Família Incestuosa. Cap I: A solidão da mamãe, o primeiro

Olá, meu nome é Victor, atualmente tenho 23 anos, estudo numa universidade de prestígio na cidade de Toluca e moro num condomínio chamado "La Virgen", irônico, né...
O que vou contar é como me tornei o amante da minha Mãe, pra começar, e depois das minhas duas irmãs, pra completar a bagaça. Minha mãe se chama Citlalli, tem 40 anos completos, e minhas duas irmãs são gêmeas, Tania e Brenda, que têm 22 anos completos.
Tudo começou com o divórcio dos meus pais, há uns 6 anos, porque meu pai tinha outra família em outra cidade do país. Por causa disso, minha mãe caiu numa depressão fudida, que resultou no abandono pessoal e emocional dela. Aos 34 anos, Citlalli, minha mãe, pesava quase 90 quilos, com apenas 1,56 de altura. Minhas irmãs e eu tentamos de tudo pra tirar ela do fundo do poço, mas ela parecia não querer sair de toda a merda que o divórcio e a traição do meu pai tinham deixado pra ela.
No primeiro ano depois do divórcio, minha mãe passava o dia todo deitada, se lavava pouco e sempre parecia uma mendiga, por causa das roupas que usava. Isso fez com que os homens não olhassem pra ela. A mulher que na minha infância eu achava a mais gostosa do mundo, agora era uma completa estranha pra mim.
Até que no começo do segundo ano do divórcio, a intervenção da minha Tia Rocío mudou tudo completamente. A Tia Chío, como chamamos com carinho, é a irmã mais velha da Citlalli, minha mãe. Ela teve um papel muito importante nessa fase preta da vida da minha mãe, porque foi ela que arrastou ela pro médico e botou ela pra fazer exercício. Com isso, em menos de um ano, minha mãe conseguiu perder 30 quilos, e a mulher que eu lembrava voltou dos mortos. Aquela aparência envelhecida e acabada foi substituída por uma mulher magra e com curvas de dar água na boca. E foi aí que meu jeito de ver ela começou a mudar... mudar completamente…
Citlalli, minha mãe, hoje pesa 60 quilos, como já disse, tem 1,56 de altura, cabelo castanho escuro ondulado até a metade das costas, rosto ovalado e traços que voltaram a ser definidos, nariz empinado, olhos grandes e redondos castanhos, boca média com lábios finos, mas o que mais se destaca hoje são esses peitões enormes que ela tem, tamanho 36DD no sutiã, uma bunda média e empinada, pernas curtas mas musculosas.
Com o retorno da mulher gostosa que minha mãe é, começou a surgir em mim um certo desejo por aquele corpo que eu via todo dia em casa. Às vezes fantasiava em possuir ela, mas o medo me vencia e eu acabava esquecendo essas fantasias. Conforme o tempo passava, a vontade e o tesão de comer minha mãe só aumentavam. Inúmeras vezes os homens na rua olhavam pra ela com desejo e um ou outro se animava a falar putaria pra ela. Mas mamãe se mantinha firme e nunca deu trela pra essas cantadas ou vulgaridades.
O tempo passou e chegou o terceiro ano depois do divórcio. Mamãe cada dia se sentia e se via melhor, era excitante ver ela durante as sessões de exercício em casa ou olhar aquela bunda gostosa e os peitões quando ela se abaixava pra pegar algo da geladeira ou de uma prateleira.
Uma tarde, ao voltar pra casa, vi mamãe tomando água na cozinha depois de uma sessão de bicicleta ergométrica. O cabelo dela, assim como o rosto e o peito, estavam encharcados. Ao entrar na cozinha, percebi algo que fez meu pau endurecer: a virilha e a bunda dela estavam tão molhadas quanto o resto do corpo. Sabia que a ereção enorme que se formava debaixo da minha calça seria impossível de esconder em segundos, então me virei e fingi que pegava algo da geladeira.
— O que foi, filhão?... Como foi seu dia? — disse mamãe.
— Tudo bem, mãe! Tudo certo! — respondi.
A imagem mental do corpo de mamãe completamente nu e coberto de suor não saía da minha cabeça. Virei... Na hora em que mamãe saiu da cozinha e o inevitável aconteceu.
— Vic! No que você tá pensando, meu filho? — exclamou mamãe —
— Por que, mãe? — perguntei, confuso —
— Olha só esse volume na sua calça! — disse ela apontando pra minha entreperna —
Fiquei envergonhado e não soube o que responder.
— Jejeje! Meu menino já não é mais tão menino! Uuuhhmm!! — suspirou mamãe e subiu as escadas —
Naquela mesma tarde, enquanto tomava banho, foi a primeira vez que me masturbei pensando na minha mãe. Dias depois, enquanto estava com dois amigos jogando videogame, mamãe entrou sem avisar no meu quarto. Os olhos dos meus amigos se arregalaram ao ver o corpo da minha mãe enfiado nuns pants de lycra preta, que se ajustavam perfeitamente às curvas dela, e um top esportivo verde que deixava pouco pra imaginação.
— Vic! Vou malhar no quarto lá em cima, ok... se comportem, meninos, hein! — disse mamãe e fechou a porta —
Meus amigos engoliam saliva bem rápido, por causa da excitação que mamãe tinha causado neles. Quase uma hora depois de mamãe entrar no quarto, precisei ir ao banheiro, então deixei meus amigos sozinhos no meu quarto. Fui ao banheiro e depois à cozinha pegar uns sucos. Quando voltei, antes de entrar no quarto, ouvi meus amigos falando da mamãe e das minhas irmãs, mas não de um jeito normal, e sim sexualmente, coisas tipo:
— Cara, não fode, que gostosa que é a mãe do Vic! Viu aqueles peitões? Caralho, que delícia, e aquela bunda empinada, hmm!! Chupava até deixar irritado!
— É, não fode, a coroa é uma deusa! Esses peitos pra dar uma esfregada até ficar babando!
— E as irmãs dele, cara! Umas magrinhas gostosas! Se eu pudesse, comia qualquer uma que deixasse!
— Sinceramente, a mãe é mais gostosa que as filhas, cara!
— Eu comia todas mesmo…
— Isso aí, imagina como ela deve chupar? Como deve rebolar essa bunda gostosa em cima da pica!... ui! E ela não tem marido, né, cara?...
— É, pelo que eu saiba não?... Acho que quem tá comendo ela é o Vic!... - Kkkkkkkkkkkkkk! Kkkkkkkkkk! Não fode! Kkkkkkkkkkkk!
Os dois falavam, e longe de me incomodar os comentários deles sobre minha mãe e irmãs, eles soltaram minha imaginação, comecei a fantasiar de novo, imaginava como seria se minha mãe chupasse meu pau, ou sentasse nele.
As fantasias duraram pouco, porque de repente a voz da minha mãe disse:
- Vic! Tá bem, filho? Cê tá meio estranho!
Voltei à realidade de repente, virei o rosto pra ver a mãe, a imagem que meus olhos viam como sempre era sem precedentes, o corpo dela encharcado de suor, o cabelo preso num rabo de cavalo, enquanto se secava com uma toalha.
- Tô sim, mãe!... – respondi gaguejando –
- Pois não me parece! Cê tá esquisito! Enfim! – disse ela entrando no quarto –

Meus amigos foram embora horas depois, não sem antes dar mais uma olhada na carroceria da minha mãe. Naquela mesma noite, enquanto jantávamos, não consegui parar de olhar pra mãe, com desejo. De noite, me masturbei pensando nela até o pau arder de tão irritado, o tempo todo lembrando de algo que meus amigos disseram: “Acho que o Vic vai comer ela”. Mas como fazer isso? Como uma mulher feita e direita ia reparar num moleque de apenas 19 anos na época?

Caso eu não tenha mencionado, minha família tem um negócio de roupas esportivas e suplementos esportivos, do qual cuidamos todos, embora a maior parte do tempo seja minha mãe que toca. Certa tarde, era minha vez de ficar com a mãe no local, então, ao sair da escola, fui me encontrar com ela. Ao entrar pela porta de vidro, olhei pra ela atrás do balcão.
- Oi, mãe! Já cheguei! – falei cumprimentando –
- Oi, filho! Como foi na escola? – respondeu –
- Bem, mãe! Precisa de algo? – perguntei me aproximando do balcão –
- Ah! Cê acha que esse telefone de merda continua desconectando toda hora? – exclamou apontando pra debaixo do balcão –
- Deixa eu dar uma olhada! – respondi deixando minhas coisas num pequeno depósito –
Me aproximei do balcão. enquanto mamãe ainda estava de pé fazendo contas, o que vi quando me coloquei atrás dela foi uma das melhores imagens da minha vida. A bunda dela empinada, apertada por uma calça jeans preta, fiquei olhando por alguns segundos até que mamãe virou um pouco e, me encarando, disse.
- Que foi? Ficou mudo? Ou o quê?
Acordei na hora, mas não consegui desviar o olhar daqueles dois melões que Deus deu a ela. Ela percebeu e exclamou.
- Víctor! Acorda, filho! Já! Anda, verifica esse telefone!
Sem nenhum argumento válido, me dediquei à tarefa que mamãe tinha me dado, mas notei que ela percebeu minhas olhadas para as tetonas dela. Porque enquanto eu me abaixava para verificar a roseta telefônica, ela balançou a cabeça e um sorriso safado se desenhou no rosto dela.
Quando me agachei ao lado da minha mãe, a bunda dela ficou bem na minha frente, verifiquei a roseta telefônica, sem perder a chance de olhar pra bunda de mamãe, o pau foi endurecendo aos poucos, fantasiando em dar um tapa ou passar a mão um pouco. Mamãe me olhou de canto, percebendo várias vezes o que eu fazia lá embaixo.
- Já está pronto, preciso fazer uma ligação! – exclamou –
- Vê se testa agora! – falei, olhando supostamente nos olhos dela, mas o que eu realmente olhava eram aqueles peitões que apareciam cobrindo parte do rosto dela –
Mamãe balançou a cabeça, e foi então que me levantei daquele lugar, fui arrumar umas caixas de tênis esportivos nas prateleiras, depois entrei no depósito pra pegar algumas coisas pra organizar. Quando saí, mamãe entrava, os peitos grandes e firmes dela se esfregaram completamente na minha barriga, os olhos dos dois ficaram hesitantes, sem saber o que fazer, nos desvencilhamos como deu.
- Moleque! Por que não olha por onde anda! – exclamou mamãe –
- Desculpa, mãe! Foi mal! – falei, envergonhado e muito excitado –
Cada um se distraiu como pôde, mas na minha mente só conseguia lembrar como os peitos dela eram firmes. Mamãe fez a ligação dela, depois saiu de trás do balcão e caminhou. até onde eu estava. Quando cheguei, ela me ajudou com as coisas que precisavam ser arrumadas. Eu estava em cima de uma pequena escada de alumínio para alcançar os ganchos superiores. Mamãe me passava as coisas que precisavam ser penduradas. Cada vez que ela pegava algo com as mãos, eu olhava a separação dos peitos dela, que apareciam pela abertura da blusa xadrez.

— Você devia arrumar uma namorada! — exclamou mamãe.

Aquilo me desconcertou.

— Por que você diz isso, mãe? — perguntei.

— Não se faça de bobo. Olha só, de novo você tá pensando sei lá o quê e seu amigo já acordou! — disse ela, se referindo à ereção que se formou na minha calça.

Olhei para minha virilha e vi que era verdade. Muito envergonhado, terminei de arrumar a mercadoria e desci da escada na hora. Mamãe voltou para trás do balcão e continuou com as contas, anotações e atendendo os clientes. Eu me escondi no banheiro e no depósito até a hora de fechar. Coloquei o alarme e nós dois saímos do local.

No caminho de volta para casa, nenhum dos dois disse nada. Nem conseguíamos nos olhar. Naquela noite, algo mudou, porque durante o jantar mamãe não parou de me olhar, como se tentasse descobrir algo mais.

Fomos dormir por volta das 22h30, mas já de madrugada não aguentei a vontade de mijar. Então fui ao banheiro. Depois de soltar o que sobrava, voltei para o meu quarto, mas um barulho no andar de baixo me fez descer as escadas com medo. Ao chegar no último degrau, vi a silhueta voluptuosa de mamãe na frente da janela que dá para o quintal. Uma fumaça saía da boca dela. Mamãe estava fumando. Fazia anos que ela não fazia isso. Por que agora?

— Mãe?... — falei, chamando a atenção dela.

Mamãe virou sem cerimônia, me olhou por um segundo e continuou fumando.

— O que foi? Te acordei? — respondeu.

— Não, na verdade você me assustou! Pensei que alguém tinha invadido a casa! — falei sussurrando.

— Desculpa, querido! Não foi minha intenção! É que deu vontade de fumar um cigarro e eu não conseguia dormir. respondeu mamãe –
Ela terminou o cigarro e veio na minha direção. Não acreditei no que vi, mamãe estava vestida só com uma calcinha tipo boxer apertada na bunda e uma camiseta de algodão velha, que se levantava por causa dos peitos grandes dela.
- Vamos dormir, papai! – disse ela, pegando no meu braço e me parando pra ela subir primeiro –
O balanço da bunda dela subindo as escadas era a coisa mais divina do mundo. Sem soltar minha mão, me levou até a entrada do meu quarto, me beijou na bochecha e entrou no quarto dela. Senti que ela tinha feito de propósito pra eu ver a bunda dela subindo as escadas. Na manhã seguinte, enquanto eu tava no banheiro mijando de boa, a porta se abriu de repente. Quando vi quem era, o que eu vi me surpreendeu completamente. Era minha mãe entrando no banheiro. Por uns segundos, fiquei na mesma posição, os olhos dela fixos no meu pau, até eu me virar pra me esconder.
- Mããã!!! Tá ocupado!! – falei –
- Desculpa, desculpa!! – exclamou –
Ela fechou a porta, me deixando sozinho. Tomei banho, me vesti e desci pra tomar café antes de ir pra escola. Durante o café, mamãe não conseguia me olhar nos olhos quando falava comigo. A manhã inteira não parei de pensar em quanto ela tinha visto. À tarde, não era meu dia de ir pro trabalho, então voltei pra casa e dormi quase a tarde toda. Acordei quando o telefone de casa tocou. Desci pra cozinha pegar uma bebida e sentei na sala. A imagem dos peitos da mamãe e da bunda dela do dia anterior, e a lembrança do olhar dela fixo no meu pau, não saíam da minha cabeça. Comecei a me perguntar por que ela tinha entrado no banheiro, já que ela tem o dela no quarto. Tudo isso me deixou com tesão e me deu vontade de bater uma ali mesmo. E cometi um erro grave, ou talvez não. Abaixei a calça e a cueca até os joelhos, comecei a me masturbar devagar. Depois de uns 10 minutos, meu pau tava durasso, minha mão esfregando ele com vontade de arrancar do corpo. corpo, enquanto olhava umas fotos das tetas e da bunda da mamãe no meu celular, por isso perdi a noção do tempo e do espaço.
Não notei que o portão da garagem estava abrindo, indicando que a mamãe tinha chegado em casa. O que me fez voltar à realidade foi o som da porta da entrada se fechando. Abri os olhos e vi a mamãe, encostada na porta, me olhando, não sei se atônita ou indignada.
— Victor!! Que porra você tá fazendo! Se veste logo que suas irmãs vêm atrás de mim! — sussurrou irritada —
Na hora, subi as calças e corri pro meu quarto, de onde não saí pelo resto da noite. Não conseguia dormir, lembrando da cara da mamãe ao me ver sentado com o pau pra fora, todo duro, dando a ele o que merecia. De repente, lembrei que tinha esquecido meu celular na minha fuga. Deus, a morte tava perto. Se a mamãe percebesse as fotos dela de top esportivo ou a bunda dela de legging, jeans e lycra, ela me matava. Lá pelas 12:30 da madrugada, uns batidinhas leves na porta fizeram meu coração pular.
— Sim? — falei —
— Abre a porta! — disse a voz da mamãe, irritada —
Não tive escolha senão abrir a porta, ou ela era capaz de arrombá-la. Quando abri, os olhos dela mostravam a fúria de Deus. A mão estendida dela me entregava meu celular.
— Amanhã mesmo quero falar com você! Você passou dos limites, menino! — disse sussurrando, virou-se e entrou no quarto dela —
Não preguei o olho pelo resto da noite. De manhã, quando desci pra tomar café, a mamãe nem me deu bom dia. Naquela tarde, eu tinha que ficar com ela no salão. Sabia que era meu fim. Cheguei no salão depois das 3:30 da tarde. Quando entrei, a mamãe tava falando no telefone. Ao me ver, terminou a ligação dizendo:
— Já chegou, te ligo depois!
Deixei minhas coisas no depósito, como sempre faço. Quando saí, a mão da mamãe parou meu caminho, me fazendo voltar pro depósito.
— Victor! Em que você tava pensando? Porra, eu entendo que você explore sua sexualidade, mas não na sala de estar! — disparou a mamãe —
Não soube O que responder, era mais do que eu podia dizer. Baixei a cabeça e me limitei a escutar.
- O que teria acontecido se, em vez de eu entrar, tivesse sido uma das suas irmãs? Hein? Você parou pra pensar nisso? – ela continuou –
- E você pode me explicar por que diabos tem fotos da minha bunda e dos meus peitos no seu celular? – explodiu a mamãe –

A vida chegava ao fim, mas de repente algo na minha cabeça se ligou e eu pensei: se vou morrer pelo que fiz, que seja com proveito. Então respondi.
- Eu gosto de você, mamãe! Te desejo cada dia mais! Você é a mulher dos meus sonhos e não trocaria por nenhuma garota da minha idade! Vejo que ficou muitos anos sozinha, desde o divórcio com o papai, percebo que te falta um homem. Já te ouvi várias vezes se masturbando no seu quarto, acho que você é uma mulher desperdiçada, e adoraria ser o homem que te fizesse feliz! Há muito tempo pesquiso na internet sobre relações entre mães e filhos, pra saber se o que sinto por você era errado! Mas percebi que não sou o único, tem muita gente que faz isso e não só com a mãe, existe todo tipo de mistura estranha! Quem melhor do que eu, que te conheço a vida toda, pra substituir o papai! – falei sem parar –

Ao terminar, fechei os olhos esperando o tapa, mas ele não veio. Ao abrir os olhos, vi a mamãe encostada na porta do depósito, com os olhos cheios de lágrimas e uma mão na boca. Ela não disse mais nada e saiu do depósito. Peguei minhas coisas, envergonhado e triste, e saí do local. Mamãe nem percebeu minha partida, estava catatônica. Vaguei pela cidade até o cair da noite. Voltei pra casa quase meia-noite, mamãe me esperava na sala, com todas as luzes apagadas. Imediatamente ela pediu:
- Senta aqui! Precisamos conversar! – e eu obedeci, sabendo que não havia mais o que dizer –
- Olha, Vic! Entendo pelo que você está passando, normalmente os homens sentem que se apaixonam pelas mães, porque são as primeiras mulheres na vida deles! Mas o que você me Isso parece loucura! Papai! Percebe o que tá me pedindo é uma loucura! Sou sua mãe, te trouxe ao mundo, você podia ter um relacionamento com qualquer garota que quisesse! Por que se interessar por uma coroa como eu? Querido, não pode esperar que eu caia nos seus braços assim, do nada, já pensou no que aconteceria se suas irmãs, seu pai, seus avós, suas tias, descobrissem uma loucura dessas?... não pensou, né?
- Agora, quanta experiência você pode ter, como homem, pra satisfazer uma mulher da minha idade? Pode até ser mais viril que os caras da minha idade, mas duvido que aguente o tranco sexualmente falando!

Mamãe me deixou confuso: por um lado dizia que era uma loucura, por outro falava de sexo comigo.
- Não nego que você tem razão numa coisa: fiquei sozinha muitos anos, sem um homem do meu lado, e tenho necessidades como qualquer mulher. Mas Vic! O que você tá me pedindo é uma loucura! – sentenciou mamãe –

Criei coragem e respondi.
- Primeiro, quero deixar claro que pra você não é uma coroa, nem nada parecido, você é uma mulher gostosa. Segundo, se isso te parece uma loucura total, por que nunca me chamou a atenção nas várias vezes que te peguei olhando pras minhas tetas ou minha bunda? Por que fala que eu não daria conta de te satisfazer sexualmente se não tivesse pensando nisso, ou pelo menos considerado? – finalizei meu argumento –
- Não sei, Vic! Tenho que admitir que tudo isso é estranho e tô confusa. Por enquanto, deixa de lado essa ideia de sair de casa e vai dormir. Até amanhã! – disse mamãe subindo as escadas –

Por quase duas semanas, não trocamos mais que um bom-dia ou algum pedido de ajuda enquanto estávamos no trabalho. Mas mamãe passava horas no telefone com alguém, e isso me deixava nervoso, já que podia ser algum cara que tava de olho nela em segredo, e minhas ideias de ser o homem da vida dela iam por água abaixo. Num domingo à tarde, enquanto minhas irmãs tinham saído com as amigas e eu tava trancado no meu quarto... No quarto, a campainha tocou. Quando espiei pela janela pra ver quem era, vi uma amiga da minha mãe carregando uma caixa de biscoitos. Mamãe abriu a porta e fez ela entrar.
Fiquei no meu quarto porque não tava com ânimo pra descer e cumprimentar. Já tinha passado mais de uma hora desde que a amiga da minha mãe chegou em casa, eu tava com fome e sede, então fui obrigado a descer pra cozinha. Quando me ouviram descendo as escadas, as duas mudaram de assunto na hora e, quando me viram, ficaram em silêncio.
— Oi, boa tarde, Sofi! — falei, cumprimentando a amiga da minha mãe.
— Oi, Vic! Como você tá? — ela respondeu.
O olhar que a Sofia me deu por uns segundos me deixou desconfortável. Mamãe nem virou pra me olhar.
— Tô bem, obrigado. Só vim pegar um sanduíche e algo pra beber, não vou interromper vocês por muito tempo! — falei, me apressando nas minhas coisas.
As duas ficaram em silêncio, e o clima ficou tenso. Saí da cozinha me despedindo da Sofia com um beijo na bochecha, enquanto olhava pra mamãe tentando encontrar os olhos dela. Ela me olhou de um jeito estranho. Saí e subi as escadas de novo. Mas não sem antes desconfiar que a conversa tinha a ver comigo. Então, inteligentemente, fingi que entrava no quarto e, sem os chinelos de banho que me denunciariam, voltei até o patamar da escada. A conversa recomeçou poucos segundos depois.
— Sofia: olha, Citlalli, eu sei que tudo isso é muito confuso, se eu sei bem disso! Mas você não precisa ver como algo ruim! — disse a amiga da minha mãe.
— Mamãe: não sei, Sofi! Não nego que me sinto muito sozinha, e saber que meu filho me ouviu enquanto eu me masturbava à noite! Ai, meu Deus, isso me deixou muito confusa!
— Sofia: me fala a verdade! Você sente atração pelo seu filho? De alguma forma?
— Mamãe: a verdade, até uns dias atrás, eu sempre via ele como meu filho, mas depois de vê-lo com o pau de fora, a primeira vez no estado passivo e a segunda em todo o seu esplendor, já não sei mais. Ele é gostoso, tenho que admitir, me lembra muito o pai dele. Moço, já nem sei mais se quero ele como filho ou como homem!
- Sofia: desculpa a besteira que vou falar, mas pelo menos ele tem com o que te querer? Kkkkk!!!
- Mãe: e de sobra! Kkkkkkkkkkkk! Ele tem maior e mais grossa que o pai! Ai meu Deus, o que eu tô falando!
- Sofia: ué, o que você tá esperando, mulher? Dane-se o que sua cabeça diz, seja feliz! E muito cuidadosa, isso sim! Olha pra mim, tô há mais de 6 anos com meu sobrinho e ninguém nunca descobriu!
- Mãe: ai meu Deus! Sério? Preciso te contar que nas últimas semanas, depois que vi o Vic com o pau de fora no meio da sala, eu me masturbei pensando naquele membro jovem e viril, várias vezes!

Já era o suficiente, não precisava saber mais nada. Sabia que mamãe fantasiava comigo assim como eu com ela. Subi pro meu quarto e me senti mais tranquilo. Também fiquei chocado com a confissão da Sofia, ela transava com o sobrinho há 6 anos, uau!...

A Sofia foi embora uma hora depois, sem se despedir de mim. Agora só me restava esperar a mãe tomar uma decisão ou atacar ela quando menos esperasse e ver no que dava. E sobre meu pau, nunca tinha me interessado em medir até aquele dia, e o resultado foi 19 cm de comprimento e 5 de largura.

Na semana seguinte, as coisas, ou pelo menos a comunicação, melhoraram entre eu e a mãe. Chegou sexta-feira e era minha vez de ficar com ela no salão. Cheguei cedo, umas 13h, porque as últimas três horas da faculdade foram canceladas. Mamãe estava atendendo um cliente. Deixei minhas coisas e fiquei atrás do balcão.

- Como foi? – disse mamãe depois que o cliente foi embora –
- Bem, mãe! Valeu! – respondi respeitosamente –
- Ok, que bom! Me responde uma coisa? – perguntou –
- Claro! Fala aí? – respondi –
- Quantas vezes você já transou ou fez amor? – perguntou sem hesitar –

Fiquei paralisado por uns segundos e respondi.

- Até hoje, 6 vezes, e foi só sexo! Três com amigas e colegas da faculdade, e mais três com a Yadira… – falei –
- Yadira, a filha do João, o amigo do seu pai?... uau!!! Nossa! Gostosinhos!!!" – disse ela brincando – enquanto virava e entrava no banheiro. Depois disso, mãe foi até o depósito, pegou a escada e os novos modelos de tênis que tinham acabado de chegar para colocar nos expositores, chegou até onde precisava colocá-los enquanto dizia:

- Me ajuda, Vic!

Caminhei até o lado dela, ela subiu na escadinha segurando na minha mão. Um por um fui passando os tênis para ela exibir. Quase estava terminando, mas por teimosia de não mover a escada para colocar os dois últimos pares nos expositores, mãe balançou no degrau e caiu de lado.

Não tive escolha a não ser segurar a queda dela, mas o resultado foi que ao abraçá-la para evitar a queda, acabei segurando a bunda dela enquanto minha cara ficava no meio dos peitos dela, completamente esfregada neles. A única coisa que impediu nós dois de cairmos no chão foi a parede que nos segurou. Mãe não disse nada ao sentir minhas mãos na bunda dela e meu rosto nos peitos dela, longe disso, ela me agradeceu.

- Ah, pai! Por pouco não me mato! – exclamou assustada –

- Cê tá bem, mãe? – faleio com a boca e o nariz esfregados nos peitos dela –

- Tô, pai! Valeu! – disse tremendo de susto –

Abracei ela e levei até o balcão, ela fez um sinal pra eu levá-la pra parte de trás, onde ficam o depósito e o banheiro. Vi que ela tava realmente assustada. Chegamos na porta do banheiro, ela pediu com gestos pra entrarmos. Quando entrei, ela se apoiou na pia, deixou a água correr e lavou o rosto, como se tentasse se recompor. Minha mão esfregava as costas dela em sinal de consolo.

- Ah, meu Deus! Não sei o que teria feito se isso acontecesse com uma das suas irmãs, pai! Acho que eu morria! – disse ainda tremendo –

- Já passou, mãe! Bom que nós dois estamos bem! Se acalma! – respondi sem parar de esfregar as costas dela –

Peguei uma toalha pra ela secar o rosto, ela fez isso. Quando terminou, me abraçou e tudo em A vida mudou pra sempre. Quando o corpo dela se fundiu com o meu, o rosto dela descansou no meu peito, os olhos dela buscaram os meus e a gente se beijou pela primeira vez na boca. O beijo foi indo, sem parar, as mãos da mamãe passaram pelas minhas costas até meus ombros, devagar a gente girou até eu ficar dentro do banheiro andando pra trás, consegui sentar na tampa do vaso, mamãe soltou meus ombros e sentou em cima de mim, começando a mexer a bacia dela em cima do meu pau que acordava a cada movimento, minhas mãos agarraram ela pelas nádegas, começando a amassar de leve, nossas bocas ficavam loucas, as mãos da mamãe bagunçavam meu cabelo enquanto os peitos dela esfregavam no meu peito. De repente mamãe interrompeu o beijo.
- Shh!! Entrou alguém! – ela falou se levantando –
Ela saiu do banheiro, pensei que tinha acabado tudo; mas não foi assim, quando saí do banheiro e ia indo encontrar a mamãe, ela apareceu na minha frente, a mão dela me pegou pela cintura me empurrando pra dentro do depósito.
- Mãe, o que cê tá fazendo? – perguntei –
- O que eu quero fazer há umas semanas! – respondeu me beijando de novo –
A diferença de altura era um problema porque eu era quase 30 centímetros mais alto, então ela mesma subiu num banco de plástico na hora, com isso a gente igualou as alturas; as mesmas mãos foram de novo pras nádegas dela enquanto as dela se dividiram, uma no meu cabelo e a outra fez o caminho até meu pau pulsando, suave e sem tirar minha calça começou a esfregar ele, decidi que se ela já tinha cruzado o limite do proibido, por que eu não faria o mesmo, então uma das minhas mãos foi até a buceta dela começando a passar a mão.
Os gemidos baixinhos dos dois deixavam aquilo mais excitante e cheio de tesão. A boca dela largou a minha e desceu pelo meu pescoço, a mão dela já tentava desabotoar minha calça, mas resistia de algum jeito; enquanto as minhas se deliciavam com a buceta e as nádegas dela. De repente a Mão que tava na bunda dela continuou no mesmo lugar e subiu pelas costas até chegar nos peitos dela, a firmeza e maciez misturadas naqueles melões é indescritível, desabotoei alguns botões da blusa dela até ter espaço suficiente pra mexer dentro do sutiã, os gemidos e as respirações aceleraram de uma vez.

Mãe não conseguia desabotoar minha calça, então decidi ajudar ela com isso, soltei meu cinto e botão, ela pegou o zíper, puxando pra baixo. Pegou minha calça pela cintura e abaixou um pouco junto com minha cueca. Fazendo meu pau aparecer até a metade, ela olhou pra ele uns segundos.

- Vic! Cê tem um pauzão, papai! – exclamou sussurrando –
- É toda sua, mãe! – respondi ofegante –
Assim que mãe ouviu isso, ela abaixou minha calça até deixar em cima das minhas coxas, pegou meu pau começando a bater uma. Eu tentei fazer o mesmo, mas mãe resistiu, entendi que não devia forçar as coisas, então deixei ela ditar até onde queria ir, decidi atacar pelo lado dos peitos dela, meti a mão por baixo do sutiã dela, tirando um dos melões da taça que cobria ele. O mamilo e a auréola dela são rosadinhos, ao contrário do que pudessem imaginar, os mamilos dela são bem pequenos e quase grudados nos peitos, minha língua imediatamente lambeu o mamilo dela e aí veio o primeiro comentário sexual.

- Ummh! Papai! Que gostoso! – gemeu mãe –
Ficamos assim por uns minutos, a excitação e o tesão do momento fizeram meu pau não aguentar muito e gozei na mão de mãe, ela continuou batendo até tirar a última gota de porra dos meus ovos, minha boca soltou o peito dela, ela me beijou de novo, soltou minha vara, arrumou o sutiã e a blusa e saiu do depósito, eu fiquei atônito e excitado por mais uns momentos lá dentro, saí pouco depois, lavei meu pau no lavatório e arrumei bem a roupa e o cabelo.

Saí pra ver onde mãe tava, olhei ela atendendo um cliente como se nada tivesse acontecido. Durante o resto da tarde. As coisas foram totalmente diferentes, tanto ela quanto eu. Não trocávamos olhares sexy e nos esfregávamos sempre que podíamos. Quando chegou a hora de fechar, ela me chamou no balcão.
— Vic! Nem uma palavra pra ninguém sobre o que a gente fez! Entendeu? — exclamou mamãe.
— Sim, mãe! — respondi.
— E por favor, vamos ser cuidadosos e precavidos com isso! — disse ela de novo.
Concordei com a cabeça enquanto ela me beijava de novo, já com a cortina da loja abaixada. Coloquei o alarme, saímos do local e voltamos pra casa. Depois daquela tarde, as coisas nunca mais foram as mesmas…
Continua...

8 comentários - Família Incestuosa. Cap I: A solidão da mamãe, o primeiro

este relato ya lo habían publicado anteriormente en el foro.
Buen relato caray tengo un relato similar jejej