Fodi minha namorada, a mãe e as irmãs dela (Capítulo 10)

DÉCIMA PARTE: Um passeio em famíliaMinha estratégia já estava definida. Coloquei em prática. Eu garantia que ia comer a Esperanza toda vez que visitava ela no apartamento. Obviamente, com a Majo no quarto ao lado ou em qualquer outro lugar da casa, mas que pudesse ouvir o que a gente fazia.

O tempo passou e chegou aquela época gostosa em que todo mundo coça o saco. Semana Santa. Eu, como não sou crente, encaro como um tempo de farra, descanso e trepada, se possível. E pra essa ocasião, com certeza ia ser possível. Esperanza tava me chamando pra um passeio com a família toda dela durante essa semana e eu, claro, não ia recusar o convite tentador.

Karla alugou um apartamento numa das principais cidades litorâneas, daquelas de veraneio. Pra essa ocasião, combinamos de nos encontrar na cidade destino. Esperanza e eu fomos os últimos a chegar por causa do trabalho. Quando chegamos, levamos um baita susto ao ver o quão pequeno era o apartamento que tinham alugado. Obviamente, os pais da Majo precisavam ficar confortáveis, então eles ficaram com um quarto só pra eles. Karla e Laura dividiriam quarto com seus respectivos parceiros. Do mesmo jeito, Esperanza e eu ficaríamos no mesmo quarto que a Majo e o Javier.

Se Esperanza já era uma garota quente no dia a dia, nesse tipo de passeio, essa condição aumentava. Mas o fato de ter que dividir o quarto com a irmã fazia com que Esperanza não se sentisse à vontade. A presença da Majo inibia ela de transar. Pra mim, pelo contrário, parecia a oportunidade perfeita, mas se Esperanza não quisesse, não podia forçar. Mas podia induzir ela; um pouco de cachaça pra transformar a Esperanza numa mulher sem nenhum pudor.

Na tarde que chegamos, convidei a Esperanza pra jantar. Depois demos um longo passeio pela praia. Falamos da gente, de como estávamos felizes um com o outro. Caminhamos até anoitecer; compramos uma garrafa de rum e sentamos na beira do mar pra tomar. A Esperanza não era muito fã de rum, mas como estávamos de férias, ela bebeu sem problema nenhum. Foi um momento incrível, um tempo pra curtir como casal.

Voltamos pro apartamento de madrugada, meio afetados pelo álcool; na verdade, tivemos dificuldade pra subir no beliche. Nos abraçamos seminus, tentando que a tontura nos deixasse pegar no sono. A gente se deitou com pouca roupa porque o calor tava infernal. Eu adorava dormir abraçado com a Esperanza; a pele dela era tão macia que abraçá-la ou sentir minhas pernas entrelaçadas nas dela era um prazer indescritível.

Mas naquela noite eu não conseguia me contentar com isso. A Esperanza tava deitada de lado, e eu abraçava ela por trás. Desejei uma boa noite e beijei ela atrás da orelha. Fiz a mesma coisa alguns segundos depois. A Esperanza, entre sonhos, respondia, eu sabia, mas me fazia de surdo e repetia. Depois, só beijava ela, mordia delicadamente o lóbulo da orelha dela.

— Tá carinhoso, hein? — falou a Esperanza com voz sonolenta.
— Como não vou ser carinhoso?... Você é o amor da minha vida.

Continuei beijando a Esperanza, atrás da orelha e no pescoço. Ela continuava deitada ali, recebendo meu carinho, mas sem retribuir. Eu beijava e repetia o quanto amava ela, bem suave. Segui por um bom tempo, a ponto de chegar num momento em que tava completamente duro. Sem ter tocado ela, só de beijar e sentir ela tranquila com meu carinho. Ela notou minha excitação e eu propus a gente fazer. Mas ela ainda tava meio encanada por dividir o quarto com a irmã. Insistia pra deixar pro outro dia num lugar mais discreto. Mas eu continuei beijando ela, mantinha meu corpo colado no dela e não desistia da minha intenção. Falei que ia mimar ela por um tempo e que enquanto isso ela fosse pensando.

Continuei beijando ela; me propus a não usar minhas mãos até que fosse totalmente necessário. Uns beijos longos e molhados beijos na nuca dela, uns beijinhos curtos na parte de cima das costas dela, umas lambidas rápidas na orelha dela; e meu corpo sempre colado no dela. Continuei beijando ela nos ombros e já dava pra sentir ela esquentando. Ela começou a se esfregar em mim, virava a cabeça de leve, aproximando o rosto do meu mas sem que nossas bocas se encontrassem.

Comecei a acariciar ela de leve nos braços, beijava ela com força no pescoço. Nessa hora, Esperança pediu pra eu passar meu pau nas nádegas dela, descendo pelas costas; mas que eu não fosse penetrar ela, "Com a Majo aqui, juro que não consigo", disse ela já com o rosto meio vermelho. Tirei a cueca e coloquei meu pau na parte de baixo das costas dela. Deslizei ele devagar, enquanto acariciava a cintura e a barriga dela. Ela me segurava pelas costas, empurrando meu corpo contra o dela enquanto eu ia acelerando aos poucos o ritmo do meu pau nela. Fechei a boca no lóbulo da orelha dela, me agarrando nela; uma mordida firme mas sem machucar. Assim, sugeri tirar a calcinha fio dental dela; garanti que continuaríamos na mesma, sem penetração. "Tira ela", disse ela enquanto começou a rebolar a bunda.

Já fazia uns cinco minutos desde que comecei a deslizar meu pau nela; já começava a soltar uma leve gozada; escorria aos poucos nas costas e nas nádegas da Esperança. Isso fazia o deslizamento ficar mais natural. Enquanto beijava o pescoço dela, ela segurava minha cabeça e inclinava a dela pra trás. Não aguentava mais. Falei pra ela deixar eu meter, nem que fosse só um pouquinho. Ela topou, "Mas só por um tempinho". Peguei meu pau na mão e guiei ele até a buceta da Esperança. Tava molhadíssima.

Assim que enfiei meu pau, ela gemeu e se segurou. Levou a mão na boca, enquanto eu mexia a ponta do meu pau nela. Agarrei ela com força pelas cadeiras e deslizava meu pau cada vez mais fundo. A Esperança esquecia por uns momentos da irmã dela, virava o torso pra gente poder se beijar; e nessa altura da noite já tava fazendo um barulho considerável. Tirei o sutiã dela e agarrei os peitos dela com força. Mal apertei aqueles peitos lindos, meus movimentos foram aumentando em força e velocidade. Nossos corpos batiam num ritmo constante. Ficamos assim por uns dez minutos. Ela pediu pra eu parar, me fez deitar de costas e depois montou em mim. Esperança tava tão tesuda que desde que montou, foi basicamente ela quem se mexeu. Ela balançava o corpo sem controle em cima de mim, como se tivesse tendo um ataque epilético. Se sacudia forte enquanto eu apertava os peitos dela. Ela esqueceu os pudores e gemia solto; mais que gemer, ela ofegava. Mas fazia isso sem nenhuma cerimônia.

De vez em quando eu tinha que olhar pro lado, ficava de olho se a Majo ou o namorado dela percebiam o que a gente tava fazendo. Mas tava escuro, era quase impossível notar. Esperança deixou o torso cair sobre o meu, apoiou as duas mãos nos lados da minha cabeça; às vezes me puxava pelo cabelo, às vezes me enterrava as unhas. Batia o corpo rápido contra o meu. Eu agarrava ela com força pelas nádegas, quis enfiar um dedo no cu dela, mas ela afastou minha mão. Comecei a beijar ela e isso foi o estopim pra gozar naquele momento gostoso. Ela percebeu que eu tinha terminado, me beijava e soltava uma risada de prazer; fazia pausas pra me lembrar que me amava.

Ficamos exaustos. Continuamos nos beijando por um tempo, abraçados, até o sono nos vencer.

No dia seguinte acordamos bem cedo, tomamos banho juntos e fizemos a primeira trepada do dia. Sentamos pra tomar café bem relaxados; nossos rostos mostravam tranquilidade e alegria. Batemos papo com toda a família por um bom tempo. Naquela manhã, Majo e o namorado anunciaram pra família que estavam pensando em casar. A notícia me deixou gelado. Eu tava prestes a perder ela pra sempre.

Majo tava pensando em casar nessa cidade, então aquela Amanhã eu iria com a Karla, a Esperanza e a mãe dela ver um lugar perfeito pra fazer o evento. Eu, o Javier e o Mariano iríamos no supermercado pegar umas coisas que tavam faltando no apartamento; enquanto a Laura e o marido dela iam ficar na piscina com a filhinha pequena deles.

Como o plano me parecia um tédio absoluto, fingi uma dor de barriga forte e fiquei dormindo.

Ouvi uns gritos, também choro. Minha soneca foi interrompida por esse escândalo. Levantei pra ver o que tava rolando, quando saí do quarto vi a Laura de costas; ela tava chorando enquanto discutia com o marido. Ela não tinha percebido que eu tava ali, olhava pro outro lado, pro lado do corredor que dava na sala do imóvel. Era uma briga feroz; nem ela nem o marido economizavam pra se agredir com palavras grosseiras e obscenas. A Laura chorava sem consolo. Me aproximei dela na surdina e, sem ela perceber, coloquei minhas mãos na cintura dela. Comecei a deslizar elas pra baixo, percorrendo devagar as pernas dela. Ela levou um susto danado, mas assim que virou a cabeça pra ver o que tava rolando, eu fiz sinal pra ela ficar quieta; colocando o dedo indicador nos meus lábios.

— Pensei que não tinha ninguém, que a gente tava sozinho — Ela disse sussurrando
— Me acordaram com os gritos — respondi mantendo o mesmo tom de voz
— Não quero mais problemas com meu marido, me deixa em paz
— Ele não te respeita. Não aguento ele te chamar de puta ou vagabunda sendo que você é uma mulher espetacular; linda e delicada.
— Mature, por favor, mature

Mas eu não tava nem aí pra ir embora, nem pra parar de acariciar ela. Ela continuava discutindo com o marido, que da sala, não conseguia ver o que tava rolando no corredor. Minhas mãos percorreram as pernas dela e sem pedir licença começaram a esfregar a bunda dela. Ela tentava me afastar com uma mão, me empurrava um pouco, mas o movimento dela não era forte o suficiente pra deixar claro que ela queria me afastar. Acariciei a parte de dentro das coxas dela e devagar comecei a roçar a buceta dela, por cima da calcinha.
Ela tava adorando. Na real, chegou uma hora que ela começou a guiar meus movimentos. Enquanto o marido dela xingava ela, ela se virou e começou a me beijar de boca aberta. A gente se beijava com paixão, agarrando o corpo um do outro sem controle. Começamos a andar pro quarto dela enquanto nossos lábios continuavam grudados. Ela bateu a porta com força, como se quisesse fazer o namorado acreditar que tinha se trancado furiosa no quarto.
No quarto tava a filha dela, uma menininha de três anos que, pra nossa sorte, tava dormindo.
Ela se jogou na cama e me chamou pra mimar a pussy dela. Queria uns beijinhos ali porque o marido se recusava a dar, e eu, claro, tava pronto pra agradar ela. Enquanto eu lambia e beijava a buceta provocante dela, ela me puxava pelo cabelo e empurrava minha cara pra virilha dela; me contava que o marido era um amargurado frígido que não cumpria as obrigações de marido e, quando fazia, era de um jeito medíocre.
O boquete foi curto porque a gente sabia que tinha que se apressar, a gente tava correndo um risco enorme fazendo aquilo ali. Mas como já tínhamos começado, não dava pra ficar na vontade. Propus que a gente se encontrasse em dez minutos na praia. Eu sairia por alguma janela do apartamento enquanto ela sairia pela porta, sem dar nenhuma explicação pro marido.
Demorei um pouco mais do que o previsto pra chegar no nosso ponto de encontro, mas quando finalmente cheguei, vi ela parada lá. Peguei ela pela cintura e sugeri que a gente nadasse mar adentro, porque tinha muita gente na praia. A gente nadou e, quando quase não via mais as pessoas, só uns pontinhos pequenos, a gente parou. Ela começou a me contar que tava muito mal com o marido, na real, com a vida dela.
Além da falta de comunicação e da falta de sexo, ela disse que tinham uma hipoteca e nenhum dos dois tava trabalhando. Eu acariciava o cabelo dela. enquanto tentava consolá-la. Limpei suas lágrimas e disse que tinha uma proposta pra resolver os problemas dela. "Vira minha escrava sexual uma vez por mês e eu pago a prestação do seu financiamento". Ela ficou me encarando, sem acreditar no que ouvia, sem saber o que fazer. No fim, aceitou, mas só até arrumar um emprego; quando conseguisse, nosso trato acabava.

Comecei a beijá-la sem o menor pudor. Levantei a parte de cima do biquíni dela, deixando os peitos à mostra. Via e sentia eles de novo, eram maravilhosos. Com uma mão, eu os apertava, enquanto com a outra acariciava a buceta dela por cima do biquíni. Ela me segurava firme pela bunda enquanto nos beijávamos. Tava com tanta vontade que não demorou pra eu puxar o biquíni dela pro lado e meter. Desde o começo, comi ela com gosto; ela gemia sem nenhuma restrição, estávamos tão longe da praia que era difícil alguém ouvir. Mesmo com o tesão lá em cima, era complicado transar e flutuar ao mesmo tempo. De vez em quando a gente afundava, mas nunca parava de se mexer. Chegou uma hora que tirei meu pau dela e pedi pra ela virar. Peguei meu pau na mão e guiei, dessa vez pro cu dela. Ela apertou a bunda, fechando a entradinha.

— O que cê tá fazendo? … aí não — disse ela, se esforçando pra não afundar.

— Lembra do nosso trato, ou quer acabar na rua feita uma piranha?

Ela aceitou, mas pediu pra eu ir bem devagar e com cuidado, porque nunca tinham comido ela pelo cu. Comecei a enfiar meu pau aos poucos, sempre perguntando se ela tava confortável ou se sentia dor. Ela me guiava, dizia quando parar, quando tava doendo. Mas minha excitação foi aumentando, e meus movimentos foram ficando mais brutos. Ela soltava uns gritos de rasgar; misturava com umas palavras entrecortadas que me pediam pra eu parar. Mas eu tava cego, nublado, não conseguia parar de comer ela. Infelizmente não consegui comer o cu dela por um bom tempo, porque foi tanta excitação que acabei gozando antes do que eu imaginava.

Ela ajeitou o biquíni de novo e a gente nadou até a praia. Falei pra ela que não era bom chegar junto no apartamento, então ela iria sozinha e eu chegaria um tempo depois.

Fui pro centro da cidade e comprei um colar bonito pra dar de presente pra Esperança. Com isso, ia conseguir desviar a atenção de todo mundo assim que voltasse pro apartamento e me perguntassem onde eu tava.

Quando voltei, sentei pra beber um gole com o Mariano, o pai dessas minas. Depois tomei um banho e saí com a Esperança pra jantar. Meu plano era repetir o plano da noite anterior. Na real, eu tava pensando em repetir esse plano toda noite, enquanto a gente tivesse no passeio.

Naquela noite, quando a gente tava debaixo dos lençóis, comendo, a Majo levantou e falou: "Respeita que a gente tá aqui, vocês não conseguem segurar esses desejos carnais pra outra hora?"
A gente escutou, mas naquele momento nem eu nem a Esperança ligamos.Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.

Quem quiser fotos das protagonistas desse relato é só me avisar.


DÉCIMA PRIMEIRA PARTE: A bunda da discórdiaO passeio ficou pra trás. Já fazia meses que a gente tinha voltado pra nossa cidade, pra retomar nossas vidas. Durante todo esse tempo, fiquei me torturando ao pensar que a Majo ia casar. Sabia que tinha que evitar isso a qualquer custo, mas até agora não me vinha nada na cabeça pra conseguir o que eu queria... . Twitter: @felodel2016

31 comentários - Fodi minha namorada, a mãe e as irmãs dela (Capítulo 10)

hhhhi +1
Muy buen relato, yo quiero fotos
hhhhi
@felodel2005 hhhhi@live.com
@hhhhi está bien tu correo?
Te las envío y rebota el correo
hhhhi
@felodel2005 perdona hhhhi@live.com.ar
Fiel seguidor de tus relatos, muy buenos, me gustarían las fotos
Si todo esto es real como decis te digo la verdad? Te envidio genio jajajajaja segui que tus relatos son mi droga
Me complace que te gusten los relatos. Y como sos seguidor de la serie te aviso que con el próximo relato me voy a demorar más o menos una semana
@felodel2005 No hay problema genio... Mientras la serie siga la voy a esperar jajajjaj
Y una pregunta por adelantado... ¿termina todo mal o bien con majo?. Saludo y un abrazo
@mr_talarga Esa pregunta no te la puedo responder. Sería adelantarte el final en una sola frase
vamak10 +1
Gran relato, pasa las fotos por favor vamak10@gmail.com
buen relato master, te dejo puntos y enviame fotos please
Dejame un correo para enviártelas
@felodel2005 te lo puedo enviar por un mp
@trovador_18 si
Grande el relato, te dejo puntos viejo, el correo por si puedes enviar las fotos. quingonjin@hotmail.com gran serie
Muy bueno... pasame fotos porfa. Chanycristian@gmail.com
sin dudas quiero ver el material. igual buena fantasía. aledt1@hotmail.com
genio!! van 6 puntines. pasa fotis. ruso_polta@hotmail.com
muy buenos relatos amigooo espero el siguiente a ver que pasa hay te abn puntos amigo saludoss
Ahi van los puntos. Si podes manda fotos a jhomie12@live.com.ar
visor3000_39@hotmail.com pasa las fotos master, muy buen relato espero el proximo.
Te agradezco y de paso te confirmo que el próximo estará listo el sábado
Pasame las fotos bro mi correo es ivan_630@hotmail.es
Dejo 10 puntos
buen puntaje valio el relato ,espero las fotos pablomejor.22@gmail.com
Vale gracias. Las imágenes ya las tenés en el correo
Por fin hiciste un culo en esa familia. ¿Tanto ganabas que por una vez al mes podía pagar una hipoteca? ¿O no tenías intención de cumplir? jajajajaj
Va punto
Quedaba con lo justo para sobrevivir, pero era necesario tener palabra en este caso
@felodel2005 Como putero siempre he tenido mis límites, nada de arruinarme por pagar por sexo. Pero si estabas decidido a ello ..............
@dantraloco lo estaba
gran relato que ganas de conocerlas mi mail armandof@live.cl
Excelente relato, me puedes pasar las fotos de las protagonistas?... Mi correo es yul175@outlook.es