Com o passar dos meses, comecei a perceber que ele curtia me ver dançando com os amigos nas festas, porque depois disso ele ficava bem fogoso na hora de fazer amor, me perguntando se alguém tinha tentado se esfregar em mim enquanto eu dançava. Por muitos meses, eu evitei esse tipo de conversa, porque não entendia o comportamento dele, mas com o tempo, conversando com amigas e por algumas leituras que meu marido trazia pra casa, entendi que essa morbidez era mais comum do que eu imaginava, que muitos caras ficam excitados permitindo que outros homens possuam a esposa deles e que, na real, muitos casais se permitem aventuras sexuais fora de casa. Comecei a não achar mais desagradáveis as insinuações dele, renovei meu guarda-roupa aos poucos, comprando mais saias do que calças, e assumi uma postura mais liberal, deixando meu marido se excitar com comentários meus sobre o quanto eu achava algum amigo gostoso, ou com alguma observação tipo que eu tinha notado como um cara olhava pra minhas pernas enquanto eu as cruzava em alguma reunião de minissaia. Nessas horas, meu marido ficava louco de tesão quando, a sós, me penetrava, pedindo pra eu contar o que eu tinha sentido e se me excitava saber que outros homens me desejavam. Isso foi evoluindo, porque agora ele não se segurava mais em insinuar que eu, me fazendo de desentendida, mostrasse minha calcinha fio dental em público, ou que não resistisse quando tentavam dançar colado comigo. Comecei a achar que meu marido realmente ia adorar deixar outros caras curtirem meu corpo, e essa possibilidade passou pela minha cabeça pela primeira vez, porque, afinal, minha experiência sexual se resumia ao que eu curtia com ele (aliás, devo confessar que depois descobri que ele é bem dotado).
As insinuações do meu marido progrediram, agora mais abertas, depois que eu confessei que, em algumas ocasiões, olhava pro volume de outros caras imaginando como se veriam nus com seus membros eretos. Assim,
meu marido acabou confessando que não só me excitar
que eu mostrasse meu corpo, mas ainda mais o excitava imensamente
me imaginar sendo penetrada por outro. Eu continuei dizendo que não
me prestaria a chegar a situações de adultério, que nos limitássemos
a fantasiar com essas coisas. Quando fazíamos amor, para excitá-lo
mais (também devo confessar que eu comecei a
me excitar também com as fantasias), relatava como eu gostaria
que tal pessoa abrisse minhas pernas e metesse o pau em mim para poder
adquirir experiência curtindo outros e aprender novas técnicas.
Chegados a esse ponto, era só questão de tempo para que se tornassem
realidade nossas fantasias.
Comentei com meu marido que
um amigo meu (Héctor), me dizia com frequência que me achava terrivelmente
gostosa, que adoraria sair comigo. Realmente eu o achava
também muito atraente e já fantasiava sobre
como seria fazer amor com ele. Meu marido, como era de se esperar,
me sugeriu que cedesse aos avanços dele, mas que fosse bem discreta
para não comprometer nosso prestígio. Na próxima vez que
nos encontramos com meu amigo numa reunião, um pouco desinibida
pelas bebidas que tínhamos tomado, estando sozinha num canto
enquanto servia uma dose pro meu marido, Héctor se aproximou
e começou como sempre com seus elogios. Eu disse a ele que não insistisse,
que na minha condição de mulher casada não sairia com ele
pra lugar nenhum. Ele insistiu dizendo que se eu aceitasse
um simples convite pra almoçar, ele pararia de me perturbar. Disse
que pensaria no assunto e fui me juntar ao meu marido, a quem
contei o ocorrido. Ele se mostrou na hora interessado
no assunto, perguntando como eu encarava essas iniciativas
do H, se me excitavam, se eu tinha sido
simpática com ele, se queria ceder aos avanços dele etc. Tendo
eu respondido que me sentia lisonjeada por me ver desejada, meu marido Fez eu prometer que me mostraria mais acessível com H, chegando a insinuar que ele poderia se retirar com alguma desculpa para que H tivesse oportunidade de se aproximar de mim na reunião. Eu respondi que não estava preparada para isso e que nossos amigos em comum formariam uma má impressão de nós se me vissem conversando a sós com ele. No entanto, diante da insistência dele, mal tive oportunidade de me aproximar de H, sussurrei que, já que meu marido tinha programado para o dia seguinte sair com os amigos para praticar seu esporte favorito, eu poderia escapar para almoçar com ele, isso sim, avisando que faria isso apenas para cumprir o pacto de que ele pararia de me perturbar se saíssemos uma única vez, e claro, num plano de amigos (eu estava cuidando diante dele do meu prestígio). Combinamos que ele me pegaria ao meio-dia.
Aquele dia era sábado e meu marido foi embora com os amigos desde cedo. Antes de partir, me pediu que me vestisse bem gostosa pro meu encontro, escolhendo ele mesmo minha roupa: saia curta, blusa com decote enorme e botões na frente, e calcinha e sutiã bem ousados, quase transparentes. Me disse pra sair tranquila e me divertir com meu amigo, que tudo que a gente fazia trazia diversão e tesão pro nosso relacionamento, que na volta a gente ia curtir junto o relato do que acontecesse no meu primeiro encontro com outro homem sendo casada. Meu amigo me pegou a uma quadra da nossa casa pra não levantar suspeitas com os porteiros do condomínio. Os comentários dele sobre meu corpo e minha roupa foram bem elogiosos, o que me deu um pouco de confiança, porque eu tava muito nervosa com a situação. Fomos pra um restaurante campestre onde já tinha ido várias vezes com meu marido. É um lugar discreto, com as mesas organizadas em cantinhos separados pra grupos de família. Escolhemos um desses cantinhos, longe de olhares indiscretos. Pedimos de aperitivo um licor que costumam tomar em Copos, usando
como acompanhante goles frios de água. H pediu pro garçom
atrasar uma hora nosso pedido de almoço, enquanto a gente curtia
a bebida. No começo eu tava tensa, mas depois dos primeiros
copos comecei a relaxar, dizendo pra mim mesma que não tava
cometendo nenhum erro com meu marido, porque no fim das contas ele
mesmo tinha provocado minha aventura. H, sentado do meu lado num banco
grande pra duas pessoas, enchia meus copos direto, aproveitando
a situação pra me dar na mão dele, o que
fazia ele se aproximar de mim, roçando os braços nos meus peitos,
o que começou a me deixar com tesão, sentindo meus
mamilos endurecerem. Nossa conversa rolava sobre
assuntos gerais, mas aos poucos foi pegando um rumo mais íntimo,
ele confessando que sempre se sentiu muito atraído
por mim, que tinha inveja do meu marido por ter uma mulher tão
gostosa, que com a esposa dele não se entendia muito na parte
sexual, porque ela era muito fria e inibida. Eu contava que meu
relacionamento com meu marido era muito bom em todos os sentidos, mas que
isso não impedia que, como mulher, eu me sentisse atraída às
vezes por outros caras. Ele perguntou se esse era o caso com
ele, e eu respondi que sim. Isso fez ele
me dar um primeiro beijo na boca, que me deu arrepios,
endurecendo ainda mais meus mamilos e eu comecei a ficar molhada
entre as pernas. No segundo beijo, respondi abrindo minha boca pra
língua dele entrar. Meus primeiros gemidos de tesão
saíram. As mãos dele começaram a acariciar meus peitos por cima da blusa, aumentando
minha excitação, porque eles são muito sensíveis. Ele enfiou as mãos
por baixo da blusa, abrindo dois botões e pegando direto meus peitos por cima
do sutiã transparente. Quando viu meus mamilos durinhos, se inclinou
e beijou eles delicadamente. Minha respiração tava ofegante
e, sem querer, eu abri um pouco as pernas, com a saia subindo pelas minhas coxas. por causa dos meus movimentos involuntários de tesão. Ele notou meu movimento e imediatamente enfiou a mão entre minhas pernas até chegar na minha buceta coberta por uma calcinha fio dental totalmente encharcada pela minha excitação. Começou a me acariciar, primeiro passando os dedos sobre minha virilha por cima da calcinha, mas depois, puxando-a para o lado, me acariciou diretamente a vulva, tocando meu clitóris com um dedo. Não consegui segurar um gemido audível de prazer e temi que fosse ouvido por outras pessoas, então me controlei mordendo meus lábios. Enfiou primeiro um dedo na minha buceta e, quando eu abri mais as pernas, conseguiu colocar vários deles na minha buceta super excitada. Enquanto isso, me beijava apaixonadamente, e eu respondia com o mesmo ardor. Por timidez, não ousei tocar no pau dele no começo, mas ele interrompeu por um segundo as carícias na minha buceta e, pegando minha mão, a colocou sobre o volume saliente nas calças dele. Pela primeira vez na vida, eu apalpava um pau diferente do do meu marido. Sem nem ter visto ainda, percebi que era bem grande e desejei tocá-lo diretamente com as mãos, mas tinha medo que ele me julgasse como uma mulher fácil. Ele sussurrou no meu ouvido para eu tirar o pau dele da calça. Eu disse que estava com medo porque o garçom poderia entrar de repente e nos pegar. Estávamos nessa quando vi o garçom se aproximando com nosso pedido de almoço. Rapidamente nos ajeitamos, mas acho que o garçom desconfiou das nossas safadezas, porque os botões da minha blusa estavam abertos e no rosto dele notei um sorriso de cumplicidade. Senti medo de que ele me reconhecesse, porque, como já disse, em outras ocasiões almocei naquele lugar com meu marido. De qualquer forma, se me identificou, não fez nenhum comentário imprudente, e me acalmei, ajudada pela desinibição do licor que tinha bebido. Almoçamos rápido, porque a paixão que estávamos vivendo cortou nosso apetite. Logo chamamos... ao garçom para que retirasse os pratos
da mesa. Nessa altura, já tinha passado a maior parte da
tarde e já estava escurecendo. H retomou suas carícias, levantando
minha saia para poder olhar livremente minhas partes íntimas, que ele deslocou
para o lado novamente, deixando à mostra meus lábios da buceta. Com as
duas mãos, ele abriu minha vulva, o que permitiu que visse minha cor
rosada, escorrendo minhas lubrificações de mulher no cio. Ele enfiou dois dedos,
o que rapidamente causou meu primeiro orgasmo, pois eu estava
incrivelmente excitada. Me inclinei sobre ele gemendo
audivelmente, colocando minha boca contra a dele para que meus gemidos ficassem
abafados na língua dele. Recuperei minha respiração, sentindo
os últimos espasmos da minha gozada. Ele, muito excitado, tirou
o pau e me obrigou a segurá-lo com minhas mãos. Agora sim
eu tinha uma rola diferente ao meu alcance e me deu sensações novas
conhecer a forma e o tamanho de outros paus, comparando
com o do meu marido, que é um pouco mais curto que o de H. Seu lindo
pau estava totalmente duro, com a cabeça dilatada
e coberta de seus fluidos. Quando comecei a acariciá-lo por todo
o comprimento, saíram mais gotas pela ponta, molhando minha mão direita.
A respiração dele estava muito ofegante e ele disse que ia gozar muito
em breve. Tentou abaixar minha cabeça para que eu chupasse ele, mas
isso ainda era algo muito particular que eu só tinha feito
com meu marido. Disse a ele que faria ele gozar fazendo uma punheta
subindo e descendo minha mão por todo o comprimento. Ele se inclinou sobre mim
tentando colocar o pau dele contra minha buceta, mas eu mantive só
em contato com minha vulva, movendo freneticamente minha mão no
pau dele até que ele, sem se segurar mais, gozou
nas minhas pernas, depositando jatos de porra nas minhas coxas e calcinha,
sujando até minha saia. Me senti muito satisfeita ao ver a paixão
que eu podia despertar em outros homens e entendi que era muito prazeroso gozar outros membros sentindo como pulsavam entre minhas mãos.
H tirou o lenço do bolso e com ele limpou
até onde pôde o esperma que tinha gozado em cima de mim. Me pediu pra
irmos pra um motel pra poder me curtir por completo, porque queria
sentir o prazer de meter o pau em mim e me arrancar vários outros orgasmos,
mas eu disse que não tava preparada pra ser infiel ao meu marido,
que já era tarde e eu tinha compromisso com ele de nos encontrarmos
num bar num horário certo, então, beijando ele na boca, pedi
pra ele me levar. Desci do carro dele a pouca distância do estabelecimento
e entrei pra procurar meu marido. Encontrei ele no balcão conversando
com o barman e assim que me viu, me abraçou me beijando na
boca, perguntando com o olhar que histórias eu traria pra
contar. Sentamos numa mesa afastada e ele começou o interrogatório.
Toquei no pau dele por cima da calça e vi que tava
duro de tesão pela expectativa do meu
relato. Perguntei se aquele efeito era por suspeitar
que a esposa dele tinha gozado com outro. Ele, muito excitado,
confirmou e enfiou as mãos entre minhas pernas, me fazendo
abri-las pra me examinar. Quando sentiu a umidade na minha calcinha fio dental,
já tava louco, não se aguentava. Me perguntou o que
tava passado nas minhas calcinhas e eu respondi pedindo
pra ele provar. Meu marido colocou a mão na minha buceta, afastando
minha calcinha fio dental, sentindo meus fluidos escorrendo e o quanto tava
lambuzada de esperma por cima da calcinha. Ele provou o
gosto e disse que suspeitava que era esperma do meu amigo. Quando confirmei,
meu marido começou a me masturbar, enfiando dois dedos na minha buceta e
chupando a mão lambuzada de vez em quando. Rapidamente pediu
a conta e fomos pra casa, onde contei todos os detalhes
enquanto ele chupava minha buceta e minhas coxas antes de me penetrar, me dando
o segundo orgasmo do dia. A paixão nessa
sessão de sexo foi a mais intensa que já tivemos, porque enquanto ele gozava me enfiando, eu pensava na pica do H. imaginando que era ele quem me comia.
As insinuações do meu marido progrediram, agora mais abertas, depois que eu confessei que, em algumas ocasiões, olhava pro volume de outros caras imaginando como se veriam nus com seus membros eretos. Assim,
meu marido acabou confessando que não só me excitar
que eu mostrasse meu corpo, mas ainda mais o excitava imensamente
me imaginar sendo penetrada por outro. Eu continuei dizendo que não
me prestaria a chegar a situações de adultério, que nos limitássemos
a fantasiar com essas coisas. Quando fazíamos amor, para excitá-lo
mais (também devo confessar que eu comecei a
me excitar também com as fantasias), relatava como eu gostaria
que tal pessoa abrisse minhas pernas e metesse o pau em mim para poder
adquirir experiência curtindo outros e aprender novas técnicas.
Chegados a esse ponto, era só questão de tempo para que se tornassem
realidade nossas fantasias.
Comentei com meu marido que
um amigo meu (Héctor), me dizia com frequência que me achava terrivelmente
gostosa, que adoraria sair comigo. Realmente eu o achava
também muito atraente e já fantasiava sobre
como seria fazer amor com ele. Meu marido, como era de se esperar,
me sugeriu que cedesse aos avanços dele, mas que fosse bem discreta
para não comprometer nosso prestígio. Na próxima vez que
nos encontramos com meu amigo numa reunião, um pouco desinibida
pelas bebidas que tínhamos tomado, estando sozinha num canto
enquanto servia uma dose pro meu marido, Héctor se aproximou
e começou como sempre com seus elogios. Eu disse a ele que não insistisse,
que na minha condição de mulher casada não sairia com ele
pra lugar nenhum. Ele insistiu dizendo que se eu aceitasse
um simples convite pra almoçar, ele pararia de me perturbar. Disse
que pensaria no assunto e fui me juntar ao meu marido, a quem
contei o ocorrido. Ele se mostrou na hora interessado
no assunto, perguntando como eu encarava essas iniciativas
do H, se me excitavam, se eu tinha sido
simpática com ele, se queria ceder aos avanços dele etc. Tendo
eu respondido que me sentia lisonjeada por me ver desejada, meu marido Fez eu prometer que me mostraria mais acessível com H, chegando a insinuar que ele poderia se retirar com alguma desculpa para que H tivesse oportunidade de se aproximar de mim na reunião. Eu respondi que não estava preparada para isso e que nossos amigos em comum formariam uma má impressão de nós se me vissem conversando a sós com ele. No entanto, diante da insistência dele, mal tive oportunidade de me aproximar de H, sussurrei que, já que meu marido tinha programado para o dia seguinte sair com os amigos para praticar seu esporte favorito, eu poderia escapar para almoçar com ele, isso sim, avisando que faria isso apenas para cumprir o pacto de que ele pararia de me perturbar se saíssemos uma única vez, e claro, num plano de amigos (eu estava cuidando diante dele do meu prestígio). Combinamos que ele me pegaria ao meio-dia.
Aquele dia era sábado e meu marido foi embora com os amigos desde cedo. Antes de partir, me pediu que me vestisse bem gostosa pro meu encontro, escolhendo ele mesmo minha roupa: saia curta, blusa com decote enorme e botões na frente, e calcinha e sutiã bem ousados, quase transparentes. Me disse pra sair tranquila e me divertir com meu amigo, que tudo que a gente fazia trazia diversão e tesão pro nosso relacionamento, que na volta a gente ia curtir junto o relato do que acontecesse no meu primeiro encontro com outro homem sendo casada. Meu amigo me pegou a uma quadra da nossa casa pra não levantar suspeitas com os porteiros do condomínio. Os comentários dele sobre meu corpo e minha roupa foram bem elogiosos, o que me deu um pouco de confiança, porque eu tava muito nervosa com a situação. Fomos pra um restaurante campestre onde já tinha ido várias vezes com meu marido. É um lugar discreto, com as mesas organizadas em cantinhos separados pra grupos de família. Escolhemos um desses cantinhos, longe de olhares indiscretos. Pedimos de aperitivo um licor que costumam tomar em Copos, usando
como acompanhante goles frios de água. H pediu pro garçom
atrasar uma hora nosso pedido de almoço, enquanto a gente curtia
a bebida. No começo eu tava tensa, mas depois dos primeiros
copos comecei a relaxar, dizendo pra mim mesma que não tava
cometendo nenhum erro com meu marido, porque no fim das contas ele
mesmo tinha provocado minha aventura. H, sentado do meu lado num banco
grande pra duas pessoas, enchia meus copos direto, aproveitando
a situação pra me dar na mão dele, o que
fazia ele se aproximar de mim, roçando os braços nos meus peitos,
o que começou a me deixar com tesão, sentindo meus
mamilos endurecerem. Nossa conversa rolava sobre
assuntos gerais, mas aos poucos foi pegando um rumo mais íntimo,
ele confessando que sempre se sentiu muito atraído
por mim, que tinha inveja do meu marido por ter uma mulher tão
gostosa, que com a esposa dele não se entendia muito na parte
sexual, porque ela era muito fria e inibida. Eu contava que meu
relacionamento com meu marido era muito bom em todos os sentidos, mas que
isso não impedia que, como mulher, eu me sentisse atraída às
vezes por outros caras. Ele perguntou se esse era o caso com
ele, e eu respondi que sim. Isso fez ele
me dar um primeiro beijo na boca, que me deu arrepios,
endurecendo ainda mais meus mamilos e eu comecei a ficar molhada
entre as pernas. No segundo beijo, respondi abrindo minha boca pra
língua dele entrar. Meus primeiros gemidos de tesão
saíram. As mãos dele começaram a acariciar meus peitos por cima da blusa, aumentando
minha excitação, porque eles são muito sensíveis. Ele enfiou as mãos
por baixo da blusa, abrindo dois botões e pegando direto meus peitos por cima
do sutiã transparente. Quando viu meus mamilos durinhos, se inclinou
e beijou eles delicadamente. Minha respiração tava ofegante
e, sem querer, eu abri um pouco as pernas, com a saia subindo pelas minhas coxas. por causa dos meus movimentos involuntários de tesão. Ele notou meu movimento e imediatamente enfiou a mão entre minhas pernas até chegar na minha buceta coberta por uma calcinha fio dental totalmente encharcada pela minha excitação. Começou a me acariciar, primeiro passando os dedos sobre minha virilha por cima da calcinha, mas depois, puxando-a para o lado, me acariciou diretamente a vulva, tocando meu clitóris com um dedo. Não consegui segurar um gemido audível de prazer e temi que fosse ouvido por outras pessoas, então me controlei mordendo meus lábios. Enfiou primeiro um dedo na minha buceta e, quando eu abri mais as pernas, conseguiu colocar vários deles na minha buceta super excitada. Enquanto isso, me beijava apaixonadamente, e eu respondia com o mesmo ardor. Por timidez, não ousei tocar no pau dele no começo, mas ele interrompeu por um segundo as carícias na minha buceta e, pegando minha mão, a colocou sobre o volume saliente nas calças dele. Pela primeira vez na vida, eu apalpava um pau diferente do do meu marido. Sem nem ter visto ainda, percebi que era bem grande e desejei tocá-lo diretamente com as mãos, mas tinha medo que ele me julgasse como uma mulher fácil. Ele sussurrou no meu ouvido para eu tirar o pau dele da calça. Eu disse que estava com medo porque o garçom poderia entrar de repente e nos pegar. Estávamos nessa quando vi o garçom se aproximando com nosso pedido de almoço. Rapidamente nos ajeitamos, mas acho que o garçom desconfiou das nossas safadezas, porque os botões da minha blusa estavam abertos e no rosto dele notei um sorriso de cumplicidade. Senti medo de que ele me reconhecesse, porque, como já disse, em outras ocasiões almocei naquele lugar com meu marido. De qualquer forma, se me identificou, não fez nenhum comentário imprudente, e me acalmei, ajudada pela desinibição do licor que tinha bebido. Almoçamos rápido, porque a paixão que estávamos vivendo cortou nosso apetite. Logo chamamos... ao garçom para que retirasse os pratos
da mesa. Nessa altura, já tinha passado a maior parte da
tarde e já estava escurecendo. H retomou suas carícias, levantando
minha saia para poder olhar livremente minhas partes íntimas, que ele deslocou
para o lado novamente, deixando à mostra meus lábios da buceta. Com as
duas mãos, ele abriu minha vulva, o que permitiu que visse minha cor
rosada, escorrendo minhas lubrificações de mulher no cio. Ele enfiou dois dedos,
o que rapidamente causou meu primeiro orgasmo, pois eu estava
incrivelmente excitada. Me inclinei sobre ele gemendo
audivelmente, colocando minha boca contra a dele para que meus gemidos ficassem
abafados na língua dele. Recuperei minha respiração, sentindo
os últimos espasmos da minha gozada. Ele, muito excitado, tirou
o pau e me obrigou a segurá-lo com minhas mãos. Agora sim
eu tinha uma rola diferente ao meu alcance e me deu sensações novas
conhecer a forma e o tamanho de outros paus, comparando
com o do meu marido, que é um pouco mais curto que o de H. Seu lindo
pau estava totalmente duro, com a cabeça dilatada
e coberta de seus fluidos. Quando comecei a acariciá-lo por todo
o comprimento, saíram mais gotas pela ponta, molhando minha mão direita.
A respiração dele estava muito ofegante e ele disse que ia gozar muito
em breve. Tentou abaixar minha cabeça para que eu chupasse ele, mas
isso ainda era algo muito particular que eu só tinha feito
com meu marido. Disse a ele que faria ele gozar fazendo uma punheta
subindo e descendo minha mão por todo o comprimento. Ele se inclinou sobre mim
tentando colocar o pau dele contra minha buceta, mas eu mantive só
em contato com minha vulva, movendo freneticamente minha mão no
pau dele até que ele, sem se segurar mais, gozou
nas minhas pernas, depositando jatos de porra nas minhas coxas e calcinha,
sujando até minha saia. Me senti muito satisfeita ao ver a paixão
que eu podia despertar em outros homens e entendi que era muito prazeroso gozar outros membros sentindo como pulsavam entre minhas mãos.
H tirou o lenço do bolso e com ele limpou
até onde pôde o esperma que tinha gozado em cima de mim. Me pediu pra
irmos pra um motel pra poder me curtir por completo, porque queria
sentir o prazer de meter o pau em mim e me arrancar vários outros orgasmos,
mas eu disse que não tava preparada pra ser infiel ao meu marido,
que já era tarde e eu tinha compromisso com ele de nos encontrarmos
num bar num horário certo, então, beijando ele na boca, pedi
pra ele me levar. Desci do carro dele a pouca distância do estabelecimento
e entrei pra procurar meu marido. Encontrei ele no balcão conversando
com o barman e assim que me viu, me abraçou me beijando na
boca, perguntando com o olhar que histórias eu traria pra
contar. Sentamos numa mesa afastada e ele começou o interrogatório.
Toquei no pau dele por cima da calça e vi que tava
duro de tesão pela expectativa do meu
relato. Perguntei se aquele efeito era por suspeitar
que a esposa dele tinha gozado com outro. Ele, muito excitado,
confirmou e enfiou as mãos entre minhas pernas, me fazendo
abri-las pra me examinar. Quando sentiu a umidade na minha calcinha fio dental,
já tava louco, não se aguentava. Me perguntou o que
tava passado nas minhas calcinhas e eu respondi pedindo
pra ele provar. Meu marido colocou a mão na minha buceta, afastando
minha calcinha fio dental, sentindo meus fluidos escorrendo e o quanto tava
lambuzada de esperma por cima da calcinha. Ele provou o
gosto e disse que suspeitava que era esperma do meu amigo. Quando confirmei,
meu marido começou a me masturbar, enfiando dois dedos na minha buceta e
chupando a mão lambuzada de vez em quando. Rapidamente pediu
a conta e fomos pra casa, onde contei todos os detalhes
enquanto ele chupava minha buceta e minhas coxas antes de me penetrar, me dando
o segundo orgasmo do dia. A paixão nessa
sessão de sexo foi a mais intensa que já tivemos, porque enquanto ele gozava me enfiando, eu pensava na pica do H. imaginando que era ele quem me comia.
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