Depois de dar umas massagens na minha sobrinha e ficar com o pau duro igual uma chaleira, resolvi pagar na mesma moeda.
Naquela noite, mesmo depois de uma transa intensa com a Mariana, não parava de pensar na minha sobrinha, no que ela disse. Com certeza sentiu meu pau cutucando as costas dela, não falou nada, mas também não se horrorizou. Então fiquei pensando até tarde no que fazer.
Naquela quarta-feira, entrei em campanha pra ver como esquentar minha sobrinha. A primeira coisa que veio na cabeça foi o que fiz: consegui vários filmes pornô onde filhas, sobrinhas e amigas delas eram comidas pelos pais, tios e avôs. Naquela tarde cheguei em casa e lá estava o motivo das minhas noites em claro, sempre linda, aquelas leggings curtas e aquelas regatas me hipnotizavam.
A gente se cumprimentou com um beijo no canto da boca, eu já tava esperando, então respondi sem me alterar. Aproveitei que a Gisele foi pro quarto dela e deixei os filmes escondidos à vista, como se tivessem ali por descuido.
Fui tomar banho, era muito cedo pra jantar, então falei pra Gise se arrumar que a gente ia sair. Planejei levar ela num restaurante bom e não contei que depois a gente ia num pub legal tomar um drink e ouvir uma música boa.
A Gisele, toda feliz, me abraçou e me deu um beijo quentinho de agradecimento.
Tava terminando de me trocar quando a Gisele entrou no meu quarto sem bater. Eu já tava pronto, então não teve nada de mais, mas achei estranha a atitude dela. Ela tava realmente incrível, um vestido inteiro, colado no corpo, bem curto, que valorizava a silhueta e destacava a cinturinha e o quadril. E sim, fiquei babando de novo sem conseguir falar nada. Ela chegou perto e, com um sorriso na boca, levantou meu queixo.
— Juany, pelo teu olhar, parece que você gostou do que escolhi pra sair — disse ela, rindo.
— Você tá... tá linda, sobrinha.
— Me chama de Gisele ou Gise, gosto mais de a gente se chamar pelos nomes –
Chamar um ao outro pelo nome foi um sinal claro de que ela queria que eu esquecesse o parentesco que temos.
Naquela noite, levei ela a um restaurante, onde a empresa em que trabalho desenvolveu o software de controle, então o dono me reconheceu e me parabenizou pela companhia. Com um sinal quase imperceptível, ele nos colocou numa mesa num lugar muito bonito, com vista para o rio e afastada de olhares inconvenientes.
Gisele estava nas nuvens, linda pra caralho, o brilho nos olhos dela me dava todos os sinais de que ela tava adorando o que eu tava fazendo. Pra janta, recomendei um prato de frutos do mar, que era uma das especialidades da casa, acompanhamos com um vinho branco na medida e, depois de uma taça gelada de sobremesa e um café, fomos embora.
Gisele se abraçou em mim, achando que a gente tava indo pra casa, mas estranhou quando continuamos dando voltas pelo centro, até que estacionei na frente de um lugar bem decorado; Gise me olhou meio confusa:
– Gise, cê não acha que a noite acabou, né?
– Ah, Juany, a janta já foi uma loucura, onde cê tá me levando agora?
– Cê vai ver – e fui em direção aos pubs, tinha um que tinha sido inaugurado recentemente.
Entrei, cumprimentando o pessoal da segurança na porta, que não tirou os olhos de Gisele desde que a gente desceu do carro. Entramos, uma música suave envolvia o lugar. Sentamos numa mesa afastada, onde do nosso lado tinha um casal se beijando com muita paixão; deixei Gisele e fui até o balcão buscar uns drinques, um daiquiri pra Gise e um curaçau com limão pra mim. Quando voltei pra mesa, Gisele tava olhando de canto pro casal do lado, que tava literalmente se devorando de beijos.
Olhei pra minha sobrinha e ela levantou as sobrancelhas, tipo, não tava perdendo nada do que rolava. A música foi aumentando, então pra conversar a gente tinha que se aproximar do ouvido um do outro; quando falava com Gise, me encostava pra ela sentir meu hálito no pescoço dela.
A gente ficou lá Fiquei quase uma hora ali, quando uma banda de blues começou a tocar. Gisele se levantou, me pegou pela mão e me arrastou pra dançar. Ela cruzou os braços no meu pescoço e, olhando nos meus olhos, me convidou a segurar sua cintura. Pela primeira vez, eu tinha minha sobrinha colada no meu corpo. De vez em quando, ela se roçava em mim, e meu pau não demorou a endurecer.
Com certeza ela sentiu ele na barriga dela, mas já não me importava mais. Continuamos dançando, eu sussurrava no ouvido dela, passava minhas mãos pelos ombros dela, bem de leve. Como resposta, Gisele se arrepiava. Meu plano todo estava indo de vento em popa.
Perto da meia-noite, fomos pra casa. No dia seguinte eu tinha que trabalhar, então não podia virar a noite. Em casa, entramos rindo, minha sobrinha estava feliz pela noite que a gente tinha passado. Assim que entramos no apartamento, ela tirou os sapatos, se virou, puxou o cabelo pra trás e me pediu pra abaixar o zíper do vestido dela. Abaixei e vi que ela não tava de sutiã. As costas dela estavam ao alcance da minha mão, mas, fazendo um puta esforço, me segurei.
Dando tchau pra ela, fui pro meu quarto. Não consegui chegar, porque a Gise me abraçou e me deu um beijo, de novo na boca. Dessa vez, sem me surpreender, perguntei:
— O que é isso, Gise?
— Um agradecimento por ter me feito passar uma noite tão gostosa.
Fiquei deitado um tempo, até que, bem devagar, me levantei e fui até a porta do quarto da minha sobrinha. Encostei o ouvido e confirmei que ela tava se masturbando com as duas mãos. A primeira parte da vingança tava em andamento. Agora era ver o que ia rolar quando ela encontrasse os filmes.
De novo, a porra do despertador tocou sem parar, até que eu dei um tapa e desliguei. Fui pro banheiro tomar meu banho de sempre. Tinha as imagens da Gisele naquele vestido sensual na cabeça. Meu pau, de novo, tava no auge. Não dava tempo pra uma punheta rápida, então saí do banheiro com a toalha na cintura e uma barraca na frente. Minha sobrinha Estava esperando na porta pra entrar, então ela me examinou dos pés à cabeça, ficou olhando fixamente pra ereção protuberante que eu carregava.
Minha sobrinha apareceu na cozinha, o café da manhã já estava pronto, ela tinha se levantado antes de mim, e quando terminei, fui até a cozinha e me apoiei naquela bunda empinada da Gise. Demorei meu tempo pra deixar a xícara na pia, minha sobrinha suspirou.
— Tá bem, sobrinha?
— Sim, Juany — disse ela, me olhando com fogo nos olhos.
— A gente se vê mais tarde — e dessa vez fui eu quem deu o beijo quase nos lábios dela.
Tava um calor do caralho e o ar condicionado do escritório não dava conta, então fiquei bem desconfortável. Perto das duas da tarde, falei com meu chefe e, com todo o trabalho do dia pronto, fui pra casa. Tava ansioso pra saber o que minha sobrinha tinha feito.
Minha chegada não podia ter sido em melhor hora. Entrei no apartamento e tava tudo apagado, só se ouviam uns gemidos vindo do quarto da minha sobrinha. Ela tava vendo os vídeos no notebook, pelada, com as pernas abertas, se dando um massagem violenta na buceta encharcada. Me apoiei no batente da porta e fiquei olhando ela se masturbar. A gozada que ela deu molhou toda a toalha que tinha posto na cama. Já mais relaxada, ela levantou a vista e me viu, ficou vermelha de vergonha, tentou se cobrir com a toalha.
Mas em vez disso, largou toda a pose de sobrinha boazinha e se transformou numa mulher gostosa e sedenta de sexo. Caminhou até mim, se pendurou no meu pescoço, começou a me beijar de língua, nossas línguas dançavam numa dança por demais erótica. Com as pernas dela cruzadas na minha cintura, agarrei ela na bunda e levei pro meu quarto, deitei ela em cima da cama e ela puxou minha gravata pra eu ficar por cima do corpo dela.
Nenhuma de todas as amantes ocasionais que tive foi tão fogosa. Gise tava totalmente entregue ao prazer. Gisele se virou e ficou por cima, praticamente arrancou minha camisa, tirou minha calça. Cinto, a calça que foi junto com os sapatos e as meias.
Só de cueca, ela se jogou em cima de mim com as pernas abertas, dava pra sentir o calor da buceta dela em todo o meu pau. Minha sobrinha se mexia, gemia, tava curtindo tudo. Num determinado momento, eu teria enfiado tudo se não fosse a cueca não deixar. Ela continuou se mexendo, com a ponta do meu pau encostada na entrada da buceta, mas o pano da cueca não deixava entrar.
Fazendo um esforço, tirei ela de cima de mim, beijei ela gostoso, com a gravata que ainda tava na cama, vendi os olhos dela. Ela quis reclamar, mas não dei chance; com o cinto, amarrei as mãos dela no encosto da cama.
— Olha aqui, sobrinha, eu falo e você escuta, combinado?
— Siiim, mas vai logo, enfia, quero sentir você dentro de mim.
— Agora você vai ver que não é bom me deixar com tesão.
— Então te deixei com tesão, tio? — ela falou com um sorriso no rosto.
— Você vai ficar um tempinho quietinha aqui, eu vou tomar um banho e volto.
— Nãão, Juany, não me deixa assim, me dá um pouquinho, não aguento mais.
— Se esperar, vai ter uma recompensa gostosa, mas quietinha. Vou soltar suas mãos, mas não tira a gravata dos olhos, combinado?
— Tá bom, espero, mas volta logo, olha como você me deixou.
— Já te falei, tem que ter paciência.
Fui tomar banho, fiz bem rápido, peguei uma forminha de gelo na geladeira e pelado fui pro quarto. Minha sobrinha tava inquieta na cama, tinha me obedecido, a gravata ainda tava no lugar.
Peguei um cubinho de gelo e, derretendo ele na mão, as gotas de água fria começaram a cair primeiro no rosto dela, depois na barriga, depois nas pernas. Deixei os pontos mais sensíveis pra depois. Peguei outro cubinho e fui passando do umbigo até os peitos, fazendo círculos perto do mamilo, que ficou duro igual pedra. Fui trocando de peito; Gisele não parava de gemer, tentava não se mexer, mas o contato com o gelo fazia ela tremer toda. Ela me pedia pra meter, que tava quase lá, que me queria dentro; não liguei e com outro gelo novo na mão, levei até a buceta dela, que ardia de desejo, o clitóris tava inchadão, deu um pulo quando toquei com o gelo, gemeu e uma careta de dor apareceu no rosto dela, mas não me importei, continuei castigando com o gelo, até que ela tava bem na beira do orgasmo.
Troquei o gelo pela minha língua, mal rocei a buceta com a língua e um mar de líquidos jorrou sob pressão, me molharam a cara, Gisele ficou na cama como em transe, parecia que tava tendo um ataque, se sacudia, os espasmos do orgasmo pegavam pesado nela. Depois de alguns minutos, ela tirou a gravata e abriu os olhos só um pouco, e me olhando não conseguiu falar nada.
Limpei o rosto com o lençol e me deitei ao lado dela, Gisele virou e me beijou com paixão, ficou me encarando:
— Juany, é o melhor orgasmo que já tive na vida.
— Fico feliz que você curtiu, Gise, e isso que a gente só começou.
— Mmmmmm que delícia, tem mais.
Sem deixar ela continuar falando, me posicionei entre as pernas dela e sem mais demora, comecei a brincar com a ponta da pica na caverna da minha sobrinha, enfiava a cabeça e tirava, às vezes enfiava e com a mão mexia em círculos, como se estivesse remexendo por dentro, minha sobrinha tava de novo quase gozando.
Sem aviso, enfiei até o fundo, ela arqueou as costas e ficou sem respirar por uns segundos, sentia a pica queimando com o calor da buceta da Gisele, o orgasmo atravessou ela por completo, deixou ela mole na cama. Com a pica bem cravada, esperei ela se recuperar, quando ela me olhou de novo, tirei e violentamente enfiei inteira de novo, cada empurrão era um gritinho que saía da garganta dela. Ficamos quase meia hora assim, eu tomando meu tempo, até que as sensações na pica me avisaram que eu tava num caminho sem volta.
— Ai, sobrinha... —Como é que cê tá? — falei no ouvido dela.
—Mmmmmmm aaaaaahhhhhhhh,
—Tô quase soltando toda a porra, cê vai comer tudo?
—Mmmmmmmm, nunca… Ahhhh provei…
—Hoje vai ser seu dia.
Aumentei a velocidade das estocadas e, quando senti a porra borbulhando na ponta da pica, tirei e me posicionei perto da cara da Gisele. Dei duas punhetadas e o primeiro jato saiu disparado, cruzou a cara dela, sujando a testa e o cabelo. O segundo, com mais pontaria, foi parar no nariz e parte da boca. O terceiro acertou em cheio dentro da boquinha da minha sobrinha.
O que veio depois foram gotas que caíam e caíam. Me coloquei sobre a cabeça dela e, espremendo a pica, as últimas foram direto na boca, que as esperava faminta. Não deve ter desagradado, porque ela saboreou e engoliu tudo que tinha na boca.
Descansamos um tempo, com a Gise deitada no meu peito. Tomamos banho juntos, jantamos leve e fomos dormir, juntos, abraçados.
Esse seria o começo de um lindo relacionamento de casal com a Gisele, minha sobrinha.
Naquela noite, mesmo depois de uma transa intensa com a Mariana, não parava de pensar na minha sobrinha, no que ela disse. Com certeza sentiu meu pau cutucando as costas dela, não falou nada, mas também não se horrorizou. Então fiquei pensando até tarde no que fazer.
Naquela quarta-feira, entrei em campanha pra ver como esquentar minha sobrinha. A primeira coisa que veio na cabeça foi o que fiz: consegui vários filmes pornô onde filhas, sobrinhas e amigas delas eram comidas pelos pais, tios e avôs. Naquela tarde cheguei em casa e lá estava o motivo das minhas noites em claro, sempre linda, aquelas leggings curtas e aquelas regatas me hipnotizavam.
A gente se cumprimentou com um beijo no canto da boca, eu já tava esperando, então respondi sem me alterar. Aproveitei que a Gisele foi pro quarto dela e deixei os filmes escondidos à vista, como se tivessem ali por descuido.
Fui tomar banho, era muito cedo pra jantar, então falei pra Gise se arrumar que a gente ia sair. Planejei levar ela num restaurante bom e não contei que depois a gente ia num pub legal tomar um drink e ouvir uma música boa.
A Gisele, toda feliz, me abraçou e me deu um beijo quentinho de agradecimento.
Tava terminando de me trocar quando a Gisele entrou no meu quarto sem bater. Eu já tava pronto, então não teve nada de mais, mas achei estranha a atitude dela. Ela tava realmente incrível, um vestido inteiro, colado no corpo, bem curto, que valorizava a silhueta e destacava a cinturinha e o quadril. E sim, fiquei babando de novo sem conseguir falar nada. Ela chegou perto e, com um sorriso na boca, levantou meu queixo.
— Juany, pelo teu olhar, parece que você gostou do que escolhi pra sair — disse ela, rindo.
— Você tá... tá linda, sobrinha.
— Me chama de Gisele ou Gise, gosto mais de a gente se chamar pelos nomes –
Chamar um ao outro pelo nome foi um sinal claro de que ela queria que eu esquecesse o parentesco que temos.
Naquela noite, levei ela a um restaurante, onde a empresa em que trabalho desenvolveu o software de controle, então o dono me reconheceu e me parabenizou pela companhia. Com um sinal quase imperceptível, ele nos colocou numa mesa num lugar muito bonito, com vista para o rio e afastada de olhares inconvenientes.
Gisele estava nas nuvens, linda pra caralho, o brilho nos olhos dela me dava todos os sinais de que ela tava adorando o que eu tava fazendo. Pra janta, recomendei um prato de frutos do mar, que era uma das especialidades da casa, acompanhamos com um vinho branco na medida e, depois de uma taça gelada de sobremesa e um café, fomos embora.
Gisele se abraçou em mim, achando que a gente tava indo pra casa, mas estranhou quando continuamos dando voltas pelo centro, até que estacionei na frente de um lugar bem decorado; Gise me olhou meio confusa:
– Gise, cê não acha que a noite acabou, né?
– Ah, Juany, a janta já foi uma loucura, onde cê tá me levando agora?
– Cê vai ver – e fui em direção aos pubs, tinha um que tinha sido inaugurado recentemente.
Entrei, cumprimentando o pessoal da segurança na porta, que não tirou os olhos de Gisele desde que a gente desceu do carro. Entramos, uma música suave envolvia o lugar. Sentamos numa mesa afastada, onde do nosso lado tinha um casal se beijando com muita paixão; deixei Gisele e fui até o balcão buscar uns drinques, um daiquiri pra Gise e um curaçau com limão pra mim. Quando voltei pra mesa, Gisele tava olhando de canto pro casal do lado, que tava literalmente se devorando de beijos.
Olhei pra minha sobrinha e ela levantou as sobrancelhas, tipo, não tava perdendo nada do que rolava. A música foi aumentando, então pra conversar a gente tinha que se aproximar do ouvido um do outro; quando falava com Gise, me encostava pra ela sentir meu hálito no pescoço dela.
A gente ficou lá Fiquei quase uma hora ali, quando uma banda de blues começou a tocar. Gisele se levantou, me pegou pela mão e me arrastou pra dançar. Ela cruzou os braços no meu pescoço e, olhando nos meus olhos, me convidou a segurar sua cintura. Pela primeira vez, eu tinha minha sobrinha colada no meu corpo. De vez em quando, ela se roçava em mim, e meu pau não demorou a endurecer.
Com certeza ela sentiu ele na barriga dela, mas já não me importava mais. Continuamos dançando, eu sussurrava no ouvido dela, passava minhas mãos pelos ombros dela, bem de leve. Como resposta, Gisele se arrepiava. Meu plano todo estava indo de vento em popa.
Perto da meia-noite, fomos pra casa. No dia seguinte eu tinha que trabalhar, então não podia virar a noite. Em casa, entramos rindo, minha sobrinha estava feliz pela noite que a gente tinha passado. Assim que entramos no apartamento, ela tirou os sapatos, se virou, puxou o cabelo pra trás e me pediu pra abaixar o zíper do vestido dela. Abaixei e vi que ela não tava de sutiã. As costas dela estavam ao alcance da minha mão, mas, fazendo um puta esforço, me segurei.
Dando tchau pra ela, fui pro meu quarto. Não consegui chegar, porque a Gise me abraçou e me deu um beijo, de novo na boca. Dessa vez, sem me surpreender, perguntei:
— O que é isso, Gise?
— Um agradecimento por ter me feito passar uma noite tão gostosa.
Fiquei deitado um tempo, até que, bem devagar, me levantei e fui até a porta do quarto da minha sobrinha. Encostei o ouvido e confirmei que ela tava se masturbando com as duas mãos. A primeira parte da vingança tava em andamento. Agora era ver o que ia rolar quando ela encontrasse os filmes.
De novo, a porra do despertador tocou sem parar, até que eu dei um tapa e desliguei. Fui pro banheiro tomar meu banho de sempre. Tinha as imagens da Gisele naquele vestido sensual na cabeça. Meu pau, de novo, tava no auge. Não dava tempo pra uma punheta rápida, então saí do banheiro com a toalha na cintura e uma barraca na frente. Minha sobrinha Estava esperando na porta pra entrar, então ela me examinou dos pés à cabeça, ficou olhando fixamente pra ereção protuberante que eu carregava.
Minha sobrinha apareceu na cozinha, o café da manhã já estava pronto, ela tinha se levantado antes de mim, e quando terminei, fui até a cozinha e me apoiei naquela bunda empinada da Gise. Demorei meu tempo pra deixar a xícara na pia, minha sobrinha suspirou.
— Tá bem, sobrinha?
— Sim, Juany — disse ela, me olhando com fogo nos olhos.
— A gente se vê mais tarde — e dessa vez fui eu quem deu o beijo quase nos lábios dela.
Tava um calor do caralho e o ar condicionado do escritório não dava conta, então fiquei bem desconfortável. Perto das duas da tarde, falei com meu chefe e, com todo o trabalho do dia pronto, fui pra casa. Tava ansioso pra saber o que minha sobrinha tinha feito.
Minha chegada não podia ter sido em melhor hora. Entrei no apartamento e tava tudo apagado, só se ouviam uns gemidos vindo do quarto da minha sobrinha. Ela tava vendo os vídeos no notebook, pelada, com as pernas abertas, se dando um massagem violenta na buceta encharcada. Me apoiei no batente da porta e fiquei olhando ela se masturbar. A gozada que ela deu molhou toda a toalha que tinha posto na cama. Já mais relaxada, ela levantou a vista e me viu, ficou vermelha de vergonha, tentou se cobrir com a toalha.
Mas em vez disso, largou toda a pose de sobrinha boazinha e se transformou numa mulher gostosa e sedenta de sexo. Caminhou até mim, se pendurou no meu pescoço, começou a me beijar de língua, nossas línguas dançavam numa dança por demais erótica. Com as pernas dela cruzadas na minha cintura, agarrei ela na bunda e levei pro meu quarto, deitei ela em cima da cama e ela puxou minha gravata pra eu ficar por cima do corpo dela.
Nenhuma de todas as amantes ocasionais que tive foi tão fogosa. Gise tava totalmente entregue ao prazer. Gisele se virou e ficou por cima, praticamente arrancou minha camisa, tirou minha calça. Cinto, a calça que foi junto com os sapatos e as meias.
Só de cueca, ela se jogou em cima de mim com as pernas abertas, dava pra sentir o calor da buceta dela em todo o meu pau. Minha sobrinha se mexia, gemia, tava curtindo tudo. Num determinado momento, eu teria enfiado tudo se não fosse a cueca não deixar. Ela continuou se mexendo, com a ponta do meu pau encostada na entrada da buceta, mas o pano da cueca não deixava entrar.
Fazendo um esforço, tirei ela de cima de mim, beijei ela gostoso, com a gravata que ainda tava na cama, vendi os olhos dela. Ela quis reclamar, mas não dei chance; com o cinto, amarrei as mãos dela no encosto da cama.
— Olha aqui, sobrinha, eu falo e você escuta, combinado?
— Siiim, mas vai logo, enfia, quero sentir você dentro de mim.
— Agora você vai ver que não é bom me deixar com tesão.
— Então te deixei com tesão, tio? — ela falou com um sorriso no rosto.
— Você vai ficar um tempinho quietinha aqui, eu vou tomar um banho e volto.
— Nãão, Juany, não me deixa assim, me dá um pouquinho, não aguento mais.
— Se esperar, vai ter uma recompensa gostosa, mas quietinha. Vou soltar suas mãos, mas não tira a gravata dos olhos, combinado?
— Tá bom, espero, mas volta logo, olha como você me deixou.
— Já te falei, tem que ter paciência.
Fui tomar banho, fiz bem rápido, peguei uma forminha de gelo na geladeira e pelado fui pro quarto. Minha sobrinha tava inquieta na cama, tinha me obedecido, a gravata ainda tava no lugar.
Peguei um cubinho de gelo e, derretendo ele na mão, as gotas de água fria começaram a cair primeiro no rosto dela, depois na barriga, depois nas pernas. Deixei os pontos mais sensíveis pra depois. Peguei outro cubinho e fui passando do umbigo até os peitos, fazendo círculos perto do mamilo, que ficou duro igual pedra. Fui trocando de peito; Gisele não parava de gemer, tentava não se mexer, mas o contato com o gelo fazia ela tremer toda. Ela me pedia pra meter, que tava quase lá, que me queria dentro; não liguei e com outro gelo novo na mão, levei até a buceta dela, que ardia de desejo, o clitóris tava inchadão, deu um pulo quando toquei com o gelo, gemeu e uma careta de dor apareceu no rosto dela, mas não me importei, continuei castigando com o gelo, até que ela tava bem na beira do orgasmo.
Troquei o gelo pela minha língua, mal rocei a buceta com a língua e um mar de líquidos jorrou sob pressão, me molharam a cara, Gisele ficou na cama como em transe, parecia que tava tendo um ataque, se sacudia, os espasmos do orgasmo pegavam pesado nela. Depois de alguns minutos, ela tirou a gravata e abriu os olhos só um pouco, e me olhando não conseguiu falar nada.
Limpei o rosto com o lençol e me deitei ao lado dela, Gisele virou e me beijou com paixão, ficou me encarando:
— Juany, é o melhor orgasmo que já tive na vida.
— Fico feliz que você curtiu, Gise, e isso que a gente só começou.
— Mmmmmm que delícia, tem mais.
Sem deixar ela continuar falando, me posicionei entre as pernas dela e sem mais demora, comecei a brincar com a ponta da pica na caverna da minha sobrinha, enfiava a cabeça e tirava, às vezes enfiava e com a mão mexia em círculos, como se estivesse remexendo por dentro, minha sobrinha tava de novo quase gozando.
Sem aviso, enfiei até o fundo, ela arqueou as costas e ficou sem respirar por uns segundos, sentia a pica queimando com o calor da buceta da Gisele, o orgasmo atravessou ela por completo, deixou ela mole na cama. Com a pica bem cravada, esperei ela se recuperar, quando ela me olhou de novo, tirei e violentamente enfiei inteira de novo, cada empurrão era um gritinho que saía da garganta dela. Ficamos quase meia hora assim, eu tomando meu tempo, até que as sensações na pica me avisaram que eu tava num caminho sem volta.
— Ai, sobrinha... —Como é que cê tá? — falei no ouvido dela.
—Mmmmmmm aaaaaahhhhhhhh,
—Tô quase soltando toda a porra, cê vai comer tudo?
—Mmmmmmmm, nunca… Ahhhh provei…
—Hoje vai ser seu dia.
Aumentei a velocidade das estocadas e, quando senti a porra borbulhando na ponta da pica, tirei e me posicionei perto da cara da Gisele. Dei duas punhetadas e o primeiro jato saiu disparado, cruzou a cara dela, sujando a testa e o cabelo. O segundo, com mais pontaria, foi parar no nariz e parte da boca. O terceiro acertou em cheio dentro da boquinha da minha sobrinha.
O que veio depois foram gotas que caíam e caíam. Me coloquei sobre a cabeça dela e, espremendo a pica, as últimas foram direto na boca, que as esperava faminta. Não deve ter desagradado, porque ela saboreou e engoliu tudo que tinha na boca.
Descansamos um tempo, com a Gise deitada no meu peito. Tomamos banho juntos, jantamos leve e fomos dormir, juntos, abraçados.
Esse seria o começo de um lindo relacionamento de casal com a Gisele, minha sobrinha.
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