Este é um capítulo que não gostei muito de escrever, mas com o tempo, fui gostando cada vez mais, e está em sintonia com um estado de espírito especial, que só algumas vezes conseguimos alcançar.
Claudia é uma puta vingativa 113
Claudia tinha tido problemas no trabalho, as coisas não iam muito bem, ela tinha discutido com uns planos de saúde importantes, eu não sabia os motivos. Mas não podia ajudá-la, ela estava meio irritada.
Naquela noite, jantamos nós três com Javier, e Claudia comentou que o médico do laboratório tinha entrado em contato com ela, o mesmo que pediu para ela falar numa apresentação da outra vez. Sabia que ela estava mal de trabalho e ofereceu um cargo no laboratório. "Que bom", disse Javier na hora.
Claudia estava séria, e eu entre sério e divertido por dentro — era o médico que tinha comido ela, que quis dar um carro de presente. Com certeza não estava oferecendo o trabalho por ela ser uma boa médica. Claudia estava séria, e Javier perguntou o que estava acontecendo.
— Nada, esse cara quer que eu vá a uma festa que ele vai dar na casa dele... no sábado... para me apresentar a outras pessoas do laboratório...
— E qual é o problema, amor? — disse Javier.
— Ai, Javi... esse senhor já esteve entre as minhas pernas... a gente gozou junto... meu marido me acompanhava... ele queria que eu trabalhasse com ele, que fosse sua secretária, para poder me comer sem a esposa desconfiar. — Javier ficou sério, não sabia o que dizer.
Continuamos comendo por um tempo, que para nós três pareceu pesado, denso. Ninguém parecia conseguir falar. Depois de um tempo, Javier falou.
— E o que você vai fazer?
— Nada... vou dizer que não vou.
— Você não precisa do trabalho?
— Preciso...
— E então?
— É muito perigoso...
— Por quê? Trabalham com materiais perigosos?
— Não se faça de idiota... porque ele vai querer me comer o tempo todo.
— Ah, quantos caras querem te comer...
— Sim, mas ele seria meu chefe... e eu, a secretária dele... a gente passaria muito tempo junto... não quero ser assediada.
— Por que você não aguenta o assédio? Você já diz sim na hora... hein, puta...
— Não. Não fala assim comigo..." – disse Claudia quase num grito e se levantou da mesa. Javier foi pra casa dele, ele tinha as chaves, então por sorte não precisei acompanhá-lo. Eu tinha um Dom Valentin lacrado que não ia desperdiçar uma gota sequer, me servi mais um pouco, com a lasanha uma delícia. Fiquei jantando sozinho, quando terminei arrumei a mesa, limpei tudo. Claudia estava deitada. Fui pra varanda e fumei um cigarro, por sorte conseguia fumar com moderação, não tinha me viciado de novo. Depois fui me deitar. Claudia me abraçou e disse:
– O que vou fazer, amor... pela primeira vez na minha vida não sei o que fazer...
– Descansa, amor... alguma coisa vai te ocorrer...
Por uns dois dias Javier não apareceu nem ligou, não sabíamos o que tinha acontecido. Eu me sentia meio além do bem e do mal. Me sentia feliz com minha vida. Não queria problemas desnecessários. Enquanto me barbeava naquela manhã, pensei: "você está ficando sábio, véio", e achei graça, sorri que nem um idiota na frente do espelho. As crianças ficaram aos cuidados da Silvia, Nerea começou o primeiro ano, que sensação gostosa, que bom, pensei, ia arrumar um tempinho pra levar ela na escola.
Uns dias depois Javier apareceu, veio jantar. Claudia estava brava com ele, não queria nem falar. Ele pediu desculpas e ela disse que perdoava.
Jantamos tranquilos, eu achava graça na ideia de terminar tomando o vinho que sobrasse de novo. Os dois estavam sérios. Num momento Javier falou:
– E aí, o que você resolveu...
– Não sei, queria te perguntar... que tal se a gente for sábado? Vocês me acompanham e a gente vê como é que é... como vem o papo...
– É uma boa ideia... mas mesmo assim... se você já teve algo alguma vez... e ele te convida pra trabalhar com ele...
– Então eu digo que não...
– Faz o que quiser... você já é grandinho...
Ficamos em silêncio, depois fomos pra cama. Claudia montou nele e transaram bem gostoso, no começo em silêncio. Claudia teve o primeiro orgasmo dela. Javier falou:
– O cara vai acabar te comendo...
– Cê acha? – disse Claudia, que estava montada. sobre a cock dele e a tesão dela não deixava esconder nada. A voz de puta dela, como sempre.
– E sim… daqui a pouco você vai estar montada na cock dele…
– aaaa… não fala assim… me sinto uma puta…
– você já sabe que é uma puta…
– Então eu falo que não…
Eles ficaram transando pra caralho. Chegaram se mordendo e se beijando de língua. Eu aquela noite só dormi.
Depois da foda, Javier colocou ela de joelhos no chão e deu a cock dele pra chupar de novo.
– Tenho mais cum ainda… começa a trabalhar de secretária puta… chupa, vai…
– não fala assim comigo – disse Claudia ajoelhada na frente dele, que pegou ela pelos cabelos e puxou pra cock dele.
– Vai, big booty puta, chupa… então você vai ser a puta do diretor de um laboratório… – Claudia se masturbava enquanto chupava ele. – chupa, cu roto, vai… chupa bem… quero que você engula tudo… – ele segurou forte a nuca dela quando tava gozando, Claudia também tava gozando com a masturbação que ela tava fazendo, os dois estavam muito tarados. Pra mim, o que mais tinha gostado era o vinho, boa noite, pensei comigo e fui dormir.
Claudia é uma puta vingativa 113
Claudia tinha tido problemas no trabalho, as coisas não iam muito bem, ela tinha discutido com uns planos de saúde importantes, eu não sabia os motivos. Mas não podia ajudá-la, ela estava meio irritada.
Naquela noite, jantamos nós três com Javier, e Claudia comentou que o médico do laboratório tinha entrado em contato com ela, o mesmo que pediu para ela falar numa apresentação da outra vez. Sabia que ela estava mal de trabalho e ofereceu um cargo no laboratório. "Que bom", disse Javier na hora.
Claudia estava séria, e eu entre sério e divertido por dentro — era o médico que tinha comido ela, que quis dar um carro de presente. Com certeza não estava oferecendo o trabalho por ela ser uma boa médica. Claudia estava séria, e Javier perguntou o que estava acontecendo.
— Nada, esse cara quer que eu vá a uma festa que ele vai dar na casa dele... no sábado... para me apresentar a outras pessoas do laboratório...
— E qual é o problema, amor? — disse Javier.
— Ai, Javi... esse senhor já esteve entre as minhas pernas... a gente gozou junto... meu marido me acompanhava... ele queria que eu trabalhasse com ele, que fosse sua secretária, para poder me comer sem a esposa desconfiar. — Javier ficou sério, não sabia o que dizer.
Continuamos comendo por um tempo, que para nós três pareceu pesado, denso. Ninguém parecia conseguir falar. Depois de um tempo, Javier falou.
— E o que você vai fazer?
— Nada... vou dizer que não vou.
— Você não precisa do trabalho?
— Preciso...
— E então?
— É muito perigoso...
— Por quê? Trabalham com materiais perigosos?
— Não se faça de idiota... porque ele vai querer me comer o tempo todo.
— Ah, quantos caras querem te comer...
— Sim, mas ele seria meu chefe... e eu, a secretária dele... a gente passaria muito tempo junto... não quero ser assediada.
— Por que você não aguenta o assédio? Você já diz sim na hora... hein, puta...
— Não. Não fala assim comigo..." – disse Claudia quase num grito e se levantou da mesa. Javier foi pra casa dele, ele tinha as chaves, então por sorte não precisei acompanhá-lo. Eu tinha um Dom Valentin lacrado que não ia desperdiçar uma gota sequer, me servi mais um pouco, com a lasanha uma delícia. Fiquei jantando sozinho, quando terminei arrumei a mesa, limpei tudo. Claudia estava deitada. Fui pra varanda e fumei um cigarro, por sorte conseguia fumar com moderação, não tinha me viciado de novo. Depois fui me deitar. Claudia me abraçou e disse:
– O que vou fazer, amor... pela primeira vez na minha vida não sei o que fazer...
– Descansa, amor... alguma coisa vai te ocorrer...
Por uns dois dias Javier não apareceu nem ligou, não sabíamos o que tinha acontecido. Eu me sentia meio além do bem e do mal. Me sentia feliz com minha vida. Não queria problemas desnecessários. Enquanto me barbeava naquela manhã, pensei: "você está ficando sábio, véio", e achei graça, sorri que nem um idiota na frente do espelho. As crianças ficaram aos cuidados da Silvia, Nerea começou o primeiro ano, que sensação gostosa, que bom, pensei, ia arrumar um tempinho pra levar ela na escola.
Uns dias depois Javier apareceu, veio jantar. Claudia estava brava com ele, não queria nem falar. Ele pediu desculpas e ela disse que perdoava.
Jantamos tranquilos, eu achava graça na ideia de terminar tomando o vinho que sobrasse de novo. Os dois estavam sérios. Num momento Javier falou:
– E aí, o que você resolveu...
– Não sei, queria te perguntar... que tal se a gente for sábado? Vocês me acompanham e a gente vê como é que é... como vem o papo...
– É uma boa ideia... mas mesmo assim... se você já teve algo alguma vez... e ele te convida pra trabalhar com ele...
– Então eu digo que não...
– Faz o que quiser... você já é grandinho...
Ficamos em silêncio, depois fomos pra cama. Claudia montou nele e transaram bem gostoso, no começo em silêncio. Claudia teve o primeiro orgasmo dela. Javier falou:
– O cara vai acabar te comendo...
– Cê acha? – disse Claudia, que estava montada. sobre a cock dele e a tesão dela não deixava esconder nada. A voz de puta dela, como sempre.
– E sim… daqui a pouco você vai estar montada na cock dele…
– aaaa… não fala assim… me sinto uma puta…
– você já sabe que é uma puta…
– Então eu falo que não…
Eles ficaram transando pra caralho. Chegaram se mordendo e se beijando de língua. Eu aquela noite só dormi.
Depois da foda, Javier colocou ela de joelhos no chão e deu a cock dele pra chupar de novo.
– Tenho mais cum ainda… começa a trabalhar de secretária puta… chupa, vai…
– não fala assim comigo – disse Claudia ajoelhada na frente dele, que pegou ela pelos cabelos e puxou pra cock dele.
– Vai, big booty puta, chupa… então você vai ser a puta do diretor de um laboratório… – Claudia se masturbava enquanto chupava ele. – chupa, cu roto, vai… chupa bem… quero que você engula tudo… – ele segurou forte a nuca dela quando tava gozando, Claudia também tava gozando com a masturbação que ela tava fazendo, os dois estavam muito tarados. Pra mim, o que mais tinha gostado era o vinho, boa noite, pensei comigo e fui dormir.
5 comentários - Sabiamente cornudo...