Olá, sou novo aqui. Uma ex e um amigo que sabe das minhas aventuras me recomendaram este site. Desde o último ano do ensino médio não mudei: cabelo preto, olhos castanhos, 1,83m de altura, físico definido pelos anos de hóquei e pele cor de cacau. Bom, vou parar de encher o saco e começar.
**TRANÇINHAS SELVAGENS**
Essa história começa quando eu estava no sexto ano do ensino médio, era a última semana do ano e a gente tinha voltado da viagem de formatura. Na segunda-feira, poucos de nós foram pra escola, porque a maioria estava de ressaca, e só um grupo de 4 minas que não foram na viagem apareceu. Nesse grupo tinha uma garota que me chamava a atenção: cabelo castanho, olhos castanhos, cara de santinha, magrinha, os atributos dela não apareciam por causa das roupas largas, e o mais chamativo eram as tranças que ela usava sempre.
O grupinho era desligado da turma, a gente não sabia nada sobre aquelas minas, e a curiosidade tava me corroendo. Um amigo (é o que me recomendou o site e tem o mesmo nome que eu, Enzo) tinha levado um pouco de álcool e me mostrou:
— Olha o que eu trouxe — ele me mostrou a garrafa. — É tequila, e a gente vai tomar pra ir pro clube. Vai entrar?
— Mano, sabe que podem nos pegar com a bebida, e se a gente beber, os treinadores vão encher o nosso saco.
Enzo guardou a garrafa e a gente foi pro recreio. Quando voltamos, os diretores estavam com a mochila dele. Suspenderam ele por uma semana, e a gente descobriu que foi o grupinho de minas que dedou. Na saída da escola, meus colegas falaram "se vinga", e eu vou fazer isso. Quando cheguei em casa, planejei a vingança, e minha vítima seria a mina das tranças.
No dia seguinte, a gente teve educação física. Quando a aula terminou, enquanto todo mundo ia embora, fui até a mochila da mina das tranças e troquei a garrafinha de suco dela por uma que tinha álcool misturado com suco.
Saí pro recreio e fui procurar ela. Ela tava saindo do banheiro. Peguei ela pelo braço e levei pra um corredor.
— Você é dedo-duro e também curte bebida, hein, trançinhas?
— Que bebida você tá falando?
— Na sua Na mochila tem uma garrafa com álcool e, se eu quiser, posso te dedurar, igual você fez com meu amigo.
— Você tá mentindo.
— Vai lá e vê por si mesmo.
Ele saiu andando rápido pra sala de aula e eu fui seguindo ele por trás. Quando cheguei, vi ele revirando a mochila, tirando a garrafa e confirmando que era álcool.
— Viu que não tô mentindo? Agora vou pra direção.
— Espera, quanto vale o seu silêncio? — ele falou enquanto tirava a carteira.
— Não preciso de grana, mas tô atrás de outra coisa.
— Que coisa?
— Só quero uma gostosa que me faça um bom boquete.
— Você é louco, não vou te chupar.
— Beleza, vou contar pra diretoria e você dá tchau pra menina que não quebraria nem um prato.
Quando eu tava indo pra porta, ela me segurou pelo braço.
— Não fala, eu faço.
— Certo. Na saída, vai pros banheiros. A gente tem tempo até fecharem. E se você não aparecer, amanhã eu conto.
Saí da sala de aula, tô ansioso pra acabar as aulas. Quando terminou, fui pros banheiros e encontrei ela na porta.
— Você veio, muito bem. Vamos entrar.
Entramos no banheiro e fomos pra um cubículo. Eu baixei a calça e a cueca, e meu pau de 22 cm de comprimento e 8 cm de largura apareceu.
— Gostou? — olhei pra ela, impressionada. — Te recomendo começar, porque daqui a 40 minutos tenho treino.
Timidamente, ela começou a me masturbar e, quando meu pau ficou duro, começou a chupar a cabeça e dar lambidas longas pelo tronco, chupando minhas bolas com timidez. Tirei uma câmera pequena do bolso e comecei a tirar fotos enquanto ela tentava fazer um garganta profunda. Lambeu, beijou e chupou meu pau, enquanto massageava minhas bolas. Dava pra ver que ela tinha alguma prática.
Passaram uns 15 minutos até eu gozar na boca dela, mas ela não conseguiu engolir tudo e um pouco de porra escorreu pelo queixo.
— Não vou falar nada.
Ajeitei a calça, fui embora e ela nem percebeu as fotos que tirei.
À meia-noite, mandei mensagem pra ela:
— Espero que tenha gostado do de hoje, porque isso é só o começo.
— Como assim? princípio? Cê vai continuar me chantageando com a história da bebida?
- Claro que não, agora vou te mandar umas fotos.
Mandei várias das fotos que tirei no banheiro.
Ela me xingou a noite inteira e ameaçou que ia me denunciar.
Quando a gente entrava no colégio, ela me olhava com cara de ódio, e ela não sabia o que eu ia fazer com ela. Primeiro recreio, fui pra biblioteca e vi que ela tava me seguindo. Comprimentei a bibliotecária (fui namorado da filha dela e ela me trata como um bom moço). Fui pelos corredores e cheguei no fundo, onde me escondi e agarrei ela por trás, tampei a boca dela com a mão e depois com um pano que tinha trazido. Forcei ela a encostar na parede e sussurrei no ouvido dela:
- Quietinha e aproveita.
Me abaixei, levantei a saia e puxei o short dela pra baixo de uma vez. Meus olhos viram uma calcinha verde-maçã. Desci essa calcinha devagar pra ver uma bunda branquinha e firme, abri as nádegas dela e vi um cuzinho rosado e fechado. Não dava pra ver os lábios da buceta dela de tanto pelo que tem. Dei um tapa na bunda e comecei a lamber e chupar aquele cuzinho, depois deslizeize e segui pelos lábios dela, que são finos, e ao enfiar minha língua na buceta dela, localizei o clitóris e dei um beliscão que fez ela dar um pulinho. Continuei fazendo sexo oral nela e enfiando os dedos até o recreio acabar, e ela estava toda vermelha, tinha tido 2 orgasmos e ia pro terceiro quando me levantei, subi a calcinha dela, dei um tapa na bunda e subi o short dela.
- No próximo recreio, quero que você deixe sua calcinha neste livro — entreguei um aleatório — e quero que devolva antes de acabar, e quero sua calcinha lá, senão a escola inteira vai ver que puta você é, ok?
- Ok.
Voltamos separados pra sala e dava pra ver que ela tava nervosa, mas no fim do segundo recreio fui pegar o livro e lá estava a calcinha dela, molhada. Meu plano já tava a dois passos de acabar. Na sexta, fiz ela matar aula comigo e levei ela pro apartamento da minha amiga Sasha (ela é ninfomaníaca e adora transformar santinhas em diabinhas).
Ao entrar no apê, levei ela pro quarto da Sasha.
- Tira a roupa e venda os olhos.
Já submissa, ela se despiu e pude ver um par de peitos médios com mamilos rosados e pequenos. Já pelada, ela quis soltar as tranças.
- Não faz isso, fica de quatro, que eu tapo teus olhos.
Ela obedeceu e eu me despi, fiquei na frente dela e bati palma. Ela começou a chupar meu pau. Mas o que ela não percebeu é que a Sasha apareceu pelada (Sasha é de pele bronzeada, ruiva, peitos firmes e grandes, mamilos escuros e médios, cintura fina, uma bunda linda, grande, firme e em formato de coração). Ela se agachou atrás da minha colega e começou a chupar a buceta dela e a dedilhar com muito tesão.
Ela não parava de se mexer e dava pra ver que a Sasha tava se esforçando. Quando ela teve o terceiro orgasmo, soltamos ela.
- Oi, Sasha, quanto tempo — abracei ela.
- Oi, Enzo, que putinha linda você trouxe.
- Vamos nos divertir hoje e no domingo quero ela treinada.
- Rsrs, vai ficar bem treinada.
Coloquei uma camisinha e comecei a foder minha colega na buceta apertada dela. Mudei de posição e fiz ela... me cavalgando, enquanto a Sasha começou a trabalhar a bunda dela com a língua e os dedos. Ficamos assim até ela gozar, e a Sasha saiu do cu da minha parceira.
— Já tá bem dilatado esse rabo, tá prontinha pra você partir ela.
— Pela amor de Deus, a Booty não... aaahhhy — a Sasha beliscou o mamilo dela com força.
— Você cala a boca, e Enzo, tem lubrificante na mesinha.
Peguei o lubrificante, passei um pouco no ânus e no meu pau, coloquei ela de quatro, e minha parceira não queria ficar quieta, então a Sasha terminou em cima dela pra ela não se mexer. Comecei a penetrar devagar a bunda virgem, e minha parceira gritava, a Sasha fazia carinho nela até passar uns 10-15 minutos, até ela começar a gostar. A Sasha levantou pra pegar o cinto com pênis de plástico. Levantei minha parceira no ar e deixei a Sasha se ajeitar pra fazer uma dupla penetração. Ela começou a gemer igual uma puta no cio, e a Sasha aproveitou pra chupar os peitos dela com paixão. Depois de uns 30-40 minutos, comecei a meter com tudo porque tava quase gozando.
Ficamos transando sem parar a manhã inteira, meio-dia e tarde, até minha parceira cair de exausta. Eu tinha gozado umas seis vezes, a Sasha e minha parceira perderam a conta dos orgasmos. Enquanto minha parceira ficou deitada, eu e a Sasha fomos tomar algo na cozinha.
Conversamos um bom tempo até eu comentar meu plano:
— Chama algumas das suas amigas pra festejar no domingo nosso campeonato.
— Nos vestiários?
— Sim, e que estejam mascaradas pra essa novata participar.
— Ok.
Continuamos conversando até eu perceber que precisava ir treinar (jogo hóquei na grama, sou goleiro). Me despedi da Sasha e da Trancinhas.
No sábado não aconteceu nada interessante, só treinar e treinar. No domingo jogamos um partidão e ganhamos. Ao entrar no vestiário depois das comemorações, tinha bebidas e o grupo de garotas mascaradas da Sasha. Éramos 16 jogadores contra 20 minas com vontade de sexo. Não posso contar muito porque minha cabeça tava muito alterada, mas lembro que ficamos mais de... Fiquei 7 horas lá.
No dia da formatura, enquanto eu falava no celular e tinha a mão apoiada como apoio, de repente me pegam pelo braço e sinto que me batem com um martelo várias vezes e sinto que quebram alguns dos meus dedos. Olho e eram as amigas da menina de tranças. Depois de me soltarem, as três garotas saíram correndo.
Me examinaram e quebraram meu dedo mindinho, o anelar e o pulso. Não consegui fazer os testes para um clube famoso e, como vingança, dei o controle da menina de tranças para a Sasha e para o meu amigo Enzo.
**TRANÇINHAS SELVAGENS**
Essa história começa quando eu estava no sexto ano do ensino médio, era a última semana do ano e a gente tinha voltado da viagem de formatura. Na segunda-feira, poucos de nós foram pra escola, porque a maioria estava de ressaca, e só um grupo de 4 minas que não foram na viagem apareceu. Nesse grupo tinha uma garota que me chamava a atenção: cabelo castanho, olhos castanhos, cara de santinha, magrinha, os atributos dela não apareciam por causa das roupas largas, e o mais chamativo eram as tranças que ela usava sempre.
O grupinho era desligado da turma, a gente não sabia nada sobre aquelas minas, e a curiosidade tava me corroendo. Um amigo (é o que me recomendou o site e tem o mesmo nome que eu, Enzo) tinha levado um pouco de álcool e me mostrou:
— Olha o que eu trouxe — ele me mostrou a garrafa. — É tequila, e a gente vai tomar pra ir pro clube. Vai entrar?
— Mano, sabe que podem nos pegar com a bebida, e se a gente beber, os treinadores vão encher o nosso saco.
Enzo guardou a garrafa e a gente foi pro recreio. Quando voltamos, os diretores estavam com a mochila dele. Suspenderam ele por uma semana, e a gente descobriu que foi o grupinho de minas que dedou. Na saída da escola, meus colegas falaram "se vinga", e eu vou fazer isso. Quando cheguei em casa, planejei a vingança, e minha vítima seria a mina das tranças.
No dia seguinte, a gente teve educação física. Quando a aula terminou, enquanto todo mundo ia embora, fui até a mochila da mina das tranças e troquei a garrafinha de suco dela por uma que tinha álcool misturado com suco.
Saí pro recreio e fui procurar ela. Ela tava saindo do banheiro. Peguei ela pelo braço e levei pra um corredor.
— Você é dedo-duro e também curte bebida, hein, trançinhas?
— Que bebida você tá falando?
— Na sua Na mochila tem uma garrafa com álcool e, se eu quiser, posso te dedurar, igual você fez com meu amigo.
— Você tá mentindo.
— Vai lá e vê por si mesmo.
Ele saiu andando rápido pra sala de aula e eu fui seguindo ele por trás. Quando cheguei, vi ele revirando a mochila, tirando a garrafa e confirmando que era álcool.
— Viu que não tô mentindo? Agora vou pra direção.
— Espera, quanto vale o seu silêncio? — ele falou enquanto tirava a carteira.
— Não preciso de grana, mas tô atrás de outra coisa.
— Que coisa?
— Só quero uma gostosa que me faça um bom boquete.
— Você é louco, não vou te chupar.
— Beleza, vou contar pra diretoria e você dá tchau pra menina que não quebraria nem um prato.
Quando eu tava indo pra porta, ela me segurou pelo braço.
— Não fala, eu faço.
— Certo. Na saída, vai pros banheiros. A gente tem tempo até fecharem. E se você não aparecer, amanhã eu conto.
Saí da sala de aula, tô ansioso pra acabar as aulas. Quando terminou, fui pros banheiros e encontrei ela na porta.
— Você veio, muito bem. Vamos entrar.
Entramos no banheiro e fomos pra um cubículo. Eu baixei a calça e a cueca, e meu pau de 22 cm de comprimento e 8 cm de largura apareceu.
— Gostou? — olhei pra ela, impressionada. — Te recomendo começar, porque daqui a 40 minutos tenho treino.
Timidamente, ela começou a me masturbar e, quando meu pau ficou duro, começou a chupar a cabeça e dar lambidas longas pelo tronco, chupando minhas bolas com timidez. Tirei uma câmera pequena do bolso e comecei a tirar fotos enquanto ela tentava fazer um garganta profunda. Lambeu, beijou e chupou meu pau, enquanto massageava minhas bolas. Dava pra ver que ela tinha alguma prática.
Passaram uns 15 minutos até eu gozar na boca dela, mas ela não conseguiu engolir tudo e um pouco de porra escorreu pelo queixo.
— Não vou falar nada.
Ajeitei a calça, fui embora e ela nem percebeu as fotos que tirei.
À meia-noite, mandei mensagem pra ela:
— Espero que tenha gostado do de hoje, porque isso é só o começo.
— Como assim? princípio? Cê vai continuar me chantageando com a história da bebida?
- Claro que não, agora vou te mandar umas fotos.
Mandei várias das fotos que tirei no banheiro.
Ela me xingou a noite inteira e ameaçou que ia me denunciar.
Quando a gente entrava no colégio, ela me olhava com cara de ódio, e ela não sabia o que eu ia fazer com ela. Primeiro recreio, fui pra biblioteca e vi que ela tava me seguindo. Comprimentei a bibliotecária (fui namorado da filha dela e ela me trata como um bom moço). Fui pelos corredores e cheguei no fundo, onde me escondi e agarrei ela por trás, tampei a boca dela com a mão e depois com um pano que tinha trazido. Forcei ela a encostar na parede e sussurrei no ouvido dela:
- Quietinha e aproveita.
Me abaixei, levantei a saia e puxei o short dela pra baixo de uma vez. Meus olhos viram uma calcinha verde-maçã. Desci essa calcinha devagar pra ver uma bunda branquinha e firme, abri as nádegas dela e vi um cuzinho rosado e fechado. Não dava pra ver os lábios da buceta dela de tanto pelo que tem. Dei um tapa na bunda e comecei a lamber e chupar aquele cuzinho, depois deslizeize e segui pelos lábios dela, que são finos, e ao enfiar minha língua na buceta dela, localizei o clitóris e dei um beliscão que fez ela dar um pulinho. Continuei fazendo sexo oral nela e enfiando os dedos até o recreio acabar, e ela estava toda vermelha, tinha tido 2 orgasmos e ia pro terceiro quando me levantei, subi a calcinha dela, dei um tapa na bunda e subi o short dela.
- No próximo recreio, quero que você deixe sua calcinha neste livro — entreguei um aleatório — e quero que devolva antes de acabar, e quero sua calcinha lá, senão a escola inteira vai ver que puta você é, ok?
- Ok.
Voltamos separados pra sala e dava pra ver que ela tava nervosa, mas no fim do segundo recreio fui pegar o livro e lá estava a calcinha dela, molhada. Meu plano já tava a dois passos de acabar. Na sexta, fiz ela matar aula comigo e levei ela pro apartamento da minha amiga Sasha (ela é ninfomaníaca e adora transformar santinhas em diabinhas).
Ao entrar no apê, levei ela pro quarto da Sasha.
- Tira a roupa e venda os olhos.
Já submissa, ela se despiu e pude ver um par de peitos médios com mamilos rosados e pequenos. Já pelada, ela quis soltar as tranças.
- Não faz isso, fica de quatro, que eu tapo teus olhos.
Ela obedeceu e eu me despi, fiquei na frente dela e bati palma. Ela começou a chupar meu pau. Mas o que ela não percebeu é que a Sasha apareceu pelada (Sasha é de pele bronzeada, ruiva, peitos firmes e grandes, mamilos escuros e médios, cintura fina, uma bunda linda, grande, firme e em formato de coração). Ela se agachou atrás da minha colega e começou a chupar a buceta dela e a dedilhar com muito tesão.
Ela não parava de se mexer e dava pra ver que a Sasha tava se esforçando. Quando ela teve o terceiro orgasmo, soltamos ela.
- Oi, Sasha, quanto tempo — abracei ela.
- Oi, Enzo, que putinha linda você trouxe.
- Vamos nos divertir hoje e no domingo quero ela treinada.
- Rsrs, vai ficar bem treinada.
Coloquei uma camisinha e comecei a foder minha colega na buceta apertada dela. Mudei de posição e fiz ela... me cavalgando, enquanto a Sasha começou a trabalhar a bunda dela com a língua e os dedos. Ficamos assim até ela gozar, e a Sasha saiu do cu da minha parceira.
— Já tá bem dilatado esse rabo, tá prontinha pra você partir ela.
— Pela amor de Deus, a Booty não... aaahhhy — a Sasha beliscou o mamilo dela com força.
— Você cala a boca, e Enzo, tem lubrificante na mesinha.
Peguei o lubrificante, passei um pouco no ânus e no meu pau, coloquei ela de quatro, e minha parceira não queria ficar quieta, então a Sasha terminou em cima dela pra ela não se mexer. Comecei a penetrar devagar a bunda virgem, e minha parceira gritava, a Sasha fazia carinho nela até passar uns 10-15 minutos, até ela começar a gostar. A Sasha levantou pra pegar o cinto com pênis de plástico. Levantei minha parceira no ar e deixei a Sasha se ajeitar pra fazer uma dupla penetração. Ela começou a gemer igual uma puta no cio, e a Sasha aproveitou pra chupar os peitos dela com paixão. Depois de uns 30-40 minutos, comecei a meter com tudo porque tava quase gozando.
Ficamos transando sem parar a manhã inteira, meio-dia e tarde, até minha parceira cair de exausta. Eu tinha gozado umas seis vezes, a Sasha e minha parceira perderam a conta dos orgasmos. Enquanto minha parceira ficou deitada, eu e a Sasha fomos tomar algo na cozinha.
Conversamos um bom tempo até eu comentar meu plano:
— Chama algumas das suas amigas pra festejar no domingo nosso campeonato.
— Nos vestiários?
— Sim, e que estejam mascaradas pra essa novata participar.
— Ok.
Continuamos conversando até eu perceber que precisava ir treinar (jogo hóquei na grama, sou goleiro). Me despedi da Sasha e da Trancinhas.
No sábado não aconteceu nada interessante, só treinar e treinar. No domingo jogamos um partidão e ganhamos. Ao entrar no vestiário depois das comemorações, tinha bebidas e o grupo de garotas mascaradas da Sasha. Éramos 16 jogadores contra 20 minas com vontade de sexo. Não posso contar muito porque minha cabeça tava muito alterada, mas lembro que ficamos mais de... Fiquei 7 horas lá.
No dia da formatura, enquanto eu falava no celular e tinha a mão apoiada como apoio, de repente me pegam pelo braço e sinto que me batem com um martelo várias vezes e sinto que quebram alguns dos meus dedos. Olho e eram as amigas da menina de tranças. Depois de me soltarem, as três garotas saíram correndo.
Me examinaram e quebraram meu dedo mindinho, o anelar e o pulso. Não consegui fazer os testes para um clube famoso e, como vingança, dei o controle da menina de tranças para a Sasha e para o meu amigo Enzo.
3 comentários - Trenzitas salvajes