Penúltimo capítulo, lá vamos nós:
Esclarecimento: Todos os personagens envolvidos em atos sexuais são maiores de idade. Quanto aos demais, a informação é reservada.
Pode conter linguagem ofensiva e situações milf (além das sexuais)
Capítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/2849257/La-semilla-inutil---Capitulo-19-En-cuerpo-y-Alma.html?notification#lastEu adoraria ter encerrado esse pequeno relato de mais de meia década de vida sexual ativa com o capítulo anterior, mas isso seria mentir. Então, preciso apresentar este penúltimo capítulo.
Beatriz e eu procurávamos todo tempo possível para ficarmos juntos e unidos. Conforme os dias passavam, o nosso lance ficava mais forte. E em todos os nossos encontros, a gente transava mais de uma vez (consequência da eletricidade), além de que ela nunca deixava meu gozo escorrer pra fora da buceta dela (depois ela me contava que vazava minutos mais tarde, mas que não entendia por que não era na hora).
Por aquela época, minha prima Carla (como esquecê-la) tinha terminado o casamento com o gordinho do marido dela. Acontece que o cara a traiu durante vários meses com uma líder de torcida. Depois de descobrir, Carla botou ele pra fora de casa (não a de uns capítulos atrás, uma que ficava mais perto do meu covil).
Foi por esses dias que eu a visitava pra fazer companhia (nem sequer falamos de sexo em nenhuma dessas visitas, nem do terraço nem da casa antiga dela, em Villa El Salvador). Pra distraí-la, eu falava sobre a Beatriz. Como eu disse antes, Carla e eu, quando crianças, fomos muito unidos e também conversávamos sobre nossa infância.
Um dia, fora da minha casa e quando eu ia visitar a Beatriz, me deparei com a Lakshmi cara a cara.
- Oi - ela disse -. Aonde você vai?
- Ver minha namorada.
- Puxa, que rápido você nos troca.
Dava pra ver que ela estava muito irritada.
- Pra ser sincero, não fiquei de namoro com ninguém depois que terminei com você. Só com ela.
- Ah, é? E a Olinda? E a mãe do Adam?
Ela não conhecia a Carícia. Não respondi.
- E a baixista... o que você vê nela, hein? Ela é feia.
- Não é feia. Eu gosto dela.
- Mentiroso: você sempre me amou. Assume.
Eu disse que estava atrasado e que outro dia a gente conversava. Ela disse que com certeza eu tinha ficado broxa e que por isso não dava bola pra ela.
- Nem sei por que venho te procurar. Sou navio demais pra tão pouco marinheiro.
Eu Segurei o riso e aceitei o argumento dela.
— Bom, vou buscar minha namorada — falei, enquanto me afastava.
— Que dure, idiota.
«Manha de menina», pensei.
Quando encontrei a Bea, percebi que a «manha» na verdade era ameaça. A Lakshmi tinha perdido tempo conversando com minha namorada e mentindo que eu a forcei a abortar (algo completamente ilógico, dada minha incapacidade de povoar a terra com seres do meu próprio DNA).
Mesmo me deixando explicar, ela não cedeu (a Lakshmi disse que o suposto bebê abortado não era meu e que eu a obriguei por vingança). Ela parecia triste e simplesmente disse que tudo acabou, que acreditava em mim, mas preferia dar um tempo (tradução: me mandou pra merda) e que talvez um dia pudéssemos ser amigos de novo.
Quando ela se despediu de mim, acho que fiquei em choque. Curiosamente, não me sentia triste, mas cansado. Fui beber sei lá onde, mas saí de lá lúcido. Caminhei sem ver pra onde ia, mas talvez soubesse, porque terminei na porta da minha prima Carla.
Ela me recebeu e se assustou com minha aparência (e não pela feiura, porque isso é de nascença). Me serviu um café enquanto esperava o ex-voltar com o filho. Sei lá por que, só tomei um gole e me joguei nela. Tirei a roupa dela às pressas, e ela também colaborou pra fazer o mesmo comigo: minha primeira vez com a dela, só que agora a Carla era mais gostosa e eu mais habilidoso.
Coloquei ela em cima da mesa, abri as pernas dela e enfiei meu pau entre as coxas dela. Sentir a umidade da buceta dela endureceu ainda mais meu cock, parecia um daqueles ídolos fálicos do oriente feitos de mármore ou sei lá. Carla abafou um gemido tapando a boca com as costas da mão. Enfiava e tirava minha pinga na pussy dela, beijava os peitos dela e ela se agarrava em mim, como no terraço da minha casa, como no banheiro abandonado, como numa rua aparentemente deserta, como na sala de ensaio, como na aula de pintura, como no hostel pra mochileiros, como Num quarto de hotel. Era como se estivesse comendo todas ao mesmo tempo. Gozei toda minha frustração dentro da matriz dela e, enquanto fazia isso, ouvia os gemidos da Merrian, os choramingos da Lakshmi, os gritos da Olinda, os xingamentos da Patricia, a respiração ofegante da Carícia, os suspiros da Beatriz e, claro, os lamentos da minha prima.
Tirei minha pica da bainha de carne da Carla (foi curioso, mas naquele momento comecei a filosofar sobre a semelhança da Carla com carne). Meu pau foi perdendo a dureza e contemplei, pasmo, como meu esperma não escorria da entreperna da minha prima: aquilo só serviu pra me lembrar da Bea. Pisquei forte pra não chorar.
— Julián — ela disse, enquanto a gente se vestia—, eu...
— Desculpa, esquece. A gente se vê outro dia. Foi mal, tá?
Nem sei como cheguei em casa. Me sentia vazio, igual a bater uma punheta sem vontade, só por obrigação.
Gordo virgem, costumavam me chamar no colégio. E quando falavam isso, eu jurava que um dia eles iam engolir as palavras e eu seria melhor que eles… consegui(?)
E agora? Sou um comedor, um desvirginador, um mentiroso, um falso, um traidor, um jogador, uma semente inútil… nem engravidar uma mulher consigo. Definitivamente vou morrer sozinho e sem filhos, pensei.
Gordo virgem… E, quanto eu daria pra voltar a ser isso.
Vai terminar…
Pô, Julián cagou no pau de novo…
Como falei antes, este é o penúltimo capítulo; no entanto, essa pequena série de contos vai ter 2 finais alternativos e um oficial acompanhado de um epílogo.
O próximo capítulo (primeiro final alternativo) vai se chamar "Aquela proposta" e estará disponível em alguns dias.
Aproveito pra agradecer o tempo que vocês gastam lendo esses contos, e quem acabou de entrar pode conferir os capítulos anteriores no meu perfil.
Esclarecimento: Todos os personagens envolvidos em atos sexuais são maiores de idade. Quanto aos demais, a informação é reservada.
Pode conter linguagem ofensiva e situações milf (além das sexuais)
Capítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/2849257/La-semilla-inutil---Capitulo-19-En-cuerpo-y-Alma.html?notification#lastEu adoraria ter encerrado esse pequeno relato de mais de meia década de vida sexual ativa com o capítulo anterior, mas isso seria mentir. Então, preciso apresentar este penúltimo capítulo.
Beatriz e eu procurávamos todo tempo possível para ficarmos juntos e unidos. Conforme os dias passavam, o nosso lance ficava mais forte. E em todos os nossos encontros, a gente transava mais de uma vez (consequência da eletricidade), além de que ela nunca deixava meu gozo escorrer pra fora da buceta dela (depois ela me contava que vazava minutos mais tarde, mas que não entendia por que não era na hora).
Por aquela época, minha prima Carla (como esquecê-la) tinha terminado o casamento com o gordinho do marido dela. Acontece que o cara a traiu durante vários meses com uma líder de torcida. Depois de descobrir, Carla botou ele pra fora de casa (não a de uns capítulos atrás, uma que ficava mais perto do meu covil).
Foi por esses dias que eu a visitava pra fazer companhia (nem sequer falamos de sexo em nenhuma dessas visitas, nem do terraço nem da casa antiga dela, em Villa El Salvador). Pra distraí-la, eu falava sobre a Beatriz. Como eu disse antes, Carla e eu, quando crianças, fomos muito unidos e também conversávamos sobre nossa infância.
Um dia, fora da minha casa e quando eu ia visitar a Beatriz, me deparei com a Lakshmi cara a cara.
- Oi - ela disse -. Aonde você vai?
- Ver minha namorada.
- Puxa, que rápido você nos troca.
Dava pra ver que ela estava muito irritada.
- Pra ser sincero, não fiquei de namoro com ninguém depois que terminei com você. Só com ela.
- Ah, é? E a Olinda? E a mãe do Adam?
Ela não conhecia a Carícia. Não respondi.
- E a baixista... o que você vê nela, hein? Ela é feia.
- Não é feia. Eu gosto dela.
- Mentiroso: você sempre me amou. Assume.
Eu disse que estava atrasado e que outro dia a gente conversava. Ela disse que com certeza eu tinha ficado broxa e que por isso não dava bola pra ela.
- Nem sei por que venho te procurar. Sou navio demais pra tão pouco marinheiro.
Eu Segurei o riso e aceitei o argumento dela.
— Bom, vou buscar minha namorada — falei, enquanto me afastava.
— Que dure, idiota.
«Manha de menina», pensei.
Quando encontrei a Bea, percebi que a «manha» na verdade era ameaça. A Lakshmi tinha perdido tempo conversando com minha namorada e mentindo que eu a forcei a abortar (algo completamente ilógico, dada minha incapacidade de povoar a terra com seres do meu próprio DNA).
Mesmo me deixando explicar, ela não cedeu (a Lakshmi disse que o suposto bebê abortado não era meu e que eu a obriguei por vingança). Ela parecia triste e simplesmente disse que tudo acabou, que acreditava em mim, mas preferia dar um tempo (tradução: me mandou pra merda) e que talvez um dia pudéssemos ser amigos de novo.
Quando ela se despediu de mim, acho que fiquei em choque. Curiosamente, não me sentia triste, mas cansado. Fui beber sei lá onde, mas saí de lá lúcido. Caminhei sem ver pra onde ia, mas talvez soubesse, porque terminei na porta da minha prima Carla.
Ela me recebeu e se assustou com minha aparência (e não pela feiura, porque isso é de nascença). Me serviu um café enquanto esperava o ex-voltar com o filho. Sei lá por que, só tomei um gole e me joguei nela. Tirei a roupa dela às pressas, e ela também colaborou pra fazer o mesmo comigo: minha primeira vez com a dela, só que agora a Carla era mais gostosa e eu mais habilidoso.
Coloquei ela em cima da mesa, abri as pernas dela e enfiei meu pau entre as coxas dela. Sentir a umidade da buceta dela endureceu ainda mais meu cock, parecia um daqueles ídolos fálicos do oriente feitos de mármore ou sei lá. Carla abafou um gemido tapando a boca com as costas da mão. Enfiava e tirava minha pinga na pussy dela, beijava os peitos dela e ela se agarrava em mim, como no terraço da minha casa, como no banheiro abandonado, como numa rua aparentemente deserta, como na sala de ensaio, como na aula de pintura, como no hostel pra mochileiros, como Num quarto de hotel. Era como se estivesse comendo todas ao mesmo tempo. Gozei toda minha frustração dentro da matriz dela e, enquanto fazia isso, ouvia os gemidos da Merrian, os choramingos da Lakshmi, os gritos da Olinda, os xingamentos da Patricia, a respiração ofegante da Carícia, os suspiros da Beatriz e, claro, os lamentos da minha prima.
Tirei minha pica da bainha de carne da Carla (foi curioso, mas naquele momento comecei a filosofar sobre a semelhança da Carla com carne). Meu pau foi perdendo a dureza e contemplei, pasmo, como meu esperma não escorria da entreperna da minha prima: aquilo só serviu pra me lembrar da Bea. Pisquei forte pra não chorar.
— Julián — ela disse, enquanto a gente se vestia—, eu...
— Desculpa, esquece. A gente se vê outro dia. Foi mal, tá?
Nem sei como cheguei em casa. Me sentia vazio, igual a bater uma punheta sem vontade, só por obrigação.
Gordo virgem, costumavam me chamar no colégio. E quando falavam isso, eu jurava que um dia eles iam engolir as palavras e eu seria melhor que eles… consegui(?)
E agora? Sou um comedor, um desvirginador, um mentiroso, um falso, um traidor, um jogador, uma semente inútil… nem engravidar uma mulher consigo. Definitivamente vou morrer sozinho e sem filhos, pensei.
Gordo virgem… E, quanto eu daria pra voltar a ser isso.
Vai terminar…
Pô, Julián cagou no pau de novo…
Como falei antes, este é o penúltimo capítulo; no entanto, essa pequena série de contos vai ter 2 finais alternativos e um oficial acompanhado de um epílogo.
O próximo capítulo (primeiro final alternativo) vai se chamar "Aquela proposta" e estará disponível em alguns dias.
Aproveito pra agradecer o tempo que vocês gastam lendo esses contos, e quem acabou de entrar pode conferir os capítulos anteriores no meu perfil.
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