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Compêndio ITalvez vocês achem que estou enrolando demais. Mas até na manhã de quinta-feira, eu ainda via nossa visita a Perth como algo "de amigos". Que Hannah tinha me convidado pra comemorar o primeiro aniversário dela e curtir uns dias na casa dela, embora, como a Marisol perceberia no dia seguinte, nós três éramos vítimas de uma conspiração maquiavélica.
Naquela manhã, a Hannah não trouxe a pasta dela e, com um olhar simples, sorridente e cheio de expectativa, queria saber o que eu ia inventar pra aquele dia.
E foi assim que passamos a manhã na piscina, mais uma vez, brincando com os sobrinhos dela e entre elas. A gente se enfiou numa guerra aquática, nos molhando freneticamente, junto com o Lucca e minha esposa, e, mesmo que eu segurasse ela pela cintura e apertasse contra o meu corpo, era só pelo espírito de brincadeira, pra proteger ela dos ataques dos outros.
Também aproveitei pra competir com ela na natação, onde ganhei com facilidade. Mas lá pelo meio-dia, eu parava cada vez mais pra olhar a quadra de tênis.
A Hannah percebeu e perguntou se a gente sabia jogar. Confessei que, quando criança, a gente tinha as raquetes, mas nunca me interessei por aquele esporte.
A Marisol, por outro lado, disse que sabia as regras e os jeitos de segurar a raquete (depois de ver um anime sobre isso e acompanhar partidas de tênis), mas que nunca teve chance de jogar.
Foi assim que, depois de um almoço generoso, o Lucca e a Hannah se prontificaram a nos ensinar.
Adorei ver a Marisol e a Hannah cochichando entre si, como se fossem amigas, talvez sobre mim, e ela até ofereceu emprestar roupa pra Marisol jogar mais confortável.
Quando vi as duas chegando, fiquei sem palavras: estavam vestidas como tenistas, com aquelas saias brancas e curtas, tão sensuais que parecem mostrar a calcinha, camisetas brancas e viseiras.
Mas o mais hipnotizante foram as diferenças entre elas: a Hannah se mostrava desafiadora, confiante e sorridente, orgulhosa de a saia ser tão leve que mostrava a buceta dela. Traseiro perfeito que tanta punheta inspira à noite nos homens da pesca. E embora os peitos dela não sejam tão grandes quanto os da minha esposa, não deixavam de se mostrar desafiadores por baixo do tecido.
Já a Marisol tava morrendo de vergonha, porque dava pra ver o rabão dela fácil e os peitos balançando pra todo lado, sem contar aquela bunda de cavalo saindo da viseira.
Como a Lucca é tão pequenininha perto de mim e a química que eu tinha com a Marisol era tão boa, combinamos que a Hannah seria minha professora e a pequena, da minha esposa.
De vez em quando, eu percebia o sorriso safado da Marisol, porque a Hannah é perfeccionista e aproveitava pra me apalpar à vontade, colocando as mãos na minha bunda quando mandava eu flexionar mais as pernas; encostando meu braço bem perto dos peitos dela na hora de praticar o saque e um monte de situações assim.
Por causa disso e porque eu era um aluno bem lerdo comparado com minha esposa, a Marisol falou que ela e a Lucca iam tomar umas bebidas em casa pra fugir do calor, me deixando completamente sozinho com a Hannah.
Ela, sem perder tempo, aproveitava pra encostar o corpo cada vez mais no meu, me ensinando o jeito certo de levantar a bola.
Foi nessa hora que ela achou que meu backhand tava mal feito e que, se eu continuasse daquele jeito, podia machucar os tendões do pulso.
Ela tentou ficar atrás de mim, esfregando os peitos no meu corpo, tentando alcançar meus braços, mas não deu certo porque ela é muito baixinha, então resolveu ficar na minha frente e guiar meu corpo.
Eu coloquei a cabeça no ombro direito dela e percebi que ela tava mais ofegante e nervosa, segurando meu antebraço à vontade.
“Você tem que pegar assim e nessa altura!” ela mandava, movendo a raquete na minha mão. “Se pegar muito perto, vai absorver mais a força do golpe. Mas se afastar, cobre um raio maior e não vai ser tanto.”
“O problema vai ser que não vou conseguir responder tão rápido, porque o raio de giro vai ser maior." Respondi, pensando com a cabeça de engenheiro.
"Sim... mas você tem que considerar que nunca praticou esse esporte... e te digo por experiência própria que os pulsos ficam doloridos por falta de prática..." ela disse, com a voz mais ofegante.
"Mas o mesmo aconteceria se eu fizesse do seu jeito, Hannah!" protestei, sem perceber a paixão nos olhos dela, teimando na física por trás do jogo. "Se o saque for muito forte, vai forçar meu pulso, criando um efeito de alavanca."
"Como quiser!" ela resmungou, dando de ombros. "Tem que flexionar mais as pernas!"
Minha pélvis roçou de leve na bunda desafiadora dela.
"Um pouco mais!" ordenou ela, semicerrando os olhos.
Obedeci e percebi que meu pau estava na altura da fenda da bunda dela.
"Aí!" ela suspirou, com um leve arrepio. "Então... você tem que se preocupar em mexer a cintura... pra amplificar o golpe..."
O que ela dizia não fazia sentido, já que ela esfregava a bunda no meu brinquedo.
"Tem certeza?" perguntei, inocente, sem sacar o que tava rolando.
"Sim!... E você tem que apoiar a mão na minha cintura... pra sentir o vai e vem..."
Foi ela quem pegou minha mão, soltando um suspiro fundo, colocando ela na altura da barriga, mas massageando em direção à base dos peitos.
Meu corpo começou a reagir, se esfregando de um jeito mais bruto nela.
"Hannah, a gente não devia fazer isso aqui!" pedi, vendo que a bundinha gostosa dela afundava cada vez mais no meu membro preso.
"Não!... Você tá indo bem!... Muito bem!... Só precisa soltar a raquete... e se segurar com a outra mão na minha cintura... pra se guiar direito..."
Tentei me afastar, mas ela segurou rápido na minha bunda.
"Vamos!... Mais um pouco!... Já já você consegue!" ela dizia, subindo e descendo a bunda com malícia, quase de quatro.
A prisão do meu short era forte demais e quando ela começou a Puxá-la, tive que me segurar.
“Não, Hannah! Não, Hannah! Aqui não!” falei e me virei bruscamente, fazendo ela tropeçar e cair no chão.
Do chão, ela me olhava desamparada, com os olhinhos azuis prestes a chorar. Estendi a mão e a levantei.
“Estou com minha esposa e seus sobrinhos estão aqui! O que eles pensariam se te vissem assim?”
“Desculpa!... é que fazem 4 dias que eu e o Dougie… não transamos… e ter você aqui…”
As palavras que a Marisol tinha dito na noite anterior voltaram à minha cabeça…
“Mas Hannah, eu não sou seu marido!”
“Eu sei! Mas mesmo quando estou com ele, penso em você…” disse ela, olhando especialmente pra minha virilha. “A sua toca lugares que a dele não alcança…”
Segurei-a pelos ombros e forcei ela a olhar nos meus olhos.
“Hannah, entende! Isso a gente faz no trabalho, porque estamos sozinhos!... mas agora estou com minha esposa e você tem seu marido.”
“Eu sei! Mas eu preciso… que você me deixe satisfeita… do jeito que você faz…” sentenciou, com um sorrisinho triste.
Nos beijamos suavemente, com ternura, e ela me abraçava, tentando prolongar aquele beijo até o entardecer e o infinito.
Me afastei quando a senti mais calma.
“Hannah, pelo menos pensa no Lucca, no Mark e no Timmy! O que vão dizer se te virem assim?”
“É verdade!” reconheceu ela com tristeza, enxugando os olhos.
E voltou a me dar conselhos, deixando de ser tão severa.
Expliquei que não queria me tornar um jogador profissional e que só precisava que ela me ensinasse o básico pra me defender. Compreensiva, entendeu que eu precisava encontrar meu próprio estilo e só modelou o que ela achava necessário que eu soubesse.
Marisol demorou quase uma hora, mostrando-se levemente decepcionada, porque a Hannah continuava tão tensa quanto quando saiu, e a gente começou a jogar duplas, eu fazendo par com minha esposa.
Tia e sobrinha foram misericordiosas o bastante pra não sacar jogadas tão elaboradas. Da minha parte, eu tendia a me jogar na frente da quadra, acelerando o jogo. velocidade dos saques e, em resposta, Hannah se aproximava pra defender, jogando a bola com força suficiente pra Marisol ter que cobrir por trás.
Foi uma partida que todo mundo curtiu. Mas lá pelas 6, quando o sol já tava quase se pondo, Iris apareceu, vestindo tão gostosa quanto Hannah e minha mulher.
“Vim ver se você é tão bom quanto a Hannah diz!” comentou, desafiadora.
Percebi a indignação de Marisol, olhando pra ela com bastante raiva, e o medo de Hannah, já que Iris sabe jogar pra caralho.
O saque dela foi devastador e, pra ela, eu era um rato enfrentando uma puta. Os saques me obrigavam a correr de um lado pro outro da quadra sem parar e, embora os pontos aumentassem devagar, o cansaço físico que eu tava sentindo era esmagador.
Mas conforme o jogo começou a se estender, comecei a ler melhor os movimentos dela e a montar uma ofensiva arriscada: de novo, jogava na “quadra pequena”, perto da rede, sacrificando espaço pra devolver, mas ao mesmo tempo, potencializando minhas respostas.
E a Hannah tinha razão: meus pulsos doíam por causa da tensão, mas não importava os saques que a Iris desse, não conseguia alcançar meu backhand.
Cortamos o jogo no meio, porque apesar de Iris ter ganhado o primeiro set, eu já tava alcançando ela no segundo, e ela foi embora, já que logo íamos jantar.
Marisol e eu voltamos pro nosso quarto, trocamos de roupa, tomamos banho, comemos e brincamos um pouco com as pequenas, enquanto nos revezávamos no chuveiro e, por curiosidade, dei uma olhada no e-mail do trabalho pelo celular.
Depois do incidente do ano passado, onde o time da Hannah se envolveu com o caminhão-tanque, dedico alguns minutos por semana pra dar uma geral.
Mas entre eles, um se destacava com “URGENTE!!”, em espanhol.
Era da Sonia, minha ex-colega de trabalho, pedindo minha presença na segunda-feira da semana seguinte (era noite de quinta), já que ela tava numa Situação complicada e ela precisava da minha consultoria. Se ofereceu pra pagar minhas passagens e estadia, as minhas e da minha família, mas disse que precisava de mim com urgência.
Quando Marisol saiu do chuveiro, me encontrou sobrecarregado, porque pra mim, foi uma percepção brusca sobre o futuro próximo.
Sônia, que sempre cuidou dos interesses administrativos, é hierarquicamente minha chefe e pro ano que vem, já que Marisol vai ter terminado os estudos, eu poderia conseguir uma promoção que tá pendente, onde me realocariam pro escritório da cidade de Melbourne e me afastariam de vez da Hannah.
Minha esposa, depois de ler o remetente, sentou do meu lado e me olhou com a mesma aflição que ela tinha na noite anterior.
E foi assim que eu pedi permissão e ajuda pra ela me deixar ter algo com a Hannah…Post seguinte
1 comentários - Sete por sete (145): Minha esposa, minha amante e eu (IV)