Continuo com o relato do meu plano de vingança...
Minha cabeça tava a mil por hora. Dias antes, eu era um namorado feliz, que tinha a melhor mulher do mundo, o filme da minha vida já nos 30 anos e, como num quadrinho, um plop, caí na real: minha namorada, a santinha, não era nada daquilo. Na verdade, ela tava me botando chifre há 4 meses... Tava nesses pensamentos depois da foda que eu dei na Mariela, uma puta gostosa do caralho, uma morena que derretia a pica de tanto cavalgar.
Tava no banheiro lembrando que, a poucos metros, aquela vagabunda tava de pernas abertas, cheia de porra. Por favor, nunca tinha gozado assim com a Nati. 4 jatos bem contados que entraram naquela buceta depiladinha, só com uma tirinha de pentelhos cortados. Minha pica tava pulsando, juro, depois de uma transa daquelas.
Enquanto pensava nisso, percebi que minha "namoradinha fiel" também tava sendo macetada por aquele filho da puta da agronomia. Senti ódio, o suficiente pra seguir meu plano de vingança. Nessa nuvem de pensamentos, apareceu nua, com o cabelo bagunçado, a morena de infarto. "Uai, bebê, fez xixi?", ela disse cheia de tesão enquanto eu soltava os últimos jatos da pica meio mole ainda... Antes de eu sacudir, ela falou: "Para, bebê, deixa eu limpar pra você", vindo pro meu lado e se ajoelhando pra deixar a pica na altura do rosto dela. Continuou: "Adoro lamber pica com gotinhas de mijo, deixa?", com uma cara de puta perversa que me deu arrepios dos ovos até a ponta da pica. Ninguém nessa situação recusaria, acho. Sem eu fazer um som, com a mão direita ela segurou minha pica e passou os dedos na cabecinha brilhante de mijo, lubrificação e porra. O arrepio foi alucinante. Ela fez isso e completou: "Mmmmmmm... vejo que você gosta, bebezinho lindo... mmmmmmm". E na hora, baixou a mão pro tronco dos 18 cm de pica e esticou a língua, lambendo toda a minha cabeça de pica. Só consegui soltar um suspiro. um "mmmmm….. sssssiiiiiiiiiii… que gostoso ……siiiiiii…. Continua, sua putinha linda", meu pau começou a subir de novo, endurecia cada vez mais, não só pelas lambidas da língua molhada dela, nem porque a mina descia a mão direita num movimento suave de cima pra baixo, nem porque a mão esquerda por trás massageava minhas bolas na pressão certa, quem é homem me entende, foi a visão ao virar devagar minha cabeça e ver aquela boca, aquela língua e a bunda daquele corpo infernal que essa mina tinha…. Ficou duro que nem ferro… me senti o supermacho do planeta… essa imagem me persegue até hoje, tenho que confessar.
Continuei nesse jogo quando ela viu o pau bem duro, parou e me disse "apoia um segundo no vaso, bebê… vou te dar uma coisa que a puta da sua namorada nunca te deu". Como num transe hipnótico, obedeci, apoiei as mãos no vaso e ela falou "abre um pouco as pernas, bebê, que isso é um jeito de te dar parte do prazer que você me deu, lindo". Ela se colocou atrás de mim e sinto ela abrir as minhas nádegas, e sinto a língua dela, molhada, que se abre caminho até meu anelzinho de couro virgem, intocado até aquele momento, só saiu da minha boca um gemidinho leve "ahhhhggg…..mmmmmm", sentia ela percorrer todo o círculo da bunda e enfiar a língua, cada vez mais fundo, abrindo mais minhas nádegas, "cê gosta, gostoso?" ela gritava, a puta, "cê gosta, hein?", eu não conseguia emitir sons além de gemidos, com meus olhos semi-cerrados e minha mente nublada pelo prazer que essa filha da puta me dava, nunca imaginei tanto prazer que podia vir dali (reconheço que depois disso minha cabeça virou uma bagunça, minha homofobia de cidade pequena do interior se curou, não era viado mas até hoje reconheço que adoro que chupem meu cu e outra coisa que não vale a pena contar aqui)… meu pau tava no talo, era um ferro e podia partir uma parede no meio… assim a puta continuou, lambendo, babando e enterrando aquela língua no meu cu, por sorte num rompante de lucidez, me afaste, me virei, coloquei a pica na boca dela antes de gozar, tirei e levantei ela.
“Espera, égua… espera que você vai me fazer gozar, não seja tão puta kkkk” ela, com cara de destruída, me diz: “Mmmmm… deixa, bebê… adoro chupar cu… por favor” sem dizer nada, abaixei a tampa do vaso e sentei na borda com meu pau totalmente duro e ereto, lustroso dos sucos que saíram da chupada de cu que ela me deu, que deixou ele pulsando… nem precisei pedir nada, ela se virou e enfiou meu pau até o fundo, devagar, use a palavra: buceta molhadíssima, ela engolia milímetro por milímetro minha carne, que se abria caminho naquela caverninha gostosa… “Ufff, bebê, que pica boa você tem… siiiiiiiiiim… assim, meu bebezinho… me dá pica… me dá” e enterrou a use a palavra: buceta até o fundo, a imagem daquela batida era impressionante, quando me descuidei, ela começou uma cavalgada que enfiava a rola até os ovos, enquanto gritava “Ahhhhhh… que delíciaaaaaa… siiiiiiiiiiiiiii… que pica gostosa… senti como eu me molho, bebê… siiiiiim… vai, vai…” aproveitei pra saciar minha tarada dizendo “mais forte, puta, vai, arrebenta minha pica, puta, vai, que minha namorada não chegava nem na metade… me mostra o comedora de pica que você é… vai, Marielita, fala que é minha puta agora”… como se estivesse numa cama elástica, a filha da puta quicava no meu pau, cada vez mais forte, mais rápido, enquanto uivava “…aaaaaahhhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiii sou sua puta linda……siiiiiiiiiiiii….me faz tremer, bebê……….ahhhhhhhhhhhhhhh” aproveitei pra pegar nos peitos enormes dela, que tinham os mamilos duros como pitões, e foi como se tivesse apertado um botãozinho de prazer especial… ela se arqueou e, gritando, começou a gozar “ahhhhhhhhhhhhhggg… filho da puta, como você me deixa….ahhhhhhhhhhhhhh… siiiiiiiiiiiiiiiii… sente, bebê… sente como eu me molho……” e senti pelo meu pau um jorrinho de fluido e xixi que saía daquela use a palavra: buceta suculenta, com o corpo dela jogado pra trás, desfigurada, boca aberta, babando toda, tremendo em ondas de prazer “..aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiii que gostosooooooooo siiiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii” apertei ela com meus braços e meu cock continuava duro como um ferro, aproveitei pra enterrar fundo, dar umas duas ou quatro estocadas, enquanto o corpo dela tremia, nunca senti uma mulher tão entregue como naquela noite… o orgasmo dela foi brutal…
Depois de uns minutos assim abraçados, meu cock enterrado na pussy dela, o corpo dela relaxado pela tensão do orgasmo. Começo a beijar o pescoço dela com beijinhos, que faziam ela tremer mais, “para um segundo, bebê..que tô elétrica…mmmm…para, por favor….” A voz dela ofegante pedia clemência docemente. Respirando devagar, sinto ela se levantando e a pussy dela vai saindo, deixando mais sucos no pedaço de carne dura… ela para, se vira, e se apoia no meu ombro com a mão..”nossa, bebê, que montanha-russa você me deu…uffffffff” e completou “nossa, e ainda tá durinha ela, essa verguinha tão gostosa…tem que fazer alguma coisa” com uma cara de safada, “e se – falei me fazendo de bobo – alguma coisa você vai ter que fazer..não pode deixar ela assim, né?...” Ela me pegou pela mão, me tirou do banheiro e me levou pra cama, enquanto me deixava com o cock duro apontando pro norte, ela se jogou na cama e com um olhar perverso, que só ela tem, me disse “vem, bebezinho lindo, que aqui você tem prêmio essa noite” e na sequência se colocou de quatro, com as pernas bem abertas e a carinha apoiada na cama, e me apressa “abre a mesinha de cabeceira, tenho vaselina, e passa no meu cu, hoje você vai ter o que a puta da sua namorada te negou esses anos… você realmente merece, bebê…” Eu não saía do espanto, mas se meu cock já tava duro como um ferro, isso fez ele ficar como aço… sem pedir, uma mina me entregava o buraquinho gostoso dela… nem lerdo nem preguiçoso. Abri a gaveta e peguei um potinho que tinha vaselina, passei nos meus dois dedos e comecei a passar na racha do cu dela, peguei mais e com um dedo ia enfiando no cuzinho gostoso, depois dois e ela começou a gemer, sem dúvida aquele bum não era virgem... como eu tava dizendo, a Mariela era uma puta completa... a imagem dessa puta de quatro com o cu aberto e eu enfiando o dedo, que deslizava e se enterrava, era um prazer total. Depois de uns minutos, me coloquei atrás dela e ela só disse: "encosta e vai devagar, bebê... quero aproveitar essa linguiça por trás..." foi o que fiz, encostei a cabeça da minha pica e a lubrificação que aquele cu tinha foi enterrando minha pica aos poucos... só gemidinhos, e quando ela começou a sentir a dureza abrindo aquele rabo maravilhoso, deu uns sustinhos, mas aos poucos foi enfiando tudo. Quando me toquei, já tinha enterrado até o fundo...
"ahhhhhhhh sim, bebê, que gostoso" ela dizia enquanto eu via as mãos dela abrindo as nádegas morenas, lindas e brilhantes de lubrificação. Aí comecei um vai e vem frenético e ela só pedia mais: "...vai, bebê... me dá a porra... enche meu cu de meleca branca... vai, bebê... mais forte..." ficamos assim uns 15 minutos ou mais, não sei, pareceram eternos. Aquele cu gostoso apertando minha pica, uma sensação que uma buceta nunca vai dar... ela tirou a mão direita da nádega e vi ela se tocando o clitóris por baixo... eu falei: "...mas você é puta mesmo, toma... vou arrebentar teu cu, puta..." (bom, isso foi dito na hora, porque aquele cu já tava bem arrebentado kkkk) "...sim, me arrebenta toda, bebê, vai, que eu sou sua puta... vai, me dá a porra... me deixa um buraco enorme... vai, alimenta sua puta pelo cu... ahhhhhhhhhhhh." Minha pica entrava e saía daquele cu num vai e vem interminável, do cu dela saía vaselina misturada com os sucos do próprio cu, dando aquela cor característica de uma fodida de cu. Quando ficou impossível pra mim, pela situação, pelas palavras e por aquele cu que sugava minha pica como uma ordenhadeira, comecei a gozar nela: "...ah, sim, toma, puta... vai, Mariela, sente... mmmmmmmmmmmm siiiiiii, que gostoso arrebentar esse cu aahhhgg ahagagah.." e terminei. ejaculando copiosamente pra minha surpresa, enterrando meu pau e caindo com todo meu corpo na bunda dela, esmagando ela enquanto ela gozava de novo aos gritos "sim bebê... não tira... siiiiiii ahahhhhhhh que gostosoooooo... sinto a porra nas minhas tripas... ahhhhhhhhh simmmmmm" e um jato de xixi saiu da buceta dilatada dela, meu pau depois de uns minutos em cima dela começou a amolecer e sair fazendo plop... deitei do lado dela, ela de bruços não se mexia, tremendo ainda por causa da gozada... virou de lado me dando o rosto e comecei a beijar ela "..mmmm que gostosa você é, putinha... que gostosa..", ela com os olhos ainda semiabertos de prazer, abriu a boca e enfiou a língua e disse "você é lindo, bebê", desceu e limpou meu pau mole sem deixar um resto de porra e sucos anais. Até nisso ela era uma puta com detalhes gostosos...
Levantei, fui pegar água na geladeira, e olhei o relógio de parede redondo que tinha numa parede, eram 4 da manhã... minha vingança tinha começado bem, com muito prazer. Agora precisava descansar e recuperar as forças, e ver como convencia a Mariela, minha putinha, a castigar minha namorada infiel...
fim da terceira parte
Minha cabeça tava a mil por hora. Dias antes, eu era um namorado feliz, que tinha a melhor mulher do mundo, o filme da minha vida já nos 30 anos e, como num quadrinho, um plop, caí na real: minha namorada, a santinha, não era nada daquilo. Na verdade, ela tava me botando chifre há 4 meses... Tava nesses pensamentos depois da foda que eu dei na Mariela, uma puta gostosa do caralho, uma morena que derretia a pica de tanto cavalgar.
Tava no banheiro lembrando que, a poucos metros, aquela vagabunda tava de pernas abertas, cheia de porra. Por favor, nunca tinha gozado assim com a Nati. 4 jatos bem contados que entraram naquela buceta depiladinha, só com uma tirinha de pentelhos cortados. Minha pica tava pulsando, juro, depois de uma transa daquelas.
Enquanto pensava nisso, percebi que minha "namoradinha fiel" também tava sendo macetada por aquele filho da puta da agronomia. Senti ódio, o suficiente pra seguir meu plano de vingança. Nessa nuvem de pensamentos, apareceu nua, com o cabelo bagunçado, a morena de infarto. "Uai, bebê, fez xixi?", ela disse cheia de tesão enquanto eu soltava os últimos jatos da pica meio mole ainda... Antes de eu sacudir, ela falou: "Para, bebê, deixa eu limpar pra você", vindo pro meu lado e se ajoelhando pra deixar a pica na altura do rosto dela. Continuou: "Adoro lamber pica com gotinhas de mijo, deixa?", com uma cara de puta perversa que me deu arrepios dos ovos até a ponta da pica. Ninguém nessa situação recusaria, acho. Sem eu fazer um som, com a mão direita ela segurou minha pica e passou os dedos na cabecinha brilhante de mijo, lubrificação e porra. O arrepio foi alucinante. Ela fez isso e completou: "Mmmmmmm... vejo que você gosta, bebezinho lindo... mmmmmmm". E na hora, baixou a mão pro tronco dos 18 cm de pica e esticou a língua, lambendo toda a minha cabeça de pica. Só consegui soltar um suspiro. um "mmmmm….. sssssiiiiiiiiiii… que gostoso ……siiiiiii…. Continua, sua putinha linda", meu pau começou a subir de novo, endurecia cada vez mais, não só pelas lambidas da língua molhada dela, nem porque a mina descia a mão direita num movimento suave de cima pra baixo, nem porque a mão esquerda por trás massageava minhas bolas na pressão certa, quem é homem me entende, foi a visão ao virar devagar minha cabeça e ver aquela boca, aquela língua e a bunda daquele corpo infernal que essa mina tinha…. Ficou duro que nem ferro… me senti o supermacho do planeta… essa imagem me persegue até hoje, tenho que confessar.
Continuei nesse jogo quando ela viu o pau bem duro, parou e me disse "apoia um segundo no vaso, bebê… vou te dar uma coisa que a puta da sua namorada nunca te deu". Como num transe hipnótico, obedeci, apoiei as mãos no vaso e ela falou "abre um pouco as pernas, bebê, que isso é um jeito de te dar parte do prazer que você me deu, lindo". Ela se colocou atrás de mim e sinto ela abrir as minhas nádegas, e sinto a língua dela, molhada, que se abre caminho até meu anelzinho de couro virgem, intocado até aquele momento, só saiu da minha boca um gemidinho leve "ahhhhggg…..mmmmmm", sentia ela percorrer todo o círculo da bunda e enfiar a língua, cada vez mais fundo, abrindo mais minhas nádegas, "cê gosta, gostoso?" ela gritava, a puta, "cê gosta, hein?", eu não conseguia emitir sons além de gemidos, com meus olhos semi-cerrados e minha mente nublada pelo prazer que essa filha da puta me dava, nunca imaginei tanto prazer que podia vir dali (reconheço que depois disso minha cabeça virou uma bagunça, minha homofobia de cidade pequena do interior se curou, não era viado mas até hoje reconheço que adoro que chupem meu cu e outra coisa que não vale a pena contar aqui)… meu pau tava no talo, era um ferro e podia partir uma parede no meio… assim a puta continuou, lambendo, babando e enterrando aquela língua no meu cu, por sorte num rompante de lucidez, me afaste, me virei, coloquei a pica na boca dela antes de gozar, tirei e levantei ela.
“Espera, égua… espera que você vai me fazer gozar, não seja tão puta kkkk” ela, com cara de destruída, me diz: “Mmmmm… deixa, bebê… adoro chupar cu… por favor” sem dizer nada, abaixei a tampa do vaso e sentei na borda com meu pau totalmente duro e ereto, lustroso dos sucos que saíram da chupada de cu que ela me deu, que deixou ele pulsando… nem precisei pedir nada, ela se virou e enfiou meu pau até o fundo, devagar, use a palavra: buceta molhadíssima, ela engolia milímetro por milímetro minha carne, que se abria caminho naquela caverninha gostosa… “Ufff, bebê, que pica boa você tem… siiiiiiiiiim… assim, meu bebezinho… me dá pica… me dá” e enterrou a use a palavra: buceta até o fundo, a imagem daquela batida era impressionante, quando me descuidei, ela começou uma cavalgada que enfiava a rola até os ovos, enquanto gritava “Ahhhhhh… que delíciaaaaaa… siiiiiiiiiiiiiii… que pica gostosa… senti como eu me molho, bebê… siiiiiim… vai, vai…” aproveitei pra saciar minha tarada dizendo “mais forte, puta, vai, arrebenta minha pica, puta, vai, que minha namorada não chegava nem na metade… me mostra o comedora de pica que você é… vai, Marielita, fala que é minha puta agora”… como se estivesse numa cama elástica, a filha da puta quicava no meu pau, cada vez mais forte, mais rápido, enquanto uivava “…aaaaaahhhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiii sou sua puta linda……siiiiiiiiiiiii….me faz tremer, bebê……….ahhhhhhhhhhhhhhh” aproveitei pra pegar nos peitos enormes dela, que tinham os mamilos duros como pitões, e foi como se tivesse apertado um botãozinho de prazer especial… ela se arqueou e, gritando, começou a gozar “ahhhhhhhhhhhhhggg… filho da puta, como você me deixa….ahhhhhhhhhhhhhh… siiiiiiiiiiiiiiiii… sente, bebê… sente como eu me molho……” e senti pelo meu pau um jorrinho de fluido e xixi que saía daquela use a palavra: buceta suculenta, com o corpo dela jogado pra trás, desfigurada, boca aberta, babando toda, tremendo em ondas de prazer “..aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiii que gostosooooooooo siiiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii” apertei ela com meus braços e meu cock continuava duro como um ferro, aproveitei pra enterrar fundo, dar umas duas ou quatro estocadas, enquanto o corpo dela tremia, nunca senti uma mulher tão entregue como naquela noite… o orgasmo dela foi brutal…
Depois de uns minutos assim abraçados, meu cock enterrado na pussy dela, o corpo dela relaxado pela tensão do orgasmo. Começo a beijar o pescoço dela com beijinhos, que faziam ela tremer mais, “para um segundo, bebê..que tô elétrica…mmmm…para, por favor….” A voz dela ofegante pedia clemência docemente. Respirando devagar, sinto ela se levantando e a pussy dela vai saindo, deixando mais sucos no pedaço de carne dura… ela para, se vira, e se apoia no meu ombro com a mão..”nossa, bebê, que montanha-russa você me deu…uffffffff” e completou “nossa, e ainda tá durinha ela, essa verguinha tão gostosa…tem que fazer alguma coisa” com uma cara de safada, “e se – falei me fazendo de bobo – alguma coisa você vai ter que fazer..não pode deixar ela assim, né?...” Ela me pegou pela mão, me tirou do banheiro e me levou pra cama, enquanto me deixava com o cock duro apontando pro norte, ela se jogou na cama e com um olhar perverso, que só ela tem, me disse “vem, bebezinho lindo, que aqui você tem prêmio essa noite” e na sequência se colocou de quatro, com as pernas bem abertas e a carinha apoiada na cama, e me apressa “abre a mesinha de cabeceira, tenho vaselina, e passa no meu cu, hoje você vai ter o que a puta da sua namorada te negou esses anos… você realmente merece, bebê…” Eu não saía do espanto, mas se meu cock já tava duro como um ferro, isso fez ele ficar como aço… sem pedir, uma mina me entregava o buraquinho gostoso dela… nem lerdo nem preguiçoso. Abri a gaveta e peguei um potinho que tinha vaselina, passei nos meus dois dedos e comecei a passar na racha do cu dela, peguei mais e com um dedo ia enfiando no cuzinho gostoso, depois dois e ela começou a gemer, sem dúvida aquele bum não era virgem... como eu tava dizendo, a Mariela era uma puta completa... a imagem dessa puta de quatro com o cu aberto e eu enfiando o dedo, que deslizava e se enterrava, era um prazer total. Depois de uns minutos, me coloquei atrás dela e ela só disse: "encosta e vai devagar, bebê... quero aproveitar essa linguiça por trás..." foi o que fiz, encostei a cabeça da minha pica e a lubrificação que aquele cu tinha foi enterrando minha pica aos poucos... só gemidinhos, e quando ela começou a sentir a dureza abrindo aquele rabo maravilhoso, deu uns sustinhos, mas aos poucos foi enfiando tudo. Quando me toquei, já tinha enterrado até o fundo...
"ahhhhhhhh sim, bebê, que gostoso" ela dizia enquanto eu via as mãos dela abrindo as nádegas morenas, lindas e brilhantes de lubrificação. Aí comecei um vai e vem frenético e ela só pedia mais: "...vai, bebê... me dá a porra... enche meu cu de meleca branca... vai, bebê... mais forte..." ficamos assim uns 15 minutos ou mais, não sei, pareceram eternos. Aquele cu gostoso apertando minha pica, uma sensação que uma buceta nunca vai dar... ela tirou a mão direita da nádega e vi ela se tocando o clitóris por baixo... eu falei: "...mas você é puta mesmo, toma... vou arrebentar teu cu, puta..." (bom, isso foi dito na hora, porque aquele cu já tava bem arrebentado kkkk) "...sim, me arrebenta toda, bebê, vai, que eu sou sua puta... vai, me dá a porra... me deixa um buraco enorme... vai, alimenta sua puta pelo cu... ahhhhhhhhhhhh." Minha pica entrava e saía daquele cu num vai e vem interminável, do cu dela saía vaselina misturada com os sucos do próprio cu, dando aquela cor característica de uma fodida de cu. Quando ficou impossível pra mim, pela situação, pelas palavras e por aquele cu que sugava minha pica como uma ordenhadeira, comecei a gozar nela: "...ah, sim, toma, puta... vai, Mariela, sente... mmmmmmmmmmmm siiiiiii, que gostoso arrebentar esse cu aahhhgg ahagagah.." e terminei. ejaculando copiosamente pra minha surpresa, enterrando meu pau e caindo com todo meu corpo na bunda dela, esmagando ela enquanto ela gozava de novo aos gritos "sim bebê... não tira... siiiiiii ahahhhhhhh que gostosoooooo... sinto a porra nas minhas tripas... ahhhhhhhhh simmmmmm" e um jato de xixi saiu da buceta dilatada dela, meu pau depois de uns minutos em cima dela começou a amolecer e sair fazendo plop... deitei do lado dela, ela de bruços não se mexia, tremendo ainda por causa da gozada... virou de lado me dando o rosto e comecei a beijar ela "..mmmm que gostosa você é, putinha... que gostosa..", ela com os olhos ainda semiabertos de prazer, abriu a boca e enfiou a língua e disse "você é lindo, bebê", desceu e limpou meu pau mole sem deixar um resto de porra e sucos anais. Até nisso ela era uma puta com detalhes gostosos...
Levantei, fui pegar água na geladeira, e olhei o relógio de parede redondo que tinha numa parede, eram 4 da manhã... minha vingança tinha começado bem, com muito prazer. Agora precisava descansar e recuperar as forças, e ver como convencia a Mariela, minha putinha, a castigar minha namorada infiel...
fim da terceira parte
13 comentários - Quem faz, paga (3)
se me hizo largo