lavar ela, com muito carinho, ela tinha me dado um puta presente, a virgindade do cu dela, então queria recompensar ela.
Fui me dedicando ao corpo todo dela, quando cheguei na bunda, fui bem delicado, a Maria me olhou nos olhos.
Maria – nem pensa em enfiar nada em mim, você me destruiu.
Eu – tá doendo?
Maria – é mais uma ardência do que dor, mas agora deixa descansar, que pra ser a primeira vez, deixei você fazer o que quisesse.
Eu – mas com todas as massagens que te fiz, não mereci?
Maria – mmmmm, sim, mas você vai fazer aquelas massagens de novo, né?
Eu – se quiser terminar de novo com a rabeta arrombada? Kkkkkkkkkkkk
Maria – malvado, massagens e eu vejo como te pago.
A gente se beijou e foi dormir, no dia seguinte no depósito, chegou a secretária, só aí fiquei sabendo que ela se chamava Silvana, ela falou no meu ouvido:
Silvana – seu Juan, sabia que nessa sala tem câmeras de segurança? Olha – disse apontando.
Eu – não, não sabia, por quê?
Silvana – agradeçam que cheguei antes de todo mundo e apaguei tudo que gravaram ontem à tarde.
Fiquei vermelho que nem um tomate, nisso a Maria chegava com dois cafés.
Maria – o que essa queria, que você ficou vermelho?
Eu – a gente nunca percebeu que aqui tem câmeras de segurança, olha – falei apontando com uma caneta.
Maria – e foi isso que a secretária falou?
Eu – sim, que ela cuidou de apagar as gravações.
Naquela tarde, a gente tinha que tirar umas fotos dos vinhedos contra a montanha, com o pôr do sol, então falei com o gerente e a secretária, muito solícita, se ofereceu pra levar a gente numa das caminhonetes da empresa. O trajeto foi longo, chegamos num lugar incrível, tiramos as fotos e antes de voltar:
Silvana – você não é secretária —Nem assistente nem nada, será que tô enganada? — falou pra Maria na lata.
Maria — E você, o que tem a ver com isso?
Silvana — Na gravação dava pra ver perfeitamente que vocês estavam transando, ou melhor, estavam fodendo.
Eu — E o que você quer?
Silvana — Quero ver vocês fodendo, me excitaram muito quando vi a gravação e quero ver ao vivo, em troca do meu silêncio.
Maria — Vamos dar um belo show pra ela, quer? Afinal, ela já nos viu no escritório.
Silvana tirou uns cobertores de uma sacola na caçamba da caminhonete e os estendeu. Subimos e eu e Maria começamos a nos beijar. Não precisava de muito pra nos excitar, porque o olhar lascivo da Silvana já nos aquecia. Enfiei uma das minhas mãos por baixo da saia da Maria, a calcinha fio dental dela estava toda molhada. Ela começou a baixar minha calça sem parar de beijar; por baixo da cueca, dava pra ver meu pau duro.
Maria se abaixou e enfiou meu pau na boca, enquanto olhava pra Silvana, que tinha tirado a calça e, de pernas abertas, se masturbava furiosamente. Isso deve ter excitado a Maria pra caralho, porque ela colocou as mãos atrás das minhas pernas e me empurrava pra enfiar o pau na boca dela até o fundo.
Silvana começou a gemer e se contorceu num grande orgasmo. Ela se ajoelhou do lado da Maria e, só com o olhar, pediu meu pau pra chupar. Ficaram um tempão chupando ele juntas. Se não fosse pela puta atividade sexual da semana, eu teria gozado assim que começaram a chupar em dupla.
Quando não aguentei mais, coloquei a Maria de costas, levantei as pernas dela e, sem pausa, enfiei tudo até nossas pélvis se encontrarem. A Silvana tava se punhetando de novo, com uma mão esfregando o clitóris e com a outra enfiando dois dedos na própria buceta.
Eu tava vidrado num vai e vem frenético. Cansava pra caralho manter aquela velocidade, mas a sensação que a buceta apertada da Maria me dava valia a pena. Ela também tava adorando, beliscando os próprios mamilos. a roupa até que ela se tensionou e teve um orgasmo, Silvana me empurrou pra tirar de dentro da María e, como se quisesse competir com ela, também enfiou até o fundo, mas ela engasgava. Ficou assim até que eu não aguentei mais, segurei a cabeça dela e comecei a bombar, até gozar com o pau bem enfiado na garganta; todo o leite que eu tinha foi direto pro estômago da Silvana.
Silvana – ufffff, que delícia, como eu gostei de ver vocês, tive uns orgasmos maravilhosos.
María – fico feliz que você tenha gostado, pra nós foi muito prazeroso.
Eu – É, me deixaram destruído.
Enquanto ajeitávamos a roupa, Silvana abraçou a María e deu um beijo de língua nela, María se surpreendeu no começo, mas não fez nada pra se afastar.
Silvana – sexualmente eu prefiro mulheres, mas às vezes também tiro a vontade com algum homem, e você me atrai – falou pra María.
María – obrigada pelo elogio, mas eu gosto de homens.
Eu – bom, que tal se a gente voltar? O que acham?
Silvana arrumou tudo na caçamba da caminhonete e voltamos pro depósito, o pessoal já tinha ido embora, Silvana ficou com a gente até a gente ir.
Chegamos na cabana e peguei um champanhe da geladeira, enchi a jacuzzi e entramos, dei uns massagens suaves na María, que, com o cansaço que tava, mais o champanhe que a gente tomou; mal saímos, ela foi descansar, tava meio tontinha.
Deixei ela um tempão pra dormir profundamente, com muito cuidado, coloquei um lenço de seda tapando os olhos dela, e com os cintos de toalha dos roupões, amarrei ela nos pés da cama; apaguei a luz e fiquei na frente da lareira, pensando em como essa aventura era louca.
Pouco depois, quando a María tentou se mexer e não conseguiu, se assustou.
María – juuuuaaann, o que tá rolando?
Eu – a menina se comportou mal, então tá de castigo.
María – mmmm, e como você vai me castigar?
Eu – com prazer, muito prazer, bebê.
María – tem certeza que isso vai ser um castigo?
Sem responder, passei bem de leve a ponta do meu dedo pelo pescoço dela, descendo só um pouco, desenhando a redondeza dos peitos, Maria puxava as amarras, mas não iam soltar. Me acomodei em cima dela, e com a rola bem dura, passei por toda a fenda, sem enfiar; Maria levantava o quadril pra eu meter, mas não tava nos meus planos, pelo menos pela próxima hora.
Sem contato físico, rocei os lábios dela, ela buscou o beijo e não veio, beijei a barriga dela, descendo até quase o monte de Vênus e me afastei, fui pros pés dela; Maria tem uns pés muito gostosos mesmo, apesar de eu não ter fetiche por pés, são muito delicados, dá gosto brincar com os dedinhos dela; passei a língua na sola e ela se contorceu, repeti a operação com o outro pé com o mesmo resultado. Subi pelas pernas dela, alternando direita e esquerda, não cheguei até o centro precioso, mas parei e me afastei, esperando alguma reação.
Maria – mmmmmmm, como você tá me fazendo sofrer, continua me torturando, amor, por favor.
Eu – posso continuar por horas, e você vai me pedir pra fazer a raba de novo, bebê.
Maria – do jeito que eu tô, pode fazer o que quiser comigo que não vou reclamar.
Eu – então, vou te amordaçar, quero ouvir só seus gemidos.
Tampei a boca dela com outro lenço e agora sim me dediquei a fazer ela sofrer de verdade, novamente sem outro contato que não minha língua na buceta, movi de cima pra baixo, e pros lados, dando voltas em volta do clitóris. Maria tentava gritar, mas a mordaça impedia. Quando ela se contorcia perto do orgasmo, eu parava e soprava, pra cortar, repeti várias vezes, até que o clitóris dela ficou tão sensível que até com um sopro eu ia fazer ela gozar.
Fui na geladeira e peguei dois cubos de gelo, peguei um e desenhei o contorno do mamilo de cada peito, Maria gemia como se estivesse chorando; tracei uma linha do centro do peito dela até a buceta, deixando um rastro d'água, coloquei o gelo no clitóris dela, ela se remexeu na cama, balbuciava algo que não entendi, mas continuei brincando, Maria continuava gemendo baixinho.
Quando o gelo ficou pequenininho, enfiei na buceta dela, Maria gemeu forte de novo; balbuciava novamente, tirei a mordaça dela.
Maria – ahhhhhhh, mmmmmmm, me faz gozar, por favor, não aguento mais.
Eu – foda-se um orgasmo, mas em troca de quê?
Maria – do que você quiser, quer meter de novo no meu cu?, dói, mas deixo, contanto que me faça gozar.
Eu – mmmmm, sei não, tava afim de te fazer sofrer mais um pouco, mas sei lá.
Coloquei meu pau perto da cara dela e ela ajeitou a cabeça pra entrar na boca dela, movi meu quadril, enfiando e tirando o pau da boca, coloquei muita saliva nos meus dedos e molhei a buceta da Maria; bem devagar comecei a enfiar e tirar os dedos, quando ela começou a gemer de novo, me levantei da cama, coloquei minhas pernas debaixo das dela e meu pau ficou a centímetros da buceta; segurando ele pela base, passei de cima pra baixo, quando ficou apontado pra entrada, com um movimento de quadril enfiei ele inteiro, do jeito que ela gosta.
Maria teve um orgasmo enorme assim que sentiu ele dentro do corpo dela, antes que terminasse de gozar, deixei ele dentro e com o polegar acariciei o botãozinho de prazer dela, Maria se mexia como possuída na cama, parei de brincadeira e comecei o vai e vem, não muito rápido, mas bem profundo, até que não aguentei mais, tirei o pau da buceta quente, me masturbei e, me movendo, joguei toda a porra nos peitos dela, tentando deixar os dois lambuzados com meu sêmen.
Soltei as amarras dela e tirei o lenço dos olhos; Maria passou as mãos, espalhando a porra como se fosse creme, nos beijamos, ela tomou um banho rápido pra tirar a meleca e dormimos abraçados.
3 comentários - Encontro com Maria (dia 3)