Aquela noite inesquecível merece ser contada à parte.
Depois de ter sido um instrumento de prazer para o Tarlis durante todo o período das minhas férias, me sentia escrava dele, feliz em me submeter à sua dominação. Todos os desejos sexuais do Tarlis, todas as ideias que surgiram nos nossos encontros quentes e furtivos, tiveram minha aprovação submissa e obediente. Nunca tinha sentido aquela sensação, a de ser um objeto de prazer de outra pessoa. E aceitei de bom grado.
Meu corpo inteiro tremia de prazer, esperando qualquer proposta, qualquer sugestão para transmitir, febril, fogosa e apaixonada, minha aprovação absoluta de forma contundente.
Foi assim que fizemos em todos os lugares possíveis e de todas as maneiras possíveis. Naqueles dias, a palavra “não” não fazia parte do meu dicionário, e eu virei o assunto de todas as conversas no hotel. Aposto que o Tarlis contou para os colegas dele todas e cada uma das “loucuras” que surgiram na cabeça dele e que tiveram a aprovação imediata e fervorosa da “putinha” dele… era assim que ele me chamava.
E chegou a última noite. De manhã, depois de um dos nossos encontros, e quando eu já tinha recebido e cumprido com muito gosto a ordem de sempre de “limpar ele”, enquanto se vestia, o Tarlis me deu uma ordem que eu não entendi. Insistentemente, ele exigia que eu mostrasse “saia de cadela”. Depois de tentar fazer ele se explicar melhor, entendi que o que ele queria era que eu mostrasse uma saia de puta (valeu, Google Tradutor!!). Eu tinha levado três saias, uma delas era bem curta, curtíssima e bem rodada, caso pintasse uma oportunidade de sair pra dançar. Ele escolheu essa, sem hesitar. E me disse que naquela noite, minha última noite em Búzios, eu deveria ir vestida com aquela saia, uma camisa e chinelos me encontrar com ele. Sem calcinha nem sutiã. O ponto de encontro foi uma esquina a duas quadras do hotel.
Eu já tinha superado todos os bloqueios, não sentia nenhum Vergonha… como já disse, estar num país estranho é ideal pra isso… eu não era ninguém, ninguém me conhecia, amanhã já não estaria mais ali… que vergonha pode sentir alguém sem história???
Me vesti, seguindo as instruções do dono absoluto da minha vontade, pronta pra continuar sendo pra ele uma ferramenta pro seu maior prazer.
Quando nos encontramos à meia-noite, demos um beijo profundo, molhado e feroz. As mãos de Tarlis, durante aquele beijo, apalparam meu corpo, verificaram descaradamente minha obediência e a total falta de roupa íntima no meu corpo. Começamos a andar com a pressa que a paixão costuma nos dar. Chegando a um ponto, num cruzamento solitário de ruas, Tarlis tira do bolso uma venda escura e dois pedaços de algodão. Me avisa que vai vendar meus olhos, com a calma convicção de quem sabe que não vai encontrar nenhuma oposição. Amarro a venda com força, e entre a venda e meus ouvidos coloco os dois algodões, me privando completamente da visão e da audição. E é assim, com a privação desses sentidos, que meu corpo se transformou num vulcão de sensações amplificadas dentro de mim.
Entre aquela sensação inédita e a vontade de ter a pica do Tarlis dentro de mim, entrei numa voragem de prazer que dobrava minhas pernas, dificultando andar.
Tarlis, enquanto isso, começou a acariciar meu rosto, e depois aumentou minha confusão e minha embriaguez de paixão quando sinto que ele está desabotoando minha camisa. Totalmente entregue, deixo ele agir sem saber pra onde estou sendo levada. Não teria me importado de estar sendo observada por outras pessoas se esse fosse o desejo do meu dono. Se o prazer dele passasse por aí, eu teria aceitado, sem a menor objeção. Ele continuava desabotoando botões e suas mãos se dividiam entre amassar meus peitos desenfreadamente e levantar minha saia sem nenhum disfarce, pra percorrer de ponta a ponta toda minha geografia. Seus dedos indiscretos voavam sobre minha pele, Elevando minha temperatura ao indizível… Ele tira minha camisa e com a boca chupa meus peitos desesperadamente enquanto seguimos nossa caminhada. Não questiono nem pergunto onde estamos, tão entregue estou ao seu domínio. Ele tira minha saia e suas mãos e boca são um turbilhão sobre meu corpo confuso. É aí que caio de joelhos e, posicionado atrás de mim, ele tira as vendas e os algodões. Nua em frente ao mar, com Tarlis me abraçando por trás, tendo recuperado meus sentidos e sentindo na minha bunda a potência de Tarlis, é que deixo ele agir e ele me penetra, a princípio timidamente e depois, quando nossos corpos começaram a executar aquela maravilhosa sintonia do sexo, foi ficando mais frenético e profundo até que sentir uma catarata morna dentro de mim me provocou uma onda de prazer que parecia interminável.
Nos banharmos no mar nus, parecendo um só de tão abraçados, e continuar transando de todas as formas possíveis, até desfalecer, foi a síntese daquela noite, cujo fim nos surpreendeu sem roupas, encharcados dos nossos fluidos, fundidos num só e escandalizando um par de corredores matinais, que não podiam acreditar no que viam.
Depois de ter sido um instrumento de prazer para o Tarlis durante todo o período das minhas férias, me sentia escrava dele, feliz em me submeter à sua dominação. Todos os desejos sexuais do Tarlis, todas as ideias que surgiram nos nossos encontros quentes e furtivos, tiveram minha aprovação submissa e obediente. Nunca tinha sentido aquela sensação, a de ser um objeto de prazer de outra pessoa. E aceitei de bom grado.
Meu corpo inteiro tremia de prazer, esperando qualquer proposta, qualquer sugestão para transmitir, febril, fogosa e apaixonada, minha aprovação absoluta de forma contundente.
Foi assim que fizemos em todos os lugares possíveis e de todas as maneiras possíveis. Naqueles dias, a palavra “não” não fazia parte do meu dicionário, e eu virei o assunto de todas as conversas no hotel. Aposto que o Tarlis contou para os colegas dele todas e cada uma das “loucuras” que surgiram na cabeça dele e que tiveram a aprovação imediata e fervorosa da “putinha” dele… era assim que ele me chamava.
E chegou a última noite. De manhã, depois de um dos nossos encontros, e quando eu já tinha recebido e cumprido com muito gosto a ordem de sempre de “limpar ele”, enquanto se vestia, o Tarlis me deu uma ordem que eu não entendi. Insistentemente, ele exigia que eu mostrasse “saia de cadela”. Depois de tentar fazer ele se explicar melhor, entendi que o que ele queria era que eu mostrasse uma saia de puta (valeu, Google Tradutor!!). Eu tinha levado três saias, uma delas era bem curta, curtíssima e bem rodada, caso pintasse uma oportunidade de sair pra dançar. Ele escolheu essa, sem hesitar. E me disse que naquela noite, minha última noite em Búzios, eu deveria ir vestida com aquela saia, uma camisa e chinelos me encontrar com ele. Sem calcinha nem sutiã. O ponto de encontro foi uma esquina a duas quadras do hotel.
Eu já tinha superado todos os bloqueios, não sentia nenhum Vergonha… como já disse, estar num país estranho é ideal pra isso… eu não era ninguém, ninguém me conhecia, amanhã já não estaria mais ali… que vergonha pode sentir alguém sem história???
Me vesti, seguindo as instruções do dono absoluto da minha vontade, pronta pra continuar sendo pra ele uma ferramenta pro seu maior prazer.
Quando nos encontramos à meia-noite, demos um beijo profundo, molhado e feroz. As mãos de Tarlis, durante aquele beijo, apalparam meu corpo, verificaram descaradamente minha obediência e a total falta de roupa íntima no meu corpo. Começamos a andar com a pressa que a paixão costuma nos dar. Chegando a um ponto, num cruzamento solitário de ruas, Tarlis tira do bolso uma venda escura e dois pedaços de algodão. Me avisa que vai vendar meus olhos, com a calma convicção de quem sabe que não vai encontrar nenhuma oposição. Amarro a venda com força, e entre a venda e meus ouvidos coloco os dois algodões, me privando completamente da visão e da audição. E é assim, com a privação desses sentidos, que meu corpo se transformou num vulcão de sensações amplificadas dentro de mim.
Entre aquela sensação inédita e a vontade de ter a pica do Tarlis dentro de mim, entrei numa voragem de prazer que dobrava minhas pernas, dificultando andar.
Tarlis, enquanto isso, começou a acariciar meu rosto, e depois aumentou minha confusão e minha embriaguez de paixão quando sinto que ele está desabotoando minha camisa. Totalmente entregue, deixo ele agir sem saber pra onde estou sendo levada. Não teria me importado de estar sendo observada por outras pessoas se esse fosse o desejo do meu dono. Se o prazer dele passasse por aí, eu teria aceitado, sem a menor objeção. Ele continuava desabotoando botões e suas mãos se dividiam entre amassar meus peitos desenfreadamente e levantar minha saia sem nenhum disfarce, pra percorrer de ponta a ponta toda minha geografia. Seus dedos indiscretos voavam sobre minha pele, Elevando minha temperatura ao indizível… Ele tira minha camisa e com a boca chupa meus peitos desesperadamente enquanto seguimos nossa caminhada. Não questiono nem pergunto onde estamos, tão entregue estou ao seu domínio. Ele tira minha saia e suas mãos e boca são um turbilhão sobre meu corpo confuso. É aí que caio de joelhos e, posicionado atrás de mim, ele tira as vendas e os algodões. Nua em frente ao mar, com Tarlis me abraçando por trás, tendo recuperado meus sentidos e sentindo na minha bunda a potência de Tarlis, é que deixo ele agir e ele me penetra, a princípio timidamente e depois, quando nossos corpos começaram a executar aquela maravilhosa sintonia do sexo, foi ficando mais frenético e profundo até que sentir uma catarata morna dentro de mim me provocou uma onda de prazer que parecia interminável.
Nos banharmos no mar nus, parecendo um só de tão abraçados, e continuar transando de todas as formas possíveis, até desfalecer, foi a síntese daquela noite, cujo fim nos surpreendeu sem roupas, encharcados dos nossos fluidos, fundidos num só e escandalizando um par de corredores matinais, que não podiam acreditar no que viam.
4 comentários - Perdi minha vergonha em Búzios (3 - final)
lastima que el trote mañanero por buzios no sea uno de mis pasatiempos favoritos ultimamente....
gracias por compartirlo hermosa
van merecidos puntos
espero mas historias...