Bom, espero que vocês tenham gostado da história anterior, essa é de 2 anos atrás. Acho que sou um filho da puta. Eu tinha um grande melhor amigo, 7 anos de amizade, e ele tinha duas irmãs que eram umas bebês quando as conheci.
Há 2 anos, encontrei a mais velha. Na época, ela tinha acabado de fazer 18 anos, a típica mina que só teve um namorado, um daqueles babacas que duram menos que um curta-metragem na hora de foder. Esbarrei com ela no trabalho e falei: "Ei, Maria, o que cê tá fazendo aqui?" "Ah, tô procurando emprego." Aí conversei com a chefia pra darem uma vaga pra ela. Pouco tempo depois, ela entrou e ficou muito feliz por eu ter ajudado. Vou contar: Maria era uma mina de 1,57m, corpo de test, morena, com uma bunda linda e peitos pequenos. Adorava azul e usava umas leggings de puta. Um dia, ela me disse: "Pelo favor, vamos sair?" Então convidei ela pra um pub no centro da cidade. Não sabia que a garota vagabunda ficava bêbada com dois copos. Justo um amigo passou do lado de fora do pub de carro e foi me deixar. Deitei ela um pouco e fiquei do lado pra passar o efeito. A safada começou a beijar meu pescoço, aí fiquei com tesão e não evitei pegar tudo que podia, até cair na real e pensar: "O que tô fazendo? É a irmã mais nova do meu melhor amigo." Ali eu devia ter parado tudo, mas não foi assim. Chamei um táxi e mandei ela pra casa.
Os dias passaram e a gente conversava pelo WhatsApp. Ela me disse: "Por que a gente não vai a algum lugar?" Então convidei ela pra uma festa na universidade. Dessa vez, eu não falei nada. Ela chegou com um vestido minúsculo, os peitos cobertos por um casaquinho, meia arrastão e um salto de 5 cm. Olhei e pensei: "Que mina mais puta." Fomos pra festa, ela tomou um copo e eu tava fumando com meus amigos, quando ela disse: "Vamos dançar?" Ainda bem que tava tudo escuro. A gente se beijou, e o vestido dela subia tanto que dava pra ver a calcinha. Passei a mão onde dava, e ela... Coloquei ela de costas e esfregava a bunda dela no meu pau, que naquele ponto já estava prestes a explodir. Foi nesse instante que perdi a linha, enfiei a mão por baixo do vestido dela — ela estava ensopada. Ela chegou perto do meu ouvido, toda excitada. Perguntei se ela queria ir pra casa dela, então fomos. No ônibus a caminho, ela levantou o vestido pra eu ver as pernas dela e se tocava como uma louca. Chegamos na casa dela, os pais estavam dormindo. Eu fui ficar no quarto do meu amigo, já que ele tinha ido dormir na casa da namorada. Tava com a luz apagada, quando percebo que abrem a porta e acendem a luz. Era a Maria, vindo com uma blusinha sem sutiã e uma calcinha minúscula. A primeira coisa foi enfiar a mão entre as pernas dela — era um chafariz. Então levantei e começamos a nos beijar. Ela se ajoelhou, puxou minha cueca pra baixo e começou a chupar que nem uma profissional. Engasgava com o pau na boca dela. Eu tava em frenesi, então coloquei ela apoiada na cama, puxei a calcinha dela pra baixo e meti de uma vez. Ela tava alucinada, tinha perdido o controle das emoções. Eu tava estourando a buceta dela de porrada, e a putinha só reclamava, enquanto agarrava a cama de tesão. Eu tava em outro mundo, não ligava pra nada. Deixei as nádegas dela vermelhas de tanto tapa que dei. Agarrei o cabelo dela e tinha total controle — ela era minha puta. Perguntei: "Tá gostando de como eu tô te arrombando?" E ela respondia: "Sim, por favor, continua." Ela se levantou e sentou na cama, abrindo as pernas. Fui lamber todos os sucos vaginais dela. Ela gritava de prazer. A cama do meu amigo tava encharcada de fluidos. Como ela era pequena, agarrei ela e coloquei no meu colo, enfiei até o talo. A gente transou por uns 40 minutos. Quando eu tava quase gozando, perguntei onde ela queria a porra. A vadiazinha se ajoelhou pra chupar meu pau, e quando eu ia terminar, ela se afastou e levou tudo na cara. Ela me olhou com uma cara de prazer. Me deu um beijo e foi dormir. No dia seguinte, os pais dela tinham ido pra feira. a puta voltou pra mais.
Espero que tenham gostado 👍
Há 2 anos, encontrei a mais velha. Na época, ela tinha acabado de fazer 18 anos, a típica mina que só teve um namorado, um daqueles babacas que duram menos que um curta-metragem na hora de foder. Esbarrei com ela no trabalho e falei: "Ei, Maria, o que cê tá fazendo aqui?" "Ah, tô procurando emprego." Aí conversei com a chefia pra darem uma vaga pra ela. Pouco tempo depois, ela entrou e ficou muito feliz por eu ter ajudado. Vou contar: Maria era uma mina de 1,57m, corpo de test, morena, com uma bunda linda e peitos pequenos. Adorava azul e usava umas leggings de puta. Um dia, ela me disse: "Pelo favor, vamos sair?" Então convidei ela pra um pub no centro da cidade. Não sabia que a garota vagabunda ficava bêbada com dois copos. Justo um amigo passou do lado de fora do pub de carro e foi me deixar. Deitei ela um pouco e fiquei do lado pra passar o efeito. A safada começou a beijar meu pescoço, aí fiquei com tesão e não evitei pegar tudo que podia, até cair na real e pensar: "O que tô fazendo? É a irmã mais nova do meu melhor amigo." Ali eu devia ter parado tudo, mas não foi assim. Chamei um táxi e mandei ela pra casa.
Os dias passaram e a gente conversava pelo WhatsApp. Ela me disse: "Por que a gente não vai a algum lugar?" Então convidei ela pra uma festa na universidade. Dessa vez, eu não falei nada. Ela chegou com um vestido minúsculo, os peitos cobertos por um casaquinho, meia arrastão e um salto de 5 cm. Olhei e pensei: "Que mina mais puta." Fomos pra festa, ela tomou um copo e eu tava fumando com meus amigos, quando ela disse: "Vamos dançar?" Ainda bem que tava tudo escuro. A gente se beijou, e o vestido dela subia tanto que dava pra ver a calcinha. Passei a mão onde dava, e ela... Coloquei ela de costas e esfregava a bunda dela no meu pau, que naquele ponto já estava prestes a explodir. Foi nesse instante que perdi a linha, enfiei a mão por baixo do vestido dela — ela estava ensopada. Ela chegou perto do meu ouvido, toda excitada. Perguntei se ela queria ir pra casa dela, então fomos. No ônibus a caminho, ela levantou o vestido pra eu ver as pernas dela e se tocava como uma louca. Chegamos na casa dela, os pais estavam dormindo. Eu fui ficar no quarto do meu amigo, já que ele tinha ido dormir na casa da namorada. Tava com a luz apagada, quando percebo que abrem a porta e acendem a luz. Era a Maria, vindo com uma blusinha sem sutiã e uma calcinha minúscula. A primeira coisa foi enfiar a mão entre as pernas dela — era um chafariz. Então levantei e começamos a nos beijar. Ela se ajoelhou, puxou minha cueca pra baixo e começou a chupar que nem uma profissional. Engasgava com o pau na boca dela. Eu tava em frenesi, então coloquei ela apoiada na cama, puxei a calcinha dela pra baixo e meti de uma vez. Ela tava alucinada, tinha perdido o controle das emoções. Eu tava estourando a buceta dela de porrada, e a putinha só reclamava, enquanto agarrava a cama de tesão. Eu tava em outro mundo, não ligava pra nada. Deixei as nádegas dela vermelhas de tanto tapa que dei. Agarrei o cabelo dela e tinha total controle — ela era minha puta. Perguntei: "Tá gostando de como eu tô te arrombando?" E ela respondia: "Sim, por favor, continua." Ela se levantou e sentou na cama, abrindo as pernas. Fui lamber todos os sucos vaginais dela. Ela gritava de prazer. A cama do meu amigo tava encharcada de fluidos. Como ela era pequena, agarrei ela e coloquei no meu colo, enfiei até o talo. A gente transou por uns 40 minutos. Quando eu tava quase gozando, perguntei onde ela queria a porra. A vadiazinha se ajoelhou pra chupar meu pau, e quando eu ia terminar, ela se afastou e levou tudo na cara. Ela me olhou com uma cara de prazer. Me deu um beijo e foi dormir. No dia seguinte, os pais dela tinham ido pra feira. a puta voltou pra mais.
Espero que tenham gostado 👍
2 comentários - A irmã mais nova do meu melhor amigo