Fui dançar num lugar na zona sul e conheci um cara naquela mesma noite. No dia anterior tinha brigado com meu namorado, então quis esquecer ele por um tempo. Fiquei beijando o cara novo por quase 2 horas, até que ele sugeriu irmos pra outro lugar, e sem pensar muito eu disse sim.
Enquanto ele me levava, pensei de novo e acabei decidindo não fazer nada, porque meu namorado estava na minha cabeça e eu não queria ir tão longe. Mesmo assim, ele me fez entrar no carro e disse que nada que eu não quisesse ia acontecer.
Continuamos nos beijando lá dentro e, em um momento, ele já tinha o pau pra fora da calça, totalmente duro. Ele tinha tirado enquanto a gente se beijava e deixado exposto pra eu ver. Era realmente enorme, o maior que eu já vi. Eu babava só de olhar e, antes que o dono dissesse qualquer coisa, eu já estava chupando.
Enquanto lambia, não me importava se ele estava gostando, eu adorava chupar, então me concentrava em curtir, mastigando um pouco, passando na minha cara… Pensei em ter ele dentro, mas lembrei do meu namorado de novo e decidi aproveitar com a boca até o fim e depois esquecer.
Foi o que fiz, aproveitei o máximo que pude; amava ter algo tão grande entre minhas mãos, minha boca, meu rosto. Enrolava o cabelo nele, apertava com força com as mãos. Mordia e sentia o gosto… salgado, meio ácido… quente. “Hmm…! Você vai gozar”, falei pro pau dele. Peguei com as duas mãos pra sacudir e ainda cabia na minha boca, então de vez em quando enfiava a cabeça. Coloquei a língua bem pra fora e esperei o gozo… Ele pulsou e saiu um jato enorme “Nossa…! Quanto!… demais!”; pulsou de novo e saiu outro quase igual… e pulsou mais três ou quatro vezes, jorrando jatos enormes que respingaram na minha boca, língua, olhos, um pouco no cabelo, e o resto caiu no volante, no chão… acho que até no para-brisa tinha porra.
Depois disso, ele se recostou no banco e relaxei. Eu peguei minhas coisas e fui embora.
Passadas as semanas, já tinha me resolvido com meu namorado, e estávamos muito bem. Tínhamos resolvido todos os nossos problemas; até hoje estamos bem desde aquela vez. Mas aquele pau desconhecido eu não conseguia esquecer. Com aquele cara nunca trocamos telefone, nem nada… O que eu lembrava é que ele tinha me dito onde trabalhava, e que fazia turnos noturnos.
Um dia peguei o carro e decidi ir visitá-lo, só para vê-lo, lembrar do rosto dele, não para que ele me visse. Ele trabalhava como manobrista num daqueles cassinos gigantes. Dirigi até lá, sozinha.
Quando cheguei, rodei com o carro pelo estacionamento, ao ar livre. Bem devagar… como se estivesse procurando vaga, mas na verdade olhava os funcionários, um por um. Não o via em lugar nenhum.
Já estava quase indo embora, então encaminhei para a saída; mas tinha sido uma viagem longa, melhor estacionar o carro e descansar um pouco.
Foi o que fiz, fiquei no volante por uns trinta minutos, olhando o céu, as luzes… pensando no que estava fazendo ali e… o vi. Ele estava descendo de um carro justamente estacionado na fila de frente para a minha. Era um carro luxuoso, com certeza de algum cliente do cassino. Ele estava vestido com um uniforme chamativo, com aqueles detalhes que brilham quando você ilumina com os faróis. Apareceu outro vestido igual, um colega de trabalho com certeza, e os dois ficaram conversando, apoiados no porta-malas daquele carro importado.
Assim que vi o rosto dele, lembrei na hora daquele pau, e fiquei excitada. Olhei para a calça dele, inconscientemente, tentando ver pelo menos um volume, um sinal de que estava ali… Já tinha as mãos no meu clitóris. Aquela coisa enorme, grossa… dura, quente, estava ali, a metros de mim. Me desejava, eu sabia que se descesse do carro ia tê-lo dentro de mim em menos de 5 minutos.
E aquela quantidade de porra que ele podia soltar… que tesão!
Continuei acariciando meu clitóris, cada vez mais rápido… Meus mamilos estavam sensíveis e durinhos, e eu os Comecei a tocar com suavidade. Imaginava meus dedos roçando aquela glande poderosa, o freio, descendo pelo tronco. Aquele tronco robusto na minha boca, sentindo as pulsações, a textura das veias… sentindo como ele ficava mais duro.
Meus mamilos é que estavam bem duros. Passei a língua por cima da camisa. Tinha meu estímulo ali na frente, e ver o rosto dele me excitava… “Uuff…!” e fechei os olhos, cega de prazer, com uma mão apertando meu peito e a outra esfregando minha pelve: “Ai… ai, isso!… isso, mais…! Que grandão, que duro… Que delícia!!”.
Abri os olhos e me pareceu ver que ele estava me olhando de soslaio. Parei de repente para olhar melhor: sim, ele estava me vendo enquanto eu movia a boca. De repente o amigo dele também me olhou. Os dois estavam sorrindo!
“Não, estou frita!” pensei e quis dar partida. Com a pressa, travei, e antes de fazer qualquer coisa, os dois estavam dos lados do meu carro. Agarrei minha cabeça, suada, e suspirei olhando para o chão.
Meu contato bateu no vidro, insinuando que eu abaixasse a janela. Disse que não ia fazer isso, e os dois insistimos um bom tempo nessa discussão, enquanto o amigo dele se apoiava no teto do meu carro (só via o torso dele). Ele disse que tinha me visto me tocando, morri de vergonha.
Eu não ia fazer nada com ele. Com meu namorado estava tudo ótimo, e não queria me meter numa roubada dessas. Liguei o motor e estava prestes a sair… mas de repente vi ela. Ele tinha descido a calça e encostado ela contra a janela, bem dura. Esfreguei o rosto, o cabelo, perturbada e suada. Ele disse “Vai me deixar assim?”, exibindo aquele tronco enorme. Me excitei, saí de mim por um momento e pensei em me deixar levar… mas a razão voltou de novo, conseguindo me acalmar antes de abrir a porta, só que já tinha arrancado a camisa de tesão, deixando o sutiã à vista. Quis me cobrir rápido, mas ele já tinha visto e estava massageando ela: levava a mão até a ponta, bem devagar, e voltava a descer até a base. Assim. algumas vezes, apertando ela e encostando a pontinha no vidro de vez em quando.
Deve ter feito um sinal pro amigo, porque ele também tirou a dele pra fora. Não era grande, era normal, mas ter dois pires me desejando me deixou maluca.
Comecei a tocar meus peitos, puxando o sutiã pra baixo, mordendo os lábios, lambendo eles... cuspi nos mamilos e continuei esfregando, entre eles e com meus dedos. Via os dois se masturbando, um de cada lado, e imaginava estar chupando eles, imaginava o prazer que sentiam sabendo que eu estava me tocando por causa dos pauzões deles. Senti o calor intenso na minha buceta, toquei com vontade, com a mão por baixo da roupa, e enfiei os dedos como pude, de dois em dois. Depois mais dois, com a outra mão. Não aguentava mais! Baixei a calça até o joelho e peguei um espanador de carro que tava no banco de trás. Usei a parte do cabo pra me penetrar no cu (tinha pensado na alavanca de câmbio, mas não ia ser confortável).
Sentia aquele cabo e via o pau grande, como ele se batia com paixão. Queria abrir a janela com toda minha força e pegar ele, ou jogar a língua... Não fiz, mas comecei a lamber o vidro no lugar onde ele encostava a pontinha. "Isso, isso... ahh...!" e lambia freneticamente, deixando o vidro todo molhado. O outro pau começou a bater no vidro do passageiro, e me joguei como pude pra chupar ele também: o vidro separava minha boca da cabeça, mas nenhum de nós ligava. Estávamos com muito tesão, não conseguia pensar em nada, só em como eles estavam me fazendo gozar.
Estava no limite... ia explodir com o melhor orgasmo em anos, então quis aproveitar como merecia.
Tive que tirar a calça pra colocar a perna direita no banco do passageiro e deixar a outra onde estava. Não tirei o espanador da bunda. Encostei o clitóris na alavanca de câmbio e comecei a passar a língua no para-brisa, perto do retrovisor, onde conseguia alcançar com a boca. Os dois eles entenderam o que eu queria, e subiram no capô sem soltá-las. Brigavam para colocar as glandes onde eu lambia. Eu estava me masturbando com o espanador e a alavanca, imaginando como iam jogar aquela porra na minha cara, tão quente, e tanta... "Tanta porra..." eu disse, lembrando da porra daquela noite... Eu ia gozar...! ia gozar! e o companheiro começou a gemer forte, gozou e derramou no para-brisa uma poça branca. Comecei a lamber, do outro lado do vidro, querendo esquentar minha linguinha (que decepção não sentir, mas não parei) e gozei; e comigo o pênis enorme soltou todo o sêmen que tinha, que era como eu imaginava: uma cascata de porra que jorrava aos montes no meu para-brisa... se juntava com o que já estava e escorriam lentamente pra baixo... viciada e frenética continuei lambendo, enquanto caía, tentando atravessar o vidro pra não desperdiçar uma gota... até chegar lá embaixo.
"Ufff..." me relaxei no banco de novo, tirando o espanador, com a vista fixa na poça de porra.
Acho que o companheiro foi embora logo, e o outro deu um beijo na janelinha, indo embora também depois de um tempo. Já não prestava atenção em nada, e fiquei assim por mais meia hora.
Depois de limpar o para-brisa, fui pra casa e me deitei. De vez em quando, em alguma foto ou vídeo, quando vejo um pênis grande daquele tamanho, me lembro daquele que tive tão perto... e me masturbo de novo.
Enquanto ele me levava, pensei de novo e acabei decidindo não fazer nada, porque meu namorado estava na minha cabeça e eu não queria ir tão longe. Mesmo assim, ele me fez entrar no carro e disse que nada que eu não quisesse ia acontecer.
Continuamos nos beijando lá dentro e, em um momento, ele já tinha o pau pra fora da calça, totalmente duro. Ele tinha tirado enquanto a gente se beijava e deixado exposto pra eu ver. Era realmente enorme, o maior que eu já vi. Eu babava só de olhar e, antes que o dono dissesse qualquer coisa, eu já estava chupando.
Enquanto lambia, não me importava se ele estava gostando, eu adorava chupar, então me concentrava em curtir, mastigando um pouco, passando na minha cara… Pensei em ter ele dentro, mas lembrei do meu namorado de novo e decidi aproveitar com a boca até o fim e depois esquecer.
Foi o que fiz, aproveitei o máximo que pude; amava ter algo tão grande entre minhas mãos, minha boca, meu rosto. Enrolava o cabelo nele, apertava com força com as mãos. Mordia e sentia o gosto… salgado, meio ácido… quente. “Hmm…! Você vai gozar”, falei pro pau dele. Peguei com as duas mãos pra sacudir e ainda cabia na minha boca, então de vez em quando enfiava a cabeça. Coloquei a língua bem pra fora e esperei o gozo… Ele pulsou e saiu um jato enorme “Nossa…! Quanto!… demais!”; pulsou de novo e saiu outro quase igual… e pulsou mais três ou quatro vezes, jorrando jatos enormes que respingaram na minha boca, língua, olhos, um pouco no cabelo, e o resto caiu no volante, no chão… acho que até no para-brisa tinha porra.
Depois disso, ele se recostou no banco e relaxei. Eu peguei minhas coisas e fui embora.
Passadas as semanas, já tinha me resolvido com meu namorado, e estávamos muito bem. Tínhamos resolvido todos os nossos problemas; até hoje estamos bem desde aquela vez. Mas aquele pau desconhecido eu não conseguia esquecer. Com aquele cara nunca trocamos telefone, nem nada… O que eu lembrava é que ele tinha me dito onde trabalhava, e que fazia turnos noturnos.
Um dia peguei o carro e decidi ir visitá-lo, só para vê-lo, lembrar do rosto dele, não para que ele me visse. Ele trabalhava como manobrista num daqueles cassinos gigantes. Dirigi até lá, sozinha.
Quando cheguei, rodei com o carro pelo estacionamento, ao ar livre. Bem devagar… como se estivesse procurando vaga, mas na verdade olhava os funcionários, um por um. Não o via em lugar nenhum.
Já estava quase indo embora, então encaminhei para a saída; mas tinha sido uma viagem longa, melhor estacionar o carro e descansar um pouco.
Foi o que fiz, fiquei no volante por uns trinta minutos, olhando o céu, as luzes… pensando no que estava fazendo ali e… o vi. Ele estava descendo de um carro justamente estacionado na fila de frente para a minha. Era um carro luxuoso, com certeza de algum cliente do cassino. Ele estava vestido com um uniforme chamativo, com aqueles detalhes que brilham quando você ilumina com os faróis. Apareceu outro vestido igual, um colega de trabalho com certeza, e os dois ficaram conversando, apoiados no porta-malas daquele carro importado.
Assim que vi o rosto dele, lembrei na hora daquele pau, e fiquei excitada. Olhei para a calça dele, inconscientemente, tentando ver pelo menos um volume, um sinal de que estava ali… Já tinha as mãos no meu clitóris. Aquela coisa enorme, grossa… dura, quente, estava ali, a metros de mim. Me desejava, eu sabia que se descesse do carro ia tê-lo dentro de mim em menos de 5 minutos.
E aquela quantidade de porra que ele podia soltar… que tesão!
Continuei acariciando meu clitóris, cada vez mais rápido… Meus mamilos estavam sensíveis e durinhos, e eu os Comecei a tocar com suavidade. Imaginava meus dedos roçando aquela glande poderosa, o freio, descendo pelo tronco. Aquele tronco robusto na minha boca, sentindo as pulsações, a textura das veias… sentindo como ele ficava mais duro.
Meus mamilos é que estavam bem duros. Passei a língua por cima da camisa. Tinha meu estímulo ali na frente, e ver o rosto dele me excitava… “Uuff…!” e fechei os olhos, cega de prazer, com uma mão apertando meu peito e a outra esfregando minha pelve: “Ai… ai, isso!… isso, mais…! Que grandão, que duro… Que delícia!!”.
Abri os olhos e me pareceu ver que ele estava me olhando de soslaio. Parei de repente para olhar melhor: sim, ele estava me vendo enquanto eu movia a boca. De repente o amigo dele também me olhou. Os dois estavam sorrindo!
“Não, estou frita!” pensei e quis dar partida. Com a pressa, travei, e antes de fazer qualquer coisa, os dois estavam dos lados do meu carro. Agarrei minha cabeça, suada, e suspirei olhando para o chão.
Meu contato bateu no vidro, insinuando que eu abaixasse a janela. Disse que não ia fazer isso, e os dois insistimos um bom tempo nessa discussão, enquanto o amigo dele se apoiava no teto do meu carro (só via o torso dele). Ele disse que tinha me visto me tocando, morri de vergonha.
Eu não ia fazer nada com ele. Com meu namorado estava tudo ótimo, e não queria me meter numa roubada dessas. Liguei o motor e estava prestes a sair… mas de repente vi ela. Ele tinha descido a calça e encostado ela contra a janela, bem dura. Esfreguei o rosto, o cabelo, perturbada e suada. Ele disse “Vai me deixar assim?”, exibindo aquele tronco enorme. Me excitei, saí de mim por um momento e pensei em me deixar levar… mas a razão voltou de novo, conseguindo me acalmar antes de abrir a porta, só que já tinha arrancado a camisa de tesão, deixando o sutiã à vista. Quis me cobrir rápido, mas ele já tinha visto e estava massageando ela: levava a mão até a ponta, bem devagar, e voltava a descer até a base. Assim. algumas vezes, apertando ela e encostando a pontinha no vidro de vez em quando.
Deve ter feito um sinal pro amigo, porque ele também tirou a dele pra fora. Não era grande, era normal, mas ter dois pires me desejando me deixou maluca.
Comecei a tocar meus peitos, puxando o sutiã pra baixo, mordendo os lábios, lambendo eles... cuspi nos mamilos e continuei esfregando, entre eles e com meus dedos. Via os dois se masturbando, um de cada lado, e imaginava estar chupando eles, imaginava o prazer que sentiam sabendo que eu estava me tocando por causa dos pauzões deles. Senti o calor intenso na minha buceta, toquei com vontade, com a mão por baixo da roupa, e enfiei os dedos como pude, de dois em dois. Depois mais dois, com a outra mão. Não aguentava mais! Baixei a calça até o joelho e peguei um espanador de carro que tava no banco de trás. Usei a parte do cabo pra me penetrar no cu (tinha pensado na alavanca de câmbio, mas não ia ser confortável).
Sentia aquele cabo e via o pau grande, como ele se batia com paixão. Queria abrir a janela com toda minha força e pegar ele, ou jogar a língua... Não fiz, mas comecei a lamber o vidro no lugar onde ele encostava a pontinha. "Isso, isso... ahh...!" e lambia freneticamente, deixando o vidro todo molhado. O outro pau começou a bater no vidro do passageiro, e me joguei como pude pra chupar ele também: o vidro separava minha boca da cabeça, mas nenhum de nós ligava. Estávamos com muito tesão, não conseguia pensar em nada, só em como eles estavam me fazendo gozar.
Estava no limite... ia explodir com o melhor orgasmo em anos, então quis aproveitar como merecia.
Tive que tirar a calça pra colocar a perna direita no banco do passageiro e deixar a outra onde estava. Não tirei o espanador da bunda. Encostei o clitóris na alavanca de câmbio e comecei a passar a língua no para-brisa, perto do retrovisor, onde conseguia alcançar com a boca. Os dois eles entenderam o que eu queria, e subiram no capô sem soltá-las. Brigavam para colocar as glandes onde eu lambia. Eu estava me masturbando com o espanador e a alavanca, imaginando como iam jogar aquela porra na minha cara, tão quente, e tanta... "Tanta porra..." eu disse, lembrando da porra daquela noite... Eu ia gozar...! ia gozar! e o companheiro começou a gemer forte, gozou e derramou no para-brisa uma poça branca. Comecei a lamber, do outro lado do vidro, querendo esquentar minha linguinha (que decepção não sentir, mas não parei) e gozei; e comigo o pênis enorme soltou todo o sêmen que tinha, que era como eu imaginava: uma cascata de porra que jorrava aos montes no meu para-brisa... se juntava com o que já estava e escorriam lentamente pra baixo... viciada e frenética continuei lambendo, enquanto caía, tentando atravessar o vidro pra não desperdiçar uma gota... até chegar lá embaixo.
"Ufff..." me relaxei no banco de novo, tirando o espanador, com a vista fixa na poça de porra.
Acho que o companheiro foi embora logo, e o outro deu um beijo na janelinha, indo embora também depois de um tempo. Já não prestava atenção em nada, e fiquei assim por mais meia hora.
Depois de limpar o para-brisa, fui pra casa e me deitei. De vez em quando, em alguma foto ou vídeo, quando vejo um pênis grande daquele tamanho, me lembro daquele que tive tão perto... e me masturbo de novo.
2 comentários - Noite Incrível