Olá, amigos e amigas do Poringa.net.
Aqui vai mais um post das minhas histórias nunca contadas.
Esta é a terceira parte do meu relacionamento secreto com minha enteada.
Uma noite, depois do jantar,
fui assistir TV na sala, que tava passando Argentina e Bolívia pela Copa América.
Enquanto isso, minha mulher e minha doce enteada arrumavam a mesa.
Minha mulher não curte futebol e ficou na TV da cozinha vendo um programa de artesanato, algo assim.
Quase no meio do primeiro tempo, gritei dois gols e tava pintando um puta jogo.
Nisso, minha enteada tava vendo o jogo atrás de mim e fazendo tarefa da faculdade.
Ela tava com uma camiseta das Leoas que parecia pintada no corpo, sem sutiã, deixando os bicos perfeitos bem visíveis. E com uma saia curtinha, igual as minas do hipismo usam.
Tava linda e muito gostosa.
Durante o intervalo, passei na cozinha pra pegar uma cerveja.
Minha mulher tava lutando contra o sono.
Ela me disse: "Vou desligar a TV e ver o jogo com você."
Isso me pareceu estranho, já que ela detesta futebol.
Comecei a ficar noiado e pensar que ela com certeza desconfiava ou sabia de algo.
Me fazendo de interessado, falei: "Fala sério, é um jogão, você vai gostar."
Fomos pra sala, e a menina tava sentada no sofá, abrindo espaço pra mãe sentar.
O jogo começou, e já não tava tão empolgante, na verdade tava chato.
Isso ajudou pra minha mulher cair no sono profundo.
Foi aí que vi minha enteada andando de quatro em minha direção.
Parecia uma gatinha procurando a porra dela.
Meu pau disparou pra ela, e meus olhos foram pra minha mãe, que dormia tranquilamente.
Com uma piscada e o dedo na boca (tipo aquela enfermeira dos quadros de hospital),
ela veio na minha direção.
Eu não sabia o que fazer, só fiquei duro e olhando o que tava rolando.
O jogo já não importava mais, só não queria que minha mulher acordasse por nada nesse mundo.
Com uma carinha de puta sem igual, ela começou a massagear meu pau com suavidade.
Que formava um... Um baita volume na minha calça.
Com cuidado e sem fazer barulho, eu abaixo meu zíper e, com as mãos dela bem devagar, tiro meu pau, que fica exposto e apontando pro rostinho lindo dela.
Ela, sem perder tempo, me deu um beijo carinhoso e passou a língua nos lábios, como se estivesse saboreando aquele manjar gostoso que morria de vontade de comer inteiro.
Sem vergonha nem medo, se entregou à tarefa: lambia e chupava, como se estivéssemos sozinhos no quarto.
Não sei se era a adrenalina ou o fato de fazer algo tão perigoso, mas eu ficava mais e mais excitado.
De repente, ela guardou meu pau na calça, e eu não entendi o que estava rolando.
Ela se levantou e foi pra cozinha.
Logo em seguida, da porta, me mostrou um pote de doce de leite.
Naquele instante, gol da Argentina, e minha mulher acordou assustada.
Me fazendo de distraído, comemorei o gol disfarçando a ereção que minha docinha provocou.
Com cara de sono, ela se despede de mim e da filha dela, que estava na cozinha, e vai cambaleando pro quarto, sem nem desconfiar do que o homem e a filha dela faziam enquanto ela dormia.
Depois de um tempo prudente, ela larga o pote de doce na mesinha de centro que tinha na frente e vai ver se a mãe já tinha deitado e dormido.
A mãe dela dormia profundamente.
Com um sorriso nos lábios, disse: "Papai, mamãe já tá bem dormida."
Era óbvio que ela queria brincar com o papai antes de dormir.
Como aquelas crianças que esperam os pais dormirem pra fazer travessuras.
A menina e eu estávamos prontos pra brincar.
Pegando uma boa porção de doce, passou no meu pau e lambeu e chupou, me deixando louco de prazer.
Ela lambia, brincava e ria das coisas que o papai adoçado deixava ela fazer com todo gosto.
Depois de deixar bem limpinho com as chupadas dela, meu pau parecia brilhar com a luz fraca da TV.
Ela se sentou no sofá e enfiou dois dedos no pote e passou na bucetinha depilada dela.
Que delícia, sem pensar.
Cada lambida, cada chupada pra limpar o doce mais gostoso que eu já tinha provado na vida.
Ela se contorcia e gemia como uma puta no cio.
Ela me fez sentar e subiu em cima de mim, pegando meu pau e levando pra dentro. até a buceta molhada dela.
deixando cair devagar e soltando um orgasmo quase mudo pra não acordar a mãe dela.
eu passei doce nos pezões gostosos dela e comecei a chupar bem devagarinho.
enquanto ela cavalgava minha pica, eu chupava os peitos dela com doce.
isso fez ela ficar excitada de novo e gozar mais uma vez, os gemidos dela são algo que me excita pra caralho, é uma mistura de prazer e choro que eu amo.
sem eu falar nada, ela ficou de quatro, me dando as costas e abriu as nádegas.
num convite claro pra eu comer o cu dela.
cheguei perto, lambi e cuspi no cuzinho apertado dela e encaixei minha cabeçuda.
com um empurrãozinho, foi abrindo cada vez mais.
até deixar entrar a pica toda da buceta dela até o fundo.
Se sentindo partida ao meio por aquela rola grande e grossa que ela tanto gostava, "não goza dentro", ela me pedia, por favor.
"Sem amor", eu dizia enquanto pegava aquele rabão. "Me avisa e não goza", ela repetia uma e outra vez.
Depois de um tempo assim, não aguentei mais.
Falei: "Tô quase, filha. Pra quê você quer saber?"
Ela tirou e começou a me bater uma punheta, abrindo a boca e colocando a língua pra fora.
Sem pensar, me deixei levar e deixei sair toda a porra que, em jorros, encheu a língua e a boca da minha linda enteada.
Ela brincava com meu gozo até engolir tudo.
"Desculpa, papai, mas eu precisava fazer isso", ela disse com cara de putinha.
"Adoro o quão puta você é, amor", respondi.
Nos vestimos e, como se nada tivesse acontecido, começamos a juntar tudo e deixar arrumado.
Levei o doce pra geladeira. Nós dois nos despedimos com um "até amanhã, filha, te amo".
Ela respondeu: "Eu também te amo, papai, até amanhã, descanse."
FIM
P.S.: Espero que tenham gostado, avaliem e deixem comentários, assim eu subo de categoria e consigo postar mais coisas. Muito obrigado e até a próxima.
Aqui vai mais um post das minhas histórias nunca contadas.
Esta é a terceira parte do meu relacionamento secreto com minha enteada.
Uma noite, depois do jantar,
fui assistir TV na sala, que tava passando Argentina e Bolívia pela Copa América.
Enquanto isso, minha mulher e minha doce enteada arrumavam a mesa.
Minha mulher não curte futebol e ficou na TV da cozinha vendo um programa de artesanato, algo assim.
Quase no meio do primeiro tempo, gritei dois gols e tava pintando um puta jogo.
Nisso, minha enteada tava vendo o jogo atrás de mim e fazendo tarefa da faculdade.
Ela tava com uma camiseta das Leoas que parecia pintada no corpo, sem sutiã, deixando os bicos perfeitos bem visíveis. E com uma saia curtinha, igual as minas do hipismo usam.
Tava linda e muito gostosa.
Durante o intervalo, passei na cozinha pra pegar uma cerveja.
Minha mulher tava lutando contra o sono.
Ela me disse: "Vou desligar a TV e ver o jogo com você."
Isso me pareceu estranho, já que ela detesta futebol.
Comecei a ficar noiado e pensar que ela com certeza desconfiava ou sabia de algo.
Me fazendo de interessado, falei: "Fala sério, é um jogão, você vai gostar."
Fomos pra sala, e a menina tava sentada no sofá, abrindo espaço pra mãe sentar.
O jogo começou, e já não tava tão empolgante, na verdade tava chato.
Isso ajudou pra minha mulher cair no sono profundo.
Foi aí que vi minha enteada andando de quatro em minha direção.
Parecia uma gatinha procurando a porra dela.
Meu pau disparou pra ela, e meus olhos foram pra minha mãe, que dormia tranquilamente.
Com uma piscada e o dedo na boca (tipo aquela enfermeira dos quadros de hospital),
ela veio na minha direção.
Eu não sabia o que fazer, só fiquei duro e olhando o que tava rolando.
O jogo já não importava mais, só não queria que minha mulher acordasse por nada nesse mundo.
Com uma carinha de puta sem igual, ela começou a massagear meu pau com suavidade.
Que formava um... Um baita volume na minha calça.
Com cuidado e sem fazer barulho, eu abaixo meu zíper e, com as mãos dela bem devagar, tiro meu pau, que fica exposto e apontando pro rostinho lindo dela.
Ela, sem perder tempo, me deu um beijo carinhoso e passou a língua nos lábios, como se estivesse saboreando aquele manjar gostoso que morria de vontade de comer inteiro. Sem vergonha nem medo, se entregou à tarefa: lambia e chupava, como se estivéssemos sozinhos no quarto.
Não sei se era a adrenalina ou o fato de fazer algo tão perigoso, mas eu ficava mais e mais excitado.
De repente, ela guardou meu pau na calça, e eu não entendi o que estava rolando.
Ela se levantou e foi pra cozinha.
Logo em seguida, da porta, me mostrou um pote de doce de leite.
Naquele instante, gol da Argentina, e minha mulher acordou assustada.
Me fazendo de distraído, comemorei o gol disfarçando a ereção que minha docinha provocou.
Com cara de sono, ela se despede de mim e da filha dela, que estava na cozinha, e vai cambaleando pro quarto, sem nem desconfiar do que o homem e a filha dela faziam enquanto ela dormia.
Depois de um tempo prudente, ela larga o pote de doce na mesinha de centro que tinha na frente e vai ver se a mãe já tinha deitado e dormido.
A mãe dela dormia profundamente.
Com um sorriso nos lábios, disse: "Papai, mamãe já tá bem dormida."
Era óbvio que ela queria brincar com o papai antes de dormir.
Como aquelas crianças que esperam os pais dormirem pra fazer travessuras.
A menina e eu estávamos prontos pra brincar.
Pegando uma boa porção de doce, passou no meu pau e lambeu e chupou, me deixando louco de prazer.
Ela lambia, brincava e ria das coisas que o papai adoçado deixava ela fazer com todo gosto.
Depois de deixar bem limpinho com as chupadas dela, meu pau parecia brilhar com a luz fraca da TV.
Ela se sentou no sofá e enfiou dois dedos no pote e passou na bucetinha depilada dela.
Que delícia, sem pensar.
Cada lambida, cada chupada pra limpar o doce mais gostoso que eu já tinha provado na vida.
Ela se contorcia e gemia como uma puta no cio.
Ela me fez sentar e subiu em cima de mim, pegando meu pau e levando pra dentro. até a buceta molhada dela.
deixando cair devagar e soltando um orgasmo quase mudo pra não acordar a mãe dela.
eu passei doce nos pezões gostosos dela e comecei a chupar bem devagarinho.
enquanto ela cavalgava minha pica, eu chupava os peitos dela com doce.
isso fez ela ficar excitada de novo e gozar mais uma vez, os gemidos dela são algo que me excita pra caralho, é uma mistura de prazer e choro que eu amo.
sem eu falar nada, ela ficou de quatro, me dando as costas e abriu as nádegas.
num convite claro pra eu comer o cu dela.
cheguei perto, lambi e cuspi no cuzinho apertado dela e encaixei minha cabeçuda.
com um empurrãozinho, foi abrindo cada vez mais.
até deixar entrar a pica toda da buceta dela até o fundo.
Se sentindo partida ao meio por aquela rola grande e grossa que ela tanto gostava, "não goza dentro", ela me pedia, por favor. "Sem amor", eu dizia enquanto pegava aquele rabão. "Me avisa e não goza", ela repetia uma e outra vez.
Depois de um tempo assim, não aguentei mais.
Falei: "Tô quase, filha. Pra quê você quer saber?"
Ela tirou e começou a me bater uma punheta, abrindo a boca e colocando a língua pra fora.
Sem pensar, me deixei levar e deixei sair toda a porra que, em jorros, encheu a língua e a boca da minha linda enteada.
Ela brincava com meu gozo até engolir tudo. "Desculpa, papai, mas eu precisava fazer isso", ela disse com cara de putinha.
"Adoro o quão puta você é, amor", respondi.
Nos vestimos e, como se nada tivesse acontecido, começamos a juntar tudo e deixar arrumado.
Levei o doce pra geladeira. Nós dois nos despedimos com um "até amanhã, filha, te amo".
Ela respondeu: "Eu também te amo, papai, até amanhã, descanse."
FIM
P.S.: Espero que tenham gostado, avaliem e deixem comentários, assim eu subo de categoria e consigo postar mais coisas. Muito obrigado e até a próxima.
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