IMPORTANTE, POR FAVOR LEIA!
Bem-vindos à quinta e última parte dessa saga.
Pra ser sincero, tô feliz com a energia boa e como essa saga agradou. Infelizmente, tô sem muito tempo pra continuar ela por mais um pouco, mas como foi tão bem recebida e tenho várias ideias pra seguir, vou dar continuidade mais pra frente como uma espécie de "temporada 2" pra quem tiver interessado em seguir a história.
Por enquanto, esse é o fechamento da primeira parte da saga. Em breve, provavelmente vou postar outros contos meus, talvez mais curtos, que não exijam tanto tempo pra fazer.
Sem mais delongas, espero que curtam como sempre e aguardo todos os comentários, críticas e sugestões de vocês.
Muito obrigado pela energia boa de sempre!
Lembrando: Os personagens são FICTÍCIOS e são todos maiores de idade.
Pra ser sincero, tô feliz com a energia boa e como essa saga agradou. Infelizmente, tô sem muito tempo pra continuar ela por mais um pouco, mas como foi tão bem recebida e tenho várias ideias pra seguir, vou dar continuidade mais pra frente como uma espécie de "temporada 2" pra quem tiver interessado em seguir a história.
Por enquanto, esse é o fechamento da primeira parte da saga. Em breve, provavelmente vou postar outros contos meus, talvez mais curtos, que não exijam tanto tempo pra fazer.
Sem mais delongas, espero que curtam como sempre e aguardo todos os comentários, críticas e sugestões de vocês.
Muito obrigado pela energia boa de sempre!
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![Comi a mãe do meu melhor amigo [Parte 5] Comi a mãe do meu melhor amigo [Parte 5]](http://blogdemanu.hol.es/wp-content/uploads/2015/07/barra-separadora.png)
Partes anteriores da história:
Primeira Parte.
Segunda Parte
Terceira Parte
Quarta Parte

Adeus.
Depois daquela excelente foda com a magrinha, a gente se encontrava pra transar um monte de vezes, e cada vez mais seguido. Com o tempo, ela ficava mais gostosa e solta, parecia que essa nova fase na vida dela tinha feito bem pra caralho, até o Martín tinha notado essas mudanças.
Um dia, quando a gente tava na faculdade, surgiu uma conversa sobre a mãe dela.— Cara, desde que saí de casa, notei minha mãe diferente, não anda mais largada, toda vez que vou vê-la tá arrumada, se veste diferente, se maquia, faz piada, parece feliz... Você que tá por perto, não viu nada estranho? — A voz dele tinha um tom estranho, fiquei preocupado que ele desconfiasse de algo.
— Na real, não, mas cê sabe como eu sou, agora que você se mudou, não ando muito por lá — falei, enquanto pensava no que ia rolar se ele descobrisse que a mãe dele tá feliz dando pra melhor amigo dele.
— É, mas como você tá do lado, talvez cruze com ela ou veja algum movimento suspeito... Será que tem alguém “cuidando” dela?
— Não, bah, sei lá, acho que não, cê conhece sua mãe, não acho que ela tá nessa.
— Mas é muito estranho, ela tá tão diferente e não acho que seja só por eu ter saído de casa... Tem certeza que não sabe de nada? — Ele me encarava, tentando ler minha mente, tava me deixando nervoso pra caralho.
— Certeza, fica tranquilo que sua mãe é como se fosse a minha também, se eu souber de algo, você vai ser o primeiro a saber.
— É, sei, mano, você é de ferro, disso não duvido nem um pouco — De ferro fica quando vejo a gostosa de fio dental, pensei comigo.
— Relaxa, eu vigio — falei, soltando um sorriso falso pra encerrar o assunto.Naquele dia, eu tinha passado numa das últimas provas difíceis, na minha opinião, e as que restavam não pareciam tão complicadas, então, pra minha sorte e azar ao mesmo tempo, eu teria mais tempo pra ficar com a magrinha.
Nossa relação tinha ficado muito próxima; passamos de foder como loucos por algumas horas de vez em quando pra passar um montão de tempo juntos, quase todo dia, exceto quando o Martin aparecia ou alguma outra ocasião.
Embora a relação no começo fosse foda, e no sexo continuasse sendo incrível, já que a magrinha me deixava cada vez mais tesudo, começou uma fase nela que não era nada legal.
Aos poucos, senti que ela tava ficando obcecada pela "relação" e começou a se sentir insegura, soltando umas frases enquanto a gente transava, tipo:— Que garota vai te comer assim?
— Jura que nunca vai me largar.
— Se essa aqui me trocar por outra — se referindo ao meu pau — eu me mato.
— Hoje você se salvou, não tem cheiro de buceta — enquanto cheirava meu pau antes de foder.Essas frases e um monte de outras, sem contar que a gente já tinha começado a “se estranhar”, porque o ciúme dela tava virando uma loucura.
Precisava dar um jeito de frear aquilo de algum jeito e não sabia como. A verdade é que o que eu sentia pela magrinha era algo único, o sexo era fantástico, mas a situação tava me sufocando aos poucos.
Naquela época, como minha carreira já tava avançada, comecei a procurar emprego e recebi uma proposta muito interessante pra trabalhar no exterior por um período de 6 meses de experiência, com possibilidade de efetivação depois, se eu quisesse.
A real é que a grana que tavam me oferecendo por esses meses cairia muito bem. Eu pensava em mandar uma parte do salário pra minha família, conheceria um país estrangeiro e ainda ganharia experiência profissional na minha área. Como não tinha grandes amarras, aceitei a oferta e, em algumas semanas, depois de passar em todos os exames, começaria essa nova fase.
Deixei passar uns dias pra dar a notícia. Primeiro pra minha família, que ficou super feliz pela minha situação. Depois, dias mais tarde, exatos 7 dias antes de partir, contei pra magrinha.— Ei, preciso falar uma coisa com você.
— Já sei, nem me fala, cê deve ter achado uma gatinha e quer me trocar, eu sabia — os olhos dela soltavam fogo.
— De novo com isso? Quantas vezes vou ter que explicar que com uma gostosa igual você nem me passa pela cabeça comer outra gostosa? — menti, claro, tinha rolado umas paradas com uma colega, mas, pra ser sincero, nada que chegasse perto ou superasse o sexo com a magrinha.
— E então, o quê?
— Vou embora.
— Como assim, vai embora?
— É, vou embora, aceitei um trampo e tenho que ir pro Brasil por pelo menos 6 meses.
— Fala sério, Maxi, não me enche o saco.
— Não tô enchendo o saco, vou daqui a uns dias.
— E eu vou fazer o quê? Vai me largar sozinha esse tempo todo? Eu não valho nada pra você? — Dava pra ver que ela tava triste pra caralho.
— Cê sabe muito bem que não é assim, mas isso é um passo importante na minha vida e uma oportunidade foda.
— Ma...mas eu... a gente... — as lágrimas tomaram conta.
— Mas nada, não vou morrer, daqui um tempo eu volto.
— É, mas eu vou ficar mais velha e com certeza com as brasileiras cê não vai querer nem me ver — ela chorava pra caramba.
— Calma, para de falar merda — cheguei perto pra abraçar ela.Naquela noite não transamos, nem trocamos um carinho, ela estava realmente muito triste. Dormimos juntos como já era de costume, mas ela me abraçava forte, como se assim pudesse evitar minha viagem.
Nos dias seguintes, fiquei arrumando minhas coisas para a viagem, então não pude ficar com a gostosa.
Os dias passaram voando e, antes que eu percebesse, já estava no último dia antes de partir. O voo saía no dia seguinte às 10 da manhã, então eu tinha que aproveitar o dia para acertar os últimos detalhes e me despedir.
O Martin, claro, já sabia da notícia, então apareceu de manhã cedo com uns salgados. Depois de tomar chimarrão e bater um papo, ele disse que estava ocupado naquele dia, mas que no dia seguinte passaria para me levar ao aeroporto.
Já era meio-dia e meia quando o Martin foi embora, então decidi me despedir da gostosa. Não achei certo, mesmo que nos últimos tempos não estivéssemos tão bem, com tantos momentos compartilhados e tanta porra gozada, ir embora sem nem dar um alô.
Toquei a campainha na casa dela e entrei. Eu já tinha a chave há um tempo, embora sempre tentasse entrar sem ninguém ver, senão tocava a campainha para não levantar suspeitas no bairro.
Assim que entrei, fui invadido pelo cheiro de comida. A gostosa estava preparando um molho e macarrão. Na mesa, estava tudo servido para duas pessoas. Quando vi aquilo, pensei no Martin, pensei que a "ocupação" dele seria almoçar com a mãe. Com essa ideia, estava prestes a sair correndo antes que desse merda, mas a voz da gostosa me parou.— Aonde você vai, tão rápida vai ser sua visita?
— Você tá sozinha? — perguntei o mais baixo possível, com medo de alguém me ouvir.
— Sim. Cê acha que agora quem tem outro caso sou eu? — terminou a frase com uma risada sarcástica.
— Não, pensei que, pelo jeito que a mesa estava arrumada, tudo pronto pra duas pessoas, o Martín estava aqui.
— Pensou errado, estava tudo pra duas pessoas porque imaginei que você viria se despedir antes de viajar amanhã de manhã.
— Como você sabe que eu viajo amanhã? — me deixou meio desconcertado.
— O Martín, antes de ir na sua casa, passou aqui pra me contar que amanhã ia te levar pro aeroporto, caso eu quisesse acompanhar.
— Ah… não sabia de nada.
— Fica tranquilo, falei que não vou.
— Por quê?
— Primeiro porque não gosto de despedidas, e segundo porque fiquei pensando e, sinceramente, eu tava muito errada, tava possessa de ciúmes de outra gostosa me "roubar" o lugar e até furiosa por você estar indo embora, coloquei minha putaria acima de você e isso é errado, seja qual for a relação, namoro, amizade ou família.
— Mesmo assim, pode vir, não me incomoda.
— Quem tem que ir são sua mãe e seus irmãos, não eu. Além disso, se você lembra, uma das vezes que a gente transou, tudo começou por causa da vontade de te esquecer e ficar com o Maxi, que era um moleque e brincava com o Tincho. Isso claramente foi impossível, e aquele Maxi mudou, e de que jeito mudou. Por isso mesmo não posso ser egoísta, pelo contrário, tô feliz com o jeito que você mudou minha vida.A verdade é que a magrinha tinha me deixado sem palavras, de novo parecia ter mudado da noite pro dia, e ser outra gatinha, me desconcertava sempre, sempre algo diferente, algo novo, talvez por isso me deixava sempre tão tesudo.— Mas deixa eu te falar uma coisa, não vou deixar tão fácil assim antes de você ir.
— Não vai me drogar pra eu perder o voo, hein — falei, soltando uma risada falsa.
— Não seja bobo, tenho umas surpresinhas preparadas, pra pelo menos você ir embora com uma lembrança boa daqui e, se pegar uma mina, saber que aqui vai ter uma buceta bem argentina esperando por você.Ao dizer isso, saiu da cozinha. Como estava atrás do balcão, não tinha conseguido vê-la antes. Ela estava enrolada num avental colorido e, pelo visto, era a única peça de roupa que vestia.
Os olhos claros dela ganhavam destaque com o delineador preto, ela tinha se maquiado toda, clareado e alisado o cabelo. Se antes já era uma mulher incrível, agora estava num nível superior — era uma deusa andando sobre a terra. Meus olhos não acreditavam no que viam, e meu pau muito menos.
Avancei, ia me jogar em cima dela, queria comer ela naquele exato instante, não ligava nem pro almoço, nem pro molho, nem pra nada. Só queria mostrar como aquele visual me deixava louco. Mas, assim que parti pro ataque, ela me parou no seco.— Relaxa, hoje vai ser especial e a gente tem muito tempo pela frente, aproveita o almoço, se delicia com a vista e se prepara porque a sobremesa vai ser o nosso prato principal.
— Impossível, olha como você me deixou em um minuto — falei enquanto apontava pra minha pica que já tava dura.
— Te excito tanto assim? Vamos ver se é verdade… — depois de falar isso, pegou minha pica com a mão e massageou por uns segundos — parece que sim, mas hoje vai ter que esperar.
Ela se virou e foi continuar preparando o almoço. Eu tinha me enganado, o avental não era a única coisa que a "cobria", quando ela se virou pude ver uma tanga ultra pequena, que praticamente era um fio, aquela raba me deixava louco, mostrava perfeitamente como ela se mantinha, bem empinada, firme, e formando uma montanhazinha na região da pussy dela, era realmente uma loucura.
Eu não aguentava mais o tesão, meu pau ia explodir, então pra igualar as condições tirei a calça e a camiseta, ficando só de cueca, talvez me ver com a barraca armada entre as pernas a esquentasse um pouco e adiantasse a sobremesa.
Meu pau parecia cada vez mais duro, e eu não aguentava a tentação, aquela tanga, aquela raba, o avental, estavam me matando. Me aproximei devagar dela e a peguei por trás, abraçando a barriga dela com meu braço esquerdo.
— Acho que o molho tá passando do ponto um pouco — falei sem soltar ela, puxando de leve pra perto de mim.
— Cê acha? Ou será que o que tá passando do ponto é outra coisa? — disse ela enquanto colava a raba no meu pau.
— Nesse momento tá no limite, acho que você vai ter que apagar um pouco o fogo — ela esfregava a raba no meu pau, que já tinha se moldado ao formato da bunda dela.
— Mmm… tem certeza? — soltou um suspiro gostoso.
— Total, você vai ter que ver o que pode fazer — enquanto me afastava e baixava um pouco a cueca — olha, precisa da sua ajuda.
Depois de sentir meu pau livre da cueca, ela se virou rápido e me empurrou contra o balcão.
— Você não faz ideia do quanto me deixa com tesão, tô toda molhada e você nem me tocou — falou com os lábios pintados de vermelho bem perto da minha boca, me olhando nos olhos e me segurando pela cintura.
— E você em mim, é incrível, mina — e meti um beijão na boca dela, não dava mais pra segurar.
— Se você tocasse na minha buceta agora, ia ver que tô igual ou mais molhada que você, mas já falei, hoje você vai ter que esperar — e depois de se separar, voltou pros passos dela na cozinha.Não me restou alternativa senão me resignar, fiquei com a pica dura feito um mastro vendo ela cozinhar. Depois de uma espera curta, mas eterna, serviu a comida. Após o almoço, com um vinho no meio, batemos um papo sobre a vida, minha viagem, meu futuro, entre tantas outras coisas, até que ela soltou a frase que eu tanto esperava… "Bom, já almoçamos… agora vem o prometido… Tá pronto pra sobremesa?"
Ela nem tinha terminado de falar e eu já tava com a pica dura de novo, mostrei pra ela em menos de um segundo, me afastando pra trás e exibindo a porra da rola, já sem cueca, prestes a explodir.
Ela caminhou os passos que nos separavam de uma ponta à outra da mesinha como se fosse uma puta no cio, posso jurar que o chão tremia a cada passo. Tinha tirado o avental, então dava pra ver o balanço daquelas tetas a cada passo que dava, os bicos já estavam duros feito pedra. A parte da frente daquela calcinha fio-dental minúscula sumia completamente dentro da buceta já toda melada, então os lábios carnudos e deliciosos dela escapavam pelos lados, dando uma visão impressionante. Chegou ao meu lado, passou a perna por cima da minha, sentando completamente em cima da minha pica, se ajeitou um pouco, ficando de frente pra mim, aproximou o rosto do meu e me deu um beijo apaixonado que me deixou sem ar. A língua dela percorria minha boca, batia na minha, me mordia os lábios, se afastava e de novo devorava minha boca, esfregava suavemente toda a bunda nua na minha pica. A atitude dela era diferente mesmo, parecia outra gostosa, tava me deixando louco, pela primeira vez eu tava quase gozando sem ela sequer ter me tocado.
A sala de jantar estava em silêncio, só se ouvia o som dos nossos beijos e um leve chiado da cadeira com os movimentos dela.
Ela soltou meu pescoço, olhou nos meus olhos, baixou a mão e, sem mudar de posição, puxou a calcinha fio-dental pro lado. Eu pude sentir aquela buceta completamente molhada, escorregando na minha cabeça da pica. Empapada, ela engolia meu pau até o fundo num segundo.
Começou a subir e descer devagar no começo, pra depois acelerar o ritmo feito uma louca, e os gemidos dela invadiram o espaço todo de novo.
Minhas mãos acompanhavam a cavalgada dela, ver o movimento daqueles peitos era mágico, não dava pra segurar a tentação, então eu me aproximava e, sempre que podia, passava a língua ou chupava eles, apertava com a mão inteira ou beliscava os bicos, coisas que eu sabia que faziam a magrinha delirar.
Ela não diminuía o ritmo nem um pouco, o barulho que a cadeira fazia parecia um som único e constante, tava prestes a quebrar e nada parecia importar pra magrinha. Eu tava a ponto de explodir, raramente aguentava tão pouco, mas a magrinha com o visual novo e a atitude me deixou de pau duro. Só que, diferente de todas as vezes anteriores em que eu tava prestes a gozar, a magrinha, em vez de sair pra receber a porra na boca, nos peitos ou na bunda, continuava no mesmo ritmo. Aí eu avisei que tava quase gozando, mas ela acelerou ainda mais, então não consegui resistir e enchi a buceta dela de porra.
Pela primeira vez, gozei dentro dela, enchendo aquela buceta linda bem cheia de porra. Isso pareceu excitar ela também, porque enquanto meu pau pulsava dentro da buceta dela soltando os últimos jatos, ela deu um grito e ficou tensa, se contorcendo, o que mostrou que a gente tinha gozado junto, ao mesmo tempo.
Minha excitação não baixava, mesmo depois de gozar, meu pau não amolecia nem um pouco. Me lembrou daquela primeira vez com ela, quando aconteceu a mesma coisa. A magrinha era melhor que viagra, e eu tinha que aproveitar isso.
A cabeça dela tava apoiada no meu ombro, sempre que ela gozava ficava numa espécie de relax total por uns minutos, mas dessa vez eu tava quente demais pra esperar. Levantei ela no colo, levei até o balcão, sentei ela na beirada, tirei a calcinha dela o mais rápido que pude, deixando aquela buceta linda à mostra. disposição, apontei meu pau e enfiei até o fundo.
Comecei a bombear aquela buceta como um louco, não demorou muito pra ela reagir e sair daquele estado de relaxamento, voltando a suspirar e agitar a respiração. Eu ficava fascinado vendo a cara de prazer da magrinha completamente entregue, sentia a buceta dela pulsando no meu pau, os fluidos dela jorravam de novo e os gritos quebravam o silêncio que tomava a casa e o bairro.
Ela começou a se contrair de novo, a buceta dela parecia chupar meu pau, e um grito frenético decretou que em poucos minutos eu já tinha roubado o segundo orgasmo dela.
Sendo sincero, era a primeira vez que eu não dava tempo dela se recuperar "completamente" depois de gozar, então era novidade o fato de eu ter terminado tão rápido.
Meu pau ainda continuava firme, depois da primeira gozada ia ser um pouco mais difícil chegar ao meu segundo orgasmo.
Me afastei dela, sentei na cadeira e fiquei observando ela por uns minutos, cada vez parecia mais irreal ter ela assim, nua, suada, de pernas abertas deitada no balcão me dando uma visão linda daquela buceta completamente depilada, já aberta, com os lábios grossos e saltados, toda encharcada. Era irreal pensar que há só alguns meses nossa relação era quase de mãe pra filho e agora eu a tinha assim.
Ficava pensando na minha viagem pro Brasil, realmente sentia que ia sentir falta da magrinha, o sexo com ela era algo até aquele ponto na minha vida único, onde cada dia me surpreendia um pouco mais.
Enquanto pensava, me perdi nos meus pensamentos e não notei que a magrinha estava me encarando com os olhos claros dela, saí daquele transe e com a mão ela me indicou pra segui-la.
Chegamos no quarto dela, uma vez lá dentro ela me pegou pela mão e me jogou em cima da cama, subiu em cima de mim e me abraçou enquanto de novo me devorava a boca com aqueles beijos profundos e apaixonados dela.
— Você vai sentir minha falta, mesmo que só um pouquinho?
— Acho que vou sentir sua falta um pouquinho, mas muito.
— Não sei como vou fazer pra acalmar isso que você causa — enquanto tocava suavemente sua buceta.
— E eu pra acalmar isso? — enquanto mexia meu pau pra ela sentir como tava duro.
— Valeu a pena esperar pela sobremesa?
— Eu ainda não provei a sobremesa.
E depois de dizer isso, corri ela pro lado e desci devagar até chegar com minha boca na altura da buceta dela.
— Agora vou provar a sobremesa.Comecei a chupar aquela buceta que eu tanto gostava, queria fazer ela gozar de novo, mas só usando minha boca, esticar o máximo possível o prazer dela pra ela explodir.
Comecei a brincar com minha língua devagar, passando de baixo pra cima uma e outra vez, parava no meio e enfiava o mais fundo que podia pra depois sair e repetir a manobra.
De vez em quando eu seguia em frente e passava a língua por todo o corpo dela, saboreava os peitos dela, mordia os bicos que já estavam durinhos como pedra e voltava pra buceta dela, sabia que isso a deixava louca e fazia ela se contorcer de prazer.
Chupava devagar o botãozinho dela, o que gerava uma eletricidade que percorria o corpo inteiro dela. Os suspiros dela marcavam meu ritmo e me mostravam que eu tava no caminho certo.
Depois de uns minutos assim e sentir que ela começava a levantar a voz e respirar cada vez mais forte, resolvi ir com tudo.
Peguei um dos travesseiros da cama e fiz ela virar pra ficar com a raba linda dela pra cima, coloquei o travesseiro debaixo da barriguinha dela, deixando à minha mercê tanto a buceta suculenta dela quanto o cu dela.
Achei que notei o asterisco dela maior que o normal, mas não dei muita importância e comecei o ataque, alternava uma e outra vez chupadas entre o cu dela e a buceta dela sem parar, com minhas mãos apertava aquelas bundinhas lindas que ela tinha e abria pra poder aprofundar minha língua no cu dela. A respiração dela ficava cada vez mais ofegante, enfiava um e dois dedos na buceta dela e enquanto enfiava e tirava usava minha língua só no cu dela, ela se contorcia de prazer e se mexia pra todo lado.
Os gritos dela voltaram a ser ouvidos, mas se misturavam com os suspiros quando ela não aguentava mais de prazer.
Fiquei assim por uns minutos, quando sentia que ela ia gozar eu parava e fazia ela demorar, sabia que isso a deixava louca.
Quando finalmente resolvi acabar com a prazer/sofrimento tentei fazer o que tantas vezes ela me negou, umedeci bem meu dedo indicador, e enquanto chupava a buceta dela, enfiei bem devagar. Para minha surpresa, não só ela não me parou desta vez para eu não penetrar o cu dela com meu dedo, mas senti que entrou com muita facilidade. Assim que meu dedo sumiu no cu dela, ela soltou um grito enorme e, depois de brincar um pouco enfiando e tirando, enquanto eu ajudava com minha língua brincando na buceta dela, não demorou muito para ela explodir em outro orgasmo. Vê-la naquela pose, com o travesseiro levantando aquela bunda linda, as pernas dela encharcadas, o cu um pouco aberto, era algo maravilhoso.
Quando ela saiu do clima de relax total, veio, virou e me olhou nos olhos. Os olhos dela tinham um fogo difícil de explicar com palavras. Eu estava deitado de barriga pra cima e, sem dizer uma palavra, ela começou a massagear minha pica, que não demorou nem um segundo para responder aos estímulos dela.
Assim que ela estava bem dura de novo, foi ela quem desceu para "me devolver o favor" e eu senti de novo o glorioso prazer do boquete dela.
A essa altura, ela já tinha um controle mais que absoluto, engolia inteira de uma vez sem nem engasgar, enfiava uma e outra vez. O som que minha pica fazia ao entrar e sair da boca dela era algo que vai ser difícil esquecer.
Ela enfiava e, antes de tirar, apertava os lábios dela, soltando com um som tipo "ventosa" que me deixava louco.
Ela ajudava a chupada com as mãos, batendo uma pra mim ao mesmo tempo, babava bem minha pica pra ajudar na masturbação ou cuspia nela, mostrando cada vez mais "profissionalismo" na arte do boquete.
Ela usava a língua passando por todo o comprimento e largura do tronco da minha pica, percorria devagar de ponta a ponta e parava sempre mais tempo na cabeça, que a essa altura brilhava.
Ela pegava minhas bolas entre as mãos, chupava um dos meus ovos e esticava, era uma máquina de me dar prazer, e assim como eu prolongava o orgasmo dela, ela sabia muito bem que o simples Só de ver ela entre minhas pernas, fazendo meu pau aparecer e desaparecer na boca dela enquanto cravava os olhos claros nos meus, já me fazia delirar de prazer, e eu me segurava uma e outra vez bem antes de gozar.
Ela me deixou assim por uns minutos também, como vingança por eu ter feito o mesmo com ela antes, e quando não aguentei mais, senti ela fechar a boca com força, quase hermética, e joguei todos os jatos lá dentro. Gozei igual um bicho, então, depois de alguns jatos, notei que um pouco de porra escapou pelo canto dos lábios dela, descendo pelo tronco do meu pau, e ela não demorou nada pra limpar tudo suavemente com a língua.
A verdade é que eu tava mais que satisfeito. Meu último dia em Buenos Aires tava sendo melhor do que eu esperava. A gente tinha transado, ela fez um boquete foda como sempre, chupei aquela buceta linda que ela tinha, não dava pra pedir mais.
A gente se abraçou e ficou um tempão deitado conversando, até que lembrei que ainda tinha umas coisas pra resolver antes da viagem. Olhei o relógio na mesinha de cabeceira dela: eram 19h35. Como de costume, depois de uma boa sessão de sexo como aquela, levantei pra tomar um banho.
Tava nisso quando ouvi a porta do banheiro abrir e uma mão puxar a cortina.
A mina, completamente pelada, entrou delicadamente junto comigo. O espaço no chuveiro não era muito grande, mas cabíamos os dois de boa.
A visão daquela mulher toda molhada, com o cabelo loiro escurecido pela água, as gotas escorrendo pelos peitos dela, pela barriga, pela buceta, pelas pernas, era algo incrível.— Eu te falei que tinha umas surpresinhas preparadas pra você levar de lembrança.
— Sim, mas hoje já tô levando demais.
— Tem certeza? Eu preparei algo especial que você sempre quis, mas nunca conseguiu.
— Não me diga que…
— Sim, me preparei esses dias com um brinquedinho e agora quero sentir seu pau dentro de mim e que você arrebente minha buceta — a magrinha nunca falava daquele jeito.
— Tá falando sério comigo?
— Ainda tem alguma dúvida? — enquanto com as mãos abria as nádegas e me mostrava a buceta.Eu já tinha notado que a bunda dela tava mais aberta que o normal e achei estranho o fato dela ter deixado eu penetrar ela com meu dedo, e mais ainda que entrou com toda liberdade.
Meu pau, com a imagem da magrinha debaixo d'água e depois da conversinha, já imaginam como tava.
Ainda não conseguia acreditar, a água escorria pelos nossos corpos, ela virou de costas e se segurou na torneira do chuveiro, me entregando completamente a bunda dela.
Eu não caía na real de que era verdade, parecia uma fantasia, quantas vezes a gente transou, quantas vezes tentei fazer o cu dela e nunca tinha deixado.
Minha tesão tava a mil, meu pau duro como pedra, conhecia a magrinha e sabia que ela também tava com tesão. Num primeiro momento, comecei a penetrar ela pela buceta, que como de costume já tava bem lubrificada, pra depois me dedicar ao cu dela. Tava num vai e vem num ritmo normal, tranquilo, quando a magrinha falou: “Vai, filho da puta, arromba meu cu que tô esperando isso há dias”. Explodi de tesão, tirei meu pau automaticamente da buceta e a magrinha se ajeitou um pouco mais, levantando um pouco a bunda e se abrindo bem. Peguei a bunda que ela tinha com minhas mãos e abri caminho pra entrar com o pau. O cu dela começou a ceder devagar, pelo visto não era muito pequeno o “brinquedinho” que ela usou pra treinar, porque já tinha feito sexo anal com uma das minhas ex-namoradas no cu e não tinha sido tão fácil.
Aos poucos, meu pau ganhou terreno e já tava completamente dentro. Mesmo assim, sentia apertado, comecei a brincar com o cu dela, aproveitando cada segundo, metia e tirava devagar, sentindo bem aquele cu comer meu pau.
A magrinha tava com tesão, gemia e começou a pedir pra eu arrombar o cu dela mais rápido, que ela também queria levar a lembrança.
Os desejos dela foram ordens e aumentei o ritmo o máximo que pude, metia com fúria, com força, meu pau já entrava e saía como se nada fosse, o som da minha batendo na bunda dela. Enquanto a água nos molhava, ecoava no banheiro.
A magrinha gritava cada vez mais, e eu não ia aguentar muito. Diminui um pouco o ritmo, dando umas estocadas fortes, enquanto percebi que a magrinha tinha uma mão massageando o clitóris dela.
Minutos depois, não aguentei mais, explodi enchendo o cu dela de porra, enquanto a magrinha, ao sentir isso e estar se massageando a buceta, gozou junto comigo.
Tive que segurá-la pela cintura porque vi as pernas dela tremendo e parecia que ia cair.
Ficamos um tempinho debaixo do chuveiro, e ela me ajudou a terminar de me lavar, passando o sabão pelo meu corpo.
Ela saiu primeiro do chuveiro, depois eu, nos trocamos e já eram quase 21h30, então era hora de se despedir.
Uma pontinha de tristeza e melancolia tomou conta de mim, eu realmente gostava muito da magrinha, mas precisava dar um passo rumo ao futuro.
Conversamos um pouco, a putaria tinha baixado e o clima também, nos fundimos num beijo longo de despedida, como se não fossemos nos ver nunca mais.
Fui pra minha casa, meio triste como falei, mas feliz pelo dia que tinha passado e pelo tempo que tinha macetado uma mulher daquelas.
Terminei de arrumar minhas coisas e fui dormir.
No dia seguinte, cedo, como combinamos, o Martin estava com o carro dele buzinando pra me levar ao aeroporto. Chegamos na hora e a hora de ir tinha chegado, depois da despedida típica, algumas lágrimas tanto da minha parte quanto dos meus irmãos e mãe, e depois de um abraço no meu irmão de vida Martin, comecei a caminhar até o lugar pra finalmente embarcar no avião.Nesse instante sinto meu celular tocar, tiro ele do bolso e vejo que era uma mensagem do Whatsapp, abro a mensagem…

Imagem ilustrativa, não é a pessoa real.

Fim do post, espero que tenham gostado da "primeira temporada" de "Comi a mãe do meu melhor amigo", em breve o retorno do Maxi!!.
Lembrem que a imagem é só ilustrativa pra não dar confusão.
Abraços e até a próxima.
Lembrem que a imagem é só ilustrativa pra não dar confusão.
Abraços e até a próxima.
15 comentários - Comi a mãe do meu melhor amigo [Parte 5]
Gracias x la buena onda!
Espero con ansias la "segunda temporada"
Gracias por el comentario y la onda! Próximamente algún relato habrá!