Naquela quarta-feira, o escritório era um caos. O trabalho que nos pediram atrasou por causa de umas mudanças de última hora, vários módulos tiveram que ser redesenhados, então a entrega atrasou três dias.
Ao meio-dia, não saí pra almoçar como o resto do escritório. Pra descansar, procurei um sex shop online, liguei e fiz um pedido bem grande: alguns vibradores de vários tamanhos, bolas chinesas, e o mais interessante eram uns vibradores pequenos, mas com controle remoto sem fio.
Depois disso, liguei pra Ana e falei onde ela tinha que ir:
Eu – Ana, hoje à tarde você tem que buscar um pacote naquele sex shop.
Ana – Fico com um pouco de medo de alguém me ver, mas tá bom.
Eu – O pacote você vai pagar. Já falei com o gerente e, se você se comportar bem, ele vai te dar um bom desconto.
Ana – O que você chama de se comportar bem? Não vai me pedir pra dar pra um estranho, vai?
Eu – Nãao, não gosto de dividir. Mas já vou te avisando: o cara gosta de olhar, então se veste gostosa.
Ana – Uff, já tô toda molhada.
Eu – Bom, tenho que continuar trabalhando. Te vejo à tarde. Ah, e é proibido abrir o pacote.
Ana – Tá bom, a gente se vê à tarde.
Continuei trabalhando que nem um louco pra conseguir cumprir o prazo. Coloquei os fones e fiquei ouvindo uma boa seleção de música: um pouco de Sinatra e depois um som estilo Feng Shui, que me ajuda a relaxar e me concentrar. Passaram várias horas, e o escritório ficou vazio. Me espreguicei na cadeira, porque tinha ficado muito tempo na mesma posição.
Atrás de mim estava Laura, minha chefe, olhando atentamente o que eu fazia. Ela tinha a bolsa no colo.
Laura – Você acha bonito dar esse show no escritório?
Eu – Desculpa, dona Laura, achei que estava sozinho.
Laura – Nada de "dona" quando estamos a sós. Me chama só de Laura e me trata por "você".
Eu – Tá bom, mas — O que você está fazendo... o que faz aqui a essa hora?
Laura — na verdade, tava te vendo trabalhar, é incrível como você consegue ficar tanto tempo sem se mexer.
Eu — a verdade é que gosto muito do que faço, as horas passam e nem percebo.
Laura — bom, a gente se vê amanhã, se quiser chegar mais tarde, sem problema.
Eu — tudo bem, Laura, sem problema. Preciso pegar uma encomenda antes das 19h; se não se importa, tenho que sair.
Laura — não, desculpa por te atrasar, mas queria dizer que tô muito satisfeita com como você tá tocando a divisão.
Eu — obrigado, Laura. Vamos. — e fomos pro estacionamento, obviamente o dela era preferencial, perto dos elevadores.
Me chamou a atenção ela se despedir com um beijo quente na bochecha, me pegou de surpresa.
Liguei o carro e fui pro sex shop. Assim que cheguei, o cara me entregou um DVD, peguei e fui rápido pra casa, mal podia esperar pra castigar minha vizinha.
Entrei em casa e a sacola tava em cima da mesa. Abri todos os pacotes, tirei tudo que tinha e me deparei com uma surpresa: umas algemas muito bonitas, forradas com tecido imitando leopardo. Sem dúvida, a Ana tinha escolhido aquelas.
Mandei um SMS pra Ana pra ela subir com as "meninas". Ela respondeu dizendo que o Manuel tava lá e complicava. Mandei um pra Marina, pra ela dar um jeito de subir, que tinha cinco minutos.
Passaram os cinco minutos, passaram dez e, quando já achava que não vinha, bateram na porta. Abri e a Marina entrou rápido pra ninguém ver.
Eu — sabia o que ia acontecer se não viesse?
Marina — meu pai ia descobrir tudo?
Eu — não, sua irmã não te contou como eu gosto que minhas *slutty* falem?
Marina, igual à irmã, relutava em ser chamada de *slut*, mas aguentava.
Eu — bom, *slut*, é hora de receber seu castigo por ter cuspido meu gozo, mas o que mais me irritou foi que você privou sua mãe e sua irmã do meu néctar. Elas adoram engolir, e você não. você deixou.
Marina – o que você vai fazer comigo?
Eu – primeiro, você vai tirar toda a roupa, não quero ver um pano sequer tapando seu corpo, é bonito demais pra ficar coberto.
Marina obedeceu e começou a se despir. Quando tirou a calça, vi aquelas calcinhas horrorosas que ela usava, não falei nada. Quando ficou só de sutiã e calcinha, me olhou como quem pede permissão pra ficar assim. Com um único olhar de desaprovação, indiquei que era pra tirar tudo.
Quando ficou completamente nua, andei ao redor dela olhando, dei um tapinha suave na bunda dela. Marina se assustou. Quando fiquei de frente, agarrei os dois peitos dela e apertei os biquinhos, que ficaram duros que nem pedra na hora. A gata tava gostando daquilo.
Eu – então, Marinita, deita em cima da mesa, com as pernas abertas. – ela hesitou um pouco, mas fez.
Mariana, sem dizer nada, se aproximou da mesa e apoiou os peitos, com as pernas bem abertas. Peguei as algemas e coloquei nela, com uma corda que tenho na cozinha amarrei nas pernas da mesa. Marina não conseguia se mexer, tinha os braços esticados ao máximo. Fui pra trás dela e, agachado, comecei a passar a língua por toda a rachadura, desde a pussy até a lombar, beijando onde terminava a bunda. Repeti a operação várias vezes, até ela relaxar. A partir daí, me demorei mais nos buracos dela.
Me deliciei fazendo ela gemer enquanto com meus dedos apertava o clitóris, que inchava cada vez mais, enquanto minha língua enfiava no buraquinho da bunda dela. Marina se contorcia cada vez que eu fazia isso.
Eu – então, Marinita, é hora de receber seu castigo, então te recomendo que relaxe.
Marina – o que você vai fazer comigo?
Eu – vou te fazer desmaiar de prazer.
Peguei um dos vibradores, não o maior, mas um médio, comecei a passar por toda a extensão da pussy, que já tava bem molhadinha. A menina tava gostando da Prazerosa tortura. Com o controle, fiz ele vibrar suave e deixei apoiado no clitóris. Marina não aguentava mais e teve o primeiro orgasmo.
Antes que ela se recuperasse, enfiei o vibrador na buceta. Ela se contorceu, porque não esperava. Assim que sentiu a vibração, mexeu o quadril, como se um amante invisível estivesse comendo ela, mas não parava de aproveitar. Sem dizer uma palavra, coloquei o controle no máximo. Marina se contorceu de novo e, virando os olhos, gozou outra vez.
Eu – Marinita, vou tomar um banho e já volto. Não sai daqui – como se ela pudesse.
Marina – Ahhhh, mmmmmmfffff, não... Não me deixa aquiãããã – outra gozada.
Eu – Vou te deixar sozinha pra você poder externalizar tudo que sente. Não se reprima mais.
Fui pro banheiro e tomei um banho. Deixei a porta aberta e, da sala, dava pra ouvir os gemidos da Marina cada vez que ela gozava. Me sequei e, pelada como estava, fui ver minha convidada, que tava inerte em cima da mesa. Só alguns espasmos de quando gozava apareciam. Ela tava de olhos fechados. Um fio fino de baba caía da buceta até o chão, formando uma poça de uns dez centímetros de diâmetro. Parece que a menina se esgotou toda.
Parei o aparelho e as costas da Marina relaxaram. Com cuidado, tirei o vibrador da buceta, que tava preso. Os músculos lá dentro não deixavam sair, até que passei um dedo no clitóris, que tava num estado de sensibilidade máxima. Aí consegui tirar o aparelho, escorrendo sucos. Desamarrei ela e, com as pernas tremendo, levei pro sofá. Deitei ela e dei o vibrador.
Eu – Olha como você deixou ele, cheio dos seus sucos. E isso tem que ficar bem limpo.
Marina – Com o que eu limpo?
Eu – Com a boca. Chupa ele como se fosse meu pau, e capricha. Assim você faz ele endurecer e eu enfio bem fundo nessa bunda linda que você tem.
Marina – Mas tô muito cansada, e isso deve doer, né?
Eu – Também te disseram que sexo era algo ruim e você gozou igual uma louca, ou tô enganado?
Marina – sim – disse meio envergonhada
Marina colocou o vibrador na boca, primeiro passou a língua como se fosse um sorvete, por todos os lados, e depois enfiou na boquinha. No começo com um pouco de nojo, mas conforme ia vendo minha cara, foi ganhando mais confiança. Desceu uma das mãos até a pussy, mas mal tocou e percebeu que ainda tava muito sensível, e tirou. Me aproximei dela e troquei o aparelho pelo meu cock, que já tava mais que pronto pra briga; ela não hesitou nem um segundo e me aplicou o mesmo tratamento que deu no vibrador.
Umas duas vezes ela roçou os dentes e eu dei uns pulinhos, mas não falei nada porque era a primeira vez dela. Marina abriu os olhos e viu os meus nos dela, deixando só a cabeça do cock dentro da boca, e deu um sorrisinho. Minha menina já era uma slut completa, igual à irmã e à mãe.
Eu – bom, Marina, tá na hora.
Marina – só te peço que seja suave, tá?
Eu – Marinita, a última coisa que quero é que você tenha uma experiência ruim. O que eu quero é que todo dia você venha buscar sua dose de cock, e isso se consegue fazendo a gente dois curtir isso.
Coloquei Marina de bruços no sofá, com uma almofada na barriga, deixando aquele bum numa posição mais que desejável. Da sacola da sex shop peguei um lubrificante e espalhei em volta do bum, e coloquei um bom jato no cock, que ficou brilhando de gel. Nisso, o celular dela tocou. Era o Manuel.
Marina – sim, pai, o que foi?
Manuel – vai demorar muito? Tá ficando tarde, vou te buscar.
Enquanto Marina falava com o pai, apontei o cock pro buraquinho do cu, fiz um pouco de pressão e o bum só engoliu a cabeça. Marina apertava os olhos com força, tentando não deixar escapar nenhum som estranho. Continuei empurrando até que minhas bolas ficaram molhadas com a poça que era a pussy. Marina continuava falando com o Manuel.
Marina – pai, já tô quase terminando, não precisa vir, pego um táxi e chego em casa daqui a pouco, não se preocupa.
Manuel – você sabe que não gosto que você ande tarde na rua, tem muito tarado solto por aí – quando ele disse isso, não consegui evitar dar uma boa enfiada, e comecei o vai e vem.
Marina – tá bom pai, não se preocupa, daqui a pouco chego, vou deixar você pra poder terminar isso.
Marina encerrou a ligação e relaxou enquanto eu já tava metendo com tudo na bunda dela, que apertava minha pica com toda força, a cara da Marina era um poema, olhos fechados, vermelha, de vez em quando levantava a bunda pra eu enterrar mais fundo.
Eu – e aí, Marininha, cê tá gostando?
Marina – dói, mas é tão gostoso isso, sinto como você me preenche, ahhhhhhhhhhh
Eu – espera só até eu soltar toda a porra, aí sim você vai estar cheia.
Continuei com os movimentos, tirava até só ficar a cabeça da pica dentro e metia tudo de uma vez, com cada estocada minha o corpo todo da menina se mexia debaixo, até que não aguentei mais e, ficando bem fundo dentro dela, me tensei e uma cachoeira de porra saiu disparada lá no fundo do cu da minha putinha.
Marina sentiu o calor dentro dela e teve um último orgasmo, bem mais suave que os outros que tinha tido.
Me deixei cair sobre ela, um pouco de lado pra não esmagar; minha pica foi perdendo a dureza aos poucos e saiu da bunda, um peido sonoro saiu junto com um jorro de porra. Levantei e fui no banheiro pegar um pouco de algodão, fiz um tampão e coloquei no cu dela.
Eu – putinha, quero que você fique com esse tampão pelo menos até amanhã, quero que você fique com minha porra nas tripas por um bom tempo.
Mariana – tá bom, mas se eu tiver vontade de…
Eu – vai e faz, o que é que tem.
Mariana limpou um pouco as pernas, que tinham um rastro do gozo dela já seco, e se vestiu, tava com dificuldade de se mexer, o cu tava doendo um pouco. Pegou as pastas dela e foi embora pra casa dela. casa.
Mas tarde, naquela mesma noite, quando Manuel já dormia, vieram em casa Ana e Mariana, as duas vinham com cara de tesão.
Ana – Marina me contou o que você fez com ela, essa puta já tá gostando disso, enquanto contava tava com um sorriso no rosto.
Eu – a genética não erra, vocês são umas cachorrinhas muito safadas, só precisavam experimentar e pronto.
Mariana, enquanto a gente conversava, se pelou e de joelhos me baixou o pijama junto com a cueca, sem falar nada, enfiou minha pica até a garganta, Ana olhava a habilidade que a filha tava tendo pra chupar pica, e sem conseguir evitar, se tocava com uma mão nos peitos e a outra sumia dentro da calça de moletão dela.
Eu – Ana, tira a roupa.
Ana terminou de se pelar, segurei ela pela nuca e forcei ela a se abaixar sem dobrar as pernas, deixando aquele rabo enorme exposto. Agora eu, de joelhos no chão, comecei a dar linguadas nos buracos dela, parando no cu de Ana, que já tava escorrendo líquidos desde a buceta, estiquei a mão e peguei o vibrador que tava no sofá e de uma vez enfiei até o fundo da buceta. Ana gemeu alto, segurei as pernas dela porque tavam dobrando. Mariana, que tava olhando tudo com atenção, se deitou no chão de costas e se enfiou entre minhas pernas e enquanto eu tava ocupado com a mãe dela, ela se dedicava a chupar minhas bolas.
Me ajeitei e enfiei a pica na boca dela, ela mesma cuidava de mexer a língua, parecia uma cobra se enrolando numa árvore, o que me dava sensações incríveis. Eu dobrava meus esforços pra soltar o cu de Ana com minha língua.
Passaram uns minutos, levantei e sentei no sofá, trouxe Ana pra perto de mim, virei ela, nessa altura já era tipo um manequim que você coloca onde quer; de costas pra mim fui sentando ela mas apontando a pica pro furinho do cu, que tava bem fechado, ela não reclamava, não fazia nenhum Esforço pra se levantar, tava completamente entregue.
Mariana – ui mamãe, vão arrombar tua bunda, relaxa, vai ver como é gostoso.
Ana – vai com calma, Amo, por favor.
Eu – como falei pra Marinita, isso tem que ser prazeroso, pra vocês voltarem todo dia pra tomar sua dose de cock.
Ana relaxou e mandei a Mariana estimular a Ana com o vibrador. Mariana ligou e passava a ponta no clitóris, movendo de cima pra baixo, parando no botãozinho, rodeando tudo, cuidando pra deixar a pussy da Ana bem molhada, dando umas chupadas fortes.
Foi a Ana que foi se empalando sozinha no meu cock. Eu beliscava forte os bicos dos peitos dela, levando ao limite da dor. Assim, Ana esquecia do meu cock no cu dela e enfiava cada vez mais fundo, até que tava todo dentro. Mariana olhava a penetração de perto, com uma cara de safada sem igual, e enfiou o vibrador de novo na mãe, que arqueou as costas e teve o primeiro orgasmo.
Ana – ahhhhh, que cock, tá partindo minha bunda, vai explodir, filhinha, não para de enfiar essa coisa na minha pussy, que eu tô gozandooooooo.
Mariana – aproveita, mamãe, se mexe em cima desse cock, vai ver como vai gozar.
Ana – mmmmmm ufffffffff, ahhhhhhhh como é bom.
Segurei Ana pela cintura e comecei a mexer ela em cima de mim pra todo lado, batendo nos intestinos dela. Mariana se dedicou a comer a mãe com o vibrador, enquanto passava a mão nas minhas bolas. Ana não aguentou mais, se tensionou e teve um orgasmo fortíssimo. Um jato de líquido saiu com pressão da pussy e foi parar no pescoço da Mariana.
Mariana – mamãe, como você gozou!!! Que filha da puta, me banhou de mijada.
Ana nem se mexia, só sabia que tava viva pela respiração ofegante. Meu cock tava no fundo do cu dela. Viramos de lado e fui eu que meti com tudo. A bunda já tava aberta demais. Meu cum demorou por causa da gozada anterior. com a Marina, que tinha levado a maior parte do conteúdo das minhas bolas. Mariana, impaciente, sentou do nosso lado e começou a se tocar com o vibrador. Fiquei metendo no cu da Ana por mais de meia hora.
Ana – Amo, solta minha gozada, não aguento mais, meu cu tá ardendo muito, por favor não me castiga mais.
Eu – vou encher tuas tripas de porra quando eu tiver vontade, não quando você me mandar, sua puta.
Ana – por favor, Amo, não aguento maaaaiiiisssss. – Ana teve outro orgasmo, já sem forças.
Quando Ana acabou, os movimentos dos músculos do cu apertaram mais minha pica e eu soltei a última carga de porra que me restava. Ana saiu de cima de mim e foi como deu pro banheiro. Mariana tava tendo um orgasmo com o vibrador.
Ana voltou do banheiro andando torto, olhei pra ela e depois pra minha pica, Ana entendeu o recado na hora, se ajoelhou e enfiou minha pica mole na boca, deixando ela brilhando. Me olhava com cara de nojo, mas não reclamou.
Quando ficou bem limpinha, ela se levantou, se vestiram, prontas pra ir pra casa. Antes delas irem, entreguei os vibradores sem fio. Ana tava destruída, então naquela noite falei pra ela descansar, mas as duas meninas tinham que dormir com os aparelhos nas bucetas: o vermelho era da Marina, o verde da Ana e o azul da Mariana. As duas foram embora, não sem antes me agradecer pelo prazer que eu tinha feito elas passarem.
Eu ia descansar quando lembrei do DVD que o dono do sex shop me deu. Procurei na minha mala e coloquei pra rodar, tava curioso pra ver. Mostra a Ana entrando, toda envergonhada.
Dono – sim, senhora, o que a senhora procura?
Ana – hããã, deixaram uma encomenda no nome do Juan, vim buscar.
Dono – a senhora deve ser a Ana, né?
Ana – sou eu.
Dono – Beleza, tá aqui – disse o dono tirando uma sacola bem discreta e bem grande – são mil e oitocentos pesos, mas posso fazer um desconto seiiii...
Ana – se o quê?
Dono – o Juan me disse que a senhora gosta se mostrar, então se quiser um bom desconto, vem comigo.
Ana – Só olhar, né?
Gerente – É, só vou olhar como você faz uma punheta na minha frente.
Ana, sem dizer nada, sentou num sofá que tinha no quarto e tirou a calcinha fio dental que estava usando, deixou de lado e o gerente pegou e cheirou fundo, deu um consolo e lubrificante; Ana entendeu até onde tinha que ir. Passou lubrificante na buceta toda; na verdade nem precisava, porque já tava bem brilhosa; pegou o consolo e esfregou ele por toda a extensão da racha. O gerente não perdia detalhe do que Ana tava fazendo, aos poucos foi enfiando o consolo dentro da buceta, Ana tava vermelha de tesão, a cada enfiada o aparelho sumia cada vez mais, até chegar no fundo. Ana tava louca, e com o consolo no fundo começou a girar ele em círculo, se tensionou e teve um gozo muito forte. O gerente tinha tirado a pica e tava soltando vários jatos de porra num canto; Ana tirou o consolo da buceta e se limpou com a calcinha fio dental e jogou pro cara, ela ajeitou a roupa e saiu do quartinho. O gerente olhou pra câmera e levantou o polegar.
No final, Ana acabou pagando só mil e cem pesos.
Naquela noite, antes de dormir, peguei os controles dos vibradores vermelho e azul, ativei eles separados, em minutos chegou uma mensagem.
Mariana – Quase tive um troço quando começou a vibrar, e quando você ativou o da Marina, ela quase caiu no chão, ainda tá sensível a putinha.
Eu – Essa é a ideia.
Dormi, de madrugada acordei com vontade de mijar, fui no banheiro, o relógio marcava 4:30 da manhã, antes de dormir de novo, dei uns toques nos controles dos vibradores das minhas putinhas.
Voltei a dormir até sentir algo quente na minha virilha, eram as duas putinhas que estavam se esforçando pra me enlouquecer, Marina me chupava A rola e a Mariana se entretinham com minhas bolas, minha rola tava estourando de tão cheia, em uns minutos, a porra saía a jato das minhas bolas, as duas vadias brigavam pelas gotas que escorriam pelo tronco da rola. As duas me deixaram bem limpinho; levantei e o café da manhã já tava pronto, comemos e a Marina levantou a saia e puxou a calcinha que tava usando. Ela abriu as nádegas e me mostrou o pedaço de algodão que tampava o cu dela.
Marina – dormi a noite inteira com sua porra na minha barriga.
Eu – tô bem satisfeito, vadia, mas tira essa calcinha horrível que você tá usando e joga no lixo, hoje você vai andar sem calcinha.
Mariana – Amor, me come, desde ontem à noite eu tô escorrendo, e quando isso vibra minhas pernas ficam bambas.
Não, vadia, tô muito cansado, entre as três vocês me deixaram seco, hoje você vai ter que segurar a vontade. Depois eu vejo o que a gente faz.
Fui trabalhar, e passei o dia todo na correria, a Laura chamou a gente pra sala de reunião pra ver como tava o projeto, apresentamos tudo e essa senhora séria mostrou que tava satisfeita com o progresso que a gente tinha. O resto do dia foi igual ao anterior, dando forma ao desenvolvimento final.
Falei com a Laura e disse que ia sair um pouco mais cedo, se ela tinha algum problema, obviamente ela disse que não. Mandei um SMS pra Marina me esperar em casa. Cheguei e minha vadia tava lá, sentada no sofá pelada.
Eu – oi, vadia.
Marina sem dizer nada levantou e se pendurou no meu pescoço, me deu um beijo profundo. Sentei no sofá com minha vadia no colo.
Eu – e aí, Marina? O que você acha de tudo isso?
Marina – não gostei de como começou, foi muito chocante ver minha irmã e minha mãe; mas ao mesmo tempo me excitou muito. Não queria ceder, mas eu me masturb... eu batia punheta desde os 12 anos.
Eu – Marinha, teve que ser assim, você tava muito cega pelas crenças do seu pai.
Marina – fico feliz que tenha sido assim, agora quero sentir você dentro de mim de novo – me beijou profundamente.
Eu – hoje não, vadia, mas você vai gozar. Vai pra sua casa e coloca o vibrador, e fala pras minhas outras vadias fazerem o mesmo.
Marina me olhou fazendo biquinho, mas eu tava muito cansado pra uma briga; o que sim, ia me divertir com minhas vadias à distância.
Ao meio-dia, não saí pra almoçar como o resto do escritório. Pra descansar, procurei um sex shop online, liguei e fiz um pedido bem grande: alguns vibradores de vários tamanhos, bolas chinesas, e o mais interessante eram uns vibradores pequenos, mas com controle remoto sem fio.
Depois disso, liguei pra Ana e falei onde ela tinha que ir:
Eu – Ana, hoje à tarde você tem que buscar um pacote naquele sex shop.
Ana – Fico com um pouco de medo de alguém me ver, mas tá bom.
Eu – O pacote você vai pagar. Já falei com o gerente e, se você se comportar bem, ele vai te dar um bom desconto.
Ana – O que você chama de se comportar bem? Não vai me pedir pra dar pra um estranho, vai?
Eu – Nãao, não gosto de dividir. Mas já vou te avisando: o cara gosta de olhar, então se veste gostosa.
Ana – Uff, já tô toda molhada.
Eu – Bom, tenho que continuar trabalhando. Te vejo à tarde. Ah, e é proibido abrir o pacote.
Ana – Tá bom, a gente se vê à tarde.
Continuei trabalhando que nem um louco pra conseguir cumprir o prazo. Coloquei os fones e fiquei ouvindo uma boa seleção de música: um pouco de Sinatra e depois um som estilo Feng Shui, que me ajuda a relaxar e me concentrar. Passaram várias horas, e o escritório ficou vazio. Me espreguicei na cadeira, porque tinha ficado muito tempo na mesma posição.
Atrás de mim estava Laura, minha chefe, olhando atentamente o que eu fazia. Ela tinha a bolsa no colo.
Laura – Você acha bonito dar esse show no escritório?
Eu – Desculpa, dona Laura, achei que estava sozinho.
Laura – Nada de "dona" quando estamos a sós. Me chama só de Laura e me trata por "você".
Eu – Tá bom, mas — O que você está fazendo... o que faz aqui a essa hora?
Laura — na verdade, tava te vendo trabalhar, é incrível como você consegue ficar tanto tempo sem se mexer.
Eu — a verdade é que gosto muito do que faço, as horas passam e nem percebo.
Laura — bom, a gente se vê amanhã, se quiser chegar mais tarde, sem problema.
Eu — tudo bem, Laura, sem problema. Preciso pegar uma encomenda antes das 19h; se não se importa, tenho que sair.
Laura — não, desculpa por te atrasar, mas queria dizer que tô muito satisfeita com como você tá tocando a divisão.
Eu — obrigado, Laura. Vamos. — e fomos pro estacionamento, obviamente o dela era preferencial, perto dos elevadores.
Me chamou a atenção ela se despedir com um beijo quente na bochecha, me pegou de surpresa.
Liguei o carro e fui pro sex shop. Assim que cheguei, o cara me entregou um DVD, peguei e fui rápido pra casa, mal podia esperar pra castigar minha vizinha.
Entrei em casa e a sacola tava em cima da mesa. Abri todos os pacotes, tirei tudo que tinha e me deparei com uma surpresa: umas algemas muito bonitas, forradas com tecido imitando leopardo. Sem dúvida, a Ana tinha escolhido aquelas.
Mandei um SMS pra Ana pra ela subir com as "meninas". Ela respondeu dizendo que o Manuel tava lá e complicava. Mandei um pra Marina, pra ela dar um jeito de subir, que tinha cinco minutos.
Passaram os cinco minutos, passaram dez e, quando já achava que não vinha, bateram na porta. Abri e a Marina entrou rápido pra ninguém ver.
Eu — sabia o que ia acontecer se não viesse?
Marina — meu pai ia descobrir tudo?
Eu — não, sua irmã não te contou como eu gosto que minhas *slutty* falem?
Marina, igual à irmã, relutava em ser chamada de *slut*, mas aguentava.
Eu — bom, *slut*, é hora de receber seu castigo por ter cuspido meu gozo, mas o que mais me irritou foi que você privou sua mãe e sua irmã do meu néctar. Elas adoram engolir, e você não. você deixou.
Marina – o que você vai fazer comigo?
Eu – primeiro, você vai tirar toda a roupa, não quero ver um pano sequer tapando seu corpo, é bonito demais pra ficar coberto.
Marina obedeceu e começou a se despir. Quando tirou a calça, vi aquelas calcinhas horrorosas que ela usava, não falei nada. Quando ficou só de sutiã e calcinha, me olhou como quem pede permissão pra ficar assim. Com um único olhar de desaprovação, indiquei que era pra tirar tudo.
Quando ficou completamente nua, andei ao redor dela olhando, dei um tapinha suave na bunda dela. Marina se assustou. Quando fiquei de frente, agarrei os dois peitos dela e apertei os biquinhos, que ficaram duros que nem pedra na hora. A gata tava gostando daquilo.
Eu – então, Marinita, deita em cima da mesa, com as pernas abertas. – ela hesitou um pouco, mas fez.
Mariana, sem dizer nada, se aproximou da mesa e apoiou os peitos, com as pernas bem abertas. Peguei as algemas e coloquei nela, com uma corda que tenho na cozinha amarrei nas pernas da mesa. Marina não conseguia se mexer, tinha os braços esticados ao máximo. Fui pra trás dela e, agachado, comecei a passar a língua por toda a rachadura, desde a pussy até a lombar, beijando onde terminava a bunda. Repeti a operação várias vezes, até ela relaxar. A partir daí, me demorei mais nos buracos dela.
Me deliciei fazendo ela gemer enquanto com meus dedos apertava o clitóris, que inchava cada vez mais, enquanto minha língua enfiava no buraquinho da bunda dela. Marina se contorcia cada vez que eu fazia isso.
Eu – então, Marinita, é hora de receber seu castigo, então te recomendo que relaxe.
Marina – o que você vai fazer comigo?
Eu – vou te fazer desmaiar de prazer.
Peguei um dos vibradores, não o maior, mas um médio, comecei a passar por toda a extensão da pussy, que já tava bem molhadinha. A menina tava gostando da Prazerosa tortura. Com o controle, fiz ele vibrar suave e deixei apoiado no clitóris. Marina não aguentava mais e teve o primeiro orgasmo.
Antes que ela se recuperasse, enfiei o vibrador na buceta. Ela se contorceu, porque não esperava. Assim que sentiu a vibração, mexeu o quadril, como se um amante invisível estivesse comendo ela, mas não parava de aproveitar. Sem dizer uma palavra, coloquei o controle no máximo. Marina se contorceu de novo e, virando os olhos, gozou outra vez.
Eu – Marinita, vou tomar um banho e já volto. Não sai daqui – como se ela pudesse.
Marina – Ahhhh, mmmmmmfffff, não... Não me deixa aquiãããã – outra gozada.
Eu – Vou te deixar sozinha pra você poder externalizar tudo que sente. Não se reprima mais.
Fui pro banheiro e tomei um banho. Deixei a porta aberta e, da sala, dava pra ouvir os gemidos da Marina cada vez que ela gozava. Me sequei e, pelada como estava, fui ver minha convidada, que tava inerte em cima da mesa. Só alguns espasmos de quando gozava apareciam. Ela tava de olhos fechados. Um fio fino de baba caía da buceta até o chão, formando uma poça de uns dez centímetros de diâmetro. Parece que a menina se esgotou toda.
Parei o aparelho e as costas da Marina relaxaram. Com cuidado, tirei o vibrador da buceta, que tava preso. Os músculos lá dentro não deixavam sair, até que passei um dedo no clitóris, que tava num estado de sensibilidade máxima. Aí consegui tirar o aparelho, escorrendo sucos. Desamarrei ela e, com as pernas tremendo, levei pro sofá. Deitei ela e dei o vibrador.
Eu – Olha como você deixou ele, cheio dos seus sucos. E isso tem que ficar bem limpo.
Marina – Com o que eu limpo?
Eu – Com a boca. Chupa ele como se fosse meu pau, e capricha. Assim você faz ele endurecer e eu enfio bem fundo nessa bunda linda que você tem.
Marina – Mas tô muito cansada, e isso deve doer, né?
Eu – Também te disseram que sexo era algo ruim e você gozou igual uma louca, ou tô enganado?
Marina – sim – disse meio envergonhada
Marina colocou o vibrador na boca, primeiro passou a língua como se fosse um sorvete, por todos os lados, e depois enfiou na boquinha. No começo com um pouco de nojo, mas conforme ia vendo minha cara, foi ganhando mais confiança. Desceu uma das mãos até a pussy, mas mal tocou e percebeu que ainda tava muito sensível, e tirou. Me aproximei dela e troquei o aparelho pelo meu cock, que já tava mais que pronto pra briga; ela não hesitou nem um segundo e me aplicou o mesmo tratamento que deu no vibrador.
Umas duas vezes ela roçou os dentes e eu dei uns pulinhos, mas não falei nada porque era a primeira vez dela. Marina abriu os olhos e viu os meus nos dela, deixando só a cabeça do cock dentro da boca, e deu um sorrisinho. Minha menina já era uma slut completa, igual à irmã e à mãe.
Eu – bom, Marina, tá na hora.
Marina – só te peço que seja suave, tá?
Eu – Marinita, a última coisa que quero é que você tenha uma experiência ruim. O que eu quero é que todo dia você venha buscar sua dose de cock, e isso se consegue fazendo a gente dois curtir isso.
Coloquei Marina de bruços no sofá, com uma almofada na barriga, deixando aquele bum numa posição mais que desejável. Da sacola da sex shop peguei um lubrificante e espalhei em volta do bum, e coloquei um bom jato no cock, que ficou brilhando de gel. Nisso, o celular dela tocou. Era o Manuel.
Marina – sim, pai, o que foi?
Manuel – vai demorar muito? Tá ficando tarde, vou te buscar.
Enquanto Marina falava com o pai, apontei o cock pro buraquinho do cu, fiz um pouco de pressão e o bum só engoliu a cabeça. Marina apertava os olhos com força, tentando não deixar escapar nenhum som estranho. Continuei empurrando até que minhas bolas ficaram molhadas com a poça que era a pussy. Marina continuava falando com o Manuel.
Marina – pai, já tô quase terminando, não precisa vir, pego um táxi e chego em casa daqui a pouco, não se preocupa.
Manuel – você sabe que não gosto que você ande tarde na rua, tem muito tarado solto por aí – quando ele disse isso, não consegui evitar dar uma boa enfiada, e comecei o vai e vem.
Marina – tá bom pai, não se preocupa, daqui a pouco chego, vou deixar você pra poder terminar isso.
Marina encerrou a ligação e relaxou enquanto eu já tava metendo com tudo na bunda dela, que apertava minha pica com toda força, a cara da Marina era um poema, olhos fechados, vermelha, de vez em quando levantava a bunda pra eu enterrar mais fundo.
Eu – e aí, Marininha, cê tá gostando?
Marina – dói, mas é tão gostoso isso, sinto como você me preenche, ahhhhhhhhhhh
Eu – espera só até eu soltar toda a porra, aí sim você vai estar cheia.
Continuei com os movimentos, tirava até só ficar a cabeça da pica dentro e metia tudo de uma vez, com cada estocada minha o corpo todo da menina se mexia debaixo, até que não aguentei mais e, ficando bem fundo dentro dela, me tensei e uma cachoeira de porra saiu disparada lá no fundo do cu da minha putinha.
Marina sentiu o calor dentro dela e teve um último orgasmo, bem mais suave que os outros que tinha tido.
Me deixei cair sobre ela, um pouco de lado pra não esmagar; minha pica foi perdendo a dureza aos poucos e saiu da bunda, um peido sonoro saiu junto com um jorro de porra. Levantei e fui no banheiro pegar um pouco de algodão, fiz um tampão e coloquei no cu dela.
Eu – putinha, quero que você fique com esse tampão pelo menos até amanhã, quero que você fique com minha porra nas tripas por um bom tempo.
Mariana – tá bom, mas se eu tiver vontade de…
Eu – vai e faz, o que é que tem.
Mariana limpou um pouco as pernas, que tinham um rastro do gozo dela já seco, e se vestiu, tava com dificuldade de se mexer, o cu tava doendo um pouco. Pegou as pastas dela e foi embora pra casa dela. casa.
Mas tarde, naquela mesma noite, quando Manuel já dormia, vieram em casa Ana e Mariana, as duas vinham com cara de tesão.
Ana – Marina me contou o que você fez com ela, essa puta já tá gostando disso, enquanto contava tava com um sorriso no rosto.
Eu – a genética não erra, vocês são umas cachorrinhas muito safadas, só precisavam experimentar e pronto.
Mariana, enquanto a gente conversava, se pelou e de joelhos me baixou o pijama junto com a cueca, sem falar nada, enfiou minha pica até a garganta, Ana olhava a habilidade que a filha tava tendo pra chupar pica, e sem conseguir evitar, se tocava com uma mão nos peitos e a outra sumia dentro da calça de moletão dela.
Eu – Ana, tira a roupa.
Ana terminou de se pelar, segurei ela pela nuca e forcei ela a se abaixar sem dobrar as pernas, deixando aquele rabo enorme exposto. Agora eu, de joelhos no chão, comecei a dar linguadas nos buracos dela, parando no cu de Ana, que já tava escorrendo líquidos desde a buceta, estiquei a mão e peguei o vibrador que tava no sofá e de uma vez enfiei até o fundo da buceta. Ana gemeu alto, segurei as pernas dela porque tavam dobrando. Mariana, que tava olhando tudo com atenção, se deitou no chão de costas e se enfiou entre minhas pernas e enquanto eu tava ocupado com a mãe dela, ela se dedicava a chupar minhas bolas.
Me ajeitei e enfiei a pica na boca dela, ela mesma cuidava de mexer a língua, parecia uma cobra se enrolando numa árvore, o que me dava sensações incríveis. Eu dobrava meus esforços pra soltar o cu de Ana com minha língua.
Passaram uns minutos, levantei e sentei no sofá, trouxe Ana pra perto de mim, virei ela, nessa altura já era tipo um manequim que você coloca onde quer; de costas pra mim fui sentando ela mas apontando a pica pro furinho do cu, que tava bem fechado, ela não reclamava, não fazia nenhum Esforço pra se levantar, tava completamente entregue.
Mariana – ui mamãe, vão arrombar tua bunda, relaxa, vai ver como é gostoso.
Ana – vai com calma, Amo, por favor.
Eu – como falei pra Marinita, isso tem que ser prazeroso, pra vocês voltarem todo dia pra tomar sua dose de cock.
Ana relaxou e mandei a Mariana estimular a Ana com o vibrador. Mariana ligou e passava a ponta no clitóris, movendo de cima pra baixo, parando no botãozinho, rodeando tudo, cuidando pra deixar a pussy da Ana bem molhada, dando umas chupadas fortes.
Foi a Ana que foi se empalando sozinha no meu cock. Eu beliscava forte os bicos dos peitos dela, levando ao limite da dor. Assim, Ana esquecia do meu cock no cu dela e enfiava cada vez mais fundo, até que tava todo dentro. Mariana olhava a penetração de perto, com uma cara de safada sem igual, e enfiou o vibrador de novo na mãe, que arqueou as costas e teve o primeiro orgasmo.
Ana – ahhhhh, que cock, tá partindo minha bunda, vai explodir, filhinha, não para de enfiar essa coisa na minha pussy, que eu tô gozandooooooo.
Mariana – aproveita, mamãe, se mexe em cima desse cock, vai ver como vai gozar.
Ana – mmmmmm ufffffffff, ahhhhhhhh como é bom.
Segurei Ana pela cintura e comecei a mexer ela em cima de mim pra todo lado, batendo nos intestinos dela. Mariana se dedicou a comer a mãe com o vibrador, enquanto passava a mão nas minhas bolas. Ana não aguentou mais, se tensionou e teve um orgasmo fortíssimo. Um jato de líquido saiu com pressão da pussy e foi parar no pescoço da Mariana.
Mariana – mamãe, como você gozou!!! Que filha da puta, me banhou de mijada.
Ana nem se mexia, só sabia que tava viva pela respiração ofegante. Meu cock tava no fundo do cu dela. Viramos de lado e fui eu que meti com tudo. A bunda já tava aberta demais. Meu cum demorou por causa da gozada anterior. com a Marina, que tinha levado a maior parte do conteúdo das minhas bolas. Mariana, impaciente, sentou do nosso lado e começou a se tocar com o vibrador. Fiquei metendo no cu da Ana por mais de meia hora.
Ana – Amo, solta minha gozada, não aguento mais, meu cu tá ardendo muito, por favor não me castiga mais.
Eu – vou encher tuas tripas de porra quando eu tiver vontade, não quando você me mandar, sua puta.
Ana – por favor, Amo, não aguento maaaaiiiisssss. – Ana teve outro orgasmo, já sem forças.
Quando Ana acabou, os movimentos dos músculos do cu apertaram mais minha pica e eu soltei a última carga de porra que me restava. Ana saiu de cima de mim e foi como deu pro banheiro. Mariana tava tendo um orgasmo com o vibrador.
Ana voltou do banheiro andando torto, olhei pra ela e depois pra minha pica, Ana entendeu o recado na hora, se ajoelhou e enfiou minha pica mole na boca, deixando ela brilhando. Me olhava com cara de nojo, mas não reclamou.
Quando ficou bem limpinha, ela se levantou, se vestiram, prontas pra ir pra casa. Antes delas irem, entreguei os vibradores sem fio. Ana tava destruída, então naquela noite falei pra ela descansar, mas as duas meninas tinham que dormir com os aparelhos nas bucetas: o vermelho era da Marina, o verde da Ana e o azul da Mariana. As duas foram embora, não sem antes me agradecer pelo prazer que eu tinha feito elas passarem.
Eu ia descansar quando lembrei do DVD que o dono do sex shop me deu. Procurei na minha mala e coloquei pra rodar, tava curioso pra ver. Mostra a Ana entrando, toda envergonhada.
Dono – sim, senhora, o que a senhora procura?
Ana – hããã, deixaram uma encomenda no nome do Juan, vim buscar.
Dono – a senhora deve ser a Ana, né?
Ana – sou eu.
Dono – Beleza, tá aqui – disse o dono tirando uma sacola bem discreta e bem grande – são mil e oitocentos pesos, mas posso fazer um desconto seiiii...
Ana – se o quê?
Dono – o Juan me disse que a senhora gosta se mostrar, então se quiser um bom desconto, vem comigo.
Ana – Só olhar, né?
Gerente – É, só vou olhar como você faz uma punheta na minha frente.
Ana, sem dizer nada, sentou num sofá que tinha no quarto e tirou a calcinha fio dental que estava usando, deixou de lado e o gerente pegou e cheirou fundo, deu um consolo e lubrificante; Ana entendeu até onde tinha que ir. Passou lubrificante na buceta toda; na verdade nem precisava, porque já tava bem brilhosa; pegou o consolo e esfregou ele por toda a extensão da racha. O gerente não perdia detalhe do que Ana tava fazendo, aos poucos foi enfiando o consolo dentro da buceta, Ana tava vermelha de tesão, a cada enfiada o aparelho sumia cada vez mais, até chegar no fundo. Ana tava louca, e com o consolo no fundo começou a girar ele em círculo, se tensionou e teve um gozo muito forte. O gerente tinha tirado a pica e tava soltando vários jatos de porra num canto; Ana tirou o consolo da buceta e se limpou com a calcinha fio dental e jogou pro cara, ela ajeitou a roupa e saiu do quartinho. O gerente olhou pra câmera e levantou o polegar.
No final, Ana acabou pagando só mil e cem pesos.
Naquela noite, antes de dormir, peguei os controles dos vibradores vermelho e azul, ativei eles separados, em minutos chegou uma mensagem.
Mariana – Quase tive um troço quando começou a vibrar, e quando você ativou o da Marina, ela quase caiu no chão, ainda tá sensível a putinha.
Eu – Essa é a ideia.
Dormi, de madrugada acordei com vontade de mijar, fui no banheiro, o relógio marcava 4:30 da manhã, antes de dormir de novo, dei uns toques nos controles dos vibradores das minhas putinhas.
Voltei a dormir até sentir algo quente na minha virilha, eram as duas putinhas que estavam se esforçando pra me enlouquecer, Marina me chupava A rola e a Mariana se entretinham com minhas bolas, minha rola tava estourando de tão cheia, em uns minutos, a porra saía a jato das minhas bolas, as duas vadias brigavam pelas gotas que escorriam pelo tronco da rola. As duas me deixaram bem limpinho; levantei e o café da manhã já tava pronto, comemos e a Marina levantou a saia e puxou a calcinha que tava usando. Ela abriu as nádegas e me mostrou o pedaço de algodão que tampava o cu dela.
Marina – dormi a noite inteira com sua porra na minha barriga.
Eu – tô bem satisfeito, vadia, mas tira essa calcinha horrível que você tá usando e joga no lixo, hoje você vai andar sem calcinha.
Mariana – Amor, me come, desde ontem à noite eu tô escorrendo, e quando isso vibra minhas pernas ficam bambas.
Não, vadia, tô muito cansado, entre as três vocês me deixaram seco, hoje você vai ter que segurar a vontade. Depois eu vejo o que a gente faz.
Fui trabalhar, e passei o dia todo na correria, a Laura chamou a gente pra sala de reunião pra ver como tava o projeto, apresentamos tudo e essa senhora séria mostrou que tava satisfeita com o progresso que a gente tinha. O resto do dia foi igual ao anterior, dando forma ao desenvolvimento final.
Falei com a Laura e disse que ia sair um pouco mais cedo, se ela tinha algum problema, obviamente ela disse que não. Mandei um SMS pra Marina me esperar em casa. Cheguei e minha vadia tava lá, sentada no sofá pelada.
Eu – oi, vadia.
Marina sem dizer nada levantou e se pendurou no meu pescoço, me deu um beijo profundo. Sentei no sofá com minha vadia no colo.
Eu – e aí, Marina? O que você acha de tudo isso?
Marina – não gostei de como começou, foi muito chocante ver minha irmã e minha mãe; mas ao mesmo tempo me excitou muito. Não queria ceder, mas eu me masturb... eu batia punheta desde os 12 anos.
Eu – Marinha, teve que ser assim, você tava muito cega pelas crenças do seu pai.
Marina – fico feliz que tenha sido assim, agora quero sentir você dentro de mim de novo – me beijou profundamente.
Eu – hoje não, vadia, mas você vai gozar. Vai pra sua casa e coloca o vibrador, e fala pras minhas outras vadias fazerem o mesmo.
Marina me olhou fazendo biquinho, mas eu tava muito cansado pra uma briga; o que sim, ia me divertir com minhas vadias à distância.
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