Será que é o Pequenininho?

Esta é uma história que li há muito tempo... não encontrei mais até hoje, tem várias partes.
Bom, vou deixar vocês com ela.PEQUENININHOTodos os personagens desta história são maiores de idade.

Durante uma visita à fazenda dos avós, Sebastián encontra a solução para todos os seus problemas.

O que parece ser um passeio em família aproveitando o feriado prolongado se transforma em um festival de brigas.
Sebastián simplesmente não aguenta seus irmãos mais velhos, Oscar e Víctor, que não o deixam em paz.
Carolina, a mais velha, tenta mediar a situação, mas até ela faz algumas piadinhas com ele, então a relação entre os irmãos é complicada, pra dizer o mínimo.
Sebastián fica furioso quando o chamam de "pequenino", e, de fato, ele é. Ele é baixinho em comparação com os irmãos e alguns colegas de classe, um pouco gordinho também, mas não o chamam de "pequenino" por isso. Chamam por outro motivo, muito mais humilhante. Sebastián tem um complexo de inferioridade severo e um grave problema de autoconfiança. A causa? O pau dele é pequeno, bem pequeno para alguém da idade dele.

Desde que se tornou consciente do seu "problema", ele tentou de tudo para resolver: cremes, massagens, tônicos, máquinas estranhas, só pra citar alguns. O pior foi que seus irmãos descobriram quando invadiram o quarto dele para pegar um jogo. Desde então, não o deixam em paz. E, como se não bastasse, seus irmãos estudam na mesma escola e trataram de deixá-lo na maior vergonha na frente dos outros. Eles se aproveitam de que estão três anos à frente dele, no terceiro ano do ensino médio. A irmã mais velha, Carolina, no começo o apoiou, mas tudo acabou no dia em que ela fez um comentário na frente das amigas, e elas caíram na gargalhada de Sebastián. Desde então, raramente dirige a palavra a ele, e só quando é obrigada.

Aproveitando um feriado prolongado, Sebastián e sua família foram visitar os avós, que têm uma pequena fazenda. Antes ele adorava ir para lá, mas agora, com todos os seus problemas e com os irmãos por perto, ele simplesmente odeia o lugar. "Vamos, garoto, não se entregue. MORRER", diz a empregada da casa, tentando animá-lo com sobremesas deliciosas — ela é uma cozinheira excelente —, mas ninguém consegue animar Sebastián, e ele passa o tempo todo sozinho, completamente afastado dos outros. Ele mal tolera os almoços, que são a única ocasião em que a família se reúne; mesmo assim, é complicado. No dia anterior, depois de uma piada do Oscar, Sebastián atirou um copo nele e por pouco não acertou. Na verdade, Sebastián disse que preferia dormir no estábulo a dividir quarto com os irmãos, então deram um cômodo só para ele. Hoje à tarde vai ter um churrasco, todo mundo vai estar lá, mas Sebastián já disse que não vai — não quer ficar perto de ninguém. Ele está voltando para casa quando vê uma senhora de idade andando com dificuldade, carregando umas sacolas que parecem bem pesadas. Sebastián se aproxima e se oferece para ajudar a levar até a casa dela. "Obrigada, moço", a velhinha diz onde mora. Os dois caminham por um caminho empoeirado até uma casa que mais parece uma cabana. Sebastián lembra de ter visto aquele lugar antes, e então vêm à mente as histórias que contaram sobre ela — que é maluca, bruxa e coisas assim. "São só mentiras", responde a velhinha com um sorriso. A casa dela é pequena e cheia de objetos estranhos, com um cheiro forte de incenso. "E você não está com a sua família?", pergunta a velhinha, oferecendo um copo de suco. "Não, obrigado. Não quero meus irmãos por perto", responde ele, meio irritado. "E por quê? Não é pra irmãos se apoiarem?" Isso faz Sebastián rir, e ele conta parte da história dos tormentos que sofreu, sem dizer o motivo, porém. A velhinha fica intrigada e pergunta a Sebastián; depois de um vai e vem, com bastante vergonha, ele dá a entender o porquê. Ela saca na hora e vê a tremenda preocupação que isso causa nele. "Agradeço o suco, mas já vou indo", diz Sebastián, se levantando. "Espera um momento", Ele se vira, e a velha examina um móvel cheio de vidrinhos com líquidos de várias cores. De todos, ela pega um, menor e azul brilhante, e entrega a Sebastián: "Essa dose é forte pra um adulto; no seu caso, só três gotas, e você tem que diluir num copo cheio de água ou suco pra disfarçar o gosto, que é bem forte. Bebe antes de dormir, e de manhã você vai sentir a diferença." Sebastián não entende nada: "Mas o que é isso?" "Algo que vai te ajudar a resolver seu problema." Ele olha pra ela sem acreditar: "Sério, é uma poção difícil de fazer e muito valiosa, mas vejo que você precisa, então é sua como recompensa pela sua gentileza." Sebastián fica incrédulo e se despede dela, voltando pra casa pensativo.

Enquanto a família curte um churrasco e uns copos, ele fica trancado no quarto, olhando pro vidrinho sem saber no que acreditar. Destampa e cheira; o cheiro é horrível, e ele tampa de novo. Duvida se tenta ou não — já tentou tanta coisa que não sabe mais o que fazer —, mas finalmente decide: "Por que não? A essa altura, não tenho nada a perder." Desce até a cozinha e volta com um copo de suco de laranja. Já é noite, então vai dormir logo. Destampa o vidrinho e conta as gotas com todo cuidado: "Uma, duas, três…" A batida na porta o assusta, e o vidrinho escorrega da mão dele, caindo dentro do copo. "Sebastián, quer comer alguma coisa antes de eu ir dormir?" pergunta Isabel, a empregada. "Não, muito obrigado!" ele responde. Rapidamente, tira o vidrinho, mas o conteúdo derramou todo no suco. Sebastián coça a cabeça e pensa se bebe ou não, lembrando do aviso que recebeu. "Ah, que se dane!" e bebe tudo de uma vez. Apesar do suco de laranja, o gosto é extremamente forte, e ele tosse bastante; sente a garganta queimando e quase vomita, mas depois de um tempo já se sente melhor, e o gosto ruim desaparece. Fica acordado um pouco, sentado na cama, se olhando. Pauzinho minúsculo esperando que algo acontecesse, mas nada. Sebastián então se sente cansado, muito cansado, e suas pálpebras ficam pesadíssimas, e ele apaga de vez.
"Sebastián, Sebastián, acorda, você tá aí?!", as batidas na porta o fazem acordar, a cabeça dele parece que vai explodir, como se fosse a pior ressaca do mundo. "Já, já acordei!" ele grita de volta, "Tá bom, mocinho, mas já é tarde, vai tomar café na cozinha!" diz Isabel.
Sebastián esfrega os olhos e tenta acordar de vez, aos poucos volta a si, lembra do que aconteceu ontem e do que bebeu na noite anterior, levanta na hora e abaixa a calça, nem tinha conseguido colocar pijama. "Siiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!!!!", o grito dele ecoa pela casa toda, ele está eufórico, com um sorriso de orelha a orelha, sai correndo e entra no banheiro, onde se olha no espelho, os resultados são espetaculares, nem nos melhores sonhos ele imaginou algo assim. Se antes ele se sentia quase castrado, agora se sente um garanhão de primeira, mesmo que o pau dele esteja mole agora, o tamanho é considerável, muito grande, bem mais grosso do que antes, na verdade está irreconhecível. "Isso é fantástico!", diz extasiado.
Enquanto se veste, se sente um homem novo e totalmente realizado, mas está com uma fome do caralho e, com seu sorriso enorme, chega na cozinha, onde Isabel percebe que ele está de bom humor. "Nossa, você amanheceu feliz, o que houve, ganhou na loteria?" pergunta a senhora brincando. "Não exatamente, mas é algo bem parecido!" responde de forma enigmática. Isabel fica pasma, Sebastián manda meia dúzia de ovos, três xícaras de café e quase um quilo de pão. "Parece que nunca te deram de comer" ela diz, impressionada, mas mesmo com esse café da manhã monstruoso, Sebastián se sente bem e cheio de confiança, sai no quintal, onde as gozações e piadas dos irmãos nem fazem ele corar, simplesmente aquilo de "pequenininho" já não é mais pra ele, embora ele mantenha silêncio. sobre seu novo "tamanho", não tem intenção de deixar que zoem ele de novo.
Seu bom humor fica evidente, todo mundo comenta e ele não cai nas provocações dos outros, pela primeira vez em um bom tempo o almoço é tranquilo e sem xingamentos de um lado pro outro. De tarde ele vai nadar no riacho e volta cedo pra casa pra tomar um banho. Na cozinha faz um calor danado, mas tem um cheiro irresistível, ele procura Isabel pra pedir umas toalhas, até que encontra ela atrás da mesa, agachada, procurando alguma coisa embaixo de um móvel. Sebastián olha por um instante, a bunda de Isabel se desenha perfeitamente sob o avental dela e as coxas aparecem de um jeito insinuante, de repente ela se levanta e olha pra ele, "que bom que você apareceu, me ajuda aqui", Sebastián reage e se aproxima, Isabel explica que deixou cair umas chaves ali embaixo. Ela se inclina um pouco e Sebastián aprecia os peitos dela pelo decote do avental. Mas ele finge que não viu e, com um pouco de esforço, pega as chaves, "valeu, você é um anjo" ela diz, sentando numa mesa e usando um jornal como leque. Isabel comenta que está preparando uma costela de cordeiro e deixou o forno no máximo, por isso o calorão. Isabel passa as mãos no rosto e abre um pouco o avental enquanto se refresca, abanando ar.
Sebastián percebe que ela só usa o avental e calcinha, olhando as pernas dela, chega até a calcinha que aparece claramente, apesar de ser uma mulher madura de 45 anos, Isabel tem um charme que Sebastián nunca tinha notado antes. Isabel fala com ele, mas ele não escuta, só olha, os olhos castanhos dela, o cabelo castanho ondulado e aquela bunda enorme que ela tem, Isabel é realmente gostosa. Sebastián sente algo na calça, mas não dá atenção, ele só foca nas pernas de Isabel e no que está escondido debaixo daquele avental. De repente, Sebastián percebe que ela ficou em silêncio e que está olhando pra ele, mas não pros olhos dele. olhos. Sebastián reage e olha pra baixo, pra sua total surpresa o pau dele tá completamente duro e a ereção é enorme, muito evidente, na verdade o cacete dele parece que vai escapar do short, aí Isabel olha nos olhos dele e ele nota algo estranho no olhar dela, sem saber o que fazer Sebastián junta suas coisas e vai rapidinho pro banheiro. Já debaixo do chuveiro Sebastián admira o pau duro dele, ele mesmo tá confuso, parece um tronco de verdade, duro e grosso. Aproveitando o momento de calma Sebastián decide se aliviar e bate uma pensando na Isabel, esfrega a mão no pau e sente como ele reage à massagem que ele dá, nunca tinha se sentido tão bem batendo uma. "Tô vendo que você precisa de ajuda", Sebastián ouve uma voz feminina do lado e uma mão pega no pau dele, assustado ele reage e se encosta na parede, Isabel tá ali e olha pra ele e pro pau dele, "Como você entrou, tava trancado?", Isabel mostra uma chave mestra. "Pelo visto você tá feliz em me ver" ela diz passando a língua nos lábios, "e me diz, você sabe usar uma ferramenta dessas?", Sebastián balança a cabeça de um lado pro outro, "se quiser eu posso te ensinar?" ela completa com uma voz bem insinuante. Sob o olhar atônito de Sebastián, Isabel começa a se despir, tira os chinelos de lado e desabotoa devagar o avental dela, um por um botão por botão e depois deixa cair no chão ficando só de roupa íntima. O sutiã dela é branco com renda, ela tira e joga pro lado, os peitos dela não são grandes mas são firmes, são lindos. Aí ela vira de costas e se inclina enquanto tira a calcinha, mostra a bunda pra Sebastián, as nádegas firmes e as coxas lisas. Sebastián não sabe o que fazer, mas o pau dele tá mais duro do que nunca. Isabel entra no chuveiro e se ajoelha na frente dele, com as mãos macias e experientes pega no pau dele e faz uma massagem, as punhetas que Sebastián bate não são nada Comparadas com isso, a Isabel sabe muito bem o que faz. "Impressionante, nunca vi nada igual antes", ela diz, enquanto continua passando a mão no pau dele. Sebastián só suspira, se sente nas nuvens, mal consegue falar quando Isabel pergunta se ele gosta do que ela está fazendo. "Vamos testar", ela diz, e Sebastián sente algo quente envolvendo seu pau. Olha pra baixo e vê ele sumir na boca de Isabel, ela tá chupando ele. Quantas vezes Sebastián sonhou com uma mulher fazendo um boquete nele, é difícil saber, mas agora ele tá derretendo. Isabel chupa e acaricia com os lábios, enquanto tem ele na boca, esfrega e brinca com as bolas dele, lambe a cabeçona vermelha e enfia de novo na boca pra continuar chupando. "Nada mal, garotão, nada mal", ela diz, antes de voltar ao trabalho. "Vamos ver o que mais você sabe fazer."
Continua...

Se vocês gostaram... continuo publicando as aventuras doPEQUENINHA

3 comentários - Será que é o Pequenininho?

espero que no se le pase la dosis del juguito...jaja!! esta bueno..
estaria bueno que le de una leccion a todo en especial a la hermana y sus amigas