Essa viagem da minha escola foi pra uma região costeira catalã, muito bonita e turística, onde, nem preciso dizer, a gente se divertiu pra caramba, bom, algumas mais que outras.
Eu não era uma aluna ruim, não era uma estudante modelo nem sou agora, mas consegui passar de ano de primeira, bom, vocês me pegaram, isso não é totalmente verdade, já que na última prova de matemática eu tive vários erros que me levaram à reprovação, uma reprovação que não me preocupou muito, porque ainda tinha a prova de recuperação e não tinha deixado nenhuma outra matéria.
Qual não foi minha surpresa quando percebi que na prova de recuperação também errei em algum cálculo aqui e ali, o que me condenava a ir pra prova de setembro, com a matéria toda, e ainda com a circunstância de que se eu não conseguisse passar, teria que repetir o ano, já que, por ser o último ano do ensino médio pra entrar no bacharelado, exigiam que a gente tivesse passado em todas as matérias.
Então fui pra viagem pensando nisso, e sabendo que, mesmo o professor ainda não tendo divulgado as notas, eu tinha uma matéria pendurada.
Tenho que dizer que esse professor tinha uns 46 anos, mas se cuidava muito bem, tanto que várias vezes me peguei olhando onde não devia enquanto ele dava aula, além de ter comentado com minhas amigas que o profe de matemática não era nada feio.
Acontecia também que esse professor era um dos monitores que nos acompanhava na viagem, o que complicava um pouco as coisas, porque toda vez que eu o via, lembrava da minha matéria pendente.
Uma tarde, já quase escurecendo, umas oito horas mais ou menos, eu estava com meus colegas de classe numa espécie de festa na praia, nem preciso dizer que a gente tinha bebido um pouco, cantado e feito aquelas coisas que se fazem em festas na praia ao redor de uma fogueira.
Naquele momento, percebi que meu O professor estava na mesma praia que a gente, acho que nos vigiando, e naquele momento ele se levantou da toalha, pegou as roupas e foi em direção ao hotel, que ficava uns 500 metros da praiazinha onde estávamos.
Quando vi ele de sunga, tenho que admitir que fiquei olhando. Ele era moreno, alto, e até agora não tinha reparado que não ficava devendo nada pra nenhum cara mais novo, porque era de corpo forte, e do jeito que estava, de sunga, pude ver que os músculos dele, sem serem exagerados, eram bem definidos e se destacavam no corpo, o que me surpreendeu, já que não esperava isso de um professor de matemática.
Não sei se foi a ansiedade acumulada por saber que não tinha passado na prova ou se, no estado em que eu estava, nem me liguei no que ia fazer, porque tinha bebido um pouco, não muito, mas o suficiente pra deixar a vergonha de lado. Mas o fato é que fui atrás dele até o hotel, com a intenção de falar sobre a prova e ver se tinha alguma chance de não precisar fazer a recuperação em setembro.
Dito e feito, quase sem perceber, me vi na frente da porta do quarto dele, batendo com os nós dos dedos e vendo a cara dele quando abriu.
A primeira coisa que falei foi que queria conversar sobre a prova, que achava que tinha ido mal, mas que ele levasse em conta que eu tinha passado em tudo o resto e que não conseguia aproveitar a viagem pensando que ia ficar com uma matéria pra setembro.
Quando terminei de falar, percebi que era possível que ele nem tivesse me escutado, porque o olhar dele estava fixo não no meu rosto, mas em outras partes do meu corpo. Foi aí que me toquei do que tava rolando: eu vinha de uma festa na praia e nem tinha trocado de roupa antes de falar com ele.
Isso significava que eu estava na frente do meu professor, calçando umas sapatilhas brancas, sem meias, com as pernas completamente Nuas e coberta só com um minúsculo short jeans, que escondia a parte de baixo do meu biquíni de duas peças, que era um biquíni preto, que sem ser do tipo fio dental, ficava bem justinho em mim, de um jeito que às vezes a parte de trás entrava no meio da minha bunda.
Mas o que mais me fez corar foi perceber que a parte de cima do meu biquíni estava no meu quarto, porque quando fui para uma festa na praia, eu decidi deixar ela lá e me cobrir só com uma camiseta preta que tinha comprado numa loja do hotel. Essa camiseta tinha umas letras douradas escrito "costa dourada" e era daquelas que deixam o umbigo de fora, e pra piorar, meus mamilos marcavam nela porque eu não tava usando nada pra segurá-los. Isso significava que eu estava na frente do meu professor e me sentia nua, principalmente porque percebi que ele já tinha me despido com o olhar.
Meu professor logo notou meu constrangimento, e me olhando bem no rosto, disse: "Então você tá com muita vontade de passar, hein, Sarita?"
Eu fiquei chocada. Ele me chamou de Sarita, um professor que durante o curso inteiro tratou todos os alunos de "senhor" e "senhora", ganhando a fama de ser um dos professores mais sérios da turma.
A verdade é que o que senti naquele momento foi uma mistura da vergonha de estar assim na frente do meu professor e a incerteza de, mesmo adivinhando as intenções dele, não saber o que ele pretendia fazer comigo, o que de certa forma me excitava.
E não parou por aí. Ele disse que se eu tava com tanta vontade de passar, por que não mostrava pra ele, enquanto me olhava de cima a baixo de novo, parando um bom tempo nos meus peitinhos, que parecia ser o que ele mais gostava em mim. Isso me fez corar ainda mais, baixei o olhar, sentindo ele me devorar com os olhos, enquanto uma sensação de cócegas, metade vergonha metade excitação, percorria meu corpo. Corpo de cima a baixo.
Naquela época, eu não era muito diferente de como sou agora, já que só faz três anos. Talvez o cabelo fosse a única diferença — hoje uso comprido, e aos 16 anos ele era na altura do ombro, meio curtinho. Meu corpo não é muito voluptuoso, tenho 1,67 mais ou menos, meu cabelo é loiro, naquela época liso, agora ondulado. Minha cara, sempre me disseram que é de uma menina de 14, porque tenho um rosto bem infantil. Meus peitos são pequenos, sou magra, muito magra, minha cintura é fininha e termina numa bunda pequena e empinada. Claro que não vou dizer que era a mais bonita da classe, mas era uma das mais desejadas, porque costumava usar roupas bem provocantes, que marcavam muito minha bunda, da qual tenho muito orgulho.
Então o professor me percorreu com o olhar, podendo observar tudo o que eu disse antes sobre meu corpo, e quando terminou de me olhar, repetiu o que tinha me dito antes, mas dessa vez percebi que algo tinha mudado. Ele ainda estava de sunga, e agora um grande volume se marcava nela, coisa que pude ver porque, envergonhada, meu olhar estava fixo quase no chão.
Depois disso, ele me disse que não ia me machucar, que só queria aliviar um pouco a tensão que estava sentindo, dizendo isso enquanto levava a mão até a virilha.
Eu me assustei, devo admitir que me assustei muito, principalmente quando ele se aproximou de mim e me beijou. As mãos dele me percorreram completamente — acho que durante aquele beijo longo, as mãos dele conseguiram me explorar inteira. Elas entraram por baixo da minha camiseta, pelas minhas costas, e também pela frente, podendo sentir o estado dos meus mamilos, que, contra minha vontade, já estavam duros e muito sensíveis, ficando ainda mais no momento em que ele, bem suavemente, os acariciou com os dedos.
Em seguida, uma das mãos dele desceu até minha bunda, apalpando e apertando, enquanto a outra soltava os botões do meu short, um por um, até que ele escorregou. Cai aos meus pés, eu mesma tirei ele, levantando minhas pernas, quase dando um chute pra afastar ele de mim, enquanto começava a sentir os dedos dele apalpando minha bucetinha.
Naquele momento ele pegou minha mão e levou até a calça dele, eu não acreditava no que estava tocando, estou tocando um pau, pensei, e não um pau igual aos de antes, mas sim de um homem de verdade, um homem que tinha quase 20 anos a mais que eu.
Animado ao ver que, longe de rejeitar, eu comecei a acariciar o pau dele e a enfiar minha mão por baixo do shorts dele, já que tava louca pra tocar aquilo diretamente, sem pano no meio, ele me agarrou pelos ombros e começou a me empurrar pro chão, eu já sabia o que ele queria, porque não era minha primeira experiência, mas tinha medo de fazer feio na frente dele, imaginando que ele já tinha estado com mulheres bem mais experientes que eu.
Sem pensar mais, me deixei cair aos pés dele, até ficar de joelhos na frente dele, então pude ver aquilo, e era espetacular, não pelo tamanho, digo espetacular porque me pareceu muito apetitoso, dava vontade de chupar, me deixava louca de tesão, abri minha boca com a intenção de enfiar tudo, mas ele disse que não, que queria que eu esticasse a língua e lambesse inteiro, então fiz isso, estiquei a língua e, começando pela base, percorri o pau todo dele até a ponta, onde me demorei um pouco, lambendo ele inteiro, ele então me disse, enquanto levantava o pau, que queria que eu chupasse as bolas dele, coisa que fiz sem hesitar, lambi, chupei, coloquei na boca e brinquei com elas usando minha língua.
Então, segurando o próprio pau com uma mão enquanto com a outra segurava meu cabelo, ele me afastou, e colocando a ponta do pau dele nos meus lábios, disse, quase me ordenou que abrisse minha boca, obedeci, assim que viu o nível de obediência que eu mostrava, sorriu e disse que já sabia que eu gostava daquilo, dito isso, empurrou o pau dele devagar na minha boca, foi entrando lentamente, até no fundo, até minha garganta, até sentir as bolas dele encostando no meu queixo.
Ele começou a mexer os quadris, fazendo o pau dele entrar e sair da minha boca, enquanto dizia que eu estava indo muito bem.
Eu não perdia tempo, minhas mãos estavam tocando minha bucetinha, afastando meu sungão, que estava como se eu tivesse acabado de sair da água, todo encharcado, e enfiando dois dedos na minha intimidade, começando a movê-los no mesmo ritmo que ele movia o pau na minha boca. Eu já tinha chupado algum cara antes, mas não daquele jeito. Nas outras vezes, eu movia minha cabeça e o cara ficava parado, mas agora não, meu professor era quem impunha o ritmo, de um jeito que eu sentia como se ele estivesse me comendo, mas minha boca no lugar da minha buceta.
Ficamos assim por uns minutos, durante os quais eu não conseguia parar de gemer, enquanto ouvia ele fazendo o mesmo e me dizendo que sabia que eu gostava, que eu chupava muito bem, que já tinha reparado em mim na escola e que algumas vezes tinha conseguido ver minha calcinha enquanto dava aula.
Naquele momento, senti o membro dele pulsando dentro da minha boca. Quis me afastar, mas ouvi ele dizer, enquanto me apertava contra ele: "Você não quer sujar a camiseta, quer?"
Então, obedecendo, me relaxei, agarrei as pernas dele e abri minha garganta, de modo que, quando recebi a primeira descarga de porra, engoli quase sem querer, ficando a segunda e a terceira descarga na minha boca. O gosto era amargo e salgado ao mesmo tempo, não gostava, mas num movimento quase reflexo, engoli tudo, sentindo escorrer pela minha garganta enquanto meu professor me olhava sorrindo.
Ele tirou o pau da minha boca, ainda duro, e começou a esfregá-lo no meu rosto, deixando os últimos restos de porra nas minhas bochechas e nos meus lábios.
Segurando meus ombros, me levantou do chão. Eu mal me segurava nas pernas, por causa do orgasmo tão intenso que tive enquanto ele gozava na minha boca. Beijou, enquanto tocava minha bucetinha com uma das mãos, percebendo o quanto eu já estava molhada. Me disse que já tinha subido minha nota de três que eu tinha antes pra quatro, e que dependia de mim chegar no dez, já que ainda faltavam quatro dias de viagem, mas que eu teria que me esforçar muito e que da próxima vez não ia se contentar só com eu chupar ele.
Depois me acompanhou até a porta enquanto falava que aquela noite estaria no quarto dele e que queria me ver vestida com o mais parecido que eu encontrasse com uma colegial daquelas de uniforme, porque era uma das fantasias dele.
Saí do quarto dele quase num sonho, ainda não tinha me recuperado totalmente do meu orgasmo, e demorei uns dois minutos pra perceber que estava no corredor de um hotel com meu biquíni encharcado, de um jeito que dava pra ver a mancha da minha excitação nele, uma camiseta preta meio levantada quase mostrando meus peitos e a calça jeans que eu tava usando antes agora na minha mão direita.
Fui pro meu quarto decidida a tomar um banho e preparar a roupa que meu professor de matemática tinha mandado eu vestir aquela noite pra ir no quarto dele.
Prometo que vou continuar contando o que aconteceu naquela noite e durante o resto da viagem.
Já tinha o quatro, mas ainda não tava aprovada, e ainda tinha a chance de conseguir meu primeiro dez em matemática.
Eu não era uma aluna ruim, não era uma estudante modelo nem sou agora, mas consegui passar de ano de primeira, bom, vocês me pegaram, isso não é totalmente verdade, já que na última prova de matemática eu tive vários erros que me levaram à reprovação, uma reprovação que não me preocupou muito, porque ainda tinha a prova de recuperação e não tinha deixado nenhuma outra matéria.
Qual não foi minha surpresa quando percebi que na prova de recuperação também errei em algum cálculo aqui e ali, o que me condenava a ir pra prova de setembro, com a matéria toda, e ainda com a circunstância de que se eu não conseguisse passar, teria que repetir o ano, já que, por ser o último ano do ensino médio pra entrar no bacharelado, exigiam que a gente tivesse passado em todas as matérias.
Então fui pra viagem pensando nisso, e sabendo que, mesmo o professor ainda não tendo divulgado as notas, eu tinha uma matéria pendurada.
Tenho que dizer que esse professor tinha uns 46 anos, mas se cuidava muito bem, tanto que várias vezes me peguei olhando onde não devia enquanto ele dava aula, além de ter comentado com minhas amigas que o profe de matemática não era nada feio.
Acontecia também que esse professor era um dos monitores que nos acompanhava na viagem, o que complicava um pouco as coisas, porque toda vez que eu o via, lembrava da minha matéria pendente.
Uma tarde, já quase escurecendo, umas oito horas mais ou menos, eu estava com meus colegas de classe numa espécie de festa na praia, nem preciso dizer que a gente tinha bebido um pouco, cantado e feito aquelas coisas que se fazem em festas na praia ao redor de uma fogueira.
Naquele momento, percebi que meu O professor estava na mesma praia que a gente, acho que nos vigiando, e naquele momento ele se levantou da toalha, pegou as roupas e foi em direção ao hotel, que ficava uns 500 metros da praiazinha onde estávamos.
Quando vi ele de sunga, tenho que admitir que fiquei olhando. Ele era moreno, alto, e até agora não tinha reparado que não ficava devendo nada pra nenhum cara mais novo, porque era de corpo forte, e do jeito que estava, de sunga, pude ver que os músculos dele, sem serem exagerados, eram bem definidos e se destacavam no corpo, o que me surpreendeu, já que não esperava isso de um professor de matemática.
Não sei se foi a ansiedade acumulada por saber que não tinha passado na prova ou se, no estado em que eu estava, nem me liguei no que ia fazer, porque tinha bebido um pouco, não muito, mas o suficiente pra deixar a vergonha de lado. Mas o fato é que fui atrás dele até o hotel, com a intenção de falar sobre a prova e ver se tinha alguma chance de não precisar fazer a recuperação em setembro.
Dito e feito, quase sem perceber, me vi na frente da porta do quarto dele, batendo com os nós dos dedos e vendo a cara dele quando abriu.
A primeira coisa que falei foi que queria conversar sobre a prova, que achava que tinha ido mal, mas que ele levasse em conta que eu tinha passado em tudo o resto e que não conseguia aproveitar a viagem pensando que ia ficar com uma matéria pra setembro.
Quando terminei de falar, percebi que era possível que ele nem tivesse me escutado, porque o olhar dele estava fixo não no meu rosto, mas em outras partes do meu corpo. Foi aí que me toquei do que tava rolando: eu vinha de uma festa na praia e nem tinha trocado de roupa antes de falar com ele.
Isso significava que eu estava na frente do meu professor, calçando umas sapatilhas brancas, sem meias, com as pernas completamente Nuas e coberta só com um minúsculo short jeans, que escondia a parte de baixo do meu biquíni de duas peças, que era um biquíni preto, que sem ser do tipo fio dental, ficava bem justinho em mim, de um jeito que às vezes a parte de trás entrava no meio da minha bunda.
Mas o que mais me fez corar foi perceber que a parte de cima do meu biquíni estava no meu quarto, porque quando fui para uma festa na praia, eu decidi deixar ela lá e me cobrir só com uma camiseta preta que tinha comprado numa loja do hotel. Essa camiseta tinha umas letras douradas escrito "costa dourada" e era daquelas que deixam o umbigo de fora, e pra piorar, meus mamilos marcavam nela porque eu não tava usando nada pra segurá-los. Isso significava que eu estava na frente do meu professor e me sentia nua, principalmente porque percebi que ele já tinha me despido com o olhar.
Meu professor logo notou meu constrangimento, e me olhando bem no rosto, disse: "Então você tá com muita vontade de passar, hein, Sarita?"
Eu fiquei chocada. Ele me chamou de Sarita, um professor que durante o curso inteiro tratou todos os alunos de "senhor" e "senhora", ganhando a fama de ser um dos professores mais sérios da turma.
A verdade é que o que senti naquele momento foi uma mistura da vergonha de estar assim na frente do meu professor e a incerteza de, mesmo adivinhando as intenções dele, não saber o que ele pretendia fazer comigo, o que de certa forma me excitava.
E não parou por aí. Ele disse que se eu tava com tanta vontade de passar, por que não mostrava pra ele, enquanto me olhava de cima a baixo de novo, parando um bom tempo nos meus peitinhos, que parecia ser o que ele mais gostava em mim. Isso me fez corar ainda mais, baixei o olhar, sentindo ele me devorar com os olhos, enquanto uma sensação de cócegas, metade vergonha metade excitação, percorria meu corpo. Corpo de cima a baixo.
Naquela época, eu não era muito diferente de como sou agora, já que só faz três anos. Talvez o cabelo fosse a única diferença — hoje uso comprido, e aos 16 anos ele era na altura do ombro, meio curtinho. Meu corpo não é muito voluptuoso, tenho 1,67 mais ou menos, meu cabelo é loiro, naquela época liso, agora ondulado. Minha cara, sempre me disseram que é de uma menina de 14, porque tenho um rosto bem infantil. Meus peitos são pequenos, sou magra, muito magra, minha cintura é fininha e termina numa bunda pequena e empinada. Claro que não vou dizer que era a mais bonita da classe, mas era uma das mais desejadas, porque costumava usar roupas bem provocantes, que marcavam muito minha bunda, da qual tenho muito orgulho.
Então o professor me percorreu com o olhar, podendo observar tudo o que eu disse antes sobre meu corpo, e quando terminou de me olhar, repetiu o que tinha me dito antes, mas dessa vez percebi que algo tinha mudado. Ele ainda estava de sunga, e agora um grande volume se marcava nela, coisa que pude ver porque, envergonhada, meu olhar estava fixo quase no chão.
Depois disso, ele me disse que não ia me machucar, que só queria aliviar um pouco a tensão que estava sentindo, dizendo isso enquanto levava a mão até a virilha.
Eu me assustei, devo admitir que me assustei muito, principalmente quando ele se aproximou de mim e me beijou. As mãos dele me percorreram completamente — acho que durante aquele beijo longo, as mãos dele conseguiram me explorar inteira. Elas entraram por baixo da minha camiseta, pelas minhas costas, e também pela frente, podendo sentir o estado dos meus mamilos, que, contra minha vontade, já estavam duros e muito sensíveis, ficando ainda mais no momento em que ele, bem suavemente, os acariciou com os dedos.
Em seguida, uma das mãos dele desceu até minha bunda, apalpando e apertando, enquanto a outra soltava os botões do meu short, um por um, até que ele escorregou. Cai aos meus pés, eu mesma tirei ele, levantando minhas pernas, quase dando um chute pra afastar ele de mim, enquanto começava a sentir os dedos dele apalpando minha bucetinha.
Naquele momento ele pegou minha mão e levou até a calça dele, eu não acreditava no que estava tocando, estou tocando um pau, pensei, e não um pau igual aos de antes, mas sim de um homem de verdade, um homem que tinha quase 20 anos a mais que eu.
Animado ao ver que, longe de rejeitar, eu comecei a acariciar o pau dele e a enfiar minha mão por baixo do shorts dele, já que tava louca pra tocar aquilo diretamente, sem pano no meio, ele me agarrou pelos ombros e começou a me empurrar pro chão, eu já sabia o que ele queria, porque não era minha primeira experiência, mas tinha medo de fazer feio na frente dele, imaginando que ele já tinha estado com mulheres bem mais experientes que eu.
Sem pensar mais, me deixei cair aos pés dele, até ficar de joelhos na frente dele, então pude ver aquilo, e era espetacular, não pelo tamanho, digo espetacular porque me pareceu muito apetitoso, dava vontade de chupar, me deixava louca de tesão, abri minha boca com a intenção de enfiar tudo, mas ele disse que não, que queria que eu esticasse a língua e lambesse inteiro, então fiz isso, estiquei a língua e, começando pela base, percorri o pau todo dele até a ponta, onde me demorei um pouco, lambendo ele inteiro, ele então me disse, enquanto levantava o pau, que queria que eu chupasse as bolas dele, coisa que fiz sem hesitar, lambi, chupei, coloquei na boca e brinquei com elas usando minha língua.
Então, segurando o próprio pau com uma mão enquanto com a outra segurava meu cabelo, ele me afastou, e colocando a ponta do pau dele nos meus lábios, disse, quase me ordenou que abrisse minha boca, obedeci, assim que viu o nível de obediência que eu mostrava, sorriu e disse que já sabia que eu gostava daquilo, dito isso, empurrou o pau dele devagar na minha boca, foi entrando lentamente, até no fundo, até minha garganta, até sentir as bolas dele encostando no meu queixo.
Ele começou a mexer os quadris, fazendo o pau dele entrar e sair da minha boca, enquanto dizia que eu estava indo muito bem.
Eu não perdia tempo, minhas mãos estavam tocando minha bucetinha, afastando meu sungão, que estava como se eu tivesse acabado de sair da água, todo encharcado, e enfiando dois dedos na minha intimidade, começando a movê-los no mesmo ritmo que ele movia o pau na minha boca. Eu já tinha chupado algum cara antes, mas não daquele jeito. Nas outras vezes, eu movia minha cabeça e o cara ficava parado, mas agora não, meu professor era quem impunha o ritmo, de um jeito que eu sentia como se ele estivesse me comendo, mas minha boca no lugar da minha buceta.
Ficamos assim por uns minutos, durante os quais eu não conseguia parar de gemer, enquanto ouvia ele fazendo o mesmo e me dizendo que sabia que eu gostava, que eu chupava muito bem, que já tinha reparado em mim na escola e que algumas vezes tinha conseguido ver minha calcinha enquanto dava aula.
Naquele momento, senti o membro dele pulsando dentro da minha boca. Quis me afastar, mas ouvi ele dizer, enquanto me apertava contra ele: "Você não quer sujar a camiseta, quer?"
Então, obedecendo, me relaxei, agarrei as pernas dele e abri minha garganta, de modo que, quando recebi a primeira descarga de porra, engoli quase sem querer, ficando a segunda e a terceira descarga na minha boca. O gosto era amargo e salgado ao mesmo tempo, não gostava, mas num movimento quase reflexo, engoli tudo, sentindo escorrer pela minha garganta enquanto meu professor me olhava sorrindo.
Ele tirou o pau da minha boca, ainda duro, e começou a esfregá-lo no meu rosto, deixando os últimos restos de porra nas minhas bochechas e nos meus lábios.
Segurando meus ombros, me levantou do chão. Eu mal me segurava nas pernas, por causa do orgasmo tão intenso que tive enquanto ele gozava na minha boca. Beijou, enquanto tocava minha bucetinha com uma das mãos, percebendo o quanto eu já estava molhada. Me disse que já tinha subido minha nota de três que eu tinha antes pra quatro, e que dependia de mim chegar no dez, já que ainda faltavam quatro dias de viagem, mas que eu teria que me esforçar muito e que da próxima vez não ia se contentar só com eu chupar ele.
Depois me acompanhou até a porta enquanto falava que aquela noite estaria no quarto dele e que queria me ver vestida com o mais parecido que eu encontrasse com uma colegial daquelas de uniforme, porque era uma das fantasias dele.
Saí do quarto dele quase num sonho, ainda não tinha me recuperado totalmente do meu orgasmo, e demorei uns dois minutos pra perceber que estava no corredor de um hotel com meu biquíni encharcado, de um jeito que dava pra ver a mancha da minha excitação nele, uma camiseta preta meio levantada quase mostrando meus peitos e a calça jeans que eu tava usando antes agora na minha mão direita.
Fui pro meu quarto decidida a tomar um banho e preparar a roupa que meu professor de matemática tinha mandado eu vestir aquela noite pra ir no quarto dele.
Prometo que vou continuar contando o que aconteceu naquela noite e durante o resto da viagem.
Já tinha o quatro, mas ainda não tava aprovada, e ainda tinha a chance de conseguir meu primeiro dez em matemática.
3 comentários - No profe, na viagem de formatura